Ao ver isso, fui rapidamente procurá-la. Se Fermín a visse, não entenderia por que a mãe dele estava na porta do banheiro tremendo. Levei ela até o quarto.
Eu: — Calma, love, não é pra você ficar assim…
Lud: — (atormentada) Viu o que ele fez? Não acredito… Isso saiu do controle…
Eu: — Love, a gente sabia que isso ia acontecer…
Lud: — Eu não! Pensei que ele olhava, tocava, não que gozava. Fez na minha frente, você entende a gravidade disso?
Eu: — Eu sei, love. Bastián se apressou, devia ter feito no banheiro, mas não se segurou…
Enquanto a abraçava, não conseguia parar de pensar no garoto se masturbando com a calcinha da minha esposa cobrindo o rosto dele… Uma dúvida estranha me surgiu: como ele estava com ela?
Eu: — Não pensa mais, já foi. Leva como uma travessura dele, e também nossa.
Lud: — Mas Lorenzo, a gente é adulto, já passou da época de travessuras…
Eu: — Sim, mas também não fizemos nenhuma, sempre seguindo os princípios de merda que nos enfiaram… Vamos nos dar essa chance…
Lud: — Você tá curtindo isso?? Pensei que só fazia por causa do Fermín…
Eu: — Claro que faço por causa do Fermín, mas desde que começamos com isso, te notei diferente, é como se você tivesse rejuvenescido. Você é outra Ludmila, uma que nunca vi, e eu gosto muito…
Com essas palavras, amoleci ela um pouco, enquanto comecei a acariciar o cabelo dela e beijá-la carinhosamente… Ela se deixou levar… Notei que ela estava aberta a isso…
Eu: — Faz muito tempo que a gente não fica junto…
Lud: — É, eu sei (meio envergonhada)
Eu: — Por que a gente não aproveita?
Não deixei ela responder. Peguei ela pela cintura e comecei a levantar a blusa dela. Os peitões enormes dela ficaram à mostra, ela usava um sutiã branco. Me joguei neles como se fosse a primeira vez que os via… Ludmila perdeu um pouco o equilíbrio, se apoiou na cômoda enquanto eu apertava suavemente as tetas dela (já fora do sutiã). Minhas mãos mal cobriam elas, fazia tempo que não as tocava, eu tava muito tesudo. Baixei minha cabeça e comecei a chupá-los, a passar minha língua pela aréola. Ela soltou um gemido tímido, estava muito sensível por tudo que tinha acontecido. Acho que no fundo, algo disso também a excitava, mesmo que ela nunca fosse me admitir… Meu corpo estava ali, mas minha mente imaginava o Bastián nessa situação. Comecei a apertar mais os peitos dela. De certa forma, a Ludmila não me reconhecia; eu sempre tinha sido muito suave com ela, mas ela não dizia nada… Voltei a beijá-la, mas dessa vez, com mais paixão, enquanto uma das minhas mãos brincava com os peitos dela, a outra já tinha começado a desabotoar a calça dela. Por baixo não tinha nada, e isso me excitava ainda mais. Me abaixei e, de um puxão, tirei a calça dela. A buceta dela, peludinha, estava na minha frente. Passei a língua nos lábios, como se fosse a primeira vez que a via. Tentei me aproximar, mas as mãos dela me seguraram… Olhei pra ela…
Ludmila: — Desculpa, amor, mas você sabe que eu não gosto. Além disso, não estou depilada… (Nunca gostou de sexo oral, nem fazer, nem receber. Fazia anos que eu não tentava.)
Eu: — Não me importo, amor…
Ludmila: — É nojento… (As bochechas dela estavam vermelhas de excitação, mas mesmo assim, ela conseguia impor um limite.)
Eu: — Por favor… (Só consegui dizer isso.)
Tentei aproximar meu rosto, apesar da resistência das mãos dela, mas um grito interrompeu a cena…
MÃE!!!… Era o Fermín, vindo pelo corredor em direção ao nosso quarto. Não tínhamos fechado a porta. Se ele chegasse até ali, veria a mãe dele pelada. Rapidamente, saí e o interceptei a poucos passos de chegar, fechando a porta atrás de mim.
Eu: — O que foi, Fer? (Eu estava visivelmente irritado.)
Fer: — (Ele me olhou estranho. A real é que eu não costumo falar “mal” nem “alto” com ele.) Nada, tô procurando a mamãe…
Eu: — Ela está no quarto. Me diz o que você precisa…
Fer: — Preciso perguntar uma coisa pra ela…
Ele tentou passar por mim pra ir até o quarto. Meu braço se interpôs. Ele me olhou ainda mais “estranho”, sem entender o que estava rolando.
Eu: — A mamãe não está se sentindo bem, não quer ser incomodada. Vai pro teu quarto. Vivendo, quando ele melhorar eu falo pra ele ir…
Ela não me respondeu, saiu bem puto, mas entendeu a situação. Voltei rápido pro quarto pra continuar a parada, mas quando entrei, a Ludmila já tinha se vestido toda…
Ludmila: – O que o love queria??
Eu: – Nada, só encher o saco mesmo. Vamos continuar?
Ludmila: – Mas talvez fosse importante… (ela nem ouviu o que eu falei)
Instintivamente, ela saiu do quarto pra ver o que o filho dela precisava, como sempre. Eu tinha ficado em segundo plano com uma excitação do caralho… parecia que a gente tava fadado a nunca ter privacidade. Daí a pouco, o Bastian saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido… a gente continuou a tarde como de costume…
Quando chegou a noite, a Ludmila foi dormir cedo, então também não deu pra continuar o que a gente tinha começado durante a tarde. No dia seguinte, tudo tinha voltado praquela frieza sexual normal de casal…
Os dias seguintes foram passando de forma “normal”. De vez em quando, ela deixava uma calcinha usada no banheiro pro Bastian, pra ele fazer as dele. Já não entregava mais na mão pra evitar situações chatas. Com o passar dos dias, o moleque parecia querer a nova “droga” com mais frequência. A Ludmila já tava achando a situação pesada, então a gente teve que conversar pra dar um jeito de encerrar esse assunto.
Eu, por minha vez, tinha voltado com minhas “longas” jornadas de trabalho pra me acabar na punheta. O dia inteiro pensava no que rolava no banheiro de casa e, como tava difícil demais ter intimidade com minha esposa, apelava pra masturbação no expediente…
Naquela tarde, eu tava trabalhando do meu escritório em casa…
Lud: – Love, desculpa te incomodar
Eu: – De boa, love, fala aí…
Lud: – Temos um problema com o Bastian…
Eu: – O que foi agora?
Lud: – Então… ele vem praticamente todo dia, e vai no banheiro a toda hora. Sinto que ele faz isso pra eu deixar o “presentinho” dele. Não era esse o trato… eu não aguento mais essa situação…
Eu: – (me dei…) (virando pra prestar mais atenção nela) e sim, é óbvio, cada vez ela vai querer mais, pelo menos até arrumar uma namorada (eu ri)…
Lud: - Tá me zoando? Quero acabar com isso, me ajuda, como a gente faz?
Eu: - Não sei, love, deixa eu pensar, não tenho a receita mágica…. Fala com ele, diz que já era, que não dá pra continuar, que já fez o bastante, mas… que até aqui chegou… sei lá, acho que ele vai entender… lembra ele que se os pais dele descobrirem vão matar ele, ou até se eu descobrir, talvez ele dê uma maneirada…
Ludmila ficou pensando, respirou fundo, e saiu do quarto…
Lud: - (da porta) Valeu, love, você sempre me ajuda!
Naquele dia, a Ludmila tava usando um shortinho xadrez amarelo e uma camiseta preta coladinha, sem sutiã. No geral, ela não usava porque incomodava, a não ser pra sair de casa ou ir em algum evento. Embora sempre tivesse sido discreta pra se vestir, o sutiã era algo que ela dispensava, pelo menos quando a gente tava sozinho em casa. Mas já fazia um tempo que ela tinha começado a se vestir “gostosa” até quando tinha visita (Bastian e Miranda), sabendo que o cara tava tão afim dela que parecia uma provocação, mas conhecendo ela, tenho certeza que nem percebia isso. Era parte da transição que ela tava passando depois da morte da mãe, e até o Fermin várias vezes incentivou ela a se vestir assim, o que aumentou a autoestima dela e a vontade de seguir em frente com essa mudança.
Ao ir pra cozinha, percebo que Bastián e Fer estavam largados nos sofás com os celulares. Ele deu uma olhada de canto e sacou na hora que ela queria falar alguma coisa, saiu voando pra cozinha, nosso filho nem notou…
Lud: - (num tom bem baixo) preciso falar com você, vamos pra cima…
Ele foi com ela, não tava entendendo o que minha esposa queria…
Lud: - olha, isso não pode continuar. No começo era uma vez por semana, e virou quase rotina, é um jogo perigoso e se seus pais e meu marido descobrirem, a gente tá ferrada…
Ele escutava tudo com atenção…
Lud: - por isso… a gente vai dar um fim nisso. Você é o melhor amigo do meu filho, não tenho problema nenhum em você estar aqui todo dia, mas esse jogo acabou.
Eu tinha parado de trabalhar pra escutar com atenção o que eles tavam conversando… por um lado, me sentia culpado pelo tesão que a situação tava me dando, mas também sabia do perigo de continuar com tudo isso.
Bastián parecia entender tudo…
Bastián: - tá bom, entendi (não tava tratando ela por “você”), mas a gente podia fazer uma última vez? Tipo uma despedida…
Ludmila tinha ficado sem palavras…
Lud: - uma despedida? (com a voz trêmula)
Bastián: - isso, isso, por favor
Lud: - mas quando?
Bastián: - pode ser agora?
Ela queria acabar com tudo o mais rápido possível, a oferta era tentadora…
Lud: - tá bom, vai lá pra baixo que daqui a pouco eu levo ela pra você… (muito nervosa)
Bastián: - (respirou fundo, queria falar mais uma coisa) já que é a última vez, posso ficar com você quando você tirar ela?
Meu pau reagiu na hora, o jovem queria ver ela se despir, era um sem-vergonha… Ludmila ficou pálida, não sabia o que responder… qualquer outra mulher teria mandado ele tomar no cu, mas ela não era assim, cuidava das aparências, ainda mais com o melhor amigo do filho…
Lud: - acho que não tô entendendo o que você quer…
Bastián: - claro, você ia pro seu quarto tirar ela, eu quero estar lá quando você fizer isso, é só dessa vez… Lud: —Pela última vez! (respondeu rápido, sem perceber que com essa resposta tinha aceitado o pedido do garoto)
O sorriso no rosto do Bastián era enorme… E pra minha surpresa, a ereção dele também, com certeza ela não tinha notado, mas o volume do jovem era bem visível…
Bastián: —Vamos? (se desesperou, com certeza fantasiava com isso há muito tempo)
Lud: —Espera, não… (não sabia o que dizer), dá uma volta lá embaixo e eu te aviso… (o nível de nervosismo que ela tava era extremo, o rosto dela denunciava)
O jovem aceitou, e assim que pisou no primeiro degrau, ela veio correndo pro meu escritório…
Lud: —Love…
Eu: —(interrompi) Sim, ouvi tudo… (tentei parecer preocupado)…
Lud: —O que a gente faz?? Fiz uma merda enorme…
Eu: —Agora já era, love, o que você vai fazer… Deixou a situação pronta pra ele, vai ter que fazer…
Ela congelou, com certeza veio até mim esperando uma solução, uma saída, e só encontrou um empurrão pros desejos do Bastián.
Lud: —Tá falando sério?
Eu: —Agora já foi, não tem volta, pode dar uma puta confusão se você disser que não agora…
Lud: —Mas… ele vai me ver pelada
Eu: —Eu sei…
Lud: —Isso não te incomoda? Antes você era ciumento, e agora? Não liga mais?
Eu: —Love, não tem nada a ver com isso, eu sei o que a gente sente, que um amigo do nosso filho te ver pelada não significa nada, além disso, eu sei que você tá fazendo isso tudo pelo Fermín… Aliás, mesmo que ele te toque ou você toque nele, eu tô muito seguro do que a gente sente…
Lud: —(me interrompeu) Que ele me toque ou eu toque nele?? Cê tá louco, enlouqueceu de vez…
Eu: —Love, o garoto vai querer fazer na sua frente…
Ela ficou pálida, sentou numa cadeira, pensei que fosse desmaiar…
Lud: —Como?? No que eu me meti??
Eu: —Love, ele sabe que isso pode rolar, ele não vai se contentar só em ver você tirar a roupa, ainda mais sabendo que é a última vez, ele vai querer algo mais, com certeza vai se masturbar na sua frente, algo assim… Se te deixa mais tranquila, eu me escondo no closet do quarto e controla o assunto pra não sair do controle… tô te adiantando o que pode rolar… você tem que estar preparada pra isso…
Lud:- mas qual é o limite?? (quase chorando) não sei como a gente chegou nisso, quero me matar…
Eu:- isso quem define é você, pensa que hoje podia acabar tudo… fica tranquila, love… (abracei ela) eu vou estar lá, se você sentir que não aguenta, você corta e pronto, se ele não aceitar, eu entro… aconteça o que acontecer, eu não vou ficar bravo nem nada, em parte sou responsável por ser seu cúmplice nisso, então fica de boa
Lud:- e o Fermín? E se ele aparecer?
Eu:- …ele não tem inglês daqui a pouco? Que seja naquele momento…
Ludmila estava destruída, realmente tinha se metido num baita problema, mas minhas palavras e minha participação na cena, de certa forma, tinham acalmado ela.
Eu ia poder ver o Bastián batendo uma na frente da minha mulher, algo que eu já fantasiava há muito tempo, e quem sabe até onde podiam chegar…
Ludmila parou pra pensar, até que finalmente me abraçou forte, me agradeceu, e foi falar com o Bastián pra avisar que iam fazer quando o Fermín fosse pra aula de inglês…
Passaram algumas horas até nosso filho ir pro inglês, o Bastián ficou, era normal, só que em vez de ficar jogando videogame, ele ia ficar brincando com a minha esposa.
Assim que a Ludmila subiu, ele foi junto, nem parou pra pensar se eu podia estar em casa, obviamente o moleque só pensava numa coisa… entraram no quarto… eu tava no closet (que é praticamente do tamanho de um quarto normal), de lá dava pra ver tudo, tinha levado papel higiênico caso precisasse me limpar… meu coração tava batendo a mil… o moleque tava a poucos metros dela, a Lula tinha deixado uma calcinha em cima da cama…
Lud:- toma (entregando a calcinha que tava na cama)
Bastián:- (olha confuso) que isso?
Lud:- minha calcinha, tirei antes de ir te buscar, não consigo fazer o que você pediu…
Bastián:- mas…
Lud:- é Demais pra mim, Bastián, não é certo…
Bastián: — Mas a senhora disse… (feito criança mimada)
Lud: — (interrompeu) Eu sei o que disse, mas não posso…
Bastián: — É que eu gosto muito da senhora (enquanto levava a peça até o nariz)
Naquele momento, o volume dele ficou evidente, ela não percebeu de novo, mas o jovem tinha algo grande entre as pernas…
Lud: — (visivelmente desconfortável) Não faça isso na minha frente, por favor…
Bastián: — Adoro sentir o cheiro da senhora…
Lud: — (sem palavras, não sabia o que dizer, era uma situação extremamente desconfortável) Mas…
Bastián: — Já que não posso ver a senhora tirar, posso pelo menos me aproximar?
Lud: — Não entendo… pra quê?
Bastián: — Pra sentir seu chei… aroma
Ludmila aceitou achando que o garoto se referia ao perfume dela, mas ele estava pensando em outra coisa… deu alguns passos, ficou a poucos centímetros da minha mulher, e se agachou, o nariz foi direto pra região pubiana dela, ficou roçando, ela tentou dar um passo pra trás mas a cama a impediu, ele segurou nas pernas dela…
Lud: — Bastián, o que você tá fazendo?
Bastián: — A senhora deixou
Ludmila rapidamente pegou as mãos do garoto, ajudou ele a se levantar e manteve distância…
Lud: — Não pensei que você tava falando disso…
Bastián: — Por favor, a senhora prometeu… olha como eu tô (apontando pra calça dele)
Os olhos de Ludmila finalmente encontraram o volume do jovem, era grande, com certeza ela nunca tinha visto algo assim, pelo menos não de frente, já que o único homem com quem ela tinha estado era eu. Ela ficou sem palavras…
Bastián: — Posso pelo menos me tocar?
Ela não sabia como reagir aos pedidos do garoto, porque a cada recusa, ele vinha com algo diferente… ele levou a calcinha de novo ao nariz, mas uma das mãos foi pra calça dele, enfiou a mão e finalmente puxou o pau pra fora… era enorme, não tão comprido, mas bem grosso, totalmente desproporcional ao corpo do Bastián… Minha mulher ficou em choque de verdade, na frente dela estava o melhor amigo do filho dela… Masturbando-se, enquanto cheirava a calcinha dela…. Ela estava visivelmente desconfortável, mas por algum motivo não tirava os olhos da pica do garoto… ele começou a se masturbar, a mão dele mal cobria a grossura da pica, era como segurar uma lata de Coca-Cola praticamente.
Depois de alguns instantes, ela caiu em si, disfarçadamente olhou pra onde eu estava, fiz um gesto pra ela entender que estava tudo bem…. Bastián quebrou o silêncio….
Bastian: - Posso ver? A senhora me prometeu…
Uma nova negativa ia sair dos lábios dela, mas ela sabia que, diante disso, o jovem ia inventar outra coisa. Naquele momento, Fermin apareceu na cabeça dela, de alguma forma ajudou a convencê-la de que tudo isso era por ele, pra que ela não perdesse o melhor amigo….
Lud: - O que você quer ver? (talvez uma pergunta errada, mas foi a primeira coisa que veio)
Bastian: - (pensou um momento, os olhos dele brilharam) Seus peitos
Lud: - (se surpreendeu) Mas você não queria me ver por baixo? (nem se atreveu a dizer “a buceta”)
Bastian: - Não não, prefiro seus peitos…
Durante anos, minha mulher se dedicou a esconder seus atributos, com algumas roupas era impossível, mas sempre que tinha alguém em casa, ela escolhia usar roupas largas, que em muitos casos a faziam parecer gordinha…. Só nas últimas semanas ela tinha começado a se mostrar um pouco mais, e obviamente Bastián tinha percebido isso perfeitamente, no entanto, tenho certeza de que ela preferia mostrar a buceta do que os peitos enormes dela…
Ludmila respirou fundo…. Pegou a camiseta dela e levantou, os peitos lindos dela caíram, ficaram à mostra… o jovem lambeu os lábios, apertou a calcinha contra o nariz, como se tentasse extrair os aromas da minha mulher… o ritmo da masturbação dele acelerou, a pica dele estava inchadíssima, umas veias grandes percorriam ela…. Morria de vontade de ver aquela pica entre os peitos dela… mas todos os meus desejos eram sobre coisas que Ludmila nunca tinha feito ou que não gostava de fazer….
Pouco a pouco, Bastián foi se aproximando enquanto minha mulher segurava a camiseta dela… ficaram pelo menos uns dois minutos assim…
Bastián: — Posso tocar nelas?…
Esse comentário fez ela cair em si… ela arrumou a camiseta de novo, embora se sentisse nua diante do olhar lascivo do garoto…
Lud: — Não, Bastián, já chega, acho que já fiz o bastante…
Bastián: — Mas eu não terminei…
Lud: — Você teve tempo…
Bastián: — É que você tá muito fria comigo, assim nunca vou perder a vontade de continuar fazendo isso…
O comentário soou como chantagem, e de certa forma era… naquele momento Ludmila lembrou das minhas palavras, o garoto ia querer tocar nela, e no fundo ela se convenceu de que se isso acontecesse, o jovem gozaria rápido e todo o assunto estaria resolvido. Ela pensou por alguns segundos antes de responder ao pedido…
Lud: — Tá bom… mas termina rápido, por favor (enquanto levantava a camiseta de novo)
Bastián não podia acreditar. Ele se aproximou da minha mulher com a calça abaixada até a metade das coxas e, com as duas mãos, pegou os peitos dela. Começou a apertá-los, parecia uma criança com um brinquedo novo. Algumas caretas de dor apareceram no rosto de Ludmila…
Lud: — Mais devagar, por favor…
Bastián: — Desculpa…
O jovem, envergonhado pela inexperiência, começou a acariciá-los com suavidade. Os polegares dele começaram a brincar com os bicos dos peitos, as mãos roçavam os seios — com certeza ele morria de vontade de prová-los, mas pelo menos até aquele momento não tinha dito em palavras. Rapidamente, ele levou uma das mãos pro próprio pau pra continuar se masturbando, parecia que ia explodir…
Nesse ponto, eu também acompanhava a masturbação do garoto, não acreditava no que tava vendo: minha esposa, de pé, ao lado da nossa cama, com um jovem apalpando os peitos dela enquanto se masturbava. A fantasia que eu tinha há semanas estava se realizando…
De repente, o jovem acelerou o ritmo, as bochechas dele estavam super vermelhas, o corpo tremia…
Bastián: — Tô perto de gozar… posso provar eles? Por favor… (um pedido) desesperado pra finalizar o que seria com certeza a melhor punheta da vida dele)
Ludmila, que por algum motivo também estava com as bochechas vermelhas, aceitou o pedido, com medo de que uma recusa atrasasse o negócio, tava a poucos segundos de se libertar…
Bastian, de novo, ficou surpreso com a boa disposição da minha mulher, aproximou o rosto do peito direito dela, abriu a boca, e a língua começou a brincar com o mamilo, rapidamente as lambidas começaram a percorrer todo o busto… o ritmo da punheta acelerou, até a cabeça da pica dele, de vez em quando, roçava a barriguinha da Ludmila de tão perto que tavam, a qualquer momento ia gozar…
O jovem pegou o peito com uma das mãos e, igual um bebê, começou a chupar enquanto apertava com força a pica grossa na barriga da minha mulher…
Bastian:
- ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh (os jorros de porra começaram a sair)
Ludmila ficou imóvel, as bochechas super vermelhas, começou a sentir uma substância morna e grossa cobrindo toda a barriga dela… não teve coragem de olhar, mas a quantidade de gozo que o Bastian soltou era grande, cobriu o umbigo todo da minha esposa, e começou a escorrer pra dentro da calça, o moleque era um garanhão, já do meu lado só algumas gotas sujaram o papel higiênico com minha porra fraca…
Bastian continuava grudado no peito da minha esposa, igual um bebezão, com a pica colada no corpo dela…
Eu: — Calma, love, não é pra você ficar assim…
Lud: — (atormentada) Viu o que ele fez? Não acredito… Isso saiu do controle…
Eu: — Love, a gente sabia que isso ia acontecer…
Lud: — Eu não! Pensei que ele olhava, tocava, não que gozava. Fez na minha frente, você entende a gravidade disso?
Eu: — Eu sei, love. Bastián se apressou, devia ter feito no banheiro, mas não se segurou…
Enquanto a abraçava, não conseguia parar de pensar no garoto se masturbando com a calcinha da minha esposa cobrindo o rosto dele… Uma dúvida estranha me surgiu: como ele estava com ela?
Eu: — Não pensa mais, já foi. Leva como uma travessura dele, e também nossa.
Lud: — Mas Lorenzo, a gente é adulto, já passou da época de travessuras…
Eu: — Sim, mas também não fizemos nenhuma, sempre seguindo os princípios de merda que nos enfiaram… Vamos nos dar essa chance…
Lud: — Você tá curtindo isso?? Pensei que só fazia por causa do Fermín…
Eu: — Claro que faço por causa do Fermín, mas desde que começamos com isso, te notei diferente, é como se você tivesse rejuvenescido. Você é outra Ludmila, uma que nunca vi, e eu gosto muito…
Com essas palavras, amoleci ela um pouco, enquanto comecei a acariciar o cabelo dela e beijá-la carinhosamente… Ela se deixou levar… Notei que ela estava aberta a isso…
Eu: — Faz muito tempo que a gente não fica junto…
Lud: — É, eu sei (meio envergonhada)
Eu: — Por que a gente não aproveita?
Não deixei ela responder. Peguei ela pela cintura e comecei a levantar a blusa dela. Os peitões enormes dela ficaram à mostra, ela usava um sutiã branco. Me joguei neles como se fosse a primeira vez que os via… Ludmila perdeu um pouco o equilíbrio, se apoiou na cômoda enquanto eu apertava suavemente as tetas dela (já fora do sutiã). Minhas mãos mal cobriam elas, fazia tempo que não as tocava, eu tava muito tesudo. Baixei minha cabeça e comecei a chupá-los, a passar minha língua pela aréola. Ela soltou um gemido tímido, estava muito sensível por tudo que tinha acontecido. Acho que no fundo, algo disso também a excitava, mesmo que ela nunca fosse me admitir… Meu corpo estava ali, mas minha mente imaginava o Bastián nessa situação. Comecei a apertar mais os peitos dela. De certa forma, a Ludmila não me reconhecia; eu sempre tinha sido muito suave com ela, mas ela não dizia nada… Voltei a beijá-la, mas dessa vez, com mais paixão, enquanto uma das minhas mãos brincava com os peitos dela, a outra já tinha começado a desabotoar a calça dela. Por baixo não tinha nada, e isso me excitava ainda mais. Me abaixei e, de um puxão, tirei a calça dela. A buceta dela, peludinha, estava na minha frente. Passei a língua nos lábios, como se fosse a primeira vez que a via. Tentei me aproximar, mas as mãos dela me seguraram… Olhei pra ela…
Ludmila: — Desculpa, amor, mas você sabe que eu não gosto. Além disso, não estou depilada… (Nunca gostou de sexo oral, nem fazer, nem receber. Fazia anos que eu não tentava.)
Eu: — Não me importo, amor…
Ludmila: — É nojento… (As bochechas dela estavam vermelhas de excitação, mas mesmo assim, ela conseguia impor um limite.)
Eu: — Por favor… (Só consegui dizer isso.)
Tentei aproximar meu rosto, apesar da resistência das mãos dela, mas um grito interrompeu a cena…
MÃE!!!… Era o Fermín, vindo pelo corredor em direção ao nosso quarto. Não tínhamos fechado a porta. Se ele chegasse até ali, veria a mãe dele pelada. Rapidamente, saí e o interceptei a poucos passos de chegar, fechando a porta atrás de mim.
Eu: — O que foi, Fer? (Eu estava visivelmente irritado.)
Fer: — (Ele me olhou estranho. A real é que eu não costumo falar “mal” nem “alto” com ele.) Nada, tô procurando a mamãe…
Eu: — Ela está no quarto. Me diz o que você precisa…
Fer: — Preciso perguntar uma coisa pra ela…
Ele tentou passar por mim pra ir até o quarto. Meu braço se interpôs. Ele me olhou ainda mais “estranho”, sem entender o que estava rolando.
Eu: — A mamãe não está se sentindo bem, não quer ser incomodada. Vai pro teu quarto. Vivendo, quando ele melhorar eu falo pra ele ir…
Ela não me respondeu, saiu bem puto, mas entendeu a situação. Voltei rápido pro quarto pra continuar a parada, mas quando entrei, a Ludmila já tinha se vestido toda…
Ludmila: – O que o love queria??
Eu: – Nada, só encher o saco mesmo. Vamos continuar?
Ludmila: – Mas talvez fosse importante… (ela nem ouviu o que eu falei)
Instintivamente, ela saiu do quarto pra ver o que o filho dela precisava, como sempre. Eu tinha ficado em segundo plano com uma excitação do caralho… parecia que a gente tava fadado a nunca ter privacidade. Daí a pouco, o Bastian saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido… a gente continuou a tarde como de costume…
Quando chegou a noite, a Ludmila foi dormir cedo, então também não deu pra continuar o que a gente tinha começado durante a tarde. No dia seguinte, tudo tinha voltado praquela frieza sexual normal de casal…
Os dias seguintes foram passando de forma “normal”. De vez em quando, ela deixava uma calcinha usada no banheiro pro Bastian, pra ele fazer as dele. Já não entregava mais na mão pra evitar situações chatas. Com o passar dos dias, o moleque parecia querer a nova “droga” com mais frequência. A Ludmila já tava achando a situação pesada, então a gente teve que conversar pra dar um jeito de encerrar esse assunto.
Eu, por minha vez, tinha voltado com minhas “longas” jornadas de trabalho pra me acabar na punheta. O dia inteiro pensava no que rolava no banheiro de casa e, como tava difícil demais ter intimidade com minha esposa, apelava pra masturbação no expediente…
Naquela tarde, eu tava trabalhando do meu escritório em casa…
Lud: – Love, desculpa te incomodar
Eu: – De boa, love, fala aí…
Lud: – Temos um problema com o Bastian…
Eu: – O que foi agora?
Lud: – Então… ele vem praticamente todo dia, e vai no banheiro a toda hora. Sinto que ele faz isso pra eu deixar o “presentinho” dele. Não era esse o trato… eu não aguento mais essa situação…
Eu: – (me dei…) (virando pra prestar mais atenção nela) e sim, é óbvio, cada vez ela vai querer mais, pelo menos até arrumar uma namorada (eu ri)…
Lud: - Tá me zoando? Quero acabar com isso, me ajuda, como a gente faz?
Eu: - Não sei, love, deixa eu pensar, não tenho a receita mágica…. Fala com ele, diz que já era, que não dá pra continuar, que já fez o bastante, mas… que até aqui chegou… sei lá, acho que ele vai entender… lembra ele que se os pais dele descobrirem vão matar ele, ou até se eu descobrir, talvez ele dê uma maneirada…
Ludmila ficou pensando, respirou fundo, e saiu do quarto…
Lud: - (da porta) Valeu, love, você sempre me ajuda!
Naquele dia, a Ludmila tava usando um shortinho xadrez amarelo e uma camiseta preta coladinha, sem sutiã. No geral, ela não usava porque incomodava, a não ser pra sair de casa ou ir em algum evento. Embora sempre tivesse sido discreta pra se vestir, o sutiã era algo que ela dispensava, pelo menos quando a gente tava sozinho em casa. Mas já fazia um tempo que ela tinha começado a se vestir “gostosa” até quando tinha visita (Bastian e Miranda), sabendo que o cara tava tão afim dela que parecia uma provocação, mas conhecendo ela, tenho certeza que nem percebia isso. Era parte da transição que ela tava passando depois da morte da mãe, e até o Fermin várias vezes incentivou ela a se vestir assim, o que aumentou a autoestima dela e a vontade de seguir em frente com essa mudança.
Ao ir pra cozinha, percebo que Bastián e Fer estavam largados nos sofás com os celulares. Ele deu uma olhada de canto e sacou na hora que ela queria falar alguma coisa, saiu voando pra cozinha, nosso filho nem notou…Lud: - (num tom bem baixo) preciso falar com você, vamos pra cima…
Ele foi com ela, não tava entendendo o que minha esposa queria…
Lud: - olha, isso não pode continuar. No começo era uma vez por semana, e virou quase rotina, é um jogo perigoso e se seus pais e meu marido descobrirem, a gente tá ferrada…
Ele escutava tudo com atenção…
Lud: - por isso… a gente vai dar um fim nisso. Você é o melhor amigo do meu filho, não tenho problema nenhum em você estar aqui todo dia, mas esse jogo acabou.
Eu tinha parado de trabalhar pra escutar com atenção o que eles tavam conversando… por um lado, me sentia culpado pelo tesão que a situação tava me dando, mas também sabia do perigo de continuar com tudo isso.
Bastián parecia entender tudo…
Bastián: - tá bom, entendi (não tava tratando ela por “você”), mas a gente podia fazer uma última vez? Tipo uma despedida…
Ludmila tinha ficado sem palavras…
Lud: - uma despedida? (com a voz trêmula)
Bastián: - isso, isso, por favor
Lud: - mas quando?
Bastián: - pode ser agora?
Ela queria acabar com tudo o mais rápido possível, a oferta era tentadora…
Lud: - tá bom, vai lá pra baixo que daqui a pouco eu levo ela pra você… (muito nervosa)
Bastián: - (respirou fundo, queria falar mais uma coisa) já que é a última vez, posso ficar com você quando você tirar ela?
Meu pau reagiu na hora, o jovem queria ver ela se despir, era um sem-vergonha… Ludmila ficou pálida, não sabia o que responder… qualquer outra mulher teria mandado ele tomar no cu, mas ela não era assim, cuidava das aparências, ainda mais com o melhor amigo do filho…
Lud: - acho que não tô entendendo o que você quer…
Bastián: - claro, você ia pro seu quarto tirar ela, eu quero estar lá quando você fizer isso, é só dessa vez… Lud: —Pela última vez! (respondeu rápido, sem perceber que com essa resposta tinha aceitado o pedido do garoto)
O sorriso no rosto do Bastián era enorme… E pra minha surpresa, a ereção dele também, com certeza ela não tinha notado, mas o volume do jovem era bem visível…
Bastián: —Vamos? (se desesperou, com certeza fantasiava com isso há muito tempo)
Lud: —Espera, não… (não sabia o que dizer), dá uma volta lá embaixo e eu te aviso… (o nível de nervosismo que ela tava era extremo, o rosto dela denunciava)
O jovem aceitou, e assim que pisou no primeiro degrau, ela veio correndo pro meu escritório…
Lud: —Love…
Eu: —(interrompi) Sim, ouvi tudo… (tentei parecer preocupado)…
Lud: —O que a gente faz?? Fiz uma merda enorme…
Eu: —Agora já era, love, o que você vai fazer… Deixou a situação pronta pra ele, vai ter que fazer…
Ela congelou, com certeza veio até mim esperando uma solução, uma saída, e só encontrou um empurrão pros desejos do Bastián.
Lud: —Tá falando sério?
Eu: —Agora já foi, não tem volta, pode dar uma puta confusão se você disser que não agora…
Lud: —Mas… ele vai me ver pelada
Eu: —Eu sei…
Lud: —Isso não te incomoda? Antes você era ciumento, e agora? Não liga mais?
Eu: —Love, não tem nada a ver com isso, eu sei o que a gente sente, que um amigo do nosso filho te ver pelada não significa nada, além disso, eu sei que você tá fazendo isso tudo pelo Fermín… Aliás, mesmo que ele te toque ou você toque nele, eu tô muito seguro do que a gente sente…
Lud: —(me interrompeu) Que ele me toque ou eu toque nele?? Cê tá louco, enlouqueceu de vez…
Eu: —Love, o garoto vai querer fazer na sua frente…
Ela ficou pálida, sentou numa cadeira, pensei que fosse desmaiar…
Lud: —Como?? No que eu me meti??
Eu: —Love, ele sabe que isso pode rolar, ele não vai se contentar só em ver você tirar a roupa, ainda mais sabendo que é a última vez, ele vai querer algo mais, com certeza vai se masturbar na sua frente, algo assim… Se te deixa mais tranquila, eu me escondo no closet do quarto e controla o assunto pra não sair do controle… tô te adiantando o que pode rolar… você tem que estar preparada pra isso…
Lud:- mas qual é o limite?? (quase chorando) não sei como a gente chegou nisso, quero me matar…
Eu:- isso quem define é você, pensa que hoje podia acabar tudo… fica tranquila, love… (abracei ela) eu vou estar lá, se você sentir que não aguenta, você corta e pronto, se ele não aceitar, eu entro… aconteça o que acontecer, eu não vou ficar bravo nem nada, em parte sou responsável por ser seu cúmplice nisso, então fica de boa
Lud:- e o Fermín? E se ele aparecer?
Eu:- …ele não tem inglês daqui a pouco? Que seja naquele momento…
Ludmila estava destruída, realmente tinha se metido num baita problema, mas minhas palavras e minha participação na cena, de certa forma, tinham acalmado ela.
Eu ia poder ver o Bastián batendo uma na frente da minha mulher, algo que eu já fantasiava há muito tempo, e quem sabe até onde podiam chegar…
Ludmila parou pra pensar, até que finalmente me abraçou forte, me agradeceu, e foi falar com o Bastián pra avisar que iam fazer quando o Fermín fosse pra aula de inglês…
Passaram algumas horas até nosso filho ir pro inglês, o Bastián ficou, era normal, só que em vez de ficar jogando videogame, ele ia ficar brincando com a minha esposa.
Assim que a Ludmila subiu, ele foi junto, nem parou pra pensar se eu podia estar em casa, obviamente o moleque só pensava numa coisa… entraram no quarto… eu tava no closet (que é praticamente do tamanho de um quarto normal), de lá dava pra ver tudo, tinha levado papel higiênico caso precisasse me limpar… meu coração tava batendo a mil… o moleque tava a poucos metros dela, a Lula tinha deixado uma calcinha em cima da cama…
Lud:- toma (entregando a calcinha que tava na cama)
Bastián:- (olha confuso) que isso?
Lud:- minha calcinha, tirei antes de ir te buscar, não consigo fazer o que você pediu…
Bastián:- mas…
Lud:- é Demais pra mim, Bastián, não é certo…
Bastián: — Mas a senhora disse… (feito criança mimada)
Lud: — (interrompeu) Eu sei o que disse, mas não posso…
Bastián: — É que eu gosto muito da senhora (enquanto levava a peça até o nariz)
Naquele momento, o volume dele ficou evidente, ela não percebeu de novo, mas o jovem tinha algo grande entre as pernas…
Lud: — (visivelmente desconfortável) Não faça isso na minha frente, por favor…
Bastián: — Adoro sentir o cheiro da senhora…
Lud: — (sem palavras, não sabia o que dizer, era uma situação extremamente desconfortável) Mas…
Bastián: — Já que não posso ver a senhora tirar, posso pelo menos me aproximar?
Lud: — Não entendo… pra quê?
Bastián: — Pra sentir seu chei… aroma
Ludmila aceitou achando que o garoto se referia ao perfume dela, mas ele estava pensando em outra coisa… deu alguns passos, ficou a poucos centímetros da minha mulher, e se agachou, o nariz foi direto pra região pubiana dela, ficou roçando, ela tentou dar um passo pra trás mas a cama a impediu, ele segurou nas pernas dela…
Lud: — Bastián, o que você tá fazendo?
Bastián: — A senhora deixou
Ludmila rapidamente pegou as mãos do garoto, ajudou ele a se levantar e manteve distância…
Lud: — Não pensei que você tava falando disso…
Bastián: — Por favor, a senhora prometeu… olha como eu tô (apontando pra calça dele)
Os olhos de Ludmila finalmente encontraram o volume do jovem, era grande, com certeza ela nunca tinha visto algo assim, pelo menos não de frente, já que o único homem com quem ela tinha estado era eu. Ela ficou sem palavras…
Bastián: — Posso pelo menos me tocar?
Ela não sabia como reagir aos pedidos do garoto, porque a cada recusa, ele vinha com algo diferente… ele levou a calcinha de novo ao nariz, mas uma das mãos foi pra calça dele, enfiou a mão e finalmente puxou o pau pra fora… era enorme, não tão comprido, mas bem grosso, totalmente desproporcional ao corpo do Bastián… Minha mulher ficou em choque de verdade, na frente dela estava o melhor amigo do filho dela… Masturbando-se, enquanto cheirava a calcinha dela…. Ela estava visivelmente desconfortável, mas por algum motivo não tirava os olhos da pica do garoto… ele começou a se masturbar, a mão dele mal cobria a grossura da pica, era como segurar uma lata de Coca-Cola praticamente.
Depois de alguns instantes, ela caiu em si, disfarçadamente olhou pra onde eu estava, fiz um gesto pra ela entender que estava tudo bem…. Bastián quebrou o silêncio….
Bastian: - Posso ver? A senhora me prometeu…
Uma nova negativa ia sair dos lábios dela, mas ela sabia que, diante disso, o jovem ia inventar outra coisa. Naquele momento, Fermin apareceu na cabeça dela, de alguma forma ajudou a convencê-la de que tudo isso era por ele, pra que ela não perdesse o melhor amigo….
Lud: - O que você quer ver? (talvez uma pergunta errada, mas foi a primeira coisa que veio)
Bastian: - (pensou um momento, os olhos dele brilharam) Seus peitos
Lud: - (se surpreendeu) Mas você não queria me ver por baixo? (nem se atreveu a dizer “a buceta”)
Bastian: - Não não, prefiro seus peitos…
Durante anos, minha mulher se dedicou a esconder seus atributos, com algumas roupas era impossível, mas sempre que tinha alguém em casa, ela escolhia usar roupas largas, que em muitos casos a faziam parecer gordinha…. Só nas últimas semanas ela tinha começado a se mostrar um pouco mais, e obviamente Bastián tinha percebido isso perfeitamente, no entanto, tenho certeza de que ela preferia mostrar a buceta do que os peitos enormes dela…
Ludmila respirou fundo…. Pegou a camiseta dela e levantou, os peitos lindos dela caíram, ficaram à mostra… o jovem lambeu os lábios, apertou a calcinha contra o nariz, como se tentasse extrair os aromas da minha mulher… o ritmo da masturbação dele acelerou, a pica dele estava inchadíssima, umas veias grandes percorriam ela…. Morria de vontade de ver aquela pica entre os peitos dela… mas todos os meus desejos eram sobre coisas que Ludmila nunca tinha feito ou que não gostava de fazer….
Pouco a pouco, Bastián foi se aproximando enquanto minha mulher segurava a camiseta dela… ficaram pelo menos uns dois minutos assim… Bastián: — Posso tocar nelas?…
Esse comentário fez ela cair em si… ela arrumou a camiseta de novo, embora se sentisse nua diante do olhar lascivo do garoto…
Lud: — Não, Bastián, já chega, acho que já fiz o bastante…
Bastián: — Mas eu não terminei…
Lud: — Você teve tempo…
Bastián: — É que você tá muito fria comigo, assim nunca vou perder a vontade de continuar fazendo isso…
O comentário soou como chantagem, e de certa forma era… naquele momento Ludmila lembrou das minhas palavras, o garoto ia querer tocar nela, e no fundo ela se convenceu de que se isso acontecesse, o jovem gozaria rápido e todo o assunto estaria resolvido. Ela pensou por alguns segundos antes de responder ao pedido…
Lud: — Tá bom… mas termina rápido, por favor (enquanto levantava a camiseta de novo)
Bastián não podia acreditar. Ele se aproximou da minha mulher com a calça abaixada até a metade das coxas e, com as duas mãos, pegou os peitos dela. Começou a apertá-los, parecia uma criança com um brinquedo novo. Algumas caretas de dor apareceram no rosto de Ludmila…
Lud: — Mais devagar, por favor…
Bastián: — Desculpa…
O jovem, envergonhado pela inexperiência, começou a acariciá-los com suavidade. Os polegares dele começaram a brincar com os bicos dos peitos, as mãos roçavam os seios — com certeza ele morria de vontade de prová-los, mas pelo menos até aquele momento não tinha dito em palavras. Rapidamente, ele levou uma das mãos pro próprio pau pra continuar se masturbando, parecia que ia explodir…
Nesse ponto, eu também acompanhava a masturbação do garoto, não acreditava no que tava vendo: minha esposa, de pé, ao lado da nossa cama, com um jovem apalpando os peitos dela enquanto se masturbava. A fantasia que eu tinha há semanas estava se realizando…
De repente, o jovem acelerou o ritmo, as bochechas dele estavam super vermelhas, o corpo tremia…
Bastián: — Tô perto de gozar… posso provar eles? Por favor… (um pedido) desesperado pra finalizar o que seria com certeza a melhor punheta da vida dele)
Ludmila, que por algum motivo também estava com as bochechas vermelhas, aceitou o pedido, com medo de que uma recusa atrasasse o negócio, tava a poucos segundos de se libertar…
Bastian, de novo, ficou surpreso com a boa disposição da minha mulher, aproximou o rosto do peito direito dela, abriu a boca, e a língua começou a brincar com o mamilo, rapidamente as lambidas começaram a percorrer todo o busto… o ritmo da punheta acelerou, até a cabeça da pica dele, de vez em quando, roçava a barriguinha da Ludmila de tão perto que tavam, a qualquer momento ia gozar…
O jovem pegou o peito com uma das mãos e, igual um bebê, começou a chupar enquanto apertava com força a pica grossa na barriga da minha mulher…
Bastian:
- ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh (os jorros de porra começaram a sair)
Ludmila ficou imóvel, as bochechas super vermelhas, começou a sentir uma substância morna e grossa cobrindo toda a barriga dela… não teve coragem de olhar, mas a quantidade de gozo que o Bastian soltou era grande, cobriu o umbigo todo da minha esposa, e começou a escorrer pra dentro da calça, o moleque era um garanhão, já do meu lado só algumas gotas sujaram o papel higiênico com minha porra fraca…
Bastian continuava grudado no peito da minha esposa, igual um bebezão, com a pica colada no corpo dela…
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