Minha Esposa Doce e Inocente - 2

Ao ver isso, fui correndo atrás dela. Se o Fermín visse, não ia entender por que a mãe dele tava tremendo na porta do banheiro. Levei ela pro quarto.
Eu: — Calma, amor, não é pra você ficar assim…
Lud: — (atormentada) Viu o que ele fez? Não acredito… Isso saiu do controle…
Eu: — Amor, a gente sabia que isso ia acontecer…
Lud: — Eu não! Pensei que ele olhava, tocava, não que gozava. Fez na minha frente, você entende a gravidade disso?
Eu: — Eu sei, amor. O Bastián se apressou, devia ter feito no banheiro, mas não se segurou…
Enquanto abraçava ela, não parava de pensar no garoto se masturbando com a calcinha da minha esposa cobrindo o rosto dele… Uma dúvida estranha me veio: como será que ele tava com ela?
Eu: — Não pensa mais, já foi. Leva como uma travessura dele, e nossa também.
Lud: — Mas Lorenzo, a gente é adulto, já passou da época de travessuras…
Eu: — Sim, mas também não fizemos nada. Sempre seguindo aqueles princípios de merda que nos enfiaram… Vamos nos dar essa chance…
Lud: — Você tá gostando disso?? Pensei que só fazia pelo Fermín…
Eu: — Claro que faço pelo Fermín, mas desde que começamos isso, te vejo diferente. É como se você tivesse rejuvenescido, é outra Ludmila, uma que nunca vi, e tô gostando muito…
Com essas palavras, amoleci ela um pouco, enquanto comecei a acariciar o cabelo dela e beijar com carinho… Ela se deixou levar… Notei que tava a fim…
Eu: — Faz tempo que a gente não fica junto…
Lud: — É, eu sei (meio envergonhada)
Eu: — Por que a gente não aproveita?
Não deixei ela responder. Peguei ela pela cintura e comecei a levantar a blusa dela. Os peitões enormes dela ficaram à mostra, ela tava com um sutiã branco. Me joguei neles como se fosse a primeira vez que via… A Ludmila perdeu um pouco o equilíbrio, se apoiou na cômoda enquanto eu apertava de leve os peitos dela (já fora do sutiã). Minhas mãos mal cobriam eles, fazia tempo que não tocava. Tava muito excitado. Baixei minha cabeça e comecei a chupá-los, a passar minha língua pela aréola. Ela soltou um gemido tímido, estava muito sensível por tudo que tinha acontecido. Suponho que no fundo, algo disso também a excitava, mesmo que nunca fosse me contar... Meu corpo estava ali, mas minha mente imaginava o Bastián nessa situação. Comecei a apertar mais os peitos dela. De certa forma, Ludmila não me reconhecia; eu sempre tinha sido muito suave com ela, mas ela não dizia nada... Voltei a beijá-la, mas dessa vez, mais apaixonadamente, enquanto uma das minhas mãos brincava com as tetas dela, a outra já tinha começado a desabotoar o botão da calça. Por baixo não tinha nada, e isso me excitava ainda mais. Me abaixei e, de um puxão, tirei a calça dela. A buceta dela, peludinha, estava na minha frente. Passei a língua nos lábios, como se fosse a primeira vez que a via. Tentei me aproximar, mas as mãos dela me seguraram... Olhei pra ela...

Ludmila: — Desculpa, amor, mas você sabe que eu não gosto. Além disso, não estou depilada... (Nunca gostou de sexo oral, nem fazer, nem receber. Fazia anos que eu não tentava.)

Eu: — Não me importo, amor...

Ludmila: — É nojento. (As bochechas dela estavam vermelhas de excitação, mas mesmo assim, ela conseguia impor um limite.)

Eu: — Por favor. (Só consegui dizer isso.)

Tentei aproximar meu rosto, apesar da resistência das mãos dela, mas um grito interrompeu a cena...

MÃE!!!... Era o Fermín, vindo pelo corredor em direção ao nosso quarto. Não tínhamos fechado a porta. Se ele chegasse até ali, veria a mãe dele nua. Rapidamente, saí e o interceptei a poucos passos de chegar, fechando a porta atrás de mim.

Eu: — O que foi, Fer? (Eu estava visivelmente irritado.)

Fer: — (Ele me olhou estranho. A real é que eu não costumo falar "mal" nem "alto" com ele.) Nada, estou procurando a mamãe...

Eu: — Ela está no quarto. Me diz o que você precisa...

Fer: — Preciso perguntar uma coisa pra ela...

Ele tentou passar por mim pra ir até o quarto. Meu braço se interpôs. Ele me olhou ainda mais "estranho", não entendia o que estava rolando...

Eu: — A mamãe não está se sentindo bem, não quer ser incomodada. Vai pro teu quarto. Vivendo, quando ele melhorar eu falo pra ele ir…
Não me respondeu, saiu bem puto, mas entendeu a situação. Voltei rápido pro quarto pra continuar a parada, mas quando entrei, a Ludmila já tinha se vestido toda…

Ludmila: – O que ele queria, love??
Eu: – Nada, encher o saco só. Vamos continuar?
Ludmila: – Mas talvez fosse importante… (nem liguei pro que eu falei)

Instintivamente, ela saiu do quarto pra ver o que o filho dela precisava, como sempre, eu tinha ficado em segundo plano com uma excitação do caralho… parecia que a gente tava fadado a não ter intimidade. Daí a pouco, o Bastian saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido… a gente continuou a tarde como de costume…

Quando chegou a noite, a Ludmila foi dormir cedo, então também não deu pra continuar o que a gente tinha começado durante a tarde. No dia seguinte, tudo tinha voltado pra aquela normalidade sexual fria de casal…

Os dias seguintes foram passando do jeito “normal”. De vez em quando, ela deixava pra ele no banheiro uma calcinha usada pro moleque fazer as dele. Já não entregava mais na mão pra evitar situações constrangedoras. Com o passar dos dias, o jovem parecia querer com mais frequência a nova “droga” dele. A Ludmila já tava achando a situação pesada, então a gente teve que conversar pra dar um jeito de encerrar esse assunto.

Eu, por minha vez, tinha retomado minhas “longas” jornadas de trabalho pra me acabar na punheta. O dia inteiro pensava no que rolava no banheiro de casa e, como tava tendo muita dificuldade pra transar com minha esposa, apelava pra masturbação no trabalho…

Naquela tarde, eu tava trabalhando do meu escritório em casa…

Lud: – Love, desculpa te incomodar.
Eu: – De boa, love, fala…
Lud: – A gente tem um problema com o Bastian..
Eu: – O que foi agora?
Lud: – É… ele vem praticamente todo dia, e vai no banheiro a toda hora. Sinto que ele faz isso pra eu deixar o “presentinho” dele. Não era esse o trato… eu não aguento mais essa situação…
Eu: – (me dei…) (voltei pra prestar mais atenção nela) e sim, é óbvio, cada vez ela vai querer mais, pelo menos até arrumar uma namorada (eu ri)…
Lud: - Tá me zoando? Quero terminar isso, me ajuda, como a gente faz?
Eu: - Não sei, love, deixa eu pensar, não tenho a receita mágica…. Fala com ele, diz que já era, que não dá pra continuar, que você já fez o bastante, mas… que até aqui chegou… sei lá, acho que ele vai entender… lembra ele que se os pais dele descobrirem vão matar ele, ou até se eu descobrir, talvez ele dê uma maneirada…
Ludmila ficou pensando, respirou fundo, e saiu do quarto…
Lud: - (da porta) Valeu, love, você sempre me ajuda!
Naquele dia, a Ludmila tava com um shortinho xadrez amarelo e uma camiseta preta coladinha, sem sutiã, no geral ela não usava porque incomodava, a não ser pra sair de casa ou ir em algum evento. Embora sempre tivesse sido discreta pra se vestir, o sutiã era algo que ela dispensava, pelo menos quando a gente tava sozinho em casa, mas fazia um tempo que ela tinha começado a se vestir “gostosa” até quando tinha visita (Bastian e Miranda), sabendo que o cara tava tão afim dela que parecia provocação, mas conhecendo ela, tenho certeza que nem percebia isso. Era parte da transição que ela tava passando depois da morte da mãe, e até o Fermin várias vezes incentivou ela a se vestir assim, o que aumentou a autoestima dela e a vontade de seguir em frente com essa mudança.Minha Esposa Doce e Inocente - 2Ao ir pra cozinha, percebo que Bastián e Fer estavam largados nos sofás com os celulares. Ele deu uma olhada de canto e sacou na hora que ela queria falar alguma coisa, saiu voando pra cozinha, nosso filho nem notou...

Lud: - (num tom bem baixo) preciso falar com você, vamos lá pra cima...
Ele foi com ela, não tava entendendo o que minha esposa queria...
Lud: - olha, isso não pode continuar. No começo era uma vez por semana, e virou quase rotina. É um jogo perigoso e, se seus pais e meu marido descobrirem, a gente tá ferrada...
Ele escutava tudo com atenção...
Lud: - por isso... a gente vai dar um fim nisso. Você é o melhor amigo do meu filho, não tenho problema nenhum em você estar aqui todo dia, mas esse jogo acabou.

Eu tinha parado de trabalhar pra escutar tudo que eles conversavam... por um lado, me sentia culpado pelo tesão que a situação me dava, mas também tava ligado no perigo de continuar com isso tudo.

Bastián parecia entender tudo...
Bastian: - tá bom, entendi (sem usar "você"), mas a gente podia fazer uma última vez? Tipo uma despedida...
Ludmila ficou sem palavras...
Lud: - uma despedida? (com a voz trêmula)
Bastian: - é, é, por favor
Lud: - mas quando?
Bastian: - pode ser agora?
Ela queria acabar com tudo o mais rápido possível, a oferta era tentadora...
Lud: - tá bom, desce lá pra baixo que daqui a pouco eu levo pra você... (muito nervosa)
Bastian: - (respirou fundo, queria falar mais uma coisa) já que é a última vez, posso ficar com você quando você tirar ela?
Meu pau reagiu na hora, o moleque queria ver ela pelada, era um sem-vergonha... Ludmila ficou pálida, não sabia o que responder... qualquer outra mulher teria mandado ele tomar no cu, mas ela não era assim, cuidava das aparências, ainda mais com o melhor amigo do filho...
Lud: - acho que não tô entendendo o que você quer...
Bastian: - claro, você ia subir pro seu quarto pra tirar ela, eu quero estar lá quando você fizer isso, é só dessa vez... Lud: —Pela última vez! (respondeu rápido, sem perceber que com essa resposta tinha aceitado o pedido do garoto)
O sorriso no rosto do Bastián era enorme… E pra minha surpresa, a ereção dele também, com certeza ela não tinha percebido, mas o volume do jovem era bem visível…
Bastián: —Vamos? (se desesperou, com certeza fantasiava com isso há muito tempo)
Lud: —Espera, não… (não sabia o que dizer), dá uma volta lá embaixo que eu te aviso… (o nível de nervosismo que ela tava era extremo, o rosto dela denunciava)
O jovem aceitou, e assim que pisou no primeiro degrau, ela veio correndo pro meu escritório…
Lud: —Love…
Eu: —(interrompi) Sim, ouvi tudo… (tentei parecer preocupado)…
Lud: —O que a gente faz?? Eu fiz uma cagada enorme…
Eu: —Agora já era, love, o que você vai fazer… Você deixou a situação servida pra ele, vai ter que fazer…
Ela congelou, com certeza veio até mim esperando uma solução, uma saída, e só encontrou um empurrão pros desejos do Bastián.
Lud: —Tá falando sério?
Eu: —Agora já foi, não tem volta, pode dar uma puta confusão se você disser que não agora…
Lud: —Mas… ele vai me ver pelada
Eu: —Eu sei…
Lud: —Não te incomoda? Antes você era ciumento, e agora? Não liga mais?
Eu: —Love, não tem nada a ver com isso, eu sei o que a gente sente, que um amigo do nosso filho te ver pelada não significa nada, além disso, eu sei que você tá fazendo isso tudo pelo Fermín… Aliás, mesmo que ele te toque ou você toque nele, eu tô muito seguro do que a gente sente…
Lud: —(me interrompeu) Que ele me toque ou eu toque nele?? Cê tá louco, enlouqueceu de vez…
Eu: —Love, o garoto vai querer fazer na sua frente…
Ela ficou pálida, sentou numa cadeira, pensei que ia desmaiar…
Lud: —Como assim?? Onde é que eu fui me meter??
Eu: —Love, ele sabe que isso pode rolar, ele não vai se contentar só em te ver tirar a roupa, ainda mais sabendo que é a última vez, ele vai querer algo mais, com certeza vai se masturbar na sua frente, algo assim… Se te deixa mais tranquila, eu me escondo no closet do quarto e controla o assunto pra não sair do controle… tô te adiantando o que pode rolar… você tem que estar preparada pra isso…

Lud:- mas qual é o limite?? (quase chorando) não sei como chegamos nisso, quero me matar…

Eu:- isso quem define é você, pensa que hoje podia acabar tudo… fica tranquila, love… (abracei ela) eu vou estar ali, se você sentir que não aguenta, você corta e pronto, se ele não aceitar, eu entro… aconteça o que acontecer, eu não vou ficar puto nem nada, em parte sou responsável por ser seu cúmplice nisso, então fica de boa

Lud:- e o Fermín? E se ele aparecer?

Eu:- …ele não tem inglês daqui a pouco? Que seja nesse horário…

Ludmila estava destruída, tinha se metido num baita problema, mas minhas palavras e minha participação na cena, de certa forma, tinham acalmado ela.

Eu ia poder ver o Bastián batendo uma na frente da minha mulher, algo que eu já fantasiava há muito tempo, e quem sabe até onde podiam chegar…

Ludmila parou pra pensar, até que finalmente me abraçou forte, me agradeceu, e foi falar com o Bastián pra avisar que iam fazer quando o Fermín fosse pra aula de inglês…

Passaram algumas horas até nosso filho ir pro inglês, o Bastián ficou, era normal, só que em vez de ficar jogando videogame, ele ia ficar brincando com a minha esposa.

Assim que a Ludmila subiu, ele foi junto, nem parou pra pensar se eu podia estar em casa, obviamente o moleque só pensava numa coisa… entraram no quarto… eu tava no closet (que é praticamente do tamanho de um quarto normal), de lá dava pra ver tudo, tinha levado papel higiênico caso precisasse me limpar… o coração tava a mil… o moleque tava a poucos metros dela, a Lula tinha deixado uma calcinha em cima da cama…

Lud:- toma (entregando a calcinha que tava na cama)

Bastián:- (olha confuso) que isso?

Lud:- minha calcinha, tirei antes de ir te buscar, não posso fazer o que você pediu…

Bastián:- mas…

Lud:- é Demais pra mim, Bastián, não é certo…
Bastián: — Mas a senhora disse… (feito um pirralho birrento)
Lud: — (cortou ele) Sei o que disse, mas não posso…
Bastián: — É que eu gosto muito da senhora (enquanto levava a calcinha até o nariz)
Naquele momento, o volume dele ficou evidente. Ela não percebeu de novo, mas o garoto tinha algo grande entre as pernas…
Lud: — (visivelmente desconfortável) Não faça isso na minha frente, por favor…
Bastián: — Adoro sentir o cheiro da senhora…
Lud: — (sem palavras, não sabia o que dizer, era uma situação extremamente constrangedora) Mas…
Bastián: — Já que não posso ver a senhora tirando ela, posso pelo menos chegar perto?
Lud: — Não entendi… pra quê?
Bastián: — Pra sentir seu chei… aroma
Ludmila aceitou, achando que o garoto se referia ao perfume dela, mas ele estava pensando em outra coisa… Deu alguns passos, ficou a poucos centímetros da minha mulher e se agachou. O nariz dele foi direto pra região pubiana dela, roçando de leve. Ela tentou dar um passo pra trás, mas a cama a impediu. Ele segurou as pernas dela…
Lud: — Bastián, o que cê tá fazendo?
Bastián: — A senhora deixou
Ludmila rapidamente pegou as mãos do garoto, ajudou ele a se levantar e manteve distância…
Lud: — Não pensei que você tava falando disso…
Bastián: — Por favor, a senhora prometeu… Olha como eu tô (apontando pra calça dele)
Os olhos de Ludmila finalmente encontraram o volume do garoto. Era grande, com certeza ela nunca tinha visto algo assim, pelo menos não de frente, já que o único homem com quem ela tinha estado era eu. Ela ficou sem palavras…
Bastián: — Posso pelo menos me tocar?
Ela não sabia como reagir aos pedidos do garoto, porque a cada negativa, ele vinha com algo diferente… Ele levou a calcinha de volta ao nariz, mas uma das mãos foi pra calça dele, enfiou a mão e finalmente puxou o pau pra fora… Era enorme, não tão comprido, mas bem grosso, completamente desproporcional ao corpo do Bastián… Minha mulher ficou realmente em choque, na frente dela estava o melhor amigo do filho dela… Se masturbando, enquanto cheirava a calcinha dela... Ela estava visivelmente desconfortável, mas por algum motivo não tirava os olhos da pica do garoto... Ele começou a se masturbar, a mão dele mal cobria a grossura da pica, era como segurar uma lata de Coca-Cola praticamente.
Depois de alguns instantes, ela caiu em si, disfarçadamente olhou pra onde eu estava, eu gesticulei de um jeito que ela entendesse que estava tudo bem... Bastián quebrou o silêncio...
Bastian: - Posso ver? Você me prometeu...
Uma nova negativa ia sair dos lábios dela, mas ela sabia que, diante disso, o jovem ia aprontar outra. Naquele momento, Fermin apareceu na cabeça dela, de alguma forma ajudou a convencê-la de que tudo isso era por ele, pra que ela não perdesse o melhor amigo dele...
Lud: - O que você quer ver? (talvez uma pergunta errada, mas foi a primeira coisa que saiu)
Bastian: - (pensou um momento, os olhos dele brilharam) Seus peitos
Lud: - (se surpreendeu) Mas você não queria me ver por baixo? (nem sequer ousou dizer "a buceta")
Bastian: - Não, não, prefiro seus peitos...
Durante anos, minha mulher se dedicou a esconder seus atributos, com algumas roupas era impossível, mas sempre que tinha alguém em casa, ela optava por usar roupas largas, que em muitos casos a faziam parecer gordinha... Só nas últimas semanas ela tinha começado a se mostrar um pouco mais, e obviamente Bastián tinha percebido isso perfeitamente, no entanto, tenho certeza de que ela preferia mostrar a buceta do que os peitões enormes dela...
Ludmila respirou fundo... Pegou a camiseta dela e levantou, os peitos lindos dela caíram, ficaram à mostra... O jovem lambeu os lábios, apertou a calcinha contra o nariz, como se tentasse extrair os aromas da minha mulher... O ritmo da masturbação dele acelerou, a pica dele estava inchadíssima, umas veias grandes percorriam ela... Eu morria de vontade de ver aquela pica entre os peitos dela... Mas todos os meus desejos eram sobre coisas que Ludmila nunca tinha feito ou que não gostava de fazer...esposaPouco a pouco, Bastián foi se aproximando enquanto minha mulher segurava a camiseta dela… ficaram pelo menos uns dois minutos assim…
Bastián: — Posso tocar nelas?…
Esse comentário fez ela cair em si… ela arrumou a camiseta de novo, embora se sentisse nua diante do olhar lascivo do garoto…
Lud: — Não, Bastián, já chega, acho que já fiz o bastante…
Bastián: — Mas eu não terminei…
Lud: — Você teve tempo…
Bastián: — É que você tá muito fria comigo, assim nunca vou perder a vontade de continuar fazendo isso…
O comentário soou como chantagem, e de certa forma era… naquele momento Ludmila lembrou das minhas palavras, o garoto ia querer tocar nela, e no fundo ela se convenceu de que se isso acontecesse, o jovem gozaria rápido e todo o assunto estaria resolvido. Ela levou uns segundos pra pensar e responder ao pedido…
Lud: — Tá bom… mas termina rápido, por favor (enquanto levantava a camiseta de novo)
Bastián não podia acreditar. Ele se aproximou da minha mulher com a calça arriada até a metade das coxas e, com as duas mãos, pegou os peitos dela. Começou a apertá-los, parecia uma criança com brinquedo novo. Algumas caretas de dor apareceram no rosto de Ludmila…
Lud: — Mais devagar, por favor…
Bastián: — Desculpa…
O jovem, envergonhado pela inexperiência, começou a acariciá-los com suavidade. Os polegares dele começaram a brincar com os bicos dos peitos, as mãos roçavam os seios — com certeza ele morria de vontade de prová-los, mas pelo menos até aquele momento não tinha dito em palavras. Rapidamente, ele levou uma das mãos pro próprio pau pra continuar se masturbando, parecia que ia explodir…
Nesse ponto, eu também acompanhava a punheta do garoto. Não podia acreditar no que tava vendo: minha esposa, de pé, perto da nossa cama, com um jovem apalpando os peitos dela enquanto se masturbava. A fantasia que eu tinha há semanas estava se realizando…
De repente, o jovem acelerou o ritmo. As bochechas dele estavam vermelhas pra caralho, o corpo tremia…
Bastián: — Tô quase gozando… posso provar eles? Por favor… (um pedido) desesperado pra finalizar o que seria com certeza a melhor punheta da vida dele)
Ludmila, que por algum motivo também tava com as bochechas vermelhas, aceitou o pedido, morria de medo de uma negativa atrasar o bagulho, tava a segundos de se libertar…
Bastian, de novo, tava impressionado com a boa vontade da minha mulher, aproximou o rosto do peito direito dela, abriu a boca, e a língua começou a brincar com o mamilo, rapidinho as lambidas começaram a percorrer o peito inteiro… o ritmo da punheta tinha acelerado, até a cabeça da rola dele, de vez em quando, roçava na barriguinha da Ludmila de tão perto que tavam, a qualquer momento ia gozar…
O jovem pegou o peito com uma das mãos e, feito um bebê, começou a chupar enquanto apertava com força a rola grossa contra a barriga da minha mulher…
Bastian:
- ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh (os jorros de porra começaram a sair)
Ludmila tava imóvel, as bochechas super vermelhas, começou a sentir uma substância morna e grossa cobrindo a barriga toda… não teve coragem de olhar, mas a quantidade de porra que o Bastian tinha soltado era grande, tinha coberto o umbigo inteiro da minha esposa, e começado a escorrer pra dentro da calça, o moleque era um garanhão, já eu, só umas gotinhas cobriram o papel higiênico com minha porra fraca…
Bastian continuava grudado no peito da minha esposa, igual um neném, com a rola colada no corpo dela…

17 comentários - Minha Esposa Doce e Inocente - 2

Buenas. saben que paso? El usuario ya no existe
se nota que es gratis comentar jajaj
me suspendieron 45 dias por utilizar mayusculas en un titulo @pijachu08
@the_economist89 que tonteria. Espero que no te desanimes. Haces trabajos muy buenos
Alguien sabe si en otro lugar está este relato,el usuario aparece como que no existe
excelente relato, ma encanta la situacion del esposo animandola
Muy bueno Lorenzo tuuu esposa noo tené nada de callada es tremenda complaciente