Secretos de familia....

Como o tempo passa, ontem minha sobrinha fez 21 anos, fomos visitar ela e passamos um tempo legal, minha cunhada e o marido dela tinham dado de aniversário uma moto 0km pra ela, eu tinha que guardar e trazer escondido pra dar de surpresa, quando eu tava descendo da caminhonete minha cunhada trouxe um edredom pra tampar ela enquanto a gente festejava e ela me fala… —Valeu, gordão.. —De nada, negona, fica tranquila que ela não faz ideia.. —hahaha a surpresa que ela vai ter.. —que motinha foda que vocês compraram, é muito boa… bom, vai lá que eu termino de esconder direitinho, ela não vai perceber nada.. —Vai nessa!!! E valeu mesmo… eu sei que posso confiar cegamente em você…. e ela riu meio sem graça, trazendo à tona uma situação de 22 anos atrás…. Naquela época, fazia uns 6 meses que eu tava junto com a minha atual mulher, elas são gêmeas, com traços iguais mas muito diferentes no jeito de ser, minha mulher quando eu conheci, trabalhava, saía pra balada, tinha várias amigas, se vestia bem moderna, morava sozinha… Adriana era muito mais santinha que minha mulher, tava num relacionamento já fazia 4 anos, vivia numa situação bem humilde, o marido dela trabalhava nas chácaras de frutas e verduras porque não podia aspirar a muito mais, ela naquela época fazia parte de uma igreja, acho que evangélica, daquelas que você reconhece porque usam saia longa até o tornozelo, sapato de salto baixo reto, uma blusinha e o cabelo puxado bem pra trás… além de terem costumes muito estranhos pra minha forma de ser… Como eu falei nos meus relatos anteriores, essas são coisas que realmente aconteceram comigo, tento mudar os nomes pra garantir, e outra coisa, eu não sou um símbolo sexual, mas tenho e naquela época tinha mais ainda hahaha, também tinha sorte que a família da minha mulher gostava muito de mim, isso me dava uma confiança extra, então… Era um sábado de tempo instável mas meio nublado de 2002, minha mulher trabalhava aos sábados, eu folgava sábado e domingo, no dia anterior a Adriana, irmã dela, tinha vindo pra cidade porque tava fazendo acompanhamento da gravidez, que tava na semana 27, ela tava fazendo uns exames, tinha problema com pressão arterial e o canal, então teria que programar o parto pra ser cesárea. Ia embora sábado à tarde com o marido, quando ele voltasse das chácaras e passasse pra pegar ela por ali. Naquela manhã, acompanhei minha mulher até o ponto de ônibus, demorei uns 10 ou 15 minutos, quando voltei pra casa a Adriana já tava levantada, preparando um mate — Adri!!! O que cê tá fazendo acordada? Por que não dorme mais um pouco? — Não, brother in law, fica tranquilo, eu acordo bem cedinho, tô aí fazendo o mate pra você — Não precisa, magrinha, podia ter ficado descansando, cê tá bem? Tá sentindo alguma coisa? — Um pouco a cintura, mas tô bem, relaxa, o mate é costume, sempre preparar o mate pra ele hahaha é a primeira coisa que faço — Fica tranquila, boba, que aqui quem limpa sou eu hahaha… montei a mesa pro mate e comecei a limpar. Enquanto colocava a casa em ordem, comecei a conversar com ela sobre tudo e o assunto da gravidez veio à tona. Supostamente, um dos vários problemas era que ela era muito estreita (magrinha e estreita, pensei, caralho) e escapou um sorrisinho sarcástico meu… — Não, brother in law, sério — Não, não, Adriana, desculpa, não pensa mal, foi o subconsciente que me traiu — Epa, brother in law hahahaha — Não, magrinha hahaha, é que eu também tenho meus problemas hahaha me favorecem em algumas coisas, mas em outras me complicaram… — Ehhh? Não entendi — Ehhh… não seríamos compatíveis… hahahahaha — Hahahaha vai te catar… — Aí eu fiz o tímido. Bom, papo vai, papo vem, aconteceram coisas estranhas. Ela tava estranhando porque eu tava servindo o mate pra ela, costume que, na crença dela, devia ser ao contrário, já que elas se dedicam muito a cuidar do homem. Também nas conversas, eu mostrava pontos de vista diferentes, contava experiências e o que causava suposta vergonha nela também despertava curiosidade. Quando fui muito sincero nas minhas vivências e conselhos, falei — isso É pessoal e já passaram coisas minhas, nunca revele meus segredos, eu não peço pra sua irmã me contar nada…
— Não, cunhada… fica tranquilo… Ela também me contou as coisas dela, tudo é muito monótono e outras que, embora pra ela fossem sacanagens, pra mim foram tristes… onde percebi que eles brincam e se aproveitam da necessidade e da fé das pessoas… Bom… terminamos o mate e ela se levantou com dor, segurando a cintura, eu já tinha a casa um luxo.
— Pah, guria, dói muito?
— Nãaaaao, tranquilo, é a cintura.
— Então eu tenho uma coisa que vai te fazer bem… Peguei uma bolsa de água quente velha, esquentei a água e depois coloquei na região e falei:
— Bom, vamos ver, vira de costas, levanta o moletom e inclina pra frente com as mãos na mesa.
— Epaaa, brother-in-law, exclamou rindo, já um pouco mais solta, aí eu mandei um cortinho pra pisar no campo:
— Isso é depois, agora vamos com a bolsa hahahaha toda dolorida não tem graça…
— Ahhh, você é tão bonzinho, brother-in-law… Comecei a ficar com tesão e já deu vontade de comer ela assim grávida no pelo mesmo, mas não queria ser tão óbvio e pensei: vamos devagar pra ver o que rola…
— Tá muito quente?
— Não, cunhada, tá ótima.
— Bom, quer umas massagens? Ela me olhou estranho, mas disse que sim… então falei:
— Bom, encosta pra trás assim você aperta a bolsa com o encosto, e ela topou na hora.
— Bom, relaxa o pescoço e comecei a fazer massagens… de repente ela fechou os olhos e eu pensei: vou ver se esquento ela… Já mais ousado, puxei as alças do sutiã dela mais pra fora pra fazer as massagens e falei na lata:
— Olha!! Tá toda marcada pela alça, guria, essas bombas tão potentes hein, comida vai ter, né??? hahahaha, não é à toa que você tá toda dolorida… ela ficou toda corada:
— Que malvado hahahaha…
— Não, Adriana, tô na luta… ela, meio tímida, respondeu:
— Tô um pouco assustada, eles tão ficando muito grandes?
— É normal, falei… não tem nada de estranho.
E pronto!!! Fui com tudo.. em Com um tom sério, como quem já sabia, eu falei: "vamos ver..." Peguei a bolsa com a toalha e ajudei ela a se levantar. Sentei na cadeira, endireitei ela devagar, virei ela de frente e comecei a desabotoar aquela blusa que elas usam... Ela não falava nada e obedecia minhas ordens. Quando ficou de frente, vi que ela olhava pra mim e pros peitos dela, tipo vendo o que eu ia falar. Aí, vendo que ela não resistia, me joguei um pouco mais. Desabotoei tudo e abri a blusa, dando uma ponta em cada mão pra ela segurar aberta, deixando ela só de sutiã. Como ela continuava sem falar nada e olhava o que eu fazia com muito interesse, fui com tudo e levantei o sutiã devagar... Eles desceram deslizando, um primeiro devagar e o outro mais rápido — duas tetas enormes e lindas!!! As veias apareciam pela pele, auréolas bem redondas e mamilos grandes e bem escuros... — Meu Deus... — O quê? — Que tetas lindas, Adriana, puta merda... Olhei nos olhos dela. Ela segurava o sutiã com o queixo e a blusa com as mãos... Me olhou com os olhos arregalados, mas parecia que tinha achado graça. Olhou pros peitos de novo e voltou a me encarar. Não deixei ela nem falar. Enfiei as tetas na boca e ela largou na hora o sutiã, a blusa e colocou as mãos na minha cabeça, com os dedos no meu cabelo... A chupada de peito que eu dei foi magistral. Já dava pra sentir aquele gosto doce de mãe. Os mamilos, a parte de baixo, entre os dois... Ela não falava nada, só levantava a cabeça, olhava pro teto e passava a mão no meu cabelo. Eu apoiava o queixo de leve na barriga dela... — Ugfff — falei, e ela só suspirou, me olhando nos olhos. Não disse um pio... Voltei a lamber os peitos dela. Já tava fazendo aquilo há um tempinho e comecei a tirar a roupa dela. Enquanto chupava aquelas tetonas, ao mesmo tempo desabotoava a saia que tinha um botão atrás. Quando puxei o zíper, ela caiu... Por essas tradições, digamos assim, são pouco sexy e ela tava com uma calcinha horrível, tipo de velha, preta... Ela Ela continuava calada, dava pra ver um pouco de vergonha, mas tava gostando. Comecei a passar a mão na bunda dela e me arrisquei a tocar a buceta com o dedo por cima da calcinha. Ela tinha bastante pelo, porque segundo ela só depilava o necessário. Devagar, puxei a roupa dela pro lado pra continuar masturbando e conseguir enfiar o dedo. Ela já tava encharcada, meus dedos entravam e saíam molhados, e ela, bem devagar, como se tentasse não me deixar perceber, foi abrindo as pernas. Toquei mais nos lábios dela e no clitóris, os mamilos dela ficaram mais durinhos e as sobrancelhas se franziram… Fiquei um tempinho assim, só se ouvia o som da minha boca nos peitos dela e as nossas respirações. Levantei, desabotoei a bermuda, baixei a cueca e fiquei com o pau duro, com a cabeça encostada no umbigo dela. Adorei o jeito que ela olhava pra mim… Me deixou com muito tesão… — Toca ele… E ela só segurou. Beijei ela e ela respondeu, sentei ela na mesa ajudando e empurrei ela devagar pra trás, levantei as pernas dela e ela ficou toda entregue. Continuei masturbando ela pelo lado da bunda. Tirei ele, olhando nos olhos dela, e deixei encostado numa perna só. Toquei a barriga dela, aproximei a cabeça na entrada e comecei a empurrar, devagar, com cuidado… Foi inteiro pra dentro. Estávamos de mãos dadas e, de repente, ela entrelaçou os dedos nos meus e apertou os olhos. — Tá doendo? — Não, não… — Continuo? E ela concordou com a cabeça. Comecei a meter devagar, tocava os seios dela, de vez em quando acariciava os peitos, barriga, pernas e bunda. Tava um pouco mais apertado, mas nada de diferente. De repente, senti que ela apertou minha mão, a filha da puta tava gozando… Segurava os gemidos como uma campeã. Achei meio injusto, depois que senti bem molhado, parei e tirei ele. — Adriana, você tá gostando? — Tô, por quê? — Aproveita, geme, se mexe como quiser, sem vergonha, bobinha… Ela só concordou rápido com a cabeça, e eu meti de novo… Foi inteiro pra dentro de uma vez. Meti com as pernas fechadas, abertas, de lado, e a cunhada ficou toda molhada. Tomei mais duas gozadas, os pelos molhados dela se sentiam clarinhos debaixo da minha barriga. Abri ela e coloquei as pernas dela o mais pra cima que pude pra chegar o mais fundo possível. A barriga dela se destacava entre as pernas, os peitos divinos subiam e desciam, e quando senti que não dava pra ir mais fundo, deixei toda a porra dentro dela. Ela não soltou minhas mãos até sentir que meu pau não pulsava mais. Fiz uns carinhos nela, e ela escondia o rosto... — Como você tá se sentindo? — Ffff... mal... gostei... mas... como a gente chegou nisso? — Bom, e o que a gente faz? — E o que a gente pode fazer? Nada, me matam se souberem, o que minha família vai dizer, minha irmã, meu marido?... E assim ela foi se levantando com minha ajuda, meio fingindo que tava brava. Acompanhei ela até o banheiro pelada, ela sentou no vaso e esperou até cair a última gota do meu esperma de dentro dela e começou a se lavar. Eu entrei e comecei a tomar banho também, ela fazia tipo a ofendida, mas ajudei ela a se lavar toda. Quando fechamos o chuveiro, beijei ela de novo e ela parada respondeu o beijo, com a língua dela. Peguei na mão dela assim, sem se secar, e no caminho peguei a toalha, levei ela pro quarto. Estendi a toalha na cama, deitei ela, abri as pernas dela e falei: — Agora você vai ver... Ela não dizia nem ai... e também não negava nada. Toda molhada, com cheirinho de sabonete, cabelo solto encharcado, beijei o corpo dela todinho com brincadeiras, descendo até a buceta dela. Ela tentou me puxar pra cima segurando minha mão, pensando que ia acabar ali, mas comecei a chupar a buceta dela. Só se ouvia: "ai não, ahhh, ai não". Levantei as pernas dela bem alto de novo, lambi o cu dela, mordi a virilha dela até ver que começava a escorrer um fiozinho de líquido transparente da buceta inchada dela. Me levantei, ela me olhava, fui lavar meu rosto por higiene e voltei. Apoiei ela de novo na entrada e pum, pra dentro. Comecei a comer ela de novo, já nos beijávamos os dois, e ela segurava meu rosto e meus ombros. Paramos, virei ela de quatro por causa da barriga e coloquei o pau de novo na entrada da buceta. palavra: buceta, confesso que nessa posição notei um pouco mais justo, mas ela não disse nada… peguei ela no colo, e quando caímos exaustos, ela dormiu no meu colo, enquanto eu acariciava ela, quando acordou me olhou e disse.. - a gente é louco, o que a gente fez - a gente aproveitou, falei com uma risada sarcástica Ela se aninhou no meu colo de novo, com uma mão na barriga dela.. - você tá bem? - sim.. tô com vergonha e medo.. mas gostei… ela tocou a buceta dela e tava saindo meu esperma - vou tomar banho, quero que a gente tome banho junto de novo.. vamos?? - Vamos.. e aí no vaso de joelhos na tampa e com as mãos na descarga, eu meti a terceira transa da manhã, pedida por ela e onde ela soltou seus gemidinhos baixinhos e envergonhados.. A putinha franzia a testa me segurando com uma das mãos no meu pulso da mão que eu tinha na cintura dela me fazendo gozar com aquele rabo magro pequenininho e com o balanço daqueles peitos lindos enquanto eu comia ela.. Ajeitamos tudo direitinho, já era umas 13 horas mais ou menos, eu fui fazer comida e ela na cadeira da mesa me olhava.. - já pode ter parto normal, falei de brincadeira - bobo hahaha… ou outro moleque em cima desse, capaz que você me engravidou em cima da gravidez.. - ahhh??? hahahaha só 3 que gozei dentro? - só? - sério, nunca gozaram 3 vezes dentro de você? - não num dia não… e virou o rosto se tapando a boca com um sorriso de vergonha.. - Posso gozar mais um dentro? - nãoooo chega…. - E pegar nos seus peitos? - nãoooo também não - puta merda, falei com um sorriso e continuei cozinhando Quando olhei pro lado ela tava do meu lado desabotoando a camisa e levantando o sutiã deixando aqueles peitões na minha frente e disse.. - Tá bom, dá uns beijinhos, mas só uns beijinhos.. Comecei a chupar os peitos dela de novo, ela me acariciava e me olhava.. - Que vontade de te ter de novo - são 1 e 20 e minha irmã sai às 2.. não dá tempo.. - A putinha mãe… - não posso ficar fazendo isso… chega chega e paramos, ajudei ela a se arrumar e ela sentou, eu continuei cozinhando e de repente Ela me diz… -meia hora antes… Rindo… -Adrianaaaaa…. Me aproximei e beijei ela, passou tipo um minuto e meio e ela olhava pra todo lado, meio nervosa, até que criou coragem e falou, enquanto enrolava um cacho de cabelo na nuca - ehhh… gostei muito e tá, fica por aqui? Tá? Ela disse tipo me dando uma ordem, e continuou com -tá doendo um pouquinho ali, mas não sei, é gostoso… -você levou uma pica boa, Adriana… -tá shhhhh, não se fala mais… -nunca mais? -por enquanto não E ficou por isso, e ela aguentou aquela tarde como uma verdadeira testemunha falsa. Passaram 22 anos, de vez em quando uma piada em algum momento a sós. A guria nasceu saudável, de cesárea, e é linda, eu digo que é por causa do meu toque e ela me fala não seja filho da puta. Daquela manhã ficou essa crença e realmente foi o melhor pra família dela. Hoje em dia temos um carinho sincero. Só uma vez que ela tinha bebido demais e eu falei que ela tava velha, que tomasse coca-cola, ela me disse sussurrando -sim sim, fiquei velha, mas ainda tenho os melhores peitos, não tenho?

4 comentários - Secretos de familia....

Cojerse. La herman de tu esposa es genial chec mi post bro
Fue un derrape jajajaja con veintialgo de años teniendo pelo me cogia un cepillo igual jajajaja... pero si salía mal... que cagada no?
Muy bueno me encantó gracias por compartir
Gracias!!! Como me gustaría vol er el tiempo atrás lpm, mira que me mande cada una
@Cuervoyorugua2 jajaja somos dos pero ya no vuelve el tiempo atrás
Que exitante fue cogerce a tu cuñada y guardar el secreto por muchos años y no poder contarcelo a nadie y recordar esa experiencia en tu mente debe ser caliente y nostalgico para a vos. Van puntos