Depois que papai deu a notícia de que íamos sair de férias, todo mundo começou a arrumar o que queria levar, já que seria uma semana inteira na praia, num hotel muito bom e bonito. Todo mundo tava feliz e animado, até mamãe parecia contente com a viagem, não falou nada naquela manhã sobre eu ter sujado ela toda na noite anterior com meu gozo, e já tava preparando a bagagem dela. Fiquei me perguntando se ela ia usar um biquíni ou algo bem provocante, e principalmente se eu teria alguma chance de brincar com ela no quarto do hotel, ou se rolaria algo com Sara, e como iam dividir os quartos, já que os avós também vinham. Mas depois pensei que seria muito difícil ter oportunidade de fazer alguma coisa, porque a gente ia ficar junto a maior parte do tempo.
— Alex, já arrumou suas malas? Não quero que você fique como sempre, deixando tudo pra última hora e esquecendo alguma coisa — falou mamãe num tom meio irritado.
— Já tenho quase tudo, mãe — respondi.
— Seu pai quer que você guarde as passagens de todo mundo e não esqueça nenhuma — disse mamãe, enquanto me entregava os bilhetes. Eu olhei todos, eram 6 passagens, uma pra cada um, e guardei na minha mochila pra não perder. Quando todo mundo já tava pronto pra ir, esperamos mamãe, a vovó e Sara descerem pra gente sair. As três estavam usando vestidos de sol meio leves e reveladores. As três estavam muito gostosas, mas quem roubou meu olhar foi mamãe, porque dava pra ver as pernas lindas dela, brilhantes e brancas. Quis parar o tempo naquele instante e comer mamãe uma, duas, várias vezes, mas não podia fazer nada. Fomos pra rodoviária pegar o ônibus que ia levar todo mundo. Dei uma olhada nas passagens pra ver com quem eu ia viajar durante 7 horas. Minha sorte não foi tão boa, porque peguei o vovô, e seria uma viagem cheia de reclamações e histórias chatas. Mas fazer o quê, ia ser de noite, então talvez ele dormisse rápido e eu pudesse ver algum filme na telinha que tinha só pra mim.
— Alex Você tem os ingressos?
Mamãe me perguntou quando chegamos, eu peguei eles e, pra minha surpresa, só tinha quatro, faltavam dois ingressos. Fui ver quais estavam faltando e o primeiro que notei foi o meu. Droga, pensei, não vou poder ir se não tiver ingresso, mas o pior é que também faltava o da mamãe. Isso me dava ainda mais medo, porque eu sabia que mamãe não era uma mulher que entendia um erro dos filhos. Sabia que ela ia me matar por ter perdido o ingresso dela. Perder outro até poderia ser menos grave, mas perder o dela era a pior coisa. Então procurei mais, mas nada.
— Alex, os ingressos, se apressa, estão nos esperando.
— Mãe, só tenho estes.
— O quê? Como assim só tem estes?! Falta o meu e o seu. Cadê eles?
Mamãe me disse, irritada.
— Estou procurando, mãe, só espera um momento que eu acho.
Mamãe começou a ficar ainda mais nervosa.
— Alex, se apressa, já temos que embarcar. Os outros não têm o seu tempo, e eu também não. Anda logo, menino!
— É que eles não estão.
— Como assim não estão? Alex, te dei eles de manhã pra você guardar. Onde você colocou?
— Coloquei na minha mochila, mas só tinha esses quatro.
— Não pode ser, menino. A única coisa que te pedi pra fazer e você não conseguiu.
Mamãe já estava gritando comigo na frente de todo mundo, porque estavam me esperando. Fiquei muito frustrado e com raiva.
— Mãe, gritar comigo não vai fazer eu achar eles, só tá me deixando mais desesperado.
— Não me responde assim, mocinho. Sou sua mãe, não se esqueça, e na frente de todo mundo vou te dar um tapa pra você aprender a respeitar sua mãe.
As coisas ficaram tensas entre mim e mamãe, até que papai teve uma ideia.
— Olha, você e os outros vão nesse ônibus, e Alex e eu vamos em outro. Chegamos mais tarde, mas nos vemos no hotel.
Mamãe, ainda brava, aceitou o plano do papai, mas tinha um problema: os ingressos tinham nome e não eram transferíveis. Passaram 15 minutos discutindo com a companhia e não conseguiram fazer nada. Os outros passageiros já estavam ficando incomodados, e papai disse pra mamãe:
— Querida, não tem outro jeito. Você e Alex vão ter que ir em outro. Ônibus, como eu disse, eles vão chegar mais tarde, mas a gente vai estar esperando eles no hotel. O próximo ônibus sai em duas horas. Arranjem algo pra jantar e depois subam. Mamãe, brava, não teve escolha a não ser aceitar, e papai e os outros foram embora. Mamãe e eu ainda estávamos putos, então, apesar da situação incrivelmente favorável, não tinha chance de rolar nada, porque quando mamãe está brava, é impossível raciocinar com ela, muito menos fazer ela deixar eu tocar nela no ônibus. Compramos algo pra jantar na rodoviária e sentamos sem nos olhar e sem falar. Mamãe depois se levantou pra ir ao banheiro e me disse:
— Vai comprar as passagens. Vou ao banheiro e mais vale você não estragar isso também.
Ela me deu o cartão do papai e depois me puxou bruscamente pelo braço na direção dela e disse:
— Mais vale que isso tudo não seja uma das suas ideias pra me deixar fazer alguma coisa, porque isso entre nós acabou, entendeu?
Não me deixou explicar que não tinha planejado nada daquela situação. Ela só falou isso em voz baixa e foi embora. Fiquei meio irritado e fui comprar as passagens, pensando: adeus à ideia de fazer alguma coisa no hotel. Embora não tenha acreditado na segunda parte que ela disse, ia dar espaço pra ela se acalmar. Quando comprei a passagem, vi que era um ônibus bem chique, daqueles de dois andares, e o de cima tem uma janela maior até a frente no segundo andar. Esses assentos estavam livres, então pedi eles. Quando mamãe chegou, entreguei a passagem pra ela, e ela arrancou a minha da minha mão:
— Melhor eu ficar com elas, não vá você perder essas também.
Chegou a hora de embarcar, e quando subimos, mamãe gostou tanto quanto eu. Escolhi os assentos do segundo andar, na frente, mas escolhi separados: eu numa fileira e mamãe na outra. Ela não disse nada, só me olhou brava e foi pro assento dela. Não quis virar pra ver ela e ver aquelas pernas tão gostosas naquele vestido meio curto, porque também tava puto com ela e sabia que ela não ia deixar eu fazer nada, então não queria ter a tentação de ir implorar. que me deixasse tocar ela, então só coloquei meus fones e fiquei vendo um filme, mamãe fez o mesmo, me ignorou e ficou no celular dela. O ônibus começou a andar e a gente partiu, 2 horas atrás do papai e dos outros.
No ônibus não tinha muita gente, ainda menos no segundo andar. Só veio um casal lá em cima com a gente, mas eles desceram depois da primeira parada, então ficamos só eu e mamãe lá em cima. De novo, o momento era mais que perfeito, mas mamãe ainda estava puta comigo, então não tinha chance de nada. Fiquei vendo o filme de boa e vi mamãe levantar pra ir ao banheiro, mas não liguei, embora ela continuasse muito gostosa no vestido dela. Aproveitei quando ela foi pra trás pra dar uma olhada na bunda dela, mas tava muito escuro, já era noite e quase não tinha luz acesa, então voltei a ver meu filme.
Brumm brumm
Meu celular vibrou, e por um momento pensei que fosse uma foto da mamãe no banheiro, mas não era possível porque ela tava brava. Devia ser o papai perguntando como a gente tava, então deixei sem responder por um tempo. Mamãe voltou do banheiro e sentou no lugar dela.
Brumm brumm brumm brumm
Chegaram várias mensagens seguidas, e irritado, pausei o filme pra responder o papai que a gente tava bem, que não se preocupasse. Mas pra minha surpresa, era número desconhecido e sim, era uma foto da mamãe no banheiro do ônibus, mas dessa vez não era erótica, era ela com os bilhetes perdidos, o meu e o dela, e duas mensagens:
"Achei os bilhetes"
"Tavam enfiados na minha calcinha, por que você não vem pegar eles?"
Tava escrito as mensagens. Na hora me virei pra olhar pra ela e não disse nada. Quando ela me viu olhando surpreso, ela levantou do lugar dela e veio sentar do meu lado, não sem antes levantar o vestido até a cintura, deixando eu ver um biquíni branco bem revelador que ela tava usando. E quando ajeitou o vestido pra cima, sentou e abriu as duas pernas. Me olhou com aquele olhar dela... Eu adorava aquilo. Ela franziu os lábios e levantou uma sobrancelha, não me deu tempo de falar nada, só pegou minha mão e colocou bem na buceta dela. E sim, ela estava com os dois ingressos enfiados na calcinha. Tirei eles com cuidado, joguei fora e continuei acariciando o sexo dela. Era tão macio por cima do biquíni e muito quente. Depois, ela reclinou o banco quase todo e ficou deitada do meu lado, colocou as mãos na nuca e relaxou. Abriu uma perna e apoiou no banco da frente, a outra também aberta, mas no chão. Não disse nada, só relaxou e me deixou fazer o que eu queria. Eu estava muito surpreso, porque ela tinha armado todo aquele alvoroço de um jeito tão natural que eu acreditei em tudo. Na verdade, todo mundo acreditou, mas agora eu estava acariciando a buceta dela, já molhada e quente, por cima do biquíni. Os lábios dela marcavam muito bem. Era a primeira vez que eu sentia o sexo dela desse jeito, e eu amava. Mamãe só se mexia quando sentia prazer e soltava um gemido muito erótico. Eu me ajoelhei no meu banco para tocá-la melhor e tirei meu pau para fora, já bem duro, e comecei a bater uma enquanto tocava a mamãe. Num impulso, aproximei meu rosto da buceta dela e não consegui me segurar: dei uma mordida bem na pélvis e no clitóris dela. Mamãe soltou um gritinho de dor, surpresa e prazer, e se remexeu um pouco. Continuei mordendo ela de leve. Ela segurou minha cabeça e me empurrava para o sexo dela. Depois, me empurrou de volta, agarrou meu rosto com as duas mãos, me olhou com uma cara de tesão que nunca vou esquecer e disse:
— Tira minha calcinha.
Não precisei ouvir duas vezes. Antes mesmo de ela terminar de falar, agarrei o biquíni dela com as duas mãos pela cintura. Ela levantou a bunda do banco e juntou as pernas para sair mais rápido. O que posso dizer? Tirar a calcinha da sua mãe é um dos melhores sentimentos que você vai ter: segurar pelas laterais, ela se levantar para você tirar, saber que ela quer que você faça aquilo, e depois passar as mãos nas coxas dela com a calcinha nas suas mãos. Virar pra baixo nos joelhos dela e descer pelas panturrilhas e tornozelos até terminar tirando pelos pés dela é incrível. Depois que tirei dos pés dela e eles ficaram um pouco presos nas sandálias, eu amassei eles e coloquei no bolso da minha calça pra não perder, mãe ao se sentir livre da calcinha abriu as pernas na hora e me mostrou o lindo e proibido que ela tinha. Já vi muitas bucetas em vídeos pornô e imagens, já vi grandes e pequenas, peludas e depiladas, rosadas e pretas, feias e bonitas, mas caramba, a da minha mãe era a mais linda que já vi, era rosada, pequena, linda e molhada, mas o que mais chamou minha atenção foi que estava depilada, parecia que mãe tinha se depilado antes de ir pra praia e era a coisa mais linda, erótica e proibida que já vi. Fiquei olhando pra ela por um momento e senti o cheiro dela, era doce, não como todo mundo fala que cheira a peixe, a da minha mãe cheirava doce e suave. Ela começou a se tocar no clitóris porque já estava bem molhada e excitada, então me aproximei de novo. Já tinha visto muitos vídeos de sexo oral pra saber o que fazer e onde prestar atenção ou, nesse caso, minha língua, mas a sensação de fazer é muito melhor do que ver. Me senti num vídeo pornô e isso era demais. Me aproximei da buceta dela e comecei a lamber o clitóris dela, mãe ao me sentir se contorceu de prazer e fechou as pernas no meu rosto, mas abriu de novo. Me pegou pela cabeça de novo e agarrou meu cabelo com o punho, doeu um pouco, mas ela me empurrava contra a buceta dela pra eu continuar. O gosto era bem neutro e no começo foi difícil me acostumar, quase tive ânsia de nojo, mas me acostumei rápido e continuei lambendo a buceta dela. Com uma das minhas mãos por baixo, comecei a enfiar um dedo nela. Nunca tinha feito algo assim, era molhado e apertado, e tinha uma sucção dentro dela. Quando enfiei meu dedo, mãe gemeu ainda mais e se contorcia mais de prazer, levantava o quadril em minha direção e apertava mais minha cabeça. cabelo, continuei chupando e lambendo o clitóris dela e enfiando meu dedo na buceta dela, mamãe começou a ficar muito tensa e a tremer um pouco, as pernas dela estavam muito duras e ela começou a gemer cada vez mais até soltar um grito que abafou com a mão, tremia e se tensionava cada vez mais, eu até parei por causa da violência dos movimentos dela e depois ela desabou no banco com a respiração muito ofegante e relaxou completamente, levou as duas mãos ao rosto e se cobriu por alguns minutos, recuperou o fôlego, se levantou, me beijou na boca e disse:
– Agora é sua vez, pode esfregar ele na minha bunda e gozar nas minhas nádegas ou nas minhas costas, mas não enfia, ok?
– Ok, mamãe.
Agora era minha vez e eu não ia desperdiçar. Mamãe se virou no banco, levantou o vestido de novo e se ajoelhou no banco com a bunda virada pra mim, uma vista linda da bunda e da buceta dela, mas principalmente do cuzinho, estava rosado e muito bonito, um pontinho pequeno que te convidava a beijar. Abaixei a calça, olhando pra ver se ninguém ia subir de repente, e coloquei meu pau entre as nádegas dela, cuspi um pouco porque mamãe ainda estava muito molhada, ela gemeu mais uma vez ao sentir meu pau no cu dela e se afastou um pouco, mas eu segurei os quadris dela e a puxei de volta pra mim e comecei a me esfregar nela. Depois, abaixei meu pau e esfreguei nos lábios muito molhados dela, não queria que acabasse, e pensei que passaria muito tempo até ter ela assim de novo e que era minha chance de finalmente saber como é estar dentro de uma mulher. Então peguei meu pau e coloquei na entrada dos lábios dela, e lentamente penetrei a buceta úmida e quente dela, senti as paredes me apertando e a buceta me sugando, a melhor das melhores sensações que vou ter na vida, o sexo era incrível, eu estava dentro da mamãe e queria ficar ali pra sempre. Ao sentir que eu entrava, mamãe apertou um pouco as nádegas e se afastou um pouco e disse com um tom estranho:
– Alex??...
– Sim, mamãe.
– Você... você está dentro de mim?..
– Sim, mamãe.
– Alex!! Você Eu disse pra não enfiar, haaah
Olho pra trás e vejo que ele tava dentro dela, e meu pau encostou na buceta dela
— Haah, Alex... não... você não devia fazer isso... huummm... Alex... não tá certo... que tal eu te chupar?.. Alex, sai agora... eu falei que podia esfregar, não enfiar... Alex!!
— Sim, mãe, desculpa, em um minuto eu termino e...
— Nããão!
Mamãe quase gritou e me tirou de dentro dela
— Mas mãe, eu tava quase gozando —
— Seu idiota? Não pode gozar dentro de mim, deixa eu...
Mamãe se virou de novo e sentou na minha frente, pegou meu pau com a mão e começou a bater uma, e até colocou na boca dela. Lá estava ela me dando outro boquete, dessa vez mais por vontade própria que da última, e ainda massageou minhas bolas. Puta merda, é incrível sentir elas sendo massageadas durante um boquete. Agarrei a cabeça dela e fiz ela chupar mais rápido, até se engasgar, e em menos tempo do que eu queria, soltei ela pra tirar meu pau e gozar no corredor, pra limpar depois. Mas ela não soltou, manteve meu pau na boca dela e eu gozei dentro da mamãe. Enchi a boca dela toda, e ela só fechou os olhos quando sentiu meu primeiro jato de porra e aguentou o resto. Ela terminou de tirar tudo na boca dela com a mão, e agora quem tava relaxado era eu. Ela tirou meu pau da boca dela com cuidado pra não derrubar nada, colocou a mão na boca, levantou rápido e foi pro banheiro cuspir meu leite. Eu sentei no meu lugar e relaxei como nunca. Mamãe voltou depois, pediu a calcinha dela, vestiu e, como se nada tivesse acontecido, sentou no lugar dela e me ignorou pelo resto da noite. Foi assim até a gente dormir, e na manhã seguinte chegamos na rodoviária, onde descemos, pegamos um táxi e fomos pro hotel onde os outros estavam nos esperando.
— Alex, já arrumou suas malas? Não quero que você fique como sempre, deixando tudo pra última hora e esquecendo alguma coisa — falou mamãe num tom meio irritado.
— Já tenho quase tudo, mãe — respondi.
— Seu pai quer que você guarde as passagens de todo mundo e não esqueça nenhuma — disse mamãe, enquanto me entregava os bilhetes. Eu olhei todos, eram 6 passagens, uma pra cada um, e guardei na minha mochila pra não perder. Quando todo mundo já tava pronto pra ir, esperamos mamãe, a vovó e Sara descerem pra gente sair. As três estavam usando vestidos de sol meio leves e reveladores. As três estavam muito gostosas, mas quem roubou meu olhar foi mamãe, porque dava pra ver as pernas lindas dela, brilhantes e brancas. Quis parar o tempo naquele instante e comer mamãe uma, duas, várias vezes, mas não podia fazer nada. Fomos pra rodoviária pegar o ônibus que ia levar todo mundo. Dei uma olhada nas passagens pra ver com quem eu ia viajar durante 7 horas. Minha sorte não foi tão boa, porque peguei o vovô, e seria uma viagem cheia de reclamações e histórias chatas. Mas fazer o quê, ia ser de noite, então talvez ele dormisse rápido e eu pudesse ver algum filme na telinha que tinha só pra mim.
— Alex Você tem os ingressos?
Mamãe me perguntou quando chegamos, eu peguei eles e, pra minha surpresa, só tinha quatro, faltavam dois ingressos. Fui ver quais estavam faltando e o primeiro que notei foi o meu. Droga, pensei, não vou poder ir se não tiver ingresso, mas o pior é que também faltava o da mamãe. Isso me dava ainda mais medo, porque eu sabia que mamãe não era uma mulher que entendia um erro dos filhos. Sabia que ela ia me matar por ter perdido o ingresso dela. Perder outro até poderia ser menos grave, mas perder o dela era a pior coisa. Então procurei mais, mas nada.
— Alex, os ingressos, se apressa, estão nos esperando.
— Mãe, só tenho estes.
— O quê? Como assim só tem estes?! Falta o meu e o seu. Cadê eles?
Mamãe me disse, irritada.
— Estou procurando, mãe, só espera um momento que eu acho.
Mamãe começou a ficar ainda mais nervosa.
— Alex, se apressa, já temos que embarcar. Os outros não têm o seu tempo, e eu também não. Anda logo, menino!
— É que eles não estão.
— Como assim não estão? Alex, te dei eles de manhã pra você guardar. Onde você colocou?
— Coloquei na minha mochila, mas só tinha esses quatro.
— Não pode ser, menino. A única coisa que te pedi pra fazer e você não conseguiu.
Mamãe já estava gritando comigo na frente de todo mundo, porque estavam me esperando. Fiquei muito frustrado e com raiva.
— Mãe, gritar comigo não vai fazer eu achar eles, só tá me deixando mais desesperado.
— Não me responde assim, mocinho. Sou sua mãe, não se esqueça, e na frente de todo mundo vou te dar um tapa pra você aprender a respeitar sua mãe.
As coisas ficaram tensas entre mim e mamãe, até que papai teve uma ideia.
— Olha, você e os outros vão nesse ônibus, e Alex e eu vamos em outro. Chegamos mais tarde, mas nos vemos no hotel.
Mamãe, ainda brava, aceitou o plano do papai, mas tinha um problema: os ingressos tinham nome e não eram transferíveis. Passaram 15 minutos discutindo com a companhia e não conseguiram fazer nada. Os outros passageiros já estavam ficando incomodados, e papai disse pra mamãe:
— Querida, não tem outro jeito. Você e Alex vão ter que ir em outro. Ônibus, como eu disse, eles vão chegar mais tarde, mas a gente vai estar esperando eles no hotel. O próximo ônibus sai em duas horas. Arranjem algo pra jantar e depois subam. Mamãe, brava, não teve escolha a não ser aceitar, e papai e os outros foram embora. Mamãe e eu ainda estávamos putos, então, apesar da situação incrivelmente favorável, não tinha chance de rolar nada, porque quando mamãe está brava, é impossível raciocinar com ela, muito menos fazer ela deixar eu tocar nela no ônibus. Compramos algo pra jantar na rodoviária e sentamos sem nos olhar e sem falar. Mamãe depois se levantou pra ir ao banheiro e me disse:
— Vai comprar as passagens. Vou ao banheiro e mais vale você não estragar isso também.
Ela me deu o cartão do papai e depois me puxou bruscamente pelo braço na direção dela e disse:
— Mais vale que isso tudo não seja uma das suas ideias pra me deixar fazer alguma coisa, porque isso entre nós acabou, entendeu?
Não me deixou explicar que não tinha planejado nada daquela situação. Ela só falou isso em voz baixa e foi embora. Fiquei meio irritado e fui comprar as passagens, pensando: adeus à ideia de fazer alguma coisa no hotel. Embora não tenha acreditado na segunda parte que ela disse, ia dar espaço pra ela se acalmar. Quando comprei a passagem, vi que era um ônibus bem chique, daqueles de dois andares, e o de cima tem uma janela maior até a frente no segundo andar. Esses assentos estavam livres, então pedi eles. Quando mamãe chegou, entreguei a passagem pra ela, e ela arrancou a minha da minha mão:
— Melhor eu ficar com elas, não vá você perder essas também.
Chegou a hora de embarcar, e quando subimos, mamãe gostou tanto quanto eu. Escolhi os assentos do segundo andar, na frente, mas escolhi separados: eu numa fileira e mamãe na outra. Ela não disse nada, só me olhou brava e foi pro assento dela. Não quis virar pra ver ela e ver aquelas pernas tão gostosas naquele vestido meio curto, porque também tava puto com ela e sabia que ela não ia deixar eu fazer nada, então não queria ter a tentação de ir implorar. que me deixasse tocar ela, então só coloquei meus fones e fiquei vendo um filme, mamãe fez o mesmo, me ignorou e ficou no celular dela. O ônibus começou a andar e a gente partiu, 2 horas atrás do papai e dos outros.
No ônibus não tinha muita gente, ainda menos no segundo andar. Só veio um casal lá em cima com a gente, mas eles desceram depois da primeira parada, então ficamos só eu e mamãe lá em cima. De novo, o momento era mais que perfeito, mas mamãe ainda estava puta comigo, então não tinha chance de nada. Fiquei vendo o filme de boa e vi mamãe levantar pra ir ao banheiro, mas não liguei, embora ela continuasse muito gostosa no vestido dela. Aproveitei quando ela foi pra trás pra dar uma olhada na bunda dela, mas tava muito escuro, já era noite e quase não tinha luz acesa, então voltei a ver meu filme.
Brumm brumm
Meu celular vibrou, e por um momento pensei que fosse uma foto da mamãe no banheiro, mas não era possível porque ela tava brava. Devia ser o papai perguntando como a gente tava, então deixei sem responder por um tempo. Mamãe voltou do banheiro e sentou no lugar dela.
Brumm brumm brumm brumm
Chegaram várias mensagens seguidas, e irritado, pausei o filme pra responder o papai que a gente tava bem, que não se preocupasse. Mas pra minha surpresa, era número desconhecido e sim, era uma foto da mamãe no banheiro do ônibus, mas dessa vez não era erótica, era ela com os bilhetes perdidos, o meu e o dela, e duas mensagens:
"Achei os bilhetes"
"Tavam enfiados na minha calcinha, por que você não vem pegar eles?"
Tava escrito as mensagens. Na hora me virei pra olhar pra ela e não disse nada. Quando ela me viu olhando surpreso, ela levantou do lugar dela e veio sentar do meu lado, não sem antes levantar o vestido até a cintura, deixando eu ver um biquíni branco bem revelador que ela tava usando. E quando ajeitou o vestido pra cima, sentou e abriu as duas pernas. Me olhou com aquele olhar dela... Eu adorava aquilo. Ela franziu os lábios e levantou uma sobrancelha, não me deu tempo de falar nada, só pegou minha mão e colocou bem na buceta dela. E sim, ela estava com os dois ingressos enfiados na calcinha. Tirei eles com cuidado, joguei fora e continuei acariciando o sexo dela. Era tão macio por cima do biquíni e muito quente. Depois, ela reclinou o banco quase todo e ficou deitada do meu lado, colocou as mãos na nuca e relaxou. Abriu uma perna e apoiou no banco da frente, a outra também aberta, mas no chão. Não disse nada, só relaxou e me deixou fazer o que eu queria. Eu estava muito surpreso, porque ela tinha armado todo aquele alvoroço de um jeito tão natural que eu acreditei em tudo. Na verdade, todo mundo acreditou, mas agora eu estava acariciando a buceta dela, já molhada e quente, por cima do biquíni. Os lábios dela marcavam muito bem. Era a primeira vez que eu sentia o sexo dela desse jeito, e eu amava. Mamãe só se mexia quando sentia prazer e soltava um gemido muito erótico. Eu me ajoelhei no meu banco para tocá-la melhor e tirei meu pau para fora, já bem duro, e comecei a bater uma enquanto tocava a mamãe. Num impulso, aproximei meu rosto da buceta dela e não consegui me segurar: dei uma mordida bem na pélvis e no clitóris dela. Mamãe soltou um gritinho de dor, surpresa e prazer, e se remexeu um pouco. Continuei mordendo ela de leve. Ela segurou minha cabeça e me empurrava para o sexo dela. Depois, me empurrou de volta, agarrou meu rosto com as duas mãos, me olhou com uma cara de tesão que nunca vou esquecer e disse:
— Tira minha calcinha.
Não precisei ouvir duas vezes. Antes mesmo de ela terminar de falar, agarrei o biquíni dela com as duas mãos pela cintura. Ela levantou a bunda do banco e juntou as pernas para sair mais rápido. O que posso dizer? Tirar a calcinha da sua mãe é um dos melhores sentimentos que você vai ter: segurar pelas laterais, ela se levantar para você tirar, saber que ela quer que você faça aquilo, e depois passar as mãos nas coxas dela com a calcinha nas suas mãos. Virar pra baixo nos joelhos dela e descer pelas panturrilhas e tornozelos até terminar tirando pelos pés dela é incrível. Depois que tirei dos pés dela e eles ficaram um pouco presos nas sandálias, eu amassei eles e coloquei no bolso da minha calça pra não perder, mãe ao se sentir livre da calcinha abriu as pernas na hora e me mostrou o lindo e proibido que ela tinha. Já vi muitas bucetas em vídeos pornô e imagens, já vi grandes e pequenas, peludas e depiladas, rosadas e pretas, feias e bonitas, mas caramba, a da minha mãe era a mais linda que já vi, era rosada, pequena, linda e molhada, mas o que mais chamou minha atenção foi que estava depilada, parecia que mãe tinha se depilado antes de ir pra praia e era a coisa mais linda, erótica e proibida que já vi. Fiquei olhando pra ela por um momento e senti o cheiro dela, era doce, não como todo mundo fala que cheira a peixe, a da minha mãe cheirava doce e suave. Ela começou a se tocar no clitóris porque já estava bem molhada e excitada, então me aproximei de novo. Já tinha visto muitos vídeos de sexo oral pra saber o que fazer e onde prestar atenção ou, nesse caso, minha língua, mas a sensação de fazer é muito melhor do que ver. Me senti num vídeo pornô e isso era demais. Me aproximei da buceta dela e comecei a lamber o clitóris dela, mãe ao me sentir se contorceu de prazer e fechou as pernas no meu rosto, mas abriu de novo. Me pegou pela cabeça de novo e agarrou meu cabelo com o punho, doeu um pouco, mas ela me empurrava contra a buceta dela pra eu continuar. O gosto era bem neutro e no começo foi difícil me acostumar, quase tive ânsia de nojo, mas me acostumei rápido e continuei lambendo a buceta dela. Com uma das minhas mãos por baixo, comecei a enfiar um dedo nela. Nunca tinha feito algo assim, era molhado e apertado, e tinha uma sucção dentro dela. Quando enfiei meu dedo, mãe gemeu ainda mais e se contorcia mais de prazer, levantava o quadril em minha direção e apertava mais minha cabeça. cabelo, continuei chupando e lambendo o clitóris dela e enfiando meu dedo na buceta dela, mamãe começou a ficar muito tensa e a tremer um pouco, as pernas dela estavam muito duras e ela começou a gemer cada vez mais até soltar um grito que abafou com a mão, tremia e se tensionava cada vez mais, eu até parei por causa da violência dos movimentos dela e depois ela desabou no banco com a respiração muito ofegante e relaxou completamente, levou as duas mãos ao rosto e se cobriu por alguns minutos, recuperou o fôlego, se levantou, me beijou na boca e disse:
– Agora é sua vez, pode esfregar ele na minha bunda e gozar nas minhas nádegas ou nas minhas costas, mas não enfia, ok?
– Ok, mamãe.
Agora era minha vez e eu não ia desperdiçar. Mamãe se virou no banco, levantou o vestido de novo e se ajoelhou no banco com a bunda virada pra mim, uma vista linda da bunda e da buceta dela, mas principalmente do cuzinho, estava rosado e muito bonito, um pontinho pequeno que te convidava a beijar. Abaixei a calça, olhando pra ver se ninguém ia subir de repente, e coloquei meu pau entre as nádegas dela, cuspi um pouco porque mamãe ainda estava muito molhada, ela gemeu mais uma vez ao sentir meu pau no cu dela e se afastou um pouco, mas eu segurei os quadris dela e a puxei de volta pra mim e comecei a me esfregar nela. Depois, abaixei meu pau e esfreguei nos lábios muito molhados dela, não queria que acabasse, e pensei que passaria muito tempo até ter ela assim de novo e que era minha chance de finalmente saber como é estar dentro de uma mulher. Então peguei meu pau e coloquei na entrada dos lábios dela, e lentamente penetrei a buceta úmida e quente dela, senti as paredes me apertando e a buceta me sugando, a melhor das melhores sensações que vou ter na vida, o sexo era incrível, eu estava dentro da mamãe e queria ficar ali pra sempre. Ao sentir que eu entrava, mamãe apertou um pouco as nádegas e se afastou um pouco e disse com um tom estranho:
– Alex??...
– Sim, mamãe.
– Você... você está dentro de mim?..
– Sim, mamãe.
– Alex!! Você Eu disse pra não enfiar, haaah
Olho pra trás e vejo que ele tava dentro dela, e meu pau encostou na buceta dela
— Haah, Alex... não... você não devia fazer isso... huummm... Alex... não tá certo... que tal eu te chupar?.. Alex, sai agora... eu falei que podia esfregar, não enfiar... Alex!!
— Sim, mãe, desculpa, em um minuto eu termino e...
— Nããão!
Mamãe quase gritou e me tirou de dentro dela
— Mas mãe, eu tava quase gozando —
— Seu idiota? Não pode gozar dentro de mim, deixa eu...
Mamãe se virou de novo e sentou na minha frente, pegou meu pau com a mão e começou a bater uma, e até colocou na boca dela. Lá estava ela me dando outro boquete, dessa vez mais por vontade própria que da última, e ainda massageou minhas bolas. Puta merda, é incrível sentir elas sendo massageadas durante um boquete. Agarrei a cabeça dela e fiz ela chupar mais rápido, até se engasgar, e em menos tempo do que eu queria, soltei ela pra tirar meu pau e gozar no corredor, pra limpar depois. Mas ela não soltou, manteve meu pau na boca dela e eu gozei dentro da mamãe. Enchi a boca dela toda, e ela só fechou os olhos quando sentiu meu primeiro jato de porra e aguentou o resto. Ela terminou de tirar tudo na boca dela com a mão, e agora quem tava relaxado era eu. Ela tirou meu pau da boca dela com cuidado pra não derrubar nada, colocou a mão na boca, levantou rápido e foi pro banheiro cuspir meu leite. Eu sentei no meu lugar e relaxei como nunca. Mamãe voltou depois, pediu a calcinha dela, vestiu e, como se nada tivesse acontecido, sentou no lugar dela e me ignorou pelo resto da noite. Foi assim até a gente dormir, e na manhã seguinte chegamos na rodoviária, onde descemos, pegamos um táxi e fomos pro hotel onde os outros estavam nos esperando.
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