Primeiro capítulo desta série-----> Minha irmã Belém
Parte anterior------>Minha irmã Belém 9
A gente tinha transado com a minha irmã. Minha mãe tinha nos flagrado da porta, no escuro total. Agora restava saber o que ela tinha visto ou ouvido e entender a gravidade da parada.
A situação era tão tensa que minha irmã acendeu a luz pra se vestir, e nem me passou pela cabeça olhar pra ela. Eu fiz o mesmo e a gente dormiu sem trocar uma palavra.
No dia seguinte, acordei cedo pra ir pra escola e minha mãe já não estava. Respirei aliviado. Voltei pro quarto e minha irmã ainda tava dormindo. Acordei ela. Mamãe não está, já foi embora. Ahhh – disse minha irmã dormindo Se ele voltar, tenta descobrir o que ele viu ou ouviu. Dale
Não sei por que, mas acabei dando um beijo na bochecha dela, passando a mão no cabelo e, depois de ficar olhando ela dormir um pouco, fui pra escola.
O que tava acontecendo comigo? Será que eu tava me apaixonando pela minha própria irmã?
Isso já tava começando a ficar perigoso demais.
Na escola, mandei mensagem pra minha irmã pra saber se tinha novidade sobre a mãe, e a resposta dela foi que por enquanto não.
Tava no meio da aula, na última hora, e leio uma mensagem da minha irmã.
· Não vem à tarde, a mamãe quer falar comigo sozinha. Depois te conto. Vai pra casa de algum amigo e volta mais tarde.
O nervosismo tomou conta de mim na hora. Perguntei pra um amigo se podia ir na casa dele, e ele me perguntou o que tava rolando, porque me viu muito nervoso. Não soube como fingir que não era nada e falei que minha irmã e minha mãe iam pro médico e eu não tinha a chave. Reconheço que fui muito rápido pra mentir.
Fui pra casa do meu colega, que por sorte não ficava longe da minha.
Acho que não fiquei nem 2 horas na casa do meu amigo, quando meu celular tocou. Era a Belén, minha irmã.
· Vem pra casa, quanto tempo você vai demorar? Em 10 minutos eu tô O que foi? Vem aqui que vou te contar.
Falei pro meu amigo que já tava de boa, que ia pra casa.
Não sei por que, mas não tava com um bom pressentimento. Minha irmã foi muito seca no WhatsApp.
Quando cheguei, o mundo desabou. Minha irmã tava com cara de quem chorou pra caralho e o rosto dela passava uma preocupação do caralho. Não dava pra mentir pra mim.
Olhei pra ela e fui na direção dela na hora. O que foi? Nada, fica tranquilo Como assim, nada? E essa cara que você tá fazendo? Não aconteceu nada, mas eu fiquei chorando – minha irmã me dizia com o rosto bem triste.
Belém me abraçou e me beijou na boca de uma vez. Me afastei pra perguntar: Pará. E a Mamãe? Mamãe não tá em casa e só volta daqui a duas horas. Ah, bom – falei e abracei ela, dando um beijo. Estamos sozinhos, podemos fazer o que quisermos – ela me disse e me beijou com muita paixão. Tem certeza? Nunca estive tão segura na minha vida" – ela me disse.
O que aconteceu depois foi uma sequência de fatos que não pararam de me surpreender, um atrás do outro.
Primeiro, minha irmã me beijou muito, com muita paixão e, quando o beijo acabou, ela me olhou nos olhos de um jeito que entendi como tristeza, mas não tive coragem de perguntar nem falar nada. Vem, vamos pra cama da mamãe – ela me disse e pegou na minha mão Na cama da mamãe, tem certeza? – repeti minha frase patética de novo. Já te falei, nunca estive tão segura na minha vida.
Esse tipo de comentário me dava medo — o que estava acontecendo com a minha irmã?
Entramos no quarto da minha mãe. Belén se virou e me beijou como nunca tinha me beijado, por muito tempo e com muita paixão. Quero fazer tudo com você Eu também – falei pra ela Não – ele/ela me disse – quero que a gente transe com tudo Você me deixa louco, Belém – Você não me entende – ela me disse E aí, beleza? Não tem problema, quero te foder como nunca fodi ninguém – ela me disse.
Juro que não entendia nada. A verdade é que minha irmã nem terminou de falar isso e já começou a tirar toda a minha roupa.
Eu fiz o mesmo com a dela e em dois minutos estávamos completamente pelados. Quero chupar sua pica" – ela me disse Siiii – falei na hora Não goza rápido, quero te comer" – ela me disse
Eu levei como uma ordem que devia seguir cegamente.
Foi então que minha irmã me jogou na cama e, ajoelhando no chão, começou a chupar minha piroca de um jeito magistral.
Era de dia e a luz que entrava pela janela me deixava ver perfeitamente minha irmã no seu trabalho.
Ela me olhou fixamente com minha piroca na boca e sorriu com os olhos. Ela era gostosa. E com minha piroca na boca, era ainda mais gostosa.
A chupada de piroca que ela me deu, nunca tinha recebido em toda minha vida sexual, que por sinal era bem curta e sem muita variedade. A verdade é que ela fez de tudo: chupou minhas bolas, colocou elas na boca, voltava a chupar minha piroca.
Era uma loucura.
Falei que queria chupar a buceta dela, mas ela não deixou. Não, quero que você me coma toda. Mas quero que você goze. – eu disse a ela. Já vou gozar também, agora quero te foder
No meio do clima estranho em que a gente se encontrava, a gente se dava o tempo pra curtir ao máximo o momento. Vem – minha irmã me disse
Ela me deitou na cama e, sem hesitar, montou em cima de mim. Agarrou meu pau com a mão e guiou até a entrada da buceta dela. Enfiou e ficou um instante com meu pau dentro, de olhos fechados.
Depois abriu os olhos e me olhou com um sorriso, que na hora percebi como triste, mas nem por isso minha excitação diminuiu.
Minha irmã começou a se mexer com meu pau na buceta dela e, me olhando de cima, acariciava os peitos, beliscava os bicos.
Eu olhava fascinado, percorrendo o corpo dela inteiro com os olhos. Você é uma gostosa – falei sem pensar Você gosta de me olhar? Muito Você gosta que eu te coma? É isso que eu mais gosto.
Estendi minhas mãos e acariciei os peitos e a barriga dela. Ela apoiou as mãos nas minhas e me ajudava a percorrer o corpo dela.
Era uma situação linda. A gente tava vivendo algo único. Sexo entre irmãos. O incesto. O sexo com amor fraternal. Era realmente lindo.
Meu pau tava durasso dentro da buceta dela. Minha irmã tava muito molhada e banhava meu pau com os fluidos viscosos dela.
Foi aí que ele saiu de dentro de mim e ela se virou pra enfiar de novo meu pau na buceta, mas de costas pra mim.
A visão de frente da bunda perfeita dela e ela cavalgando em mim enquanto apoiava as mãos nos meus joelhos era única.
— Que bunda perfeita que você tem, Belém! – eu disse pra ela Cê gosta? Adoro – falei com sinceridade.
Minha irmã se inclinou pra frente e abriu bem a bunda, sempre com meu pau dentro da buceta dela. E aí, cê tá gostando assim?" – ela me provocava. Gostoso – falei pra ela.
Minha irmã se levantou só um pouco e tirou meu pau da buceta dela, esfregou a cabeça na umidade e encostou no cu franzido dela, fazendo uma pressãozinha. Ayyyy Belén – eu falei E aí, beleza? Adoro sua bunda – quis animá-la Quer enfiar no meu cu?" – ela me disse. Sim – falei pra ela
Na hora, eu não sabia se ela tava me provocando ou se queria mesmo, porque ela enfiou meu pau de novo na buceta dela e se inclinou pra frente outra vez.
Ela pegou minha mão e levou até a boca dela, chupou meu dedo e, se virando, pediu: Mete o dedo no meu cu Mmmmm Prepara bem pra mim… — ela disse e meu pau tremeu dentro dela
Eu tinha entendido direito.
Minha irmã estava disposta a me dar o cu. Era meu sonho. O sonho de todos os meus amigos, de todo o meu bairro. Ter o cu da minha irmã à disposição, só pra mim. Era dos sonhos.
Não hesitei e enfiei o primeiro dedo, o indicador.
Entrou fácil e ela se arrepiou toda, gritando
— Aghhhhhh Doeu?" – perguntei a ela. Nããão, eu adoro – ela esclareceu
Isso me deu coragem, juntei o dedo médio com o indicador e agora penetrei ela com os dois, mas de um jeito mais suave. Aghh, não para agora, por favor – ela dizia Você gosta que eu enfie meus dedos no seu cu? – perguntei Siiim, irmãozinho degenerado, brinca com minha bucetinha – ela disse
Acho que quase gozei só com esse comentário. Não esperava essa reação dela. Mete o pau no meu cu que eu tô quase gozando – ela me disse
Minha irmã se levantou e tirou meu pau da buceta e apoiou na entrada traseira dela. Vem, pega na minha bunda, irmãozinho, agora – ela me ordenou Siiiiii – falei e apoiei a cabeça, empurrando com firmeza.
Minha irmã começou a esfregar o clitóris enquanto descia devagar, enfiando meu pau no cu apertado dela. Aghhhh ahhhhh Mmmmmm – eu dizia enquanto via minha pica sumindo devagar dentro do cu da minha irmã Aghhhh ahhhh ahhhhhh – Belén começou a tremer num orgasmo muito intenso. Siiiiii, você tá gozando? – perguntei. Precisava de uma confirmação. Aghhh mmmm seeeee – agora minha irmã vibrava como se estivesse no nirvana Aiii Belém, fico louco, vou gozar Aghhhh siiiii, irmãozinho, enche minha buceta de porra, come minha raba, come o cu da sua irmãaaaaaa – ela agora gritava Aghhhhhh ahhhhh ahhhhh – comecei a gozar que nem um touro dentro da bunda apertada dela
Minha irmã continuava gozando. Eu também. Foram uns minutos bem longos onde a gente só trocava umas putarias e umas sacanagens. Não acreditava que aquelas palavras saíam da boca da minha irmã, e da minha também
A real é que tudo foi escalando assim Você gosta de comer sua irmã? – ela começou Muito, você é gostosa pra caralho. E muito putinha, sabia? Aí eu entendi que ela curtia muito o jogo de palavras e, sabendo que tava sozinho com ela, fui me animando Muito putinha, do jeito que eu gosto. Você gosta que eu seja bem putinha pra você? Sim, você é a irmã mais puta e mais gostosa. Você gosta de pegar na bunda da sua irmã, pervertido? Siiim
Me animei pra mais E aí, cê gosta que teu irmão te coma o cu enquanto cê tá grávida? Siiiiim Você gostaria que eu te enchesse de porra e te engravidasse?
Meu pau tinha amolecido um pouco e ela continuava se mexendo com meu pedaço na bunda dela, mas falando umas coisas que deixaram ele duro de novo como um cacete. Siiim, quero um filho teu dentro de mim Mmmmm, isso seria o máximo E que a puta da mamãe tenha que aguentar isso, isso eu ia gostar – ele me disse.
Demorei pra entender.
Acabamos transando mais uma vez. Minha irmã pegou uma camisinha e colocou em mim pra eu comer ela de novo, usar a palavra: buceta, depois de ter feito o cu dela.
Foi lindo ver meu gozo saindo da bunda dela e imaginar o resto que ficou dentro. A próxima foda foi muito gostosa e muito carinhosa.
Ver ela nua, com a barriga redonda e linda, com a cara de satisfeita. Era tudo perfeito.
O estranho começou depois.
Belén desabou a chorar sem parar, me dizendo que hoje mesmo “arrumo uma mala e vou morar com a tia Marcela” no interior da província de Buenos Aires.
“Queeeeeee?” eu falei, e como resposta ela me abraçou, me beijou bem longo e eu soube que seria a última vez que me beijava.
Pouco depois ela já estava trocada e arrumando uma mala com as roupas dela, me dizendo depois de olhar o celular que “Mamãe vem me buscar em 20 minutos e me leva pro terminal”.
Ela me explicou que mamãe tinha nos visto na noite anterior e que já desconfiava de algo, embora não tanto assim. Que era uma loucura e que a gente tinha que se separar na hora. Por isso tomou essa decisão e conversou com a irmã dela, que estava melhor financeiramente.
Quando vi minha irmã saindo pela porta, soube que não tinha sido só sexo. As lágrimas brotavam dos meus olhos sem eu conseguir segurar. Comecei a soluçar. A angústia tomou conta de mim.
Fui pro meu quarto, vi a cama dela e chorei de novo. Duas horas depois, ouvi um barulho e era minha mãe voltando. Ela me olhou e não falou nada.
Foi cozinhar como se nada tivesse acontecido, de costas pra mim com aquela legging preta.
Eu fiquei na cozinha olhando minha mãe cozinhar e não acreditei que, depois de tanta dor pela perda da minha irmã, eu estivesse olhando fixamente pra bunda da minha própria mãe. Claramente, como minha irmã tinha dito: sou um degenerado.
(FIM)
Obrigado a todos por acompanharem essa história.
Se quiserem saber o que aconteceu quando fiquei só com a minha mãe, venham pra cáMinha mãe SilvinaPodem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
Parte anterior------>Minha irmã Belém 9
A gente tinha transado com a minha irmã. Minha mãe tinha nos flagrado da porta, no escuro total. Agora restava saber o que ela tinha visto ou ouvido e entender a gravidade da parada.
A situação era tão tensa que minha irmã acendeu a luz pra se vestir, e nem me passou pela cabeça olhar pra ela. Eu fiz o mesmo e a gente dormiu sem trocar uma palavra.
No dia seguinte, acordei cedo pra ir pra escola e minha mãe já não estava. Respirei aliviado. Voltei pro quarto e minha irmã ainda tava dormindo. Acordei ela. Mamãe não está, já foi embora. Ahhh – disse minha irmã dormindo Se ele voltar, tenta descobrir o que ele viu ou ouviu. Dale
Não sei por que, mas acabei dando um beijo na bochecha dela, passando a mão no cabelo e, depois de ficar olhando ela dormir um pouco, fui pra escola.
O que tava acontecendo comigo? Será que eu tava me apaixonando pela minha própria irmã?
Isso já tava começando a ficar perigoso demais.
Na escola, mandei mensagem pra minha irmã pra saber se tinha novidade sobre a mãe, e a resposta dela foi que por enquanto não.
Tava no meio da aula, na última hora, e leio uma mensagem da minha irmã.
· Não vem à tarde, a mamãe quer falar comigo sozinha. Depois te conto. Vai pra casa de algum amigo e volta mais tarde.
O nervosismo tomou conta de mim na hora. Perguntei pra um amigo se podia ir na casa dele, e ele me perguntou o que tava rolando, porque me viu muito nervoso. Não soube como fingir que não era nada e falei que minha irmã e minha mãe iam pro médico e eu não tinha a chave. Reconheço que fui muito rápido pra mentir.
Fui pra casa do meu colega, que por sorte não ficava longe da minha.
Acho que não fiquei nem 2 horas na casa do meu amigo, quando meu celular tocou. Era a Belén, minha irmã.
· Vem pra casa, quanto tempo você vai demorar? Em 10 minutos eu tô O que foi? Vem aqui que vou te contar.
Falei pro meu amigo que já tava de boa, que ia pra casa.
Não sei por que, mas não tava com um bom pressentimento. Minha irmã foi muito seca no WhatsApp.
Quando cheguei, o mundo desabou. Minha irmã tava com cara de quem chorou pra caralho e o rosto dela passava uma preocupação do caralho. Não dava pra mentir pra mim.
Olhei pra ela e fui na direção dela na hora. O que foi? Nada, fica tranquilo Como assim, nada? E essa cara que você tá fazendo? Não aconteceu nada, mas eu fiquei chorando – minha irmã me dizia com o rosto bem triste.
Belém me abraçou e me beijou na boca de uma vez. Me afastei pra perguntar: Pará. E a Mamãe? Mamãe não tá em casa e só volta daqui a duas horas. Ah, bom – falei e abracei ela, dando um beijo. Estamos sozinhos, podemos fazer o que quisermos – ela me disse e me beijou com muita paixão. Tem certeza? Nunca estive tão segura na minha vida" – ela me disse.
O que aconteceu depois foi uma sequência de fatos que não pararam de me surpreender, um atrás do outro.
Primeiro, minha irmã me beijou muito, com muita paixão e, quando o beijo acabou, ela me olhou nos olhos de um jeito que entendi como tristeza, mas não tive coragem de perguntar nem falar nada. Vem, vamos pra cama da mamãe – ela me disse e pegou na minha mão Na cama da mamãe, tem certeza? – repeti minha frase patética de novo. Já te falei, nunca estive tão segura na minha vida.
Esse tipo de comentário me dava medo — o que estava acontecendo com a minha irmã?
Entramos no quarto da minha mãe. Belén se virou e me beijou como nunca tinha me beijado, por muito tempo e com muita paixão. Quero fazer tudo com você Eu também – falei pra ela Não – ele/ela me disse – quero que a gente transe com tudo Você me deixa louco, Belém – Você não me entende – ela me disse E aí, beleza? Não tem problema, quero te foder como nunca fodi ninguém – ela me disse.
Juro que não entendia nada. A verdade é que minha irmã nem terminou de falar isso e já começou a tirar toda a minha roupa.
Eu fiz o mesmo com a dela e em dois minutos estávamos completamente pelados. Quero chupar sua pica" – ela me disse Siiii – falei na hora Não goza rápido, quero te comer" – ela me disse
Eu levei como uma ordem que devia seguir cegamente.
Foi então que minha irmã me jogou na cama e, ajoelhando no chão, começou a chupar minha piroca de um jeito magistral.
Era de dia e a luz que entrava pela janela me deixava ver perfeitamente minha irmã no seu trabalho.
Ela me olhou fixamente com minha piroca na boca e sorriu com os olhos. Ela era gostosa. E com minha piroca na boca, era ainda mais gostosa.
A chupada de piroca que ela me deu, nunca tinha recebido em toda minha vida sexual, que por sinal era bem curta e sem muita variedade. A verdade é que ela fez de tudo: chupou minhas bolas, colocou elas na boca, voltava a chupar minha piroca.
Era uma loucura.
Falei que queria chupar a buceta dela, mas ela não deixou. Não, quero que você me coma toda. Mas quero que você goze. – eu disse a ela. Já vou gozar também, agora quero te foder
No meio do clima estranho em que a gente se encontrava, a gente se dava o tempo pra curtir ao máximo o momento. Vem – minha irmã me disse
Ela me deitou na cama e, sem hesitar, montou em cima de mim. Agarrou meu pau com a mão e guiou até a entrada da buceta dela. Enfiou e ficou um instante com meu pau dentro, de olhos fechados.
Depois abriu os olhos e me olhou com um sorriso, que na hora percebi como triste, mas nem por isso minha excitação diminuiu.
Minha irmã começou a se mexer com meu pau na buceta dela e, me olhando de cima, acariciava os peitos, beliscava os bicos.
Eu olhava fascinado, percorrendo o corpo dela inteiro com os olhos. Você é uma gostosa – falei sem pensar Você gosta de me olhar? Muito Você gosta que eu te coma? É isso que eu mais gosto.
Estendi minhas mãos e acariciei os peitos e a barriga dela. Ela apoiou as mãos nas minhas e me ajudava a percorrer o corpo dela.
Era uma situação linda. A gente tava vivendo algo único. Sexo entre irmãos. O incesto. O sexo com amor fraternal. Era realmente lindo.
Meu pau tava durasso dentro da buceta dela. Minha irmã tava muito molhada e banhava meu pau com os fluidos viscosos dela.
Foi aí que ele saiu de dentro de mim e ela se virou pra enfiar de novo meu pau na buceta, mas de costas pra mim.
A visão de frente da bunda perfeita dela e ela cavalgando em mim enquanto apoiava as mãos nos meus joelhos era única.
— Que bunda perfeita que você tem, Belém! – eu disse pra ela Cê gosta? Adoro – falei com sinceridade.
Minha irmã se inclinou pra frente e abriu bem a bunda, sempre com meu pau dentro da buceta dela. E aí, cê tá gostando assim?" – ela me provocava. Gostoso – falei pra ela.
Minha irmã se levantou só um pouco e tirou meu pau da buceta dela, esfregou a cabeça na umidade e encostou no cu franzido dela, fazendo uma pressãozinha. Ayyyy Belén – eu falei E aí, beleza? Adoro sua bunda – quis animá-la Quer enfiar no meu cu?" – ela me disse. Sim – falei pra ela
Na hora, eu não sabia se ela tava me provocando ou se queria mesmo, porque ela enfiou meu pau de novo na buceta dela e se inclinou pra frente outra vez.
Ela pegou minha mão e levou até a boca dela, chupou meu dedo e, se virando, pediu: Mete o dedo no meu cu Mmmmm Prepara bem pra mim… — ela disse e meu pau tremeu dentro dela
Eu tinha entendido direito.
Minha irmã estava disposta a me dar o cu. Era meu sonho. O sonho de todos os meus amigos, de todo o meu bairro. Ter o cu da minha irmã à disposição, só pra mim. Era dos sonhos.
Não hesitei e enfiei o primeiro dedo, o indicador.
Entrou fácil e ela se arrepiou toda, gritando
— Aghhhhhh Doeu?" – perguntei a ela. Nããão, eu adoro – ela esclareceu
Isso me deu coragem, juntei o dedo médio com o indicador e agora penetrei ela com os dois, mas de um jeito mais suave. Aghh, não para agora, por favor – ela dizia Você gosta que eu enfie meus dedos no seu cu? – perguntei Siiim, irmãozinho degenerado, brinca com minha bucetinha – ela disse
Acho que quase gozei só com esse comentário. Não esperava essa reação dela. Mete o pau no meu cu que eu tô quase gozando – ela me disse
Minha irmã se levantou e tirou meu pau da buceta e apoiou na entrada traseira dela. Vem, pega na minha bunda, irmãozinho, agora – ela me ordenou Siiiiii – falei e apoiei a cabeça, empurrando com firmeza.
Minha irmã começou a esfregar o clitóris enquanto descia devagar, enfiando meu pau no cu apertado dela. Aghhhh ahhhhh Mmmmmm – eu dizia enquanto via minha pica sumindo devagar dentro do cu da minha irmã Aghhhh ahhhh ahhhhhh – Belén começou a tremer num orgasmo muito intenso. Siiiiii, você tá gozando? – perguntei. Precisava de uma confirmação. Aghhh mmmm seeeee – agora minha irmã vibrava como se estivesse no nirvana Aiii Belém, fico louco, vou gozar Aghhhh siiiii, irmãozinho, enche minha buceta de porra, come minha raba, come o cu da sua irmãaaaaaa – ela agora gritava Aghhhhhh ahhhhh ahhhhh – comecei a gozar que nem um touro dentro da bunda apertada dela
Minha irmã continuava gozando. Eu também. Foram uns minutos bem longos onde a gente só trocava umas putarias e umas sacanagens. Não acreditava que aquelas palavras saíam da boca da minha irmã, e da minha também
A real é que tudo foi escalando assim Você gosta de comer sua irmã? – ela começou Muito, você é gostosa pra caralho. E muito putinha, sabia? Aí eu entendi que ela curtia muito o jogo de palavras e, sabendo que tava sozinho com ela, fui me animando Muito putinha, do jeito que eu gosto. Você gosta que eu seja bem putinha pra você? Sim, você é a irmã mais puta e mais gostosa. Você gosta de pegar na bunda da sua irmã, pervertido? Siiim
Me animei pra mais E aí, cê gosta que teu irmão te coma o cu enquanto cê tá grávida? Siiiiim Você gostaria que eu te enchesse de porra e te engravidasse?
Meu pau tinha amolecido um pouco e ela continuava se mexendo com meu pedaço na bunda dela, mas falando umas coisas que deixaram ele duro de novo como um cacete. Siiim, quero um filho teu dentro de mim Mmmmm, isso seria o máximo E que a puta da mamãe tenha que aguentar isso, isso eu ia gostar – ele me disse.
Demorei pra entender.
Acabamos transando mais uma vez. Minha irmã pegou uma camisinha e colocou em mim pra eu comer ela de novo, usar a palavra: buceta, depois de ter feito o cu dela.
Foi lindo ver meu gozo saindo da bunda dela e imaginar o resto que ficou dentro. A próxima foda foi muito gostosa e muito carinhosa.
Ver ela nua, com a barriga redonda e linda, com a cara de satisfeita. Era tudo perfeito.
O estranho começou depois.
Belén desabou a chorar sem parar, me dizendo que hoje mesmo “arrumo uma mala e vou morar com a tia Marcela” no interior da província de Buenos Aires.
“Queeeeeee?” eu falei, e como resposta ela me abraçou, me beijou bem longo e eu soube que seria a última vez que me beijava.
Pouco depois ela já estava trocada e arrumando uma mala com as roupas dela, me dizendo depois de olhar o celular que “Mamãe vem me buscar em 20 minutos e me leva pro terminal”.
Ela me explicou que mamãe tinha nos visto na noite anterior e que já desconfiava de algo, embora não tanto assim. Que era uma loucura e que a gente tinha que se separar na hora. Por isso tomou essa decisão e conversou com a irmã dela, que estava melhor financeiramente.
Quando vi minha irmã saindo pela porta, soube que não tinha sido só sexo. As lágrimas brotavam dos meus olhos sem eu conseguir segurar. Comecei a soluçar. A angústia tomou conta de mim.
Fui pro meu quarto, vi a cama dela e chorei de novo. Duas horas depois, ouvi um barulho e era minha mãe voltando. Ela me olhou e não falou nada.
Foi cozinhar como se nada tivesse acontecido, de costas pra mim com aquela legging preta.
Eu fiquei na cozinha olhando minha mãe cozinhar e não acreditei que, depois de tanta dor pela perda da minha irmã, eu estivesse olhando fixamente pra bunda da minha própria mãe. Claramente, como minha irmã tinha dito: sou um degenerado.
(FIM)
Obrigado a todos por acompanharem essa história.
Se quiserem saber o que aconteceu quando fiquei só com a minha mãe, venham pra cáMinha mãe SilvinaPodem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
33 comentários - Minha irmã Belém 10
Muy bueno, van 10
Belu una hermana ejemplar, pero jamás va a reemplazar a Sofi
10 como siempre!!!!
+ 10
No lo esperaba......
Felicitaciones😞
Abrazo
pronto empiezo uno con la mamá
el final triste pero da pue al siguiente episodio!