Mamãe e eu estávamos meio distanciados por causa do que rolou naquela noite no banheiro. Acho que exagerei um pouco com ela naquela noite, afinal, nossos encontros sempre foram bem superficiais e nada daquilo. Mamãe tinha me evitado a semana inteira e, pra ser sincero, já estava começando a sentir falta dela como minha mãe, com suas brigas, broncas e aquele tom seco que usava pra falar, além dos carinhos leves que, do jeito dela, era como dizia que me amava. Foi assim a semana toda, sem falar comigo, só o básico do necessário, e até fez algumas coisas que em outras situações me renderiam um castigo, mas nada, só um olhar de desgosto e um tom mais seco que o normal:
— Limpa isso.
Talvez eu tenha quebrado algum acordo implícito no nosso contrato mútuo, talvez mamãe tenha sentido muita vergonha e culpa e não quis mais fazer nada, ou talvez fosse como da primeira vez e eu só precisasse esperar um pouco até receber uma mensagem de um número desconhecido com uma foto bem erótica do corpo dela. Pra ser sincero, era isso que eu mais esperava, porque também significaria que ela estaria pronta pra outro encontro, mas os dias passavam e nada. Já tava tendo mais ação com a Sara e adorava, mas com mamãe parecia muito mais erótico e proibido. Além disso, eu sempre curti mais as milf, e se eu gostava mais do corpo da minha mãe, acho que tava certo: os filhos têm uma fixação pela mãe.
Um dia, como qualquer outro, desci pra tomar café. Mamãe estava na cozinha, papai já tinha ido trabalhar, a vó e o vô, que ainda estavam de visita, assim como a Sara, ainda não tinham descido. Então éramos só eu e mamãe. Essa situação não acontecia muito desde que as visitas chegaram, então era meio estranho, mas já tinha me acostumado. Entrei na cozinha, me servi de cereal e sentei pra comer. Mamãe também estava sentada à mesa, no celular, tomando um café. Nem me deu atenção, só continuou tomando os últimos goles.
— Bom dia, mamãe — falei. Ela não me respondeu nem me olhou, só terminou o café, levantou e levou a xícara pra pia como se eu não existisse, e saiu da cozinha. Eu continuei comendo meu cereal e, se for pra ser sincero, me senti culpado por aquela noite, mas caralho, foi uma delícia e não trocaria por nada. Minha mãe voltou pra cozinha, deixou mais alguma coisa na pia, mas dessa vez, ao sair, parou bem atrás de mim por uns segundos. No começo nem percebi, até sentir ela tocando meus ombros. Depois me deu um beijo na cabeça e me abraçou por uns dois segundos, e foi embora sem dizer nada. Fiquei paralisado por um momento, mas depois senti uma alegria imensa, quase como quando você faz merda e sua mãe finalmente tira seu castigo. Foi um momento muito fofo sentir aquele abraço e um beijo tão carinhoso. Eu tinha recuperado minha mãe, mas... também recuperei minha "sócia". Pensar nisso tudo me tirou a fome, então deixei pra lá por enquanto. Já tinha minha mãe de volta, e isso já bastava por agora.
No almoço, minha mãe sentou do meu lado e, ao se acomodar, segurou minha perna pra se equilibrar e ajustar a cadeira. Mesmo assim, foi uma sensação gostosa. Mas durante toda a refeição, ela ficou me tocando com o pé descalço na minha perna, e puta merda, eu adoro os pés descalços dela e como eles se sentem. Mas o melhor de tudo é que eu também já tinha recuperado minha "sócia", então retribuí o gesto e comecei a tocar o joelho dela por cima da calça. Ela não disse nem fez nada, só continuou comendo. Antes de terminar, minha mãe recebeu uma ligação, parecia ser do meu pai, e ela se levantou e foi pra sala conversar com ele. Sara, os avós e eu ficamos terminando, e de repente senti outro pé me tocando debaixo da mesa. Dessa vez era a Sara, que não me olhava, mas sorria entre as garfadas. Parece que ela percebeu o que eu e minha mãe estávamos fazendo, então também respondi ao gesto dela e toquei suas pernas fininhas e macias com meus pés. Uns gritos, mais de discussão, vieram da sala. Minha mãe e meu pai estavam discordando de algo. Minha mãe desligou. telefone de repente e ficou puta na sala, depois de se acalmar voltou pra mesa e continuou comendo, dessa vez sem ficar de gracinha.
Já de noite, papai ainda não tinha chegado, pelo visto era isso que tinha deixado mamãe brava, já era tarde e todo mundo foi dormir, eu não dormi, fiquei jogando um tempão porque no dia seguinte não tinha aula, então aproveitei a noite pra jogar. Lá pela 1h da manhã levantei pra ir no banheiro e depois de voltar, claro, sem esquecer daquela noite com mamãe, já ia pro meu quarto e passei pelo quarto dela, não consegui evitar de dar uma espiada e lá estava mamãe dormindo coberta, não dava pra ver o corpo dela, mas notei que papai ainda não estava na cama, então deduzi que ele não ia dormir em casa, então fui pro meu quarto, mas enquanto jogava não parava de pensar em ir pra cama com mamãe, deitar do lado dela e sentir ela, talvez ela me confundisse com papai e deixasse eu tocar nela. Pensei nisso por um bom tempo e então decidi ir. Já dentro do quarto, fechei a porta com cuidado pra não acordar mamãe, mas ela parecia estar bem dormindo, nem percebeu nada, então fui até a cama e vi que ela estava com os pés pra fora do cobertor, não consegui evitar, fiquei com muita vontade e comecei a acariciar e tocar neles com cuidado pra não fazer cócegas nela, macios como sempre. De novo, tenho que deixar claro que não sou um cara de pés, mas os pés da mamãe eram muito lindos e junto com o fato de que ela tinha umas pernas incríveis, acabei criando uma espécie de fetiche pelos pés e pernas dela e basicamente por tudo nela. Então tirei toda a roupa porque achei muito erótico, juntei os pés dela e enfiei meu pau entre os arcos e comecei a me masturbar com os pés dela e descobri as pernas dela, mamãe ainda estava dormindo e eu queria manter ela assim o máximo de tempo possível porque era ainda mais proibido. Depois de me divertir um pouco com os pés dela, comecei a acariciar as pernas dela, mamãe sentindo todo o movimento virou de lado e deitou de lado, o que me deixou com Espaço pra sua bunda incrível e macia, me enfiei debaixo da coberta e me acomodei atrás dela de conchinha. No começo, mamãe não me notou, mas quando eu encostei nela e ela sentiu minha ereção, meio dormindo, falou:
— Dã, agora não tô a fim, vai dormir e me deixa em paz.
Ela achava que era o papai. Parei por um instante e depois continuei, me encostei ainda mais nela e peguei na cintura dela pra apertar a bunda dela contra mim. Mamãe, meio irritada, se virou e me encarou.
— Alex? Que porra você pensa que tá fazendo? Cadê seu pai? Que horas são? Que merda você tá fazendo aqui?
Falou mamãe, meio surpresa.
— Calma, mamãe, papai não tá, já olhei a casa toda, ele não chegou, e eu tava morrendo de vontade de sentir você. Já faz muitos dias que não consigo aliviar meu estresse e te vi tão gostosa dormindo, e aí eu preciso de você... por favor, mamãe.
Quase implorei pra ela deixar eu tocar nela. Como sempre, ela não falou nada, só virou de novo e se preparou pra dormir. Isso já era o suficiente pra mim, então continuei com a bunda dela e, de vez em quando, quando eu pegava no quadril dela pra empurrar melhor, ela me dava um tapa pra eu deixar ela dormir, mas não se afastava nem se mexia. Só que a calcinha dela atrapalhava, então tentei puxar pra baixo. Já tava no meio da bunda quando ela me deu outro tapa e puxou de volta.
— Alex, não faz isso, não é certo.
Ela falou, acho que pensou que eu queria meter.
— Não, mamãe, só quero colocar entre suas nádegas, juro que não vou meter.
Falei no ouvido dela. Como sempre, ela não disse nada, então tentei de novo, e dessa vez ela deixou eu puxar quase tudo, até levantou um pouco pra eu baixar quase por completo. Me encostei nela de novo, dessa vez o contato direto com a pele era muito melhor, porque era mais macio, mas arranhava muito no meu pau, então passei um pouco de saliva na cabeça e coloquei de novo entre as nádegas dela. Dessa vez, deslizou entre elas. Quando sentiu, mamãe me empurrou pra trás com a mão, como se prevenisse que eu entrasse nela, mas tava entre as nádegas dela, dava pra sentir como se... estivesse dentro dela, e agora eu deslizava bem fácil pra dentro e pra fora da bunda dela e era tão gostoso, mamãe só apertava um pouco a bunda pra evitar que eu fosse mais fundo, porque bastava um empurrão mais forte pra entrar nela, mas eu não tentei, porque assim já tava sentindo um prazer enorme. Olhei pro rabo dela e via meu pau deslizando pra dentro e pra fora da bunda dela, era como eu já disse, como se estivesse dentro dela, era tão bom. Não aguentei muito mais assim, comecei a aumentar o ritmo e mamãe continuava me empurrando pra fora, mas sem falar nada. Levei mais um ou dois minutos na mesma intensidade e depois gozei entre as nádegas dela. Senti que enchia ela toda e escorria pra fora da bunda dela. Dessa vez mamãe não disse nada, acho que tava cansada do dia. Fiquei mais um momento abraçado nela e quase dormi junto com ela.
— Alex, volta pro teu quarto agora —
Ela me ordenou, meio dormindo, meio acordada. Levantei, dei um beijo na cabeça dela também, igual ela tinha feito antes, e fui pro meu quarto. Dormi como nunca.
Na manhã seguinte, papai tinha dormido no sofá e, quando todo mundo acordou, ele avisou que íamos viajar de férias todos pra praia.
— Limpa isso.
Talvez eu tenha quebrado algum acordo implícito no nosso contrato mútuo, talvez mamãe tenha sentido muita vergonha e culpa e não quis mais fazer nada, ou talvez fosse como da primeira vez e eu só precisasse esperar um pouco até receber uma mensagem de um número desconhecido com uma foto bem erótica do corpo dela. Pra ser sincero, era isso que eu mais esperava, porque também significaria que ela estaria pronta pra outro encontro, mas os dias passavam e nada. Já tava tendo mais ação com a Sara e adorava, mas com mamãe parecia muito mais erótico e proibido. Além disso, eu sempre curti mais as milf, e se eu gostava mais do corpo da minha mãe, acho que tava certo: os filhos têm uma fixação pela mãe.
Um dia, como qualquer outro, desci pra tomar café. Mamãe estava na cozinha, papai já tinha ido trabalhar, a vó e o vô, que ainda estavam de visita, assim como a Sara, ainda não tinham descido. Então éramos só eu e mamãe. Essa situação não acontecia muito desde que as visitas chegaram, então era meio estranho, mas já tinha me acostumado. Entrei na cozinha, me servi de cereal e sentei pra comer. Mamãe também estava sentada à mesa, no celular, tomando um café. Nem me deu atenção, só continuou tomando os últimos goles.
— Bom dia, mamãe — falei. Ela não me respondeu nem me olhou, só terminou o café, levantou e levou a xícara pra pia como se eu não existisse, e saiu da cozinha. Eu continuei comendo meu cereal e, se for pra ser sincero, me senti culpado por aquela noite, mas caralho, foi uma delícia e não trocaria por nada. Minha mãe voltou pra cozinha, deixou mais alguma coisa na pia, mas dessa vez, ao sair, parou bem atrás de mim por uns segundos. No começo nem percebi, até sentir ela tocando meus ombros. Depois me deu um beijo na cabeça e me abraçou por uns dois segundos, e foi embora sem dizer nada. Fiquei paralisado por um momento, mas depois senti uma alegria imensa, quase como quando você faz merda e sua mãe finalmente tira seu castigo. Foi um momento muito fofo sentir aquele abraço e um beijo tão carinhoso. Eu tinha recuperado minha mãe, mas... também recuperei minha "sócia". Pensar nisso tudo me tirou a fome, então deixei pra lá por enquanto. Já tinha minha mãe de volta, e isso já bastava por agora.
No almoço, minha mãe sentou do meu lado e, ao se acomodar, segurou minha perna pra se equilibrar e ajustar a cadeira. Mesmo assim, foi uma sensação gostosa. Mas durante toda a refeição, ela ficou me tocando com o pé descalço na minha perna, e puta merda, eu adoro os pés descalços dela e como eles se sentem. Mas o melhor de tudo é que eu também já tinha recuperado minha "sócia", então retribuí o gesto e comecei a tocar o joelho dela por cima da calça. Ela não disse nem fez nada, só continuou comendo. Antes de terminar, minha mãe recebeu uma ligação, parecia ser do meu pai, e ela se levantou e foi pra sala conversar com ele. Sara, os avós e eu ficamos terminando, e de repente senti outro pé me tocando debaixo da mesa. Dessa vez era a Sara, que não me olhava, mas sorria entre as garfadas. Parece que ela percebeu o que eu e minha mãe estávamos fazendo, então também respondi ao gesto dela e toquei suas pernas fininhas e macias com meus pés. Uns gritos, mais de discussão, vieram da sala. Minha mãe e meu pai estavam discordando de algo. Minha mãe desligou. telefone de repente e ficou puta na sala, depois de se acalmar voltou pra mesa e continuou comendo, dessa vez sem ficar de gracinha.
Já de noite, papai ainda não tinha chegado, pelo visto era isso que tinha deixado mamãe brava, já era tarde e todo mundo foi dormir, eu não dormi, fiquei jogando um tempão porque no dia seguinte não tinha aula, então aproveitei a noite pra jogar. Lá pela 1h da manhã levantei pra ir no banheiro e depois de voltar, claro, sem esquecer daquela noite com mamãe, já ia pro meu quarto e passei pelo quarto dela, não consegui evitar de dar uma espiada e lá estava mamãe dormindo coberta, não dava pra ver o corpo dela, mas notei que papai ainda não estava na cama, então deduzi que ele não ia dormir em casa, então fui pro meu quarto, mas enquanto jogava não parava de pensar em ir pra cama com mamãe, deitar do lado dela e sentir ela, talvez ela me confundisse com papai e deixasse eu tocar nela. Pensei nisso por um bom tempo e então decidi ir. Já dentro do quarto, fechei a porta com cuidado pra não acordar mamãe, mas ela parecia estar bem dormindo, nem percebeu nada, então fui até a cama e vi que ela estava com os pés pra fora do cobertor, não consegui evitar, fiquei com muita vontade e comecei a acariciar e tocar neles com cuidado pra não fazer cócegas nela, macios como sempre. De novo, tenho que deixar claro que não sou um cara de pés, mas os pés da mamãe eram muito lindos e junto com o fato de que ela tinha umas pernas incríveis, acabei criando uma espécie de fetiche pelos pés e pernas dela e basicamente por tudo nela. Então tirei toda a roupa porque achei muito erótico, juntei os pés dela e enfiei meu pau entre os arcos e comecei a me masturbar com os pés dela e descobri as pernas dela, mamãe ainda estava dormindo e eu queria manter ela assim o máximo de tempo possível porque era ainda mais proibido. Depois de me divertir um pouco com os pés dela, comecei a acariciar as pernas dela, mamãe sentindo todo o movimento virou de lado e deitou de lado, o que me deixou com Espaço pra sua bunda incrível e macia, me enfiei debaixo da coberta e me acomodei atrás dela de conchinha. No começo, mamãe não me notou, mas quando eu encostei nela e ela sentiu minha ereção, meio dormindo, falou:
— Dã, agora não tô a fim, vai dormir e me deixa em paz.
Ela achava que era o papai. Parei por um instante e depois continuei, me encostei ainda mais nela e peguei na cintura dela pra apertar a bunda dela contra mim. Mamãe, meio irritada, se virou e me encarou.
— Alex? Que porra você pensa que tá fazendo? Cadê seu pai? Que horas são? Que merda você tá fazendo aqui?
Falou mamãe, meio surpresa.
— Calma, mamãe, papai não tá, já olhei a casa toda, ele não chegou, e eu tava morrendo de vontade de sentir você. Já faz muitos dias que não consigo aliviar meu estresse e te vi tão gostosa dormindo, e aí eu preciso de você... por favor, mamãe.
Quase implorei pra ela deixar eu tocar nela. Como sempre, ela não falou nada, só virou de novo e se preparou pra dormir. Isso já era o suficiente pra mim, então continuei com a bunda dela e, de vez em quando, quando eu pegava no quadril dela pra empurrar melhor, ela me dava um tapa pra eu deixar ela dormir, mas não se afastava nem se mexia. Só que a calcinha dela atrapalhava, então tentei puxar pra baixo. Já tava no meio da bunda quando ela me deu outro tapa e puxou de volta.
— Alex, não faz isso, não é certo.
Ela falou, acho que pensou que eu queria meter.
— Não, mamãe, só quero colocar entre suas nádegas, juro que não vou meter.
Falei no ouvido dela. Como sempre, ela não disse nada, então tentei de novo, e dessa vez ela deixou eu puxar quase tudo, até levantou um pouco pra eu baixar quase por completo. Me encostei nela de novo, dessa vez o contato direto com a pele era muito melhor, porque era mais macio, mas arranhava muito no meu pau, então passei um pouco de saliva na cabeça e coloquei de novo entre as nádegas dela. Dessa vez, deslizou entre elas. Quando sentiu, mamãe me empurrou pra trás com a mão, como se prevenisse que eu entrasse nela, mas tava entre as nádegas dela, dava pra sentir como se... estivesse dentro dela, e agora eu deslizava bem fácil pra dentro e pra fora da bunda dela e era tão gostoso, mamãe só apertava um pouco a bunda pra evitar que eu fosse mais fundo, porque bastava um empurrão mais forte pra entrar nela, mas eu não tentei, porque assim já tava sentindo um prazer enorme. Olhei pro rabo dela e via meu pau deslizando pra dentro e pra fora da bunda dela, era como eu já disse, como se estivesse dentro dela, era tão bom. Não aguentei muito mais assim, comecei a aumentar o ritmo e mamãe continuava me empurrando pra fora, mas sem falar nada. Levei mais um ou dois minutos na mesma intensidade e depois gozei entre as nádegas dela. Senti que enchia ela toda e escorria pra fora da bunda dela. Dessa vez mamãe não disse nada, acho que tava cansada do dia. Fiquei mais um momento abraçado nela e quase dormi junto com ela.
— Alex, volta pro teu quarto agora —
Ela me ordenou, meio dormindo, meio acordada. Levantei, dei um beijo na cabeça dela também, igual ela tinha feito antes, e fui pro meu quarto. Dormi como nunca.
Na manhã seguinte, papai tinha dormido no sofá e, quando todo mundo acordou, ele avisou que íamos viajar de férias todos pra praia.
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