Fiquei uma semana inteira sem notícias da minha namorada, nem como ela tava, nem onde tava. Já na minha casa, tentei esvaziar a mente e refletir sobre minhas atitudes. Definitivamente, tinha sido um idiota, tinha traído minha namorada sem motivo nenhum, só por causa de umas suposições e, principalmente, porque a Ludmila era a tentação em forma de mulher. Passei bem deprimido, falei pouco com meus amigos, não saí de casa e fiquei me masturbando sempre que dava. Tava começando a me sentir de novo como aquele adolescente com quarto só pra ele e o computador. Passei a semana inteira vendo pornô e mais pornô, tanto que minha rotina virou isso: Acordava às 7 da manhã, quando minha mãe ia trabalhar e minha irmã ia junto pra depois ir pra faculdade. Me masturbava por duas horas seguidas com todo o pornô que conseguia achar. Gozava duas ou três vezes, sempre na mesma coisa: uma calcinha fio dental da minha irmã.

Depois eu tomava café da manhã enquanto via algum anime bem ecchi, nessa hora eu tava vendo Prison School e Monster Musume, o que já me deixava com a pica dura pra caralho. Terminava e ia pra sala treinar com vídeos na TV. Eu seguia uma mina que tinha uma bunda enorme e sempre malhava com o pau todo ereto.


Eu me lavava e soltava tudo no chuveiro, voltava a me masturbar e sujava minha mão com meu próprio esperma. Quando terminava, minha irmã voltava da faculdade e a gente almoçava junto vendo Sex Education ou Euphoria. Nem preciso dizer que as duas séries são bem sexuais pra caralho.

Pra continuar o dia, eu continuava me masturbando cada vez mais. Sempre que tinha tempo, me despia completamente, trancava a porta do meu quarto, apagava todas as luzes e meus olhos não desgrudavam do pornô no meu computador, enquanto rezava pra que nem minha irmã nem minha mãe me incomodassem, muito menos passassem pela porta e ouvissem toda a pornografia que eu tava consumindo.


Tava deprimido e bem doente. Tava com vontade de ligar pro Cristian e falar que ia na casa dele só pra gente comer a Ludmila juntos. Sabia que ele tava com ela fazendo tudo que queria, sabia que era só ligar e pegar um ônibus pra ter uma puta chupando minha pica. Mas não queria continuar traindo a Lucia.

Era domingo de manhã e eu tava prestes a começar minha rotina de novo. Continuava sem notícias da Lucia, ainda tava bloqueado por ela. Ouço a porta da minha casa e saio pra pegar papel higiênico pras minhas 2 ou mais horas de punheta. Saio pelado com meu pau duro, já que não durmo com roupa. Minha irmã ainda tava lá.Irmã: Nossa Eze, que sem noção
Eu: Desculpa... achei que não tinha ninguém
I: E ainda nem se cobre (Eu me cubro)
Um silêncio profundo invade a sala, minha irmã tava com a roupa de dormir dela, que era uma camiseta grande e larga com, provavelmente, uma fio dental. Embora tivesse uma grande chance de não ter nada por baixo, já que aquela camiseta chegava quase nos joelhos dela.
H: Cê não tá bem, né? Y: Por que você diz isso?
H: Não sou idiota. Você não saiu de casa nesses dias, sua namorada não vem te ver e nem ouvi vocês conversando por ligação. E pra piorar, o dia inteiro dá pra ouvir pornô saindo do seu quarto, eu e a mãe ficamos ouvindo.
Y: Bom... eu tenho necessidades.
H: Isso é necessidade? Mostra a calcinha cheia de porra seca e outra bem molhada.

Y: Perdão H: Não foi nada, maninho... mas é pra tu ter uma namorada que satisfaz tuas necessidades... porque, vamos ser sinceros, ela é mais gostosa que qualquer uma.
Y: ...
H: Ah... é esse o problema? Ela te traiu?
Y: Não, não... eu pensei que sim... mas parece que não... e eu... eu que traí ela...
H: Sério???
Y: Sim... com o Cris, a gente comeu uma vizinha dele
H: Os dois juntos?? Ufa, caralho
Y: Sim...
H: Vem, senta, mas antes... veste alguma coisa
Me vesti e tomamos café da manhã juntos enquanto contei tudo que rolou, com todos os detalhes. A gente se dá muito bem com minha irmã, então pude contar desde o mais pequeno até o maior, desde o mais normal até o mais sujo. Ela conseguiu me entender muito bem, mesmo achando que fui um otário por ter traído minha namorada, de algum jeito ela entendia que os homens são fracos, ainda mais na minha idade.
H: Ufa, verdade, tô em choque
Y: Sim... e amanhã começo meu último ano do ensino médio
H: Então hoje tu vai pro teu rolê?
Y: Sim, mas acho que não vou
H: Por quê?
Y: Sei que a Lucia vai estar lá e não sei se quero trombar com ela
H: Bom, mas trombar com ela, tu vai trombar amanhã na escola
Y: ...
H: Ah, tu é um bobão, Eze. Me fala que tu não tinha pensado nisso
Y: Sim, sim, mas uma coisa é ver ela na escola, outra é ver ela numa festa
H: Mas pensa, vocês dois já são maiores, têm 18 e com certeza vai ter álcool. Tu traiu ela e ela... ela é linda, tem pica de sobra.
Y: Cê acha que ela vai comer outro?
H: Sei lá, eu se fosse ela já tinha te traído até com teu treinador de futebol, haja
Pensei e refleti mais um pouco com minha irmã, acho que era super necessário eu ir, precisava ter certeza de que tava tudo bem com a Lucia, que a gente conseguia resolver as coisas. E acima de tudo, garantir que ela não me traísse com ninguém.
H: Eu no teu lugar, ia, não seja otário
Y: Tá bom...
H: Já te falei, hein, no meu rolê eu acabei por acidente trancada num porão com meus dois melhores amigos
Y: Por acidente?
H: Juro, haja, a gente não sabia que só tinha podia abrir por fora. E: E aí, o que rolou? H: Ah, tu não faz ideia da trepada que me deram, pelo visto não eram tão meus amigos assim, e os dois confessaram que se juntavam pra fantasiar comigo, que eu deixava eles muito excitados e lembrava a atriz pornô favorita deles.

Encontrei várias semelhanças entre esses amigos dela e eu com o Cristian, que no começo ficávamos só na fantasia de comer a Lucia, mas no final consegui ficar de namorado com ela. E: Uff H: E é isso... me ofereci pra realizar a fantasia deles. Na hora me colocaram pra chupar pau e uff, delicioso demais kkk. Acho que no fim passamos a noite inteira lá, literalmente. E bom... deixei eles tirarem minha virgindade do cu. E: Deus, não sabia que você era tão putinho assim. H: Não se faz, hein, vi como você deixou minha calcinha fio dental. E: Desculpa... H: Kkk relaxa, vai pro upd, senão a Lucia vai acabar pior que eu.


Minha irmã se levanta e vem na minha direção. Coloca as mãos nas minhas pernas e aperta elas pra se segurar. Chega perto do meu ouvido e, bem baixinho, me diz o seguinte: I: "A propósito, maninho... se eu te pegar batendo uma com outra calcinha minha, tu não escapa dessa."
Ela se afasta de mim e sobe as escadas indo pro quarto dela. Entre medo e tesão, eu não conseguia tirar os olhos daquela bunda linda e enorme que eu tanto agradecia por ter na minha casa, enquanto imaginava como dois caras abriam aquele rabo, aquele cu que devia ser maravilhoso.

Saí correndo pro meu quarto e botei um pornô no computador. Me despi e comecei a bater uma enquanto procurava mais e mais pornô no meu celular. Enquanto me masturbava, chegou uma notificação, era o Cristian C: "Cara, você precisa ver isso". Era uma foto da Lucia, ela tinha postado nos melhores amigos. Ela tava vestida com a roupa já pronta pro upd, era uma vestimenta bem provocante. Uma minissaia excessivamente curta com uma microtanga vermelha, a blusa dela era transparente com a frase típica dos upd. Ela tava usando um sutiã que combinava com a calcinha dela.

C: Vocês não conversaram, né? Y: Não...
C: Mano, tem que fazer alguma coisa, senão ela vai acabar com a pica de outro enfiada na boca.
Y: Deus, que punheta. Eu não conseguia parar de me masturbar enquanto lia tudo aquilo. Tava tão viciado em pornô que não conseguia pensar direito.

C: Além disso, tá rolando um boato de que você fez ela de corna com uma mina. Y: O quê?? Como que isso vazou? Que porra é essa?
C: Não faço ideia, talvez até tenha sido ela mesma. Olha, me mandou um link que levava pra uma publicação no Instagram sobre fofocas, confissões e histórias da escola. A publicação era anônima, feita por uma conta de Instagram sem mostrar foto nem nome. Dizia o seguinte:
X: Fiquei sabendo que o namorado da Lucia, a peituda do último ano, traiu ela. Alguém me explica como um cara desses consegue trair uma gostosa como a Lucia? Anônimo, por favor.
Não entendia como algo assim podia acontecer, alguém sabia e tava contando tudo. Como era possível que outra pessoa soubesse disso? Achava que talvez a Lucia tivesse contado pra Nahir e acabou escapando pra outra pessoa... não entendia nada.
C: Que punheta do caralho, não acredito.
Y: Eu menos ainda.
C: Cê acha que foi por isso que a Lucia postou aquela história? Tô com medo de que ela te meta os chifres.
Y: Também tô com o mesmo medo.
C: Vai no UPD, né?
Y: Não tenho outra escolha. Passei a tarde toda me preparando, pensando no que fazer e me informando sobre como chegar e onde era o UPD. Minha irmã me ajudou a escolher umas roupas, não queria ir tão na temática, mas queria estar mais ou menos decente. Não sabia o que me esperava, mas tinha certeza de que ia ser foda. Às 17h me encontrei com o Cristian na casa dele, a gente ia junto até lá e eu precisava de uma ajuda psicológica do meu amigo antes de ver minha namorada de novo... se é que ela ainda era minha namorada.
Cheguei e ele ainda tava com a Ludmila, a vizinha que ele tava comendo uma semana inteira.


C: E aí, mano, como cê tá? Y: Bem... podia estar melhor.
L: Se quiser ficar melhor, posso chupar você todinho.
C: É boa mesmo, pra te distrair.
Ludmila já nem disfarçava mais. Fazia uma semana que tava na casa do Cristian e já tava pelada, só de microtanga e umas fitas coladas nos bicos. Ela era muito gostosa mesmo, e aquela atitude de puta fácil e usável tava mexendo comigo.


L: Tá bom, não fica me olhando com essa cara (se aproxima e se ajoelha na minha frente). Tira o pau... Não pensei nem um segundo, tirei meu pau que já tava durasso e comecei a foder a boca dela desesperadamente. Os lábios carnudos dela e o começo da garganta tavam me deixando louco, cada vez que sentia a língua dela chegar nas minhas bolas e minha cabeça roçar num buraco novo, surgia um novo desafio: não gozar.

C: Viu como ela ficou obediente? Ainda por cima super submissa, olha. Cristian puxa pra fora aquele pedaço enorme de pau, era hipnotizante ver aquilo, era igualzinho às pirocas que os atores pornô têm. Ele passou lubrificante no membro inteiro e brilhava de um jeito que não dava pra tirar os olhos. Cristian se aproxima, puxa a microtanga pro lado e, quase sem dificuldade, enfia toda a virilidade dele na cavidade anal pequenininha da Ludmila.



L: AY PAPI, ME DESTROZA TUDO. Cristian começa a meter nela enquanto Ludmila grita. Pra calar ela, enfio meu pau na boca dela e começo a foder ela como se fosse uma pussy.

C: Ufa, sim, cala a boca, que ontem uma vizinha veio reclamar dos gritos dessa doente tarada (dá um tapão na bunda dela). A gente comeu ela por uma hora e meia, usei tanto a boca dela, a buceta e o cu. Alguns, tipo o rabo dela, estavam largos demais, tão abertos que parecia que um elefante tinha entrado por ali, então meu pau não conseguia fazer muita coisa. Terminamos banhando a Ludmila de porra, ela acabou caída no chão com esperma nos peitos, na cara, na buceta e no cu.

Lud: Ah... que gostoso que foi, papais... C: Uf, você gostou, putinha?
Lud: Adorei...
C: Fica ou vem? Daqui a pouco a gente tem que ir pro upd.
Lud: Mmm... deixa eu pensar. No tempo que a gente tinha, tomamos banho, nos arrumamos e trocamos de roupa. Foi mais ou menos normal, não tínhamos preparado nenhuma camiseta pro upd nem nada do tipo. Mas levamos o necessário.
C: Bom, espero ter sorte hoje à noite.
Y: Você não quer parar de transar, né?
C: Kkk, não, nem fodendo.
Y: Eu também tô com vontade, mas tô preocupado com a Lucia.
C: Bom... eu sei que vocês se amam, mas você acabou de fazer barbaridades com a Ludmila.
Y: Só comi ela e deixei ela me chupar...
C: Fala sério, porque gozar na garganta dela e sair pelo nariz é super normal... né?



Enquanto a gente batia esse papo, aparece a Ludmila com um vestido bem provocante e capaz de enlouquecer qualquer um. Tinha uma saia bem curtinha e um top que não deixava muito pra imaginação. A Ludmila aparece com alguma coisa na mão, encosta na parede e levanta a saia, mostrando que não tava de fio dental.

Lud: Amores... enfiam esse plug no meu cu? Quero ir assim. C: Você vai toda putona, putona.
Lud: Kkkk, eu sei. A gente pede um Uber e vai direto pra casa de quem tava fazendo a festa, o Martín...
Eram 22h da noite e a gente tava chegando: eu, Ludmila e Cristian.
Y: Ô Cris, entra com a Ludmi você, não quero que a Lucia me veja com ela.
C: Beleza.
Chegamos e vemos a casa do Martín, real não imaginava que fosse assim, já que ele sempre se vestia de playboy favelado. A casa tinha três andares (térreo, primeiro e segundo) e dava pra ver que tinha um quintalzão, era uma casa digna de um riquinho, fiquei impressionado porque o Martín era o oposto disso. Tocamos a campainha e o Martín abre, já tinha música, luz baixa e luzes de led piscando no ritmo da música, álcool e gente, muita gente pra serem 22h.
M: E aí, chegaram! Trouxeram bebida?
C: Óbvio, bro.
M: E vejo que trouxeram uma amiga hein, quem traz mulher ganha uma noite com a insuportável da minha irmã kkk, brincadeira.
C: Já tava criando expectativa.
Lud: Ah, bom, se você vai comer outra, eu aproveito e vou pro quarto com vários hein.
M: Se precisar de pica, eu entro.
Tinha um olhar cúmplice entre a Ludmila e o Martín, eu sei que ela tinha um dom pra reconhecer pausudos sem nem ver a pica. O Martín mandou a gente entrar e a gente entrou.



Y: Bom, cadê a Lúcia? Tão vendo ela? C: Hum, eu não...
Lud: Por ali ela não chegou, não.
Y: Pode ser... Lá dentro, vejo que tem muita gente. Tinha vários da nossa turma e de outras salas do 6º ano da escola. Tinha um monte de mina gostosa, muitas já tavam dançando com um ou mais caras, outras dançavam em grupo ou só bebiam. A gente foi pra fora, no pátio, pra ver o tamanho do rolê e se a Lúcia tava por lá.
Y: Tão vendo ela?
C: Não... Tinha menos gente que dentro, mas vários grupinho de gente fumando, alguns tavam na piscina que ficava do lado de fora, era uma noite quente pra caralho.
Y: Que estranho... será que ela não chegou?
C: É estranho ela não estar aqui.
Lá na piscina, eu vejo bem e noto que a Nahir, melhor amiga da Lúcia, tá lá. Ela tava usando um biquíni do caralho, enquanto eu me aproximava pra falar com ela, pedia desculpa pra Lúcia por ser homem. A Nahir tava extremamente comível, dava vontade de puxar aquela fio dental que ela usava como calcinha e começar a meter na bunda dela. Chego até ela, ela tava com mais dois caras que eu não conhecia.



Y: Fala Nahir, tudo bem? N: Ah. Fala.
Y: Hum... sabe onde a Lucia tá?
N: Você é o namorado, devia saber
Y: É que ela me bloqueou...
N: Pois é, se você vacilou com uma putinha barata
Pega o celular dela e mostra algo pros dois caras que estavam com ela
N: Olha pra quem ela deu chifre
Cara 1: Naaah, a outra tem que ser uma gostosa, senão não faz sentido
Cara 2: É, agora que ela tá solteira, vou arrebentar ela toda
Y: ... Começaram a rir na minha cara... não sabia bem o que fazer
Y: Bom... sabe onde ela tá?
N: Ela veio comigo, então tá aqui, dá uma olhada se não tá em algum quarto...
Faz gestos de que ela tá chupando uma pica
Y: Bom... Já tinha perdido tanto a Ludmila quanto o Cristian, então resolvi procurar a Lucia sozinho. Entrei na casa e vi que ela não estava dançando com ninguém. Olhei em cada canto do andar térreo, mas ela não estava. Cristian e Ludmila dançavam algumas músicas enquanto se pegavam. Subi pro primeiro andar e tinha muitos quartos, a maioria trancada. Entrei no banheiro e não tinha ninguém, mas já tinha uma camisinha usada no chão. Não encontrei a Lucia lá. Subi pro segundo e último andar, tinha menos quartos, uma espécie de sala de jogos e outra de academia, dava pra ver por que o Martín era tão popular. Não encontrei ela em nenhuma das duas salas... a única coisa que encontrei foi um homem ajoelhado chupando outro, já tava sacando que todos os cômodos da casa iam ser usados pra mesma coisa: transar. Y: Upa, desculpa
?: Mmm... não quer que eu chupe o seu também? Quero duas picas só pra mim...
Y: Não, não, valeu, desculpa aí.
Segui meu caminho e vejo que no final tem um quarto com a porta semiaberta e a luz acesa. Chego perto da porta e fico escutando, dava pra reconhecer a voz da Lucia.
L: Ficaria aqui a noite toda...
X: Amiga, tem que dar uma animada, se ele vier, vocês conversam ou algo assim, né?
L: É... mas ele me fez de corna, entende isso?
X: Sim, também já fui corneada, e olha onde eu tô.
L: Foda...
X: Tipo, a gente tem peitões, uma bunda firme e natural, você é uma gostosa.
L: Você também.
X: Então nem esquenta... tá?
Me aproximei e coloquei a cabeça pra ver melhor. As duas estavam só de fio dental, aquela mina não mentia... tinha os peitos tão enormes quanto os da Lucia, era um sonho.

X: Ainda lembro quando te encontrei aqui... no meu quarto kkk L: Ai não, que vergonha X: Você tava engasgando com a pica do meu irmão, sua puta kkk L: Bom... aquele dia eu ainda tava solteira e não conseguia resistir àquele pedaço

A mina que tava comigo era irmã do Martín, tava uma gostosa do caralho, não sei se foi porque passei a semana inteira sendo um punheteiro viciado em pornô, mas tava morrendo de vontade de comer ela. Primeiro com a Nahir e agora com ela... minha libido tava no talo, provavelmente por causa da adrenalina e da incerteza de não saber o que ia rolar com minha mina. X: Então, veste isso aqui L: Uf, esse é bem ousado, vai ficar bem apertado em mim X: É... vamos pra piscina haha, tem que usar umas coisas sexy L: Mas achei que, sendo peituda, você ia ter algo mais... do nosso tamanho X: É que eu gosto de usar tudo bem apertado haha, olha como fica esse em mim Os peitos dela escapavam pelos lados, dava até pra ver os bicos quase saindo, sem falar que o próprio biquíni era meio transparente.

X: Vamos? L: Vamos kkkk
Desço rapidamente, queria cruzar com ela lá dentro, antes de sair pro pátio. Desço pro térreo assim que ouço que iam descer, quase correndo. Enquanto espero, vejo elas descendo assim, de biquíni, mostrando absolutamente tudo. O que mais me chocou foi ver como mais de um se aproveitava e tocava nelas, Lucia ria, não dizia nada e só curtia ser tocada por, provavelmente, estranhos. Ela se aproxima da porta e lá estava eu...
Y: love
L: Claro, tô aqui pra ser tocada—... Olha e me reconhece
L: Ah... oi...
Continua...
4 comentários - Meu caminho pra ser corno PT23: Início do UPD