Nani Amoroso gostosa

Nani Amoroso gostosaNani observou seu colega de quarto Stitch andando pela casa de quatro. O experimento alienígena nem ligou pra ela e continuou seu passeio todo estranho. Ela franziu a testa, desde que Lilo foi pra faculdade o monstrinho azul tava agindo diferente. No começo ela achou que era por causa da partida da melhor amiga dele, mas agora tava começando a repensar essa ideia. Ele tava mal-humorado, melancólico e até meio violento às vezes. Outro dia, quando ela tava servindo o jantar pros dois, ele mordeu a mão dela com tudo. Quase não falava mais, só respondia com uns grunhidos evasivos. Nani não sabia como lidar com isso, e pra piorar, Jumba e Pleakley tinham ido pro espaço numa tal de "missão super importante de ciência e reavaliação". Eles sumiram só alguns meses depois que Lilo foi pro segundo ano na escola havaiana de dança hula. Isso deixou o clima em casa bem pesado, Jumba e Pleakley normalmente ajudavam Stitch com o que quer que tivesse incomodando ele, mas agora era só ela e a criaturinha. Ela não fazia ideia do que fazer. "Stitch? Cê quer café da manhã?" Perguntou enquanto o bichinho azul se jogava na frente da porta da frente. Ele olhou pra ela com as orelhas pra trás e os olhos semicerrados. "Ni." Respondeu antes de virar de volta pra porta. Nani pegou o prato que tinha deixado na mesa. "É a refeição mais importante do dia." Falou com uma voz meio cantarolada. Ele olhou pra ela e mostrou a língua comprida, grossa e chata. "Fiz o seu favorito." Disse finalmente entregando o prato pra ele. "É uma delícia." Ele esticou uma pata, pegou o prato, levou à boca e engoliu tudo de uma vez. Ficou emburrado, olhando pra porta. Nani franziu a testa antes de desistir e se afastar. Por sorte era domingo, então o turno dela só começava amanhã, mas mesmo assim isso significava que tinha que ficar presa numa casa com o psicopatinha raivoso por vinte e quatro horas. Nani suspirou e começou a subir as escadas pro quarto dela, podia ler uma revista ou olhar no computador fotos dela e do ex-namorado. Não que ela não gostasse dele, mas eles se distanciaram. Ela tava passando pelo quarto do Jumba quando ouviu um bipe e um zumbido vindo de dentro. Ela parou e fechou os olhos. "Por favor, não seja uma bomba." Falou enquanto abria a porta, os bichos esquisitos sempre deixavam um explosivo pra ela lidar quando iam embora. Entrou no quarto escuro, eles até tinham deixado as cortinas fechadas. Tateou procurando o interruptor e acendeu a luz. O quarto tava cheio de peças de máquina, pedaços de metal quebrado e o que parecia comida viva pela metade. Ela foi abrindo caminho pela bagunça ouvindo atenta o som de novo. Um bipe veio de uma pilha de perucas velhas, ela começou a revirar elas. Finalmente ficou exposto o que parecia um saleiro cheio de botões e perninhas grandes. Ela olhou pra ele inclinando a cabeça pro lado. Era feito de um material de latão roxo e as luzes na lateral piscavam pra ela. "Que porra é essa?" Falou se inclinando pra frente pra tocar nele. De repente, a parte de cima abriu e apareceu um holograma do Jumba, Nani pulou pra trás e caiu sentada com força no chão. Ela gritou, segurou as costas e se firmou no chão. "Não seja a jovem Nani assustada ou a menina quase adulta, pro seu bem criei um dispositivo de pré-gravação que rouba a cara e a voz da gravadora, até-til-til" Nani deu um tapa forte na máquina e a mensagem continuou de onde tinha congelado, até pulando um pouco pra frente. "O comportamento do Stitch tá diretamente ligado aos desejos de acasalamento dele... e como normalmente esqueci de criar duplicatas pros direitos reprodutivos... por que eu não tive participação na criação desses? Uma espécie real... hmmm... isso vale a pena reafirmar... de qualquer forma, o experimento 626 que venho observando cada vez mais próximo dos humanos ao longo dos anos, eu teorizei... que... isso-a-a-a" Nani franziu a testa e deu outro chute. Claro que ela não podia simplesmente deixar um bilhete ou algo normal. Ah, não, quando o experimento em miniatura ficava de pau duro, ela tinha que deixar uma mensagem estranha e enigmática. A imagem de Jumba mudou para uma cidade que estava sendo destruída aos poucos. Um Jumba horrorizado reapareceu na tela. "O Experimento 626 não pode ficar com sentimentos de luxúria inadequada, isso precisa ser saciado. Por qualquer meio necessário... odeio te dizer isso, sua garotinha terráquea gostosa... mas se chegar a hora, talvez você precise virar parceira de acasalamento." "O QUÊ?!" Nani gritou furiosa, pulando e pegando a máquina, sacudindo ela pra todo lado. De jeito nenhum, de jeito nenhum a irmãzinha dela ia dar pra Stitch! Aquilo era loucura, ele era um alienígena! Ela tava na faculdade. "Stitch precisa que a luxúria dele atinja um nível controlável, senão uma grande frustração vai levar a tendências destrutivas e o mundo civilizado vai pirar." Nani suspirou e começou a andar de um lado pro outro no quarto, chutando de vez em quando pilhas de roupas que tinham sido roubadas ao longo dos anos. "Loucura, loucura, burrice, burrice, burrice." Ela reclamou. Ela, claro, não queria que o mundo acabasse, mas a irmã dela transar com o Stitch? Aquilo era loucura, perigoso e tava fora de cogitação. Ela fez uma pausa, mordeu o lábio, suspirou e esfregou os olhos. Finalmente, tomando uma decisão, ela assentiu e confirmou que era a coisa certa. Saiu do quarto fazendo uma lista de algumas coisas que seria melhor pegar de antemão. Jumba começou a se mexer de novo na tela. Garante que você coloca as duas capas protetoras de borracha, porque o 626 tem um pau extremamente comprido e forte, ele rasgaria uma e também controlaria os reguladores hormonais. Ah, e garante que ele só ejacula na pele externa. E limpa na hora. É muito potente e não é impossível engravidar só pelo contato com a pele.morenaStitch, entra aqui!" Nani chamou do quarto dela. Ela se reclinou na cama, com a bunda nua. A pele bronzeada brilhava na luz, já tinha se masturbado um pouco, então tava no limite do tesão e o cheiro já tinha começado a encher o quarto com aquele almíscar forte. Ela tinha fechado as cortinas e diminuído a luz pra um brilho suave. O quarto inteiro parecia muito sexual por causa da iluminação ambiente. Nani se reclinou, os peitos dela eram cheios mas continuavam firmes. A bunda e as cadeiras de hipopótamo estavam abertas pra ele. Stitch abriu a porta do quarto. Ele fez uma pausa e cheirou antes de entrar, sentindo claramente que algo tava errado. "Eu sei que você tem andado estressado ultimamente... e bem... espero que isso possa ajudar." Os olhos do Stitch se arregalaram diante da beleza havaiana de pele escura que ele tinha na frente. O cabelo preto comprido caía sobre um ombro e escondia parcialmente o corpo dela, mas pelo que ele podia ver. A nudez gloriosa e abundante. O coração dele começou a tremer e ele sentiu o pau começando a deslizar pra fora da capa. Nani ofegou surpresa, não esperava que precisasse dessa pequena provocação. O pau dele surgiu do corpinho azul peludo. Era tão único quanto ele, vermelho com um tom arroxeado, a cabeça do tamanho de uma laranja, mas curiosamente parecia ter um mais comprido e fino correndo ao lado, ela tinha achado que era uma veia até ver ele se contrair e o pau mais fino mas mais comprido se separar do mais grosso. Um longo fio de baba começou a escorrer pelo canto da boca dele enquanto ele olhava pra ela com luxúria. "Bom, o que você tá esperando?" Nani perguntou enquanto se deitava na cama e abria as pernas. A buceta dela, acabada de depilar e escorrendo, tava pronta pra ele. Ela ouviu o barulho das unhas e o som dos pés, de repente ele tava do lado da buceta dela. Ela podia sentir ele olhando fixo. Depois de uma longa lambida, ela arqueou as costas e gemeu. Algo tava estranho. com a língua dele, quase dava pra sentir um gosto ácido. Ela não sabia, mas tava secretando um hormônio, um que quase intoxicaria qualquer espécie que estivesse na ponta receptora do órgão sensorial. Acumularam pontos de saliva e ele lambeu ela de novo, se arriscando um pouco, a língua comprida e larga esticando pros dois lados e começando a fazer círculos no sentido anti-horário. Nani arqueou as costas e se empurrou contra a cama, precisava de mais dentro dela. "PORRA!" Ela gritou, Stitch parou e olhou pra ela curioso. "Não para." Ela ofegou, se sentindo como se tivesse acabado de correr uma maratona, mas ainda não tinha terminado. "Tá bom." Ele respondeu. Ela ouviu as garras dele se afastando. Esperou pacientemente de olhos fechados o prazer voltar pra buceta dela... esperou... e esperou... Abriu os olhos e sentou, Stitch tinha sumido. "Stitch?" Perguntou desconfiada, a porta ainda tava fechada, então ele não podia ter saído por ali. Aí ouviu um rangido e olhou pra cima. Ele tinha escalado as paredes e chegado no teto. Sorriu pra ela, as pirocas dele enroladas uma na outra igual um parafuso. A criaturinha demoníaca riu enquanto pulava do teto. Nani ofegou de susto e caiu pra trás. Ele aterrissou entre as pernas dela e abriu elas sem esforço. A cabeçona dele se alinhou na entrada dela. A única coisa que ele fez mais devagar foi cuspir pra dar uma lubrificada a mais. Aí enfiou a ponta do membro dentro dela. Fez uma pausa e continuou como se tivesse enfiando uma tomada na parede. Nani ofegou e gritou por Deus. Stitch gemeu com o aperto do buraco. Começou a meter feito um louco, tirava quase até a ponta e depois garantia que a piroca toda descansasse dentro dela por um minuto antes de empurrar e mexer os quadris de novo. Nani respondeu levantando os próprios quadris. Stitch rosnou e os braços secundários dele cresceram, agarrou ela pelos quadris e levantou ela bruscamente da cama. Nani se levantou com os braços. Ele era enorme, grande demais pra ela. Ou pelo menos era o que ela pensava, ele devia ter esticado ela ao meio com aquela pica enorme... mas de algum jeito o tamanho e a dor só deixaram tudo melhor. Nani ofegou e gemeu, ela realmente sentia as picas dele pulsando e batendo, e uma delas se mexia, como se tentasse moldar ela por dentro... como se quisesse transformar ela na própria manga de buceta pessoal dele. Nani começou a gozar uma vez atrás da outra. Ela era tipo uma torneira, o esperma escorria em volta dos dois e molhava os lençóis. Ela sabia que tinha que aguentar tudo isso uma vez e depois, com sorte, tudo voltaria ao normal e os dois nunca mais precisariam fazer isso de novo. Primeiro ela tinha que dar um jeito de sobreviver a isso. Esse era o problema. A pica dele não tinha remorso, simplesmente entupiu ela por completo e depois esticou um pouco mais, só por garantia. Não ajudava que ele tava sorrindo igual um maluco e empurrando ainda mais forte. Nani gemeu e mordeu os lábios grossos e inchados. Ela não fazia ideia, mas os peitos e a bunda dela estavam começando a crescer, a saliva e o hormônio que ela soltava transformavam ela no veículo perfeito pra carregar a semente dele. Aí ele parou. O prazer sumiu quase na hora e ela franziu a testa, olhando pro Stitch, a buceta dela coçava e formigava de tesão, e pela expressão da carinha monstruosa dele dava pra ver que ele tava se divertindo. Então por que ele parou? Ela apertou as nádegas recém-crescidas e sentiu alguma coisa tocando o cu dela. Olhou pra baixo entre os dois e os olhos dela arregalaram. Agora ele tinha duas picas. Uma tinha se soltado da outra. "E-espera." Ela disse, tentando implorar. Mas foi inútil. Ele agarrou os quadris dela e empurrou. A pica dele se contorcia e se retorcia ansiosa dentro da bucetinha apertada dela e do cu dela. Ela ofegou e tentou recuar, eram grandes demais! Ele ia partir ela ao meio! Em vez disso, ele agarrou ela com mais força e segurou firme. no lugar. Ela gemeu quando a língua comprida, grande e chata dele saiu da boca e pegou um dos peitões dela na boca. Ela tentou não chorar de prazer enquanto ele continuava bombando dentro dela. Tava mais que cheia, tudo que ela conseguia fazer era se deitar e deixar o prazer rugir sobre ela. A pele suada brilhava, a cara coberta de baba escorria e a buceta dela transbordava de orgasmo atrás de orgasmo entorpecente enquanto ela andava e explodia em volta das pirocas do tamanho de monstro dos alienígenas pequenos. Finalmente ela sentiu ele se tensar e aí ele dobrou os esforços. Ela gritou e ele urrou enquanto gozava bem fundo no cu e no útero dela. Ela sentiu ele enchendo ela e depois escorrendo pra fora. Os dois ficaram assim por uns segundos até que ele agarrou ela com força, apertou o corpinho gostoso e macio dela e girou ela pra agora descansar em cima dos peitos e das mãos. Ela deixou ele entrar nela de novo. Cansada demais pra lutar. Cansada demais pra fazer qualquer coisa além de deixar ele estuprar ela igual uma puta.vadiaEla sabia disso. Ela era dele. Mente, corpo e alma. "Nani, cheguei!" Lilo gritou animada enquanto passava pela porta da frente, suas tetonas de adulta balançando no sutiã e na camisa apertados demais. Ela parou na sala de estar. A bolsa caiu atrás dela e ela ofegou. Sentada como um cachorro estava sua irmã mais velha. Nani tinha uma barrigona de grávida e estava chupando as pirocas enormes do Stitch. Ele estava desembainhado e ambos expostos pra nova putinha apreciar. Nani olhou pra irmã com os olhos arregalados e assustados. Desde que transou com o Stitch pela primeira vez, tudo tinha sido assim sem parar. Ela tinha que satisfazer ele pelo menos seis vezes por dia, seja com a boca, as tetas, o cu ou a buceta. Tudo. Tudo pertencia àquele alienígena lindo. A barrigona dela era obra dele e ela sabia que ia dar à luz a qualquer hora. Tinha esperado pelo menos ter os bebês antes da Lilo chegar em casa. A irmã mais nova olhou pros dois com raiva. Balançou a cabeça com desgosto. "Nem podia ter esperado até eu chegar em casa?" Stitch sorriu e balançou a cabeça, sem jeito. Nani olhou entre os dois, com os olhos arregalados e confusa. "O-O quê?" "Nani, eu morei com ele praticamente a vida toda. Cê acha que eu fiquei essa gostosa do nada? Tô chupando ele há anos." Disse Lilo feliz enquanto se sentava ao lado da irmã grávida. "Sabia que ele era tão fértil que queria testar na minha buceta, mas sabia que ele me engravidaria sem pensar duas vezes. Parece que você levou a pior." Ela tocou brincando a barriga da irmã e Nani gemeu. As cólicas tinham aparecido a manhã toda, mas ela não tinha pago a conta do telefone e era grande demais pra caber no carro. Tinha talvez uma dúzia de pontinhos ali. Ela simplesmente sabia. "Então valeu por isso." Disse Lilo enquanto pegava a pau do Stitch e começou a bombear ela antes de agarrar a cabeça da Nani e puxar ela pra perto da ferramenta enorme de fazer bebês do Stitch. Nani soltou um grito de protesto antes de dar o consentimento dela e deixar a cara ser empurrada contra a pauzona que ela tinha aprendido a adorar. Ela começou a mexer a cabeça e a chupar que nem uma condenada. Lilo levou a mão pra própria bunda e tirou o shortinho. "Aliás, agora você não pode mais me dizer que não faço nada do que quero. Quer dizer, olha pra você! Tá grávida!" Nani viu a Lilo sentar no pau do Stitches, com o outro ainda na boca dela. A cara da Lilo virou um 'o' de prazer quando ela começou a rebolando nele. Tinha deslizado sem problema nenhum. Stitch sorriu e lambeu a garota de cima a baixo umas quantas vezes enquanto empurrava tanto a boca da Nani quanto a buceta da Lilo. Os sucos da menina escorreram e se acumularam no colo do Stitch antes de pingar na boca da irmã mais velha. Nani ofegava pelo nariz e Lilo olhava pro teto em êxtase. Arrancaram a blusa dela e Stitch olhou com tesão pros peitões lindos e marrons dela quicando na luz. Lambeu ela até os bicos ficarem bonitos, grandes e duros. Lilo começou a gritar quando o orgasmo bateu nela longo e forte e sem fim. Nani se afastou do Stitch quando ele começou a gozar, a substância grossa e brilhante espalhada na cara dela. Cobriu ela com o que pareciam litros de porra. Aí ela ofegou e se dobrou no chão. Abraçando a barriga enquanto o primeiro filho saía dela. E aí outro. E aí outro. E assim por diante e assim por diante. Lilo pegou a mão dela e Stitch separou os filhos da porca reprodutora querida dele. Os olhos da Nani viraram e ela não sentia nada além de prazer. Não fazia ideia de que parir podia ser tão... libertador! A porra escorria dos peitos dela até os bebês amorosos chuparem com vontade. Ela olhou pra baixo. Ainda sobravam muitos. Ela engoliu em seco e soube de três coisas: 1) Os peitos dela iam ficar enormes e doloridos depois de amamentar a ninhada gigante. 2) Lilo e Stitch eram donos da vida dela agora. 3) Nada ia ser igual. Ela embalava os bebês enquanto eles mamavam na mãe. Lilo e Stitch olhavam com sorrisos largos. Agora a única coisa que precisavam fazer era engravidar a Lilo igual à irmã dela e tudo ficaria perfeito. Quem sabe até poderiam ficar grávidas ao mesmo tempo!Lilo e Stitch
Nani Pelekai
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