Capítulo 4
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Mal consigo prender a respiração enquanto observo minha mãe me olhando com um certo tom de aflição, dúvidas e tristeza. As costas dela estão apoiadas no encosto da minha cama, e as pernas esticadas, retas, sobre os lençóis, cobertas por um par de meias finas de renda que grudam perfeitamente na pele branquíssima dela.
Enquanto as palavras dela "Então me desnuda você..." ecoam na minha cabeça, não consigo parar de pensar que a última vez que uma mulher esteve nessa posição na minha cama, eu estava tirando a cueca, com a pica dura, pra depois dar de comer pra ela: e ela, Astrid, minha puta favorita, esperando ansiosa como uma boa vadiazinha, de boca aberta e língua pra fora, receber meu pedaço de carne, que já escorria de tesão.
— Me perdoa, filho... quer dizer, Erik, não devia ter dito isso — comenta ela envergonhada, respirando fundo como se o ar faltasse.
— Hã? — resmungo nervoso, quase com timidez, o peito batendo forte, mal entendendo o que minha mãe acabou de propor — Não, não, mãe... Akira, tá tudo bem, não tem problema.
— Claro que tem, pelo amor de Deus — responde ela, e de repente ficou vermelha nas bochechas. Ela encolhe as pernas em direção à bunda e ri entre surpresa e vergonha — Como é que vou pedir pra você... me desnudar...? Ai, não, como sou maluca, amor!
Minha pica tá pulsando tão forte diante da possibilidade que surgiu na minha cabeça que tenho que me sentar na cama, na borda oposta aonde ela está, pra evitar que ela veja como meu volume pulsa na minha calça.
— É... que você sabe, Erik... esse costume bobo... sabe?, essas brincadeiras estranhas... entre seu pai e eu... quando eu pedia pra ele me fazer massagens... pois... eu pedia pra ele... isso mesmo...
— Que te desnudasse... — termino a frase eu mesmo.
— Isso, sim, e... ai, que vergonha, meu anjo... — o jeito que minha mãe tensiona as pernas me enlouquece. O jeito que ela mexe a bunda na minha cama me tira do sério — Que vergonha de te falar isso, Erik! O que você vai pensar de mim. Pelo amor de Deus, que Vergonha.
Minha mãe fica com as bochechas coradas de novo enquanto remexe a bunda enorme nos meus travesseiros, onde eu costumo colocar minha cabeça à noite quando descanso. E de um jeito sinistro, me vem uma fantasia passageira onde me vejo deitado naquela cama, e em vez do travesseiro, minha cabeça está no mesmo lugar, olhando pra cima, e minha mãe está ali, de cócoras, quase sentada na minha cara, e meus olhos ficam vidrados contemplando aquela bundona, com a buceta dela exposta na minha frente, e minha língua abrindo as dobras da vagina, e minha boca encharcada, e meus dentes mordendo os lábios inchados dela, e meu nariz aspirando o cheiro de mãe safada…
E eu esfrego os olhos, respiro fundo e me sinto culpado por pensar nessas alucinações tão sinistras, tão grosseiras e tão sujas com minha própria mãe. Me obrigo a me acalmar. Preciso esfriar a cabeça. Isso não está certo. Nada certo.
Tento sorrir, lutando para apagar da minha cabeça essas imagens lascivas onde consegui me imaginar meu pai tirando a roupa da minha mãe, bem devagar, enquanto ela se deixa fazer, ficando nua, transbordando de carne nos peitos e na bunda, com a vulva inchada e molhada, pulsando, e ele enfiando um dos dedos dentro dos lábios dela, afundando naquela gruta pegajosa.
— Vergonha de quê, mãe? — sorrio nervoso —: se vocês eram um casal. É lógico que você pedisse pra ele te despir. É lógico que ele… acariciasse seu corpo todo… é lógico que ele… bem… que ele…
“Que ele te fodesse como uma puta, mãe”, digo em silêncio, e de novo um ar quente sopra na minha nuca.
— Quero dizer que é óbvio… que ele… fizesse o que você pedisse, porque era seu marido.
Mamãe pisca, e eu com cuidado mexo minha virilha, onde dá pra ver meu pau duro. Os olhos dela ficam vidrados e ela desvia o olhar. Merda, a última coisa que quero é machucá-la fazendo ela lembrar do velho.
— Ei, gostosa, tá tudo bem, ok?! Não De boa. Não me ofendeu me pedindo pra tirar sua roupa pra fazer uma massagem nas suas costas… pescoço e… onde você quiser.
Levanto de repente, só pra chegar mais perto dela. Quero acalmá-la. Akira me observa com uma expressão de tranquilidade renovada, embora eu consiga sentir dor no olhar dela. Coloco minhas mãos no colo pra minha inchação na virilha não aparecer.
— De qualquer jeito, não foi certo eu ter te pedido isso, meu soldadinho… Não, não… correção, agora que te vejo, você não é mais meu soldadinho, é meu coronel de chumbo.
Eu rio da piada dela enquanto apoio minha mão num dos tornozelos dela, dobrados junto com as bundas poderosas dela. Acaricio os tornozelos dela com a aspereza das minhas pontas dos dedos e sinto, excitado, a sedosidade das meias de rede dela. Enfio um dedo entre um dos losangos e toco a pele nua dela, que está estranhamente quente.
Minha mãe faz um movimento estranho e um som que quase parece um gemido. Um daqueles gemidos que eu preciso pra que Alex e a mãe dele acreditem que eu tô comendo ela.
— O que tem de errado em você ter me pedido, Akira? Tô falando de você se despir. Você é minha mãe — sussurro isso bem perto dela —, a gente tá à vontade, né?... temos o mesmo sangue. Nunca ia te olhar com malícia, cê não acha?
Minto na minha última afirmação. Minto porque, por algum motivo desconhecido, faz dias que eu tô pensando na mamãe como mulher e não como minha progenitora. Me sinto culpado por sentir o que sinto, mas ao mesmo tempo não consigo me controlar.
— É verdade… sou… sua mãe… e por isso, justamente… tem coisas que uma mãe não pode dizer pro filho.
— Você pode me pedir o que quiser, Mãe, que eu, sem hesitar, obedeço.
Minha mãe ficou parada depois que eu falei aquilo. Minha mão direita cobre minha ereção e com a esquerda continuo esfregando a pele entre os buracos das meias de rede dela.
— Hummm — ouço ela soprar pela boca.
E eu paro de tocar ela. Me levanto de novo e Suspiro. Meu coração tá batendo muito forte. De perto, os peitos apertados dela naquela blusa de zebra parecem muito mais gordos e deliciosos. O decote é profundo. Eles incham como se fossem duas bolas enormes que ela tenta segurar. Minha mãe bebe um pouco de água e eu vejo uma gota cair no meio do enorme vão dela, aquele que separa as duas mamas obesas dela.
Em silêncio, eu fico olhando a gota escorregar por entre aquelas imensidões até desaparecer por baixo. Respiro fundo, e ela larga a garrafa no criado-mudo e me encara de novo, bem fundo.
— Eu… tava tão sonolenta, meu garoto… tão cansada enquanto você massageava meus pés que mal percebi quando comecei a… cochilar… e quando entreabri os olhos, e você contra a luz… céus, meu amor, te confundi com ele. É que… você é tão parecido com seu pai quando ele era jovem.
Ouvir isso me desmonta na hora. Porque eu queria que ela me visse como um homem de verdade, não como filho dela, e muito menos como meu pai, que já causou tanto dano com isso.
— É… mãe… Akira… você já me disse isso, mas…
— Não liga pra essas minhas bobagens, meu homenzarrão, mas é que… pelo amor de Deus!… não sei o que deu em mim de ser tão atrevida de pedir pra você me despir… juro que não tava pensando direito. Minha cabeça tava em todo lugar desde que você pediu pra eu gemer pros seus… colegas me ouvirem e… eu, então…
— Olha, calma, você nem precisa me dar explicações. Não tô pedindo isso. Só que… me sinto meio mal por você dizer que… me pareço com o papai.
Akira ri de novo, morrendo de vergonha e constrangimento. Ela cobre o rosto pra eu não ver, me dizendo:
— Que louca eu devo estar pra te dizer uma coisa dessas, né Erik? Porque, embora seja verdade que você tem os olhos dele e a cor da pele… você, meu garoto, é muito mais gostoso que ele.
Eu sorrio, mas não totalmente satisfeito.
— Você me alivia um pouco, Akira, mas pra ser sincero, não me importaria de me parecer fisicamente com ele. No que eu nunca quero me parecer com meu pai… é... no caráter dela... e muito menos na deslealdade dela.
—Nunca, meu amor, nunca você vai se parecer com ele nessa coisa horrível — ela me diz, de repente se ajoelhando na cama pra encostar a testa na minha —. Eu não criei um menino tão bonito, tão responsável, tão aplicado e tão educado pra no final acabar parecendo com ele.
Minha mãe coloca as mãos nas minhas bochechas e as esfrega. A testa dela na minha faz um contato elétrico que acelera minhas batidas. O cheiro da minha mãe me intoxica. Eu entreabro os olhos enquanto ela acaricia meu queixo e depois me diz, sorrindo:
— Que barba linda e... que... tasty pica...
— Hã? — me surpreendo com as palavras dela.
— Sua barba, meu céu — ela sorri de novo, esfregando minha barba e meu queixo —... que ciumenta eu vou ficar quando souber que outra garota vai tocar sua barba... e você vai fazer ela... sentir o que eu sinto.
Mamãe recua, e de estar de joelhos ela se senta de novo sobre as panturrilhas, de um jeito que as nádegas dela se espalham pra trás. Nessa posição, posso observar mais de perto as formas gloriosas dos peitos dela naquela blusa de zebra.
— Por enquanto você não tem que se preocupar, mãe, porque a única mulher com quem você tem que se preocupar é com você mesma.
Ela sorri. Vejo os lábios dela, que brilham sob a luz fraca do quarto. São tão vermelhos quanto vinho. Parecem carnudos, apetitosos, úmidos. Mamãe tenta me dizer algo, mas eu só consigo notar a língua molhada dela que aparece de repente entre os lábios enquanto ela gesticula. E eu não entendo o que ela diz, porque estou hipnotizado vendo a boca dela, e enquanto me delicio com ela, entendo que a língua dela deve ter um gosto delicioso.
Faz um tempo que nos beijamos, mas só consegui sentir os lábios dela nos meus. E eu apertei as nádegas dela. As enormes e carnudas nádegas dela...
— Você me ouviu, meu coronel? Te notei distraído.
— Hã? Como?
— Erik, céu, eu tava dizendo que sua camiseta tá molhada, você tá suando, tá acontecendo alguma coisa?
"Tá acontecendo que eu tô ficando louco, mãe" eu queria Dizer em voz alta "é que foi uma má ideia você ter vindo e ficar exposta na minha frente" "É que eu tenho desejos extremamente nojentos onde fantasio com você como se fosse uma puta de verdade" "Como se fosse minha puta de mãe, que eu tenho vontade de despir, de te deitar na cama onde você está sentada de panturrilha agora, e onde, depois de deitada, eu quero abrir suas pernas grossas, só pra descobrir que por baixo dessa saia que você tá usando não tem nada além de uma tanguinha, ou melhor... nada por baixo... e então..."
—Erik? Tá me ouvindo?
"E então eu abro suas pernas, igual uma puta no cio, e enfio minha cabeça entre suas coxas, e encontro sua buceta exposta, talvez peluda ou talvez depilada, não sei, mas com certeza bem molhada, extremamente molhada e quente. E seu cheiro de mãe no cio entrando pelos meus poros do nariz..."
—Você tá doente, filho? Seu peito tá molhado...
"Sim, mãe!" quero gritar a verdade "tô doente, porque sou um doente mental: sou um maldito doente sexual que fantasia em abrir suas pernas e enfiar meu pau até o fundo das suas entranhas" "Tô tão doente que até tô fantasiando em te foder em todas as posições que você aguentar até te engravidar... e assim gerar meu próprio irmãozinho... ou seria meu filho?"
—Erik?
—NÃOOOOO! — grito de repente, e levanto da cama e me tranco no banheiro.
Tiro a camisa e me olho no espelho. É verdade que meu peito tá molhado. Mas é que eu tô terrivelmente doente da cabeça. Me sinto atormentado. Tô ficando louco. Que porra tá passando pela minha mente? Como caralhos eu posso estar tão perturbado não só pra imaginar que poderia foder minha própria mãe, mas também que poderia engravidar ela e fazer ela parir meu próprio... filho ou irmão?
—Erik, pelo amor de Deus, o que foi! Por que você saiu correndo pro banheiro?
Minha mãe está agora atrás da porta do banheiro.
—Eu... Eu...! Nada... só... volta pra cama... —Mas você gritou, Erik, pelo amor de Deus! Você disse um “Nãããooo”. O que tá te doendo?
—Nada… Akira… por favor, volta pra cama… é só o calor… me deu ansiedade — respondo, lutando pra parecer calmo, embora o que eu sinta de verdade seja um aperto no peito e um formigamento na virilha.
—Te falei que sua camiseta tava molhada de suor no peito, filho.
—É… isso… calor…
—Só tira a camiseta e volta, querido, por favor, quero te ver. Quero saber que você tá bem.
—Me obedece, Akira… e volta pra cama.
Quando ouço que minha mãe finalmente me obedece e volta pra cama, e ouço as molas chiarem, me viro de novo pro espelho e tiro a camiseta. Aparecem na minha frente meus peitorais fortes, encharcados de suor. Abro a torneira da pia e molho o rosto e o peito, limpando o suor. Felizmente, a água sai bem fresca. Preciso me refrescar. Peço ao destino e aos meus hormônios masculinos que se controlem. Que, por favor, me deixem em paz.
Jamais me perdoaria se perder o controle e… passar dos limites com minha mãe, com minha própria mãe! Porra!
—Erik?
—Já vou.
Espero um momento, respirando com calma de verdade, e então decido sair do banheiro. Mamãe está sentada com uma cara de preocupação, mas é só me ver com o torso nu que os olhos dela se arregalam, como se ela se espantasse com alguma coisa.
—Ah, mãe… meu peito tá molhado, mas não é mais suor, é água… quis me refrescar.
Ela me olha com uma careta estranhíssima. Os olhos dela brilham enquanto observa meu peito molhado. Eu me aproximo dela pra esclarecer que é água e não suor o que tenho no corpo, mas ela continua absorta, espantada, me olhando.
Aproveito que ela tá sentada e me ajoelho na frente dela, entre as pernas dela, que ela afasta pra que eu possa me colocar entre elas, como quando eu era criança.
—Pelo amor de Deus… minha vida — ela diz, entre assustada e maravilhada, e eu não entendo o que tem de tão especial no meu peito pra ela não parar de olhar com essa cara de espanto—… que… coisa mais linda…
Quando menos espero, sinto as mãos macias da minha mãe tocarem meus peitorais e começarem a esfregar minha pele, fazendo uma pressão suave e quente, como se quisesse espalhar o resto da umidade da água que me molhou pelo resto do peito.
— Seu peito é muito… duro… filho… você malha muito.
— Ah — fico surpreso ao saber o motivo do espanto dela —, normal… aqui a gente se exercita pra caralho. Somos obrigados a ter condicionamento. Sabe que semana que vem a gente tem nossa primeira missão? Desmontar uma biqueira no sul, onde vendem drogas…
— Isso é perigoso, meu amor — ela diz, sem parar de me acariciar.
Se alguém já sentiu as palmas quentes de uma mulher linda e refinada acariciando sua pele… então tem que multiplicar essa sensação gostosa por quatro. Ou pelo menos é essa a impressão que tenho agora… sentindo uma maciez incomum que me deixa quase sem ar. E se a esse tesão a gente adiciona o fato de que quem te acaricia é sua própria mãe, que passa as unhas entre seus peitorais e desenha os contornos com as pontas, aí tudo fica muito mais excitante.
— Sua pele arrepiou, coração, eu sinto — ela sussurrou baixinho, sorrindo feito uma safadinha.
— Não sente não… Akira… melhor continua. Continua, que me faz bem — eu digo, segurando as mãos dela no meu peito, enquanto um arrepio gelado percorre meu corpo inteiro ao sentir as unhas e as pontas dos dedos esfregando na minha carne.
— O que te faz bem, querido? — ela sussurra.
Percebo os lábios dela babando. Por que, meu Deus, por que você me põe essas provações?
— Seus carinhos… mãe… me fazem bem…
— Mas…
— Por favor… continua…
Se ela olhasse mais pra baixo do meu tronco, perceberia que na minha virilha levantou uma barraca dura e enorme.
— Você é todo… um homem, Erik… — ela diz de repente, apertando as palmas ardentes no meu peito.
É impressão minha ou minha mãe mordeu o lábio inferior enquanto me olhava? —O quê? —gaguejo.
—Ah… sim… É que… Seu peito… é tão duro… tão áspero… tão masculino… uffa.
—Mmmmm —gemo sem conseguir evitar.
E é justamente meu gemido que faz ela reagir e tirar as mãos da minha pele. E eu queria segurá-las e deixar ela continuar me acariciando. Que seguisse pelos meus peitorais e depois descesse suavemente pelos meus abdominais, para então… descer até o meu volume. Mas entendo que nos deixarmos levar seria contraproducente, além de errado.
—Ai, desculpa, desculpa… Erik… eu…
—Desculpa por quê, Akira?
—Eu… por… ai, meu Deus…
De repente, minha mãe subiu completamente na cama, como se fugisse de mim, e voltou a ficar na mesma posição de antes: a bunda sobre meus travesseiros, as pernas esticadas e as costas apoiadas na cabeceira da cama.
—Você está bem, mãe? —pergunto preocupado, sem levantar a voz para que os de fora não me ouçam chamá-la assim.
E ela, sem me olhar, responde com outra pergunta.
—Será que seus colegas ainda estão lá fora, ouvindo?
—Boa pergunta —digo.
Vou até a porta e encosto o ouvido. Escuto eles cochichando. De lá, olho para a cama e vejo que minha mãe está ainda mais gostosa daqui. É uma mulher linda, sedutora. Os peitões dela continuam tremendo sob a blusa de oncinha. As coxas grossas enfiadas naquelas meias de arrastão sensuais fazem ela parecer terrivelmente sexy.
E não sei por que digo o que digo, se pela pressão de saber que aquela manada de babacas está de fofoca lá fora do meu quarto… ou porque… eu realmente estou perdendo a linha por causa da mamãe.
—Já chega de conversa fiada, Akira.
Ela levanta o rosto e me olha estranha, enquanto eu, com o torso nu e a bunda colada na porta, digo sem hesitar:
—Você veio aqui pra eu te foder gostoso, bem gostoso contra a cama e contra a parede, então…
Minha mãe me observa com tanta estupefação que quase acho que a cara dela vai quebrar como Se fosse de vidro.
—Então se acomoda direitinho, que vou montar em você e te dar a foda da sua vida!
E a reação dos caras lá fora, até o Akira percebe, quando eles gritam “Uaaaaau” “Agora sim a porra vai começar, caralho.”
Mas minha mãe continua super estranhada com o que eu gritei, embora quando ela sorri, eu percebo que entendeu que minhas palavras são pra saciar a curiosidade daqueles filhos da puta, e não uma conotação sexual de verdade.
Dito isso, confirmo que a porta tá trancada com o ferrolho e volto pra cama, onde o Akira me espera com aquela mesma cara de confusão e compreensão ao mesmo tempo.
—Desculpa — sussurro pra ele.
Ela só balança a cabeça, dizendo que entende.
—Olha… Akira… chegou a hora de você gemer… e gemer bem alto… por favor.
Espero um instante até ela processar meu pedido e então me diz:
—Mas… como eu te falei, Erik, preciso que você faça massagens com os cremes que eu trouxe, pelo menos nas minhas costas. Preciso me sentir estimulada pra… soltar gemidos de verdade. Senão vou me sentir ridícula e com uma vergonha do caralho.
Entender que vou ter a chance de passar a mão na minha mãe me deixa louco. Minha mente trabalha a mil e meu pau começa a pulsar de novo.
—Sim, tão aqui, os cremes que você fez pra mim.
E procuro na gaveta e tiro eles.
—Qual você quer que eu use na sua pele, Mãe? O verde ou o transparente?
—O transparente é melhor, Erik — ela fala, mas eu percebo que tá nervosa pra caralho —. O ungüento transparente tira a tensão do corpo. Além disso, como é mais líquido, dá pra espalhar bem menos na pele.
—Ah… — respondo que nem um idiota.
É que não consigo tirar da cabeça o que vai ser ver o espetáculo do ungüento transparente, igual água, escorrendo pelo corpo da minha mãe sagrada com aquela consistência líquida que ele tem. E eu esfregando ela com minhas mãos ásperas, deslizando meus dedos até afundar na pele dela. carne delicada.
—Ei, mãe… Akira… mas… então você quer que eu passe isso nas suas costas?
—Sim, love, e se não for muito abusar, por favor, eu também queria que você massageasse minhas pernas.
—SUAS PERNAS? —meu grito dispara o alarme, mas é que o pedido dela me deixou perplexo. É mais… arriscado e ousado do que a gente tinha combinado originalmente. Mas a verdade é que não sei se consigo me controlar.
—É que, meu céu… você me entende. Eu, com a minha idade e tanto tempo em pé… sinto minhas pernas cansadas e inchadas. Agora, se você acha que estou abusando, então…
—Não, não, não! Como é que você pensa uma coisa dessas, Akira? Eu… adoraria… massagear suas pernas também.
Meu pau volta a pulsar enquanto faço essa promessa. E fico de pé ao lado dela, pensando em como abordar o assunto de que… preciso que ela tire a blusa… e depois… a saia e a meia-calça. Então tento dizer para ela se despir e ficar só de calcinha e sutiã.
***
—Ei, mãe, você não acha que vou passar essa pomada por cima da sua roupa, né? —falo depois de escolher mil opções para pedir que ela tire a blusa, a meia-calça e a saia.
Se alguém faz ideia do que é saber que sua mãe vai ficar de lingerie na sua frente, quase completamente nua, e com o corpo voluptuoso que ela tem, então pode imaginar o que estou sentindo neste exato momento.
—Não… não… claro que não.
Se não fosse porque essa mulher na minha frente é minha mãe, eu podia quase jurar que tem no olhar e na expressão dela um sorriso de… será que é luxúria?, será que é desejo? Não, não, deve ser a minha própria lascívia que me faz ver coisas que não existem.
—Aconteceu alguma coisa, mãe… Akira? Te notei nervosa.
Ela sorri. Os olhos orientais dela são mais expressivos do que a gente imagina. Ela está nervosa, tanto ou mais do que eu.
—Por que eu ia ficar nervosa, meu tesouro? —ela ri, sarcástica—. Você vai me olhar… de lingerie… por que eu ia ficar nervosa?
—Lembro que um dia você disse para uma das suas amigas que, quando jovem, você costumava andar pelada pela casa, até na minha presença.
Devolvo um sorriso pra mostrar que tô na mesma.
— Mas antes você era bebê, meu amor, sem malícia e sem… os hormônios de milf.
— Cê acha que eu ia te olhar com tesão, mãe? — finjo indignação, mas não sei se minha atuação convence.
— Como?
— Te incomoda que seu filho vá te olhar… semi-nua? Cê acha que eu… poderia… sequer… te ver com desejo quando… você é minha própria… mãe…?
— Ah, não, meu filho, não é isso.
— Não? Então?
— Bom, filho… é que…
— O que foi, mãe?
Ela respira fundo. Passa a mão nas pontas do cabelo e responde:
— É que… me dá muita vergonha você me ver com tão pouca roupa… filho. Já tenho uma idade… tenho carne sobrando pra todo lado e… você… sei lá. Vamos, Erik, me sinto insegura sabendo que nessa cama você já teve… outras mulheres… jovens, suponho… com corpos bonitos, harmônicos… não desproporcionais como o meu e…
— Mãe… quer saber a verdade?
— A verdade?
— Sim, a verdade — suspiro. — E mesmo me dando muita vergonha falar isso, vou falar. Na verdade, acho que já te disse antes, mas se não… vou repetir: meu tipo de mulher não são as da minha idade, e sim as milf… — E completo pra enfatizar —. Como você.
— O quê? Mas do que você tá falando, filho?
— Nessa cama, como você disse (e desculpa se soar meio vulgar), só passaram… mulheres… da sua idade. Mulheres milf, gostosas, como você, com corpos e curvas de dar água na boca, igual ao seu…
— Mas…? É possível?
— Meu tipo de mulher são as milf… ou seja, as mulheres milf. As que têm sua idade, mãe. Em outras palavras, não precisa ter insegurança nenhuma, porque tô acostumado a admirar esses corpos gloriosos como o seu, Akira, que só ficam mais apetitosos com o tempo, com os anos, com a experiência… eu sou louco por esses corpos, mãe e…!
— Erik, chega, pelo amor de Deus!
A resposta dela me deixa perplexo.
— D…esculpa...
Mamãe se leva as mãos ao rosto, respira fundo. Senta-se de novo. Pega a garrafa de água e dá mais alguns goles. Passam dois… cinco… dez segundos e então ela me diz:
—Me perdoa, Erik… mas de repente me senti… um pouco… desconfortável, com o jeito que você… expressava seus sentimentos sobre as mulheres da minha idade.
—Só quis tirar esses seus complexos, mãe.
Ela suspira. Percebo que está agitada. Mais alguns goles de água e finalmente se acalma.
—Tá… bem, meu tesouro, tá bem… só vamos fazer isso… e pronto.
—E pronto… —repito, e olho pra ela, lembrando depois—; então você pode tirar… sua roupa?
—Sim, sim, esqueci —sorri, um pouco mais relaxada.
Mas agora quem tá tenso sou eu, principalmente quando ela diz:
—Por favor, Erik, me ajuda com a meia, senão vou rasgar.
—Como é que é, mãe?
Assim como quando ela me pediu pra tirar os saltos, dessa vez sinto de novo a cabeça da buceta pulsar e uma adrenalina em forma de sangue quente subir até minha cabeça. Mesmo sem camisa, o calor toma conta do meu peito e das minhas costas.
—Se não for muito pedir, filho, você me ajuda a tirar as meias… e depois a saia?
—Hã… sim… eu…
—Mas Erik, filho, é possível que agora quem tá nervoso é você? Vamos, querido… que eu te pari —sorri, de repente sem inibições—. Não teria problema, né? Além disso, já sou velha, muito mais do que aquelas milf que você diz que tá acostumado… vamos ver. Então no meu caso duvido que você ousasse me olhar com malícia, né, meu tesouro?
Mas antes de responder, já tô mais duro que um poste. Minhas mãos suam quando percebo que antes de tirar as meias de rede, primeiro tenho que soltar os fechos de couro que mantêm fechada sua saia escura e sensual.
—Claro, mãe… —começo a rir como se estivesse realmente relaxado—, que absurdo. Você é minha progenitora, jamais… te veria com olhos de… —“De foxy, te vejo com olhos de uma puta foxy”—. De mulher. E de velha nada, Akira, você é uma mulher muito gostosa… muitas novinhas dariam tudo pra ter o corpo de — “De foxy viciada, mãe, já queriam ter teu corpo de foxy no cio.”—… De mulherão volumoso.
Clic, clic, se ouve quando ela mesma solta os broches daquela minissaia de couro que se agarra nas suas curvas voluptuosas.
—Vem, coração, sobe na cama pra puxar minha saia pra baixo — ela me diz.
E eu, com o sangue fervendo, subo de joelhos e engatinho até ela. Minha mãe solta os próximos broches de um jeito que do lado esquerdo a saia de couro afrouxa e se abre. Só vai ser questão de pegar o couro pelas bordas e puxar pra tirar dela.
Em cada movimento, minha mãe balança os peitos deliciosos, ainda guardados no decote de zebra, e eu não sei o que vai acontecer se meu pau continuar crescendo, estimulado pelo que vejo. Então seguro as laterais do couro e tento puxar pra fora, mas ela tem uma bunda muito grande e umas pernas bem grossas pra sair de primeira.
—Você pode tentar levantar sua…? — “Teu bundão de puta que você tem, mãe, levanta esse bundão enorme de puta” —… sentadeira, Akira… por favor, pra eu conseguir arrastar sua saia pra baixo.
—Claro, claro, céu, já vou.
Com um esforço visível, minha mãe levanta as bundonas enormes e assim eu consigo puxar a saia até os tornozelos, puxando com força as costuras.
Dobro a saia no meu lado e então me viro pra ela… pra minha linda progenitora, e ao contemplá-la quase meu coração sai pela boca.
Porra, porra e porra!
“Mas que carnes você tem, mãe…!” “Olha que quadril largo! Olha que coxas grossas e duras você tem!”
As pernas dela esticadas na cama, enluvadas naquele par de meia arrastão que a fazem parecer putíssima (desculpa, mãe, por te chamar de puta…). A pele dela tão branca quanto porra. As pernas que vão engrossando mais e mais conforme chegamos nas coxas. E ali, no meio delas, as Costuras das meias que grudam na pele dela.
—Uaaau —não consigo evitar sussurrar.
Tem uma nudez muito erótica no espaço entre a parte de cima das coxas dela e onde uma calcinha preta de renda cobre a buceta da minha mãe.
A calcinha é de um corte triangular que mal cobre o púbis dela. Quase dá pra perceber, pela transparência da renda, uma camada bem curta e fina de pelos pubianos. Se eu tivesse um binóculo agora, meus olhos estariam fuçando o centro dela, tentando captar entre as transparências os lábios da vagina dela. Serão rosados? Serão escuros? Serão gordinhos, carnudos, saltados? O tecido estará molhado?
Petrificado olhando a sensualidade das pernas dela e da calcinha, engulo saliva. Meu pau tá tão duro e inchado que sinto que vai estourar dentro da minha calça a qualquer momento. Se minha mãe estivesse de olhos abertos, estaria vendo o baita volume que eu guardo aqui embaixo, tipo uma anaconda violenta querendo escapar da braguilha pra pular e se enterrar na buceta suculenta dela.
—T---á, já t---á, mamãe... Já tá —falo, soltando uma respiração forte.
—Agora as meias, meu amor —ela insinua sem vergonha.
E se deita, abre um pouco as pernas pra eu ter melhor acesso e vejo como a calcinha preta dela brilha por dentro, como se estivesse molhada. Claro que é umidade! Pelo amor de Deus. Por que minha mãe estaria com a virilha molhada? Mesmo a calcinha sendo escura, dá pra ver o brilho contra a luz. Na verdade, quase consigo distinguir os pelinhos castanhos fininhos dela grudando na renda.
E aí eu engatinho um pouco mais em direção às coxas dela, pra minhas mãos alcançarem os elásticos das meias. Meu pau pulsa mais forte. Ela fecha os olhos e eu, sem pensar, apoio minhas duas mãos na coxa gorda dela e aperto. “Hummm” —geme minha mãe. Enterro meus dedos na pele dela e ela geme de novo: “Ufffa...” A cada gemido, lembro do tom quente na voz da Astrid.
E enquanto Pego os elásticos das meias de rede e puxo elas pra baixo. Fico imaginando como vão ser os gemidos dela de tesão. Como vai ser o tom da voz dela enquanto tão metendo nela? Que tipo de gemido ela vai soltar quando tão mordendo os peitos dela ao mesmo tempo que enfiam o pau até o útero? Que tipo de palavra ou frase puta ela é capaz de falar quando tá no calor do momento?
Porra!
Quando tiro a segunda meia, aproximo minha cabeça bem perto da virilha dela. Garanto que ela mantenha os olhos fechados e eu rapidamente abaixo meu nariz até a calcinha dela. E aí, uffff! O cheiro da buceta dela tá no ponto. É um cheiro forte de sexo e de fluidos eróticos. É um cheiro que já senti antes nas minhas putas particulares quando tão quentes e loucas pra serem fodidas como cachorras.
Quase sem ar pra respirar, termino de tirar a outra meia de rede e nem me preocupo em disfarçar as esfregadas. Passo minhas mãos, meus dedos, minhas pontas dos dedos na pele lisa dela. Os "haummmh" dela mostram que ela tá gostando. Então continuo e acaricio ela sem parecer tão óbvio. Só quero continuar sentindo a pele quente das pernas e panturrilhas dela.
Quando chego no peito do pé, acaricio ele. Pouso minhas pontas dos dedos em cada um dos dedinhos perfeitos e branquinhos dela e suspiro o cheiro de mulher dela.
E assim, finalmente, ela fica sem meias, só com as pernas nuas, brancas como leite, brilhando de calor.
—P...ronto... mãe... as meias já... saíram...
Mal consigo respirar. Mal consigo sentir minhas próprias batidas. Tô queimando por dentro. Akira entreabre os olhos e dá um meio sorriso, como se estivesse satisfeita.
—A blusa, querido, a blusa — ela fala agora, com a calma de quem comenta sobre horóscopos.
Imagino que meus olhos brilham com o novo pedido que minha mãe tá me fazendo. E de novo meu pau treme dentro da cueca, e dessa vez começa a bater no zíper. Mais duro impossível.
—Tá bom... — falo.
Queria ter montado em cima da minha mãe, para seguir com meu novo trabalho de forma mais agradável, mas não sei até que ponto ela se assustaria ou, pelo contrário, se mostraria receptiva; então opto por ir de joelhos até o lado direito da cama, e ali, de perto, admiro os lábios grossos daquela mulher, carnudos, macios, pintados com um batom vinho que os faz parecer maiores e mais definidos.
"Você tem boca de chupadora, mãe. Realmente são uns lábios gostosos de boqueteira como uma atriz asiática pornô. Será que você já chupou as bolas do papai alguma vez? Acho que sim, com esses lábios tão grossos e chupadores, com certeza."
Por sorte a blusa tem botões laterais de baixo para cima, até a altura do peito dela, então não tenho problema em desabotoar essa peça de estampa de zebra de forma ascendente. E fico maravilhado em ver que aos poucos a lateral dela fica exposta, e enquanto vou desabotoando vou enrolando a peça até descobrir o umbigo e o abdômen dela.
E continuo desabotoando mais para cima.
À medida que vou chegando ao peito dela, a blusa parece encolher, apertar-se, e eu quase tenho um infarto quando finalmente chego à altura da blusa onde não tem mais botões, mas é preciso que a mãe se levante para poder tirá-la.
—Ehhh... você poderia sentar, mãe?
Ela abre os olhos, balança a cabeça e se levanta.
—Muito bem, agora levanta os braços que eu tiro a blusa por cima da sua cabeça.
O decote dela está apertadíssimo. Se os peitos dela inchassem um pouco mais, tenho certeza de que estouraria. Finalmente ela faz o que peço e eu tiro a blusa por cima.
—Ufff... —diz ela sorrindo—, achei que não sairia.
Ao olhar para ela finalmente de lingerie, sinto que meu coração vai explodir em mil pedaços.
Os peitos grandes e pesados dela se amassavam debaixo de um sutiã preto minúsculo que mal esconde metade da redondeza. Acho que ela escolheu esse modelo para poder exibir o decote. Assim como a calcinha dela, o sutiã Também é feita com rendas muito finas que deixam entrever suas auréolas largas e seus bicos pontudos, de cor aparentemente salmão.
Meu problema é… porra!, essas tetas gostosas parecem querer explodir.
“Que melões enormes você tem, mãe! Meu Deus, e como eles balançam no seu peito. Se você pudesse ver como me deixou. Imagina como ficaria meu pau entre suas tetas fazendo um espanhol, mãe… Jogando o esperma bem em cima dos seus bicos? De que cor eles serão? Você vai me pedir pra tirar o sutiã, mãe? Por favor, pede logo, que eu quero ver seus bicos.”
— Filho, mas que cara safada você tem… o que você tanto olha aqui, seu diabinho? — ela me pergunta entre sorrisos, apontando com o olhar para aqueles melões brancões que balançam no peito dela e que sacodem quando ela faz um movimento brusco —. É que… você tá me secando… querido?
Eu não sei onde enfiar a cara de vergonha. Ela me pegou olhando pras tetas dela.
— Hã…? Não, não, como é que você pensa uma coisa dessas… mãe? — eu rio sem graça —. Eu… bom… é que… sei lá… acho que fiquei impressionado… o tamanho dos seus peitos.
— É mesmo? — ela pergunta, fazendo uma cara de inocência fingida.
— Ah, sim… São muito grandes, sabe, mãe? Seus peitos são enormes…
Meu rosto tá quente. Mamãe pisca os olhos. Não para de me olhar nos olhos.
— Você acha? — ela pergunta de novo, balançando eles.
E as tetonas dela quicam de novo, enquanto minhas pupilas seguem o movimento na maior sincronia. Minha virilha vibra de tesão.
— É que… com todo respeito, mãe… não consigo evitar de pensar que… você tem tudo grande… quero dizer, não só seus… seios, mas também suas auréolas e bicos.
O rosto dela é um poema perfeito.
— Mas você tá me olhando com tanta atenção assim, querido? — ela diz, fingindo pena — Pelo amor de Deus, querido, filhos bons não olham pros seios das mães.
Akira aperta os peitos com os braços como se quisesse escondê-los de mim, mas a única o que provoca é que eles fiquem inchados e pareçam muito mais grossos. Posso notar que os mamilos dela endureceram. É uma estranha carícia visual olhar por dentro daquela peça preta de renda.
— É… normal… que… eu veja eles —digo quase sem fôlego—… são bem… chamativos… além disso… se meus amigos perguntarem… como são… queria poder ter uma resposta pra eles.
— Sério, meu coronel? —ela me pergunta com os olhos bem abertos, e toda vez que ela me chama de “meu coronel” meu pau acende e o sangue esquenta mais que o normal. A voz maternal dela muda pra uma voz mais… sedutora e promíscua.
— Claro… porque vão perguntar —me abro—. Vão me perguntar como são seus… peitos. Por enquanto só vou poder dizer que são… enormes, que têm o formato de duas peras gigantescas, caindo bem pesadas no peito.
Fico com água na boca. Minha mãe solta os peitos e eles quicam no torso dela. O sutiã estica. As duas peras carnudas balançam e eu não consigo parar de olhar. Essa atmosfera é morbidíssima.
— Mas não sei… como explicar como são por baixo do seu sutiã de renda. Quer dizer… como descrever a cor dos seus mamilos e auréolas…?, o tamanho… as pintas, se é que você tem por aí.
Tô falando em sussurros enquanto ela respira como se estivesse congestionada. Respira muito rápido. Os peitos dela balançam no ritmo da respiração.
— Não sei como vou poder dizer se seus peitos são duros… ou se são macios, mãe. Não sei o que vou contar quando me perguntarem se pra pegar eles precisei das duas mãos… ou só de uma, embora imagine que sim, precisaria das duas. Uff, mãe… me sinto incapaz de responder a todas essas perguntas morbidinhas… porque… é óbvio que nunca vou saber, e se eu inventar as respostas provavelmente cometo inconsistências…
Minha mãe começa a suar no colo, no pescoço, em toda a parte de trás dos peitos. Não sei se é uma reação de nervoso ou do calor. O fato é que ela está quase murmurando.
Então, num sussurro, ela me diz…
—Quer ver elas, filho?
A pergunta me paralisa, me acende por dentro. A proposta dela arranca um gemido prolongado de mim e uma leve sensação de fogo nas mãos.
—S…im… —respondo com a boca molhada.
—Quer tocá-las, meu amor? —e nesse tom, a voz dela sai muito mais safada e quente do que antes.
—S…im…
Os olhos dela estão pegando fogo. Os peitos dela estão pulando. Meu pau está mais duro do que antes.
—Então… meu coronel, vou te mostrar, e depois deixo você tocar… mas…
—Mas…?
Esse “mas” me preocupa demais. Mas ela parece muito segura de si. Os lábios carnudos dela se abrem. Percebo como ela fecha as coxas com ansiedade.
—Mas… primeiro, filho… quero que, por favor, tire a calça, porque se continuar com essa ereção… vai se machucar.Meu instagram
CONTINUA
Mais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis no meunova contadeDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
***
Mal consigo prender a respiração enquanto observo minha mãe me olhando com um certo tom de aflição, dúvidas e tristeza. As costas dela estão apoiadas no encosto da minha cama, e as pernas esticadas, retas, sobre os lençóis, cobertas por um par de meias finas de renda que grudam perfeitamente na pele branquíssima dela.Enquanto as palavras dela "Então me desnuda você..." ecoam na minha cabeça, não consigo parar de pensar que a última vez que uma mulher esteve nessa posição na minha cama, eu estava tirando a cueca, com a pica dura, pra depois dar de comer pra ela: e ela, Astrid, minha puta favorita, esperando ansiosa como uma boa vadiazinha, de boca aberta e língua pra fora, receber meu pedaço de carne, que já escorria de tesão.
— Me perdoa, filho... quer dizer, Erik, não devia ter dito isso — comenta ela envergonhada, respirando fundo como se o ar faltasse.
— Hã? — resmungo nervoso, quase com timidez, o peito batendo forte, mal entendendo o que minha mãe acabou de propor — Não, não, mãe... Akira, tá tudo bem, não tem problema.
— Claro que tem, pelo amor de Deus — responde ela, e de repente ficou vermelha nas bochechas. Ela encolhe as pernas em direção à bunda e ri entre surpresa e vergonha — Como é que vou pedir pra você... me desnudar...? Ai, não, como sou maluca, amor!
Minha pica tá pulsando tão forte diante da possibilidade que surgiu na minha cabeça que tenho que me sentar na cama, na borda oposta aonde ela está, pra evitar que ela veja como meu volume pulsa na minha calça.
— É... que você sabe, Erik... esse costume bobo... sabe?, essas brincadeiras estranhas... entre seu pai e eu... quando eu pedia pra ele me fazer massagens... pois... eu pedia pra ele... isso mesmo...
— Que te desnudasse... — termino a frase eu mesmo.
— Isso, sim, e... ai, que vergonha, meu anjo... — o jeito que minha mãe tensiona as pernas me enlouquece. O jeito que ela mexe a bunda na minha cama me tira do sério — Que vergonha de te falar isso, Erik! O que você vai pensar de mim. Pelo amor de Deus, que Vergonha.
Minha mãe fica com as bochechas coradas de novo enquanto remexe a bunda enorme nos meus travesseiros, onde eu costumo colocar minha cabeça à noite quando descanso. E de um jeito sinistro, me vem uma fantasia passageira onde me vejo deitado naquela cama, e em vez do travesseiro, minha cabeça está no mesmo lugar, olhando pra cima, e minha mãe está ali, de cócoras, quase sentada na minha cara, e meus olhos ficam vidrados contemplando aquela bundona, com a buceta dela exposta na minha frente, e minha língua abrindo as dobras da vagina, e minha boca encharcada, e meus dentes mordendo os lábios inchados dela, e meu nariz aspirando o cheiro de mãe safada…
E eu esfrego os olhos, respiro fundo e me sinto culpado por pensar nessas alucinações tão sinistras, tão grosseiras e tão sujas com minha própria mãe. Me obrigo a me acalmar. Preciso esfriar a cabeça. Isso não está certo. Nada certo.
Tento sorrir, lutando para apagar da minha cabeça essas imagens lascivas onde consegui me imaginar meu pai tirando a roupa da minha mãe, bem devagar, enquanto ela se deixa fazer, ficando nua, transbordando de carne nos peitos e na bunda, com a vulva inchada e molhada, pulsando, e ele enfiando um dos dedos dentro dos lábios dela, afundando naquela gruta pegajosa.
— Vergonha de quê, mãe? — sorrio nervoso —: se vocês eram um casal. É lógico que você pedisse pra ele te despir. É lógico que ele… acariciasse seu corpo todo… é lógico que ele… bem… que ele…
“Que ele te fodesse como uma puta, mãe”, digo em silêncio, e de novo um ar quente sopra na minha nuca.
— Quero dizer que é óbvio… que ele… fizesse o que você pedisse, porque era seu marido.
Mamãe pisca, e eu com cuidado mexo minha virilha, onde dá pra ver meu pau duro. Os olhos dela ficam vidrados e ela desvia o olhar. Merda, a última coisa que quero é machucá-la fazendo ela lembrar do velho.
— Ei, gostosa, tá tudo bem, ok?! Não De boa. Não me ofendeu me pedindo pra tirar sua roupa pra fazer uma massagem nas suas costas… pescoço e… onde você quiser.
Levanto de repente, só pra chegar mais perto dela. Quero acalmá-la. Akira me observa com uma expressão de tranquilidade renovada, embora eu consiga sentir dor no olhar dela. Coloco minhas mãos no colo pra minha inchação na virilha não aparecer.
— De qualquer jeito, não foi certo eu ter te pedido isso, meu soldadinho… Não, não… correção, agora que te vejo, você não é mais meu soldadinho, é meu coronel de chumbo.
Eu rio da piada dela enquanto apoio minha mão num dos tornozelos dela, dobrados junto com as bundas poderosas dela. Acaricio os tornozelos dela com a aspereza das minhas pontas dos dedos e sinto, excitado, a sedosidade das meias de rede dela. Enfio um dedo entre um dos losangos e toco a pele nua dela, que está estranhamente quente.
Minha mãe faz um movimento estranho e um som que quase parece um gemido. Um daqueles gemidos que eu preciso pra que Alex e a mãe dele acreditem que eu tô comendo ela.
— O que tem de errado em você ter me pedido, Akira? Tô falando de você se despir. Você é minha mãe — sussurro isso bem perto dela —, a gente tá à vontade, né?... temos o mesmo sangue. Nunca ia te olhar com malícia, cê não acha?
Minto na minha última afirmação. Minto porque, por algum motivo desconhecido, faz dias que eu tô pensando na mamãe como mulher e não como minha progenitora. Me sinto culpado por sentir o que sinto, mas ao mesmo tempo não consigo me controlar.
— É verdade… sou… sua mãe… e por isso, justamente… tem coisas que uma mãe não pode dizer pro filho.
— Você pode me pedir o que quiser, Mãe, que eu, sem hesitar, obedeço.
Minha mãe ficou parada depois que eu falei aquilo. Minha mão direita cobre minha ereção e com a esquerda continuo esfregando a pele entre os buracos das meias de rede dela.
— Hummm — ouço ela soprar pela boca.
E eu paro de tocar ela. Me levanto de novo e Suspiro. Meu coração tá batendo muito forte. De perto, os peitos apertados dela naquela blusa de zebra parecem muito mais gordos e deliciosos. O decote é profundo. Eles incham como se fossem duas bolas enormes que ela tenta segurar. Minha mãe bebe um pouco de água e eu vejo uma gota cair no meio do enorme vão dela, aquele que separa as duas mamas obesas dela.
Em silêncio, eu fico olhando a gota escorregar por entre aquelas imensidões até desaparecer por baixo. Respiro fundo, e ela larga a garrafa no criado-mudo e me encara de novo, bem fundo.
— Eu… tava tão sonolenta, meu garoto… tão cansada enquanto você massageava meus pés que mal percebi quando comecei a… cochilar… e quando entreabri os olhos, e você contra a luz… céus, meu amor, te confundi com ele. É que… você é tão parecido com seu pai quando ele era jovem.
Ouvir isso me desmonta na hora. Porque eu queria que ela me visse como um homem de verdade, não como filho dela, e muito menos como meu pai, que já causou tanto dano com isso.
— É… mãe… Akira… você já me disse isso, mas…
— Não liga pra essas minhas bobagens, meu homenzarrão, mas é que… pelo amor de Deus!… não sei o que deu em mim de ser tão atrevida de pedir pra você me despir… juro que não tava pensando direito. Minha cabeça tava em todo lugar desde que você pediu pra eu gemer pros seus… colegas me ouvirem e… eu, então…
— Olha, calma, você nem precisa me dar explicações. Não tô pedindo isso. Só que… me sinto meio mal por você dizer que… me pareço com o papai.
Akira ri de novo, morrendo de vergonha e constrangimento. Ela cobre o rosto pra eu não ver, me dizendo:
— Que louca eu devo estar pra te dizer uma coisa dessas, né Erik? Porque, embora seja verdade que você tem os olhos dele e a cor da pele… você, meu garoto, é muito mais gostoso que ele.
Eu sorrio, mas não totalmente satisfeito.
— Você me alivia um pouco, Akira, mas pra ser sincero, não me importaria de me parecer fisicamente com ele. No que eu nunca quero me parecer com meu pai… é... no caráter dela... e muito menos na deslealdade dela.
—Nunca, meu amor, nunca você vai se parecer com ele nessa coisa horrível — ela me diz, de repente se ajoelhando na cama pra encostar a testa na minha —. Eu não criei um menino tão bonito, tão responsável, tão aplicado e tão educado pra no final acabar parecendo com ele.
Minha mãe coloca as mãos nas minhas bochechas e as esfrega. A testa dela na minha faz um contato elétrico que acelera minhas batidas. O cheiro da minha mãe me intoxica. Eu entreabro os olhos enquanto ela acaricia meu queixo e depois me diz, sorrindo:
— Que barba linda e... que... tasty pica...
— Hã? — me surpreendo com as palavras dela.
— Sua barba, meu céu — ela sorri de novo, esfregando minha barba e meu queixo —... que ciumenta eu vou ficar quando souber que outra garota vai tocar sua barba... e você vai fazer ela... sentir o que eu sinto.
Mamãe recua, e de estar de joelhos ela se senta de novo sobre as panturrilhas, de um jeito que as nádegas dela se espalham pra trás. Nessa posição, posso observar mais de perto as formas gloriosas dos peitos dela naquela blusa de zebra.
— Por enquanto você não tem que se preocupar, mãe, porque a única mulher com quem você tem que se preocupar é com você mesma.
Ela sorri. Vejo os lábios dela, que brilham sob a luz fraca do quarto. São tão vermelhos quanto vinho. Parecem carnudos, apetitosos, úmidos. Mamãe tenta me dizer algo, mas eu só consigo notar a língua molhada dela que aparece de repente entre os lábios enquanto ela gesticula. E eu não entendo o que ela diz, porque estou hipnotizado vendo a boca dela, e enquanto me delicio com ela, entendo que a língua dela deve ter um gosto delicioso.
Faz um tempo que nos beijamos, mas só consegui sentir os lábios dela nos meus. E eu apertei as nádegas dela. As enormes e carnudas nádegas dela...
— Você me ouviu, meu coronel? Te notei distraído.
— Hã? Como?
— Erik, céu, eu tava dizendo que sua camiseta tá molhada, você tá suando, tá acontecendo alguma coisa?
"Tá acontecendo que eu tô ficando louco, mãe" eu queria Dizer em voz alta "é que foi uma má ideia você ter vindo e ficar exposta na minha frente" "É que eu tenho desejos extremamente nojentos onde fantasio com você como se fosse uma puta de verdade" "Como se fosse minha puta de mãe, que eu tenho vontade de despir, de te deitar na cama onde você está sentada de panturrilha agora, e onde, depois de deitada, eu quero abrir suas pernas grossas, só pra descobrir que por baixo dessa saia que você tá usando não tem nada além de uma tanguinha, ou melhor... nada por baixo... e então..."
—Erik? Tá me ouvindo?
"E então eu abro suas pernas, igual uma puta no cio, e enfio minha cabeça entre suas coxas, e encontro sua buceta exposta, talvez peluda ou talvez depilada, não sei, mas com certeza bem molhada, extremamente molhada e quente. E seu cheiro de mãe no cio entrando pelos meus poros do nariz..."
—Você tá doente, filho? Seu peito tá molhado...
"Sim, mãe!" quero gritar a verdade "tô doente, porque sou um doente mental: sou um maldito doente sexual que fantasia em abrir suas pernas e enfiar meu pau até o fundo das suas entranhas" "Tô tão doente que até tô fantasiando em te foder em todas as posições que você aguentar até te engravidar... e assim gerar meu próprio irmãozinho... ou seria meu filho?"
—Erik?
—NÃOOOOO! — grito de repente, e levanto da cama e me tranco no banheiro.
Tiro a camisa e me olho no espelho. É verdade que meu peito tá molhado. Mas é que eu tô terrivelmente doente da cabeça. Me sinto atormentado. Tô ficando louco. Que porra tá passando pela minha mente? Como caralhos eu posso estar tão perturbado não só pra imaginar que poderia foder minha própria mãe, mas também que poderia engravidar ela e fazer ela parir meu próprio... filho ou irmão?
—Erik, pelo amor de Deus, o que foi! Por que você saiu correndo pro banheiro?
Minha mãe está agora atrás da porta do banheiro.
—Eu... Eu...! Nada... só... volta pra cama... —Mas você gritou, Erik, pelo amor de Deus! Você disse um “Nãããooo”. O que tá te doendo?
—Nada… Akira… por favor, volta pra cama… é só o calor… me deu ansiedade — respondo, lutando pra parecer calmo, embora o que eu sinta de verdade seja um aperto no peito e um formigamento na virilha.
—Te falei que sua camiseta tava molhada de suor no peito, filho.
—É… isso… calor…
—Só tira a camiseta e volta, querido, por favor, quero te ver. Quero saber que você tá bem.
—Me obedece, Akira… e volta pra cama.
Quando ouço que minha mãe finalmente me obedece e volta pra cama, e ouço as molas chiarem, me viro de novo pro espelho e tiro a camiseta. Aparecem na minha frente meus peitorais fortes, encharcados de suor. Abro a torneira da pia e molho o rosto e o peito, limpando o suor. Felizmente, a água sai bem fresca. Preciso me refrescar. Peço ao destino e aos meus hormônios masculinos que se controlem. Que, por favor, me deixem em paz.
Jamais me perdoaria se perder o controle e… passar dos limites com minha mãe, com minha própria mãe! Porra!
—Erik?
—Já vou.
Espero um momento, respirando com calma de verdade, e então decido sair do banheiro. Mamãe está sentada com uma cara de preocupação, mas é só me ver com o torso nu que os olhos dela se arregalam, como se ela se espantasse com alguma coisa.
—Ah, mãe… meu peito tá molhado, mas não é mais suor, é água… quis me refrescar.
Ela me olha com uma careta estranhíssima. Os olhos dela brilham enquanto observa meu peito molhado. Eu me aproximo dela pra esclarecer que é água e não suor o que tenho no corpo, mas ela continua absorta, espantada, me olhando.
Aproveito que ela tá sentada e me ajoelho na frente dela, entre as pernas dela, que ela afasta pra que eu possa me colocar entre elas, como quando eu era criança.
—Pelo amor de Deus… minha vida — ela diz, entre assustada e maravilhada, e eu não entendo o que tem de tão especial no meu peito pra ela não parar de olhar com essa cara de espanto—… que… coisa mais linda…
Quando menos espero, sinto as mãos macias da minha mãe tocarem meus peitorais e começarem a esfregar minha pele, fazendo uma pressão suave e quente, como se quisesse espalhar o resto da umidade da água que me molhou pelo resto do peito.
— Seu peito é muito… duro… filho… você malha muito.
— Ah — fico surpreso ao saber o motivo do espanto dela —, normal… aqui a gente se exercita pra caralho. Somos obrigados a ter condicionamento. Sabe que semana que vem a gente tem nossa primeira missão? Desmontar uma biqueira no sul, onde vendem drogas…
— Isso é perigoso, meu amor — ela diz, sem parar de me acariciar.
Se alguém já sentiu as palmas quentes de uma mulher linda e refinada acariciando sua pele… então tem que multiplicar essa sensação gostosa por quatro. Ou pelo menos é essa a impressão que tenho agora… sentindo uma maciez incomum que me deixa quase sem ar. E se a esse tesão a gente adiciona o fato de que quem te acaricia é sua própria mãe, que passa as unhas entre seus peitorais e desenha os contornos com as pontas, aí tudo fica muito mais excitante.
— Sua pele arrepiou, coração, eu sinto — ela sussurrou baixinho, sorrindo feito uma safadinha.
— Não sente não… Akira… melhor continua. Continua, que me faz bem — eu digo, segurando as mãos dela no meu peito, enquanto um arrepio gelado percorre meu corpo inteiro ao sentir as unhas e as pontas dos dedos esfregando na minha carne.
— O que te faz bem, querido? — ela sussurra.
Percebo os lábios dela babando. Por que, meu Deus, por que você me põe essas provações?
— Seus carinhos… mãe… me fazem bem…
— Mas…
— Por favor… continua…
Se ela olhasse mais pra baixo do meu tronco, perceberia que na minha virilha levantou uma barraca dura e enorme.
— Você é todo… um homem, Erik… — ela diz de repente, apertando as palmas ardentes no meu peito.
É impressão minha ou minha mãe mordeu o lábio inferior enquanto me olhava? —O quê? —gaguejo.
—Ah… sim… É que… Seu peito… é tão duro… tão áspero… tão masculino… uffa.
—Mmmmm —gemo sem conseguir evitar.
E é justamente meu gemido que faz ela reagir e tirar as mãos da minha pele. E eu queria segurá-las e deixar ela continuar me acariciando. Que seguisse pelos meus peitorais e depois descesse suavemente pelos meus abdominais, para então… descer até o meu volume. Mas entendo que nos deixarmos levar seria contraproducente, além de errado.
—Ai, desculpa, desculpa… Erik… eu…
—Desculpa por quê, Akira?
—Eu… por… ai, meu Deus…
De repente, minha mãe subiu completamente na cama, como se fugisse de mim, e voltou a ficar na mesma posição de antes: a bunda sobre meus travesseiros, as pernas esticadas e as costas apoiadas na cabeceira da cama.
—Você está bem, mãe? —pergunto preocupado, sem levantar a voz para que os de fora não me ouçam chamá-la assim.
E ela, sem me olhar, responde com outra pergunta.
—Será que seus colegas ainda estão lá fora, ouvindo?
—Boa pergunta —digo.
Vou até a porta e encosto o ouvido. Escuto eles cochichando. De lá, olho para a cama e vejo que minha mãe está ainda mais gostosa daqui. É uma mulher linda, sedutora. Os peitões dela continuam tremendo sob a blusa de oncinha. As coxas grossas enfiadas naquelas meias de arrastão sensuais fazem ela parecer terrivelmente sexy.
E não sei por que digo o que digo, se pela pressão de saber que aquela manada de babacas está de fofoca lá fora do meu quarto… ou porque… eu realmente estou perdendo a linha por causa da mamãe.
—Já chega de conversa fiada, Akira.
Ela levanta o rosto e me olha estranha, enquanto eu, com o torso nu e a bunda colada na porta, digo sem hesitar:
—Você veio aqui pra eu te foder gostoso, bem gostoso contra a cama e contra a parede, então…
Minha mãe me observa com tanta estupefação que quase acho que a cara dela vai quebrar como Se fosse de vidro.
—Então se acomoda direitinho, que vou montar em você e te dar a foda da sua vida!
E a reação dos caras lá fora, até o Akira percebe, quando eles gritam “Uaaaaau” “Agora sim a porra vai começar, caralho.”
Mas minha mãe continua super estranhada com o que eu gritei, embora quando ela sorri, eu percebo que entendeu que minhas palavras são pra saciar a curiosidade daqueles filhos da puta, e não uma conotação sexual de verdade.
Dito isso, confirmo que a porta tá trancada com o ferrolho e volto pra cama, onde o Akira me espera com aquela mesma cara de confusão e compreensão ao mesmo tempo.
—Desculpa — sussurro pra ele.
Ela só balança a cabeça, dizendo que entende.
—Olha… Akira… chegou a hora de você gemer… e gemer bem alto… por favor.
Espero um instante até ela processar meu pedido e então me diz:
—Mas… como eu te falei, Erik, preciso que você faça massagens com os cremes que eu trouxe, pelo menos nas minhas costas. Preciso me sentir estimulada pra… soltar gemidos de verdade. Senão vou me sentir ridícula e com uma vergonha do caralho.
Entender que vou ter a chance de passar a mão na minha mãe me deixa louco. Minha mente trabalha a mil e meu pau começa a pulsar de novo.
—Sim, tão aqui, os cremes que você fez pra mim.
E procuro na gaveta e tiro eles.
—Qual você quer que eu use na sua pele, Mãe? O verde ou o transparente?
—O transparente é melhor, Erik — ela fala, mas eu percebo que tá nervosa pra caralho —. O ungüento transparente tira a tensão do corpo. Além disso, como é mais líquido, dá pra espalhar bem menos na pele.
—Ah… — respondo que nem um idiota.
É que não consigo tirar da cabeça o que vai ser ver o espetáculo do ungüento transparente, igual água, escorrendo pelo corpo da minha mãe sagrada com aquela consistência líquida que ele tem. E eu esfregando ela com minhas mãos ásperas, deslizando meus dedos até afundar na pele dela. carne delicada.
—Ei, mãe… Akira… mas… então você quer que eu passe isso nas suas costas?
—Sim, love, e se não for muito abusar, por favor, eu também queria que você massageasse minhas pernas.
—SUAS PERNAS? —meu grito dispara o alarme, mas é que o pedido dela me deixou perplexo. É mais… arriscado e ousado do que a gente tinha combinado originalmente. Mas a verdade é que não sei se consigo me controlar.
—É que, meu céu… você me entende. Eu, com a minha idade e tanto tempo em pé… sinto minhas pernas cansadas e inchadas. Agora, se você acha que estou abusando, então…
—Não, não, não! Como é que você pensa uma coisa dessas, Akira? Eu… adoraria… massagear suas pernas também.
Meu pau volta a pulsar enquanto faço essa promessa. E fico de pé ao lado dela, pensando em como abordar o assunto de que… preciso que ela tire a blusa… e depois… a saia e a meia-calça. Então tento dizer para ela se despir e ficar só de calcinha e sutiã.
***
—Ei, mãe, você não acha que vou passar essa pomada por cima da sua roupa, né? —falo depois de escolher mil opções para pedir que ela tire a blusa, a meia-calça e a saia.
Se alguém faz ideia do que é saber que sua mãe vai ficar de lingerie na sua frente, quase completamente nua, e com o corpo voluptuoso que ela tem, então pode imaginar o que estou sentindo neste exato momento.
—Não… não… claro que não.
Se não fosse porque essa mulher na minha frente é minha mãe, eu podia quase jurar que tem no olhar e na expressão dela um sorriso de… será que é luxúria?, será que é desejo? Não, não, deve ser a minha própria lascívia que me faz ver coisas que não existem.
—Aconteceu alguma coisa, mãe… Akira? Te notei nervosa.
Ela sorri. Os olhos orientais dela são mais expressivos do que a gente imagina. Ela está nervosa, tanto ou mais do que eu.
—Por que eu ia ficar nervosa, meu tesouro? —ela ri, sarcástica—. Você vai me olhar… de lingerie… por que eu ia ficar nervosa?
—Lembro que um dia você disse para uma das suas amigas que, quando jovem, você costumava andar pelada pela casa, até na minha presença.
Devolvo um sorriso pra mostrar que tô na mesma.
— Mas antes você era bebê, meu amor, sem malícia e sem… os hormônios de milf.
— Cê acha que eu ia te olhar com tesão, mãe? — finjo indignação, mas não sei se minha atuação convence.
— Como?
— Te incomoda que seu filho vá te olhar… semi-nua? Cê acha que eu… poderia… sequer… te ver com desejo quando… você é minha própria… mãe…?
— Ah, não, meu filho, não é isso.
— Não? Então?
— Bom, filho… é que…
— O que foi, mãe?
Ela respira fundo. Passa a mão nas pontas do cabelo e responde:
— É que… me dá muita vergonha você me ver com tão pouca roupa… filho. Já tenho uma idade… tenho carne sobrando pra todo lado e… você… sei lá. Vamos, Erik, me sinto insegura sabendo que nessa cama você já teve… outras mulheres… jovens, suponho… com corpos bonitos, harmônicos… não desproporcionais como o meu e…
— Mãe… quer saber a verdade?
— A verdade?
— Sim, a verdade — suspiro. — E mesmo me dando muita vergonha falar isso, vou falar. Na verdade, acho que já te disse antes, mas se não… vou repetir: meu tipo de mulher não são as da minha idade, e sim as milf… — E completo pra enfatizar —. Como você.
— O quê? Mas do que você tá falando, filho?
— Nessa cama, como você disse (e desculpa se soar meio vulgar), só passaram… mulheres… da sua idade. Mulheres milf, gostosas, como você, com corpos e curvas de dar água na boca, igual ao seu…
— Mas…? É possível?
— Meu tipo de mulher são as milf… ou seja, as mulheres milf. As que têm sua idade, mãe. Em outras palavras, não precisa ter insegurança nenhuma, porque tô acostumado a admirar esses corpos gloriosos como o seu, Akira, que só ficam mais apetitosos com o tempo, com os anos, com a experiência… eu sou louco por esses corpos, mãe e…!
— Erik, chega, pelo amor de Deus!
A resposta dela me deixa perplexo.
— D…esculpa...
Mamãe se leva as mãos ao rosto, respira fundo. Senta-se de novo. Pega a garrafa de água e dá mais alguns goles. Passam dois… cinco… dez segundos e então ela me diz:
—Me perdoa, Erik… mas de repente me senti… um pouco… desconfortável, com o jeito que você… expressava seus sentimentos sobre as mulheres da minha idade.
—Só quis tirar esses seus complexos, mãe.
Ela suspira. Percebo que está agitada. Mais alguns goles de água e finalmente se acalma.
—Tá… bem, meu tesouro, tá bem… só vamos fazer isso… e pronto.
—E pronto… —repito, e olho pra ela, lembrando depois—; então você pode tirar… sua roupa?
—Sim, sim, esqueci —sorri, um pouco mais relaxada.
Mas agora quem tá tenso sou eu, principalmente quando ela diz:
—Por favor, Erik, me ajuda com a meia, senão vou rasgar.
—Como é que é, mãe?
Assim como quando ela me pediu pra tirar os saltos, dessa vez sinto de novo a cabeça da buceta pulsar e uma adrenalina em forma de sangue quente subir até minha cabeça. Mesmo sem camisa, o calor toma conta do meu peito e das minhas costas.
—Se não for muito pedir, filho, você me ajuda a tirar as meias… e depois a saia?
—Hã… sim… eu…
—Mas Erik, filho, é possível que agora quem tá nervoso é você? Vamos, querido… que eu te pari —sorri, de repente sem inibições—. Não teria problema, né? Além disso, já sou velha, muito mais do que aquelas milf que você diz que tá acostumado… vamos ver. Então no meu caso duvido que você ousasse me olhar com malícia, né, meu tesouro?
Mas antes de responder, já tô mais duro que um poste. Minhas mãos suam quando percebo que antes de tirar as meias de rede, primeiro tenho que soltar os fechos de couro que mantêm fechada sua saia escura e sensual.
—Claro, mãe… —começo a rir como se estivesse realmente relaxado—, que absurdo. Você é minha progenitora, jamais… te veria com olhos de… —“De foxy, te vejo com olhos de uma puta foxy”—. De mulher. E de velha nada, Akira, você é uma mulher muito gostosa… muitas novinhas dariam tudo pra ter o corpo de — “De foxy viciada, mãe, já queriam ter teu corpo de foxy no cio.”—… De mulherão volumoso.
Clic, clic, se ouve quando ela mesma solta os broches daquela minissaia de couro que se agarra nas suas curvas voluptuosas.
—Vem, coração, sobe na cama pra puxar minha saia pra baixo — ela me diz.
E eu, com o sangue fervendo, subo de joelhos e engatinho até ela. Minha mãe solta os próximos broches de um jeito que do lado esquerdo a saia de couro afrouxa e se abre. Só vai ser questão de pegar o couro pelas bordas e puxar pra tirar dela.
Em cada movimento, minha mãe balança os peitos deliciosos, ainda guardados no decote de zebra, e eu não sei o que vai acontecer se meu pau continuar crescendo, estimulado pelo que vejo. Então seguro as laterais do couro e tento puxar pra fora, mas ela tem uma bunda muito grande e umas pernas bem grossas pra sair de primeira.
—Você pode tentar levantar sua…? — “Teu bundão de puta que você tem, mãe, levanta esse bundão enorme de puta” —… sentadeira, Akira… por favor, pra eu conseguir arrastar sua saia pra baixo.
—Claro, claro, céu, já vou.
Com um esforço visível, minha mãe levanta as bundonas enormes e assim eu consigo puxar a saia até os tornozelos, puxando com força as costuras.
Dobro a saia no meu lado e então me viro pra ela… pra minha linda progenitora, e ao contemplá-la quase meu coração sai pela boca.
Porra, porra e porra!
“Mas que carnes você tem, mãe…!” “Olha que quadril largo! Olha que coxas grossas e duras você tem!”
As pernas dela esticadas na cama, enluvadas naquele par de meia arrastão que a fazem parecer putíssima (desculpa, mãe, por te chamar de puta…). A pele dela tão branca quanto porra. As pernas que vão engrossando mais e mais conforme chegamos nas coxas. E ali, no meio delas, as Costuras das meias que grudam na pele dela.
—Uaaau —não consigo evitar sussurrar.
Tem uma nudez muito erótica no espaço entre a parte de cima das coxas dela e onde uma calcinha preta de renda cobre a buceta da minha mãe.
A calcinha é de um corte triangular que mal cobre o púbis dela. Quase dá pra perceber, pela transparência da renda, uma camada bem curta e fina de pelos pubianos. Se eu tivesse um binóculo agora, meus olhos estariam fuçando o centro dela, tentando captar entre as transparências os lábios da vagina dela. Serão rosados? Serão escuros? Serão gordinhos, carnudos, saltados? O tecido estará molhado?
Petrificado olhando a sensualidade das pernas dela e da calcinha, engulo saliva. Meu pau tá tão duro e inchado que sinto que vai estourar dentro da minha calça a qualquer momento. Se minha mãe estivesse de olhos abertos, estaria vendo o baita volume que eu guardo aqui embaixo, tipo uma anaconda violenta querendo escapar da braguilha pra pular e se enterrar na buceta suculenta dela.
—T---á, já t---á, mamãe... Já tá —falo, soltando uma respiração forte.
—Agora as meias, meu amor —ela insinua sem vergonha.
E se deita, abre um pouco as pernas pra eu ter melhor acesso e vejo como a calcinha preta dela brilha por dentro, como se estivesse molhada. Claro que é umidade! Pelo amor de Deus. Por que minha mãe estaria com a virilha molhada? Mesmo a calcinha sendo escura, dá pra ver o brilho contra a luz. Na verdade, quase consigo distinguir os pelinhos castanhos fininhos dela grudando na renda.
E aí eu engatinho um pouco mais em direção às coxas dela, pra minhas mãos alcançarem os elásticos das meias. Meu pau pulsa mais forte. Ela fecha os olhos e eu, sem pensar, apoio minhas duas mãos na coxa gorda dela e aperto. “Hummm” —geme minha mãe. Enterro meus dedos na pele dela e ela geme de novo: “Ufffa...” A cada gemido, lembro do tom quente na voz da Astrid.
E enquanto Pego os elásticos das meias de rede e puxo elas pra baixo. Fico imaginando como vão ser os gemidos dela de tesão. Como vai ser o tom da voz dela enquanto tão metendo nela? Que tipo de gemido ela vai soltar quando tão mordendo os peitos dela ao mesmo tempo que enfiam o pau até o útero? Que tipo de palavra ou frase puta ela é capaz de falar quando tá no calor do momento?
Porra!
Quando tiro a segunda meia, aproximo minha cabeça bem perto da virilha dela. Garanto que ela mantenha os olhos fechados e eu rapidamente abaixo meu nariz até a calcinha dela. E aí, uffff! O cheiro da buceta dela tá no ponto. É um cheiro forte de sexo e de fluidos eróticos. É um cheiro que já senti antes nas minhas putas particulares quando tão quentes e loucas pra serem fodidas como cachorras.
Quase sem ar pra respirar, termino de tirar a outra meia de rede e nem me preocupo em disfarçar as esfregadas. Passo minhas mãos, meus dedos, minhas pontas dos dedos na pele lisa dela. Os "haummmh" dela mostram que ela tá gostando. Então continuo e acaricio ela sem parecer tão óbvio. Só quero continuar sentindo a pele quente das pernas e panturrilhas dela.
Quando chego no peito do pé, acaricio ele. Pouso minhas pontas dos dedos em cada um dos dedinhos perfeitos e branquinhos dela e suspiro o cheiro de mulher dela.
E assim, finalmente, ela fica sem meias, só com as pernas nuas, brancas como leite, brilhando de calor.
—P...ronto... mãe... as meias já... saíram...
Mal consigo respirar. Mal consigo sentir minhas próprias batidas. Tô queimando por dentro. Akira entreabre os olhos e dá um meio sorriso, como se estivesse satisfeita.
—A blusa, querido, a blusa — ela fala agora, com a calma de quem comenta sobre horóscopos.
Imagino que meus olhos brilham com o novo pedido que minha mãe tá me fazendo. E de novo meu pau treme dentro da cueca, e dessa vez começa a bater no zíper. Mais duro impossível.
—Tá bom... — falo.
Queria ter montado em cima da minha mãe, para seguir com meu novo trabalho de forma mais agradável, mas não sei até que ponto ela se assustaria ou, pelo contrário, se mostraria receptiva; então opto por ir de joelhos até o lado direito da cama, e ali, de perto, admiro os lábios grossos daquela mulher, carnudos, macios, pintados com um batom vinho que os faz parecer maiores e mais definidos.
"Você tem boca de chupadora, mãe. Realmente são uns lábios gostosos de boqueteira como uma atriz asiática pornô. Será que você já chupou as bolas do papai alguma vez? Acho que sim, com esses lábios tão grossos e chupadores, com certeza."
Por sorte a blusa tem botões laterais de baixo para cima, até a altura do peito dela, então não tenho problema em desabotoar essa peça de estampa de zebra de forma ascendente. E fico maravilhado em ver que aos poucos a lateral dela fica exposta, e enquanto vou desabotoando vou enrolando a peça até descobrir o umbigo e o abdômen dela.
E continuo desabotoando mais para cima.
À medida que vou chegando ao peito dela, a blusa parece encolher, apertar-se, e eu quase tenho um infarto quando finalmente chego à altura da blusa onde não tem mais botões, mas é preciso que a mãe se levante para poder tirá-la.
—Ehhh... você poderia sentar, mãe?
Ela abre os olhos, balança a cabeça e se levanta.
—Muito bem, agora levanta os braços que eu tiro a blusa por cima da sua cabeça.
O decote dela está apertadíssimo. Se os peitos dela inchassem um pouco mais, tenho certeza de que estouraria. Finalmente ela faz o que peço e eu tiro a blusa por cima.
—Ufff... —diz ela sorrindo—, achei que não sairia.
Ao olhar para ela finalmente de lingerie, sinto que meu coração vai explodir em mil pedaços.
Os peitos grandes e pesados dela se amassavam debaixo de um sutiã preto minúsculo que mal esconde metade da redondeza. Acho que ela escolheu esse modelo para poder exibir o decote. Assim como a calcinha dela, o sutiã Também é feita com rendas muito finas que deixam entrever suas auréolas largas e seus bicos pontudos, de cor aparentemente salmão.
Meu problema é… porra!, essas tetas gostosas parecem querer explodir.
“Que melões enormes você tem, mãe! Meu Deus, e como eles balançam no seu peito. Se você pudesse ver como me deixou. Imagina como ficaria meu pau entre suas tetas fazendo um espanhol, mãe… Jogando o esperma bem em cima dos seus bicos? De que cor eles serão? Você vai me pedir pra tirar o sutiã, mãe? Por favor, pede logo, que eu quero ver seus bicos.”
— Filho, mas que cara safada você tem… o que você tanto olha aqui, seu diabinho? — ela me pergunta entre sorrisos, apontando com o olhar para aqueles melões brancões que balançam no peito dela e que sacodem quando ela faz um movimento brusco —. É que… você tá me secando… querido?
Eu não sei onde enfiar a cara de vergonha. Ela me pegou olhando pras tetas dela.
— Hã…? Não, não, como é que você pensa uma coisa dessas… mãe? — eu rio sem graça —. Eu… bom… é que… sei lá… acho que fiquei impressionado… o tamanho dos seus peitos.
— É mesmo? — ela pergunta, fazendo uma cara de inocência fingida.
— Ah, sim… São muito grandes, sabe, mãe? Seus peitos são enormes…
Meu rosto tá quente. Mamãe pisca os olhos. Não para de me olhar nos olhos.
— Você acha? — ela pergunta de novo, balançando eles.
E as tetonas dela quicam de novo, enquanto minhas pupilas seguem o movimento na maior sincronia. Minha virilha vibra de tesão.
— É que… com todo respeito, mãe… não consigo evitar de pensar que… você tem tudo grande… quero dizer, não só seus… seios, mas também suas auréolas e bicos.
O rosto dela é um poema perfeito.
— Mas você tá me olhando com tanta atenção assim, querido? — ela diz, fingindo pena — Pelo amor de Deus, querido, filhos bons não olham pros seios das mães.
Akira aperta os peitos com os braços como se quisesse escondê-los de mim, mas a única o que provoca é que eles fiquem inchados e pareçam muito mais grossos. Posso notar que os mamilos dela endureceram. É uma estranha carícia visual olhar por dentro daquela peça preta de renda.
— É… normal… que… eu veja eles —digo quase sem fôlego—… são bem… chamativos… além disso… se meus amigos perguntarem… como são… queria poder ter uma resposta pra eles.
— Sério, meu coronel? —ela me pergunta com os olhos bem abertos, e toda vez que ela me chama de “meu coronel” meu pau acende e o sangue esquenta mais que o normal. A voz maternal dela muda pra uma voz mais… sedutora e promíscua.
— Claro… porque vão perguntar —me abro—. Vão me perguntar como são seus… peitos. Por enquanto só vou poder dizer que são… enormes, que têm o formato de duas peras gigantescas, caindo bem pesadas no peito.
Fico com água na boca. Minha mãe solta os peitos e eles quicam no torso dela. O sutiã estica. As duas peras carnudas balançam e eu não consigo parar de olhar. Essa atmosfera é morbidíssima.
— Mas não sei… como explicar como são por baixo do seu sutiã de renda. Quer dizer… como descrever a cor dos seus mamilos e auréolas…?, o tamanho… as pintas, se é que você tem por aí.
Tô falando em sussurros enquanto ela respira como se estivesse congestionada. Respira muito rápido. Os peitos dela balançam no ritmo da respiração.
— Não sei como vou poder dizer se seus peitos são duros… ou se são macios, mãe. Não sei o que vou contar quando me perguntarem se pra pegar eles precisei das duas mãos… ou só de uma, embora imagine que sim, precisaria das duas. Uff, mãe… me sinto incapaz de responder a todas essas perguntas morbidinhas… porque… é óbvio que nunca vou saber, e se eu inventar as respostas provavelmente cometo inconsistências…
Minha mãe começa a suar no colo, no pescoço, em toda a parte de trás dos peitos. Não sei se é uma reação de nervoso ou do calor. O fato é que ela está quase murmurando.
Então, num sussurro, ela me diz…
—Quer ver elas, filho?
A pergunta me paralisa, me acende por dentro. A proposta dela arranca um gemido prolongado de mim e uma leve sensação de fogo nas mãos.
—S…im… —respondo com a boca molhada.
—Quer tocá-las, meu amor? —e nesse tom, a voz dela sai muito mais safada e quente do que antes.
—S…im…
Os olhos dela estão pegando fogo. Os peitos dela estão pulando. Meu pau está mais duro do que antes.
—Então… meu coronel, vou te mostrar, e depois deixo você tocar… mas…
—Mas…?
Esse “mas” me preocupa demais. Mas ela parece muito segura de si. Os lábios carnudos dela se abrem. Percebo como ela fecha as coxas com ansiedade.
—Mas… primeiro, filho… quero que, por favor, tire a calça, porque se continuar com essa ereção… vai se machucar.Meu instagram
CONTINUA
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2 comentários - O Cliente da Mamãe // Cap. 4