Mi padrastro y mi esposa 8

Me impressionava a velocidade com que as coisas aconteciam, de repente eu tinha visto minha mulher fazendo com o Pedro e agora, quase na mesma hora depois de ter visto, de novo surgia a possibilidade dele aproveitar ela de novo. Senti que estava entrando numa zona da qual não ia conseguir sair, que tudo ia escapar das minhas mãos. Na real, tudo já tinha ido pro caralho há um tempo e eu tinha sido um dos principais colaboradores e causadores dessa situação, conhecendo o Pedro e tendo compartilhado o que compartilhamos, eu devia ter tomado outra atitude desde o momento em que ele tentava ficar a sós com a Ruth e se fazia de bonzinho e compreensivo com ela. O tempo todo fui permitindo que ele preparasse o terreno pra isso que estava prestes a acontecer agora. Trancado no meu quarto de adolescente, ouvi a campainha, me pareceu ouvir eles se beijando na sala por um bom tempo, ele falou algo sobre uma roupa que tinha comprado pra ela, e que ela tinha que estar à altura da sogra dela, não entendi do que estavam falando, mas me pareceu que tinham combinado algo entre eles quando ficaram sozinhos depois que eu fui embora, naquela mesma manhã. Depois de um tempo, ouvi uma batida suave na minha porta, esperei alguns segundos, estava tão nervoso, não sabia com o que o Pedro tinha pensado em me surpreender. Olhei pro quarto, minha esposa de quatro na cama, se acariciando a raba, vestindo um body que ficava realmente uma delícia.
— Esse é o body que sua sogra veste quando quer brincar naquele joguinho especial que te contei… você não vai ser menos que sua sogra… — ele disse, ela não falava nada. Ela puxou a alça, deixando a bunda e a buceta de fora, balançou a bunda no ar, tava cada vez mais tesuda. Ela se acariciava a ppk, ele tinha pegado um pote com uma espécie de gel lubrificante.
— Tô com vergonha… — ela disse enquanto continuava se acariciando. Ele jogou uma quantidade generosa daquele óleo por toda a bunda dela, ela gemeu alto, surpresa ao sentir cair. Ele jogou um pouco mais na racha dela. A bunda dela e ela gemeu ainda mais forte, com uma mão ele acariciou a bunda espalhando bem o óleo, o rabão da minha esposa assim oferecida se acariciando a buceta, o brilho do rabão dela, foi tipo uma soma de estímulos e eu senti que gozei me sujando todo, não dava pra parar, mesmo assim continuei duro, não conseguia parar de olhar, era hipnótico, ela balançava a bunda no ar de vez em quando, e ria quase timidamente, diria, Pedro prolongava o momento, não tinha pressa nenhuma, dava pra ver que ele também tava curtindo isso, que era algo novo pra ele também. Ela enfiou dois dedos devagar, cada vez mais excitada, se masturbava e gemia cada vez mais, a espera deixava ela cada vez mais tesuda. Ele apoiou a mão na bunda dela e enfiou o dedão devagar no cuzinho dela, ela gemeu umas duas vezes ainda mais forte,
—Assim… muito bem… devagar… igualzinho sua sogra… —ele disse— que apertadinho você tem… —ele pegou uma espécie de consolo de vidro, dava pra ver que era pra bunda, era fino, passou ele umas duas vezes na rachinha do cu dela.
—Tá frio… —ela disse e ele concordou. Ficou brincando um tempão só passando ele na rachinha dela, encostando a pontinha na bunda dela, ela mexia a bunda no ar, dava pra ver que cada vez ficava mais tesuda com a espera. Ele enfiou a pontinha, que era tipo uma cabecinha, embora menor que um pau normal, e um pouco mais.
—Como você tá sentindo…?
—Tô sentindo muito bem…
Ele foi enfiando de pouquinho em pouquinho, brincando com ele, não tinha pressa nenhuma. Ela tava adorando a brincadeira, eu tinha que parar de olhar de vez em quando, era tudo muito quente, não parecia que aquela pessoa era minha esposa, não conhecia esse lado dela, tava realmente impressionado. Ele foi enfiando de pouquinho em pouquinho até que ele entrou todo
—Ah sim… que gostoso que é… —ele deixou só um pouco enfiado e ela balançou a bunda no ar. Ele tirou ele de uma vez e ela reclamou alto, tipo decepcionada. Ele pegou um plug anal, tinha visto vários e esse era de um tamanho bem grande, brincou com ele na bunda dela e ela sorriu divertida. — Quer enfiar dentro…?
— Siiiii…
— Olha que é tamanho grande…
— Grande… — repetiu ela com gosto. Ele encaixou a ponta, apertava de leve e ela mexia a bunda, rebolava, como querendo sentir a penetração aos poucos, foi metendo devagar, ela começou a se mexer e a se acariciar nos peitos, tava tão gostosa.
— Tô tão puta quanto minha sogra agora…? — rebolava no ar e gemia, tava tão gostosa. — Passou a mão na própria bunda, deu um tapinha leve — ahhh… que puta que eu sou… — virou na cama, puxou os peitos pra fora do body, ele jogou óleo e ela sozinha começou a acariciar e amassar eles. Ele ajoelhou na cama, na frente dela, completamente pelado, passou a mão um pouco no pau dele e voltou pros peitos dela, esfregou um pouco nos lábios dela, deu uns tapinhas leves e começou a penetrar, o plug ainda no cuzão dela, claro.
— Ai, papai… que delícia… — se acariciava os peitos e gemia, o pau dele saía cheio dos sucos dela, dava pra ver o nível de tesão que ela tava. — Vou viciar… vou sentir uma puta falta de você depois… — puxou mais o body pra baixo e com um braço por baixo dos peitos, mostrava eles bem oferecidos, oleados, tava uma delícia, meu tesão tava nas alturas, mesmo depois de ter gozado, sentia que ia chegar lá de novo. Ele saiu dela e mandou ela ficar de quatro na cama, começou a meter assim, era um show de gemidos dela, nunca tinha visto ela tão gostosa assim.
— É tão bom como você me come… — ela parecia estar gozando o tempo todo, o barulho da pélvis dele batendo no cuzão dela tomava o quarto, ele saiu dela e começou a puxar o plug devagar.
— Devagar, por favor… — e um gemido baixinho quando saiu. A bunda dela tava bem aberta, ele brincou um pouco com o dedão, puxou ela pra beira da cama, colocou um pé no chão e o outro em cima da cama, ela gemia sem parar, ele encaixou na porta do cuzinho dela, ela ficou em silêncio, esperando,
— Devagar, papai, por favor… é a primeira vez… - Só colocou a cabecinha e tirou, ela reclamou um pouco quando saiu, ele meteu de novo e entrou um pouco mais, foi assim, devagar, até ter quase tudo lá dentro. Deu um tapinha leve na bunda dela, "relaxa, se solta…", ele disse.
- "Tá se acostumando…?"
- "Sim, é gostoso…" — ele tinha uma ferramenta bem grande e metia quase tudo, começou a comer ela devagar e depois foi aumentando o ritmo, logo já tava comendo num ritmo que eu diria normal. Ela tava encantada, pedindo mais e que ele não parasse. Não parava de gemer e de falar que sim, que adorava, que ele era muito carinhoso. "Que loucura", pensei enquanto ele arrebentava a bunda dela, e ela dizia que ele era muito meigo.
- "Você gosta de foder meu cu, hein…" — ela disse, mais afirmando do que perguntando — "agora sou tão puta quanto minha sogra…"
Tive que desviar o olhar umas duas vezes, até tampar os ouvidos, era tudo tão intenso. Ele perfurava ela sem parar, com certeza ela ia ficar dolorida por um tempo. Pra uma primeira vez, achei demais. Ela tava fascinada com o tratamento, adorava sentir o domínio dele. Ela balançava os braços um pouco, parecia que incomodava um pouco, num momento ele saiu acidentalmente, mas logo ele enfiou de novo. Ela repetiu:
- "É tão bom…" — eu tinha certeza que devia doer, mas a putaria era maior. Num momento ela disse:
- "Enche meu cu, por favor…" — ele acelerou as metidas, tirou, o cu dela ficou totalmente aberto e os jatos de porra que saíam iam entrando naquele buraco bem escancarado, parte também caía na bunda dela. Ela ficou na posição, deixando ele admirar a obra, ria divertida. Entrei no quarto, eles foram pro banheiro, ouvi ele dizer: "leva esse dinheiro pro teu marido". Depois de um tempo ela foi embora, ele me disse que eu podia sair.
Não sabia o que dizer, obviamente algo tinha mudado pra sempre.

1 comentários - Mi padrastro y mi esposa 8

Me parece que si vos no haces lo mismo que tu padrastro la vas a perder como tu mujer, se va a quedar con vos para aparentar pero ella lo prefiere a él. O blanqueas que te gusta ser cornudo y la queres asi o la perdes. Van puntos