Olá, leitores! Agradeço demais pelos pontos nas minhas histórias, pelos comentários e todo o resto. O conto de hoje não vai ser sobre minha mãe, e sim sobre minha ex-namorada. Vou mudar o nome dela pra preservar a identidade: vou chamá-la de Gabriela. Comecei a namorar com ela quando ela tinha 16 anos, e eu era dois anos mais velho. No começo, tudo ia bem. Até que tinham uns detalhezinhos que eu não ligava muito, mas as más línguas viviam dizendo que ela não era o que parecia. Ela era baixinha, corpo magrinho, peitinhos médios, muito bonitos, e uma bundinha bem apetitosa.
Na escola, tudo certo. A gente estudava à tarde e, de noite, íamos esperar o ônibus juntos. Depois de algumas semanas de namoro, ela me disse que queria ir buscar umas luvas na casa do ex-namorado. Fiquei na dúvida, pra ser sincero, mas no fim deixei, pra ela fechar esse ciclo. Combinamos de ir num sábado. Ele tinha a mesma idade que ela, 16 anos, foi o acompanhante dela no aniversário de 15 anos, e namoraram por dois anos, desde que ela tinha 14.
Naquele dia, ela usava uma minissaia. Eu perguntei se ela ia mesmo assim, e ela respondeu pra eu não ser assim, que confiasse nela. Era uma minissaia preta justa, que marcava a calcinha, e uma blusa rosa bem decotada.
que mostrava o começo do sutiã dela, dessa vez até tava bem perfumadinha, o cabelo dela num rabo de cavalo com uma presilha branca, parecia bem inocente e gostosa, eu ainda não tinha tanta intimidade com ela pra falar mais, depois disso, feito um idiota, aceitei e fomos pra casa dela, ela pediu pra eu esperar num parque, eu fiquei lá, que nem um trouxa esperando, enquanto ela foi com o ex-namorado dela, passaram quase 2 horas, se não mais, já no desespero ia meter o pé, mas a curiosidade falou mais alto, fui ver a casa do ex dela, me aproximei devagar, pelos lados, ela tinha dito que ele ia tar sozinho e só ia e voltava, pensei comigo, espiei pela janela, já que tava escuro, consegui olhar sem muito problema, o que vi não acreditei, foi um choque, direto em mim, porque ela foi minha primeira namorada, ver ela naquela posição,
Ele tinha ela deitada com os pés nos ombros dele, metendo forte, dava pra ouvir tipo umas palmadas, ela gemia pra caralho, ele deixou ela toda em transe, perdida, viajando, tava totalmente alucinada, dava pra ver que ele tinha ela bem dominada,
Não sei quanto tempo eles estavam ali transando, eu não conseguia acreditar, a verdade é que não era como eu imaginava, ou como ela aparentava. Bem dizem que as sérias são as mais safadas. Pareciam dois cachorros no cio, se comendo desesperadamente. Ela, com a blusa desabotoada, os peitos de fora, a minissaia toda arregaçada na cintura, sem calcinha. Ela estava realmente muito gostosa. Pensei comigo: "um dia vou fazer isso com ela também". Tava muito puto naquela vez, quase fui embora dali, mas queria ver o que mais faziam com a minha namorada. Ela fazia cara de puta, o que, na real, eu descobriria mais tarde como ela era na cama. Lá estava ela, levando porrada, se entregando de vez aos desejos sexuais dela. Ele terminou e eu ouvi ele dizer: "Ah, Gaby, você ainda é muito safada e adora uma pica". E ela respondeu: "que ele nunca esquecesse a pica dele".
Na minha cabeça, pensei que talvez ela quisesse transar com ele pela última vez, mas o mais provável era porque eu peguei uma namorada ninfomaníaca que ainda não sabia o que se passava na cabeça dela. Eles se separaram, ele tirou a camisinha e colocou no chão. Ainda estava de pau duro, e foi se aproximando dela para colocar na boca dela. Tenho que admitir que gostei do jeito que ela estava fazendo aquilo. Segundo ela, nunca tinha feito nada daquilo, mas pelo que eu via naquele momento, ela era uma expert no assunto. Ele dizia: "Ahhh, isso, Gaby, chupa tudo assim!" Uff, ver aquela cena me fazia reviver o que faziam com a minha mãe. Decidi continuar só observando. Via ela enfiar tudo naquela boquinha. Ela terminou de chupar, ele a virou e colocou de quatro. Gaby se ajeitou pra receber aquele pau, mas sem camisinha. Pensei que talvez fosse meter no pelo agora, mas não. Ela levantou mais a bundinha, e ele começou a enfiar o dedo no cu dela.
Ela se afasta mais pra trás, e ele cospe direto no cu dela. Sem mais delongas, ele coloca a ponta do pau naquele cuzinho apertado da minha mina, Gaby parece saber o que tá fazendo porque começa a engolir ele inteiro. Eu ainda sem acreditar, ele agarra ela pela cintura e vai enfiando devagar. Gaby começa a reclamar, mas logo esses gemidos ficaram bem gostosos de ouvir. Ela tava na mão dele, se entregando toda. Era óbvio que eu não conhecia ela direito, ver ela ali sendo usada me excitava e me dava ciúmes ao mesmo tempo. Os dois tinham muita energia pra continuar, ficaram transando anal por uns 20 minutos. Quando ele terminou, gozou dentro dela, dava pra ouvir o chup chup e aquele plop quando ele tirou o pau. Minha mina parecia satisfeita e bem gozada, quem sabe se eles não tinham transado por umas 2 horas ou mais. Assim que acabou, fui pro parque onde decidi esperar ela, já que já tinha visto o que precisava ver. Tava disposto a terminar com ela naquele dia. Fui na loja comprar uma bebida e um salgadinho, tava tremendo com o que vi, ainda não acreditava, mas era mais que óbvio. Antes de me declarar pra ela, já tinham me avisado como ela é ou era, mas não quis dar ouvidos, já que era minha primeira namorada. Passaram mais 30 minutos e ela chegou.
A primeira coisa que notei foi que ela não tava mais com a presilha de cabelo, nem com a rabeta de cavala dela, os tirantes do sutiã também não tava, e o relógio dela também não. Vi ela meio despenteada, eu puto perguntei por que ela tinha demorado tanto, e ela me respondeu que só perdeu tempo conversando. Já pra encerrar o assunto, perguntei das luvas, onde estavam, e ela disse que foi o que mais demorou pra achar, que ela ajudou ele a procurar mas não encontrou nada. A gente saiu de lá, e enquanto caminhava, sentia aquele cheiro estranho de sexo. Quase 3 horas, pensei comigo. Já dentro do ônibus, vi os joelhos dela avermelhados, na hora pensei que ela tava ajoelhada na frente dele. Não falei nada sobre isso, só questionei por que ela tinha demorado tanto lá com ele. Ela só falava que se eu não confiava nela. Eu cedi e disse que sim. Ainda puto, falei pra ela me beijar do mesmo jeito que beijou ele. Isso foi o estopim, pra ela me dizer que, se só beijou ele, que me perdoasse pelo beijo. Perguntei se foi só isso, ela disse que sim. Não sabia que eu tinha visto eles trepando. Perguntei onde tava o relógio, ela disse que ele tirou e enfiou na buceta dela. Assim, na lata, foi. E eu falei:
— Você fez o quê?
— Gaby, nada, deixei lá! Não tinha tempo pra essas brincadeiras, que a nossa relação acabou.
— Eu: Hum, sério?
— Gaby: Sim, só quero você.
Na minha cabeça pensei: como vai me querer, alguém que nem um mês de namoro tem e já fez isso? Ficava pensando em terminar com ela. Quando falei pra gente dar um tempo, ela não quis, disse pra eu dar outra chance, que não ia acontecer de novo. E eu, burro, aceitei. A gente seguiu, fui acompanhar ela até a casa dela. Depois de deixar ela em casa, fui pra minha, quase de um canto da cidade a outro.
No outro dia, um domingo, decidimos ir ao parque. Segundo ela, pra esclarecer umas coisas sobre ele, pra eu ter mais confiança nela.
Naquele dia, esperei ela no terminal de ônibus. Vejo ela vindo, vestida de... Blusa acetinada café, e saia preta semi ajustada, com sandálias tipo huarache.
Fomos pro parque pra ela como se nada tivesse acontecido e pensando em como sair daquela situação, pensei em deixar pra ver como as coisas iam rolar daqui a um mês. Ela e eu sentamos na beira do rio, ela pegou na minha mão, tava muito melosa, a gente se beijou, e aí ela fala que quer contar umas paradas sobre ela, mas que eu não me assustasse. Eu falei: "fala aí, acho que não tem nada que me surpreenda."
Ela suspira e, como se tivesse criando coragem, começa a contar como foi o relacionamento dela com o ex. Falou que ele era aquele típico fumante de quebrada. Eu só escutei. Ela disse que amava ele por pena e tal. Quando completaram um mês de namoro, ele começou a tocar nela, nas partes íntimas, que levava ela pra um terreno baldio pra ensinar como era o sexo. Naquela época, ela tava no ensino médio, e gostava de como ele tratava ela. Ela chupava a pica dele, sem falar nada, metia na boca e contava tudo em detalhe. Falou que adorava como ela fazia, sugando tudo e rodeando a cabecinha com a língua e os lábios, chupando as bolas, mas que não gostava de gozo, só gostava de tirar o gozo deles (quando ela falou "tirar", na minha cabeça pensei que então não era o único). Disse que adorava sentir a pica pulsando na mão dela e as bolas dele se contraindo, que sentia que tinha o poder de dominar qualquer homem, que não ligava se sujassem a roupa dela de gozo, porque ela mesma lavava e a mãe não ia perceber, que era o crime perfeito. E que se a gente chegasse a transar, segundo ela ainda era virgem, mas não tinha a virgindade — explicou de outro jeito —, mas que não ia sangrar se a gente fizesse, porque segundo ela tentou fazer com ele, mas na maioria das vezes era só anal, pra preservar a virgindade. Nisso, eu tentava processar, demorar pra analisar, mas ela despejou quase tudo de uma vez naquele momento. Nem vi o tempo passar enquanto ouvia. Quando me toquei, já tava bem escuro. Ela até me contou a parada do outro. Padre, que ele tocava ela quando chegava bêbado, sentava ela no colo dele, e ela sentia o volume dele, só esfregava pra fazer ele se sentir bem, enquanto enfiava as mãos no sutiã dela pra pegar nos pezinhos dela. Naquela época, ela tava na escola, a mãe dela não falava nada quando via como ele apalpava a filha, como se fosse cúmplice. Também me contou que ele dividia ela com os amigos, mas só pra ser apalpada ou esfregada. Me contou como uma dessas vezes ela se vestiu com o uniforme escolar porque eles queriam assim naquela vez. Naquele dia, a mãe dela não ia estar em casa, o pai dela falou pros amigos que ia emprestar ela por um tempo enquanto ele ia na cantina. Ela se vestiu com o uniforme: uma saia xadrez e a blusa branca com marias-chiquinhas, as meias brancas e os sapatos pretos de escola. Enquanto ela se trocava, ouvia eles conversando no quarto dos pais, sobre como iam saborear ela e o que iam fazer com ela. Ela já sabia como lidar com isso. Saiu na frente dos dois homens, ambos sentados no sofá, e eles se levantaram.
e dão um beijo na bochecha dela antes de começar, um deles pega na saia dela e levanta pra ver a calcinha dela, branca com tiras de renda atrás,
enquanto um acaricia a racha dela, o outro aperta as bundas dela, ela com a mão procura apalpar o volume de um desses homens enquanto o outro dá um beijo na boca dela, ela sente como começa a acelerar o coração,, enquanto eles tinham as mãos apertando as bundas dela, fazem ela sentar no sofá, assim exatamente como ela me contou
- Eles me sentaram no sofá, já sabia onde isso ia dar, então facilitei tudo, só tinha que me deixar levar, como uma boneca, um deles se ajoelhou no chão e abriu minhas pernas, ficando no meio de mim, enquanto o outro desabotoava minha blusa, fiquei olhando pra ele que desabotoa minha blusa, e ele me diz que estou muito gostosa, me dá um beijo que me faz sentir umas coisinhas, ele mete a língua, enquanto sinto o nariz do outro entre minhas calcinhas, esfregando minha rachinha, ele me deixa bem aberta, sinto o rosto inteiro dele lá embaixo, sinto estranho, ele começa a brincar com a boca por cima da minha calcinha, molha ela com a saliva dele, não tenho escapatória, enquanto me chupam a boca e me chupam lá embaixo, os dois homens começam a beijar meu corpinho, beijam meus peitos, minhas pernas, minha barriga, acariciam minhas pernas, sinto uma tesão tão grande que pego a cabeça de um deles e tento esfregar com a minha buceta, enquanto massageiam meus peitinhos, vejo o homem que estava com meus peitos abaixar o zíper, pra tirar a coisa dele, ele pega minha mão e coloca em cima dela,
Sentei ele na minha mão, bem quentinho e grosso. Mesmo tendo poucas vezes que comecei a pegar em paus, sentia ele pulsando e bem duro. Talvez fosse a situação, eu era uma inexperiente ordenhando. Ele me guiava, colocava a mão na minha cabeça, já sabia o que ele queria que eu fizesse. Então não hesitei e me dirigi àquele pedaço de carne. Dei uma lambida, como se fosse um pirulito pra poder enfiar na boca. Não cabia inteiro, sentia ele bem macio. Agora eu me ajoelho no chão na frente daquele pau.
Enquanto o outro homem puxa minha calcinha pra baixo, sem soltar meu pirulito de carne, eu ajudo e começo ritmicamente. Não sabia quanto tempo tinha, mas já estava sem calcinha. Aquele homem enfiou a boca no meu cuzinho, começou a mexer a língua. No começo estranhei, mas senti um gostinho, ele tava lambendo ao redor do meu cu, enquanto passava os dedos na minha bucetinha já livre. Com as mãos, ele abria minhas nádegas pra enfiar mais a língua. Eu já sabia o que aquele homem tava fazendo, enquanto eu me concentrava em terminar de ordenhar meu chupão. Ficamos nessa posição por muito tempo, me usavam do jeito que queriam. Senti o homem que eu tava chupando segurar minha cabeça e começar a mexer os quadris, como se tivesse me comendo. Sentia toda a bunda molhada, ele enfiava a língua lá, minha visão começou a ficar turva enquanto eu chupava. O homem de trás abaixou o zíper da calça e tirou a piroca dele. Uma parte de mim queria ter aquilo dentro de mim, sentia curiosidade. Ele colocou a cabecinha no meu cu e começou a dar pequenas empurradas, sentia como se tivesse uma picada lá atrás.
Enquanto o cara que eu tava chupando me fez descer mais, me colocou pra chupar as bolas dele, eu via ele se masturbando enquanto eu tava lá embaixo lambendo elas, aos poucos foram perfurando meu cu, era dor e excitação, mais dor do que outra coisa, mas eu queria que rolasse, então me entreguei, me deixei dominar, tapavam minha boca pra não fazer barulho, mas meus gemidos escapavam, me sentia estranhamente bem, mesmo que só me usassem pros desejos sexuais deles, não pensei que iam me penetrar, naquele dia bombearam minha bunda enquanto eu molhava as bolas de outro homem, me deitaram no sofá e aí já não tinha pra onde correr.
Me levantaram as pernas e deixaram rolar, já tinha minha bucetinha bem aberta, e meteram a pica na minha boca, ficavam brincando com meu clitóris e meus peitos, sabia que a única coisa que tinha que fazer era tirar o leite deles.
Senti que isso durou muito tempo, quase desmaiei de tanta dor e prazer. Pararam de bombar e tocar em mim, mandaram eu ficar de joelhos no chão. Obedeci igual uma menina sendo repreendida. Fiquei ali, eles se colocaram na minha frente com as coisas deles. Aí pude ver claramente: uma rola fina, mas comprida, e outra grossa — por isso eu tava penando pra chupar ela.
Peguei as duas com minhas mãos e comecei a ordenhá-las, me senti bem. Enfiei a cabeça da magrinha na minha boca pra dar um beijo e chupar, e fiz o mesmo com a outra. As duas começaram a se masturbar, me fizeram abrir a boca pra me alimentar.
Senti ela muito quente, gozou nos meus lábios a porra dela da pica fina, bem grossa, o outro meteu a cabeçuda direto na minha boca e se esvaziou todo, eu tocava nas bolas dele e sentia elas se descarregando enquanto me alimentava com aquela porra.
Já tinha experimentado poucas vezes, umas eram gostosas e outras nem tanto. A que tava me dando naquele dia tava bem gostosa. Os dois caras se mandaram, me deixaram ali de joelhos, como se eu fosse um brinquedo sexual. Tentei levantar, mas não consegui, tive que ir engatinhando até o banheiro pra me limpar. Minhas pernas tremiam pra caralho, tava ardendo muito lá atrás. Pensei comigo: "Ainda bem que amanhã é domingo, assim posso ficar descansando o dia inteiro." Já tinham me aberto lá atrás antes, mas naquele dia senti que me deixaram mais largada, quase passei uma semana tendo que sentar devagar.
Que segundo ela não teve penetração, mas se tavam dedando a buceta dela, ela ficava ainda mais tesuda. Daí pra baixo, quando ela me contava como tirava a porra daqueles caras, mais velhos que ela. Também me falou que o vizinho dela apalpava ela num terreno baldio perto dali. Assim foi indo até chegar nos dias de hoje. Pra mim foi muita coisa pra processar, aí fomos pra casa dela. Acompanhei ela até a casa, que ficava a uma hora dali. Nisso, não trocamos uma palavra. Eu tava pensando em terminar nosso relacionamento ali mesmo, porque ela era uma mulher muito usada, eu pensava. Mas por outro lado, pensava: "Nunca tive namorada, e se eu nunca mais tiver?" Nisso, já quase chegando na casa dela, naquele momento tomei a decisão de continuar o relacionamento. Pra falar a verdade, já era algo que eu esperava dela. As enganações e mentiras iam continuar, igual ao que vivi com minha mãe. Eu já tava acostumado.
Eu não falei nada, e ali a gente selou um sim pra ser namorados. Embora ainda não tivesse rolado putaria, mas ver tudo que ela podia fazer, e o que me esperava, tudo que viveria com ela, com as irmãs dela e a mãe dela, coisas que eu nem imaginava naquele momento…
Vamos deixar pra outra história... Obrigado, leitores, por me lerem. Vou postar conteúdo um pouco mais seguido.
Na escola, tudo certo. A gente estudava à tarde e, de noite, íamos esperar o ônibus juntos. Depois de algumas semanas de namoro, ela me disse que queria ir buscar umas luvas na casa do ex-namorado. Fiquei na dúvida, pra ser sincero, mas no fim deixei, pra ela fechar esse ciclo. Combinamos de ir num sábado. Ele tinha a mesma idade que ela, 16 anos, foi o acompanhante dela no aniversário de 15 anos, e namoraram por dois anos, desde que ela tinha 14.
Naquele dia, ela usava uma minissaia. Eu perguntei se ela ia mesmo assim, e ela respondeu pra eu não ser assim, que confiasse nela. Era uma minissaia preta justa, que marcava a calcinha, e uma blusa rosa bem decotada.
que mostrava o começo do sutiã dela, dessa vez até tava bem perfumadinha, o cabelo dela num rabo de cavalo com uma presilha branca, parecia bem inocente e gostosa, eu ainda não tinha tanta intimidade com ela pra falar mais, depois disso, feito um idiota, aceitei e fomos pra casa dela, ela pediu pra eu esperar num parque, eu fiquei lá, que nem um trouxa esperando, enquanto ela foi com o ex-namorado dela, passaram quase 2 horas, se não mais, já no desespero ia meter o pé, mas a curiosidade falou mais alto, fui ver a casa do ex dela, me aproximei devagar, pelos lados, ela tinha dito que ele ia tar sozinho e só ia e voltava, pensei comigo, espiei pela janela, já que tava escuro, consegui olhar sem muito problema, o que vi não acreditei, foi um choque, direto em mim, porque ela foi minha primeira namorada, ver ela naquela posição,Ele tinha ela deitada com os pés nos ombros dele, metendo forte, dava pra ouvir tipo umas palmadas, ela gemia pra caralho, ele deixou ela toda em transe, perdida, viajando, tava totalmente alucinada, dava pra ver que ele tinha ela bem dominada,
Não sei quanto tempo eles estavam ali transando, eu não conseguia acreditar, a verdade é que não era como eu imaginava, ou como ela aparentava. Bem dizem que as sérias são as mais safadas. Pareciam dois cachorros no cio, se comendo desesperadamente. Ela, com a blusa desabotoada, os peitos de fora, a minissaia toda arregaçada na cintura, sem calcinha. Ela estava realmente muito gostosa. Pensei comigo: "um dia vou fazer isso com ela também". Tava muito puto naquela vez, quase fui embora dali, mas queria ver o que mais faziam com a minha namorada. Ela fazia cara de puta, o que, na real, eu descobriria mais tarde como ela era na cama. Lá estava ela, levando porrada, se entregando de vez aos desejos sexuais dela. Ele terminou e eu ouvi ele dizer: "Ah, Gaby, você ainda é muito safada e adora uma pica". E ela respondeu: "que ele nunca esquecesse a pica dele".
Na minha cabeça, pensei que talvez ela quisesse transar com ele pela última vez, mas o mais provável era porque eu peguei uma namorada ninfomaníaca que ainda não sabia o que se passava na cabeça dela. Eles se separaram, ele tirou a camisinha e colocou no chão. Ainda estava de pau duro, e foi se aproximando dela para colocar na boca dela. Tenho que admitir que gostei do jeito que ela estava fazendo aquilo. Segundo ela, nunca tinha feito nada daquilo, mas pelo que eu via naquele momento, ela era uma expert no assunto. Ele dizia: "Ahhh, isso, Gaby, chupa tudo assim!" Uff, ver aquela cena me fazia reviver o que faziam com a minha mãe. Decidi continuar só observando. Via ela enfiar tudo naquela boquinha. Ela terminou de chupar, ele a virou e colocou de quatro. Gaby se ajeitou pra receber aquele pau, mas sem camisinha. Pensei que talvez fosse meter no pelo agora, mas não. Ela levantou mais a bundinha, e ele começou a enfiar o dedo no cu dela.
Ela se afasta mais pra trás, e ele cospe direto no cu dela. Sem mais delongas, ele coloca a ponta do pau naquele cuzinho apertado da minha mina, Gaby parece saber o que tá fazendo porque começa a engolir ele inteiro. Eu ainda sem acreditar, ele agarra ela pela cintura e vai enfiando devagar. Gaby começa a reclamar, mas logo esses gemidos ficaram bem gostosos de ouvir. Ela tava na mão dele, se entregando toda. Era óbvio que eu não conhecia ela direito, ver ela ali sendo usada me excitava e me dava ciúmes ao mesmo tempo. Os dois tinham muita energia pra continuar, ficaram transando anal por uns 20 minutos. Quando ele terminou, gozou dentro dela, dava pra ouvir o chup chup e aquele plop quando ele tirou o pau. Minha mina parecia satisfeita e bem gozada, quem sabe se eles não tinham transado por umas 2 horas ou mais. Assim que acabou, fui pro parque onde decidi esperar ela, já que já tinha visto o que precisava ver. Tava disposto a terminar com ela naquele dia. Fui na loja comprar uma bebida e um salgadinho, tava tremendo com o que vi, ainda não acreditava, mas era mais que óbvio. Antes de me declarar pra ela, já tinham me avisado como ela é ou era, mas não quis dar ouvidos, já que era minha primeira namorada. Passaram mais 30 minutos e ela chegou.
A primeira coisa que notei foi que ela não tava mais com a presilha de cabelo, nem com a rabeta de cavala dela, os tirantes do sutiã também não tava, e o relógio dela também não. Vi ela meio despenteada, eu puto perguntei por que ela tinha demorado tanto, e ela me respondeu que só perdeu tempo conversando. Já pra encerrar o assunto, perguntei das luvas, onde estavam, e ela disse que foi o que mais demorou pra achar, que ela ajudou ele a procurar mas não encontrou nada. A gente saiu de lá, e enquanto caminhava, sentia aquele cheiro estranho de sexo. Quase 3 horas, pensei comigo. Já dentro do ônibus, vi os joelhos dela avermelhados, na hora pensei que ela tava ajoelhada na frente dele. Não falei nada sobre isso, só questionei por que ela tinha demorado tanto lá com ele. Ela só falava que se eu não confiava nela. Eu cedi e disse que sim. Ainda puto, falei pra ela me beijar do mesmo jeito que beijou ele. Isso foi o estopim, pra ela me dizer que, se só beijou ele, que me perdoasse pelo beijo. Perguntei se foi só isso, ela disse que sim. Não sabia que eu tinha visto eles trepando. Perguntei onde tava o relógio, ela disse que ele tirou e enfiou na buceta dela. Assim, na lata, foi. E eu falei:— Você fez o quê?
— Gaby, nada, deixei lá! Não tinha tempo pra essas brincadeiras, que a nossa relação acabou.
— Eu: Hum, sério?
— Gaby: Sim, só quero você.
Na minha cabeça pensei: como vai me querer, alguém que nem um mês de namoro tem e já fez isso? Ficava pensando em terminar com ela. Quando falei pra gente dar um tempo, ela não quis, disse pra eu dar outra chance, que não ia acontecer de novo. E eu, burro, aceitei. A gente seguiu, fui acompanhar ela até a casa dela. Depois de deixar ela em casa, fui pra minha, quase de um canto da cidade a outro.
No outro dia, um domingo, decidimos ir ao parque. Segundo ela, pra esclarecer umas coisas sobre ele, pra eu ter mais confiança nela.
Naquele dia, esperei ela no terminal de ônibus. Vejo ela vindo, vestida de... Blusa acetinada café, e saia preta semi ajustada, com sandálias tipo huarache.
Fomos pro parque pra ela como se nada tivesse acontecido e pensando em como sair daquela situação, pensei em deixar pra ver como as coisas iam rolar daqui a um mês. Ela e eu sentamos na beira do rio, ela pegou na minha mão, tava muito melosa, a gente se beijou, e aí ela fala que quer contar umas paradas sobre ela, mas que eu não me assustasse. Eu falei: "fala aí, acho que não tem nada que me surpreenda."Ela suspira e, como se tivesse criando coragem, começa a contar como foi o relacionamento dela com o ex. Falou que ele era aquele típico fumante de quebrada. Eu só escutei. Ela disse que amava ele por pena e tal. Quando completaram um mês de namoro, ele começou a tocar nela, nas partes íntimas, que levava ela pra um terreno baldio pra ensinar como era o sexo. Naquela época, ela tava no ensino médio, e gostava de como ele tratava ela. Ela chupava a pica dele, sem falar nada, metia na boca e contava tudo em detalhe. Falou que adorava como ela fazia, sugando tudo e rodeando a cabecinha com a língua e os lábios, chupando as bolas, mas que não gostava de gozo, só gostava de tirar o gozo deles (quando ela falou "tirar", na minha cabeça pensei que então não era o único). Disse que adorava sentir a pica pulsando na mão dela e as bolas dele se contraindo, que sentia que tinha o poder de dominar qualquer homem, que não ligava se sujassem a roupa dela de gozo, porque ela mesma lavava e a mãe não ia perceber, que era o crime perfeito. E que se a gente chegasse a transar, segundo ela ainda era virgem, mas não tinha a virgindade — explicou de outro jeito —, mas que não ia sangrar se a gente fizesse, porque segundo ela tentou fazer com ele, mas na maioria das vezes era só anal, pra preservar a virgindade. Nisso, eu tentava processar, demorar pra analisar, mas ela despejou quase tudo de uma vez naquele momento. Nem vi o tempo passar enquanto ouvia. Quando me toquei, já tava bem escuro. Ela até me contou a parada do outro. Padre, que ele tocava ela quando chegava bêbado, sentava ela no colo dele, e ela sentia o volume dele, só esfregava pra fazer ele se sentir bem, enquanto enfiava as mãos no sutiã dela pra pegar nos pezinhos dela. Naquela época, ela tava na escola, a mãe dela não falava nada quando via como ele apalpava a filha, como se fosse cúmplice. Também me contou que ele dividia ela com os amigos, mas só pra ser apalpada ou esfregada. Me contou como uma dessas vezes ela se vestiu com o uniforme escolar porque eles queriam assim naquela vez. Naquele dia, a mãe dela não ia estar em casa, o pai dela falou pros amigos que ia emprestar ela por um tempo enquanto ele ia na cantina. Ela se vestiu com o uniforme: uma saia xadrez e a blusa branca com marias-chiquinhas, as meias brancas e os sapatos pretos de escola. Enquanto ela se trocava, ouvia eles conversando no quarto dos pais, sobre como iam saborear ela e o que iam fazer com ela. Ela já sabia como lidar com isso. Saiu na frente dos dois homens, ambos sentados no sofá, e eles se levantaram.
e dão um beijo na bochecha dela antes de começar, um deles pega na saia dela e levanta pra ver a calcinha dela, branca com tiras de renda atrás,
enquanto um acaricia a racha dela, o outro aperta as bundas dela, ela com a mão procura apalpar o volume de um desses homens enquanto o outro dá um beijo na boca dela, ela sente como começa a acelerar o coração,, enquanto eles tinham as mãos apertando as bundas dela, fazem ela sentar no sofá, assim exatamente como ela me contou - Eles me sentaram no sofá, já sabia onde isso ia dar, então facilitei tudo, só tinha que me deixar levar, como uma boneca, um deles se ajoelhou no chão e abriu minhas pernas, ficando no meio de mim, enquanto o outro desabotoava minha blusa, fiquei olhando pra ele que desabotoa minha blusa, e ele me diz que estou muito gostosa, me dá um beijo que me faz sentir umas coisinhas, ele mete a língua, enquanto sinto o nariz do outro entre minhas calcinhas, esfregando minha rachinha, ele me deixa bem aberta, sinto o rosto inteiro dele lá embaixo, sinto estranho, ele começa a brincar com a boca por cima da minha calcinha, molha ela com a saliva dele, não tenho escapatória, enquanto me chupam a boca e me chupam lá embaixo, os dois homens começam a beijar meu corpinho, beijam meus peitos, minhas pernas, minha barriga, acariciam minhas pernas, sinto uma tesão tão grande que pego a cabeça de um deles e tento esfregar com a minha buceta, enquanto massageiam meus peitinhos, vejo o homem que estava com meus peitos abaixar o zíper, pra tirar a coisa dele, ele pega minha mão e coloca em cima dela,
Sentei ele na minha mão, bem quentinho e grosso. Mesmo tendo poucas vezes que comecei a pegar em paus, sentia ele pulsando e bem duro. Talvez fosse a situação, eu era uma inexperiente ordenhando. Ele me guiava, colocava a mão na minha cabeça, já sabia o que ele queria que eu fizesse. Então não hesitei e me dirigi àquele pedaço de carne. Dei uma lambida, como se fosse um pirulito pra poder enfiar na boca. Não cabia inteiro, sentia ele bem macio. Agora eu me ajoelho no chão na frente daquele pau.
Enquanto o outro homem puxa minha calcinha pra baixo, sem soltar meu pirulito de carne, eu ajudo e começo ritmicamente. Não sabia quanto tempo tinha, mas já estava sem calcinha. Aquele homem enfiou a boca no meu cuzinho, começou a mexer a língua. No começo estranhei, mas senti um gostinho, ele tava lambendo ao redor do meu cu, enquanto passava os dedos na minha bucetinha já livre. Com as mãos, ele abria minhas nádegas pra enfiar mais a língua. Eu já sabia o que aquele homem tava fazendo, enquanto eu me concentrava em terminar de ordenhar meu chupão. Ficamos nessa posição por muito tempo, me usavam do jeito que queriam. Senti o homem que eu tava chupando segurar minha cabeça e começar a mexer os quadris, como se tivesse me comendo. Sentia toda a bunda molhada, ele enfiava a língua lá, minha visão começou a ficar turva enquanto eu chupava. O homem de trás abaixou o zíper da calça e tirou a piroca dele. Uma parte de mim queria ter aquilo dentro de mim, sentia curiosidade. Ele colocou a cabecinha no meu cu e começou a dar pequenas empurradas, sentia como se tivesse uma picada lá atrás.
Enquanto o cara que eu tava chupando me fez descer mais, me colocou pra chupar as bolas dele, eu via ele se masturbando enquanto eu tava lá embaixo lambendo elas, aos poucos foram perfurando meu cu, era dor e excitação, mais dor do que outra coisa, mas eu queria que rolasse, então me entreguei, me deixei dominar, tapavam minha boca pra não fazer barulho, mas meus gemidos escapavam, me sentia estranhamente bem, mesmo que só me usassem pros desejos sexuais deles, não pensei que iam me penetrar, naquele dia bombearam minha bunda enquanto eu molhava as bolas de outro homem, me deitaram no sofá e aí já não tinha pra onde correr.
Me levantaram as pernas e deixaram rolar, já tinha minha bucetinha bem aberta, e meteram a pica na minha boca, ficavam brincando com meu clitóris e meus peitos, sabia que a única coisa que tinha que fazer era tirar o leite deles.
Senti que isso durou muito tempo, quase desmaiei de tanta dor e prazer. Pararam de bombar e tocar em mim, mandaram eu ficar de joelhos no chão. Obedeci igual uma menina sendo repreendida. Fiquei ali, eles se colocaram na minha frente com as coisas deles. Aí pude ver claramente: uma rola fina, mas comprida, e outra grossa — por isso eu tava penando pra chupar ela.
Peguei as duas com minhas mãos e comecei a ordenhá-las, me senti bem. Enfiei a cabeça da magrinha na minha boca pra dar um beijo e chupar, e fiz o mesmo com a outra. As duas começaram a se masturbar, me fizeram abrir a boca pra me alimentar.
Senti ela muito quente, gozou nos meus lábios a porra dela da pica fina, bem grossa, o outro meteu a cabeçuda direto na minha boca e se esvaziou todo, eu tocava nas bolas dele e sentia elas se descarregando enquanto me alimentava com aquela porra.
Já tinha experimentado poucas vezes, umas eram gostosas e outras nem tanto. A que tava me dando naquele dia tava bem gostosa. Os dois caras se mandaram, me deixaram ali de joelhos, como se eu fosse um brinquedo sexual. Tentei levantar, mas não consegui, tive que ir engatinhando até o banheiro pra me limpar. Minhas pernas tremiam pra caralho, tava ardendo muito lá atrás. Pensei comigo: "Ainda bem que amanhã é domingo, assim posso ficar descansando o dia inteiro." Já tinham me aberto lá atrás antes, mas naquele dia senti que me deixaram mais largada, quase passei uma semana tendo que sentar devagar.Que segundo ela não teve penetração, mas se tavam dedando a buceta dela, ela ficava ainda mais tesuda. Daí pra baixo, quando ela me contava como tirava a porra daqueles caras, mais velhos que ela. Também me falou que o vizinho dela apalpava ela num terreno baldio perto dali. Assim foi indo até chegar nos dias de hoje. Pra mim foi muita coisa pra processar, aí fomos pra casa dela. Acompanhei ela até a casa, que ficava a uma hora dali. Nisso, não trocamos uma palavra. Eu tava pensando em terminar nosso relacionamento ali mesmo, porque ela era uma mulher muito usada, eu pensava. Mas por outro lado, pensava: "Nunca tive namorada, e se eu nunca mais tiver?" Nisso, já quase chegando na casa dela, naquele momento tomei a decisão de continuar o relacionamento. Pra falar a verdade, já era algo que eu esperava dela. As enganações e mentiras iam continuar, igual ao que vivi com minha mãe. Eu já tava acostumado.
Eu não falei nada, e ali a gente selou um sim pra ser namorados. Embora ainda não tivesse rolado putaria, mas ver tudo que ela podia fazer, e o que me esperava, tudo que viveria com ela, com as irmãs dela e a mãe dela, coisas que eu nem imaginava naquele momento…
Vamos deixar pra outra história... Obrigado, leitores, por me lerem. Vou postar conteúdo um pouco mais seguido.
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