Fala galera, vou contar mais uma das minhas histórias. Essa foi quente e vergonhosa ao mesmo tempo. Acontece que, uns anos atrás, me mudei pra casa da minha avó, numa cidade grande (Córdoba). Minha vida era bem agitada porque, além das aulas, ainda tinha violão, inglês e futebol. Não costumava ter tempo livre durante a semana, mas um dia, tava meio resfriado, então quando saí da aula ao meio-dia, fui pra casa porque não aguentava mais o ranho e o calor infernal.
Cheguei em casa umas 14h, era horário de trabalho da minha avó, então como nunca ficava sozinho em casa, me despi, deitei um pouco no sofá e comecei a bater uma. Depois de um bom tempo, fui tomar banho, achando que tinha tempo livre até as 20h, quando minha avó chegaria. Nem levei roupa pro banheiro. Tomei um banho, me tocando todo, me sequei rápido e, pelado, fui no quintal pendurar a toalha. Voltei, fechei a cortina da sala, me joguei no sofá e comecei a me masturbar de novo. De repente, ouvi o barulho do portão. Levantei rápido, olhei pela janela e vi minha avó chegando. Saí correndo pro banheiro, fechei a porta e, na frente da pia, continuei a punheta.
Imagina minha surpresa quando a porta do banheiro se abre e minha avó entra rapidamente. A gente se olha. Não sabia se ria, chorava, saía ou ficava. "Me mijei, me mijei", ela disse, virando o rosto e abaixando a calça jeans. Nisso, eu já tinha virado de costas. Ela sentou no vaso e começou a mijar. Tava um silêncio tão grande que o mijo dela parecia uma daquelas chuvas torrenciais que inundam tudo. "Desculpa, desculpa, desculpa", ela repetia, "não sabia que você tava aqui, desculpa". Falei que não tinha problema e que ia sair. "Por que você tá pelado?", ela perguntou. "Acabei de tomar banho", respondi. "Ah, tá", ela disse. "Já vou sair", falei, e quando passei na frente dela, ela passou a mão numa das minhas nádegas e deu uma risada. Quando cheguei na porta, tirei uma das mãos do meu pau pra abrir a porta — ainda tava meio duro — e ela disse: "Deixa eu ver... Deixa eu ver o quê?", falei, soltando. Porta, essa mão aí, ela fala, apontando pra que tava tampando minha ereção, não falo nada, só rio. Ah, se eu já te vi desde que você nasceu, ela me diz, eu rio e ela fala vai, me mostra, meio na dúvida, tiro a mão, a gente tava de frente um pro outro, eu completamente pelado, passam 10 segundos e eu tampo de novo, a gente ri e ela fala não vi nada, e pega nas minhas mãos, tira elas e pega na minha pica, começou a endurecer de novo, eu puxo a cabeça dela e dou um beijo, pensei que ia gozar na hora, ela levantou do vaso, e meio que se deixou ver por um tempinho, mesmo que pelo ângulo e pelos não dava pra ver a buceta, eu virei e ela fala, que lindo que você é, você também vó, falei enquanto saía do banheiro com a pica prestes a explodir. Vale dizer que na família, sempre teve uma tendência meio nudista, mas aquilo já era outra parada, fui pro meu quarto e daí a pouco ela bate na porta, tá vestido? ela fala, tô, respondo, desculpa, tava vindo com pressa pro banheiro, não sabia que você tava em casa, sem problema vó, falei rindo, espero que aquele beijo sirva pra você me perdoar, ela fala, não precisava, falo rindo. Bom, vou tomar um banho que não aguento o calor, ela fala, ok vó, falei. Fui pra sala, ficar de bobeira no celular e daí a pouco ela aparece na sala, sentou do meu lado, usando uma camiseta comprida, massagem, ela fala apoiando os pés na minha cara, enquanto se ajeitava, pude ver pela calcinha fio dental transparente que tinha se depilado. Fiz massagem nela por um tempo nos pés, quando parei, ela passou os pés na minha pica, mas por cima da roupa, e enquanto ria, fala, a gente podia tirar tudo e ver um filme, né? Tá muito calor. Rio e falo que não, aí ela aproxima um pé da minha boca e fala dá um beijinho, e vou ser sincero, é algo que me daria nojo, mas é que eles parecem de porcelana, então dei um beijo, levantei e fui pra piscina. Talvez depois eu conte outras histórias mais, lembrar disso ainda me dá vergonha, kkkk.
Cheguei em casa umas 14h, era horário de trabalho da minha avó, então como nunca ficava sozinho em casa, me despi, deitei um pouco no sofá e comecei a bater uma. Depois de um bom tempo, fui tomar banho, achando que tinha tempo livre até as 20h, quando minha avó chegaria. Nem levei roupa pro banheiro. Tomei um banho, me tocando todo, me sequei rápido e, pelado, fui no quintal pendurar a toalha. Voltei, fechei a cortina da sala, me joguei no sofá e comecei a me masturbar de novo. De repente, ouvi o barulho do portão. Levantei rápido, olhei pela janela e vi minha avó chegando. Saí correndo pro banheiro, fechei a porta e, na frente da pia, continuei a punheta.
Imagina minha surpresa quando a porta do banheiro se abre e minha avó entra rapidamente. A gente se olha. Não sabia se ria, chorava, saía ou ficava. "Me mijei, me mijei", ela disse, virando o rosto e abaixando a calça jeans. Nisso, eu já tinha virado de costas. Ela sentou no vaso e começou a mijar. Tava um silêncio tão grande que o mijo dela parecia uma daquelas chuvas torrenciais que inundam tudo. "Desculpa, desculpa, desculpa", ela repetia, "não sabia que você tava aqui, desculpa". Falei que não tinha problema e que ia sair. "Por que você tá pelado?", ela perguntou. "Acabei de tomar banho", respondi. "Ah, tá", ela disse. "Já vou sair", falei, e quando passei na frente dela, ela passou a mão numa das minhas nádegas e deu uma risada. Quando cheguei na porta, tirei uma das mãos do meu pau pra abrir a porta — ainda tava meio duro — e ela disse: "Deixa eu ver... Deixa eu ver o quê?", falei, soltando. Porta, essa mão aí, ela fala, apontando pra que tava tampando minha ereção, não falo nada, só rio. Ah, se eu já te vi desde que você nasceu, ela me diz, eu rio e ela fala vai, me mostra, meio na dúvida, tiro a mão, a gente tava de frente um pro outro, eu completamente pelado, passam 10 segundos e eu tampo de novo, a gente ri e ela fala não vi nada, e pega nas minhas mãos, tira elas e pega na minha pica, começou a endurecer de novo, eu puxo a cabeça dela e dou um beijo, pensei que ia gozar na hora, ela levantou do vaso, e meio que se deixou ver por um tempinho, mesmo que pelo ângulo e pelos não dava pra ver a buceta, eu virei e ela fala, que lindo que você é, você também vó, falei enquanto saía do banheiro com a pica prestes a explodir. Vale dizer que na família, sempre teve uma tendência meio nudista, mas aquilo já era outra parada, fui pro meu quarto e daí a pouco ela bate na porta, tá vestido? ela fala, tô, respondo, desculpa, tava vindo com pressa pro banheiro, não sabia que você tava em casa, sem problema vó, falei rindo, espero que aquele beijo sirva pra você me perdoar, ela fala, não precisava, falo rindo. Bom, vou tomar um banho que não aguento o calor, ela fala, ok vó, falei. Fui pra sala, ficar de bobeira no celular e daí a pouco ela aparece na sala, sentou do meu lado, usando uma camiseta comprida, massagem, ela fala apoiando os pés na minha cara, enquanto se ajeitava, pude ver pela calcinha fio dental transparente que tinha se depilado. Fiz massagem nela por um tempo nos pés, quando parei, ela passou os pés na minha pica, mas por cima da roupa, e enquanto ria, fala, a gente podia tirar tudo e ver um filme, né? Tá muito calor. Rio e falo que não, aí ela aproxima um pé da minha boca e fala dá um beijinho, e vou ser sincero, é algo que me daria nojo, mas é que eles parecem de porcelana, então dei um beijo, levantei e fui pra piscina. Talvez depois eu conte outras histórias mais, lembrar disso ainda me dá vergonha, kkkk.
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