Primeiras semanas com minha ex

Olá, leitores! Agradeço demais pelos pontos nos meus contos, pelos comentários e todo o resto. O conto de hoje não vai ser sobre minha mãe, vai ser sobre minha ex-namorada. Vou trocar o nome dela pra preservar a identidade, vou chamar ela de Gabriela. Eu comecei a namorar com ela quando ela tinha 16 anos, eu era 2 anos mais velho. No começo, tudo ia bem. Até que tinham uns detalhezinhos que eu não ligava muito, mas as más línguas falavam que ela não era o que aparentava. Ela era baixinha, corpo magrinho, peitinhos médios, uns peitos pequenos muito bonitos, e uma bundinha bem gostosa.

Na escola, tudo certo, os dois no turno da tarde. Já de noite, a gente ia esperar o ônibus. Depois de umas semanas de namoro, ela me fala que quer ir buscar umas luvas com o ex-namorado dela. Eu fiquei na dúvida, pra ser sincero, mas no fim deixei, pra ela fechar esse ciclo. A gente combinou de ir num sábado. Ele tinha a mesma idade que ela, 16 anos, foi o acompanhante dela no aniversário de 15, e namoraram por 2 anos, desde quando ela tinha 14.

Nesse dia, ela usava uma minissaia, e eu falei: "Porra, vai assim mesmo?". Ela disse pra eu não ser assim, pra confiar nela. Uma minissaia preta justa, que marcava a calcinha, e uma blusa rosa bem decotada.Primeiras semanas com minha exque mostrava o começo do sutiã dela, dessa vez até tava bem perfumadinha, o cabelo dela num rabo de cavalo com uma donut branca, parecia bem inocente e safadinha, eu ainda não tinha tanta intimidade com ela pra falar mais, depois disso, feito um idiota, aceitei e fomos pra casa dela, ela pediu pra eu esperar num parque, eu fiquei lá, que nem um trouxa esperando, enquanto ela foi encontrar o ex-namorado dela, passou quase 2 horas, se não mais, já na agonia ia meter o pé, mas a curiosidade falou mais alto, fui até a casa do ex dela, me aproximei devagar, pelos lados, ela tinha dito que ele ia tar sozinho e só ia e voltava, pensei comigo, espiei pela janela, já que tava escuro, consegui olhar sem muito problema, o que vi não acreditei, foi um choque, direto em mim, porque ela foi minha primeira namorada, ver ela naquela posição,

Ele tinha ela deitada com os pés nos ombros dele, metendo forte, dava pra ouvir estalos que nem palmas, ela gemia pra caralho, ele deixou ela toda em transe, perdida, viajando, tava totalmente alucinada, dava pra ver que ele tinha ela bem dominada.Aqui esta a traducao para o pNão sei quanto tempo eles estavam ali transando, eu não conseguia acreditar, pra ser sincero não era como eu imaginava, ou como ela aparentava. Bem dizem que as sérias são as mais safadas. Pareciam dois cachorros no cio, se pegando desesperadamente. Ela, com a blusa aberta, os peitos de fora, a minissaia toda arregaçada na cintura, sem calcinha. Ela estava realmente muito gostosa. Pensei comigo: "um dia vou fazer isso com ela também". Tava muito puto naquela vez, quase fui embora dali, mas queria ver o que mais faziam com a minha namorada. Ela fazia cara de puta, o que mais tarde eu descobriria como ela era na cama. Lá estava ela, bombando, se entregando de vez aos desejos sexuais dela. Ele terminou e eu ouvi ele dizer: "Ah, Gaby, você ainda é muito safada e adora uma pica". E ela respondeu: "Nunca esqueça da minha pica".sexoNa minha cabeça, pensei que talvez ela quisesse transar com ele pela última vez, mas o mais provável era porque eu peguei uma namorada ninfomaníaca que ainda não sabia o que passava pela cabeça dela. Eles se separaram, ele tirou a camisinha e colocou no chão. Ainda tinha a pica dura, e foi se aproximando dela para colocar na boca dela. Tenho que admitir que gostei do jeito que ela estava fazendo. Segundo ela, nunca tinha feito nada daquilo, mas pelo que eu via naquele momento, era uma expert no assunto. Ele dizia: "Ahhh, sim, Gaby, chupa tudo assim!" Uff, ver aquela cena me fazia voltar àquela situação, como o que faziam com a minha mãe. Decidi continuar observando. Via que ela enfiava tudo naquela boquinha. Ela terminou de chupar, ele a virou e colocou de quatro. Gaby se ajeitou para receber aquela pica, mas ele não trouxe camisinha. Pensei que talvez fosse meter no pelo agora, mas não, ela levantou mais a bundinha. Ele começou a enfiar o dedo no cu dela.trioela se afasta mais pra trás, cuspiu direto no cu dela, sem mais, colocou a ponta do pau naquele cuzinho que eu achava que era só meu, Gaby parece saber o que faz porque ela começa a engolir ele, eu ainda sem acreditar, ele agarra ela pela cintura e vai enfiando devagar, Gaby começa a reclamar mas logo esses gemidos ficaram bem gostosos, ele tinha ela na mão, ela se entregava toda, era óbvio que eu não conhecia ela direito, ver ela ali sendo usada me excitava e me dava ciúme, os dois tinham muita energia pra continuar, ficaram transando anal por uns 20 minutos, mais ou menos, no final ele gozou dentro dela, dando pra ouvir o chup chup e quando ele tirou aquele plop que faz ao sair, minha mina tava toda gozada e satisfeita, quem sabe se eles não estavam transando há 2 horas ou mais, assim que acabou fui pro parque onde decidi esperar ela, já que vi o que precisava ver, tava disposto a terminar com ela naquele dia, fui na loja comprar uma bebida e um salgado, tava tremendo com o que vi, ainda não acreditava, mas era mais que óbvio, antes de me declarar pra ela tinham me avisado como ela é ou era, não quis dar ouvidos, já que era minha primeira namorada, passaram mais 30 minutos e ela chegou.incestoA primeira coisa que notei foi que ela não tava mais com a presilha de cabelo, nem com aquele rabão de cavala, os tirantes do sutiã também não tava usando, e o relógio dela também não. Vi ela meio despenteada, eu puto perguntei por que tinha demorado tanto, e ela respondeu que só perdeu tempo conversando. Já pra encerrar de vez aquilo, perguntei das luvas, onde estavam, e ela disse que foi o que mais demorou pra achar, que ela ajudou ele a procurar mas não encontrou nada. A gente saiu de lá, e enquanto caminhava sentia aquele cheiro estranho de sexo. Quase 3 horas, pensei comigo. Já dentro do ônibus, vi os joelhos dela vermelhos e na hora pensei que ela tinha ficado de joelhos na frente dele. Não falei nada sobre isso. Eu questionava ela por que tinha demorado tanto lá com ele, e ela só dizia que se eu não confiava nela. Eu cedi e falei que sim. Ainda puto, falei pra ela me beijar do mesmo jeito que beijou ele. Isso foi o estopim. Ela me disse que se só beijou ele, que me perdoasse pelo beijo. Perguntei se foi só isso, ela disse que sim. Não sabia que eu tinha visto os dois transando. Perguntei onde tava o relógio, ela disse que ele tirou e enfiou na buceta dela. Assim, na lata. E eu perguntei:

— E você, o que fez?
— Gaby: Nada, deixei lá! Não tinha tempo pra esses jogos, a nossa relação acabou.
— Eu: Hum, sério?
— Gaby: Sim, só quero você.

Na minha cabeça pensei: como é que vai me querer, alguém que nem um mês de namoro a gente tem e já fez isso? Ficava pensando em terminar com ela. Quando falei pra gente dar um tempo, ela não quis. Disse pra eu dar outra chance, que não ia acontecer de novo. E eu, feito idiota, aceitei. A gente continuou, fui acompanhar ela até a casa dela. Depois de deixar ela em casa, fui pra minha, que era quase de um canto da cidade ao outro.

No outro dia, um domingo, decidimos ir no parque. Segundo ela, pra esclarecer umas coisas sobre ele, pra eu confiar mais nela.

Naquele dia, esperei ela no terminal de ônibus. Vejo ela vindo, vestida de... Blusa acetinada café, e saia preta semi ajustada, com sapatos tipo huarache.Primeiras semanas com minha exFomos pro parque pra ela como se nada tivesse acontecido e pensando em como sair daquela situação, pensei em deixar pra ver como as coisas iam rolar daqui a um mês. Ela e eu sentamos na beira do rio, ela pegou na minha mão, tava toda melosa, a gente se beijou, e aí ela fala que quer contar umas paradas sobre ela, mas que eu não me assustasse. Eu falei: "fala aí, acho que não tem nada que vá me surpreender."

Ela suspira e, como se tivesse criando coragem, começa a falar como foi o relacionamento dela com o ex. Disse que ele era o típico fumante de bairro, eu só escutei. Ela falou que gostava dele por pena e tal, e que quando completaram um mês de namoro, ele começou a tocar nela, nas partes íntimas, que levava ela pra um terreno baldio pra mostrar como era o sexo. Naquela época, ela tava no ensino médio, e gostava do jeito que ele tratava ela. Ela chupava a rola dele, sem falar nada, metia na boca e contava tudo em detalhe. Falou que adorava como ela fazia, sugando tudo e rodeando a cabecinha com a língua e os lábios, chupando as bolas, mas que não gostava de gozo, só gostava de tirar o gozo deles (quando ela falou "tirar o gozo", na minha cabeça pensei: "então não era o único"). Disse que adorava sentir a rola pulsando na mão dela e as bolas dele se contraindo, que sentia que tinha o poder de dominar qualquer homem, que não ligava se sujassem a roupa dela de gozo, porque ela mesma lavava e a mãe dela não ia perceber — era o crime perfeito. E que se a gente chegasse a transar, segundo ela, ela ainda era virgem, mas não tinha a virgindade, explicou de outro jeito, mas que não ia sangrar se a gente fizesse, porque ela tentou fazer com ele, e na maioria das vezes era só anal, pra preservar a virgindade dela. Nisso, eu tentava processar, demorar pra analisar, mas ela despejou quase tudo de uma vez naquele momento. Não vi o tempo passar enquanto ouvia. Quando me toquei, já tava bem escuro. Ela até me contou a parada do outro cara. Padre, que ele tocava ela quando chegava bêbado, sentava ela no colo dele, e ela sentia o volume dele, só esfregava pra fazer ele se sentir bem, enquanto enfiava as mãos no sutiã dela pra pegar nos pezinhos dela. Naquela época, ela tava na escola, a mãe dela não falava nada quando via como ele apalpava a filha, como se fosse cúmplice. Também me contou que ele dividia ela com os amigos, mas só pra ser apalpada ou esfregada. Me contou como uma dessas vezes ela se vestiu com o uniforme escolar porque eles queriam assim naquele dia. Naquele dia, a mãe dela não ia estar em casa, o pai dela disse pros amigos que ia emprestar ela por um tempo enquanto ele ia na cantina. Ela se vestiu com o uniforme: uma saia xadrez e a blusa branca com marias-chiquinhas, as meias brancas e os sapatos pretos de escola. Enquanto ela se trocava, ouvia eles conversando no quarto dos pais, sobre como iam saborear ela e o que iam fazer com ela. Ela já sabia como lidar com isso. Saiu na frente dos dois homens, ambos sentados no sofá, e eles se levantaram.Aqui esta a traducao para o pe dão um beijo na bochecha dela antes de começar, um deles pega na saia e levanta pra ver a calcinha dela, branca com tiras de renda atrás,sexoenquanto um acaricia a rachinha dela, o outro apalpa as bundas dela, ela com a mão procura apalpar o volume de um desses homens enquanto o outro dá um beijo na boca dela, ela sente como começa a sentir o coração acelerar mais,, enquanto eles tinham as mãos apalpando as bundas dela, fazem ela sentar no sofá, assim exatamente como ela me contou

-Eles me sentaram no sofá, já sabia onde isso ia dar, então facilitei tudo, só tinha que me deixar levar, como uma boneca, um deles se ajoelhou no chão e abriu minhas pernas ficando no meio de mim, enquanto o outro desabotoava minha blusa, fico olhando pra ele que desabotoa minha blusa, e ele me diz que estou muito gostosa, me dá um beijo que me faz sentir umas coisinhas, ele mete a língua, enquanto sinto o nariz do outro entre minhas calcinhas me esfregando minha rachinha, ele me deixa bem aberta, sinto o rosto inteiro dele lá embaixo, sinto estranho, ele começa a brincar com a boca por cima da minha calcinha, molha ela com a saliva dele, não tenho escapatória, enquanto me chupam a boca e me chupam lá embaixo, os 2 homens começam a beijar meu corpinho, beijam meus peitos, minhas pernas, minha barriga, acariciam minhas pernas, sinto tesão e agarro a cabeça de um deles e tento esfregar com a minha buceta, enquanto massageiam meus peitinhos, vejo como o homem que estava com meus peitos abaixa o zíper, pra tirar a coisa dele, ele pega minha mão e coloca em cima dela,trioSinto ele na minha mão, bem quentinho e grosso, mesmo que fossem poucas as vezes que eu tinha começado a pegar em paus, sentia ele pulsando e bem duro, talvez fosse a situação, eu era uma inexperiente ordenhando, ele me guiava pra fazer, colocava a mão na minha cabeça, já sabia o que ele queria que eu fizesse, então não hesitei e me dirigi àquele pedaço de carne, dei uma lambida, como se fosse um pirulito pra poder enfiar na boca, não cabia inteiro, sentia ele bem macio, agora eu me ajoelho no chão na frente daquele pau.incestoenquanto o outro homem puxa minha calcinha pra baixo, sem soltar meu pirulito de carne, eu ajudo e começo ritmicamente, não sabia quanto tempo tinha, mas já estava sem calcinha, aquele homem enfiou a boca no meu cuzinho, começou a passar a língua, estranhei no começo, mas sentia gostoso, ele lambia em volta do meu ânus, enquanto passava os dedos na minha bucetinha já livre, com as mãos abria minhas nádegas pra enfiar mais a língua, eu já sabia o que aquele homem fazia, enquanto eu me concentrava em terminar de ordenhar meu chupão, ficamos nessa posição por muito tempo, me usavam do jeito que queriam, sentia o homem que eu tava chupando pegar minha cabeça e começar a mexer os quadris, como se tivesse me comendo, sentia toda a buceta molhada, ele enfiava a língua lá, minha visão começava a embaçar, enquanto chupava, o homem de trás abaixou o zíper da calça e tirou a pica enorme, uma parte de mim queria ter aquilo dentro, sentia curiosidade, ele colocou a cabecinha no meu ânus e começou a dar pequenas estocadas, sentia como se tivesse uma picada lá atrás.Primeiras semanas com minha exenquanto o que estava chupando o pau dela, me fez descer mais, me colocou pra chupar as bolas dele, eu via que ele estava se masturbando enquanto eu estava lá embaixo lambendo elas, aos poucos foram perfurando meu cu, era dor e excitação o que eu sentia, mais dor, mas eu queria que acontecesse, então me deixei levar, me tinham bem submissa, tapavam minha boca pra não fazer barulho, mas meus gemidos escapavam, me sentia estranhamente bem, mesmo que só me usassem pros desejos sexuais deles, não pensei que fossem me penetrar, naquele dia bombearam minha bunda enquanto eu molhava as bolas de outro homem, me deitaram no sofá e ali já não tinha pra onde correr.Aqui esta a traducao para o pMe levantaram as pernas e deixaram rolar, já tinha minha bucetinha bem aberta, e colocaram a pica na minha boca, ficavam brincando com meu clitóris e meus peitos, sabia que a única coisa que tinha que fazer era tirar o leite deles.sexo


trioSenti que isso durou muito tempo, quase desmaiei de tanta dor e prazer. Pararam de bombar e tocar em mim, mandaram eu ficar de joelhos no chão. Obedeci igual uma menina de castigo. Tava ali, eles ficaram na minha frente com as coisas deles. Aí pude ver claramente: uma rola fina mas comprida, e outra grossa — por isso que eu tava penando pra chupar ela.incestoPeguei as duas com minhas mãos e comecei a ordenhá-las, me senti bem. Enfiei a cabeça da magrinha na minha boca pra dar um beijo e chupar, e fiz o mesmo com a outra. As duas começaram a se masturbar, me fizeram abrir a boca pra me dar de comer.Primeiras semanas com minha exSenti ela bem quente, gozou nos meus lábios a porra dela da piroca fina, bem grossa, o outro meteu direto a cabeçuda dele na minha boca e se esvaziou todo, eu tocava nas bolas dele e sentia elas se descarregando enquanto me alimentava com aquela porra.Aqui esta a traducao para o pJá tinha experimentado poucas vezes, umas eram gostosas e outras nem tanto. A que tavam me dando naquele dia tava bem gostosa. Os dois caras saíram e me deixaram ali de joelhos, como se eu fosse um brinquedo sexual. Tentei me levantar, mas não consegui. Tive que ir engatinhando pro banheiro pra me limpar. Minhas pernas tremiam muito, e ardia demais lá atrás. Pensei comigo: "Ainda bem que amanhã é domingo, assim posso descansar o dia inteiro." Já tinham me aberto lá atrás antes, mas naquele dia senti que me deixaram mais aberta, tanto que quase uma semana inteira eu tinha que sentar devagar.

Que segundo ela, não teve penetração, mas ficavam dedando a buceta dela, e ela ficava ainda mais molhada. Lá de baixo, quando ela me contava como tirava a porra daqueles caras, mais velhos que ela. Também me disse que o vizinho dela apalpava ela num terreno baldio perto dali. Assim foi indo até os dias de hoje. Pra mim, foi muita coisa pra processar. Fomos pra casa dela, eu acompanhei ela até lá, que ficava a uma hora de distância. Nisso, não trocamos uma palavra. Eu tava com intenção de terminar nosso relacionamento ali mesmo. "Era uma mulher muito usada", pensava na minha cabeça. Mas por outro lado, pensava: "Nunca tive namorada, e se eu nunca mais tiver?" Nisso, já quase chegando na casa dela, naquele momento tomei a decisão de continuar o relacionamento. Que, pra ser sincero, já era algo que eu esperava dela. As mentiras e enganações iam continuar, igual ao que vivi com minha mãe. Eu já tava acostumado.

Eu não disse nada, e ali selamos um sim pra sermos namorados. Embora ainda não tivesse rolado putaria, ver tudo que ela podia fazer, e o que me esperava, tudo que viveria com ela, com as irmãs dela e a mãe dela — coisas que nem imaginava naquele momento…

Vamos deixar pra outro relato… Obrigado, leitores, por me lerem. Vou postar conteúdo um pouco mais seguido.

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