Olá! Depois de um tempo, tô de volta por aqui. Pra ser sincero, ultimamente não tava bem de saúde, tive uma espécie de recaída. Peguei refluxo estomacal por causa de uma alimentação ruim, e foi isso que me levou a esse estado doentio. O pior foi o consumo exagerado de frutose: meu fígado e meus rins pifaram, e eu comecei a beber água que nem um desesperado, uns cinco litros ou mais por dia. Por enquanto, tô cortando os açúcares e me recuperando aos poucos. Não tive ânimo pra olhar as redes sociais até uns dias atrás. Hoje me animei pra continuar minha história. Espero que essa parte não seja desagradável. Bebam água e cuidem bem do açúcar, não é brincadeira, viu?... Caramba, como passou tempo pra eu voltar com minha história, hein?! Bom, queria falar um ponto sobre o assunto da minha avó. No começo, essa mulher foi tipo uma mãe pra mim, mas em dobro do que seria uma mãe de verdade. Conforme as coisas foram rolando entre a gente, essa sensação e esse sentimento foram se apagando, e ela passou a ser uma mulher espetacular. Minha avó também tem a opinião dela: o sentimento que ela tem, ou melhor, tinha por mim, foi mudando. Ela me via como um filho. O amor que ela sentia por mim era de avó? Mas esses sentimentos duraram muito pouco! Vocês imaginam como é possível passar de algo incondicional e transformar isso num amor diferente, algo mais forte que o amor natural entre duas pessoas diferentes (tô falando do amor dentro da família). Bom, mas ao cometer ações imorais, se deixando levar pelo desejo e pela obscenidade (incesto), pelos próprios impulsos dela e pelos meus, minha avó deixou que a gente cruzasse essa linha proibida. Pra ser sincero, eu não sabia o que ela tava pensando quando tudo isso aconteceu. Isso é um assunto tabu muito complicado, essas coisas nunca deveriam acontecer! Como eu não tinha noção do que tava fazendo com minha avó, eu encarava como uma travessura onde podia encontrar muito prazer, algo que também desconhecia, mas que eu gostava. Depois vivemos isso na pele e quebramos aquele tabu que agora virou minha história erótica. Lembrem-se, essas coisas não deveriam acontecer na vida, não é normal, mas existem casos nesses tempos modernos. Então, recomendo que levem isso como um simples conto erótico e nada mais.
Quando tudo isso começou, não existia luxúria ou desejo em mim de querer comer minha avó. A única coisa que eu fazia era experimentar os prazeres que a vida me dava, e eu gostava disso. Gostava de sentir aquela sensação que só de tocar nos peitos e na bunda enorme da minha avó me provocava. Foi assim que fui descobrindo muitas coisas interessantes. Lembro que no começo eu só gostava dos peitos dela, já que era a coisa mais materna que eu tinha ao meu alcance. Os peitos dela me faziam lembrar da minha casa com meus pais e também de como cheguei até esse lugar onde minha avó morava, por causa de certos fatores que eu causei. Era tanto o meu desejo de acalmar aquela tristeza com os peitos da minha avó que, sem perceber, fui desejando e descobrindo o corpo dela. Assim, cada dia ficava mais erótico o fato de querer tocá-la. Eu gostava porque era muito gostoso acariciar as partes milf que minha avó tinha, e sinceramente não era ruim. Quando comecei a me esfregar e fazer minhas loucuras, o que já era bom ficou ainda mais gostoso. Me dava prazer lá embaixo. Comecei a me apaixonar pelo que meu corpo sentia, e assim fui avançando, buscando prazer, até que cruzei a linha, literalmente e em todos os sentidos! Vocês já vão entender como eu me esfregava... pois é, linha, cruzar! Hehe! Melhor continuar.
Assim, minha avó deixou as coisas rolarem até a gente ter intimidade. Não foi a melhor transa do mundo, mas era um começo. Essa parte da história tá nos meus outros contos; se quiser entender minhas referências, dá uma olhada lá.
No começo foi chocante, porque nossos corpos não eram compatíveis — e tô falando da diferença de idade. Eu não cabia confortavelmente atrás da minha avó pra poder me satisfazer com aquele corpo lindo. Mas com o tempo, até chegar ao ponto de conseguir dar conta daquele corpo exuberante e sensual, as condições na intimidade foram mudando aos poucos. O cenário de uma relação sexual rolando sempre foi na cama, todo fim de semana lá pela meia-noite, até chegar ao ponto de ter intimidade e confiança mútua. Minha avó me deixava me expressar e experimentar o prazer. Lembro que ela me permitia descobrir um monte de sensações, sempre com vontade de comer ela. Nunca tive coragem de ir mais longe... até agora! Nossa intimidade se baseava numa coisa só: poder curtir ela de conchinha ou de ladinho até ficar satisfeito. Era a única posição que a gente conseguia fazer. E, como eu tava sempre com tesão nela e a excitação subia rápido naturalmente, começamos a transar nessa posição. Isso também tá nos meus outros relatos. Eu achava que essa posição era, até então, a melhor do mundo. Toda noite que eu podia tocar nela, simplesmente acariciava e enfiava delicadamente até ficar satisfeito. Mas às vezes deixava ela no meio, porque não aguentava aquela mulherão. Mas nada me prepararia pro que ainda faltava descobrir. E assim começa a nova fase que eu viveria com minha avó...! Nossos dias ainda seguiam "normais". Nossa relação íntima era, digamos, natural? Porque toda noite a gente simplesmente deixava nossos corpos se consumirem. Bem, minha avó deixava eu consumir o corpo dela, porque, como eu tava dizendo, ela agia com muita delicadeza e deixava as coisas fluírem. Além disso, ela permitia que eu fosse quem pedia, e não negava, desde que eu estivesse acariciando ela. Vocês não fazem ideia de como é gostoso uma mulher tão madura e grandona permitir que alguém como eu aproveite tudo que ela tem. No âmbito sexual, pra mim era algo único na vida, mas pra sociedade seria muito errado e pra outros uma sorte invejável. Ainda bem que vivíamos afastados das pessoas e da sociedade. Cada vez mais eu me sentia especial só porque podia ter intimidade com minha avó. Meus constantes arroubos de luxúria me levavam a desejar mais prazer, só podia aproveitar tudo que dava até gozar gostoso dentro da minha avó. Como só tinha uma chance a cada fim de semana, as coisas eram assim. Isso já estava virando rotina, eu precisava encontrar um jeito de curtir aquele ato de forma diferente. Queria sentir um sexo onde pudesse meter nela e ao mesmo tempo chupar os peitos dela, era o que mais me dava tesão. Queria poder acariciar o corpo dela com as duas mãos, sentia que dava pra fazer mais coisas, e o que eu mais desejava era vê-la nua, queria ver aquele corpanzil sendo satisfeito por mim. Meus desejos ficavam mais fortes a cada dia, não conseguia controlar algo que não conhecia, meus instintos depravavam minha mente, me corroíam aos poucos, me fazendo alucinar cenários onde minha avó me queria com luxúria como se eu fosse o único macho dela, com gemidos chamando meu nome sem parar, me pedindo pra deixar ela cheia de porra ou coisas assim? Eram pensamentos que me deixavam louco, eu até alucinava isso enquanto tinha intimidade com minha avó. Foi assim que meus encontros noturnos com ela ficaram mais agitados, meu corpo ansiava por aproveitar aquele momento de outro jeito, queria satisfazer minha avó e ao mesmo tempo encontrar o prazer que meu corpo pedia. Então um dia comecei a ter uns espasmos, o que acontecia era que eu empurrava com força meus quadris pra penetrar fundo na minha avó e injetar o máximo de sêmen possível. Quando eu fazia isso, às vezes minha avó se arrepiada e ficava emocionada, fazendo os dedos dos pés dela se fecharem como nós ou se abrirem a cada descarga que eu dava. Isso já não era mais natural, já que minha avó logo despertaria aqueles desejos sexuais que ela tinha escondidos. Isso também era uma cena tão quente que, instintivamente, minha avó aos poucos começava a entrar no cio e tentava empurrar o corpo, jogando aquele rabão enorme para trás, deixando ele durinho, fazendo com que eu pudesse penetrá-la bem fundo. Isso me deixava louco e, pelo visto, também agradava minha avó. Assim, a buceta dela bebia todo o meu leite por completo. Isso acontecia quando eu ficava excitado e pensava nessas fantasias, e acabava passando o tesão para ela. Como me deixava muito excitado, eu dava uma boa comida gostosa, e a natureza instintiva da minha avó, de ser fêmea e mulher, fazia ela aproveitar o momento.
Assim nos sentimos em total confiança e nossas carnes se desejavam mutuamente, todo fim de semana já era como um ritual fazer safadezas na cama e ficou mais frequente fazer um pouco mais cedo pra evitar o cansaço do dia seguinte. Fazendo esse tipo de coisa, não sei quanto tempo durou, talvez meses? A verdade é que não faço ideia, ou foram alguns anos? Essa parte não lembro direito quanto tempo a gente transou na posição de conchinha, mas foi o essencial no desenvolvimento da nossa intimidade sexual. Tem algo que posso dizer com certeza?! Que foi um tempão e foi maravilhoso ter intimidade daquele jeito. Ao transar com minha avó, eu acariciava e amassava a bunda grande dela pra poder sodomizá-la e provocá-la pra ela empurrar a raba toda vez que a gente transava e eu pudesse penetrar até o fundo. Então, como as coisas já estavam pegando fogo e nossos corpos se entrosavam, no dia em que estávamos na piscina depois de fazer nossas obrigações e decidimos tomar banho juntos, aconteceu o que eu tanto queria: comê-la de um jeito diferente. Pela primeira vez, minha avó despertou a luxúria dela, o instinto de mulher. Naquele dia, aprendi algo tão suculento que me deixou muitas sensações no corpo: comê-la de quatro, a posição celestial. A lembrança de sentir meu pau deslizando dentro da buceta dela e sentir aquela textura deliciosa das dobras vaginais era incrível. Agora eu queria aprender mais, porque essa primeira posição, a de quatro, foi ela mesma quem me ensinou, buscando o conforto perfeito. Aliás, naquela época eu não sabia como chamava essa posição, então tentei comparar com a dos coelhos. Do mesmo jeito, aproveitei tanto que minha mente só pensava na imagem daquele rabão enorme na minha frente sendo atravessado pelo meu pau.
Daquele dia em diante, a gente manteve a rotina normal, tipo, fazendo nossas obrigações como sempre e aproveitando um fim de semana pra transar, mas isso durou pouco tempo. Minha vontade de experimentar de novo aquela posição que eu tinha amado era muito forte. Toda noite eu ia animando ela mais e mais a aceitar o desejo carnal. Acho que foi assim que minha avó se encheu de luxúria. Eu ficava provocando ela direto, até que chegou um dia em que ela não aguentou mais. Não resistiu à vontade e a gente ficou um pouco mais animado que o normal. A gente brincou com carícias e beijos, algo que não era comum. Eu chupava os peitos dela e me enfiava entre as pernas dela. Ela deixava eu fazer isso enquanto acariciava minha cabeça e se contorcia quando eu chupava os bicos dos peitos dela com força. Depois, ela se virava e me puxava contra o corpo enorme dela, me beijava na bochecha e devorava meus lábios. Ela tava perdendo o controle, a luxúria dela tava transbordando! Era maravilhoso ver ela se transformar numa mulher cheia de tesão. Eu aproveitava e beijava os peitos dela. Aí ela se virou de novo e se deitou, me deixou deitar entre as pernas dela de novo e eu curti os peitos dela. Era algo foda. Agora eu só queria comer ela. De tanto brincar, consegui deixar ela com vontade, e de um jeito carinhoso, ela deixou eu esfregar meu pau na buceta dela. Minha avó tirou a calcinha dela e deixou eu roçar meu pau. Ela já queria que eu comesse ela de pernas abertas, mas eu não sabia como se comia naquela posição, porque até então eu só conhecia a posição de conchinha. Até a posição de quatro foi minha avó quem me ajudou a enfiar o pau. Como eu disse, não tinha experiência, mas pelo menos tinha minha avó disposta a me ensinar. Depois de esquentar e brincar com nossas partes íntimas, minha avó me parou por um momento e fez uma proposta que me deixou fascinado. Eu disse que sim pra proposta dela. Então ela se levantou e foi pegar o rádio, e como daquela vez que aconteceu com o rádio velho, ligou ele de novo, e assim a gente tinha um pouco de luz pra curtir aquela noite. Pra ser sincero, foi a melhor coisa. delicioso e celestial.
Minha avó ficou confortável e se deitou na cama, depois abriu as pernas e me disse para deitar. Fui entre as pernas dela e encaixei meu pau na altura da buceta dela. Com os dedos, ela começou a esfregar a ponta do meu pau na buceta dela, me fazendo delirar. Depois, acariciava minha cabeça com a outra mão e me deixava hipnotizado com o prazer que ela me fazia sentir. Minha avó só se tremia, devagar a buceta dela ficou toda molhada com meus fluidos e os dela. Sem mais, ela não resistiu ao prazer e encaixou meu pau, me mandando empurrar o quadril pra penetrar devagar. Minha avó deu um gemidinho leve, depois largou tudo e me segurou pelos ombros, e começamos a aproveitar. Penetrar ela assim não me dava muito prazer, mas sentia muito tesão, e pelo visto ela adorava. Assim, comecei a chupar os peitos dela enquanto minha avó curtia meu pau. Depois de um tempo de sexo excitante e os peitos mordidos, ela não aguentou mais e me afastou delicadamente. Foi a primeira vez que senti frio no pau, me toquei e estava todo melado dos fluidos vaginais da minha avó, era incrível. Depois, minha avó se levantou, virou de costas e ficou de quatro. Ela acariciou a bunda dela como se estivesse deixando pronta pra mim, e então colocou o rosto no travesseiro e lentamente empinou as nádegas enormes. Minha avó tinha uma bunda descomunal, ver algo que me provocava tanta luxúria e excitação não me deixava pensar direito, era algo fora deste mundo. Ver aquela silhueta enorme fazia meu pau ficar mais duro que pedra.
A vista era de tirar o fôlego, tava hipnotizado vendo aquela gostosa se colocando numa pose tão erótica, aí ela falou pra eu ficar atrás dela ou será que já não queria mais? (Minha avó tava fora de si). "Será que você só quer fazer isso deitado na cama?" Ela me disse! Recusei na hora, queria continuar na pose que ela tava me oferecendo, então também me liguei, tirei a cueca e fui pra ação.
Sem perder tempo, me coloquei atrás dela, ganhando uma vista impressionante. Pela primeira vez, pude sentir o aroma hipnotizante e forte que a buceta da minha avó exalava. Ao vê-la tão sensual e praticamente me oferecendo aquele rabo naquela pose, meu pau ficou mais duro que pedra. Doía pra caralho, sentia que ia explodir, inchava e pulsava sem parar. De novo, me sentia sufocando no meu próprio êxtase, sem conseguir controlar a respiração, mal conseguia puxar o ar. Me ajeitei melhor, e a buceta dela era impressionante, mas ainda tinha algo que não batia.
Não entendia por que minha avó não se atrevia a fazer algo assim? Sentia vergonha? Como ela dizia, talvez tivesse insegurança sobre o corpo dela?! Mas pra mim ela era uma delícia e gostosa, tava mais boa que o pão. Aí eu me animei a comer ela, já que ela abriu um pouco as nádegas pra ter um plano melhor da buceta dela.
Então eu me encostei e me esfreguei onde já sabia que tinha que fazer, minha avó deu um pequeno pulo quando eu fiz isso, depois fui experimentando e ajustando pra ver como meu pau entrava nela, ela com o tesão lá em cima foi me ajudando com os dedos pra eu conseguir penetrar ela direitinho, então nós dois estávamos metidos na parada, nada importava naquele momento, só existíamos ela e eu! um homem e uma mulher prestes a transar gostoso, tudo era tão visual, ver a silhueta daquele rabão enorme e pensar em como a pontinha do meu pau ia entrar era muito excitante.
Não consegui mais me segurar, com as provocações que minha avó fazia, rebolando a bunda, criei coragem e pela primeira vez perguntei se já podia fazer. Minha avó, com a voz trêmula de tesão, respondeu: "Pode! Coloca devagarzinho". A voz dela era sensual, nós dois caímos na luxúria. Ela, toda fogosa, encaixou meu pau na buceta dela e eu penetrei devagar. Porra, que sensação do caralho, me levou direto pro paraíso. O céu e as nuvens não eram nada perto daquele prazer maravilhoso. Minha avó só gemia baixinho e repetia várias vezes: "Isso, isso, isso, meu amor, assim..." com aquela voz sensual. Comecei a mexer os quadris devagar e minha avó ficou muito empolgada, disse de novo: "Assim, devagar, meu amor, suave!" Sempre com aquela voz que parecia gemer e falar ao mesmo tempo, era uma delícia ouvir ela. Segurei a cintura dela e massageei a buceta delicadamente, do jeito que ela pedia, porque ela me guiava pra eu fazer direito. Da minha parte, eu tava nas nuvens, era tão gostoso penetrar ela que eu não conseguia me concentrar. A sensação do meu pau roçando dentro da minha avó era maravilhosa, uma delícia que eu não conseguia processar tão fácil. Cada vez os gemidos dela ficavam mais excitantes. Minha avó começou a empurrar a bunda com mais força, queria sentir uma penetração mais funda! Até que não aguentou mais, com aqueles gemidos entre os dentes cerrados, encostou o rosto na cama porque dava pra ver a silhueta dela, se ajeitou perfeitamente e pegou a própria bunda com as duas mãos, abrindo as nádegas de par em par, me deixando passar pra poder penetrar ela ainda mais gostoso.
A buceta dela tava me devorando por completo enquanto ela mantinha as nádegas abertas pra me dar passagem, aquela xota linda não tinha fundo, eu pensei que a buceta dela tinha se moldado ao formato do meu pau?!, foram tantos anos de sexo que eu achava que já conhecia a sensação de penetrar ela, tava completamente enganado, enquanto eu tava comendo ela e empurrava meu pau devagarzinho, santo deus do céu bendito, penetrar ela naquela posição me esquentava ainda mais e minha luxúria explodia ferozmente, sentir como eu metia meu pau na buceta dela me enlouquecia, minha excitação disparou pra níveis incompreensíveis, finalmente eu tinha minha avó na minha frente devorando meu pau, minhas fantasias tavam se realizando e minha avó não ficou atrás, num instante ela procurou minhas mãos pra me puxar com força e foi o que aconteceu, ela pegou minhas duas mãos e me puxou contra ela, parecia que queria que eu penetrasse mais forte e mais fundo.
Não sei como descrever essa sensação, sabia que estava transando com minha avó, podia sentir meu pau entrando na buceta dela, o corpo dela estava lindo demais, ver como a buceta dela devorava meu pau não tinha palavras pra isso, os gemidos abafados dela ecoavam nos meus ouvidos, sentir como ela me curtia em cada metida de pau era magnífico, era uma delícia ouvir ela gemer e respirar com dificuldade com os dentes cerrados, eu não conseguia me controlar, então começamos a ter o melhor sexo que eu poderia ter provado em toda a minha vida, minha querida avó estava rebolando o corpo no meu ritmo e comecei a bombar bem gostoso aquele corpo gostoso, cada metida era mais tasty e eu sabia porque ela gemia gostoso, a penetração era profunda e parecia que ela estava curtindo cada vez com mais intensidade, ela estava virando uma fera.
Cada vez que eu enfiava com força meu pau nela, minha avó começava a gemer e pedir pra eu meter com mais força! Nós dois estávamos empurrando nossos corpos, fazendo eles se fundirem apaixonadamente, as reboladas dela na cintura estavam cada vez mais intensas, minha mente estava totalmente focada em não perder o ritmo. Vó: Assim, meu love, mais gostoso, sim! Eu: respirava pesado e empurrava com toda a minha pélvis! Vó: Hmm, sim, assim, assim, huuuui. Aiii, que gostoso, entre dentes cerrados (ela estava gozando). Eu: segurava ela pela cintura pra sincronizar nosso ritmo de trepada, porque minha avó tinha se descontrolado completamente. Vó: que gostoso, huuuui (aqui ela rebolou com mais força a bunda, fazendo nossos corpos baterem um pouco). Eu: sentia meu pau derretendo de prazer! Assim, rebolando e rebolando, minha avó se excitou e entrou na fase de prazer desenfreado, era uma fera que pedia mais e mais sexo, começou a empinar a bunda pra sentir uma penetração profunda e deliciosa, os gemidos dela cada vez mais fortes e abafados, será que eu tava mesmo transando com uma mulher tão fascinante?! Continuamos metendo forte, nossos corpos se chocavam como se estivessem se batendo um no outro, era uma sensação espetacular, ouvir a gente se chocando era uma delícia. Fazendo isso, minha avó não conseguia se controlar de jeito nenhum, meu pau deslizava livremente naquela buceta gostosa, e assim começamos a bater, ela com a bunda e eu me chocando nela, a bundona dela começou a se chocar ferozmente contra minha pélvis e ela gostou tanto que de novo pegou a própria bunda e abriu bem, estava muito extasiada, meu pau chegava até a raiz na buceta dela, eu tinha ele na minha frente, ao vivo e a cores, meu pau sumindo uma e outra vez, a buceta dela começou a lubrificar como uma louca, dava pra ouvir a poça d'água onde meu pau borbulhava, não podia acreditar, minha avó estava me desvirginando de novo, isso não era nada parecido com o que a gente fazia de noite, era muito mais gostoso. depois de ficar esfregando minha pica na buceta dela, ela pediu pra eu meter até o talo e achei bem mais excitante, mas eu não tinha como dar mais forte! Não conseguia me apoiar em nada, aí tive a ideia de ficar de pé e me abrir tipo um alicate e meter nessa posição com todo o meu peso, e foi algo incrível, imaginem que minha avó arqueou mais firme a bunda e eu socando de cima enquanto ela ficava bem empinada recebendo minhas metidas de pica bem gostosas do jeito que ela gostava, não demorou muito e ela começou a gemer igual uma louca.
Fazendo essa jogada, minha avó perdeu a razão, já não era mais ela mesma, começou a gemer mais alto, a respirar com mais dificuldade, e os gritos dela eram música pros meus ouvidos, parecia que fazer aquela pose dava ainda mais prazer pra ela, algo tava vindo, algo tinha que acontecer ao sentir o êxtase no auge... Avó: siiiim, meu amor siiiim, assim assim assim! Uiii uiii* Avó: rangendo os dentes, uiii se você não para! Continua continua siiiim~ Eu: respirando pesado pra não gozar rápido, bom, na real a gente já tava fazendo isso há muito tempo, já era hora de encher o peru! Avó: siiiim, aíiii aí aí, ah ah ahhhi...! Senti que ela mordia os lençóis cada vez que se expressava sentindo um puta prazer. Eu: ainda respirando e ouvindo o que minha avó sentia com cada estocada. Avó: começa a se descontrolar de euforia?! Parece que já não aguentava mais, sentia o corpo dela tremer como se tivesse frio, mas muito exagerado (o que será que tava rolando com ela?). Nessa parte ela se descontrolou, rebolando a bunda enquanto eu marcava o ritmo, foi algo tão abrupto que do nada meu pau saiu da buceta dela e minha avó começou a mijar que nem uma gostosa (ela tava tendo um orgasmo?). Avó: uuui ~ uuui, o corpo dela se estremecia e tremia de prazer! Eu: ouvindo como ela jorrava com força, acho que teve um orgasmo? Avó: mordendo os lábios e balançando a bucetona enquanto tremia que nem um chihuahua. Eu: me ajeitando pra penetrar ela de novo! Avó: empina deliciosamente e se ajeita de novo pra deixar eu continuar com o ato que a gente tava tendo! Eu: penetrando ela de novo! Nós dois gemíamos de prazer na hora de meter meu pau de novo, e continuamos transando, mas dessa vez de um jeito mais suave, minha avó tava me aproveitando ao máximo, eu tava me divertindo pra caralho, não sentia nada além de prazer, porque a única coisa que eu tinha que fazer era não me exaltar pra não gozar rápido, seguimos fodendo como se fôssemos dois animais, minha avó tava incontrolável, os gemidos dela enchiam de muito tesão, e o que eu sentia naquele momento era o atrito do meu pau dentro da buceta dela. Minha avó também sentia, porque num dado momento, com um gemido, ela disse: "Você tá queimando dentro de mim, meu amor! Aí!!!" Continuamos rebolando nossos corpos e minha avó se acalmou por um instante, acho que pra recuperar o fôlego, mas não parava de rebolar aquele rabão enorme enquanto eu tava metendo. Bom, respiramos um pouco, isso me deu tempo pra acariciar as nádegas dela, e ela gostava. Depois acariciei a cintura e as costas dela, e assim ela relaxou um pouco mais.
Depois a gente acelerou o ritmo de novo e minha avó não parava de gemer igual uma louca, quase dava pra dizer que ela gritava de prazer. Eu já não me aguentava mais, sentia que ia gozar logo. A gente se mexeu um pouco mais, e minha avó começou a tentar tirar meu leite, enquanto rebolava aquele rabão enorme contra o meu corpo. Ela gritava e gemia mordendo os lábios, e eu não aguentei aquele prazer avassalador, tava acabado. Cheguei no meu limite, não resisti, apertei os dentes e soltei tudo, dentro da minha linda avó. Ela percebeu na hora porque meus jatos eram muito quentes. Então, pra terminar do melhor jeito, coloquei todo o meu peso na bunda dela e gozei com tudo lá no fundo da buceta da minha avó. Tava tão dentro dela que meu pau parecia adormecido, isso quer dizer que tava cercado pela carne vaginal da minha avó. Ela tava extasiada e tentava se manter de quatro pra eu continuar penetrando ela até o talo enquanto gozava igual um animal.
As ondas de porra que eu injetava direto no útero da minha avó eram incríveis, cada jato era um manjar divino dos deuses, a gente tava tão imerso na nossa luxúria que nada mais importava, foi assim que soltei tudo que eu tinha guardado nas minhas bolas e minha avó sugou tudo até a última gota, era tanta carga que até transbordava da buceta dela, a gente ficou um tempão naquela posição porque era muito gostoso, minha avó não conseguia se mexer um centímetro, eu não queria sair daquele rabão dela, dava pra sentir que ainda tava dentro dela, era muito gostoso ficar assim grudados que nem animais. Depois de um bom tempo, a gente decidiu parar por ali e devagarzinho mexemos nossos corpos pra nos soltar, quando tirei meu pau da buceta dela, ouvi uma espécie de borbulhando bem na minha frente, será que era o resto de porra começando a escorrer da buceta da minha avó?
Depois de me acomodar e minha avó se deitar na cama, ela me pediu pra acender a luz porque precisava fazer alguma coisa. Fui com cuidado até o interruptor, já que o rádio ainda estava ligado. Quando acendi a luz, pude vê-la: nua, só cobrindo os peitos com um lençol. O rosto dela estava corado e o cabelo bagunçado. Ela estava tão gostosa que me apaixonei. Senti que minha avó era uma mulher linda, feita pra mim, e eu só queria amá-la loucamente. Depois disso, ela timidamente arrumou o lençol e disse que precisava sair pra se limpar. Pensei que fosse limpar o suor ou algo assim, mas acho que foi limpar o esperma que tinha na buceta dela. Quando ela se levantou, vi a bagunça que fizemos, então tirei os lençóis que manchamos e coloquei outros. A verdade é que não podia acreditar que tinha comido tão gostoso minha avó, e naquela cama onde um dia o vô também comia ela. Depois me vesti e esperei na cama. Minha avó voltou bem limpinha e de pijama, o que me enlouqueceu de amor. Amava aquela mulher com todo meu coração. Então ela se deitou do meu lado, me deu um beijinho e sussurrou no meu ouvido que o que fizemos (tipo, sexo) foi maravilhoso e muito gostoso. Apagamos as luzes e dormimos assim que apagamos, bem agarradinhos.
° O pijama daquele dia era igual ao da foto aí em cima, ela tava sensual, por isso que eu falei que me apaixonei pela minha avó. Bom, naquela vez foi aquela sensação que senti ao vê-la depois do ato sexual. Quem diria que uma mulher madura, tão gostosa como a minha avó, ia me mostrar que o sexo era delicioso e pegando fogo?! Ao mesmo tempo, era um ato que fazia a gente lembrar do sentimento de amor entre duas pessoas. Eu sentia ela de um jeito diferente, comecei a amá-la como mulher, como uma mulher, e não mais como avó. E acho que minha avó também vai me ver como parceiro sentimental, e não mais como neto, porque o jeito dela de curtir o sexo era incrível, e ainda faltava conhecer mais qualidades que vou contando mais pra frente. Mas vou dar um pequeno exemplo: *ela gosta de transar se tiver uma camisola ou um vestidinho vestido, parece que é uma fantasia pequena que nunca realizou com o vovô*. Por enquanto, quero só terminar essa parte do meu relato com algo que quero deixar claro: desde a data que consumamos nossos desejos mais baixos e nosso amor incondicional, a paixão por ter mais encontros carnais foi aumentando. Lembram quando eu falava que só nos fins de semana eu podia possuir ela, e que raramente durante a semana ela se deixava tocar, e se tivesse sorte eu podia comer ela de conchinha? Pois isso foi mudando aos poucos, hein? Agora a intimidade era mútua, minha avó me tratava tão bonitinho, meu nome ou apelido ficaram de lado e ela começou a me chamar de meu amor, querido ou meu coração, coisas doces que toda mulher fala ou faz quando tá apaixonada. Bom, pra terminar isso: depois de transar com paixão com minha avó, a gente voltou a visitar o túmulo do vovô, porque minha avó queria deixar flores e falar umas coisas pra ele. Foi algo de boa, ela arrumou o lugar onde o vovô descansava e deixou tudo limpo. Claro, eu ajudei, mas não conseguia parar de sentir o peito pesado. Talvez fosse culpa, porque eu tirei dele a sua... Mulher pro vô, mas já que ele não tinha mais ninguém na vida dele, o que podia acontecer? Depois daquela visita, mal passaram dois dias e a gente transou de novo com a minha avó, e dessa vez foi mais delicado, porque rolou num momento inesperado daquele dia... Valeu por ler meu post, lembra que a história ainda tem desdobramentos, porque até agora só consegui contar a quarta parte de tudo que vivi. O próximo capítulo vai ser mais interessante, porque vão aparecer novos personagens da minha família, mas não criem muita expectativa, porque são só aparições rápidas que vou explicar com calma. Muito obrigado e a gente se vê na próxima...
Quando tudo isso começou, não existia luxúria ou desejo em mim de querer comer minha avó. A única coisa que eu fazia era experimentar os prazeres que a vida me dava, e eu gostava disso. Gostava de sentir aquela sensação que só de tocar nos peitos e na bunda enorme da minha avó me provocava. Foi assim que fui descobrindo muitas coisas interessantes. Lembro que no começo eu só gostava dos peitos dela, já que era a coisa mais materna que eu tinha ao meu alcance. Os peitos dela me faziam lembrar da minha casa com meus pais e também de como cheguei até esse lugar onde minha avó morava, por causa de certos fatores que eu causei. Era tanto o meu desejo de acalmar aquela tristeza com os peitos da minha avó que, sem perceber, fui desejando e descobrindo o corpo dela. Assim, cada dia ficava mais erótico o fato de querer tocá-la. Eu gostava porque era muito gostoso acariciar as partes milf que minha avó tinha, e sinceramente não era ruim. Quando comecei a me esfregar e fazer minhas loucuras, o que já era bom ficou ainda mais gostoso. Me dava prazer lá embaixo. Comecei a me apaixonar pelo que meu corpo sentia, e assim fui avançando, buscando prazer, até que cruzei a linha, literalmente e em todos os sentidos! Vocês já vão entender como eu me esfregava... pois é, linha, cruzar! Hehe! Melhor continuar.
Assim, minha avó deixou as coisas rolarem até a gente ter intimidade. Não foi a melhor transa do mundo, mas era um começo. Essa parte da história tá nos meus outros contos; se quiser entender minhas referências, dá uma olhada lá.
No começo foi chocante, porque nossos corpos não eram compatíveis — e tô falando da diferença de idade. Eu não cabia confortavelmente atrás da minha avó pra poder me satisfazer com aquele corpo lindo. Mas com o tempo, até chegar ao ponto de conseguir dar conta daquele corpo exuberante e sensual, as condições na intimidade foram mudando aos poucos. O cenário de uma relação sexual rolando sempre foi na cama, todo fim de semana lá pela meia-noite, até chegar ao ponto de ter intimidade e confiança mútua. Minha avó me deixava me expressar e experimentar o prazer. Lembro que ela me permitia descobrir um monte de sensações, sempre com vontade de comer ela. Nunca tive coragem de ir mais longe... até agora! Nossa intimidade se baseava numa coisa só: poder curtir ela de conchinha ou de ladinho até ficar satisfeito. Era a única posição que a gente conseguia fazer. E, como eu tava sempre com tesão nela e a excitação subia rápido naturalmente, começamos a transar nessa posição. Isso também tá nos meus outros relatos. Eu achava que essa posição era, até então, a melhor do mundo. Toda noite que eu podia tocar nela, simplesmente acariciava e enfiava delicadamente até ficar satisfeito. Mas às vezes deixava ela no meio, porque não aguentava aquela mulherão. Mas nada me prepararia pro que ainda faltava descobrir. E assim começa a nova fase que eu viveria com minha avó...! Nossos dias ainda seguiam "normais". Nossa relação íntima era, digamos, natural? Porque toda noite a gente simplesmente deixava nossos corpos se consumirem. Bem, minha avó deixava eu consumir o corpo dela, porque, como eu tava dizendo, ela agia com muita delicadeza e deixava as coisas fluírem. Além disso, ela permitia que eu fosse quem pedia, e não negava, desde que eu estivesse acariciando ela. Vocês não fazem ideia de como é gostoso uma mulher tão madura e grandona permitir que alguém como eu aproveite tudo que ela tem. No âmbito sexual, pra mim era algo único na vida, mas pra sociedade seria muito errado e pra outros uma sorte invejável. Ainda bem que vivíamos afastados das pessoas e da sociedade. Cada vez mais eu me sentia especial só porque podia ter intimidade com minha avó. Meus constantes arroubos de luxúria me levavam a desejar mais prazer, só podia aproveitar tudo que dava até gozar gostoso dentro da minha avó. Como só tinha uma chance a cada fim de semana, as coisas eram assim. Isso já estava virando rotina, eu precisava encontrar um jeito de curtir aquele ato de forma diferente. Queria sentir um sexo onde pudesse meter nela e ao mesmo tempo chupar os peitos dela, era o que mais me dava tesão. Queria poder acariciar o corpo dela com as duas mãos, sentia que dava pra fazer mais coisas, e o que eu mais desejava era vê-la nua, queria ver aquele corpanzil sendo satisfeito por mim. Meus desejos ficavam mais fortes a cada dia, não conseguia controlar algo que não conhecia, meus instintos depravavam minha mente, me corroíam aos poucos, me fazendo alucinar cenários onde minha avó me queria com luxúria como se eu fosse o único macho dela, com gemidos chamando meu nome sem parar, me pedindo pra deixar ela cheia de porra ou coisas assim? Eram pensamentos que me deixavam louco, eu até alucinava isso enquanto tinha intimidade com minha avó. Foi assim que meus encontros noturnos com ela ficaram mais agitados, meu corpo ansiava por aproveitar aquele momento de outro jeito, queria satisfazer minha avó e ao mesmo tempo encontrar o prazer que meu corpo pedia. Então um dia comecei a ter uns espasmos, o que acontecia era que eu empurrava com força meus quadris pra penetrar fundo na minha avó e injetar o máximo de sêmen possível. Quando eu fazia isso, às vezes minha avó se arrepiada e ficava emocionada, fazendo os dedos dos pés dela se fecharem como nós ou se abrirem a cada descarga que eu dava. Isso já não era mais natural, já que minha avó logo despertaria aqueles desejos sexuais que ela tinha escondidos. Isso também era uma cena tão quente que, instintivamente, minha avó aos poucos começava a entrar no cio e tentava empurrar o corpo, jogando aquele rabão enorme para trás, deixando ele durinho, fazendo com que eu pudesse penetrá-la bem fundo. Isso me deixava louco e, pelo visto, também agradava minha avó. Assim, a buceta dela bebia todo o meu leite por completo. Isso acontecia quando eu ficava excitado e pensava nessas fantasias, e acabava passando o tesão para ela. Como me deixava muito excitado, eu dava uma boa comida gostosa, e a natureza instintiva da minha avó, de ser fêmea e mulher, fazia ela aproveitar o momento.
Assim nos sentimos em total confiança e nossas carnes se desejavam mutuamente, todo fim de semana já era como um ritual fazer safadezas na cama e ficou mais frequente fazer um pouco mais cedo pra evitar o cansaço do dia seguinte. Fazendo esse tipo de coisa, não sei quanto tempo durou, talvez meses? A verdade é que não faço ideia, ou foram alguns anos? Essa parte não lembro direito quanto tempo a gente transou na posição de conchinha, mas foi o essencial no desenvolvimento da nossa intimidade sexual. Tem algo que posso dizer com certeza?! Que foi um tempão e foi maravilhoso ter intimidade daquele jeito. Ao transar com minha avó, eu acariciava e amassava a bunda grande dela pra poder sodomizá-la e provocá-la pra ela empurrar a raba toda vez que a gente transava e eu pudesse penetrar até o fundo. Então, como as coisas já estavam pegando fogo e nossos corpos se entrosavam, no dia em que estávamos na piscina depois de fazer nossas obrigações e decidimos tomar banho juntos, aconteceu o que eu tanto queria: comê-la de um jeito diferente. Pela primeira vez, minha avó despertou a luxúria dela, o instinto de mulher. Naquele dia, aprendi algo tão suculento que me deixou muitas sensações no corpo: comê-la de quatro, a posição celestial. A lembrança de sentir meu pau deslizando dentro da buceta dela e sentir aquela textura deliciosa das dobras vaginais era incrível. Agora eu queria aprender mais, porque essa primeira posição, a de quatro, foi ela mesma quem me ensinou, buscando o conforto perfeito. Aliás, naquela época eu não sabia como chamava essa posição, então tentei comparar com a dos coelhos. Do mesmo jeito, aproveitei tanto que minha mente só pensava na imagem daquele rabão enorme na minha frente sendo atravessado pelo meu pau.
Daquele dia em diante, a gente manteve a rotina normal, tipo, fazendo nossas obrigações como sempre e aproveitando um fim de semana pra transar, mas isso durou pouco tempo. Minha vontade de experimentar de novo aquela posição que eu tinha amado era muito forte. Toda noite eu ia animando ela mais e mais a aceitar o desejo carnal. Acho que foi assim que minha avó se encheu de luxúria. Eu ficava provocando ela direto, até que chegou um dia em que ela não aguentou mais. Não resistiu à vontade e a gente ficou um pouco mais animado que o normal. A gente brincou com carícias e beijos, algo que não era comum. Eu chupava os peitos dela e me enfiava entre as pernas dela. Ela deixava eu fazer isso enquanto acariciava minha cabeça e se contorcia quando eu chupava os bicos dos peitos dela com força. Depois, ela se virava e me puxava contra o corpo enorme dela, me beijava na bochecha e devorava meus lábios. Ela tava perdendo o controle, a luxúria dela tava transbordando! Era maravilhoso ver ela se transformar numa mulher cheia de tesão. Eu aproveitava e beijava os peitos dela. Aí ela se virou de novo e se deitou, me deixou deitar entre as pernas dela de novo e eu curti os peitos dela. Era algo foda. Agora eu só queria comer ela. De tanto brincar, consegui deixar ela com vontade, e de um jeito carinhoso, ela deixou eu esfregar meu pau na buceta dela. Minha avó tirou a calcinha dela e deixou eu roçar meu pau. Ela já queria que eu comesse ela de pernas abertas, mas eu não sabia como se comia naquela posição, porque até então eu só conhecia a posição de conchinha. Até a posição de quatro foi minha avó quem me ajudou a enfiar o pau. Como eu disse, não tinha experiência, mas pelo menos tinha minha avó disposta a me ensinar. Depois de esquentar e brincar com nossas partes íntimas, minha avó me parou por um momento e fez uma proposta que me deixou fascinado. Eu disse que sim pra proposta dela. Então ela se levantou e foi pegar o rádio, e como daquela vez que aconteceu com o rádio velho, ligou ele de novo, e assim a gente tinha um pouco de luz pra curtir aquela noite. Pra ser sincero, foi a melhor coisa. delicioso e celestial.
Minha avó ficou confortável e se deitou na cama, depois abriu as pernas e me disse para deitar. Fui entre as pernas dela e encaixei meu pau na altura da buceta dela. Com os dedos, ela começou a esfregar a ponta do meu pau na buceta dela, me fazendo delirar. Depois, acariciava minha cabeça com a outra mão e me deixava hipnotizado com o prazer que ela me fazia sentir. Minha avó só se tremia, devagar a buceta dela ficou toda molhada com meus fluidos e os dela. Sem mais, ela não resistiu ao prazer e encaixou meu pau, me mandando empurrar o quadril pra penetrar devagar. Minha avó deu um gemidinho leve, depois largou tudo e me segurou pelos ombros, e começamos a aproveitar. Penetrar ela assim não me dava muito prazer, mas sentia muito tesão, e pelo visto ela adorava. Assim, comecei a chupar os peitos dela enquanto minha avó curtia meu pau. Depois de um tempo de sexo excitante e os peitos mordidos, ela não aguentou mais e me afastou delicadamente. Foi a primeira vez que senti frio no pau, me toquei e estava todo melado dos fluidos vaginais da minha avó, era incrível. Depois, minha avó se levantou, virou de costas e ficou de quatro. Ela acariciou a bunda dela como se estivesse deixando pronta pra mim, e então colocou o rosto no travesseiro e lentamente empinou as nádegas enormes. Minha avó tinha uma bunda descomunal, ver algo que me provocava tanta luxúria e excitação não me deixava pensar direito, era algo fora deste mundo. Ver aquela silhueta enorme fazia meu pau ficar mais duro que pedra.
A vista era de tirar o fôlego, tava hipnotizado vendo aquela gostosa se colocando numa pose tão erótica, aí ela falou pra eu ficar atrás dela ou será que já não queria mais? (Minha avó tava fora de si). "Será que você só quer fazer isso deitado na cama?" Ela me disse! Recusei na hora, queria continuar na pose que ela tava me oferecendo, então também me liguei, tirei a cueca e fui pra ação.
Sem perder tempo, me coloquei atrás dela, ganhando uma vista impressionante. Pela primeira vez, pude sentir o aroma hipnotizante e forte que a buceta da minha avó exalava. Ao vê-la tão sensual e praticamente me oferecendo aquele rabo naquela pose, meu pau ficou mais duro que pedra. Doía pra caralho, sentia que ia explodir, inchava e pulsava sem parar. De novo, me sentia sufocando no meu próprio êxtase, sem conseguir controlar a respiração, mal conseguia puxar o ar. Me ajeitei melhor, e a buceta dela era impressionante, mas ainda tinha algo que não batia.
Não entendia por que minha avó não se atrevia a fazer algo assim? Sentia vergonha? Como ela dizia, talvez tivesse insegurança sobre o corpo dela?! Mas pra mim ela era uma delícia e gostosa, tava mais boa que o pão. Aí eu me animei a comer ela, já que ela abriu um pouco as nádegas pra ter um plano melhor da buceta dela.
Então eu me encostei e me esfreguei onde já sabia que tinha que fazer, minha avó deu um pequeno pulo quando eu fiz isso, depois fui experimentando e ajustando pra ver como meu pau entrava nela, ela com o tesão lá em cima foi me ajudando com os dedos pra eu conseguir penetrar ela direitinho, então nós dois estávamos metidos na parada, nada importava naquele momento, só existíamos ela e eu! um homem e uma mulher prestes a transar gostoso, tudo era tão visual, ver a silhueta daquele rabão enorme e pensar em como a pontinha do meu pau ia entrar era muito excitante.
Não consegui mais me segurar, com as provocações que minha avó fazia, rebolando a bunda, criei coragem e pela primeira vez perguntei se já podia fazer. Minha avó, com a voz trêmula de tesão, respondeu: "Pode! Coloca devagarzinho". A voz dela era sensual, nós dois caímos na luxúria. Ela, toda fogosa, encaixou meu pau na buceta dela e eu penetrei devagar. Porra, que sensação do caralho, me levou direto pro paraíso. O céu e as nuvens não eram nada perto daquele prazer maravilhoso. Minha avó só gemia baixinho e repetia várias vezes: "Isso, isso, isso, meu amor, assim..." com aquela voz sensual. Comecei a mexer os quadris devagar e minha avó ficou muito empolgada, disse de novo: "Assim, devagar, meu amor, suave!" Sempre com aquela voz que parecia gemer e falar ao mesmo tempo, era uma delícia ouvir ela. Segurei a cintura dela e massageei a buceta delicadamente, do jeito que ela pedia, porque ela me guiava pra eu fazer direito. Da minha parte, eu tava nas nuvens, era tão gostoso penetrar ela que eu não conseguia me concentrar. A sensação do meu pau roçando dentro da minha avó era maravilhosa, uma delícia que eu não conseguia processar tão fácil. Cada vez os gemidos dela ficavam mais excitantes. Minha avó começou a empurrar a bunda com mais força, queria sentir uma penetração mais funda! Até que não aguentou mais, com aqueles gemidos entre os dentes cerrados, encostou o rosto na cama porque dava pra ver a silhueta dela, se ajeitou perfeitamente e pegou a própria bunda com as duas mãos, abrindo as nádegas de par em par, me deixando passar pra poder penetrar ela ainda mais gostoso.
A buceta dela tava me devorando por completo enquanto ela mantinha as nádegas abertas pra me dar passagem, aquela xota linda não tinha fundo, eu pensei que a buceta dela tinha se moldado ao formato do meu pau?!, foram tantos anos de sexo que eu achava que já conhecia a sensação de penetrar ela, tava completamente enganado, enquanto eu tava comendo ela e empurrava meu pau devagarzinho, santo deus do céu bendito, penetrar ela naquela posição me esquentava ainda mais e minha luxúria explodia ferozmente, sentir como eu metia meu pau na buceta dela me enlouquecia, minha excitação disparou pra níveis incompreensíveis, finalmente eu tinha minha avó na minha frente devorando meu pau, minhas fantasias tavam se realizando e minha avó não ficou atrás, num instante ela procurou minhas mãos pra me puxar com força e foi o que aconteceu, ela pegou minhas duas mãos e me puxou contra ela, parecia que queria que eu penetrasse mais forte e mais fundo.
Não sei como descrever essa sensação, sabia que estava transando com minha avó, podia sentir meu pau entrando na buceta dela, o corpo dela estava lindo demais, ver como a buceta dela devorava meu pau não tinha palavras pra isso, os gemidos abafados dela ecoavam nos meus ouvidos, sentir como ela me curtia em cada metida de pau era magnífico, era uma delícia ouvir ela gemer e respirar com dificuldade com os dentes cerrados, eu não conseguia me controlar, então começamos a ter o melhor sexo que eu poderia ter provado em toda a minha vida, minha querida avó estava rebolando o corpo no meu ritmo e comecei a bombar bem gostoso aquele corpo gostoso, cada metida era mais tasty e eu sabia porque ela gemia gostoso, a penetração era profunda e parecia que ela estava curtindo cada vez com mais intensidade, ela estava virando uma fera.
Cada vez que eu enfiava com força meu pau nela, minha avó começava a gemer e pedir pra eu meter com mais força! Nós dois estávamos empurrando nossos corpos, fazendo eles se fundirem apaixonadamente, as reboladas dela na cintura estavam cada vez mais intensas, minha mente estava totalmente focada em não perder o ritmo. Vó: Assim, meu love, mais gostoso, sim! Eu: respirava pesado e empurrava com toda a minha pélvis! Vó: Hmm, sim, assim, assim, huuuui. Aiii, que gostoso, entre dentes cerrados (ela estava gozando). Eu: segurava ela pela cintura pra sincronizar nosso ritmo de trepada, porque minha avó tinha se descontrolado completamente. Vó: que gostoso, huuuui (aqui ela rebolou com mais força a bunda, fazendo nossos corpos baterem um pouco). Eu: sentia meu pau derretendo de prazer! Assim, rebolando e rebolando, minha avó se excitou e entrou na fase de prazer desenfreado, era uma fera que pedia mais e mais sexo, começou a empinar a bunda pra sentir uma penetração profunda e deliciosa, os gemidos dela cada vez mais fortes e abafados, será que eu tava mesmo transando com uma mulher tão fascinante?! Continuamos metendo forte, nossos corpos se chocavam como se estivessem se batendo um no outro, era uma sensação espetacular, ouvir a gente se chocando era uma delícia. Fazendo isso, minha avó não conseguia se controlar de jeito nenhum, meu pau deslizava livremente naquela buceta gostosa, e assim começamos a bater, ela com a bunda e eu me chocando nela, a bundona dela começou a se chocar ferozmente contra minha pélvis e ela gostou tanto que de novo pegou a própria bunda e abriu bem, estava muito extasiada, meu pau chegava até a raiz na buceta dela, eu tinha ele na minha frente, ao vivo e a cores, meu pau sumindo uma e outra vez, a buceta dela começou a lubrificar como uma louca, dava pra ouvir a poça d'água onde meu pau borbulhava, não podia acreditar, minha avó estava me desvirginando de novo, isso não era nada parecido com o que a gente fazia de noite, era muito mais gostoso. depois de ficar esfregando minha pica na buceta dela, ela pediu pra eu meter até o talo e achei bem mais excitante, mas eu não tinha como dar mais forte! Não conseguia me apoiar em nada, aí tive a ideia de ficar de pé e me abrir tipo um alicate e meter nessa posição com todo o meu peso, e foi algo incrível, imaginem que minha avó arqueou mais firme a bunda e eu socando de cima enquanto ela ficava bem empinada recebendo minhas metidas de pica bem gostosas do jeito que ela gostava, não demorou muito e ela começou a gemer igual uma louca.
Fazendo essa jogada, minha avó perdeu a razão, já não era mais ela mesma, começou a gemer mais alto, a respirar com mais dificuldade, e os gritos dela eram música pros meus ouvidos, parecia que fazer aquela pose dava ainda mais prazer pra ela, algo tava vindo, algo tinha que acontecer ao sentir o êxtase no auge... Avó: siiiim, meu amor siiiim, assim assim assim! Uiii uiii* Avó: rangendo os dentes, uiii se você não para! Continua continua siiiim~ Eu: respirando pesado pra não gozar rápido, bom, na real a gente já tava fazendo isso há muito tempo, já era hora de encher o peru! Avó: siiiim, aíiii aí aí, ah ah ahhhi...! Senti que ela mordia os lençóis cada vez que se expressava sentindo um puta prazer. Eu: ainda respirando e ouvindo o que minha avó sentia com cada estocada. Avó: começa a se descontrolar de euforia?! Parece que já não aguentava mais, sentia o corpo dela tremer como se tivesse frio, mas muito exagerado (o que será que tava rolando com ela?). Nessa parte ela se descontrolou, rebolando a bunda enquanto eu marcava o ritmo, foi algo tão abrupto que do nada meu pau saiu da buceta dela e minha avó começou a mijar que nem uma gostosa (ela tava tendo um orgasmo?). Avó: uuui ~ uuui, o corpo dela se estremecia e tremia de prazer! Eu: ouvindo como ela jorrava com força, acho que teve um orgasmo? Avó: mordendo os lábios e balançando a bucetona enquanto tremia que nem um chihuahua. Eu: me ajeitando pra penetrar ela de novo! Avó: empina deliciosamente e se ajeita de novo pra deixar eu continuar com o ato que a gente tava tendo! Eu: penetrando ela de novo! Nós dois gemíamos de prazer na hora de meter meu pau de novo, e continuamos transando, mas dessa vez de um jeito mais suave, minha avó tava me aproveitando ao máximo, eu tava me divertindo pra caralho, não sentia nada além de prazer, porque a única coisa que eu tinha que fazer era não me exaltar pra não gozar rápido, seguimos fodendo como se fôssemos dois animais, minha avó tava incontrolável, os gemidos dela enchiam de muito tesão, e o que eu sentia naquele momento era o atrito do meu pau dentro da buceta dela. Minha avó também sentia, porque num dado momento, com um gemido, ela disse: "Você tá queimando dentro de mim, meu amor! Aí!!!" Continuamos rebolando nossos corpos e minha avó se acalmou por um instante, acho que pra recuperar o fôlego, mas não parava de rebolar aquele rabão enorme enquanto eu tava metendo. Bom, respiramos um pouco, isso me deu tempo pra acariciar as nádegas dela, e ela gostava. Depois acariciei a cintura e as costas dela, e assim ela relaxou um pouco mais.
Depois a gente acelerou o ritmo de novo e minha avó não parava de gemer igual uma louca, quase dava pra dizer que ela gritava de prazer. Eu já não me aguentava mais, sentia que ia gozar logo. A gente se mexeu um pouco mais, e minha avó começou a tentar tirar meu leite, enquanto rebolava aquele rabão enorme contra o meu corpo. Ela gritava e gemia mordendo os lábios, e eu não aguentei aquele prazer avassalador, tava acabado. Cheguei no meu limite, não resisti, apertei os dentes e soltei tudo, dentro da minha linda avó. Ela percebeu na hora porque meus jatos eram muito quentes. Então, pra terminar do melhor jeito, coloquei todo o meu peso na bunda dela e gozei com tudo lá no fundo da buceta da minha avó. Tava tão dentro dela que meu pau parecia adormecido, isso quer dizer que tava cercado pela carne vaginal da minha avó. Ela tava extasiada e tentava se manter de quatro pra eu continuar penetrando ela até o talo enquanto gozava igual um animal.
As ondas de porra que eu injetava direto no útero da minha avó eram incríveis, cada jato era um manjar divino dos deuses, a gente tava tão imerso na nossa luxúria que nada mais importava, foi assim que soltei tudo que eu tinha guardado nas minhas bolas e minha avó sugou tudo até a última gota, era tanta carga que até transbordava da buceta dela, a gente ficou um tempão naquela posição porque era muito gostoso, minha avó não conseguia se mexer um centímetro, eu não queria sair daquele rabão dela, dava pra sentir que ainda tava dentro dela, era muito gostoso ficar assim grudados que nem animais. Depois de um bom tempo, a gente decidiu parar por ali e devagarzinho mexemos nossos corpos pra nos soltar, quando tirei meu pau da buceta dela, ouvi uma espécie de borbulhando bem na minha frente, será que era o resto de porra começando a escorrer da buceta da minha avó?
Depois de me acomodar e minha avó se deitar na cama, ela me pediu pra acender a luz porque precisava fazer alguma coisa. Fui com cuidado até o interruptor, já que o rádio ainda estava ligado. Quando acendi a luz, pude vê-la: nua, só cobrindo os peitos com um lençol. O rosto dela estava corado e o cabelo bagunçado. Ela estava tão gostosa que me apaixonei. Senti que minha avó era uma mulher linda, feita pra mim, e eu só queria amá-la loucamente. Depois disso, ela timidamente arrumou o lençol e disse que precisava sair pra se limpar. Pensei que fosse limpar o suor ou algo assim, mas acho que foi limpar o esperma que tinha na buceta dela. Quando ela se levantou, vi a bagunça que fizemos, então tirei os lençóis que manchamos e coloquei outros. A verdade é que não podia acreditar que tinha comido tão gostoso minha avó, e naquela cama onde um dia o vô também comia ela. Depois me vesti e esperei na cama. Minha avó voltou bem limpinha e de pijama, o que me enlouqueceu de amor. Amava aquela mulher com todo meu coração. Então ela se deitou do meu lado, me deu um beijinho e sussurrou no meu ouvido que o que fizemos (tipo, sexo) foi maravilhoso e muito gostoso. Apagamos as luzes e dormimos assim que apagamos, bem agarradinhos.
° O pijama daquele dia era igual ao da foto aí em cima, ela tava sensual, por isso que eu falei que me apaixonei pela minha avó. Bom, naquela vez foi aquela sensação que senti ao vê-la depois do ato sexual. Quem diria que uma mulher madura, tão gostosa como a minha avó, ia me mostrar que o sexo era delicioso e pegando fogo?! Ao mesmo tempo, era um ato que fazia a gente lembrar do sentimento de amor entre duas pessoas. Eu sentia ela de um jeito diferente, comecei a amá-la como mulher, como uma mulher, e não mais como avó. E acho que minha avó também vai me ver como parceiro sentimental, e não mais como neto, porque o jeito dela de curtir o sexo era incrível, e ainda faltava conhecer mais qualidades que vou contando mais pra frente. Mas vou dar um pequeno exemplo: *ela gosta de transar se tiver uma camisola ou um vestidinho vestido, parece que é uma fantasia pequena que nunca realizou com o vovô*. Por enquanto, quero só terminar essa parte do meu relato com algo que quero deixar claro: desde a data que consumamos nossos desejos mais baixos e nosso amor incondicional, a paixão por ter mais encontros carnais foi aumentando. Lembram quando eu falava que só nos fins de semana eu podia possuir ela, e que raramente durante a semana ela se deixava tocar, e se tivesse sorte eu podia comer ela de conchinha? Pois isso foi mudando aos poucos, hein? Agora a intimidade era mútua, minha avó me tratava tão bonitinho, meu nome ou apelido ficaram de lado e ela começou a me chamar de meu amor, querido ou meu coração, coisas doces que toda mulher fala ou faz quando tá apaixonada. Bom, pra terminar isso: depois de transar com paixão com minha avó, a gente voltou a visitar o túmulo do vovô, porque minha avó queria deixar flores e falar umas coisas pra ele. Foi algo de boa, ela arrumou o lugar onde o vovô descansava e deixou tudo limpo. Claro, eu ajudei, mas não conseguia parar de sentir o peito pesado. Talvez fosse culpa, porque eu tirei dele a sua... Mulher pro vô, mas já que ele não tinha mais ninguém na vida dele, o que podia acontecer? Depois daquela visita, mal passaram dois dias e a gente transou de novo com a minha avó, e dessa vez foi mais delicado, porque rolou num momento inesperado daquele dia... Valeu por ler meu post, lembra que a história ainda tem desdobramentos, porque até agora só consegui contar a quarta parte de tudo que vivi. O próximo capítulo vai ser mais interessante, porque vão aparecer novos personagens da minha família, mas não criem muita expectativa, porque são só aparições rápidas que vou explicar com calma. Muito obrigado e a gente se vê na próxima...
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