Confesso que há um ano fui conhecer minha esposa e a família dela no Quênia. Ela tem quatro irmãos e irmãs, mas as importantes são ela e suas quatro irmãs: Sarah, 16 anos (medidas: 1,80m, 85 copa B - 60 - 85), Dzidza, 23 anos (medidas: 1,65, 80 copa B - 60 - 90), Sada, 28 anos (medidas: 1,50, 60 copa A - 50 - 60), Nazi, 33 anos (medidas: 1,60, 90 copa C - 75 - 120) e minha esposa Masika (medidas: 1,65, 120 copa DD - 55 - 110), de 30 anos. Assim como minha esposa, são mulheres negras bem gostosas na cama. Tudo começou no dia 9 de dezembro, quando cheguei no aeroporto de Mombasa. Minha namorada foi me buscar com a irmã dela, Sada. Pegamos um táxi até o Airbnb que aluguei — uma casa linda com quatro quartos e piscina, onde íamos ficar um mês e meio.



Naquela noite com minha namorada, experimentei sexo com uma mulher negra. Foi selvagem, mas convencional, só sexo vaginal. Ficamos uns bons 30 minutos na posição missionária clássica. Depois desci pra fazer oral nela e subi pra chupar os mamilos dela. Ouvi um barulho na porta, mas quando virei, não tinha ninguém. De manhã, minha namorada teve que ir buscar as outras irmãs dela. Aproveitei e entrei na piscina. 10 minutos depois, a Sada chega com um maasai shuka e pergunta se pode entrar na piscina. Quando percebo, ela vem nadando na minha direção completamente pelada e me abraça. Diz que sabe que sou um verdadeiro garanhão e que com ela vou aproveitar mais do que com a irmã. Peguei a palavra dela, abaixei a sunga e comecei a foder ela de pé. Por ela ser bem levinha, pude meter como se não houvesse amanhã. Depois de 15 minutos, decido mudar de posição e encosto ela de frente pro muro. Se a buceta dela era apertada, não se comparava em nada com o cu dela. Desmontei ela completamente. No começo ela falava "por aí não", "tá doendo", "as mulheres quenianas não dão isso". No final, ela se acostumou e não parava de gritar, gemer e pedir pra eu meter mais forte. Depois de um orgasmo selvagem, deixei ela pegando um bronzeado no sol.
Na hora do almoço, já com minha namorada e todas as irmãs dela, decidimos fazer um churrasco. Preparamos pratos swahilis de cabra, enquanto fizemos carne de boi. O álcool não faltou, e depois de 40 minutos comendo e bebendo, minhas cunhadas e minha esposa estavam meio altas e muito tesudas. Começamos a dançar e, antes que eu percebesse, já estava trocando com cada uma delas. As roupas voaram e tivemos o melhor sexo. Tirei a virgindade da Sarah, iniciei no sexo anal a Dzidza e a Nazi. E durante esse mês e meio, aproveitamos ao máximo as noites e manhãs na casa.




Naquela noite com minha namorada, experimentei sexo com uma mulher negra. Foi selvagem, mas convencional, só sexo vaginal. Ficamos uns bons 30 minutos na posição missionária clássica. Depois desci pra fazer oral nela e subi pra chupar os mamilos dela. Ouvi um barulho na porta, mas quando virei, não tinha ninguém. De manhã, minha namorada teve que ir buscar as outras irmãs dela. Aproveitei e entrei na piscina. 10 minutos depois, a Sada chega com um maasai shuka e pergunta se pode entrar na piscina. Quando percebo, ela vem nadando na minha direção completamente pelada e me abraça. Diz que sabe que sou um verdadeiro garanhão e que com ela vou aproveitar mais do que com a irmã. Peguei a palavra dela, abaixei a sunga e comecei a foder ela de pé. Por ela ser bem levinha, pude meter como se não houvesse amanhã. Depois de 15 minutos, decido mudar de posição e encosto ela de frente pro muro. Se a buceta dela era apertada, não se comparava em nada com o cu dela. Desmontei ela completamente. No começo ela falava "por aí não", "tá doendo", "as mulheres quenianas não dão isso". No final, ela se acostumou e não parava de gritar, gemer e pedir pra eu meter mais forte. Depois de um orgasmo selvagem, deixei ela pegando um bronzeado no sol.
Na hora do almoço, já com minha namorada e todas as irmãs dela, decidimos fazer um churrasco. Preparamos pratos swahilis de cabra, enquanto fizemos carne de boi. O álcool não faltou, e depois de 40 minutos comendo e bebendo, minhas cunhadas e minha esposa estavam meio altas e muito tesudas. Começamos a dançar e, antes que eu percebesse, já estava trocando com cada uma delas. As roupas voaram e tivemos o melhor sexo. Tirei a virgindade da Sarah, iniciei no sexo anal a Dzidza e a Nazi. E durante esse mês e meio, aproveitamos ao máximo as noites e manhãs na casa.
0 comentários - Conhecendo a família da minha esposa