Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tenho uma cliente de suporte técnico de informática que tinha um escritório com serviços e consultoria para pessoas com deficiência.
Ela também é deficiente, se locomove em cadeira de rodas elétrica e tem o corpo de uma menina de 10 anos, tendo uns 35 anos e algumas deformidades.
Há pouco tempo me chamou para fazer um serviço técnico na casa dela, já que teve que fechar o escritório por causa do aumento dos aluguéis.
Quando cheguei no endereço, abriram a porta de uma garagem e era ela, parada, se segurando em umas muletas e, um pouco atrás, a cadeira de rodas dela.
Nunca tinha visto ela de pé, muito menos vestida com um vestidinho bem curto, porque já estava fazendo muito calor desde cedo.
Me inclinei para cumprimentá-la com um beijo, e ela subiu sozinha na cadeira de rodas e me pediu para acompanhá-la, enquanto me contava que aquela era a casa dos pais dela e que ela tinha um apartamento nos fundos.
Ao entrar no apartamento meio escuro, num canto tinham montado uma espécie de escritório, um pouco pequeno e desconfortável para se movimentar com a cadeira de rodas.
Ela se posicionou com a cadeira na frente do PC e me mostrou os problemas que tinha, e um deles era que a impressora não funcionava e não ficava confortável para as limitações dela.
Comecei a trabalhar com ela ao lado, e de vez em quando precisava desligar e ligar a impressora.
Para fazer isso, tinha que me inclinar na frente dela e, sem querer, minha pélvis encostava no rosto dela, já que não tinha muito espaço para fazer de outro jeito.
Na terceira vez que encostei, pedi desculpas de novo, e ela, rindo, disse que não tinha problema e que eu estava aproveitando bastante, já que dessa vez ela sentiu um pouco mais.
Não dei muita importância e continuei trabalhando, e de novo encostei nela, e dessa vez ela disse:
— Huuuum, dessa vez deu pra sentir mais molinho.
Ela afastou a cadeira de rodas um pouco para trás e se levantou, e eu pensei que era para me dar mais espaço.
E ela disse:
— Tenho duas coisas que todo homem curte. A primeira é esta.
E, sem que eu percebesse, ela desamarrou... minha bermuda e quase em milissegundo ela baixou, me deixando de cueca, e enquanto abaixava, dizia: "todo homem merece um boquete de uma mulher baixinha".
E pegou meu pau meio duro com as mãozinhas dela e meteu na boquinha dela.
Mordia e chupava sem parar enquanto acariciava minhas bolas com as mãozinhas.
Eu, atônito, não conseguia parar de olhar enquanto meu pau crescia cada vez mais e ficava mais duro.
Ela percebeu que eu tava nervoso e me disse, rindo enquanto continuava chupando meu pau:
— O que você quer que eu faça? Você encostou ele em mim várias vezes, tava morrendo de vontade de chupar.
Aí eu me soltei um pouco e segurava a cabeça dela cada vez que ela tentava enfiar o pau até o fundo da garganta.
Toda vez que eu sentia que ia gozar, ela parava um pouco e só dava beijinhos na ponta do meu pau.
Depois de vários minutos, ela subiu na cadeira de rodas dela e me disse: "vem comigo", e enquanto eu seguia, subi a bermuda.
Entramos num quarto onde tinha umas camas, e numa dava pra ver uma senhora um pouco mais velha dormindo, e ela me disse:
— É uma amiga que fica comigo e é cega, não esquenta, só me segue.
E passamos pra outro quarto onde tinha uma cama grande.
Ela desceu da cadeira de rodas e tirou da mesinha de cabeceira uma caixa, e de dentro tirou uma camisinha e lubrificante íntimo.
Pediu pra eu subir na cama e se deitou de bruços, meio de lado, levantou o vestido e, com muito esforço, tirou a calcinha e me disse:
— Agora você vai aproveitar a segunda coisa que todo homem procura. Não posso ter sexo vaginal, mas anal sim.
Enquanto passava gel no cu, me indicou pra colocar a camisinha.
Baixei a bermuda pensando que no outro quarto tinha alguém dormindo, não sei por que essa putaria deixava meu pau a mil.
Ela colocou um travesseiro embaixo da pélvis pra levantar um pouco a bunda, e eu, de joelhos na cama, encostei o pau no cu dela e comecei a meter devagar.
Entrei com facilidade, e mesmo assim sentia apertado.
Ela começou a gemer e mexer um pouco aquela bunda estranha dela, já que era meio deformada e a bunda dela era tipo uma bochecha cheinha e a outra magra
Comecei a meter mais forte, mas com cuidado, já que parecia que aquele corpo ia se desmontar
A cada estocada sentia que a bunda soltava pum, alguns com cheiro ruim, mas isso me deixou mais tesudo e minhas metidas ficaram mais fortes
Não aguentei muito mais e gozei
Ao tirar a pica, a camisinha ficou dentro da bunda e ela pediu pra eu tirar
Quando tirei, saiu com um pouco de merda e ela pediu pra eu limpar com uns lencinhos umedecidos que estavam na mesinha de cabeceira
Depois de limpa, ela virou de barriga pra cima, levantou o vestido todo mostrando os peitos e pediu pra eu tocar nela
Fiquei de joelhos na cama e coloquei minha pica na boca dela enquanto tocava os peitos dela, e ela pegou uma das minhas mãos e levou até a pussy dela
Comecei a brincar com o clitóris e os lábios dela e tentei enfiar um dedo, mas não entrava muito
Ela disse que tem uma deformação nos ossos do quadril que não deixa penetrar fácil na vagina dela
Ela continuou chupando minha pica enquanto eu esfregava o clitóris dela, e depois de alguns minutos quase gozamos juntos, enchendo a boca dela de porra, e ela engoliu tudo
Nessa hora, a amiga cega entrou no quarto e foi pro banheiro
Eu deitei rápido e me cobri, esquecendo que ela era cega, e nós dois rimos
Quando a amiga saiu do banheiro, ela falou alto:
"Gente, não esquece que sou cega, mas não sou surda"
A gente riu de novo enquanto ela me pedia pra limpar ela com os lencinhos umedecidos
Ela me convidou pra um café e conversamos pra caramba, e ela me fez aprender que, além de ser uma pessoa com deficiência, também é uma mulher e gosta de curtir o sexo
Então, de vez em quando, passo lá pra visitar ela e a gente curte um momento gostoso, a ponto de, em algumas ocasiões, testando posições estranhas e com muita paciência, conseguir penetrar a vagina dela
Depois de muito tempo, também comi a amiga cega dela, mas isso é história pra outro relato
Ela também é deficiente, se locomove em cadeira de rodas elétrica e tem o corpo de uma menina de 10 anos, tendo uns 35 anos e algumas deformidades.
Há pouco tempo me chamou para fazer um serviço técnico na casa dela, já que teve que fechar o escritório por causa do aumento dos aluguéis.
Quando cheguei no endereço, abriram a porta de uma garagem e era ela, parada, se segurando em umas muletas e, um pouco atrás, a cadeira de rodas dela.
Nunca tinha visto ela de pé, muito menos vestida com um vestidinho bem curto, porque já estava fazendo muito calor desde cedo.
Me inclinei para cumprimentá-la com um beijo, e ela subiu sozinha na cadeira de rodas e me pediu para acompanhá-la, enquanto me contava que aquela era a casa dos pais dela e que ela tinha um apartamento nos fundos.
Ao entrar no apartamento meio escuro, num canto tinham montado uma espécie de escritório, um pouco pequeno e desconfortável para se movimentar com a cadeira de rodas.
Ela se posicionou com a cadeira na frente do PC e me mostrou os problemas que tinha, e um deles era que a impressora não funcionava e não ficava confortável para as limitações dela.
Comecei a trabalhar com ela ao lado, e de vez em quando precisava desligar e ligar a impressora.
Para fazer isso, tinha que me inclinar na frente dela e, sem querer, minha pélvis encostava no rosto dela, já que não tinha muito espaço para fazer de outro jeito.
Na terceira vez que encostei, pedi desculpas de novo, e ela, rindo, disse que não tinha problema e que eu estava aproveitando bastante, já que dessa vez ela sentiu um pouco mais.
Não dei muita importância e continuei trabalhando, e de novo encostei nela, e dessa vez ela disse:
— Huuuum, dessa vez deu pra sentir mais molinho.
Ela afastou a cadeira de rodas um pouco para trás e se levantou, e eu pensei que era para me dar mais espaço.
E ela disse:
— Tenho duas coisas que todo homem curte. A primeira é esta.
E, sem que eu percebesse, ela desamarrou... minha bermuda e quase em milissegundo ela baixou, me deixando de cueca, e enquanto abaixava, dizia: "todo homem merece um boquete de uma mulher baixinha".
E pegou meu pau meio duro com as mãozinhas dela e meteu na boquinha dela.
Mordia e chupava sem parar enquanto acariciava minhas bolas com as mãozinhas.
Eu, atônito, não conseguia parar de olhar enquanto meu pau crescia cada vez mais e ficava mais duro.
Ela percebeu que eu tava nervoso e me disse, rindo enquanto continuava chupando meu pau:
— O que você quer que eu faça? Você encostou ele em mim várias vezes, tava morrendo de vontade de chupar.
Aí eu me soltei um pouco e segurava a cabeça dela cada vez que ela tentava enfiar o pau até o fundo da garganta.
Toda vez que eu sentia que ia gozar, ela parava um pouco e só dava beijinhos na ponta do meu pau.
Depois de vários minutos, ela subiu na cadeira de rodas dela e me disse: "vem comigo", e enquanto eu seguia, subi a bermuda.
Entramos num quarto onde tinha umas camas, e numa dava pra ver uma senhora um pouco mais velha dormindo, e ela me disse:
— É uma amiga que fica comigo e é cega, não esquenta, só me segue.
E passamos pra outro quarto onde tinha uma cama grande.
Ela desceu da cadeira de rodas e tirou da mesinha de cabeceira uma caixa, e de dentro tirou uma camisinha e lubrificante íntimo.
Pediu pra eu subir na cama e se deitou de bruços, meio de lado, levantou o vestido e, com muito esforço, tirou a calcinha e me disse:
— Agora você vai aproveitar a segunda coisa que todo homem procura. Não posso ter sexo vaginal, mas anal sim.
Enquanto passava gel no cu, me indicou pra colocar a camisinha.
Baixei a bermuda pensando que no outro quarto tinha alguém dormindo, não sei por que essa putaria deixava meu pau a mil.
Ela colocou um travesseiro embaixo da pélvis pra levantar um pouco a bunda, e eu, de joelhos na cama, encostei o pau no cu dela e comecei a meter devagar.
Entrei com facilidade, e mesmo assim sentia apertado.
Ela começou a gemer e mexer um pouco aquela bunda estranha dela, já que era meio deformada e a bunda dela era tipo uma bochecha cheinha e a outra magra
Comecei a meter mais forte, mas com cuidado, já que parecia que aquele corpo ia se desmontar
A cada estocada sentia que a bunda soltava pum, alguns com cheiro ruim, mas isso me deixou mais tesudo e minhas metidas ficaram mais fortes
Não aguentei muito mais e gozei
Ao tirar a pica, a camisinha ficou dentro da bunda e ela pediu pra eu tirar
Quando tirei, saiu com um pouco de merda e ela pediu pra eu limpar com uns lencinhos umedecidos que estavam na mesinha de cabeceira
Depois de limpa, ela virou de barriga pra cima, levantou o vestido todo mostrando os peitos e pediu pra eu tocar nela
Fiquei de joelhos na cama e coloquei minha pica na boca dela enquanto tocava os peitos dela, e ela pegou uma das minhas mãos e levou até a pussy dela
Comecei a brincar com o clitóris e os lábios dela e tentei enfiar um dedo, mas não entrava muito
Ela disse que tem uma deformação nos ossos do quadril que não deixa penetrar fácil na vagina dela
Ela continuou chupando minha pica enquanto eu esfregava o clitóris dela, e depois de alguns minutos quase gozamos juntos, enchendo a boca dela de porra, e ela engoliu tudo
Nessa hora, a amiga cega entrou no quarto e foi pro banheiro
Eu deitei rápido e me cobri, esquecendo que ela era cega, e nós dois rimos
Quando a amiga saiu do banheiro, ela falou alto:
"Gente, não esquece que sou cega, mas não sou surda"
A gente riu de novo enquanto ela me pedia pra limpar ela com os lencinhos umedecidos
Ela me convidou pra um café e conversamos pra caramba, e ela me fez aprender que, além de ser uma pessoa com deficiência, também é uma mulher e gosta de curtir o sexo
Então, de vez em quando, passo lá pra visitar ela e a gente curte um momento gostoso, a ponto de, em algumas ocasiões, testando posições estranhas e com muita paciência, conseguir penetrar a vagina dela
Depois de muito tempo, também comi a amiga cega dela, mas isso é história pra outro relato
7 comentários - Fui comido por uma deficiente gostosa
Pero era pegajosa, enamoradiza, hubo que huir.
buena publicación
podrías mandar foto por privado para aumentar el morbo porfa
😋😈😉