Como fui a puta do sócio do meu pai

Olá, meu nome é Andrea, atualmente tenho 23 anos. Não gosto de me descrever, mas vou tentar pra vocês irem imaginando um pouco enquanto conto o que aconteceu. Tenho 1,68m, pele clara, olhos claros entre verde e azul, sem definir qual predomina, cabelo ondulado até a metade das costas, peitos no tamanho certo, nem grandes nem pequenos, e uma bunda bem formada, um corpo harmonioso graças à genética da minha avó, porque minha mãe e minha irmã mais velha também têm um corpo lindo. O que quero contar aconteceu com Alberto, um homem muito mais velho que eu. Ele é sócio do meu pai há muito tempo, eles têm uma fábrica, por isso ele é de muita confiança na minha família, a ponto de ser como mais um membro, poderia dizer como um tio. Alberto me viu crescer, cuidava de nós — de mim, da minha mãe e da minha irmã —, nos levava a qualquer lugar, sempre passávamos férias juntos. Em casa, ele era um a mais, como já contei, às vezes dormia lá, tinha um quarto como se fosse dele. Ele é solteiro, não tem uma namorada fixa assumida, mora sozinho e por isso passa mais tempo na minha casa do que na dele. Fui crescendo ao lado dele, desenvolvendo bem meu corpo. Ele sempre foi muito ciumento com as três, na verdade, muito atento e carinhoso com a gente. Minha irmã e eu, ele sempre cuidava, e quando já éramos adolescentes, mais ainda, e dizia que não queria que a gente tivesse namorado. Bom, fui crescendo, os jogos com Alberto sempre presentes: os roçados, os olhares e as brincadeiras de duplo sentido, e isso me excitava, acabava me tocando como uma louca. Alberto tem outra empresa da família dele, que há muitos anos ele já administra, então, na fábrica com meu pai, 80% fica por conta do meu pai, e Albert, como eu chamo, cuida totalmente da empresa dele. Há alguns anos, ele me ligou e disse que ia me buscar na escola, que queria falar comigo. Eu disse ok. Passei o horário que eu saía, nos encontramos e fomos almoçar num shopping. Durante o almoço, perguntei do que ele queria falar. falar?, ele me disse que tinha uma proposta e que me pagaria, fiquei com vergonha e medo, pensei no pior. Ele disse que daqui a dez dias tem uma reunião de negócios, onde todo mundo vai acompanhado, que a maioria são acompanhantes ou as secretárias que são amantes deles, porque nesse tipo de reunião é como mostrar quem tão comendo. E como eu não tenho namorada, pensei em você ir comigo. Aí foi minha chance de fazer a tóxica e falei: "mas você tem um monte de amigas que se encaixam nesse perfil!". Ele riu e disse que eu não sabia, já que não conhecia as amigas dele. Respondi que via nas redes dele (Facebook e Instagram... cada uma). Ele perguntou: "o quê? Você me controla?" Falei: "igual você me controla". Ele riu e perguntou se eu aceitava. Ele compra a roupa, os sapatos e me paga. Respondi que não tinha problema, só que não tenho experiência pra fazer esse papel. Ele disse que não tem problema por isso. Então falei: "ok, então vou ser sua puta. Não, desculpa, vou me passar pela sua puta." Ele disse: "bom, se você fala assim, me deixa mal." Falei: "relaxa, é brincadeira, vou adorar fazer esse jogo." Ele perguntou quando eu queria comprar a roupa. Respondi que já estava de folga à tarde, se ele quisesse a gente aproveitava. Ele disse ok. Terminamos de almoçar e ali mesmo no shopping compramos um vestidinho preto de seda bem justo no corpo, com uma alcinha bem fina, que vai sem sutiã por causa do decote e das costas todas de fora, bem até embaixo das costas, e a saia bem curta, acima do meio da coxa. Uma sandália de salto bem alto, linda. Ele disse: "bom, compramos rápido, mas falta algo." Perguntei o quê. "Lingerie." Olhei pra ele e já estávamos parados na frente de uma loja. Ele me comprou um conjunto de uma marca que tem o logo do coelhinho... que são super sexy, nesse caso preto, embora o sutiã não vá usar dessa vez. Chegou o dia do evento. Me preparei desde cedo. No dia anterior, fui fazer unhas das mãos e dos pés e fui depilar toda. Banho, me arrumar não é muito difícil pelo cabelo que tenho. Me maquio, recebo uma mensagem do Albert: "Vou te buscar um pouco mais cedo, às 19:30." Falo ok. Te espero. Ele chega, me liga no telefone, diz: "Estou aqui fora." Saio, entro no carro dele, ele me elogia, dizendo como eu estava gostosa. Partimos, pergunto por que adiantou a saída, ele responde: "Porque temos que pegar umas coisas." Quando percebo, estamos indo pra casa dele. Ele mora num prédio de apartamentos, entra na garagem, subimos até o andar dele. Pergunto: "O que vamos pegar?" Ele diz: "Fica tranquila, temos tempo. Pega o que está na sacola em cima da mesinha e dá uma olhada." Era uma sacola de papel, tinha duas caixinhas. Tiro e: "Uau, surpresa! O que é isso?" pergunto, assombrada. Mesmo sabendo bem o que era, a primeira pergunta besta diante da surpresa é sempre essa. "É o que você vai usar, vestido", ele responde, me olhando atentamente. "Eu?" pergunto. "Sim, essa é a solução pra sua inexperiência", ele responde. Eu ri, mais de nervoso do que de graça. "Mas eu não posso usar isso", respondo. Ele me olha com os olhos arregalados, pergunta: "Por quê?" Fiquei vermelha que nem um tomate, acho que porque meu rosto tava queimando. Ele percebeu e disse: "Calma, por que você não pode usar?" Respondo com a voz embargada: "É que eu ainda..." Ele fala: "Para, vai me dizer o que eu tô pensando?" Digo: "Não sei o que você tá pensando! Eu nunca fiquei com um garoto", falo. E o que tinha na sacolinha era um plug anal, um lubrificante e um estimulador vaginal daqueles que parecem um ratinho, como eu chamo, porque são ovais com uma cabecinha comprida que se enfia na buceta e se controla com um controle remoto ou app do celular. Ele se aproxima, me olha de perto e diz: "Você pode usar mesmo assim, isso não te afeta em nada. Assim você é minha putinha completa." E nos abraçamos. Ele pergunta: "Te ajudo?" "Nem louca", falo. Maliciosamente, ele insistiu e me levou pro quarto. Levantou meu vestido curto, elogiou como a tanga que ele me comprou ficava em mim. Me fez ficar de quatro na beirada da cama, pegou o plug... lubrificante deixou cair umas gotas bem no meu bum e falou pra eu lubrificar todo o contorno do meu buraquinho, eu fiz, ele colocou mais e mandou eu enfiar o dedo no meu bum, eu fiz, ele lubrificou o plug e foi colocando no meu bum, o prazer era lindo, nunca tinha sentido algo assim, quando entrou tudo ele falou pra eu agarrar minhas nádegas e mexer um pouco pra acomodar direitinho, me virou e ao ver minha buceta super depilada ficou doido, falava um monte de coisa que não sabia como tava se segurando pra não devorar toda aquela iguaria, de novo ele pingou umas gotas de gel lubrificante e mandou eu fazer igual antes, na verdade nem precisava de muito lubrificante porque eu tava super molhada de tesão, ele lubrificou o estimulador e apoiou na entrada da minha buceta e falou "enfia", fui empurrando e como é macio entrou sem problema e sem arriscar minha virgindade. Tudo pronto, agora vamos? Levantei da cama, coloquei a tanga, ele me abraçou, verdade que achei que ia me beijar na boca mas o cavalheiro não queria passar do limite, acho. Começou a testar o brinquedo com o controle remoto e é uma loucura o que eu sentia, ele falou "viu que você vai ser melhor que todas as profissionais que vão estar no evento". Falei "desliga porque vou gozar..." até eu me surpreendi com o que falei, ele me deu um beijo perto dos meus lábios, desligou, me ofereceu algo pra beber e fomos embora. O evento era no salão de um hotel central, umas 200 pessoas no lugar, as minas se comiam com os olhos pra ver quem era a mais puta do local. Bom, o evento em si é mais um evento empresarial, discursos, drinks, petiscos, dança. E Albert brincando com o controle remoto e eu aguentando um castigo daqueles, quando ele começava a conversar com alguém começava a tortura na minha buceta, eu não sabia o que fazer, como ficar de pé com o plug na bunda era uma sensação única pra mim que não sabia nada sobre sexo, dançamos um pouco e ele brincava com o controle toda vez que eu tava perto de gozar Paraba, não sei como, como se soubesse que ia gozar. Umas 2:30 mais ou menos. Ela me pergunta: "Já vamos?" Respondi: "Quando você quiser, eu tô bem de boa, mais um drink e a gente vai." Foi assim, eu conversava com outras pessoas e todas as minas mostravam que o cara que tava com elas era o mais poderoso do evento todo. Eu ria por dentro, se elas soubessem minha realidade: tô com um homem com mais que o dobro da minha idade, amigo da minha família desde antes de eu nascer, sou virgem e tô com um plug no rabo e um estimulador na buceta. A gente foi embora. Albert fala: "Bom, passamos em casa pra você me devolver os brinquedos ou você leva e depois me devolve?" Falo: "Pra casa com isso não dá pra ir." Eu, inconscientemente, queria ir pra casa dele. Ele fala: "Ok, passamos em casa." Chegamos, ele me oferece algo pra beber. Falei que sim, ele serviu um drink duplo que a gente dividiu. Enquanto eu bebia, ele começou a ligar o brinquedo, quase derrubei a bebida toda em cima de mim. Minha cara, suponho, expressava toda a tesão que acumulei desde a tarde quando coloquei esses brinquedos. Ele me perguntou se eu já queria tirar. Eu não respondia, verdade seja dita, queria que ele me fizesse gozar. Sentia minha buceta pulsando. Tomei a iniciativa, dei um beijo perto da boca dele e queria que ele ouvisse minha respiração, que percebesse que eu não aguentava mais. Ele captou a mensagem, a gente começou a se beijar. Ele começou a brincar com minha língua e não parava de falar como eu sou linda, que eu sou muito gostosa, o corpo que eu tenho, e percorria todo o meu corpo com as mãos. Meu rabo, ele agarrou, apertou, subiu meu vestido curto e acariciou minha bunda, foi até o centro onde tava o plug, começou a mexer. Ai, Deus, me fazia tremer. Ele tirou meu vestido, chupava meus peitos dizendo que eram perfeitos pela cor dos meus mamilos e pelo tamanho das minhas tetas. Me deitou no sofá, foi beijando e lambendo todo o meu corpo, pela minha barriga, meu ventre, isso me arrepiava. Ele ficou brincando com a língua na borda da calcinha fio dental minúscula, pegou as laterais dela e começou a tirar com muito cuidado. Me tirou o plug. brinquedo, minha buceta era uma cachoeira de lubrificação, ele se acomodou entre minhas pernas e começou a cheirar minha buceta, e a respiração dele me deixava ainda mais excitada. Ele passou a língua, bem lambendo, como se estivesse tomando um sorvete. Meu corpo tremeu. Ele fez isso três ou quatro vezes. Não consegui me segurar, comecei a gritar e a tremer. Tive um orgasmo que na minha curta vida de punheteira nunca tinha tido. O plug que eu tinha no cu fazia o trabalho dele, me deixava louca. Jorrei fluxo, porra, não sei o quê, tudo junto. Meu corpo tremia como uma folha. Meu primeiro orgasmo com um homem. Ele colocou toda a minha buceta na boca e sugava, com a língua brincando no meu clitóris. Mais um orgasmo. Eu já não conseguia nem gemer, achei que ia desmaiar. Ele me deixou recuperar e disse: "Vamos para o quarto". Tirou toda a roupa, ficou completamente nu. Me deu um ataque de pânico praticamente ao ver o pau dele. Nunca tinha visto um ao vivo e a cores, me refiro a um adulto. Só via em pornô e nunca pensei que aquilo fosse real. O que estava na minha frente era enorme. Por minha ignorância no sexo, achei que todos os homens tinham um assim tão grande, coisa que aprenderia anos depois. Para vocês terem uma ideia, minha mão não fechava para segurar o pau, meus dedos não alcançavam o dedo médio e o polegar. É um pau grosso, venoso, comprido e cabeçudo, como se tivesse um chapéu ou fosse um cogumelo. Muito depois, soube que esse pau mede 23 cm x 7 cm. Comecei a chupá-lo. Óbvio que não cabia na minha boca, então mal entrava a cabeça. Então eu lambia de ponta a ponta, da base até a cabeça. Quando estava bem babado, ele me acomodou na cama de barriga para cima, com as pernas bem abertas. Ele se posicionou no meio e começou a passar aquele pau enorme pela minha vagina, que parecia derreter. Ele pegou o gel lubrificante, lubrificou o pau e passou de novo pela minha buceta, me fazendo desejar. Agora ele colocou na posição e começou a pressionar para entrar. Eu sentia a resistência que minha buceta fazia, mas era em vão. Aquele pau faminto pela minha virgindade era imparável, abrindo caminho para dentro de mim. Por dentro, doía, mas o tesão diminuía a dor. Em pouquinho já tinha ele dentro, tomou minha virgindade, em troca de um prazer imenso sem igual. Minha bunda pulsava, me lembrando que o plug estava lá, cumprindo seu papel. Ele se movendo devagar me levava ao máximo prazer. Percebendo isso, começou a me comer mais rápido e apertando meus peitos, minha chegada era iminente. Quando comecei a gozar, ele apertou meu pescoço, me sufocando. Isso me fez explodir num orgasmo tremendo, me levando a desmaiar. Foi algo lindo. Quando me recuperei, ele ainda estava dentro de mim. Supliquei que não aguentava mais. Ele me beijou carinhosamente e disse: "Sim, meu amor, mas eu ainda não gozei e aqui não posso gozar. Continue, você vai tomar todo meu gozo." Tirou o pau da minha buceta, fez eu chupar como podia. Colocou entre meus peitos e me comeu ali, a cabeça batendo no meu queixo até que ele estava prestes a explodir. Aí colocou a cabeça na minha boca e gozou uma quantidade enorme de porra. Encheu minha boca, me fez engolir. Aquela viscosidade me deu uma ânsia, mas eu gostei. Ele disse: "Fica na posição de gatinha." Olhei pra ele e ele riu safado, e disse: "Tipo de quatro, mas com o peito colado na cama." Eu fiz. Ele brincou com o plug enfiado na minha bunda. Adorava a sensação. Ele tirou e disse: "Ficou perfeito em você." Começou a chupar minha bunda, passando a língua da minha buceta até o fim do meu cu. Depois brincava com a língua no meu buraquinho, era uma loucura, meu corpo tremia. Colocou gel lubrificante, penetrou um dedo, adorei. Depois outro, enfiava e tirava devagar. Imaginei o que viria, fiquei com medo, mas o tesão falava mais alto. Lubrificou o pau com gel e encaixou a cabeça na minha bunda, começou a fazer pressão. Senti minha bunda se abrindo, doía muito, mas queria mais experimentar e aguentei. Albert fazia devagar e com cuidado, com aquele pau enorme podia me machucar. A cabeça entrou e me fez gritar de dor, achei que não aguentaria. Ele falava pra eu relaxar, ficou parado. que meu cu se acostume, quando passou um pouco começou a empurrar de novo e com um mete e tira devagar, pra ser sincera não sei quanto entrou, mas era muito gostoso. Ele cruzou a mão na frente e começou a mexer no meu clitóris. Depois de um tempo, eu já tava pronta pra gozar, avisei ele pra não parar que eu tava terminando, ele começou a se mexer mais rápido e a gente explodiu junto. Eu tive um orgasmo tremendo, que depois eu descobri que chama squirt, e ele encheu meu cu de porra. A gente descansou um pouco, tomou banho junto, só teve beijo e carinho. Meu cu tava doendo pra caralho, ele literalmente arrebentou, quando me limpei com papel, sangrou. A gente se vestiu, ele me levou pra casa e fomos dormir, ele no quarto dele e eu no meu. Foi minha estreia no sexo e, pra falar a verdade, comparando com o que minhas amigas contam das estreias delas, que foram tudo esquecível, a minha foi de novela. Com um homem maduro, cheio de desejo há muito tempo, e acima de tudo, muito amor. A gente tem um namoro escondido há seis anos, e minha experiência foi se forjando e aproveitando cada vez mais prazer com um sexo mais pesado, engolindo toda a pica do Albert nos meus três buracos. Espero que vocês gostem e se aqueçam, tentei ser o mais simples possível pra passar as sensações que vivi. OBRIGADA. ANDREA.

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