Fui pro trabalho. Os escritórios da empresa onde comecei a trabalhar não ficavam muito longe do terreno onde eu morava. E, na real, no escritório, o que eu fazia era limpar, jogar lixo fora, ir pagar alguma conta, depositar coisas assim, e cuidar do terreno, porque tinha material e ferramentas caras. Também abria e fechava o portão do terreno quando os caminhões entravam pra carregar ou descarregar. Mas eu sabia que minha mãe tinha ficado com vontade de pica e com aquela sensação de sentir a bunda dela de novo. Eu tinha gostado da posição de puta que ela tinha assumido, não conseguia tirar aquela imagem e aquela sensação de quando eu tava penetrando minha mãe, ela empinada e bem enfiada enquanto eu acariciava a bunda dela. Não me deixava concentrar no trabalho. Aí fui no banheiro, molhei um pouco a cabeça pra ver se aquela imagem sumia e eu conseguia me concentrar. Saí do banheiro e comecei a fazer a limpeza rápido: varri, passei pano, joguei o lixo fora, fui buscar o café da manhã do pessoal, e de quebra tomei café também. Falei pra encarregada, que na época era uma contadora: "Vou lá no terreno pra catar o lixo e ir arrumando o que estiver fora do lugar." Ela disse: "Pode ir, tranquilo." Quando saí do escritório, eram 11:30. Cheguei no terreno e fui pro quartinho onde eu morava. Minha mãe já tinha chegado da secretaria da minha irmã. Ela me olhou e disse:
**Mãe:** Oi, love, já chegou? Quer comer alguma coisa?
**Eu:** Sim. Porque hoje de manhã não consegui tomar café direito e fiquei com fome.
**Mãe:** Então, love, quer terminar seu café? Esquento pra você.
**Eu:** Sim. Quero terminar meu café.
**Mãe:** Vem então, que agora ninguém vai interromper a gente. Sua irmã ficou na escola e só vai sair às 2:00 da tarde.
Ela estava vestida com uma saia e uma blusa, meio de costas, como se dissesse: "Aqui está seu café, love, é seu, come." Eu me joguei como uma fera em cima da presa. Comecei a acariciar a bunda dela, as pernas, e dava uns tapas na bunda enquanto acariciava. Desabotoei a saia dela e deixei cair. Ela tava de calcinha daquelas de vovó, fui descendo devagarinho. Depois separei as pernas dela pra enfiar meu nariz entre as coxas e sentir o cheiro daquele cuzinho dela, hummm que delícia. Aí peguei as nádegas dela com as mãos, abri e comecei a passar a língua bem devagar naquele buraquinho, beijava, mordia as nádegas dela e ela falava: "assim, love, assim, continua, que gostoso, continua". Eu continuei passando a língua, queria deixar bem lubrificado. Nisso, minha mãe falou: "vem, vamos pro colchão, vou ficar confortável pra você aproveitar". Ela se colocou de novo de putinha e eu atrás dela, lambendo aquela bunda que cheirava divino e era linda, bem apertadinha. Depois ela foi se ajeitando até chegarmos na posição 69, ficamos um tempão ali aproveitando nossas carnes. Aí ela foi descendo até levar a buceta dela pro meu pau e enfiou ela mesma, deixando as costas pra mim, subia e descia. Nisso eu falei: "vem, vira". Ela se levantou, eu me acomodei bem no colchão, meio sentado, e falei: "vem, senta aqui". Ela foi se ajeitando e eu disse: "não, pela sua buceta não, pelo seu cuzinho, quero abrir". Mamãe: "tão rápido? Pensei que você ia ter mais vontade, mais desejo, mas vejo que já quer me arrebentar. Mas é o que você mandar, love, por algo você é meu homem. E se meu homem quer arrebentar meu cu, vou te satisfazer". Eu: "você mesma vai enfiando, devagar". Ela se ajeitou, eu peguei as nádegas dela e abri o cuzinho enquanto ela ia sentando. Dava pra ver a cabeça do meu pau abrindo aquele cu, era uma delícia. Entrou minha cabeça e eu falei: "não se mexe, fica assim, quero que você aperte meu pau com seu cu". E ela fez isso, sentia como se estivessem estrangulando meu pau. Depois falei: "vai descendo devagar". E eu podia sentir meu pau entrando naquele cu lindo e gostoso. Mamãe: "aai, que pau gostoso, aai, tudo, tudo, love, tudo". Entrou tudo e ela ficou sentada por um tempinho, estávamos de frente e eu queria meter e tirar. Nisso ela falou: "não". Espera, deixa eu moldar minha bunda com isso. Quero sentir a grossura da sua pica abrindo meu cu. Daí ela começou a descer e subir bem devagar, até que eu não aguentei mais. Agarrei ela, abracei e comecei a meter forte. Ela gritava, e eu não queria parar. Os gemidos dela me excitavam mais e mais, e eu metia cada vez mais forte. Ela pediu: "Não, filho, me solta, tá doendo." Eu não liguei e, do jeito que dava, ajustei ela pra poder ficar de pé. Fiz isso: carreguei ela e segurei com gosto. Sentia uma delícia quando minha pica entrava naquele cu. Me sentia muito bem, como se estivesse abrindo tudo. Eu não parava de meter. Nisso, falei: "Mãe, vou gozar." Ela tava agarrada no meu pescoço, com a cara virada pra trás. Quando eu disse que ia gozar, ela virou pra me olhar e falou: "Sim, amor, goza dentro." Mas eu ouvi a voz dela bem fraca. Quando virei ela de frente, vi as lágrimas. Isso me excitou ainda mais, e continuei metendo até gozar. Abracei ela enquanto explodia dentro dela. Terminei e fui descendo bem devagar pro colchão, deitando com ela em cima de mim. Ela se levantou, ficou me olhando e, quase chorando, disse:
**Mãe:** Sabe o que você acabou de fazer, filho?
**Eu:** O que eu fiz, mãe?
**Mãe:** Você acabou de manchar sua mãe. Me tratou como uma puta. Me comeu sem piedade. Dava pra ver como você tava curtindo, só isso.
**Eu:** Não gostou, mãe?
**Mãe:** Sim, e isso foi o pior. Gostei do seu jeito bestial de arrebentar meu cu.
**Eu:** Então isso você vai se arrepender.
Ela disse: "Vamos tomar banho, quero que você chupe minha buceta pra ver se acalma essa dor no meu rabo." Mas isso é outra história. CONTINUA...
Depois de resolver com minha mãe, a gente tomou banho junto e, desde aquele dia, não parávamos de transar. Comíamos de dia, de noite, tomávamos banho juntos. E isso despertou a curiosidade da minha irmã. Numa ocasião, ela me disse:
**Irmã:** Irmão, você não ouviu barulho à noite?
**Eu:** Que barulho?
**Irmã:** Sim, barulhos quando a gente tá dormindo. Escuto minha mãe fazendo barulho.
**Eu:** Como se eu não soubesse de nada. E que barulho ela faz?
**Irmã:** Como se ela estivesse ofegante... A respiração dela é assim, e às vezes ela meio que geme, mas sei lá, você não ouviu ela não. Eu: Não, verdade, como eu durmo muito pesado, não ouço nada. Aí ela muda de assunto. Passou a tarde e já de noite eu contei pra minha mãe o que minha irmã tinha me falado, e Mãe: Falou que a gente vai ter que fazer no chão, não no colchão, ok falei. Aquela noite a gente trepou normal, como toda noite. Foi um sábado pra amanhecer domingo. Eu e minha mãe acordamos e nos certificamos de que minha irmã tava dormindo. Eu desci do colchão, minha mãe colocou um lençol no chão, eu sentei e minha mãe se deitou de bruços e começou a chupar minha pica. Ela chupava tão gostoso que eu me perdi por um momento enquanto aproveitava aquela chupada de pica que minha mãe tava me dando. Não sei como virei meu rosto pra onde minha irmã tava e eu pude ver ela acordada, observando como minha mãe chupava minha pica. Era tanto prazer que quando eu vi ela, isso me excitou mais e eu pude ver como ela se lambuzava com a pica que minha mãe tava comendo. Depois coloquei minha mãe de putinha sem ela perceber que minha irmã tava nos vendo. Peguei minha pica e mostrei pra minha irmã, tipo dizendo "olha o que sua mãe come", e coloquei a bunda da minha mãe pra minha irmã poder ver melhor como a pica entrava na minha mãe, e fui metendo devagarzinho. Minha mãe começou a gemer, pediu mais: "assim, meu amor, me dá mais, você é meu macho, meu homem, dá pica pra sua garota". Minha irmã observava como eu comia a mãe dela. Depois mudei de posição, ela de agachada na minha pica e ficando de frente pra mim, fiz isso pra minha irmã poder ver sem problema como minha mãe era penetrada. Fiquei assim até gozar dentro dela. Terminamos, minha irmã fechou os olhos e continuamos dormindo eu e minha mãe. Foi no decorrer do dia que minha irmã vestiu um shortinho bem curto e só um sutiã, e andava assim. Eu ali foi quando comecei a ver ela como mulher. Minha mãe fala: "Vou na loja comprar um refrigerante". Eu: "Sim, mãe, com cuidado". Minha mãe foi. A loja e minha irmã: ela me diz "agora entendo os barulhos que minha mãe faz, você tá comendo ela, safado".
Eu: "É, ela gosta. E você também não gostou, não? Se quiser, um dia eu te como também, já que você tá crescendo."
Irmã: "Você tem a pica muito grande e grossa, irmão. A verdade é que é bem gostosa, e agora entendo a mãe, que já tava precisando de um homem. Hoje você vai comer ela de novo."
Eu: "De noite."
Irmã: "Me deixa ver de novo? Gostei de como sua pica entra na buceta da mamãe, como vai abrindo os lábios dela."
Eu: "Pode ser. Mas não faz barulho, ok? E sabe, quero que você se vista assim de agora em diante."
Irmã: "Como você quiser, eu gosto."
Eu: "Assim, com seu short e seu sutiã."
Irmã: "Tá bom. Melhor ainda, vou dar um jeito de tirar o sutiã."
Eu: "Fechou, vou te comer." E foi assim que minha irmã começou a ver toda vez que eu comia a mamãe. E um dia, eu e a mamãe estávamos tomando banho juntos, e eu tava bem enfiado no cu dela, e ela dizia: "Assim, papai, assim, fode a sua mãe. Me pede o que quiser, mas não para de me comer." Ela repetiu várias vezes, até que eu falei:
Eu: "Tem certeza que me dá o que eu quiser? Responde."
Mamãe: "Sim, papai, o que você quiser, me pede, mas jura que não vai parar de me comer."
Eu: "Não, meu amor, essa pica é sua. Mas quero que você arrume uma coisa pra mim."
Mamãe: "Sim, meu amor, me diz o que você quer."
Eu: "Quero a minha irmã. Quero a bunda da minha irmã."
Mamãe: "Sim, filho, ela é sua. É só me falar quando quiser comer ela, que eu te dou. Mas continua me comendo."
Eu: "Ajeitei ela bem e carreguei pra meter mais forte, até que ela finalmente gozou, e eu depois no cu dela. Terminamos, tomamos banho e, quando estávamos nos vestindo, ela me disse: 'Você é um macho de verdade, um homem, e quer fazer da sua irmã uma mulher.'"
Eu: "É, já tá na hora dela merecer."
Mamãe: "Sim, meu amor, ela é sua. É só me falar quando quiser." Continuar...
**Mãe:** Oi, love, já chegou? Quer comer alguma coisa?
**Eu:** Sim. Porque hoje de manhã não consegui tomar café direito e fiquei com fome.
**Mãe:** Então, love, quer terminar seu café? Esquento pra você.
**Eu:** Sim. Quero terminar meu café.
**Mãe:** Vem então, que agora ninguém vai interromper a gente. Sua irmã ficou na escola e só vai sair às 2:00 da tarde.
Ela estava vestida com uma saia e uma blusa, meio de costas, como se dissesse: "Aqui está seu café, love, é seu, come." Eu me joguei como uma fera em cima da presa. Comecei a acariciar a bunda dela, as pernas, e dava uns tapas na bunda enquanto acariciava. Desabotoei a saia dela e deixei cair. Ela tava de calcinha daquelas de vovó, fui descendo devagarinho. Depois separei as pernas dela pra enfiar meu nariz entre as coxas e sentir o cheiro daquele cuzinho dela, hummm que delícia. Aí peguei as nádegas dela com as mãos, abri e comecei a passar a língua bem devagar naquele buraquinho, beijava, mordia as nádegas dela e ela falava: "assim, love, assim, continua, que gostoso, continua". Eu continuei passando a língua, queria deixar bem lubrificado. Nisso, minha mãe falou: "vem, vamos pro colchão, vou ficar confortável pra você aproveitar". Ela se colocou de novo de putinha e eu atrás dela, lambendo aquela bunda que cheirava divino e era linda, bem apertadinha. Depois ela foi se ajeitando até chegarmos na posição 69, ficamos um tempão ali aproveitando nossas carnes. Aí ela foi descendo até levar a buceta dela pro meu pau e enfiou ela mesma, deixando as costas pra mim, subia e descia. Nisso eu falei: "vem, vira". Ela se levantou, eu me acomodei bem no colchão, meio sentado, e falei: "vem, senta aqui". Ela foi se ajeitando e eu disse: "não, pela sua buceta não, pelo seu cuzinho, quero abrir". Mamãe: "tão rápido? Pensei que você ia ter mais vontade, mais desejo, mas vejo que já quer me arrebentar. Mas é o que você mandar, love, por algo você é meu homem. E se meu homem quer arrebentar meu cu, vou te satisfazer". Eu: "você mesma vai enfiando, devagar". Ela se ajeitou, eu peguei as nádegas dela e abri o cuzinho enquanto ela ia sentando. Dava pra ver a cabeça do meu pau abrindo aquele cu, era uma delícia. Entrou minha cabeça e eu falei: "não se mexe, fica assim, quero que você aperte meu pau com seu cu". E ela fez isso, sentia como se estivessem estrangulando meu pau. Depois falei: "vai descendo devagar". E eu podia sentir meu pau entrando naquele cu lindo e gostoso. Mamãe: "aai, que pau gostoso, aai, tudo, tudo, love, tudo". Entrou tudo e ela ficou sentada por um tempinho, estávamos de frente e eu queria meter e tirar. Nisso ela falou: "não". Espera, deixa eu moldar minha bunda com isso. Quero sentir a grossura da sua pica abrindo meu cu. Daí ela começou a descer e subir bem devagar, até que eu não aguentei mais. Agarrei ela, abracei e comecei a meter forte. Ela gritava, e eu não queria parar. Os gemidos dela me excitavam mais e mais, e eu metia cada vez mais forte. Ela pediu: "Não, filho, me solta, tá doendo." Eu não liguei e, do jeito que dava, ajustei ela pra poder ficar de pé. Fiz isso: carreguei ela e segurei com gosto. Sentia uma delícia quando minha pica entrava naquele cu. Me sentia muito bem, como se estivesse abrindo tudo. Eu não parava de meter. Nisso, falei: "Mãe, vou gozar." Ela tava agarrada no meu pescoço, com a cara virada pra trás. Quando eu disse que ia gozar, ela virou pra me olhar e falou: "Sim, amor, goza dentro." Mas eu ouvi a voz dela bem fraca. Quando virei ela de frente, vi as lágrimas. Isso me excitou ainda mais, e continuei metendo até gozar. Abracei ela enquanto explodia dentro dela. Terminei e fui descendo bem devagar pro colchão, deitando com ela em cima de mim. Ela se levantou, ficou me olhando e, quase chorando, disse:
**Mãe:** Sabe o que você acabou de fazer, filho?
**Eu:** O que eu fiz, mãe?
**Mãe:** Você acabou de manchar sua mãe. Me tratou como uma puta. Me comeu sem piedade. Dava pra ver como você tava curtindo, só isso.
**Eu:** Não gostou, mãe?
**Mãe:** Sim, e isso foi o pior. Gostei do seu jeito bestial de arrebentar meu cu.
**Eu:** Então isso você vai se arrepender.
Ela disse: "Vamos tomar banho, quero que você chupe minha buceta pra ver se acalma essa dor no meu rabo." Mas isso é outra história. CONTINUA...
Depois de resolver com minha mãe, a gente tomou banho junto e, desde aquele dia, não parávamos de transar. Comíamos de dia, de noite, tomávamos banho juntos. E isso despertou a curiosidade da minha irmã. Numa ocasião, ela me disse:
**Irmã:** Irmão, você não ouviu barulho à noite?
**Eu:** Que barulho?
**Irmã:** Sim, barulhos quando a gente tá dormindo. Escuto minha mãe fazendo barulho.
**Eu:** Como se eu não soubesse de nada. E que barulho ela faz?
**Irmã:** Como se ela estivesse ofegante... A respiração dela é assim, e às vezes ela meio que geme, mas sei lá, você não ouviu ela não. Eu: Não, verdade, como eu durmo muito pesado, não ouço nada. Aí ela muda de assunto. Passou a tarde e já de noite eu contei pra minha mãe o que minha irmã tinha me falado, e Mãe: Falou que a gente vai ter que fazer no chão, não no colchão, ok falei. Aquela noite a gente trepou normal, como toda noite. Foi um sábado pra amanhecer domingo. Eu e minha mãe acordamos e nos certificamos de que minha irmã tava dormindo. Eu desci do colchão, minha mãe colocou um lençol no chão, eu sentei e minha mãe se deitou de bruços e começou a chupar minha pica. Ela chupava tão gostoso que eu me perdi por um momento enquanto aproveitava aquela chupada de pica que minha mãe tava me dando. Não sei como virei meu rosto pra onde minha irmã tava e eu pude ver ela acordada, observando como minha mãe chupava minha pica. Era tanto prazer que quando eu vi ela, isso me excitou mais e eu pude ver como ela se lambuzava com a pica que minha mãe tava comendo. Depois coloquei minha mãe de putinha sem ela perceber que minha irmã tava nos vendo. Peguei minha pica e mostrei pra minha irmã, tipo dizendo "olha o que sua mãe come", e coloquei a bunda da minha mãe pra minha irmã poder ver melhor como a pica entrava na minha mãe, e fui metendo devagarzinho. Minha mãe começou a gemer, pediu mais: "assim, meu amor, me dá mais, você é meu macho, meu homem, dá pica pra sua garota". Minha irmã observava como eu comia a mãe dela. Depois mudei de posição, ela de agachada na minha pica e ficando de frente pra mim, fiz isso pra minha irmã poder ver sem problema como minha mãe era penetrada. Fiquei assim até gozar dentro dela. Terminamos, minha irmã fechou os olhos e continuamos dormindo eu e minha mãe. Foi no decorrer do dia que minha irmã vestiu um shortinho bem curto e só um sutiã, e andava assim. Eu ali foi quando comecei a ver ela como mulher. Minha mãe fala: "Vou na loja comprar um refrigerante". Eu: "Sim, mãe, com cuidado". Minha mãe foi. A loja e minha irmã: ela me diz "agora entendo os barulhos que minha mãe faz, você tá comendo ela, safado".
Eu: "É, ela gosta. E você também não gostou, não? Se quiser, um dia eu te como também, já que você tá crescendo."
Irmã: "Você tem a pica muito grande e grossa, irmão. A verdade é que é bem gostosa, e agora entendo a mãe, que já tava precisando de um homem. Hoje você vai comer ela de novo."
Eu: "De noite."
Irmã: "Me deixa ver de novo? Gostei de como sua pica entra na buceta da mamãe, como vai abrindo os lábios dela."
Eu: "Pode ser. Mas não faz barulho, ok? E sabe, quero que você se vista assim de agora em diante."
Irmã: "Como você quiser, eu gosto."
Eu: "Assim, com seu short e seu sutiã."
Irmã: "Tá bom. Melhor ainda, vou dar um jeito de tirar o sutiã."
Eu: "Fechou, vou te comer." E foi assim que minha irmã começou a ver toda vez que eu comia a mamãe. E um dia, eu e a mamãe estávamos tomando banho juntos, e eu tava bem enfiado no cu dela, e ela dizia: "Assim, papai, assim, fode a sua mãe. Me pede o que quiser, mas não para de me comer." Ela repetiu várias vezes, até que eu falei:
Eu: "Tem certeza que me dá o que eu quiser? Responde."
Mamãe: "Sim, papai, o que você quiser, me pede, mas jura que não vai parar de me comer."
Eu: "Não, meu amor, essa pica é sua. Mas quero que você arrume uma coisa pra mim."
Mamãe: "Sim, meu amor, me diz o que você quer."
Eu: "Quero a minha irmã. Quero a bunda da minha irmã."
Mamãe: "Sim, filho, ela é sua. É só me falar quando quiser comer ela, que eu te dou. Mas continua me comendo."
Eu: "Ajeitei ela bem e carreguei pra meter mais forte, até que ela finalmente gozou, e eu depois no cu dela. Terminamos, tomamos banho e, quando estávamos nos vestindo, ela me disse: 'Você é um macho de verdade, um homem, e quer fazer da sua irmã uma mulher.'"
Eu: "É, já tá na hora dela merecer."
Mamãe: "Sim, meu amor, ela é sua. É só me falar quando quiser." Continuar...
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