Sensacional de Bucetas Gostosas e Machos Sarados #3

—Se ela monta potro desse jeito, monta na pica também... puta que pariu, eu comia a patroa na hora —dizia Libório pra outro peão chamado Dionísio, zoando entre gargalhadas, sem respeito nenhum enquanto via a mulher de Dom Justo, o dono do rancho, cavalgando toda poderosa e imponente, fazendo aquela bunda enorme quicar e aqueles peitos deliciosos de mulher leiteira pularem.

Não seria o primeiro nem o último a falar uma merda dessas, mas com certeza foi o mais sem noção, soltando essa sem se ligar em quem podia estar ouvindo. Do nada, o moleque sentiu uma mão pesada no ombro e o saco encolheu na hora. E olha que ele sabia muito bem que aquela Dona tinha proteção.
—E aí, o que aconteceu? — perguntou Felipe a Dionísio (testemunha do incidente).
—Pois é, aquele tal de Nabor deu um cacete no cara do Libório, por ficar de boca grande, e nos expulsaram do rancho — completou a fofoca, Dionísio.
—Então a velha é bem gostosa, hein?
—Sim, ela se chama Maria Luísa, é uma mulherão! Tem uns vinte e poucos anos. É cheinha de carne, tem uma bundona e uns peitões... uuufff! puta merda, ela é muito gostosa.
—Aaah... não fica se coçando não, seu Dioni. Mas o Dom Justo já tá com seus anos, e a mulher dele? Dona Dolores, cadê ela? — respondia o outro.
—Mandou ela pastar e casou com essa daí. Nada a ver o Dom, né? É mais novinha e gostosa. De verdade, uma delícia, cara. Te juro. Essa Dona é muito bem-feita. E o Dom Justo trata ela como rainha.
—Então? Por que ela tá dando chifre nele?
—Pô... não sei. Uns dizem que essa gostosa ele tirou de um puteiro, e que por isso a vontade volta. Outros dizem que ele trouxe ela de São Nicolau dos Paus, e que por lá as mulheres são bem fogosas pra fazer o catre chiar, mas o que eu acho é que o Don cuida dela de tudo, menos daí.
Ambos riram.
—Não fode, porra Dioni. Mas cê tá dizendo que cuidam da buceta dela, né?
—Sim, Dom Justo colocou um vigia nela, pra ninguém desrespeitar. O filho da puta chama Nabor. Um gringão de olho azul, bem bombado e com uns um e noventa de altura! Porra! Ele te quebra todo. Mas a puta não tá nem aí, hein. Dá pra ver que ela tem sangue quente e precisa de pica como quem precisa respirar. Ela dá um jeito de escapar desse tal Nabor e comer quem ela quiser. Dizem que... — e Dionísio contou os boatos que ele mesmo tinha ouvido no rancho.


Apesar do entusiasmo com que Dionísio contava aquelas histórias, Felipe ficou cético.
—Já para com isso, Dioni, que não acredito em nada! Mulherão desse jeito, só no Livro Vaquero.
Felipe estava visitando a cidade, já que eram as férias da faculdade, então ele ajudava na loja e armarinho dos pais.
Não podia acreditar que uma mulher com essas qualidades existia por aí.
Ah, que Dionísio, tem uma imaginação danada", pensava Felipe, já sozinho no quarto, enquanto se despia pra ir dormir.
No entanto, mais tarde, já deitado na cama, vestido só de cueca, Felipe não se segurou e começou a acariciar o pau lembrando das histórias que o amigo contou. A Dona que ele descrevia devia ser uma gostosa do caralho. E se ela era tão safada assim... puta merda!
Dias depois, enquanto Felipe varria o local, Dionísio apareceu de repente na frente dele.
—"Aí" anda! —gritou Dionísio.
—Quem? —Felipe perguntou.
—A tal da Maria Luísa. Veio fazer compras na cidade. Vem!
Felipe se deixou levar pela curiosidade e seguiu o amigo.
A jovem patroa era uma gostosa de verdade. As curvas generosas do seu corpanzil se destacavam apertadas dentro da calça jeans e da blusa justa que ela vestia. Mas Nabor também se fazia notar. O guarda bruto não deixava os homens ficarem olhando pra patroa dele por muito tempo.
Levando a sério o trabalho, vigiava a esposa do patrão como cachorro guarda o osso. Tava bem ligado na putaria escancarada que a mulher que acompanhava exalava e, mais ainda, sabia bem que a Senhora se deixava levar pelas vontades de mulher.
—Que porra vocês veem nela?! —gritou Nabor, quando um grupo de rapazes deixou claro o interesse na mulher—. Porra de moleques! —finalizou.
Enquanto Dionísio se encolheu de medo com os gritos do tal Nabor, o pau de Felipe já tinha endurecido só de ver o jeito sensual que a dona rebolava. Ela mexia a bunda de um jeito que dava vontade de soltar toda a porra guardada nos ovos dele.
«Puta merda, ela é mó gostosa», pensou consigo mesmo, e sem perceber o que fazia, levou a mão até o próprio pau pra apertar ele, se aliviando.
De repente, Dionísio o tirou do devaneio sacudindo ele pelo ombro.
—Cara, ela vem pra cá! Para de olhar pra ela, senão o tal do Nabor vai foder a gente!
—Não fica na deprê. Essa dona aí eu atendo do jeito que ela merece.
—Bom, te vejo depois — disse Dionísio e se mandou.
Segundos depois, enquanto Maria Luísa olhava uns lenços, Felipe ficou encarando ela, passando os olhos de baixo pra cima com muito tesão. Isso não passou despercebido por Nabor e...
—Que que cê tá olhando, seu moleque de merda! —disse o homem bruto, puxando ele pela camisa.
E com força, jogou ele de costas contra uma prateleira. O outro ficou calado diante da afronta, porque viu que o cara tava com uma pistola no cinto, mas não deixou de encará-lo com raiva.
—Ei, tem maior não?! —exclamou Maria Luísa.
Ele se ajeitou na roupa e foi até ela. Nabor não tirou os olhos dele, com uma cara de: "só falta desrespeitar ela pra eu te quebrar no meio".
—Olha, aqui a gente tem outros lenços maiores e de várias cores — dizia Felipe, todo sorridente pra moça, enquanto tirava essas peças de uma gaveta.
Para a jovem senhora não passou despercebida a influência que suas carnes sensuais provocavam naquele rapaz mais novo que ela, e, ao mesmo tempo, ele lhe pareceu simpático.
—Ei, você não é daqui, né?
—Sim, só que estudo na capital. Tô de visita agora, por causa das férias.
A mulher sorriu pra ele.
—Ahã. Ei, me mostra essa calcinha aí embaixo.
—Claro, em qual tamanho — respondeu aquele.
—Bom... hmm, pra um jovem como você — respondeu ela com um tom provocante.
Felipe mostrou alguns que colocou em cima do balcão, na frente dela.
María Luisa pegou alguns e esticou eles, testando a elasticidade. Depois, enfiou uma das mãos lá dentro e, com o dedo do meio, simulou um pintinho ereto que empurrava a peça por dentro.
Com um sorriso malicioso, ela disse:
—Como você vê, assim ficaria em você?
—Não posso... acho que encheria com mais.
Aproveitando que Nabor tava longe o bastante pra não perceber a conversa fiada deles, os dois se sorriram numa cumplicidade da porra.
Porém, quando o outro começou a se aproximar, a Senhora não perdeu mais tempo.
—Você me agrada, rapaz. Olha, te espero no Rancho Alegre, sabe onde fica?
—Claro.
—Deixo uma escada pra você por dentro, do lado do rio. Se conseguir pular o muro, o resto já é moleza —e aproveitando os últimos instantes de privacidade, disse—. Depois das onze da noite; o Nabor já tá deitado nessa hora... não me decepciona.
Depois se fez de sonsa.
—Beleza, então embrulha todos aí que vou levar.
Felipe fechou mais cedo naquele dia, porque tava morrendo de vontade de realizar seus desejos mais naturais: Macetar uma dona que por si só já tinha chamado ele pra trepar.
Dionísio, preocupado, aconselhou ele:
—Não brinca com fogo, Felipe. Esse Nabor é bem cachorro. Além disso, se ele te descobre e o Dom Justo fica sabendo... nem fala... o filho da puta é dono da cidade. Pode mandar te matar sem correr risco nenhum.
Felipe não se deixou intimidar, no entanto, ouviu os boatos que Dionísio comentou com ele.
—Dizem que o Nabor já matou pelo menos três. Que um ele comeu bem no meio do ato.

—Descobriu eles na cama de um quarto, e ali mesmo encheu o cara de bala. Não deixa acontecer o mesmo contigo.
—Pode ser o que for, mas pra montar uma potranca dessa... bem que vale o risco —respondeu Felipe.
Apesar de tudo, como amigos são amigos, o Dioni não vacilou com ele e ajudou a carregar uma escada pra poder pular o muro do rancho. O parceiro medroso ficou do lado de fora, enquanto o outro se jogava na aventura.
Já dentro do rancho, Felipe, com todo cuidado, se aproximou da casa principal. De todos os cômodos, tinha um com a luz acesa, e ali uma janela estava aberta. Ele puxou a cortina e a viu.



—Hmm... que gostosa você tem —disse aquele, depois de ter provado os fluidos dela.
—Sim, mas não desperdice. Desce pro aguaceiro —respondeu com sacanagem, a mulher de quem aquilo emanava. E abaixou pra ele beber direto da fonte.

Agarrado nas nádegas da mulher, o moleque enfiava a língua na rachadura tão fundo quanto seu apêndice permitia, apesar das cócegas que o pelo grosso da mulher lhe causava.

A mulher que eu estava prestes a penetrar parou a cópula e, depois de vestir um roupão, saiu. É que tinha ouvido o choro de um bebê.
Demorou um tempinho que pra ele pareceu uma eternidade, mas, quando voltou:
—Desculpa, era meu filho. Mas não se preocupa mais, dei comida pra ele e ele já dormiu.
Naquele momento, mais de um pensamento invadiu, em cadeia, a mente do jovem:
«Tem bebê /...ainda amamenta /...tem gozo».
E a atenção dele se fixou naquele par de peitos que prometiam um prazer leitoso.
Um momento depois, o jovem, já totalmente pelado, se atracava chupando os peitos da dona, sem nenhum impedimento dela, claro. Felipe mamou a porra que aquele filho de Maria Luísa tinha deixado, um cara que ele não tinha o prazer de conhecer, mas agradecia pela existência.
—Bendito seja teu menino —disse Felipe entre goles.
María Luisa sorriu para ele, olhando para baixo, e acariciando ele como se fosse seu próprio menininho.
Depois de se satisfazer, mas ainda brincando com os peitos da mulher que lhe dava aconchego no colo, Felipe perguntou:
—E é filho legítimo do Dom Justo? —perguntou com uma certa perversidade.
—E pra você, o que é que te importa? —respondeu Maria Luísa.
—Bom, só tô perguntando.
—Bom, digamos que outro homem fez o favor pra ela —respondeu ela, bem safada.
—Ou foi você que fez isso com ela.
E a mulher deu um tapinha brincalhão nele, embora com um tom sério tenha dito:
—Nada disso, eu só queria engravidar, mas ele não conseguiu, então...
—Então você fez o favor de conseguir pra ela.
Ambos riram.
—Bom, você já se satisfez, e eu? Ora, vira pra cá pra gente chupar as nossas coisas.
Cada um colocou a buceta na cara do outro. Felipe chupou a pepita suculenta, enquanto Maria Luísa engolia o pau.
Que gostosa que ela tá!", pensava Felipe, enquanto se deliciava, não só com a buceta molhada dela, mas também apalpando as bundas dela.
Ele lambia ela como se fosse uma fruta fresca e ela devorava a rola dele com maestria habilidosa.
Minutos depois, a gostosa que mandava na foda indicou pro novinho:
—Vem cá, coloca aqui tua pica, no canalzinho —dizia Maria Luísa, enquanto apertava o sulco entre os peitos, espremendo-os um contra o outro.
Felipe obedeceu e assim a dama deu mais prazer a ele com os peitos dela.
—Uai, já tá começando a escorrer. Não vai gozar ainda não — Maria Luísa falou pra ele.
Felipe fez um grande esforço para segurar a gozada.
Nem sequer tinha penetrado ela e já se sentia no paraíso. Se aquela fazenda se chamava Rancho Alegre, o nome não estava errado, não.
Quando a mulher ficou de quatro e se empinou de um jeito extremamente safado, chamando os espermas pra se prepararem, ele se preparou pra meter nela, mas...
—Ainda não enfia... dá uns tapões na minha bunda —ela exigiu.
Uma mulher assim não se podia negar nada, porque ela quase o levou ao clímax sem precisar de contato direto com a buceta dela. Felipe obedeceu.
—Sim —disse ele, e botou a mão na massa.
O pedaço de carne tubular começou a bater nas firmes nádegas femininas.
—Mais forte...! Isso! —ela gritava, deixando claro que aquilo realmente a excitava.
—Ufa! —exclamou ele, fazendo o melhor esforço pra que o pedaço de carne dura fosse forte o bastante pra dar uns tapas naqueles glóbulos enormes de carne.
Cada golpe arrancava gritos da dona daquele rancho. Os gemidos de tesão ecoavam pra além das paredes daquele quarto, mas nem ligaram pra isso.
—Tô te castigando por ser uma esposa ruim. Uma mulher infiel.
—Isso! Isso! Issooo...! Me castiga com os açoites da tua vara! —Maria Luísa disse, entrando na brincadeira.
Aquilo era tão excitante pros dois que Felipe sentiu que tava quase gozando.
—Não aguento mais, tenho que meter logo, senão vou gozar sem provar sua buceta com meu pau. 'Agora vai. Lá vou eu, égua. Que me castrem se não te fodo como Deus manda! —disse Felipe, bem confiante no que viria.
Aqueles dois pedaços de carne gostosa eram a porta do prazer perfeito, porque no meio deles tinha um asterisco moreno, que já se imaginava abrindo, depois que se fartasse com a racha que tinha embaixo.
A ponta da glande dele estava toda babada com o líquido pré-seminal, e assim fez contato com aquela abertura vertical. Já estava prestes a entrar nela quando...
A porta do quarto se escancarou de repente e as palavras anteriores se tornaram terrivelmente reais: "tava prestes a ser castrado"; pelo menos era o que parecia, porque viu Nabor com uma cara de: "agora você se fodeu".
—Agora sim o capeta vai te levar, filho da puta! —gritou Nabor, se dirigindo ao Felipe.
—Não...! Não toca nele! Ele não tem culpa — exclamou Maria Luísa, ainda de quatro.
O jovem ficou mudo.
Nabor fingiu que não ouvia e começou a bater nele. Felipe se encolheu num canto. O brutamontes chutou ele várias vezes. A fantasia realizada tava se transformando num pesadelo terrível pro jovem ferrado.
—Chega, chega, já larga isso e olha pra cá!
Ouviu Nabor gritar atrás dela.
Ao se virar, o bruto pôde ver a esposa do patrão bem empinada na cama, abrindo as próprias bandas do rabo, enquanto virava pra olhar ele.
—Em vez de gastar sua energia assim, melhor usar ela em mim. Ou o quê...?! Vai me dizer que nunca me desejou todo esse tempo que me conhece? —disse Maria Luísa, enquanto, completamente oferecida, olhava pra ele pronta pra se entregar.
—Ê...?! — murmurou Nabor.
—Vem... senta em mim —ofereceu a Dama.
E quem poderia ficar indiferente diante daquele cenário e de tal proposta?
Minutos depois, enquanto o moleque se recuperava das porradas que levou, ainda no chão, Nabor, já só de cueca, chupava a buceta da patroa empinada.
—Mmmm... desde quando eu queria chupar a buceta dela —dizia o homem bruto, ao mesmo tempo que se agarrava na raba da Senhora que ele cuidava.
As lambidas brutas, mas vigorosas, junto com o apertão forte que ela levava nos braços do homem musculoso, avivaram a fogosidade da mulher, deixando o sangue quente dela fervendo no talo.
—Ai, caralho!, nunca imaginei que você fosse tão bom nisso — gritou a gostosa.
Felipe, sentado no chão, pôde testemunhar como o guarda-costas da Senhora tirou a cueca e expôs um pau de grossura notável e não menos comprimento.
María Luísa, que continuava empinada, feito cabra olhando pro precipício, viu ele de canto de olho e...
—Caramba...! Não pensei que você calçasse um pé tão grande —disse ela, com um tom meio divertido.
—Engole tudo! —exclamou o grosso sem-educação, enquanto enfiava de uma vez.
A Senhora assim fez, engoliu com a buceta.
Ela deu um grito que encheu o quarto. Aquele brutamontes não se contentou e, com as duas mãos, fez ela engolir ele até o talo.
—Come tudo! —ordenou Nabor.
Praticamente perfurou a Senhora como se fosse uma furadeira, entrando e saindo brusca e vertiginosamente.
Felipe testemunhou como o “pescoço venoso” do temido Nabor se abria caminho entre aqueles lábios de buceta, que ele mesmo tinha desejado minutos antes.
—Isso...! Quero tudo, Nabor, quero tudo! Continua metendo, não para! —gritava a dona da fazenda, enquanto era penetrada pelo empregado.
Assim que ele tocava o fundo, a Senhora soltava gritos de prazer, ou de dor. Felipe não conseguia distinguir.
Nabor subiu na cama e, como se estivesse montando uma gostosa, deixou cair todo o peso sobre a patroa, continuando a furá-la com gosto. Um gosto que, talvez, o próprio Felipe não teria conseguido dar. As constituições físicas e as forças eram bem diferentes.
O bruto só deixou ela descansar quando trocou de posição. Maria Luísa ficou montada em cima dele.
De onde estava, Felipe pôde testemunhar o sobe e desce daquelas bundas gostosas que quase receberam o esperma dele. Foi naquele momento, vendo a rola entrar e sair escorregadia da boceta da Maria Luísa, que o jovem se deu conta.
Bom, e que porra eu tô fazendo aqui?", refletiu todo dolorido.
Felipe com dificuldade se levantou e, depois de pegar suas roupas, foi embora.
Lá fora do rancho, Dionísio, seu amigo fiel, o esperava. Quando as roupas da sua parceira caíram, ele se ligou e se levantou do chão pra recolocar a escada. Felipe desceu vestido só de cueca.
—¡E aí?! E aí, como foi? —perguntou Dionísio, todo curioso.
O outro, sem dizer uma palavra, foi para um canto, e entre a parede e uma árvore começou a bater uma bronha aliviadora, embora ainda soltando gemidos de dor.
Enquanto o amigo dele olhava confuso, sem conseguir entender aquela atitude, o pobre Felipe fazia o que precisava pra aliviar seu sofrimento. Não só tinha ficado dolorido depois de levar porrada, mas também tava com as bolas doendo, já que não deixaram ele cuspir aquela porra toda que tava acumulada. O coitado do moleque tinha sido esquentado até o talo, mas ficou sem gozar.

—Se ela monta potro desse jeito, monta na pica também... puta que pariu, eu comia a patroa na hora —dizia Libório pra outro peão chamado Dionísio, zoando entre gargalhadas, sem respeito nenhum enquanto via a mulher de Dom Justo, o dono do rancho, cavalgando toda poderosa e imponente, fazendo aquela bunda enorme quicar e aqueles peitos deliciosos de mulher leiteira pularem.

Não seria o primeiro nem o último a falar uma merda dessas, mas com certeza foi o mais sem noção, soltando essa sem se ligar em quem podia estar ouvindo. Do nada, o moleque sentiu uma mão pesada no ombro e o saco encolheu na hora. E olha que ele sabia muito bem que aquela Dona tinha proteção.
—E aí, o que aconteceu? — perguntou Felipe a Dionísio (testemunha do incidente).
—Pois é, aquele tal de Nabor deu um cacete no cara do Libório, por ficar de boca grande, e nos expulsaram do rancho — completou a fofoca, Dionísio.
—Então a velha é bem gostosa, hein?
—Sim, ela se chama Maria Luísa, é uma mulherão! Tem uns vinte e poucos anos. É cheinha de carne, tem uma bundona e uns peitões... uuufff! puta merda, ela é muito gostosa.
—Aaah... não fica se coçando não, seu Dioni. Mas o Dom Justo já tá com seus anos, e a mulher dele? Dona Dolores, cadê ela? — respondia o outro.
—Mandou ela pastar e casou com essa daí. Nada a ver o Dom, né? É mais novinha e gostosa. De verdade, uma delícia, cara. Te juro. Essa Dona é muito bem-feita. E o Dom Justo trata ela como rainha.
—Então? Por que ela tá dando chifre nele?
—Pô... não sei. Uns dizem que essa gostosa ele tirou de um puteiro, e que por isso a vontade volta. Outros dizem que ele trouxe ela de São Nicolau dos Paus, e que por lá as mulheres são bem fogosas pra fazer o catre chiar, mas o que eu acho é que o Don cuida dela de tudo, menos daí.
Ambos riram.
—Não fode, porra Dioni. Mas cê tá dizendo que cuidam da buceta dela, né?
—Sim, Dom Justo colocou um vigia nela, pra ninguém desrespeitar. O filho da puta chama Nabor. Um gringão de olho azul, bem bombado e com uns um e noventa de altura! Porra! Ele te quebra todo. Mas a puta não tá nem aí, hein. Dá pra ver que ela tem sangue quente e precisa de pica como quem precisa respirar. Ela dá um jeito de escapar desse tal Nabor e comer quem ela quiser. Dizem que... — e Dionísio contou os boatos que ele mesmo tinha ouvido no rancho.


Apesar do entusiasmo com que Dionísio contava aquelas histórias, Felipe ficou cético.
—Já para com isso, Dioni, que não acredito em nada! Mulherão desse jeito, só no Livro Vaquero.
Felipe estava visitando a cidade, já que eram as férias da faculdade, então ele ajudava na loja e armarinho dos pais.
Não podia acreditar que uma mulher com essas qualidades existia por aí.
Ah, que Dionísio, tem uma imaginação danada", pensava Felipe, já sozinho no quarto, enquanto se despia pra ir dormir.
No entanto, mais tarde, já deitado na cama, vestido só de cueca, Felipe não se segurou e começou a acariciar o pau lembrando das histórias que o amigo contou. A Dona que ele descrevia devia ser uma gostosa do caralho. E se ela era tão safada assim... puta merda!
Dias depois, enquanto Felipe varria o local, Dionísio apareceu de repente na frente dele.
—"Aí" anda! —gritou Dionísio.
—Quem? —Felipe perguntou.
—A tal da Maria Luísa. Veio fazer compras na cidade. Vem!
Felipe se deixou levar pela curiosidade e seguiu o amigo.
A jovem patroa era uma gostosa de verdade. As curvas generosas do seu corpanzil se destacavam apertadas dentro da calça jeans e da blusa justa que ela vestia. Mas Nabor também se fazia notar. O guarda bruto não deixava os homens ficarem olhando pra patroa dele por muito tempo.
Levando a sério o trabalho, vigiava a esposa do patrão como cachorro guarda o osso. Tava bem ligado na putaria escancarada que a mulher que acompanhava exalava e, mais ainda, sabia bem que a Senhora se deixava levar pelas vontades de mulher.
—Que porra vocês veem nela?! —gritou Nabor, quando um grupo de rapazes deixou claro o interesse na mulher—. Porra de moleques! —finalizou.
Enquanto Dionísio se encolheu de medo com os gritos do tal Nabor, o pau de Felipe já tinha endurecido só de ver o jeito sensual que a dona rebolava. Ela mexia a bunda de um jeito que dava vontade de soltar toda a porra guardada nos ovos dele.
«Puta merda, ela é mó gostosa», pensou consigo mesmo, e sem perceber o que fazia, levou a mão até o próprio pau pra apertar ele, se aliviando.
De repente, Dionísio o tirou do devaneio sacudindo ele pelo ombro.
—Cara, ela vem pra cá! Para de olhar pra ela, senão o tal do Nabor vai foder a gente!
—Não fica na deprê. Essa dona aí eu atendo do jeito que ela merece.
—Bom, te vejo depois — disse Dionísio e se mandou.
Segundos depois, enquanto Maria Luísa olhava uns lenços, Felipe ficou encarando ela, passando os olhos de baixo pra cima com muito tesão. Isso não passou despercebido por Nabor e...
—Que que cê tá olhando, seu moleque de merda! —disse o homem bruto, puxando ele pela camisa.
E com força, jogou ele de costas contra uma prateleira. O outro ficou calado diante da afronta, porque viu que o cara tava com uma pistola no cinto, mas não deixou de encará-lo com raiva.
—Ei, tem maior não?! —exclamou Maria Luísa.
Ele se ajeitou na roupa e foi até ela. Nabor não tirou os olhos dele, com uma cara de: "só falta desrespeitar ela pra eu te quebrar no meio".
—Olha, aqui a gente tem outros lenços maiores e de várias cores — dizia Felipe, todo sorridente pra moça, enquanto tirava essas peças de uma gaveta.
Para a jovem senhora não passou despercebida a influência que suas carnes sensuais provocavam naquele rapaz mais novo que ela, e, ao mesmo tempo, ele lhe pareceu simpático.
—Ei, você não é daqui, né?
—Sim, só que estudo na capital. Tô de visita agora, por causa das férias.
A mulher sorriu pra ele.
—Ahã. Ei, me mostra essa calcinha aí embaixo.
—Claro, em qual tamanho — respondeu aquele.
—Bom... hmm, pra um jovem como você — respondeu ela com um tom provocante.
Felipe mostrou alguns que colocou em cima do balcão, na frente dela.
María Luisa pegou alguns e esticou eles, testando a elasticidade. Depois, enfiou uma das mãos lá dentro e, com o dedo do meio, simulou um pintinho ereto que empurrava a peça por dentro.
Com um sorriso malicioso, ela disse:
—Como você vê, assim ficaria em você?
—Não posso... acho que encheria com mais.
Aproveitando que Nabor tava longe o bastante pra não perceber a conversa fiada deles, os dois se sorriram numa cumplicidade da porra.
Porém, quando o outro começou a se aproximar, a Senhora não perdeu mais tempo.
—Você me agrada, rapaz. Olha, te espero no Rancho Alegre, sabe onde fica?
—Claro.
—Deixo uma escada pra você por dentro, do lado do rio. Se conseguir pular o muro, o resto já é moleza —e aproveitando os últimos instantes de privacidade, disse—. Depois das onze da noite; o Nabor já tá deitado nessa hora... não me decepciona.
Depois se fez de sonsa.
—Beleza, então embrulha todos aí que vou levar.
Felipe fechou mais cedo naquele dia, porque tava morrendo de vontade de realizar seus desejos mais naturais: Macetar uma dona que por si só já tinha chamado ele pra trepar.
Dionísio, preocupado, aconselhou ele:
—Não brinca com fogo, Felipe. Esse Nabor é bem cachorro. Além disso, se ele te descobre e o Dom Justo fica sabendo... nem fala... o filho da puta é dono da cidade. Pode mandar te matar sem correr risco nenhum.
Felipe não se deixou intimidar, no entanto, ouviu os boatos que Dionísio comentou com ele.
—Dizem que o Nabor já matou pelo menos três. Que um ele comeu bem no meio do ato.

—Descobriu eles na cama de um quarto, e ali mesmo encheu o cara de bala. Não deixa acontecer o mesmo contigo.
—Pode ser o que for, mas pra montar uma potranca dessa... bem que vale o risco —respondeu Felipe.
Apesar de tudo, como amigos são amigos, o Dioni não vacilou com ele e ajudou a carregar uma escada pra poder pular o muro do rancho. O parceiro medroso ficou do lado de fora, enquanto o outro se jogava na aventura.
Já dentro do rancho, Felipe, com todo cuidado, se aproximou da casa principal. De todos os cômodos, tinha um com a luz acesa, e ali uma janela estava aberta. Ele puxou a cortina e a viu.



—Hmm... que gostosa você tem —disse aquele, depois de ter provado os fluidos dela.
—Sim, mas não desperdice. Desce pro aguaceiro —respondeu com sacanagem, a mulher de quem aquilo emanava. E abaixou pra ele beber direto da fonte.

Agarrado nas nádegas da mulher, o moleque enfiava a língua na rachadura tão fundo quanto seu apêndice permitia, apesar das cócegas que o pelo grosso da mulher lhe causava.

A mulher que eu estava prestes a penetrar parou a cópula e, depois de vestir um roupão, saiu. É que tinha ouvido o choro de um bebê.
Demorou um tempinho que pra ele pareceu uma eternidade, mas, quando voltou:
—Desculpa, era meu filho. Mas não se preocupa mais, dei comida pra ele e ele já dormiu.
Naquele momento, mais de um pensamento invadiu, em cadeia, a mente do jovem:
«Tem bebê /...ainda amamenta /...tem gozo».
E a atenção dele se fixou naquele par de peitos que prometiam um prazer leitoso.
Um momento depois, o jovem, já totalmente pelado, se atracava chupando os peitos da dona, sem nenhum impedimento dela, claro. Felipe mamou a porra que aquele filho de Maria Luísa tinha deixado, um cara que ele não tinha o prazer de conhecer, mas agradecia pela existência.
—Bendito seja teu menino —disse Felipe entre goles.
María Luisa sorriu para ele, olhando para baixo, e acariciando ele como se fosse seu próprio menininho.
Depois de se satisfazer, mas ainda brincando com os peitos da mulher que lhe dava aconchego no colo, Felipe perguntou:
—E é filho legítimo do Dom Justo? —perguntou com uma certa perversidade.
—E pra você, o que é que te importa? —respondeu Maria Luísa.
—Bom, só tô perguntando.
—Bom, digamos que outro homem fez o favor pra ela —respondeu ela, bem safada.
—Ou foi você que fez isso com ela.
E a mulher deu um tapinha brincalhão nele, embora com um tom sério tenha dito:
—Nada disso, eu só queria engravidar, mas ele não conseguiu, então...
—Então você fez o favor de conseguir pra ela.
Ambos riram.
—Bom, você já se satisfez, e eu? Ora, vira pra cá pra gente chupar as nossas coisas.
Cada um colocou a buceta na cara do outro. Felipe chupou a pepita suculenta, enquanto Maria Luísa engolia o pau.
Que gostosa que ela tá!", pensava Felipe, enquanto se deliciava, não só com a buceta molhada dela, mas também apalpando as bundas dela.
Ele lambia ela como se fosse uma fruta fresca e ela devorava a rola dele com maestria habilidosa.
Minutos depois, a gostosa que mandava na foda indicou pro novinho:
—Vem cá, coloca aqui tua pica, no canalzinho —dizia Maria Luísa, enquanto apertava o sulco entre os peitos, espremendo-os um contra o outro.
Felipe obedeceu e assim a dama deu mais prazer a ele com os peitos dela.
—Uai, já tá começando a escorrer. Não vai gozar ainda não — Maria Luísa falou pra ele.
Felipe fez um grande esforço para segurar a gozada.
Nem sequer tinha penetrado ela e já se sentia no paraíso. Se aquela fazenda se chamava Rancho Alegre, o nome não estava errado, não.
Quando a mulher ficou de quatro e se empinou de um jeito extremamente safado, chamando os espermas pra se prepararem, ele se preparou pra meter nela, mas...
—Ainda não enfia... dá uns tapões na minha bunda —ela exigiu.
Uma mulher assim não se podia negar nada, porque ela quase o levou ao clímax sem precisar de contato direto com a buceta dela. Felipe obedeceu.
—Sim —disse ele, e botou a mão na massa.
O pedaço de carne tubular começou a bater nas firmes nádegas femininas.
—Mais forte...! Isso! —ela gritava, deixando claro que aquilo realmente a excitava.
—Ufa! —exclamou ele, fazendo o melhor esforço pra que o pedaço de carne dura fosse forte o bastante pra dar uns tapas naqueles glóbulos enormes de carne.
Cada golpe arrancava gritos da dona daquele rancho. Os gemidos de tesão ecoavam pra além das paredes daquele quarto, mas nem ligaram pra isso.
—Tô te castigando por ser uma esposa ruim. Uma mulher infiel.
—Isso! Isso! Issooo...! Me castiga com os açoites da tua vara! —Maria Luísa disse, entrando na brincadeira.
Aquilo era tão excitante pros dois que Felipe sentiu que tava quase gozando.
—Não aguento mais, tenho que meter logo, senão vou gozar sem provar sua buceta com meu pau. 'Agora vai. Lá vou eu, égua. Que me castrem se não te fodo como Deus manda! —disse Felipe, bem confiante no que viria.
Aqueles dois pedaços de carne gostosa eram a porta do prazer perfeito, porque no meio deles tinha um asterisco moreno, que já se imaginava abrindo, depois que se fartasse com a racha que tinha embaixo.
A ponta da glande dele estava toda babada com o líquido pré-seminal, e assim fez contato com aquela abertura vertical. Já estava prestes a entrar nela quando...
A porta do quarto se escancarou de repente e as palavras anteriores se tornaram terrivelmente reais: "tava prestes a ser castrado"; pelo menos era o que parecia, porque viu Nabor com uma cara de: "agora você se fodeu".
—Agora sim o capeta vai te levar, filho da puta! —gritou Nabor, se dirigindo ao Felipe.
—Não...! Não toca nele! Ele não tem culpa — exclamou Maria Luísa, ainda de quatro.
O jovem ficou mudo.
Nabor fingiu que não ouvia e começou a bater nele. Felipe se encolheu num canto. O brutamontes chutou ele várias vezes. A fantasia realizada tava se transformando num pesadelo terrível pro jovem ferrado.
—Chega, chega, já larga isso e olha pra cá!
Ouviu Nabor gritar atrás dela.
Ao se virar, o bruto pôde ver a esposa do patrão bem empinada na cama, abrindo as próprias bandas do rabo, enquanto virava pra olhar ele.
—Em vez de gastar sua energia assim, melhor usar ela em mim. Ou o quê...?! Vai me dizer que nunca me desejou todo esse tempo que me conhece? —disse Maria Luísa, enquanto, completamente oferecida, olhava pra ele pronta pra se entregar.
—Ê...?! — murmurou Nabor.
—Vem... senta em mim —ofereceu a Dama.
E quem poderia ficar indiferente diante daquele cenário e de tal proposta?
Minutos depois, enquanto o moleque se recuperava das porradas que levou, ainda no chão, Nabor, já só de cueca, chupava a buceta da patroa empinada.
—Mmmm... desde quando eu queria chupar a buceta dela —dizia o homem bruto, ao mesmo tempo que se agarrava na raba da Senhora que ele cuidava.
As lambidas brutas, mas vigorosas, junto com o apertão forte que ela levava nos braços do homem musculoso, avivaram a fogosidade da mulher, deixando o sangue quente dela fervendo no talo.
—Ai, caralho!, nunca imaginei que você fosse tão bom nisso — gritou a gostosa.
Felipe, sentado no chão, pôde testemunhar como o guarda-costas da Senhora tirou a cueca e expôs um pau de grossura notável e não menos comprimento.
María Luísa, que continuava empinada, feito cabra olhando pro precipício, viu ele de canto de olho e...
—Caramba...! Não pensei que você calçasse um pé tão grande —disse ela, com um tom meio divertido.
—Engole tudo! —exclamou o grosso sem-educação, enquanto enfiava de uma vez.
A Senhora assim fez, engoliu com a buceta.
Ela deu um grito que encheu o quarto. Aquele brutamontes não se contentou e, com as duas mãos, fez ela engolir ele até o talo.
—Come tudo! —ordenou Nabor.
Praticamente perfurou a Senhora como se fosse uma furadeira, entrando e saindo brusca e vertiginosamente.
Felipe testemunhou como o “pescoço venoso” do temido Nabor se abria caminho entre aqueles lábios de buceta, que ele mesmo tinha desejado minutos antes.
—Isso...! Quero tudo, Nabor, quero tudo! Continua metendo, não para! —gritava a dona da fazenda, enquanto era penetrada pelo empregado.
Assim que ele tocava o fundo, a Senhora soltava gritos de prazer, ou de dor. Felipe não conseguia distinguir.
Nabor subiu na cama e, como se estivesse montando uma gostosa, deixou cair todo o peso sobre a patroa, continuando a furá-la com gosto. Um gosto que, talvez, o próprio Felipe não teria conseguido dar. As constituições físicas e as forças eram bem diferentes.
O bruto só deixou ela descansar quando trocou de posição. Maria Luísa ficou montada em cima dele.
De onde estava, Felipe pôde testemunhar o sobe e desce daquelas bundas gostosas que quase receberam o esperma dele. Foi naquele momento, vendo a rola entrar e sair escorregadia da boceta da Maria Luísa, que o jovem se deu conta.
Bom, e que porra eu tô fazendo aqui?", refletiu todo dolorido.
Felipe com dificuldade se levantou e, depois de pegar suas roupas, foi embora.
Lá fora do rancho, Dionísio, seu amigo fiel, o esperava. Quando as roupas da sua parceira caíram, ele se ligou e se levantou do chão pra recolocar a escada. Felipe desceu vestido só de cueca.
—¡E aí?! E aí, como foi? —perguntou Dionísio, todo curioso.
O outro, sem dizer uma palavra, foi para um canto, e entre a parede e uma árvore começou a bater uma bronha aliviadora, embora ainda soltando gemidos de dor.
Enquanto o amigo dele olhava confuso, sem conseguir entender aquela atitude, o pobre Felipe fazia o que precisava pra aliviar seu sofrimento. Não só tinha ficado dolorido depois de levar porrada, mas também tava com as bolas doendo, já que não deixaram ele cuspir aquela porra toda que tava acumulada. O coitado do moleque tinha sido esquentado até o talo, mas ficou sem gozar.
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