Esta história é fictícia e serve apenas para dar prazer aos leitores. Nenhuma idade é especificada, então, claro, vamos supor que tanto o pai quanto o filho são adultos que consentem.

Sem mais delongas, vamos começar:
Por mais ruim que tenha sido pra mim a morte prematura da minha mãe, devastou meu pai. Ele caiu numa depressão profunda. Papai não tinha o menor interesse em ver outras mulheres. Pra ser sincero, ele não se interessava por ninguém além de mim depois que ela morreu. Eu não fazia ideia do que fazer pra tirá-lo da depressão, mas aos poucos fui percebendo que a única pessoa que podia substituí-la era eu. Ah, é, provavelmente esqueci de mencionar que eu era filho dele, não filha. Mas eu me parecia muito com minha mãe, e nada com meu pai. Tinha o cabelo loiro sedoso dela e os olhos azuis brilhantes, e o corpinho pequeno, e não tinha nenhuma característica do meu pai, que era mais moreno e com certeza maior. Além disso, o nome da mamãe era Danielle e me chamaram de Daniel porque até quando nasci eu já era muito parecido com ela. Papai chamava nós dois de Danni, embora até a morte da mamãe eu escrevesse meu nome de outro jeito, Danny.
Papai passava muito tempo me olhando, mas só fui sacar o novo papel que ia desempenhar quando um dia ele me encarou e disse: "Danni, você é a cara da sua mãe. Por favor, não corta o cabelo, deixa comprido igual o dela." Passou mais de um ano e eu nunca mais cortei o cabelo, deixando ele crescer até passar dos ombros. Também adorava secar com secador e aprendi a deixar ele bem fofo, igual o da mamãe, pra não ficar caído nos ombros.
Quando eu estava revendo algumas coisas da mamãe pouco depois da morte dela, reparei nas pílulas anticoncepcionais dela e, por curiosidade, ou em memória dela, ou, sei lá, realmente não sei por quê, comecei a tomar as pílulas anticoncepcionais dela todo dia. De algum jeito, achei que me fariam sentir mais como a mamãe. Quando o estoque do mês começou a acabar, renovei a receita fácil pelo correio e continuei tomando minha dose diária de estrogênio. Durante o ano seguinte, senti minha pele ficar mais macia, me maravilhei com o inchaço dos meus mamilos e fiquei fascinada e empolgada com o crescimento do tecido ao redor deles, no começo só um tipo de inchaço, mas depois, sim, pequeno, mas finalmente. Peitos de verdade, torneados e sensuais.
Durante o primeiro ano depois da morte da mamãe, mesmo quando ainda estávamos de luto pela nossa perda, eu e o papai ficamos muito mais próximos. As noites eram especiais. Muitas vezes a gente se aninhava no sofá enquanto via TV ou um filme. Papai me envolvia com o braço dele e eu me encostava nele, curtindo o calor e a força masculina da proximidade dele, que despertava em mim um sentimento de feminilidade, de querer me sentir protegida e possuída por ele.
Uma vez o pai disse: "Danny, posso te pedir um favor?
Claro, pai. O que você quiser.
Você podia usar o perfume da sua mãe quando a gente sentar no sofá e ver TV?" Só de ouvir a pergunta já fiquei com tesão, de alguma forma me imaginar como uma versão feminina que agradaria meu pai me excitou pra caralho.
Ah, papai, adoraria fazer isso, especialmente se te der prazer. Também adoro o cheiro disso." A partir daí, eu passava o perfume da mamãe toda noite. Papai até comprava mais quando o dela começava a acabar. Ele até embrulhava pra presente e me dava, igual fazia com a mamãe.
Eu não estava onde queria estar no desenvolvimento do meu corpo, mas percebi que meus traços femininos suaves também faziam bem pro papai. Não era só que ele gostava de passar os dedos no meu cabelo longo, macio e sedoso; cada vez mais ele começava a acariciar minha pele suave enquanto assistíamos TV, e eu comecei a acariciar o peito dele enquanto apoiava a cabeça no ombro dele. Muitas vezes, à noite, usávamos só nossos roupões, então o peito dele ficava nu, e eu adorava a sensação dos músculos fortes do peito dele e dos pelos grossos, um contraste enorme com meu corpo esguio e meu peito liso com meus seios de menina. Eu gostava especialmente quando ele deixava os dedos passearem pela minha pele macia, a mão dele no meu ombro, ou deslizava a mão para baixo e coçava minhas costas, ou esfregava suavemente minha perna. Os dedos dele acariciavam meu ombro e brincavam ao longo da minha clavícula, mas, embora eu desejasse que ele movesse a mão alguns centímetros para baixo e acariciasse meus seios brotando, ele não fazia.
Pensei que papai ia preferir a sensação dos meus dedos na pele dele se eu deixasse as unhas compridas, pra poder passar elas pela bochecha dele, pelo pescoço e depois arranhar o peito peludo dele. Conforme minhas unhas cresciam, não ficavam tão bonitas se eu não passasse esmalte, então comecei a fazer manicure, o que eu achava que deixava minhas mãos com uma cara feminina e gostosa.
Uma vez, quando tava voltando da escola pra casa, vi um pacote em cima da minha cama. Era uma camisola de seda rosa linda. Reconheci na hora. Era da minha mãe. Tinha um bilhete escrito à mão.
Querida Danni,
nunca quero te deixar desconfortável e fiquei na dúvida se te perguntava isso, então quero que saiba que pode dizer não e nunca mais vou tocar no assunto. Mas, se você estiver a fim, na verdade, só se realmente quisesse fazer isso do fundo do seu coração, eu gostaria de perguntar se você topa usar esta camisola em vez do seu roupão velho quando a gente assistir TV junto à noite. É um baita conforto e me deixa feliz, mas só queria que fizesse isso se você curte a aparência usando e se também te faz feliz.
Meu amor mais profundo, papai.
Na verdade, me excitei com a ideia de usar a camisola de mamãe, não só porque adorava a sensação da seda contra minha pele, mas também porque sabia o quanto isso agradaria o papai, e nada era mais importante pra mim do que satisfazer o papai.
Naquela noite, depois do jantar, subi como de costume. Fiz isso antes de ver TV pra vestir meu roupão, mas dessa vez coloquei a lingerie da mamãe. Passei o perfume dela no meu pescoço, nas minhas axilas depiladas, nos meus mamilos e um pouco na minha buceta lisinha. Quando desci, papai já estava sentado no sofá, a única luz era a da tela da TV. Caminhei até o sofá, a luz da TV refletiu a transparência da minha camisola. Quando cheguei perto do papai, ele sussurrou: "Você é tão gostosa, Danni".
Valeu, pai. Usar o vestido da mamãe me faz sentir gostosa.
Nos abraçamos, nos acariciamos, nossos dedos aproveitaram as sensações macias, nossos sentidos se intensificaram com o doce aroma do cheiro da mamãe. Também não pude deixar de notar que o pau do papai ficou completamente duro enquanto minhas unhas compridas brincavam no peito dele. Era tão grande, o pau dele tão viril e rijo. Eu queria muito tocar nele, segurá-lo na minha mão, sentir seu peso e calor, mas não tinha certeza se era isso que o papai queria que eu fizesse e não queria arriscar perder nossa relação calorosa e amorosa fazendo algo que talvez ele não quisesse.
Na noite seguinte, depois de vestir a camisola da mamãe e me admirar no espelho do banheiro, papai se aproximou por trás de mim. Nós dois estávamos olhando nossos reflexos no espelho e notei os olhos dele refletidos ali. Ele estava encarando meus bicos empinados e meus peitinhos começando a crescer. Meu pai alto e musculoso estava atrás de mim, as mãos dele segurando meus ombros leves e macios. Eu parecia tão pequena na frente dele. Ele roçou meu pescoço com o dedo indicador e então, para minha surpresa, começou a colocar um dos colares bonitos da mamãe em volta do meu pescoço. Enquanto ele fechava o broche na minha nuca, eu arqueei as costas e pressionei minha bunda coberta pela camisola de seda contra ele, e senti a vara dele endurecer enquanto nós dois admirávamos meu colar no espelho.
Ah, papai, eu sei o quanto esse colar significa pra você." Era uma safira numa corrente de ouro delicada. Papai sempre dizia que os olhos azuis da mamãe brilhavam ainda mais quando ela usava ele.
Quero que você use isso, Danni". De pé atrás de mim, ele me beijou na bochecha.
Valeu, pai. Tô muito orgulhoso e lisonjeado de usar isso".
A boca do papai demorou na minha bochecha e depois foi pro lóbulo da minha orelha. Senti um formigamento no corpo todo quando a língua dele passou pelo lóbulo e pelo ponto erógeno atrás da orelha, descendo pelo meu pescoço. Ele parou no meu pescoço, me dando um beijo molhado enquanto eu ficava tonta e minhas pernas quase bambearam.
Mas num instante, a gente se olhou nos olhos e o pai continuou me encarando. Finalmente eu falei: "Cê sente muita falta dela, né, pai?
Sim." Ele fez uma pausa. "Você se parece muito com ela.
Espera aqui." Subi no quarto da mamãe e do papai. Sentei na penteadeira da mamãe, com o kit de maquiagem dela pronto. Me olhei no espelho. Uma versão mais nova do rosto da mamãe me encarou de volta. Vi o batom dela. Me olhando no espelho, passei o gloss rosa favorito dela nos lábios. Adorei como meus lábios rosados e brilhantes ficaram gostosos e sexys. Encontrei a sombra azul dela e comecei a passar, destacando o azul dos meus olhos do mesmo jeito que aquele tom realçava os olhos azuis brilhantes da minha mãe. Passei rímel, deixando meus cílios longos e femininos, e um pouco de blush. Achei uma loção corporal perfumada com brilho e passei no peito e nas pernas pra ficar tudo cintilante. Me borrifei com uma dose extra do perfume favorito da mamãe e usei o secador pra dar volume no meu cabelo loiro, deixando ele cair em ondas douradas e luxuosas sobre os ombros.
Decidi fuçar fundo no guarda-roupa da mamãe. Ela tinha tanta roupa maravilhosa e gostosa que eu nem sabia por onde começar, mas no fim escolhi uma camisola tipo babydoll rosa com alças fininhas, bem sedosa. Tinha uma calcinha fio dental rosa combinando. A barra da camisola era curta, então dava pra ver como a calcinha minúscula valorizava minha bunda. Girei um pouco, me olhando no espelho. Tinha que admitir que eu tinha uma bundinha feminina bem gostosa. Vestí o robe longo de seda rosa translúcida da mamãe, que já estava usando há semanas, mas agora coloquei um par de chinelos de salto rosa com pompom de pluma rosa na ponta. Pensei: se vou ser feminina, tenho que caprichar e ser toda viadinho mesmo, e o rosa era a cor que eu sabia que ficava demais na mamãe, e achei que com a mesma cor, também ficaria bonito em mim.
Chamei o papai com minha voz mais doce e feminina: "Pronto".
Antes de eu chegar, papai apagou as luzes, acendeu umas velas e colocou uma música suave. Ele tava sentado no sofá. Dava pra ver os olhos dele grudados em mim enquanto eu descia as escadas e entrava na sala, tentando andar de um jeito sedutor e sensual, como se tivesse visto as modelos da Victoria Secret desfilando na passarela. Deixei os saltos me guiarem, balançando a bunda enquanto caminhava.
Ah, ah, meu Deus". Papai ficou realmente sem palavras. Aí eu vi os olhos dele se encherem de lágrimas.
Ah, papai." Fui até ele. Peguei o rosto dele entre minhas mãos. "Papai, tá tudo bem, agora eu tô aqui. Tô aqui pra você." Eu estava de pé, ele sentado. Mas ele me puxou pra perto e me abraçou, pude sentir a umidade das lágrimas dele enquanto ele enterrava o rosto no meu peito. Era a primeira vez que eu segurava ele, ou qualquer outra pessoa, contra meus seios e não conseguia acreditar na onda de emoção terna que despertou no fundo da minha alma ao poder dar a esse homem que eu amava o consolo maternal carinhoso que ele precisava tanto. Acariciei o cabelo dele e me embalei contra ele. Ele enterrou o rosto na maciez dos meus peitos. Ficamos assim por um bom tempo. As mãos grandes e fortes dele me seguravam, mas conforme o abraço continuava, as mãos dele deslizaram das minhas costas, até a parte baixa das minhas costas, até minha bunda de menina. Sei que ele tava pensando na mamãe, mas não consegui evitar, apesar de quão feminino eu era, meu pintinho pequeno ficou duro e ereto. Tinha tantas emoções e sensações girando ao mesmo tempo que mal conseguia pensar.
Tá bom, papai. Te amo muito." A seda contra minha pele, enquanto as mãos do papai deslizavam pelas minhas costas pra cima e pra baixo, me puxando bem pertinho dele.
Olhou nos meus olhos. "Você tá tão gostosa, Danni".
Eu estava acariciando o rosto do papai enquanto ele acariciava meu corpo. Olhei pra ele com meus olhos de cerva de cílios longos. "Te amo, papai. Eu faria qualquer coisa pra te fazer feliz. Qualquer coisa que seu coração desejar." Eu estava perto, enquanto ele se sentava no sofá, com as pernas de cada lado de mim. Ele esfregou o rosto no meu peito enquanto me abraçava. Aí senti a umidade da boca dele. Sabia o que ele queria. Baixei a gola do meu roupão e finalmente, depois de tantos meses de desejo, ele pegou meus mamões ansiosos na boca faminta, encontrou a zona erógena incrivelmente feminina que tinha ficado adormecida até uns meses atrás. Enquanto papai chupava e mordiscava meus doces peitinhos de bebê, passei os dedos pelo cabelo dele. Quase desmaiei de prazer quando papai chupou meu mamilo duro e levou meu peito inteiro à boca. Enquanto isso, as mãos dele subiam e desciam pelas minhas costas, do meu pescoço até minha bunda, provocando arrepios de prazer na minha espinha enquanto a boca dele se movia de um peito pro outro e vice-versa. No ponto em que eu tava ficando louca de prazer, ele parou de beijar meus peitos.
Você concorda que eu faça isso com você, Danni?
Sim, papai, eu também quero.
Papai me deu um beijo na testa. Depois, beijou as pálpebras dos meus olhos fechados. Meus lábios molhados e brilhantes se separaram. Queria tanto o beijo dele. Desejava meu pai mais do que eu poderia imaginar.
Papai pegou meu lábio inferior carnudo entre os dentes e mordiscou de leve. Meus nervos estavam a mil, arrepios de tesão descendo pela minha espinha, mal conseguia me equilibrar. Meus joelhos fraquejaram, eu estava derretendo nos braços dele. Nossas línguas se tocaram. As pontas se rodeiam, hesitantes. O beijo do papai ficou mais urgente, a língua dele tão grande e forte, invadindo minha boca, uma das mãos dele me segurando onde minha cabeça encontra o pescoço, puxando minha boca pra perto, deixando ele penetrar mais fundo.
Deslizei para baixo, meus joelhos cederam, minhas pernas já não aguentavam mais meu peso. Papai, ainda sentado no sofá, me puxou para mais perto e então me deitei no sofá, papai por cima de mim, sentindo o peso do corpo dele sobre o meu, nossas bocas nunca quebraram o beijo, ainda perdidos na sensação das nossas bocas. Nos unimos, perdidos na umidade, no calor das nossas bocas juntas, sabendo que tínhamos cruzado uma linha pela qual estávamos lutando há mais de um ano, soltando as paixões reprimidas.
Eu adorava sentir o peso do papai por cima de mim, me fazia sentir tão pequenininha, tão completamente submissa a ele e, claro, também sentia a dureza da vara de cavalo dele pressionada contra mim. Foi emocionante perceber que eu conseguia deixá-lo tão excitado. Eu também ficava meio envergonhado por estar excitado, embora meu pau duro fosse pequeno, mais como um clitóris alongado, comparado com a vara viril do papai.
A língua do papai realmente explorava as profundezas da minha boca, as mãos dele apertavam minhas tetinhas macias, rolavam meus bicos, massageavam minha nova reivindicação de feminilidade. Eu adorava a sensação de me entregar completamente a ele, de ser o objeto do desejo reprimido dele e permitir que ele expressasse plenamente seus impulsos sexuais contidos.
A boca do papai foi descendo pro meu pescoço. Enquanto ele me beijava e chupava ali, arrepios e nervos formigando percorreram meu corpo todo. "Ai, papai, sim, meu amor, meu papai amor, oh, por favor, mmmmmmmm". Numa hora, tudo que eu conseguia fazer era gemer, quando os lábios do papai foram do meu pescoço pro meu peito e ele começou a chupar meus peitos e mordiscar meus bicos de novo.
Depois de um tempo, papai fez o que eu nunca esperava nem nos meus sonhos mais loucos; a língua dele percorreu meu torso e pegou meu clitóris duro de menino na boca dele. Ai. Meu. Deus. Ele fedia. Não dava pra acreditar na sensação. "Ah, papai, ah, desculpa, papai, tô muito excitado." Gozei quase na hora. Simplesmente não tinha controle nenhum, tava totalmente perdida e meu orgasmo explodiu por completo. Minha porra pegou o papai bem na cara.
Ela começou a rir. Papai estava com o sorriso mais largo e idiota, com meu gozo escorrendo pela cara dele. E aí eu também comecei a rir.
Menina levada. Olha a bagunça que você fez. Olha o que meu bebezinho pidão fez com o papai.
Eu ri. "Me desculpa, pai. Você me excita tanto que eu não consegui me controlar." Pulei, peguei um lenço umedecido e limpei o rosto do meu pai e minha barriga, que também estava suja com meu gozo. Enquanto limpava a gente, agora estávamos cara a cara. Pai ainda tinha um sorrisão no rosto, o que me deixou muito feliz de ver. Além disso, o pau dele estava duro e ereto. Me abaixei e toquei no pau dele. Durante tantos meses minhas mãos tinham esfregado o peito dele, a barriga, as pernas, mas até agora nunca tinha ousado tocar na virilidade dele. Segurei o eixo na minha mão, apertando e puxando de leve.
Timidamente, virginalmente, sussurrei. "Papai, quero te retribuir o favor". Beijei o peito do papai, mordiscando levemente o músculo peitoral e depois fazendo círculos com a língua ao redor dos mamilos dele. Ouvi ele gemer. Ele segurou meus quadris. Enquanto eu deslizava pelo torso dele, a mão dele percorreu minhas costas. Logo eu estava de joelhos na frente dele, as mãos dele segurando os lados da minha cabeça. Eu estava cara a cara com o poderoso músculo masculino do papai. Olhei para o papai e sorri.
Ele baixou o olhar para mim. "Danni, você é tão gostosa. Adoro seus lindos olhos azuis. Continua me olhando, bebê." Olhei pro papai enquanto esticava minha linguinha vermelha e tocava a ponta do pau dele. Depois, mantendo contato visual com ele, enrolei minha língua em volta da cabeça do pau dele. Por fim, coloquei ele inteiro na minha boca e chupei, continuando o movimento giratório da língua. Senti a pressão das mãos do papai na nuca enquanto ele enfiava mais fundo na minha boca.
Tava morrendo de vontade de agradar o papai, e ficar de joelhos na frente dele era tão perfeito, me fazendo sentir como se a sua pequena mascote quisesse que ele fizesse comigo o que lhe desse prazer.
Sim, bebê. Que lindo. Por favor... Chupa, gostosa... Boa menina... Ah, sim... Minha... linda... doce... pequena... bebê...
Papai agora tava enfiando na minha boca e segurando minha cabeça com as mãos enquanto continuava bombando minha boca. Conforme o pau dele ia entrando mais e mais fundo na minha boca e enquanto escorria líquido pré-gozo, comecei a sentir ânsia, engasgar e ofegar, mas ele continuava bombando mesmo com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto e eu lutando pra respirar. Continuei fazendo aquilo, ainda tentando chupar mesmo me engasgando, e fazia o melhor que podia pra manter contato visual, querendo ser a bonequinha de prazer do papai.
De repente, o papai saiu da minha boca e deu um passo pra trás. Eu olhei pra ele com meus olhos de cadela, meus lábios ainda entreabertos, um convite aberto pra receber mais investidas viris.
Me desculpa, minha pobrezinha boneca".
E aí, pai?" Ainda de joelhos na frente dele, peguei a pica do papai nas minhas mãos.
Amor, papai precisa muito de você.
Sim, papai?" Acariciei o pauzão duro dele com a mão enquanto olhava pra ele com meus olhos bem abertos e inocentes.
Papai precisa fazer uma coisa de adulto com você, coisa de papai e mamãe agora, e acho que vai doer, mas não quero machucar minha princesinha virgem".
Papai, quero ser seu bebezinho especial. Quero fazer qualquer coisa que te deixe feliz, mesmo que doa." Apertei o pau dele com carinho e beijei a cabecinha. Ele afastou os fios de cabelo que tinham caído no meu rosto.
Danni, você tem uma bundinha de menina tão gostosa. E o pau do papai é tão grande e duro. Não quero te machucar, mas quero te fazer amor igual a mamãe.
Papai, quero que você me coma como uma mulher de verdade também, é tudo que eu quis por tanto tempo. Por favor, papai, tira minha virgindade.
Sobe pro quarto do papai, bebê".
Me levantei e, lentamente, balançando minha cintura a cada passo, fui em direção às escadas e depois subi degrau por degrau com o papai atrás de mim, o rosto dele agora na altura da minha bunda balançando enquanto eu subia.
Quando chegamos no quarto do papai, ele baixou os lençóis, colocou um travesseiro no colchão e me deitou de bruços com o travesseiro debaixo de mim pra minha bunda redonda e gostosa ficar pra fora.
Papai remexeu na cômoda da mamãe e no fundo de uma das gavetas encontrou um objeto. Depois sentou na cama ao meu lado e começou a me dar uma massagem deliciosa nas costas e nas pernas. Começou com as mãos fortes massageando meus pés, depois subindo e fazendo o mesmo com meus ombros, me massageando através da seda da minha camisola. Por mais que eu tenha curtido a sensação da seda, fiquei excitada quando ele tirou suavemente minha camisola, me deixando só com minha calcinha rosa minúscula. Aí ele passou loção morna e senti que ia derreter sob o toque dele. Ele foi com calma, se movendo devagar, fazendo meu corpo relaxar de verdade. Massageou meus braços, ombros e costas, pés, panturrilhas e coxas, mas não tocou na minha bunda que estava empinada no ar pedindo pra ser tocada.
Papai trabalhou alternadamente dos meus ombros pra baixo e dos meus pés pra cima, mas no fim concentrou as mãos fortes e viris na minha bunda de mulher. No começo, ele massageou por cima da calcinha do biquíni. Mas depois de um tempo, puxou minha calcinha pra baixo, deixando minha bunda exposta, pronta. Ele realmente me lambuzou com loção de massagem e apertou e massageou minhas nádegas com força, bem profundo. Aí, começou a passar os dedos oleosos pelo vinco entre minhas bandas, aprofundando os dedos aos poucos.
Enquanto isso, papai por trás beijava meu pescoço e mordiscava meus ombros do jeito mais eroticamente sensual que se pode imaginar. Ah, eu o desejava tanto que estava ficando louca de tesão. Mexi minha bunda como meu pequeno convite para a atenção do papai.
Depois senti uma nova sensação dura e quente entrando na minha abertura pequena, tão pronta mas ainda apertada. Eu gritei. Parecia enorme. Ele se inclinou sobre mim, ficando parado enquanto eu recuperava o fôlego, e então, quando eu deixava meus músculos relaxarem, ele pressionava um pouco mais, enquanto sussurrava doces estímulos no meu ouvido. "Amor. Que menina tão boazinha. Ah, amor, que doce.
Papá foi paciente e gentil, apesar da vontade óbvia de me penetrar fundo e por completo. Trabalhamos juntos e nossos corpos encontraram um ritmo. Nossos corpos finalmente se abraçaram apertado, papá dentro de mim por inteiro, e nunca me senti tão completa. Conforme minha capacidade de recebê-lo melhorou, a pegada dele também ficou mais forte. Adorei ser penetrada, percebi que era algo que eu desejava profundamente há muito tempo e agora, finalmente, estava acontecendo. Papá grunhiu e me bateu forte, me socando, sim, me fodendo, pancadas duras e viris, e eu me movi em sincronia, uma harmonia perfeita de yin e yang.
E aí senti o clímax do papai, ele. Gozei junto com ele, me enchendo toda com o leitinho gostoso dele e meu clitóris jorrou ao mesmo tempo. O corpo dele exausto, totalmente acabado, senti todo o peso do papai em cima de mim, tudo molhado, nunca me senti tão feliz. Finalmente me transformei completamente no ser que sempre quis ser: a mulher na vida do papai. A princesinha do papai, a menininha do papai. Pra sempre.
0 comentários - O amor pelo papai me transformou