Finalmente comi minha ex

Quando eu tava no ensino médio, tive uma das minhas primeiras namoradas, Aracely, uma mina de pele bem branca, olhos verdes, cabelo castanho claro, bundinha redonda e pequena, peitos tamanho B, muito gostosa a menina. No total, a gente ficou vários meses, mas nunca passou de carícias por cima da roupa. Ela me masturbava, mas sem gozar, e o máximo que deixou foi eu lamber os bicos dos peitos dela. Terminamos porque ela mudou de escola, e mesmo morando no mesmo bairro, não quis continuar. O negócio é que os anos passaram e a gente continuou em contato. Durante o ensino médio, ela se desenvolveu muito. Continuou bem magra e com a bunda do mesmo jeito, mas os peitos, rapaz, cresceram pra caralho. A verdade é que eles se destacavam demais no corpo esbelto dela, e até achavam que era silicone, mas não era. A gente não voltou a namorar. Ela começou a andar com um cara no colégio e continuou com ele durante a faculdade. Um cara bem feio e prepotente, que controlava ela demais. Mas, sendo amigo de infância, ele tolerava que ela conversasse comigo, mas a gente parou de se ver. Terminamos a faculdade e ela engravidou. Ficava muito gostosa com a barriga de grávida e os peitões enormes. Depois, engravidou de novo, mesma coisa. Com dois filhos pequenos e o parceiro limitando ela, perdemos um pouco o contato. Um dia, no Ano Novo, recebo umas mensagens no WhatsApp dela. Pensei que fossem felicitações, mas era umas mensagens quentes. Dizia: "Vem me comer, tô muito tesuda, quero teu pau e teu gozo dentro de mim." Óbvio que isso me deixou excitado, e eu queria sair naquela hora pra dar o gozo que ela pedia. Mas aí chegou outra mensagem: "Já faz tempo que você não me come, parece que agora que tô gorda que nem uma vaca e com peitão você não me quer mais, mas eu não reclamo do seu pau fininho." E veio junto uma foto.Finalmente comi minha exFazia anos que eu não via os peitos dela, e muito menos crescidos pela idade e pelas gravidezes. Óbvio que eu já tava com o pau duro igual uma pedra só de pensar em comer ela. Uns minutos depois, ela apagou as mensagens e me escreveu: "Desculpa, errei o contato. Feliz ano novo." Deixei pra lá, mas não conseguia tirar os peitos dela da cabeça, e ainda por cima saber que ninguém tava mais comendo ela e que ela tinha necessidades que deixavam ela com tesão. Era minha amiga, não podia deixar ela assim, mas no tempo certo. Respondi só no dia 1º de janeiro à tarde, sem comentar nada sobre as mensagens nem a foto, que aliás eu já tinha guardado de lembrança haha. Só respondi desejando um ótimo ano, feliz e cheio de amor. Ela não respondeu nada até o dia 4 de janeiro. Me escreveu agradecendo os bons desejos, mas disse que duvidava que fosse um ano cheio de amor ou sequer bom. Óbvio que já tava me dando abertura pra conversa. Perguntei por quê, e em minutos ela já tinha confessado todos os problemas que tinha com o parceiro: que não transavam mais, que ele nem dormia em casa todo dia, que os filhos tiravam ele do sério e ele preferia não ficar em casa, e que ela suspeitava que ele já tava com outra. Ele trazia menos dinheiro pra casa, e ela até tinha que pedir emprestado pros pais pra pagar o aluguel. Como o Dia de Reis tava chegando (dia em que no México se dá brinquedos pras crianças debaixo da árvore de Natal), aproveitei pra perguntar se já tinham comprado os presentes dos filhos. Ela disse que só tinha os que os pais dela tinham levado, mas como as crianças eram muito pequenas, se não ganhassem mais coisas, nem iam perceber. Aproveitando isso, falei que não dava, que mesmo que não lembrassem, a gente tinha que dar o máximo possível. Me ofereci pra levar alguns brinquedos. Ela enrolando, mas no fim aceitou. Saindo do trabalho, fui no supermercado comprar umas coisas pras crianças e fui pra casa dela. Quando tava do lado de fora, ela me mandou mensagem e disse pra eu ir pra Virei e esperei ela lá, falei em que carro eu tava e minutos depois ela bateu no vidro, me cumprimentou e entrou no carro, fechou a porta e pediu pra eu fechar os vidros pra ninguém ver ela, me deu um beijo bem perto da boca e me abraçou forte, quase começou a chorar, me agradeceu e ficava dizendo que se arrependia de estar com o parceiro dela, que sentia falta de me ter na vida dela com frequência, etc. Ela me disse pra irmos pra outro lugar pra ninguém ver ela, liguei o carro e dirigi, parei num parque, falei que ia mostrar os brinquedos das crianças pra ela e ela topou, mas pediu pra irmos pros bancos do parque, que tem pouca iluminação e não é muito movimentado. Já lá, ela viu os brinquedos, começou a chorar e me agradecia enquanto continuava chorando e se lamentando, eu consolei ela, ela se acalmou e disse que já tinha que voltar pra casa, aceitei levar ela. Com as duas mãos, ela segurou minha cabeça e me beijou, timidamente por uns segundos, de repente senti a língua dela e começamos a nos beijar intensamente, sentia os peitos dela colados na minha barriga e isso me deixou com tesão, ficamos assim uns minutos. Quando o beijo acabou, falei que gostei de como ela tinha me agradecido e ela diz: "ainda não te agradeci, o beijo foi porque tava com vontade". Ela se ajoelhou e, olhando pra cima, disse: "agora sim vou te agradecer por cuidar dos meus pequeninos". Já duro como pedra, puxei rapidamente meu pau pra fora da calça, ela abriu mais os olhos e disse: "agora eu vou cuidar do seu grandão" e começou a chupar ele com desespero. Passaram-se poucos minutos onde ela nunca parou de me olhar enquanto chupava, com a pouca luz que tinha, ela parecia mais puta do que eu jamais imaginaria ver ela. Falei que tava quase gozando e, sem dizer nada nem parar, ela acelerou o ritmo, gozei abundantemente na boca dela. Ela se afastou do meu pau ainda duro, mostrou meu gozo na boca dela e engoliu. Eu ainda tava muito excitado e falei: "agora deixa eu te agradecer". Pedi pra ela virar e abaixar o short, mas ela não quis, disse que já era tarde e a mãe dela... desconfiaria, insisti um pouco mais e ela disse: "então, mete uma vez e outro dia a gente transa direito". Ela se virou, se abaixou, apoiou as mãos nos joelhos, eu baixei o short dela, ela tava com uma linda calcinha fio dental branca. Eu puxei pra o lado e coloquei meu pau, ainda duro, fui enfiando bem devagar. Ela virou e disse: "anda logo, mete tudo de uma vez". Falei que queria aproveitar porque não sabia se ia rolar de novo. Ela empurrou o corpo pra trás e terminou com meu pau completamente dentro dela, soltou um gemido. Eu segurei firme na cintura dela e empurrei mais, ela gemeu de novo. Eu me movi pra trás e, instintivamente, ela rebolou a bunda acompanhando meu pau. Falei: "ué, não era só uma metida?" Ela respondeu: "amigo, que pau gostoso você tem, não quero tirar, mas já tenho que ir". Eu segurei a cintura dela e, com força, dei mais algumas estocadas, ela gemeu e as pernas dela bambearam. Ofegante, ela disse: "tive um orgasmo muito gostoso, não quero mais esperar pra transar gostoso com você. Nos vemos depois de amanhã, pra você me comer tudo o que quiser". Tirei meu pau, ainda com líquido seminal do boquete e das poucas estocadas que dei. A gente se arrumou rápido, ela pegou as sacolas com brinquedos e eu levei ela pra casa. Já na esquina da rua, estacionei, ela me beijou e acariciou meu pau, que reagiu com uma ereção rápida. Ela tirou ele da calça, eu falei: "e se alguém te ver?" Ela respondeu: "foda-se, vou dar um beijo de despedida". Beijou, lambeu e chupou um pouco. Se afastou e, ainda com meu pau pra fora da calça, pegou as sacolas e saiu do carro. Se despediu de longe com um beijo no ar e disse: "te ligo depois de amanhã". Espero que tenham gostado da história e, se quiserem saber a segunda parte, escrevam nos comentários.

8 comentários - Finalmente comi minha ex

Taro-s
Muy buena, solo queda esperar la segunda parte