Dipper Transa com Todo Mundo

Dipper Transa com Todo MundoDipper puxou o colete contra o corpo. Tava um frio do caralho em Washington e ele se perguntou de novo por que a irmã dele tinha escolhido ir pra lá, de todos os lugares, pra fazer faculdade. Por outro lado, ela adorava ser aleatória assim. Sem contar que, segundo ela, era o jeito mais fácil de conseguir maconha canadense e outras paradas ilegais, tipo fogos de artifício. De algum jeito, ela tinha se metido num monte de merda estranha assim. Ele, na maioria das vezes, deixava ela fazer o que queria. Tinha se formado cedo na escola particular dele, uns anos antes, pra ser exato. Isso deu a ele um tempão pra viajar pelo país. Então, quando recebeu um convite da irmã pra assistir a um show que ela tava fazendo na faculdade, ele decidiu ir. Era melhor do que ficar moscando na casa dos pais. Sem contar que fazia um tempão que ele não via ela, geralmente ele viajava enquanto ela tava em casa e vice-versa. Dipper chegou no prédio grande onde o bagulho ia rolar. Olhou pro celular de novo só pra ter certeza antes de entrar. Sim, número certo. Tava um frio da porra pro fim de semana de Halloween. Ele entrou no prédio e andou por umas dezenas de corredores que pareciam se repetir sem parar. Finalmente, ouviu umas vozes animadas e conversando, muito barulho de gente se batendo e arrastando pé descalço. Dipper respirou fundo, na real ele tinha acabado de chegar de uma viagem. Umas duas semanas, ele tinha parado rapidinho numa caixa de correio típica onde podia receber cartas, e eis que, da Califórnia, uma que veio do estado de Washington, que cheirava a purpurina, a um banho de sorriso importado ilegalmente e a umas três libras de adesivos, era uma carta da irmã dele. A letra deixava muito a desejar, mas ele decifrou. Os dias seguintes que passou num avião e depois andando até a cidade fizeram ele se sentir mais dramático. Agora, mesmo estando suado, meio fedido e pronto pro show que a irmã tinha prometido. Dipper nunca tinha visto o show antes, então quando virou a esquina que levava ao que parecia ser a entrada de um cinema, sentiu como se tivesse descido a um novo planeta. Homens vestidos de mulher, mulheres com meias de rede e todo mundo com outras fantasias. Ele não sabia para onde olhar nem se podia olhar. Um casal de caras fez caretas de beijo pra ele, e ele tinha certeza de ter visto uma garota vestida com uma fantasia coberta de sangue falso. A temperatura subiu noventa graus e ele tirou o colete. "Posso pegar seu casaco, senhor?" Dipper sentiu um toque nas costas, virou-se pra dizer pra pessoa que não, que tava tudo bem, quando ficou sem palavras. Na frente dele estava Pacifica Northwest, uma garota que ele conheceu durante alguns anos quando estava de férias com a irmã e o tio. No começo, ela era bem grossa, mas o tempo a tornou mais gentil. Com o tempo, virou uma amiga íntima dele e da irmã. Ele tinha ouvido que os dois foram pra mesma faculdade. Por mais estranho que fosse, ela era famosa e tinha grana suficiente pra alugar a Grand Central Station inteira por uma semana. Ela usava um sutiã de renda preta com um tamanho de copa um ou dois menor. Era só um copo F, então quase que os peitos escapavam, ele conseguia distinguir um mamilo cor de carne brilhante por baixo. Ela usava uma tanga de couro preto que subia entre as nádegas, e elas estavam livres no ar. Os toques finais eram um par de orelhas de coelho branco brilhante no topo da cabeça. "Pacífica!" Disse Dipper, surpreso. Ela ficou horrorizada na frente dele, enquanto o reconhecimento aparecia lentamente no rosto dela. "AI, MERDA! DIPPER!" Gritou, cobriu as bochechas coradas antes de se mover na frente do corpo tonificado e exposto dela. "O que você tá fazendo aqui!" Antes que ele pudesse responder, o barulho de passos e depois um abraço de ataque por trás o fez Ofegar. Mãozinhas de boneca taparam seus olhos e um par de peitos taparam seus ouvidos. Ele só conseguia ouvir um som abafado. "ADIVINHA QUEM?!" Provavelmente por causa do barulho das tetas grossas e cremosas que eram. "Oi, Mabel." Disse Dipper, indiferente. Ela ainda ofegou, surpresa. "Como você soube?" Ela se virou para responder e sentiu o queixo cair um pouco. Se Pacifica já usava pouca roupa, sua irmã usava menos ainda. Um conjunto de cropped e fio dental de tricô. Um maiô teria coberto mais. "Ah, MEU DEUS!" Dipper chorou, tapando os olhos com uma mão. As risadinhas de Mabel disseram a ele que ela pelo menos estava gostando do sofrimento dele. Um bufado irritado de Pacifica disse que ela estava pelo menos tão irritada quanto ele. "Por que você não me disse que ela vinha?" "Ha! Gozada." Mabel disse baixinho. Pacifica bufou e também caiu na risada. Dipper lentamente tirou a mão e manteve os olhos fixos nas testas das duas garotas. Deu um tapa mental em si mesmo por sequer pensar em olhar pros peitos delas. 'Aquelas tetas cheias, alegres, jovens, macias e gloriosas... CHEGA DISSO!' Ele se deu um tapa mental. "O que é tão engraçado?" Dipper conseguiu guinchar. "Ah, irmãozinho tão inocente, tão jovem." Mabel fez uma careta. "Você nunca viu o programa, né? Garantimos que você vai amar." "O que vocês duas são, afinal?" "Somos parceiras! Claramente!" Mabel afirmou como se fosse um fato óbvio. Dipper olhou pra elas de novo e tudo que viu foi um par de coelhinhas da Playboy. Com certeza ambas tinham o corpo pra isso. Pacifica era em forma e esbelta, seus quadris se destacavam da cintura dele, seus seios eram sua característica mais cheia, junto com as tetas. Seu cabelo loiro ondulado continuava essa ilusão. Mabel era um pouco mais cheinha, sua dieta de indulgência e pouco exercício era equilibrada pelo prazer que sentia em se mexer e também por uma boa genética. Sua barriga parecia se mover lenta e suavemente até a cintura. coxas, os seios dela eram um pouco menores que os da Pacifica, mas ainda assim um punhado bem impressionante.Gravity FallsClaramente." Ele respondeu revirando os olhos. Ficou roxo de vergonha e sentiu o nariz congestionar um pouco, quase como se fosse sangrar. "Isso não é meio vulgar pra você?" Falou pra Pacifica, que também ficou vermelha que nem beterraba e passou os dedos no cabelo. "Bom, eu descobri que a Mab's tava fazendo e fiquei me perguntando por que minha colega de quarto chegava tarde, toda suada e parecendo super feliz. Acontece que é ótimo pra liberar endorfina." "Espera, vocês duas são colegas de quarto?" Disse Dipper, surpreso. As duas trocaram olhares cúmplices que ele não conseguiu decifrar. "Bom, a gente estuda na mesma faculdade, faz sentido, né?" "Acho que sim. Mas do que se trata a peça, afinal?" "Ah, você vai ver." Disse Mabel com malícia. Dipper revirou os olhos com o mistério, ele aguentava. "Tanto faz. Preciso achar um lugar pra sentar." "Ah! Dá pra gente te despir primeiro?" Mabel falou animada. Os olhos de Dipper se arregalaram e o coração dele despencou. "É parte do show que você vai assistir!" "Sem falar que aquela cabana de suor fica tipo um milhão de graus lá dentro. Você vai agradecer depois." Pacifica disse com um sorriso, vendo o desconforto dele. Dipper gemeu e tirou a camiseta e o colete, colocando nas mãos de Pacifica. Ela corou com a rapidez da coisa. Isso e o corpo impressionante dele, com a barriga dura e definida e os braços também bem torneados pelas longas caminhadas pesadas. Também tinha uns cortes e hematomas inesperados. Mabel ofegou ao vê-los e passou a mão em algumas cicatrizes menores e mais antigas. "O que aconteceu, mano?" Dipper se afastou um pouco das mãos invasivas dela. "Nada demais, uns perrengues na estrada, só isso." Mabel encarou a recusa total dele. Depois se inclinou e puxou a calça dele pra baixo. A cueca dele era azul e vermelha. Ele tava completamente vermelho agora. igual que a Mabel e Pacifica. "Vou ficar de chapéu. Não sou um selvagem". "WOO! Dipper! Acelera!" Mabel disse animada, pegando as calças dele e saindo correndo com elas. "É melhor minha carteira ainda estar aí!" Ele gritou para a irmã animada que se afastava. Pacifica riu da expressão no rosto dele. Ela sorriu e apoiou o quadril. "O quê?" "Você não precisava tirar tudo, não é uma regra nem nada, podia ter tirado só a camisa". Dipper resmungou irritado. "Não adianta ir atrás dela agora, né?" "Sim. Mas em compensação." Ela agarrou o braço dele com força e puxou ele pra perto. "Posso fazer a garota mais gostosa da escola te acompanhar até seu lugar". "Legal, cadê ela?" Dipper disse tentando soar indiferente, por dentro ele tava enlouquecendo, sentiu o coração disparar e algo se mexer nas entranhas. Ele tinha se tocado uma vez umas semanas atrás no bosque, mas foi só pra clarear a mente e era meia-noite, ninguém viu. Ele se deixou arrastar até o assento que ela escolheu. Tinha vários corredores ao redor da sala e assentos na frente de uma tela gigante de TV. "E esse espaço todo?" "Pra os lanterninhas dançarem no meio, claro". Dipper corou de novo com a ideia. "Relaxa, essa é a seção nossa e da Mabel, a gente cuida bem de você". Disse Pacifica antes de beijar ele na bochecha, ele sentiu uma mancha de batom e um pouco de sombra que ainda tinha, ela ainda tava com quilo e meio de maquiagem essa noite. Dipper sentou meio sem consciência. Ele queria muito estar em qualquer lugar menos ali. Em qualquer lugar menos com a irmã e a colega de quarto, que naquele momento ele percebeu que eram provavelmente as mulheres mais gostosas que ele tinha visto em muito tempo. De repente, um toque no ombro dele. chamou a atenção dele para a direita. Mabel estava sentada ao lado dele, com as pernas cruzadas de um jeito seguro e sedutor. Dipper teve que cruzar as dele para esconder a animação que crescia devagar na calça dele. "Animado?" "Pode-se dizer isso." Dipper respondeu. Mabel franziu a testa e encarou ele nos olhos, ele se mexeu desconfortável. "O quê?" "Cadê sua bagagem? Pensei que você vinha do Novo México ou algo assim." "Escondi debaixo de um arbusto, a gente pega depois do show. Vou andar até vocês acordarem." Mabel se irritou com a atitude indiferente dele. "Dipper Pines! Tá me dizendo que vai andar umas horas depois desse show em vez de dormir?" "É... não tenho onde ficar." "Só fica na nossa casa. O Paccy não vai ligar." "Paci?" "O apelido dele, Dipdop." Os olhos de Mabel brilharam de repente. Ela enfiou a mão no sutiã improvisado e tirou um comprimido vermelho. Deixou cair na mão aberta dele e sorriu. "Toma isso no meio do programa, ok?" "O que é isso?" Ele disse desconfiado. "Só confia em mim dessa vez, ok?" Dipper suspirou, mas guardou perto. Provavelmente era algum tipo de químico ilegal, mas dessa vez ia confiar nela. A sequência de eventos aconteceu bem rápido depois disso. Tudo foi um turbilhão de nudez, pele, peitos, mamilos, bundas. Dipper tentou não parecer assustado demais e tava indo bem. As luzes começaram a diminuir e foi aí que seis loiras de batom vermelho se posicionaram na frente da plateia. Pacifica estava entre elas com o batom torto. Elas começaram a cantar e gritar junto com o filme. Rebolando os quadris de um jeito recatado; Dipper só conseguia olhar maravilhado. Parecia tão grande, tão grandioso e tão... tão... não era coisa da Mabel e da Pacifica. Bem, Mabel talvez, mas a Pacy? Provavelmente era algum tipo de veia rebelde nela. O show passou muito rápido e antes que Dipper percebeu que estavam onde achava que era a metade do caminho. Ele pegou o comprimido, estourou e engoliu seco. As minas tinham razão: tava um calor do caralho ali. Tinha gotas de suor escorrendo pelo corpo dele e ele precisava enxugar o suor a cada poucos segundos. Tirou o chapéu e se abanou. De repente, um grito do lado dele chamou sua atenção.Dipper PinesMabel gritou na cara do Dipper enquanto apertava os próprios peitos e balançava as mamas descobertas na direção dele. Em algum momento, ela tinha perdido o sutiã e agora estava praticamente nua, se divertindo. Aos poucos, ela estava ficando excitada com o corpo da irmã e não sabia como se sentir sobre isso. A cena se repetiu, e dessa vez foram os peitos da Pacifica que Mabel agarrou; Pacifica correspondeu à ação, e as duas garotas mantiveram contato visual com Dipper o tempo todo. Ele sentiu que o movimento entre as pernas dele ficava ainda mais intenso. Foi então que o êxtase que Mabel tinha colocado nele finalmente fez efeito. O resto do show foi uma mistura de cores nas telas que se intensificavam e peitos sendo empurrados na cara dele. Alguém estava sentada no colo dele e apertando com força a virilha dele em algum momento; o cabelo comprido dela ficou preso entre os dois; em outro momento, ele achou que estava completamente exposto e algo estava sugando forte e rápido na cabeça dele, a ponta simplesmente envolta numa língua grossa e quente. No instante seguinte, ele percebeu que alguns comprimidos vermelhos flutuavam na garrafa d'água da Pacifica e que ela e Mabel estavam dividindo eles. Foi aí que ele percebeu que as duas estavam tão doidões quanto ele. No final, eles saíram pela porta e caíram no chão; ele nem conseguia lembrar do show inteiro. Ele estava segurando Pacifica e Mabel; elas usavam leggings pretas justas combinando, as bundas e bucetas aparecendo através do tecido que abraçava as pernas delas. Nenhuma das duas estava de calcinha. Dipper tinha recuperado as roupas dele, mas as duas garotas estavam usando a camisa e o colete dele; elas tinham perdido as próprias camisas na confusão. Elas pegaram as coisas do Dipper em vez de achar as delas. Ele só voltou à realidade quando os três estavam sentados no quarto compartilhado das garotas, com as duas camas juntas formando uma grande. Elas tiraram as camisas e trocavam beijos molhados e descuidados. Dipper ficou fascinado ao passar as pontas dos dedos pelos corpos ardentes e quentes delas. Era como se um raio tivesse caído sobre ele e todos os seus nervos estivessem à flor da pele e sobrecarregados. Ele alternava entre os peitos da Pacifica e os lábios da Mabel. Uma coisa que ele lembrava do programa era que o amor livre era dahora, que até relações entre irmãos eram legais. Ele sorriu e desceu pelo pescoço e mandíbula da Mabel até encontrar o mamilo dela, pegou na boca e começou a chupar com força. Sentiu ela tremer e gemer, olhou nos olhos semicerrados dela. Sentiu dedos ágeis puxando a própria calça dele e passando pelas costas. A Pacifica estava trabalhando nos músculos das costas dele. Passando pelos arranhões e manchas de suor. Dipper ofegou e se afastou da Mabel, deitou na cama e puxou as duas garotas seminuas para perto dele. Segurou elas perto do peito e alternou o olhar entre as duas. Elas também olhavam pra ele, com os olhos pesados, cansados e ansiosos, bêbados de calor. Os peitos delas esmagavam o peito dele como balões carnudos gloriosos. O calor que os três irradiavam podia causar um incêndio. Foi aí que ele percebeu que não tinha só ácido na pílula, mas que provavelmente o viagra tava fazendo um estrago. Todos estavam tão quentes. Ele se sentiu incrível. "Quem vai primeiro?" Ele meio que rosnou. Mabel empurrou o irmão e a Pacifica até ficar praticamente em cima do irmão, sentou montada nele, com uma perna forte de cada lado da cintura dele. Ela se inclinou pra frente até o rosto dele ficar acolchoado entre os peitos impressionantes e suados dela. Ele começou a fazer o aviãozinho na irmã, cada vez mais rápido, o suor que se misturava no rosto dele começou a quase formar um lubrificante em volta da cara dele. Ele saiu ofegante. Ela também tava ofegante e rindo um pouco da sensação estranha que aquilo dava. Ela sorriu pra ele e começou a beijar ele com força na boca. Os lábios dela se curvaram num sorriso, ela sentiu os restos do aparelho dele ainda nos dentes. Isso fez o rosto dele brilhar com a luz que deixaram acesa. Ela começou a mover o rosto devagar pelo peito e abdômen dele, ele gemeu e se apertou contra o lençol. Ela parou, esticou o pescoço e viu que ela tinha parado na frente do zíper dele. Lenta e sensualmente, ela começou a abaixar o zíper. Ficou olhando entre o Dipper e a Pacifica, mexendo as sobrancelhas e colocando a língua pra fora, aí puxou a calça dele com tudo. Deu um chutinho e jogou do outro lado do quarto, bateu na parede perto de um pôster de uma boyband que tava voltando. A Mabel puxou a cueca dele e soltou tudo na frente deles. O viagra e o ácido tinham feito umas paradas impressionantes. O pau dele tava durasso, ela não achava que já tinha visto tanta sangue naquilo. A Mabel deu um gritinho feliz de surpresa. Aí pegou tudo que conseguia com uma mão e deu uma boa bombada. Um pouco de líquido pré-cume começou a aparecer na ponta, três gotas escorreram da cabeça e começaram a se acumular no tronco. Era grande e grosso com uma leve curva pra cima, a cabeça vermelha e quente. A Mabel enfiou a ponta na boca e colocou a língua pra fora, chupou forte, tipo pra mostrar o que tava fazendo. Ela começou a bombear pra baixo com a mão dominante e também movia a cabeça pra baixo ao mesmo tempo, a maior parte das ações ficava coberta pelo cabelo dela que caía sobre os ombros, escondendo a cara e a maior parte do pau dele, dava pra ver um pedacinho onde o cabelo castanho não cobria. O Dipper soltou um gemido de prazer lá do fundo do peito. Tipo um resfriado. "Ei, não me esquece." A Pacifica falou, chegou perto do Dipper e ele viu que ela tinha tirado a calça e a calcinha. A pelosidade dela tava perfeitamente aparada em forma de pista de pouso. também loiro, tingido ou natural, não dava pra saber. Tava escorrendo um pouco, ela tinha gozado uma vez com os dedos dele. Dipper tava disposto a ajudar ela o máximo que conseguisse. Ela desceu devagar, as nádegas magníficas dela se destacando enquanto se preparava pra ele, sentou na cara dele e arqueou pra trás enquanto ele, meio hesitante, enfiava a língua entre as dobras dela. Passou por elas e encontrou um pequeno caroço duro. Começou a chupar aquilo e enfiou na boca o máximo que conseguiu dela. Ela quase gritou de tão intenso que ele tava tentando agradar ela. Foi quase vergonhoso. Ela se inclinou pra frente, se esfregando com toda força na boca dele, fazendo ele escolher entre respirar ou comer ela. Sentiu os braços dele envolverem os quadris dela e gritou quando ele enfiou mais da língua ainda mais fundo dentro dela. Era muito comprido e estranhamente forte. Ela moveu os peitos pra baixo, apoiando eles na barriga dele, o cabelo dela se misturando com o da Mabel. Respirou fundo enquanto olhava a cabeça do colega de quarto dela, que continuava quicando na cabeça do irmão dela. Ela bufou pra chamar a atenção da Mabel. Mabel parou por um momento e olhou pra cima. Os olhos dela estavam perdidos, bêbados de pica. Ela sorriu pro olhar ciumento da Pacifica, desceu um pouco, expondo a pica dela pra Pacifica ofegar e ficar de boca aberta de antecipação. As duas minas começaram a lamber e lamber, meio de brincadeira. Cada língua percorrendo o eixo, passando por cada veia e contração. Dipper gemeu e as minas imitaram ele, as pontas das línguas se tocando e arrepios de eletricidade se acumulando ao redor deles.Mabel PinesPacífica sentou-se bruscamente e soltou um gemido quando outro orgasmo a atravessou. Mabel deu outro puxão violento na rola do Dipper e também massageou as bolas dele por precaução. O primeiro jato da noite saiu disparado e cortou o ar. Aterrissou na barriga e nos peitos da Pacífica e, ao mesmo tempo, caiu na boca ansiosa da Mabel e grudou no cabelo dela. Mabel engoliu e quase apareceram corações nos olhos dela. Ela se jogou para frente e começou a lamber a barriga e os peitos da Pacífica. Eles balançavam pesados enquanto ela ofegava. Pacífica começou a cair para trás com o peso da Mabel, de modo que as pernas dela ficaram de cada lado da cabeça do Dipper. A buceta dela, escorrendo de antecipação, foi esmagada contra o topo da cabeça do Dipper. "Hahaha. Animado?" Dipper disse para a Pacífica. Mabel se aproximou do irmão e começou a lamber a Pacífica de novo, ela gemeu feliz. Dipper olhou para as coxas impressionantes da Mabel, puxou a calça dela para baixo e arrancou a fita, envolveu os braços na cintura dela e a empurrou bruscamente para baixo, em cima dele. Mabel riu enquanto continuava lambendo a pele macia e cremosa da Pacífica. O nariz do Dipper estava enterrado na moita da irmã dele. Estava bem cuidada, parecia um triângulo com vários desenhos intrincados cortados nela. As coxas e o quadril dela eram tão grossos que ele agarrou o máximo de rolinhos de gordura soltos que conseguiu. Levantou a mão e deu um tapa forte na bunda dela. Mabel ofegou e um pouco de cabelo ficou preso na boca dela. Pacífica aproveitou aquele momento para se sentar e beijar Mabel com força nos lábios. Ela podia sentir o gosto do Dipper e dela mesma na língua da Mabel enquanto cada uma tentava ganhar vantagem, suas línguas tentavam lutar uma contra a outra até o fundo da boca da parceira. Os olhos da Pacífica reviraram. Dipper sentiu os músculos do túnel da Mabel se contraírem com esperança e antecipação. Os sucos dela explodiram nas papilas gustativas dele e Dipper Bebeu tudo que conseguiu na garganta e no estômago; saiu de debaixo do corpo trêmulo da Mabel. Um pouquinho mais escorreu e começou a sujar os lençóis dela. Foi aí que percebeu que tinha nascido pra uma cama king size, elas tinham mantido as camas juntas por muito tempo. "Agora quem quer ser levado?" Mabel e Pacifica olharam pro Dipper, ele olhou pros corpos delas, cheios de tanta vida. A bunda incrível da Mabel tremendo e se apertando. Com o rosto e o pescoço vermelhos brilhantes, Pacifica se abaixou e pegou um pouco de porra que a Mabel tinha deixado passar, tava grudado no mamilo duro dela. As aréolas dela eram muito mais óbvias, mais escuras. Pacifica pegou o fio de porra e colocou na boca. Ela sorriu em volta do dedo indicador e inspirou, era salgado e gostoso. As bochechas dela ficaram num tom que lembrava mais beterraba. A pica do Dipper começou a tremer de antecipação. Pacifica se aproximou da Mabel. Deu um tapa à vontade com uma mão na bunda da Mabel, fazendo ela se mexer por doze segundos. A Mabel teve que enfiar a cabeça no travesseiro e soltar umas gargalhadas. Pacifica continuou avançando com o cabelo caindo em volta como uma cascata de ouro. Ela se arrastou sedutoramente pra frente até ficar nariz com nariz com o Dipper. Ela se agachou e se alinhou em cima da pica esperando do Dipper. Ela começou a descer devagar em cima dele. Parou no meio do caminho. A maior parte do monstro carnudo firmemente enrolado na entrada dela. Aí ela se inclinou pro lado o máximo que pôde e pegou a garrafa d'água que tinham deixado na cama. Ela deu um gole grande e entregou pro Dipper, ele ignorou os comprimidos derretendo e tomou o próprio gole. Com uma batida dos corações, ele se enfiou completamente nela. Pacifica começou a se mover pra cima e pra baixo repetidamente, a bunda dela quicando pra cima e pra baixo nas bolas dele por via das dúvidas. Não doeu. Tanto quanto esperava, de qualquer forma, isso o excitou ainda mais. Ele podia sentir suas bolas trabalhando horas extras pra produzir mais porra pra derramar dentro dela. Pacifica se sentia no paraíso, ele tava rasgando as entranhas dela, e ela sentia como se ele tivesse empurrando o estômago e outros órgãos, transformando ela numa sopa gigante de prazer. A pica do Dipper tava mexendo com algo primitivo nela. Os dois soltaram gemidos e grunhidos de prazer. Ela tava surpresa de conseguir se mexer depois do que tinha rolado, quanto mais foder alguém. "Aaaaiiiihhh Dip-dip-DIPPPPPPEEEERRR!" Pacifica gritou enquanto se apertava em volta dele e ele batia nela mais uma vez, a bunda dela batendo nas bolas dele e ele espirrando porra dentro dela com a pica. Dipper depositou a carga dele dentro das paredes dela antes de uivar. Pacifica beijou ele em agradecimento antes de cair devagar pra trás. Mabel tinha se levantado e tava engatinhando de joelhos, lambeu a buceta da Pacifica e depois a pica do Dipper. A porra dele tinha um gosto incrível! E estar na buceta da Paccy e misturar com os sucos dela completou o sabor. Ela se moveu até ficar em cima do Dipper. "Quero uma vez com seu Ursão agora." Disse Mabel num tom infantil, com um pouco de ceceio pelo cansaço. Dipper obedeceu e Mabel se arrastou pra trás, a pica dela começava a murchar e ela sabia que não podia deixar isso rolar. Na posição de cowgirl reversa, começou a empurrar o pau murcho pra dentro dela até ele voltar à vida. O orgasmo dela foi mais rápido dessa vez. Mais forte e mais intenso. Quase se sentiam completos, como se um par de peças faltando do quebra-cabeça finalmente tivesse se encaixado. Até se encaixavam melhor um no outro. Dipper estendeu a mão pra cima e segurou os peitos dela, apertando com força até Mabel gritar por Deus e gozar na cintura dele. Ele devolveu o favor. A porra dele escorria em volta da rolha da pica dele. Pacifica assobiou e os gêmeos olharam pra ela com as pernas bem abertas. Mabel se arrastrou pra frente e sentou pra que as bucetas delas se esfregassem uma na outra. O sêmen dele escorria da buceta da Pacifica e caía em Mabel. Ele se levantou e foi até elas. Agarrou as nádegas da Pacifica pra se estabilizar. "Da próxima vez." Sussurrou enquanto apertava. "O quê?" As garotas disseram ao mesmo tempo. "Nada." Ele enfiou primeiro na Pacifica e depois na Mabel. Foi fundo, as posições delas estavam perfeitamente ajustadas pra ele ir o mais longe possível antes de sair e entrar de novo na outra. Ele sentiu um prazer mais intenso com elas, como se fossem dois vícios de carne tentando enfiar o máximo dele dentro delas. Tocou os mesmos lábios dos úteros delas. Às vezes tirava e provocava esfregando o eixo ao longo dos lábios das bucetas delas. Elas se uniam, balançando juntas. Ele enfiou pela última vez na Pacifica e depois na Mabel. Depositou uma carga final em ambas antes de enfiar o pau entre elas e disparar os nadadores restantes sobre as barrigas e peitos delas. Elas começaram a se esfregar uma na outra. Os peitões macios soltavam um chiado leve. Dipper caiu pra trás. As duas garotas se mexeram e se deitaram de cada lado dele. Abraçaram ele e deixaram as cinturas e as metades de baixo babando no ar. Na sala, tava mais quente que no teatro. Dipper girou um pouco a cintura e enfiou em Mabel enquanto também enfiava a maior parte da mão livre na Pacifica. Selou elas pra que nada pudesse vazar. Fez isso inconscientemente. Assim como o resto da noite, onde ele ficou trocando o pau entre elas, tirando um pouco só pra acariciar a outra. Ninguém se sentiu excluído. "Tá bom, sério, o que tá rolando entre vocês três? Eu vejo como vocês trocam olhares." Wendy disse seca enquanto Mabel corava. No quarto ao lado, atrás da cortina, Dipper segurou a cintura da Pacifica perto da dele e eles se deram beijinhos nos lábios. Os três tinham ido de Férias em Gravity Falls, onde moravam alguns amigos, e eles tinham ido visitar os tios-avós durante as férias de Natal. Claro, era difícil manter em segredo um relacionamento a três/ ménage, mas estavam se virando. Exceto, é claro, quando se tratava da Wendy. "Será que ela sabe guardar um segredo?" Mabel disse nervosamente.pacifica
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