Com um grito de êxtase, ela parou de chupar as picas, me olhou e me chamou pra chegar perto, queria falar no meu ouvido... Apertando os dentes, sussurrou: "Faz o cu agora, mas devagar e cuida de mim". Olhei nos olhos dela e concordei com a cabeça, ela pediu pra eu chegar de novo e sussurrou: "Tô com medo de doer, nunca fiz porque não quero que meu cu fique destruído". Dessa vez, fui eu que cheguei no ouvido dela e falei: "Pode confiar em mim, eu cuido de você".
Pra ela se sentir mais segura, queria ter intimidade, mas não queria perder o momento de tesão que ela tava vivendo. Logo, pedi pros pausudos, pra minha submissa e pro meu casal de amigos irem embora. Ficamos só Ana, eu e o corno (pra ele ver a cara dela enquanto eu comia o cu dela). Passamos pra uma espécie de cama que tem na frente dos sofás, soltei as mãos dela, ela tentou ficar de quatro, mas eu disse que não... "Vamos fazer de frente, vai ser mais gostoso pra você na primeira vez e quero olhar nos seus olhos quando te desvirginar". Brincamos um pouco, apoiei a pica na buceta várias vezes enquanto brincava com meus dedos bem molhados no cu dela, com movimentos circulares e enfiando a ponta... notei que ela tava bem dilatada... Não consegui brincar muito mais tempo com a pica na buceta dela porque ela se esfregava e eu não queria que ela gozasse... Sem aguentar mais o tesão, ela sussurrou de novo no meu ouvido e falou: "Me come, não aguento mais".
Bem devagar, comecei a penetrar ela com a pica bem lubrificada, começamos com a ponta, enfiava e tirava devagar e pouco... fomos colocando mais centímetros de carne, mas quando chegou na metade da minha pica, ela gritou de prazer e falou: "Gozei".
Sabia que isso podia acontecer porque a gente tinha estimulado ela por muito tempo, mas isso fodia meu plano, eu queria comer o cu dela por um tempo e, se ela aguentasse até eu gozar, fazer isso enquanto tava metendo no cu dela.
Sem tempo pra manobras pra evitar o orgasmo, não restava nada além de deixar ela aproveitar aquele momento ao máximo. Com o grito dela dizendo "gozei", ela me abraçou e empurrou a pélvis contra meu pau, fazendo com que meu pau entrasse bem mais fundo no cu dela. Ela ficou naquela posição, tendo, além de tremores de prazer no corpo, espasmos anais que eu conseguia sentir no meu pau. A melhor sensação que uma puta recém-estuprada analmente pode te dar.
Com a maior cara de safada, cheia de prazer, ela me disse: "você é um filho da puta". E pra minha surpresa, ela pediu pra eu continuar... "continua, ainda tô com tesão". E quase sem conseguir falar, como se tivesse sem ar, disse: "foi muito excitante tudo aquilo". Sem hesitar, comecei de novo e, mesmo com um pouco de dificuldade pra pegar o ritmo, a gente seguiu. Ela tava molhada e dilatada, mas não tanto quanto antes de gozar. Notei que tava doendo um pouco, mas ela disse que queria continuar mesmo assim, que naquele ritmo a dor até começava a dar prazer. Depois confessou que aquela dor a excitava porque fazia ela se sentir puta de novo.
Depois de um tempo pegando o ritmo, eu queria levar pra outro nível, não queria só continuar comendo o cu dela. Então perguntei se ela gostaria de transar em cima do corno. O privilégio de perguntar é porque era a primeira vez dela no anal; com uma parceira normal, eu nem pergunto nada. Excitada e com a maior cara de puta, ela disse sim! Virei a cabeça pra chamar o corno e vi que ele tava de pau mole... "Vem cá, pinto curto precoce, você gozou?" Ele respondeu que sim... ele não tinha permissão pra gozar... Mas eu precisava dele porque queria comer o cu da Ana em cima dele, só como humilhação. Não só ela me entregou o cu, como vou comer ele em cima de você, corno. Cumprindo isso, levantei a Ana (sem tirar o pau do cu dela), mandei o corno deitar e me joguei com ela em cima dele. "Corno, você não pode tocar nos peitos dela, nem na buceta, nem no cu. Só serve de colchão ou pra segurar ela se precisar." Percebi que transar em cima do Lucas excitou muito a Ana, a dilatação dela mudou rápido. Queria comer o cu dela em várias posições: de quatro na frente do Lucas pra ele ver a cara de prazer dela, ou eu deitado e ela cavalgando de costas, mas tinha prometido cuidar dela e, pra primeira vez, já tinha sido anal suficiente. A gente transou um tempo em cima do Lucas e ela teve o segundo orgasmo anal... deixei ela aproveitar e me levantei com ela abraçada em mim igual um coala. Corneta, cai fora, você não pode ficar no que vem a seguir." Lucas me pergunta por quê... Você não podia gozar e gozou... Ana olha pra ele e fala "vai embora, deixa a gente sozinho." Naquele momento, acho que minha pica inchou o dobro, de ser uma submissa eu tinha virado uma hotwife dominante. Quando o Lucas foi embora, voltamos pro primeiro sofá e começamos de novo. Ele disse "deixa eu me recuperar", e eu respondi "a gente termina quando eu disser que terminou."
Eu amarrei as mãos dele de novo e tudo recomeçou. A primeira coisa que fiz foi pegar a boca dele. Foi muito intenso, teve de tudo: palmadas, puxões de cabelo, cusparada na cara, ele engolindo minha saliva inclusive... mas dessa vez sem anal. Esperei a gente gozar junto e mais coisas rolaram depois, mas prefiro terminar a história aqui com algo que ele me disse naquele momento: "Preciso te dizer que sou sua putinha.Vergaços pras hotwife e gozo pro cuck, abraços.
Pra ela se sentir mais segura, queria ter intimidade, mas não queria perder o momento de tesão que ela tava vivendo. Logo, pedi pros pausudos, pra minha submissa e pro meu casal de amigos irem embora. Ficamos só Ana, eu e o corno (pra ele ver a cara dela enquanto eu comia o cu dela). Passamos pra uma espécie de cama que tem na frente dos sofás, soltei as mãos dela, ela tentou ficar de quatro, mas eu disse que não... "Vamos fazer de frente, vai ser mais gostoso pra você na primeira vez e quero olhar nos seus olhos quando te desvirginar". Brincamos um pouco, apoiei a pica na buceta várias vezes enquanto brincava com meus dedos bem molhados no cu dela, com movimentos circulares e enfiando a ponta... notei que ela tava bem dilatada... Não consegui brincar muito mais tempo com a pica na buceta dela porque ela se esfregava e eu não queria que ela gozasse... Sem aguentar mais o tesão, ela sussurrou de novo no meu ouvido e falou: "Me come, não aguento mais".
Bem devagar, comecei a penetrar ela com a pica bem lubrificada, começamos com a ponta, enfiava e tirava devagar e pouco... fomos colocando mais centímetros de carne, mas quando chegou na metade da minha pica, ela gritou de prazer e falou: "Gozei".
Sabia que isso podia acontecer porque a gente tinha estimulado ela por muito tempo, mas isso fodia meu plano, eu queria comer o cu dela por um tempo e, se ela aguentasse até eu gozar, fazer isso enquanto tava metendo no cu dela.
Sem tempo pra manobras pra evitar o orgasmo, não restava nada além de deixar ela aproveitar aquele momento ao máximo. Com o grito dela dizendo "gozei", ela me abraçou e empurrou a pélvis contra meu pau, fazendo com que meu pau entrasse bem mais fundo no cu dela. Ela ficou naquela posição, tendo, além de tremores de prazer no corpo, espasmos anais que eu conseguia sentir no meu pau. A melhor sensação que uma puta recém-estuprada analmente pode te dar.
Com a maior cara de safada, cheia de prazer, ela me disse: "você é um filho da puta". E pra minha surpresa, ela pediu pra eu continuar... "continua, ainda tô com tesão". E quase sem conseguir falar, como se tivesse sem ar, disse: "foi muito excitante tudo aquilo". Sem hesitar, comecei de novo e, mesmo com um pouco de dificuldade pra pegar o ritmo, a gente seguiu. Ela tava molhada e dilatada, mas não tanto quanto antes de gozar. Notei que tava doendo um pouco, mas ela disse que queria continuar mesmo assim, que naquele ritmo a dor até começava a dar prazer. Depois confessou que aquela dor a excitava porque fazia ela se sentir puta de novo.Depois de um tempo pegando o ritmo, eu queria levar pra outro nível, não queria só continuar comendo o cu dela. Então perguntei se ela gostaria de transar em cima do corno. O privilégio de perguntar é porque era a primeira vez dela no anal; com uma parceira normal, eu nem pergunto nada. Excitada e com a maior cara de puta, ela disse sim! Virei a cabeça pra chamar o corno e vi que ele tava de pau mole... "Vem cá, pinto curto precoce, você gozou?" Ele respondeu que sim... ele não tinha permissão pra gozar... Mas eu precisava dele porque queria comer o cu da Ana em cima dele, só como humilhação. Não só ela me entregou o cu, como vou comer ele em cima de você, corno. Cumprindo isso, levantei a Ana (sem tirar o pau do cu dela), mandei o corno deitar e me joguei com ela em cima dele. "Corno, você não pode tocar nos peitos dela, nem na buceta, nem no cu. Só serve de colchão ou pra segurar ela se precisar." Percebi que transar em cima do Lucas excitou muito a Ana, a dilatação dela mudou rápido. Queria comer o cu dela em várias posições: de quatro na frente do Lucas pra ele ver a cara de prazer dela, ou eu deitado e ela cavalgando de costas, mas tinha prometido cuidar dela e, pra primeira vez, já tinha sido anal suficiente. A gente transou um tempo em cima do Lucas e ela teve o segundo orgasmo anal... deixei ela aproveitar e me levantei com ela abraçada em mim igual um coala. Corneta, cai fora, você não pode ficar no que vem a seguir." Lucas me pergunta por quê... Você não podia gozar e gozou... Ana olha pra ele e fala "vai embora, deixa a gente sozinho." Naquele momento, acho que minha pica inchou o dobro, de ser uma submissa eu tinha virado uma hotwife dominante. Quando o Lucas foi embora, voltamos pro primeiro sofá e começamos de novo. Ele disse "deixa eu me recuperar", e eu respondi "a gente termina quando eu disser que terminou."
Eu amarrei as mãos dele de novo e tudo recomeçou. A primeira coisa que fiz foi pegar a boca dele. Foi muito intenso, teve de tudo: palmadas, puxões de cabelo, cusparada na cara, ele engolindo minha saliva inclusive... mas dessa vez sem anal. Esperei a gente gozar junto e mais coisas rolaram depois, mas prefiro terminar a história aqui com algo que ele me disse naquele momento: "Preciso te dizer que sou sua putinha.Vergaços pras hotwife e gozo pro cuck, abraços.
2 comentários - Cornudo - História Recente - Parte 3