Meu amigo consegue embebedar minha mãe

Meu amigo consegue embebedar minha mãeA verdade é que até hoje ainda não sei como pôde acontecer, e muito menos como permiti que rolasse. No entanto, agora com o tempo e de uma perspectiva realista, eu tinha claro no fundo do meu ser que sabia que era uma parada que podia rolar — e puta que pariu, se rolou!Estávamos na universidade, era meu primeiro ano e lá conheci o Alberto. A gente se dava super bem, conectamos desde o primeiro dia, não tinha segredos entre nós e íamos juntos pra tudo, não tinha festa que a gente não fosse e a gente pegava umas bebedeiras daquelas.

Só que enquanto eu ia pra casa na maioria das vezes todo cego e sozinho, o Alberto, sem fazer muito esforço, sempre saía acompanhado. E apesar de sentir uma pontada de ciúme, também tenho que reconhecer que o Alberto era um ímã pra mulherada, ele era muito atraente, alto, com um corpo de surfista, bem bronzeado e fibroso, então sem fazer muito esforço as mulheres praticamente caíam nos braços dele.

Mais de uma vez quando a gente saía por aí, eu via como as minas ficavam olhando pra ele, e algumas até viravam ou faziam algum comentário sobre como ele era gostoso.

Eu, pelo contrário, me considero um cara normal, comum, bem tímido, que tem uma puta dificuldade pra puxar conversa com o sexo oposto.

Se naquele primeiro ano de universidade eu fiquei com alguma mina, não foi por minha lábia ou meu jeito de ser, mas sim por causa do meu amigo Alberto, que conseguia que as conquistas dele arrumassem uma amiga pra mim, e com algumas eu tive a sorte de conseguir fazer alguma coisa.

O negócio é que já tava no fim do curso, o verão à vista, e tinha festa na cidade esse fim de semana, então decidi convidar o Alberto pra curtir junto as festas da minha cidade. Ele topou de boa, já que não tinha nenhum plano melhor pro fim de semana.

Na sexta depois do almoço, pegamos um trem que nos levou até minha cidade. Quando chegamos, meu pai tava nos esperando pra levar pra casa. Depois das apresentações, colocamos as malas no carro e fomos pra casa.

Assim que chegamos em casa, fomos direto pro meu quarto, largamos as malas e dei uma cópia das chaves de casa pra ele. Depois fomos pra cozinha apresentar ele pra minha mãe. Ela tava fazendo as coisas dela, mas quando se Voltei e pude ver como minha mãe ficou estupefata, com os olhos arregalados e imóvel ao vê-lo. Alberto, com toda a naturalidade do mundo, se aproximou da minha mãe e deu dois beijos nela, soltando um elogio dizendo que pessoalmente ela era mais gostosa do que eu, o filho dela, tinha dito. Esse elogio não foi feito com maldade, mas sim para agradar minha mãe, que ao ouvir ficou corada e desviou o olhar de Alberto para esconder o constrangimento, respondendo que ele era muito galanteador e que também não era nada mal.

Depois das apresentações de praxe, fomos encontrar meus colegas para apresentar o Alberto, tomar umas cervejas e ver quais eram os planos para o fim de semana.

Já na rua, Alberto me abordou sobre como minha mãe era linda e jovem. No começo, chamei a atenção dele, porque me irritou que ele estivesse olhando pra minha mãe como se ela fosse qualquer uma. Ele, vendo que eu estava puto, sorriu e me perguntou se por acaso não era verdade, e que eu tinha escondido isso direitinho. Eu não disse nada, preferi ficar calado na esperança de que Alberto largasse o assunto, mas estava claro que ele não ia deixar pra lá e adorava me provocar com isso — e, verdade seja dita, ele estava conseguindo. Ele continuou elogiando os atributos da minha mãe, falando como seria foda ter que dividir casa com uma mulherão daqueles e não poder comer ela.

Eu continuei sem dizer nada, mas tenho que admitir que minha mãe era uma mulher que não passava despercebida por ninguém. Apesar da idade, ela se conservava muito bem, e olha que não fazia nada de especial — não era de academia nem de esporte, era só uma dona de casa. Os amigos do meu pai não se cansavam de elogiá-la ou de comentar com ele a sorte que ele teve com minha mãe. Até meus amigos zoavam comigo, dizendo que ela era uma MILF. Mas ouvir isso do Alberto, com o histórico de conquistas que ele tinha, e ainda mais depois de ver a reação da minha mãe quando apresentei ele, me deu um arrepio. percorresse meu corpo inteiro.
Ainda bem que o Alberto parou quando chegamos no barraco, deixou de me encher o saco e na frente dos meus parceiros se comportou, não fez nenhum comentário sobre minha mãe, coisa que agradeci, porque se tivesse feito, com certeza meus colegas iam zoar comigo, babar falando da minha mãe, e isso não me fazia graça nenhuma.
Apresentei ele pros amigos, e a gente comentou o plano do fim de semana, que basicamente era beber. Depois disso, fomos pra um bar onde íamos todo fim de semana, e lá apresentei ele pra algumas amigas que rapidinho ficaram afim do Alberto. Tava claro que, além de ser a novidade, o Fer agradava por onde passava, e na minha cidade não foi exceção.borrachafRapidamente fui pra segundo plano, todo mundo tava de olho no Alberto, o que agradeci por um lado porque queria que ele ficasse à vontade e se divertisse pra caralho, e por outro pra ele esquecer da minha mãe.A tarde já estava avançada e depois de várias cervejas todo mundo tava com aquela brisa besta, então decidimos ir pra casa jantar e tomar um banho pra dar uma acordada antes da noite esquentar.
Chegando em casa, minha mãe tava na sala vendo um filme, quando nos ouviu, veio até o corredor e perguntou como tinha sido a tarde. Eu falei que ia tomar banho, e o Alberto foi com minha mãe pra sala.
Depois de um banho que caiu super bem, me vesti e desci pra procurar o Alberto. Enquanto descia, dava pra ouvir, mesmo sem entender, a conversa que ele e minha mãe estavam tendo. Senti minha mãe rindo de um jeito nervoso, então, quando cheguei perto o bastante da sala, resolvi ficar quieto pra ver do que estavam falando. Foi aí que ouvi o Alberto enchendo os ouvidos da minha mãe de elogios, e ela respondia animada que ele era um galã muito safado e que ela era casada, porque se tivesse conhecido ele 20 anos antes, não sabia o que teria acontecido. Aí o Alberto respondeu que 20 anos atrás ele nem tinha nascido, mas agora podia rolar o que eles quisessem. E ficou um silêncio entre eles que me preocupou, então me afastei um pouco e gritei pra avisar que tava indo pra onde eles estavam. Minha mãe saiu meio corada, e atrás dela o Alberto com um sorrisão. Sinceramente, sem ter ouvido nada, ver os dois saindo da sala dava até pra pensar mal, mas me fiz de besta e falei pro Alberto que o banho tava livre. Ele entrou no quarto, pegou a roupa que ia vestir e foi pro banheiro, momento que aproveitei pra falar com minha mãe.
Perguntei o que ela achava do Alberto, e ela disse que ele é um cara muito legal e atencioso. Eu ri e completei que ele é muito gostoso também. Ela corou e, com um sorriso, concordou com a cabeça. Aí eu falei que ele era um pegador e que todas as mulheres caíam aos pés dele. Minha ideia era que o Alberto não caísse tão bem pra ela. Bem, como parecia, e avisar ela do perigo que ele tinha, mas nada mais longe da realidade. Em vez de afastá-la, o efeito que causou foi exatamente o oposto do desejado, já que então minha mãe começou a me perguntar sutilmente coisas que eu não queria responder, como se Alberto tinha namorada ou se gostava de mulheres mais velhas.
Eu evitei todas essas perguntas como podia, e finalmente fui para a sala ver televisão até o Alberto sair do chuveiro.

Alberto, uma vez que estava no banheiro e tomando banho, começou a me chamar, mas como eu estava na sala, não ouvi, e foi minha mãe até a porta do banheiro perguntar o que ele queria, se estava tudo bem ou se precisava de alguma coisa. Então Alberto disse que tinha esquecido a toalha no quarto e perguntou se ela podia pegar. Minha mãe foi ao quarto e pegou a toalha. Quando chegou ao banheiro, bateu na porta para avisar que deixaria a toalha no puxador, mas Alberto disse para ela entrar, que ele estava no chuveiro, senão ia molhar tudo. Aí minha mãe entrou e teve uma bela surpresa: se deparou com uma imagem extremamente agradável, já que Alberto, logicamente, estava completamente pelado, só que o filho da puta tinha a cabine do chuveiro totalmente aberta, então minha mãe podia ver aquele corpo perfeito e bronzeado sem nenhuma dificuldade. Minha mãe demorou um segundo para reagir e, pedindo desculpas, deixou a toalha na pia. Quando estava indo embora, Alberto se virou, agradeceu por ter trazido a toalha e disse para ela não precisar sair tão rápido. Não sei por quê, mas o fato é que minha mãe ficou imóvel, com os olhos quase saindo das órbitas, observando meu amigo completamente nu e com um sorriso triunfante a poucos metros.

Alberto saiu do chuveiro muito tranquilo e confiante, sabendo do corpaço que tinha, e pegou a toalha. Começou a secar as costas a poucos centímetros da minha mãe. Ela, se sentindo desconfortável com a Situação: pedindo desculpas, saiu do banheiro como se o diabo estivesse no encalço. Foram só alguns segundos, mas Alberto tinha certeza de que aquela mulher suspirava pelos ossos dele — e não ia deixar essa oportunidade escapar.

Depois desse incidente, Alberto e eu saímos de casa pra jantar fora e ir mostrando a cidade pra ele. Meu pai, nos fins de semana e feriados, trabalhava como garçom num bar, então liguei pra ele pedir pra reservar uma mesa pra nós dois.

Já no jantar, perguntei ao Alberto como ele estava, e ele disse que estava muito bem, mas que tinha um problema que não sabia como encarar. Não sei por quê, mas já temia por onde aquilo ia dar, e não sabia se queria ouvir. Mesmo assim, todos os meus medos se confirmaram quando Alberto soltou a bomba: não foi outra coisa senão ouvi-lo dizer que tinha se encantado pela minha mãe.

Eu fiquei mudo, sem saber o que dizer ou fazer. Sabia que ele falava muito sério — conhecia ele demais pra saber que não estava me zoando e que era pra valer.

Ele, vendo que eu não dizia nada, falou que sentia muito e que ia seguir em frente, mas que gostaria de ter minha aprovação.

Eu tava alucinando. Tudo bem que ele era meu melhor amigo, mas daí a tentar comer minha mãe? O que ele pensava que era? E esperava que eu dissesse que achava ótimo e que não me importava nadinha? Sentia minha raiva crescendo, mas o que eu podia fazer? Também não tava a fim de fazer um escândalo com meu melhor amigo, ainda mais no bar onde meu pai trabalhava. Como é que eu explicaria pro meu pai se ele perguntasse o que tinha rolado com meu amigo?

Tentei protestar, falei que não achava certo, que se ele me valorizava ou prezava nossa amizade, não entendia por que queria destruir minha família, nem sequer cogitar isso, ainda mais por um capricho. Pô, minha mãe, sendo que ele podia pegar quem quisesse?

Alberto, com uma naturalidade impressionante, me disse que não queria destruir nada, muito menos que eu sofresse, e que se tava me contando era porque queria ser sincero. Comigo, que sentia como se minha mãe estivesse carente, implorando por um homem que cuidasse dela, e se eu não fizesse isso, o outro ia aproveitar a situação.
Alberto me encarava fixamente, como se estivesse avaliando o próximo passo, vendo como eu reagia para decidir como seguir.
Eu podia sentir uma raiva me invadindo, porque minha mãe podia ter qualquer um, mas tinha se encantado pela minha mãe. Tava convencido de que, se minha mãe fosse o alvo do Alberto, no fim ela ia sucumbir aos encantos dele, como todas as mulheres que ele se propôs a conquistar. E enquanto pensava nisso, também sentia uma nova sensação me tomando, podia sentir meu pau endurecendo ao me imaginar o Alberto com a minha mãe. Mais ainda, a raiva que eu sentia se transformava em culpa por pensar e sentir aquilo. Como eu podia ser capaz, nem por um momento, de imaginar meu melhor amigo com a minha mãe?
Porra, a gente tava falando da minha mãe como se fosse uma qualquer, e ela nunca tinha mostrado nenhum sinal de infidelidade. Meus pais eram felizes, por que ela ia trair meu pai com um moleque, por mais atraente e gostoso que ele fosse?culonasEle, vendo minha reação e que eu começava a levantar a voz sem me importar que estivéssemos no bar onde meu pai trabalha ou até mesmo na minha cidade, com um sorriso safado me disse que era brincadeira, que só estava tirando uma onda comigo, que sabia que eu ficava puta com aquilo e queria me provocar um pouco. A verdade é que ele conseguiu, mas também que a semente da dúvida estava ali, que tinha algo de verdade no que ele tinha dito e que era brincadeira.Não fiquei muito tranquilo, mas pelo menos fez eu parar de me alterar. Ele continuou com a argumentação dele, me fazendo ver que aquilo era impossível, já que era minha mãe, uma pessoa mais velha, casada e feliz. Já cansado de ouvir merda pra justificar o que ele tava falando, mandei ele, de mal jeito, que não queria ouvir mais nenhuma piada sobre minha mãe durante o fim de semana inteiro. Aí ele, com um sorriso no rosto, bagunçou meu cabelo e falou como era fácil me provocar.

É verdade que era fácil me provocar, mas também não era mentira que a gente tava falando da minha mãe, além da facilidade que ele tinha de anular qualquer resistência feminina e fazer essas mulheres fazerem tudo que ele queria.

Quantas vezes, ao longo desse ano, eu vi mulheres caindo aos pés dele, até se comentava que uma das professoras tinha um caso com ele, coisa que eu sabia que era verdade. Por que minha mãe seria só mais uma na longa lista de conquistas dele?

Isso me assustava e me excitava quase na mesma medida, mas não ia dar o gosto de facilitar pra ele, muito menos ajudar ele a alcançar o objetivo dele. E, sinceramente, sentia uma certa culpa por pensar assim.

Depois do jantar, fomos pro barraco com a galera, e como sempre fazíamos, jogamos um jogo de beber. Meus amigos e eu, logicamente, fomos em cima do Alberto, já que ele era o novato. E, pra ser sincero, eu tinha esperança de que, se ele ficasse bêbado, o perigo acabaria e ele provavelmente esqueceria minha mãe.

A noite passou normal, litros de álcool correram nas nossas veias. Alberto tava conversando com uma mina novinha, parecia que ele tava afim dela. Então, aos poucos, eu também relaxei e me deixei levar. Fiquei conversando com amigos que não via há um tempão, até que a mina que tava com o Alberto passou do meu lado. Perguntei onde ela tinha deixado o Alberto, e ela deu de ombros e falou que ele tinha ido embora.

Aí, toda minha bebedeira desceu pros pés. Uma ideia cruzou minha cabeça, e eu não gostei nada daquilo. Olhei a hora: era uma da madrugada. Uma hora perfeita, já que meu pai em festas não parava em casa praticamente nada, o trabalho dele no bar o consumia e era raro o dia que ele chegava antes das quatro da manhã pra depois sair de novo às oito da manhã pra servir os almoços e não voltar até depois do almoço pra deitar meia hora e tomar banho pra tarde-noite, e o pior de tudo era que o Alberto sabia disso porque a gente já tinha comentado várias vezes e, como se não bastasse, lembrei que ele tinha as chaves de casa, já que eu mesmo tinha dado pra ele, então não tinha nenhum problema ou impedimento pra entrar em casa.
Depois disso, saí correndo como se não houvesse amanhã pra minha casa, como era uma cidade pequena, não demorei mais de 5 minutos pra chegar na porta de casa, quase sem fôlego, parei na entrada e abri a porta com muito cuidado, sabia que minha mãe lá pelas 11 já estaria na cama, então também não queria fazer barulho caso ela não estivesse lá, desejava com toda minha alma que ela não estivesse.
Mas se estivesse, o que eu ia fazer?
Enquanto pensava nisso, tirei os sapatos pra não fazer nenhum barulho e comecei a subir pra onde ficavam os quartos, conforme ia subindo, conseguia ouvir umas vozes, embora não soubesse bem de quem eram ou se eram só da televisão, sinceramente, tava cagado de medo, e rezando pra que fosse a televisão, mas quanto mais perto chegava, mais dava pra entender, e todos os meus medos vieram à tona quando reconheci uma das vozes que saíam do quarto, a voz do Alberto, não podia acreditar, meu melhor amigo estava no quarto dos meus pais com a minha mãe, a alma caiu aos meus pés, mas mesmo assim, meus pés não pararam de se mover, como se tivessem vida própria, me levaram até a porta do quarto.
Quando cheguei no quarto, a poucos centímetros da porta, pude ver que ela estava aberta, embora seja verdade que meus pais nunca fechavam a porta, meu amigo podia ter fechado pra evitar que fossem pegos, ou será que ele queria ser pego..
Uff, um Redemoinho de sentimentos e pensamentos passavam pela minha cabeça, mas outra coisa que mais me irritava era que eu estava excitadíssimo, o que estava acontecendo comigo, nunca tinha me sentido assim.
Fiquei parado bem no começo da porta, queria ouvir o que estava rolando no quarto. Minha mãe dizia que não estava certo, que era uma mulher casada e que amava o marido.
Alberto respondeu que não estava ali para destruir uma linda unidade familiar (o filho da puta usava o argumento que eu mesmo tinha dado a ele não fazia nem duas horas para evitar o que inevitavelmente, se minha mãe não impedisse, ia acontecer). Minha mãe perguntou então por que ele estava ali, sabendo que nem o marido nem o filho estavam em casa. Aí Alberto, sem hesitar, respondeu que estava ali para satisfazer suas necessidades. Ela caiu na gargalhada enquanto perguntava o que ele pensava que era, e o que ele sabia sobre as necessidades dela.
Alberto, longe de se intimidar, respondeu que ela podia fingir ou dizer o que quisesse, mas ele sabia, pelo jeito que ela olhou para ele quando foram apresentados ou como o olhava no banheiro, que ela tinha uma necessidade sexual urgente. Ele não sabia o motivo — se ela era frígida, se o marido chegava cansado e não tava a fim, ou simplesmente a rotina —, o fato é que você não está satisfeita com sua vida sexual e isso se vê de longe. Minha mãe interrompeu Alberto para dizer, com ironia, que imaginava que depois dessa apresentação, agora seria ele quem se ofereceria para satisfazer tal necessidade.
Alberto respondeu que sim, e minha mãe contra-atacou de novo, perguntando o que ele diria ao amigo. Amanhã, depois que você e eu, no caso de rolar algo, você seria capaz de olhar meu filho nos olhos ou ficar com ele como se nada tivesse acontecido? Ou como eu poderia amanhã olhar nos olhos do meu marido, o pai do seu amigo?
Depois que você conseguisse seu objetivo, o que te impediria de dizer que estava bêbado e que não sabia o que fazia? Você teria. conseguiu aumentar sua lista de conquistas, seu ego masculino estaria satisfeito, entendo e compreendo o tesão de ser a mãe de, mas além disso de ser mais uma conquista, o que a gente ganharia.
Me explica, o que eu ganharia com isso? Já que não tenho nada claro sobre o que eu ganharia nessa situação, mas tenho muito claro o quanto eu poderia perder. Isso é uma coisa que não pode dar certo e que não devemos começar, tenho certeza de que assim que você voltar pra festa, vai ter um monte de novinhas rebolando pra ficar com você, então não perde tempo com uma coroa como eu.

Eu adorava como minha mãe defendia a honra dela, mas Alberto não desistia, rebatia cada um dos argumentos dela e a cada frase enchia os ouvidos da minha mãe com algum elogio que com certeza agradava ela, tipo dizendo que ela não era velha, e que muita novinha queria ter aquele corpaço e ser metade da gostosa que minha mãe era.

Depois disso, houve um silêncio, parecia que minha mãe estava cedendo aos argumentos de Alberto. Eu espiei um pouco e vi que Alberto estava sentado na cama junto com minha mãe e tinha uma das mãos apoiada na coxa dela. Ela dormia com uma camisola bem fina e sem calcinha, então dava pra ver os bicos dos peitos dela marcando o tecido.

Alberto também deve ter sentido ou notado, porque quando viu que minha mãe não falava nada, começou a subir a mão pela coxa dela, enquanto dizia que, embora as palavras dela fossem verdade, não era menos verdade que o corpo dela dizia outra coisa. E ele olhou fixamente pros peitos da minha mãe, e ela baixou o olhar e fechou os olhos quando umas mãos habilidosas tocaram suavemente os lábios da buceta dela.

Minha mãe, ao sentir a mão de Alberto na buceta dela, fechou as pernas e, com uma voz trêmula, bem diferente da segurança que mostrava segundos antes, implorou num último esforço pra que Alberto desistisse da ideia. Mas Alberto se aproximou ainda mais da minha mãe e, num sussurro perto do ouvido dela... Ouviu, ele disse pra ela relaxar e aproveitar, que não tivesse medo, não tinha volta, os dois queriam aquilo e não ia sair daqui. A verdade é que a autoridade e segurança que as palavras dele transmitiam, além da habilidade com as mãos, fizeram toda a resistência da minha mãe ir pro espaço. Ela foi se soltando aos poucos e, portanto, abrindo as pernas, e o Alberto aproveitou pra brincar com o clitóris dela. Ao sentir aquelas carícias, ela começou a arquear as costas e se deixou cair em cima da cama. Alberto tinha conseguido mais uma vez. Lá estava ela, em cima da cama, uma mulher gostosa de pernas abertas, com a mão do Alberto na buceta dela e uma camisola que pouco ou nada deixava pra imaginação. O problema de tudo é que aquela mulher gostosa era minha mãe, e ele tinha sido avisado, embora parecesse pouco se importar. E agora era eu quem estava ali, na primeira fila, vendo os acontecimentos se desenrolarem.maeDepois de um tempo, Alberto se deitou sobre o corpo da minha mãe, pra começar um 69 frenético. Minha mãe tava extasiada, fora de si, tentando continuar com o boquete, mas diante da maestria do meu amigo, que parecia um profissional, já que tava lá todo focado, sem se importar que tavam chupando ele, enquanto minha mãe tentava de vez em quando pegar ar pra poder suspirar e até gemer com mais conforto, dentro do possível, já que tinha um macho em cima e uma rola enorme na boca dela.

Depois de um tempo, minha mãe teve outro orgasmo espetacular, que deixou ela meio mole, mas Alberto continuava lá embaixo, chupando e sugando aquele clitóris inchado e sorvendo todos os sucos que saíam daquela buceta encharcada.

Quando minha mãe se acalmou um pouco de tanto blasfemar e gritar — porque aquilo sim era gritar, não gemer —, Alberto parou de comer a buceta dela pra se virar e ficar cara a cara, dando um beijo de língua na minha mãe que deixou ela sem fôlego, e no qual ela pôde provar o gosto dos próprios fluidos, embora, pelo jeito intenso do beijo, não parecesse se importar muito.

Quando minha mãe começou a recuperar as forças de novo, Alberto, com todo cuidado e muito jeito, começou a mexer os quadris, buscando o que tanto queria, que não era nada mais do que possuir o corpo da minha mãe, profanar todos os buracos dela e, especialmente, aquela coelhinha linda que já tinha gozado duas vezes. Quando sentiu a cabeça da rola na entrada do buraquinho, minha mãe tentou se afastar um pouco de Alberto, pra indicar que não dava pra ser no pelo, já que meu pai tinha feito vasectomia e ela ainda podia engravidar. Alberto torceu o nariz, era uma resposta que ele não esperava, mas mesmo assim não desistiu e continuou empurrando pra meter. Minha mãe tentava se soltar dele, mas não conseguia, porque o corpinho dela tava debaixo do de Alberto. Ela pareceu se assustar, e Alberto, dando beijinhos nos lábios dela, dizia pra ela não se preocupar. Preocupado que antes de gozar ele fosse tirar, mas minha mãe não estava nada convencida e continuava reclamando. Aí o Alberto apelou pra lábia dele de novo e disse que ela era egoísta: ela tinha gozado duas vezes e ele tava duro que nem um burro, não era justo. Minha mãe se ofereceu pra chupar ele, mas ele disse que não era a mesma coisa, que queria sentir ela por dentro. E falando isso, conseguiu enfiar a cabeça da pica dentro dela, o que fez minha mãe dar um pulo e soltar um suspiro de prazer. Alberto aproveitou pra dizer que ela também ia curtir, que relaxasse.

Minha mãe parecia ceder de novo, e Alberto, vendo a hesitação dela, deu uma estocada com a bunda pra enfiar metade da pica pra dentro. Ficou parado e foi falando pra minha mãe o gostinho que ele tava sentindo, o apertado que ela tava e o quanto ela ia curtir aquela buceta. Dava pra ouvir minha mãe respirando com dificuldade, meio sem fôlego — não tinha dúvida que ela tava adorando. Ainda mais quando ela desistiu de resistir de vez, e Alberto começou a chupar aqueles peitões enormes e redondos, a língua dele deslizando com maestria de bico em bico, fazendo eles ficarem ainda maiores e mudarem de cor com as mordidinhas que ele dava.

Com um último movimento de bunda, minha mãe ficou totalmente empalada naquela vara veiuda de carne, o que arrancou um gemido de prazer dela. Alberto tava se acabando na situação, sem dúvida, porque não parava de falar como ela tava apertada e como ele ia gozar gostoso com aquela ferramenta dele. E depois disso, Alberto começou um vai e vem frenético em cima da bucetinha pobre e corada da minha mãe. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem no ritmo das investidas. Alberto tinha passado de tratar ela com todo cuidado e carinho pra bombar com toda a rapidez e força que ele tinha. Pouco depois, eu vi aquela monstruosidade de pica preencher completamente a buceta dela. Buceta da minha mãe e uma espécie de baba saindo da buceta dela, não podia acreditar, minha mãe estava prestes a gozar de novo e os gemidos dela aumentavam a cada estocada do Alberto.
Ele agarrando os peitos dela com as duas mãos e espremendo um contra o outro com desejo, mordiscando os bicos dos peitos sem parar de bombear aquela buceta cada vez mais encharcada, que fazia um barulho bem peculiar enquanto as bolas dele batiam no períneo da minha mãe.
Eu naquele momento já estava com a pica na mão e prestes a gozar, não podia acreditar, aquilo era melhor que um filme pornô, o espetáculo que estavam me dando era único.
A resistência do Alberto era impressionante, não conseguia entender como ele ainda conseguia meter com tanta força, a cama parecia que ia desabar a qualquer momento, até que finalmente, bufando como um touro e com as costas completamente perladas de suor, ele tirou a pica bem no último segundo para inundar de porra os peitos e o rosto da minha mãe, deixando a buceta dela toda vermelha e aberta pelo cacete que levou.
Quando vi que aquilo acabou, desci as escadas correndo, tentando não fazer barulho, peguei meus sapatos, fechei a porta com todo cuidado do mundo e saí correndo dali. Umas quadras depois, coloquei os sapatos e fui para a área dos bares encontrar os parceiros, mas minha cabeça não parava de girar em torno de tudo que tinha acabado de acontecer.
Quando já estava com os parceiros, vi o Alberto chegar. Ele veio até mim com um sorriso de orelha a orelha. Perguntei onde ele tinha se metido, mas ele, bem convincente, disse que tinha conhecido uma mina e ficado com ela. Perguntei que mina, e ele disse que era de fora, de uma cidade vizinha, e depois disso, pra cortar meu interrogatório, passou o braço no meu ombro e falou pra irmos ao balcão tomar uns shots.
Eu estava completamente confuso, minha cabeça não parava de pensar no que tinha acontecido. Por um lado, queria Explodir a cabeça dela, mas por outro lado, mais friamente, não queria fazer nada do que provavelmente depois me arrependeria, já que se a gente discutisse onde estávamos, meus colegas iam descobrir tudo; se a gente se pegasse, o povo ia perguntar por quê, e no fim das contas é uma cidade pequena. Então continuei bebendo e me fazendo de bobo. Pelo menos, graças a Deus, o Alberto também não parecia muito diferente e facilitava a situação.

No final, era meia-noite, o pessoal tava se divertindo, tudo seguia seu rumo, e eu me dediquei a beber. Dose atrás de dose, acabei ficando bem bêbado. Então, quando fomos pra casa já de dia, umas 9 da manhã, meu pai já tinha ido embora e minha mãe ainda não tinha levantado. Eu caí como um saco na minha cama.

Mas o Alberto parecia não ter tido o suficiente. Quando chegamos em casa e fomos pra cama, ele esperou eu começar a roncar como um anjo pra fazer uma nova visita à minha mãe. Quando chegou, viu que as persianas do quarto estavam completamente abaixadas — provavelmente meu pai tinha baixado pra dormir sem incomodo nas poucas horas de descanso que tinha. Então Alberto aproveitou pra se enfiar com todo cuidado na cama da minha mãe. Uma vez lá dentro, se aproximou bem devagar dela e começou a apalpar. Percebeu que ela só tava usando a mesma camisola de antes, então foi levantando ela aos poucos até deixar a mostra aquela bunda gostosa. Com a outra mão, começou a apertar um dos peitos dela. Minha mãe, ao sentir aquelas mãos, sorriu, pensando que era o marido dela querendo brincar. Então, sem dizer nada, ela levou uma mão até a virilha do Alberto. Mas qual não foi a surpresa dela quando, ao pegar no pau dele, percebeu que não era o que normalmente estava do lado dela. Foi aí que minha mãe se assustou e se virou rápido pra ver quem era a pessoa que estava com ela. Alberto, vendo o susto dela, tentou acalmá-la. dizendo que era ele e que ficasse tranquila, ela, ao ver tudo escuro, perguntou que horas eram, e ele respondeu que era cedo, que o marido dela já tinha saído de casa. Minha mãe perguntou então pelo filho, ou seja, eu, mas Alberto sorriu e disse que estava na cama. Aí minha mãe entrou em pânico e tentou se afastar de Alberto, mas ele a segurou com força, impedindo que ela se levantasse. Ela resistiu, mas diante da força do oponente, rapidamente desistiu e, sussurrando, pediu que a soltasse, que ele estava louco, que o filho dela estava no quarto ao lado e, se descobrisse, teríamos um problema.
Alberto sorriu de novo e, colocando-se atrás dela, disse que não havia problema nenhum comigo, já que com a bebedeira que eu tinha, levaria horas para acordar e, naquele momento, mesmo que uma bomba caísse do meu lado, eu não perceberia nada. O pior é que ele não estava errado.
Depois dessa breve explicação, Alberto começou a roçar o pau duro dele na bunda da minha mãe e a amassar um dos peitos dela com aquelas mãos fortes. Por outro lado, minha mãe, após uma breve pausa em que pareceu processar o que Alberto tinha dito, começou a encostar a bunda contra a pélvis dele, como se estivesse buscando a penetração. Quando Alberto viu que minha mãe estava dando o sinal verde, não perdeu um segundo: pegou o próprio pauzão com a mão livre para guiá-lo até a entrada daquela cavidade linda e apertada.
Quando minha mãe sentiu a ponta da rola na entrada da buceta dela, deu um pequeno empurrão para enfiar a cabeça do pau para dentro, o que provocou um suspiro gostoso da parte dela. Alberto estava nas nuvens de prazer, não só por estar fodendo uma mulher gostosa de corpo escultural, mas pela situação em si, pelo fato de ser a mãe do melhor amigo dele e saber que eu estava dormindo a poucos centímetros dali, sem perceber nada.
Minha mãe suspirava cada vez mais alto, cada vez mais rápido, enquanto Alberto sussurrava todo tipo de putaria no ouvido dela. Sussurros, sem parar de empurrar devagar, fazendo com que o pau dele entrasse, não sem dificuldade, lá dentro da minha mãe. Ela começou a respirar com certa dificuldade, levou uma das mãos até a cintura do Alberto e pediu que ele fosse devagar, já que estava bem irritada da última vez e não estava lubrificada. Então Alberto, segurando ela firme pela cintura, colocou ela em cima dele, enquanto dizia pra minha mãe que ela mesma ditasse o ritmo que quisesse.

Agora minha mãe estava montada no Alberto, com meio palmo de carne enfiado nas entranhas dela. Minha mãe passou de joelhos para agachada e começou a subir e descer devagar naquele pedaço de carne. Alberto não perdia tempo e acariciava os peitos da minha mãe com carinhos suaves, enquanto não perdia detalhe de como o pau dele era sugado por aquela buceta linda e faminta. Ele podia sentir as paredes apertando o membro dele, o que o deixava bruto, mas não queria machucar minha mãe, então deixou que ela mesma marcasse o ritmo. Ritmo que foi aumentando aos poucos até que conseguiu que aquele pau estivesse completamente dentro dela.

Quando minha mãe sentiu que o corpo dela já estava preparado pra aquele pau, mudou de posição, ajoelhando e apoiando as mãos no peito do Alberto, começou a cavalgá-lo com bastante violência. Alberto podia ver como aqueles peitos balançavam no ritmo que minha mãe imprimia. A respiração dela cada vez mais ofegante, mais acelerada, ela estava prestes a gozar, mas não diminuía o ritmo, pelo contrário, alternava com movimentos circulares da pelve. Não demorou muito pra minha mãe gozar, o que a deixou meio mole e ela se deixou cair no peito do Alberto. Momento que ele aproveitou pra agarrar ela firme pela cintura e meter com toda a força e rapidez que podia, fazendo minha mãe praticamente gritar, uma mistura de prazer com a sensibilidade que ela tinha naquele momento. Minha mãe estava como possuída. gritando e xingando ao mesmo tempo, tentando se soltar de Alberto enquanto ele martelava sem piedade a zona mais sensível da minha mãe naquele momento, ao mesmo tempo que mordiscava um dos peitos dela. Não demorou muito para ele gozar, e dessa vez o filho da puta não se importou de gozar dentro dela. Depois dessa transa, os dois ficaram abraçados por alguns minutos até que a pica de Alberto saiu de dentro da minha mãe por ter perdido a rigidez.

Eu, apesar do escândalo que minha mãe fez e de estar parede com parede, tenho que admitir que não percebi nada, nem mesmo quando Alberto voltou para o meu quarto.

Eram umas 3 da tarde quando acordei, estava com uma fome danada, então desci para a cozinha. Alberto dormia tranquilamente na cama ao lado, mas eu não estava com vontade de encarar ele depois do que tinha rolado naquela noite.

Quando cheguei na cozinha, vi minha mãe preparando a comida. Ela estava sorridente, cantarolando e não me ouviu chegar. Quando dei bom-dia, ela se assustou, mas rapidamente se virou e me deu dois beijos. Perguntei o que tinha para o almoço, e ela disse que estava fazendo um arroz. A verdade é que encontrar minha mãe assim me pegou de surpresa, não via nenhum arrependimento nela, pelo contrário, ela parecia mais feliz do que em qualquer outro dia, e isso me irritava ainda mais.

Eu estava sentado na mesa quando minha mãe perguntou se meu amigo Alberto já tinha levantado, o que me tirou dos meus pensamentos. Respondi o mais naturalmente possível que não, que ele ainda estava dormindo. Ela sorriu e perguntou como tinha sido a noite. Eu disse que foi bem. Ela me olhou fixamente e disse que eu estava com cara de ruim, se estava acontecendo alguma coisa. Respondi de mau humor que estava cansado e tinha acabado de acordar. Ela pareceu convencida e, virando as costas, disse que se eu não bebesse tanto, não estaria tão cansado, e saiu da cozinha.

Depois de um tempo, minha mãe me avisou que a comida estava pronta. Se meu amigo ia se levantar da cama, eu só dei de ombros, mas ele parecia mal e eu não queria levantar suspeitas, então falei que ia acordá-lo.
Fui até o quarto e lá estava ele dormindo como um anjinho, embora de anjinho ele não tivesse nada, e dando uma porrada no ombro dele perguntei se ia levantar pra comer.

Alberto se levantou meio assustado com o tabefe que eu dei, e quando me viu, com um dos seus melhores sorrisos, disse que estava morto mas que tinha se divertido pra caralho. Eu não dei muita bola, então ele se levantou e falou que ia tomar um banho rápido e descer pra comer. Aí saí do quarto mandando ele se apressar, evitando olhar na cara dele, mas ele pareceu nem perceber, porque tava procurando o que vestir na mala, enquanto eu saía do quarto pra ir pra cozinha ajudar minha mãe a arrumar a mesa.

A verdade é que dez minutos depois Alberto desceu do quarto com o melhor sorriso dele. É fato que o filho da puta ficava bem com qualquer roupa, e mesmo vestindo uma calça jeans justa e uma camisa polo, tava radiante.

Reparei na minha mãe, tava na cara que ela tava afim, porque não tirava os olhos dele, tava devorando ele com o olhar. Quando ele viu que minha mãe tava olhando daquele jeito, mandou o melhor sorriso e piscou um olho, sinal da cumplicidade que rolava entre eles. Mas minha mãe ficou vermelha e desviou o olhar pra começar a servir o arroz.

No almoço a gente ficou falando de coisas bestas, mas foi uma conversa leve e descontraída, o clima era saudável e normal, o que eu agradeci.

Pensei que minha mãe tinha voltado ao juízo, assim como meu amigo, e que aquilo não passaria do que tinha rolado naquela noite, mas o tempo logo me mostraria o quanto eu tava errado.

Logo que a gente terminou de comer, meu pai apareceu e deitou na cama pra descansar um pouco. Eu falei pro Alberto irmos tomar um café no bar onde a gente sempre se encontrava. Os caras pra ver o plano da noite, mas o Alberto me perguntou se eu me importava de ir sozinho, já que tava muito cansado e preferia tirar um cochilo pra ficar bem mais tarde.
A real é que eu quase preferia ir sozinho, porque não tava afim de ficar muito com o Alberto, não queria encarar a realidade, então falei que beleza, que ele descansasse um pouco enquanto eu ia com a galera ver o que a gente faz essa noite.

Quando tava no meio do caminho, uma ideia passou pela minha cabeça, não sei por que, mas algo não tava batendo. Será que ele não tinha se livrado de mim pra poder comer minha mãe de novo? Mas aí pensei que meu pai tava em casa, ele não teria coragem de... E enquanto pensava nisso, virei de volta pra casa. Claro que ele era capaz disso e de muito mais. E enquanto pensava nisso, saí correndo. Quando cheguei em casa, não sabia onde cada um tava, e se não tivesse rolando nada, eu precisava inventar uma desculpa rápida pra justificar por que tava ali. Então, assim que tive uma ideia clara, decidi entrar pela garagem. E se não tivesse nada rolando — e eu torcia de coração pra que não tivesse —, eu diria que tinha esquecido a carteira.

Entrei pela garagem, deixei os tênis de novo no patamar e subi as escadas bem devagar. Enquanto subia, eu tava um caco de nervos, não parava de pensar onde eles estariam, o que eu faria. Sabia que meu pai ia ficar no quarto dele com a porta fechada por pelo menos umas duas horas, e por causa do cansaço, não ia perceber nada. Mas e eles, onde estariam? Quando cheguei quase no topo, meus piores pressentimentos se confirmaram. Não podia acreditar: eles estavam na cozinha, fodendo feito coelhos. E de onde eu tava, dava pra ver eles perfeitamente, mas eles não me viam.

O espetáculo que eles tavam me dando era de primeira. Minha mãe tava apoiada de bruços na mesa da cozinha, com a saia completamente levantada, a calcinha enrolada no tornozelo, e entre as pernas dela, o Alberto bombando de novo a buceta da minha mãe. Ela praticamente enfiava um punho na boca para não gritar e o marido não ouvir, mas o Alberto tava pouco se lixando se meu pai descobria ou não, já que não parava de dar umas palmadas fortes na bunda branca da minha mãe, fazendo ela balançar e ficar toda vermelha.
O Alberto não parava de falar pra minha mãe o quanto ela era gostosa e o quanto ele tava curtindo esse fim de semana, que a partir de agora ia sentir muita falta dela, que ela ligasse pra ele de vez em quando pra ele vir visitar e satisfazer todas as necessidades dela, que ele não entendia como uma mulher tão boa e tão quente não tinha a porra de uma rola pelo menos uma vez por dia.
Minha mãe não falava nada, tava mais preocupada em não gritar e ficar de olho pra ver se o marido não saía do quarto, enquanto eu, do outro lado, observava tudo que tava rolando entre eles, completamente duro.
Depois de um tempo, o Alberto gozou de novo, e mais uma vez dentro da minha mãe. Ela reclamou, mas sem muita convicção, falando pra ele não ser tão filho da puta, que sabia que o marido dela era vasectomizado e ela podia engravidar. O Alberto só sorriu, tava claro que ele fazia o que queria e minha mãe parecia deixar ele fazer tudo.
Eu desci as escadas de novo e saí de casa o mais rápido possível. Não conseguia acreditar, não tava entendendo o que tava rolando, e o pior de tudo eram esses sentimentos confusos na minha cabeça. Por um lado, me fodia saber que meu amigo e minha mãe tavam juntos e nenhum dos dois tinha remorso pelo que faziam, mas por outro, ver os dois me excitava e, no fundo, eu podia jurar que queria que aquilo acontecesse. Que porra tava acontecendo comigo? Como eu podia sentir essas coisas? Era a minha mãe.
Fiquei com os amigos, mas a verdade é que eu tava ausente, não prestando atenção no que eles falavam. Não parava de pensar em como a gente tinha chegado naquela situação. Conhecia o Alberto e tinha que admitir que... Sabendo como ele era, não era difícil imaginar que reagiria assim. Pra ele, isso era só um jogo, um desafio, mas com consequências pra mim ou pra minha família que podiam ser aterrorizantes e devastadoras. Por isso, não entendia como, sendo meu amigo, se ele gostava de mim nem que fosse um pouco, estava fazendo aquilo.

Mas se ele tinha muita culpa, minha mãe não tinha menos, porque dois não fazem nada se um não quer. Até dava pra entender que ela gostasse do Alberto — sinceramente, não conhecia nenhuma mulher que não gostasse dele —, mas daí a se envolver com ele, justamente com ele... Até dava pra entender uma escorregada: uma mulher adulta, ainda gostosa, se deixando seduzir por um cara jovem e bonito. Mas não dava pra entender como ela continuava no jogo, e muito menos do jeito imprudente que fazia, na própria casa dela, com o marido e o filho por perto. O que minha mãe tava pensando? Como podia ser tão sem noção?

Minha cabeça tava a mil, um monte de pensamentos se atropelando, mas eu tinha certeza de que, se pudesse, tinha que evitar que isso fosse pra frente. Então, às 8 da noite, bem na hora que meu pai ia voltar pro trabalho, apareci em casa. Não queria que aquele casal de pombinhos ficasse sozinho de novo.

Quando cheguei, minha mãe tava cuidando das coisas dela e perguntei pelo Alberto. Ela disse que ele tava no quarto, ainda dormindo. Me perguntou se a gente ia ficar pra jantar, e eu falei que não, que íamos comer fora.

Fui pra sala ver um pouco de TV. Depois de passar por vários canais e ver que não tinha nada interessante, decidi ir chamar o Alberto. Fui pro meu quarto e chamei ele pra acordar. Aproveitei pra tomar um banho rápido e refrescante, pra ver se conseguia tirar todos aqueles pensamentos da cabeça.

Quando saí do banho, fui pro quarto e lá estava o Alberto se espreguiçando. Contei o plano pra aquela noite e ele topou. Então, nos trocamos, Alberto tomou outro banho e saímos pra jantar fora. Eu tentei agir como se nada tivesse acontecido. Não era nada, mas o Alberto devia ter notado alguma coisa em mim, porque várias vezes me perguntou o que eu tinha, que eu parecia estranho. Eu respondia com evasivas, tipo que tinha exagerado na bebida na noite anterior ou que estava com a barriga ruim, e pela reação dele, parecia que ele acreditava e não insistiu muito no assunto.

Depois do jantar, fomos pro barraco. Lá já estavam todos os parceiros e várias amigas, então aproveitei pra ficar com alguns colegas enquanto o Alberto batia papo com uns caras, mas principalmente com várias minas. A noite foi passando e, igual na noite anterior, lá pelas 12h30, 1h, o Alberto sumiu. Pra minha desgraça, eu sabia exatamente onde e com quem ele tava, mas mesmo assim alguma coisa dentro de mim me empurrava pra ir pra casa. Eu precisava ver, confirmar, e sem perceber me vi correndo de novo pelas ruas da cidade em direção à minha casa.

Quando cheguei, vi que tudo estava escuro, o que me deixou feliz. E igual fiz à tarde, me aproximei da casa bem devagar, entrei pelo estacionamento pra não ser visto, subi pro primeiro andar. Não tinha ninguém lá, e a verdade é que um sentimento misturado entre alegria e decepção me tomou. Mas quando eu já ia voltar, uns barulhos que vinham do andar de cima chamaram minha atenção. Subi bem devagar, sem fazer barulho, até ver que a porta do quarto dos meus pais estava fechada, mas um fio de luz passava por baixo dela. De onde eu estava, dava pra ouvir minha mãe rindo, e ela não estava sozinha. Então fui pro meu quarto, porque a gente tinha um terraço bem grande que ligava os dois quartos, e se eu tivesse sorte, dali dava pra ver o que rolava lá dentro sem ser visto.

O mais complicado e que mais demorou foi levantar a persiana sem fazer barulho pra poder sair pro terraço. Quando consegui, vi que o Alberto estava de novo no quarto da minha mãe. De onde eu estava, tinha uma vistas imbatíveis do que rolava lá dentro sem medo de ser visto, e o que vi me deixou gelado porque minha mãe tava fazendo uma dança bem sensual vestida só com uma tanga preta e um sutiã de renda da mesma cor, e olha, ela tava arrasando, enquanto Alberto tava deitado na cama assistindo o show que minha mãe tava dando pra ele.
Sinceramente, minha mãe ainda tinha um corpaço de matar e dava pra ver Alberto se lambendo e incentivando ela a continuar, e minha mãe tava toda empenhada em agradar ele, se contorcendo e dançando de um jeito bem provocante e sensual, até que Alberto não aguentou mais e aproveitou que minha mãe tava de costas pra ele, curvando o corpo e oferecendo aquela bunda linda pra ele se levantar e ficar atrás dela. Minha mãe, quando sentiu ele, deu um susto no começo e tentou se levantar, mas Alberto impediu segurando ela firme pela cintura e colocando uma das mãozonas nas costas dela enquanto esfregava o pau todo na bunda da minha mãe, enquanto falava como ela era gostosa e como deixava ele bruto. Minha mãe apoiou as mãos no chão e começou a rebolar a bunda pra cima e pra baixo como se tivesse dando pra ele, só que a tanga minúscula atrapalhava, mas Alberto resolveu rápido, porque com a mão que tava na cintura dela, puxou a tanga pro lado. Olha, ver aquele fio saindo do meio das nádegas da minha mãe foi uma imagem que nunca vou esquecer. E depois disso, sem muita enrolação, ele pegou o pau dele e, apontando pra buceta dela, meteu de uma vez só até as bolas baterem na bacia dela. Minha mãe deu um grito, metade de susto, metade de dor, e com a força que Alberto colocou, ela foi jogada pra frente; se não fosse porque tava com as mãos no chão, teria batido a cara. Depois dessa primeira estocada, Alberto segurou firme na cintura da minha mãe enquanto ela... Aproveitava que o Alberto já não tinha mais resistência pra se levantar um pouco e se apoiar no móvel da penteadeira.infielDava pra ver as tetas da minha mãe balançando com as investidas do Alberto, que, fora de si, imprimia um ritmo diabólico, fazendo o corpo inteiro dela vibrar. Dava pra ver que o Alberto tinha um bom preparo físico, porque aguentou assim por um bom tempo, enquanto minha mãe gritava e berrava sem sentido, toda entregue ao prazer que ele tava dando.Quando Alberto decidiu que queria mudar de posição, diminuiu o ritmo e, pegando minha mãe pela cintura e tomando cuidado para que o pau dele não saísse de dentro dela, foi levando-a devagar até a beirada da cama, onde se sentou com minha mãe montada em cima dele.

Agora era minha mãe quem, sentada de pernas abertas em cima de Alberto, apoiava as mãos nas laterais da cama e começava um sobe e desce, enquanto Alberto se reclinava e se apoiava nos cotovelos para ver a cena do membro dele entrando e saindo daquela caverna molhada e apertada que tanto prazer estava lhe dando naquele fim de semana.

Minha mãe parecia possuída, os peitos dela balançavam de um lado para o outro enquanto ela subia, tirando mais de três quartos daquele pau para depois se deixar cair, fazendo aquele mastro venoso de carne desaparecer nas entranhas dela, uma vez e outra, cada vez mais rápido, cada vez mais forte, e conforme descia, da boca dela saíam todo tipo de putaria, enquanto Alberto observava.

Dessa vez foi minha mãe quem decidiu mudar de posição e, numa das vezes que subiu, o pau de Alberto saiu das entranhas dela, momento que ela aproveitou para se virar e ficar de frente para ele, e pegando a ferramenta dele, apontou para a própria entrada, mas antes de enfiar de novo, esfregou ele entre os lábios da buceta e no clitóris, até deixar ele parado e firme, e novamente desceu até que as bolas de Alberto batessem de novo na pélvis dela. Alberto aproveitou para enfiar a cabeça entre os peitos da minha mãe, enquanto com as mãos segurava firme a bunda dela e ajudava no movimento pélvico.

Minha mãe não acreditava no prazer que aquele jovem macho estava proporcionando, estava extasiada, viajando no tesão. Alberto sabia muito bem como fazer uma mulher tremer nas mãos fortes e potentes dele.

Eu estava lá de novo, na primeira fila, sem perder nenhum detalhe e com o pau na mão, batendo uma com toda a vontade, como se estivesse vendo o melhor filme pornô da minha vida — e com certeza estava sendo assim. apesar de que a atriz principal era minha mãe.
Quando pensei que logo terminaria, fui surpreendido de novo, porque, fazendo uso da sua força, o Alberto, num movimento rápido, pegou minha mãe no colo e se levantou da cama com ela nos braços. Minha mãe, sentindo o movimento, rapidamente cruzou as mãos na nuca do Alberto. A imagem era espetacular: lá estavam Alberto e minha mãe no meio do quarto, com minha mãe agarrada no pescoço dele, com o pau dele enfiado na buceta dela, completamente escancarada, e sem que ele parasse de furar aquela cavidade ou morder os peitos dela à vontade. Peitos que estavam completamente vermelhos de tanto que meu amigo tava focando neles.
Ficaram assim por um bom tempo até que Alberto se virou e deixou minha mãe cair na cama. Pegou as pernas dela e colocou no peito dele, pra depois meter de novo, até que, sentindo que ia gozar, soltou as pernas dela e, depois de duas estocadas de quadril, tirou o pau da buceta da minha mãe e, se jogando em cima dela, deu duas sacudidas na rola entupida dele, começando a jorrar vários jatos de porra que caíram nos peitos e no rosto da minha mãe, que espalhava pelo peito como se fosse um hidratante.
Depois disso, Alberto aproximou a cabeça do pau dos lábios da minha mãe, que, com o melhor sorriso que tinha, começou a chupar a rola dele com toda a vontade e ansiedade possíveis. Não podia acreditar na atitude tão safada que minha mãe tava tendo. Sinceramente, entre os dois, tavam me deixando completamente chocado.
Tava nessa quando ouvimos um barulho, parecia a porta de casa. Olhei o relógio: eram 3h30 da madrugada. Meu pai tinha chegado em casa. A ereção que eu tinha baixou na hora. Minha mãe também pareceu ouvir algo, porque parou e ficou escutando. E, de fato, ouviu meu pai, e um desespero bateu nela. Os rostos de terror nas caras do Alberto e da minha mãe só aumentavam, e acho que o meu também. Minha mãe se levantou como alma Que o diabo a leve, e pegando a roupa do Alberto, ela deu pra ele e abriu a varanda pra ele se esconder, enquanto arrumava o quarto e apagava a luz pra se meter na cama e fingir que tava dormindo.

Mas o que eu não esperava era o que tinha acabado de rolar, porque depois do susto inicial, o Alberto foi até o meio da varanda empurrado pela minha mãe, com medo de serem pegos no flagra pelo meu pai. Ele começou a se vestir rápido, botou a cueca e a calça, e olhou a altura que tinha pra pular, até que se virou como se fosse avaliar que outras opções tinha, e foi quando me viu ali escondido no canto entre umas caixas. A gente ficou um de frente pro outro, se olhando nos olhos, sem ainda processar a situação, muito menos o que fazer ou dizer.

Até que ouvimos a porta do quarto. Foi aí que o Alberto veio pra onde eu tava, e os dois ficamos imóveis. Dava pra ouvir meu pai entrando no quarto, trocando de roupa e baixando a persiana. Por enquanto, tava tudo bem. Quando ele se meteu na cama, ouvimos uns barulhos e, de repente, meu pai perguntou pra minha mãe o que ela tava fazendo pelada. Um arrepio percorreu meu corpo todo, mas minha mãe, com toda a naturalidade do mundo, disse que tinha ficado esperando ele pra dar uma surpresa, mas que tinha pegado no sono porque ele demorou muito e se coberto. Meu pai deve ter acreditado e até se animou, porque a gente não conseguia ver, mas ouvia. Minha mãe reclamou com ele e mandou ele ficar quieto, que já era tarde demais. Mas ele pareceu insistir, e ela disse que os filhos podiam voltar a qualquer hora e que não queria. Aí meu pai deu um bufão, desistiu e foi dormir.

Cinco minutos depois, em silêncio, fiz sinal pro Alberto pra gente vazar de casa. Ele, sem dizer nada, me seguiu, e do mesmo jeito que entramos, saímos.

A situação entre a gente tava bem tensa. Cada um ia pensando nas suas coisas, e dava pra sentir a tensão no ar. Quando estávamos a umas quadras de distância de um parque, sem risco de ninguém nos ouvir, olhei pro Alberto, que estava com o olhar perdido. Empurrei ele e falei que era um filho da puta, que aquilo não se fazia. Dava pra sentir uma vontade louca de quebrar a cara dele e, principalmente, de chorar. Sentia uma impotência enorme e uma vergonha de ter sido pego ali espiando eles.

Ele tentou se defender, dizendo que sentia muito, mas que minha mãe era uma mulher espetacular e muito gostosa. Pedi respeito, e ele disse que respeitava ela. Agarrei ele pela camisa, pronto pra dar um soco, mas bem no último momento parei. Não conseguia. Ele nem tentou se defender, só ficou esperando o que eu ia fazer.

Com meu punho a centímetros do rosto dele, desabei a chorar. Perguntei por quê, se ele não valorizava nossa amizade.

Ele se afastou de mim e mandou eu me acalmar, disse que sentia muito por mim, mas que não conseguia evitar. O que sentia pela minha mãe era muito forte, e ele não conseguia controlar, nem queria.

Ouvir aquilo me desmoralizou ainda mais. Que porra é essa, caralho? Quer virar meu padrasto? Você é maluco. Ele disse que não, sabia que nunca teria nada sério com minha mãe, até porque ela nunca largaria o marido. Mas meu pai a deixava abandonada, e pra deixar outro ocupar o lugar dele, ele não ia permitir. "Aquela mulher é pura paixão e fogo, é um diabo que não vou desperdiçar. Enquanto ela quiser, sinto muito, mas não vou deixar passar."

Perguntei se era acima da nossa amizade, ou de me machucar e destruir minha família em mil pedaços. "Porra, Alberto, você tem quem quiser, por que minha mãe?"

Alberto me olhou fixamente, bem sério, e disse que eu era o melhor amigo dele e que o conhecia. "Você sabe como eu sou, não consigo evitar. Quando conheci sua mãe, vi que ela gostou de mim, e aquilo foi um orgulho danado. Comecei a brincar, mas não pretendia ir além. Só que os acontecimentos foram... Perderam o controle. E agora que sei como é, é tipo um veneno que não consigo largar, e sei que mesmo que eu fale que vou parar, não vou ser sincero contigo. E quero ser sincero, se isso significar o fim da nossa amizade, ia me foder demais, porque você é meu melhor amigo. Mas quero que você pense que o que fiz foi muito errado, e sinto muito de verdade, mas não sou o único jogando esse jogo. E acho que ninguém quer te fazer mal, muito menos destruir sua família.

Então eu perguntei o que ele queria que eu fizesse: que eu virasse a cara? Que fingisse que nada aconteceu, quando aconteceu? Alberto me disse que o pai dele não sabia de nada, nem ia saber, a não ser que eu contasse. Você descobriu, sinto que tenha sido assim, mas não me diga que não curtiu, porque você não impediu se sabia. Por que você não entrou no quarto antes do seu pai pra evitar que rolasse? Não fez porque no fundo você gosta de nos ver. Você é um voyeur. E acho que, mesmo sendo moralmente errado, você gosta da sua mãe, como não vai gostar de uma mulher com esse corpaço? E ver ela comigo abriu seus olhos: você não a vê mais como mãe, vê como mulher. Uma mulher jovem que tem suas necessidades e encontrou alguém que pode ajudá-la e que nunca vai arriscar colocá-la em perigo, porque ama o amigo e curte com a mãe dele. Ou você prefere que ela se envolva com um vizinho, um desconhecido, que pode sumir e deixar você e seu pai na mão, humilhados, porque seu pai só vive trazendo dinheiro pra casa e deixando sua mãe abandonada?

A verdade é que não sei como tanta merda saía da boca do meu amigo, mas ele tinha um pouco de razão. Minha raiva foi passando aos poucos, e com um sorriso cínico e o que queria ser uma ironia, falei: "Pô, se você quiser, eu te ajudo a foder minha mãe e fuck you, valeu!"

Aí Alberto abriu os olhos feito pires, como se o que tivesse ouvido fosse a solução pra todos os males. Fico me perguntando se eu faria isso por ele. Fiquei olhando pra ele, sem saber se tava falando sério ou tirando uma comigo, mas nada disso: ele tava falando sério mesmo. Mais que isso, ele tinha se empolgado e tava soltando tudo que passava naquela cabecinha dele, falando coisas tipo que se eu ajudasse, meu pai não ia hesitar e as pessoas iam achar normal um amigo estar com a família, seria uma ótima cortina de fumaça.

Eu parei ele e perguntei se ele era louco, e que a gente ia falar o quê pra minha mãe: "Fica tranquila que seu filho tá de olho"? Você é maluco.

Alberto continuou na dele: "Sua mãe não precisa saber, e desse jeito você também ganhava, porque podia nos ver, e não me diga que isso não te agradaria."

A verdade é que eu não conseguia entender como essa conversa tinha chegado naquele ponto, mas também é verdade que algo dentro de mim queria que aquilo rolasse.

Alberto, vendo que eu fiquei calado e pensativo, sorriu, chegou perto de mim e, de um jeito paternal, me segurou pelos ombros e disse que podia dar certo, e principalmente se comprometeu a que isso ficasse só entre nós dois.

Eu olhava fixo pra ele. Sabia que Alberto era discreto. Tirando comigo, nunca ouvi ele saindo por aí falando das conquistas dele — e ele tinha muitas — ou se gabando de ter pegado uma ou outra.

Não sabia o que dizer, então falei que ele precisava me fazer um favor. Ele ficou na expectativa, sem falar nada. "Me dá um tempo pra digerir tudo isso. Te peço, por favor, que isso não saia daqui. E, acima de tudo, tudo — e quando digo tudo é tudo — que rolar entre você e minha mãe, eu quero saber. E, sempre que possível, quero poder ver."

Alberto ficou feliz e, dando um gritinho, disse que então eu tava aceitando. Me deu um abraço que quase me deixou sem ar. Eu me afastei e falei pra ele me dar um tempo. Amanhã, depois do almoço, eu diria o que fosse.

E depois disso, vendo as horas, voltamos pra casa pra descansar.

Dependendo da aceitação desse primeiro relato, continuo.

4 comentários - Meu amigo consegue embebedar minha mãe

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