Minha mãe, eu e um negão




Minha mãe, eu e um negãoOlá de novo, amigos. Essa é mais uma história REAL do que rolou com a minha mãe. Como vocês já sabem, se leram minhas histórias anteriores, eu e minha mãe Rosário somos amantes, parceiros, marido e mulher, ou como preferirem. A questão é que compartilhamos amor, carinho e sexo.

Essa história começa quando decidimos ir de férias pra uma cidade litorânea, há dois meses, em novembro de 2003. Minha mãe tem um corpo grosso e é uma delícia por onde se olhe. Quando ela veste roupa de banho, as dobras da buceta às vezes escapam pelas laterais da calcinha. Os peitos redondos e empinados também transbordam pela parte de cima, de vez em quando. Bom, insisti pra gente ir de férias pra praia, já que eu tava de folga naqueles dias e a gente precisava de um pouco de sol. Foi assim que chegamos no hotel onde a gente tinha reservado um quarto, e fomos atendidos por um neguinho de uns 35 anos, muito simpático. Demos nossos nomes e, depois de subir, falei pra minha mãe: "Viu como o neguinho tava te olhando? Tava babando por você, mamãe. Você é uma gostosa do caralho." A gente transou no tapete do quarto de um jeito selvagem. Depois de se recuperar, minha mãe comentou: "É verdade que o neguinho é bonito, mas me falaram que eles têm um pauzão." Eu ri do comentário dela, fiquei com um pouco de ciúme, mas levei na brincadeira e perguntei: "Você nunca transou com um negro?" Minha mãe disse que nunca, porque nas vezes que conversou com neguinhos, eles não eram do gosto dela. Perguntei se ela tentaria um dia. Ela disse que talvez, mas teria que ser com um que não tivesse uma ferramenta tão grande, hahahaha. A gente riu junto.

No dia seguinte, fomos fazer compras e depois pra praia. Lá, minha mãe fez vários homens virarem a cabeça, desejando ela. Minha mãe percebia e rebolava mais a bunda (que já era minha conhecida). Quando voltamos pro hotel, na recepção tava o negro de novo, que se chamava Richard. Ele se apresentou de novo, muito simpático, já com mais intimidade. Eu pensei: "Esse cara quer comer a minha mãe. minha mamãe doce, e ali ela começou a me dar voltas na cabeça pra que ela comesse a minha mãe Rosário e meu pau começou a endurecer.

De novo no quarto, falei pra minha mãe: amorzinho, hoje à noite tem uma festa no hotel, me diz, você gostaria de ir? Ela respondeu que não tinha problema, desde que ela não bebesse demais, porque fica cachorra quando toma champanhe a mais. Ok, falei, saiuuuu. Pensava: hoje à noite vou tentar insinuar ela pro negro Richard.

A festa tava rolando sem muita graça, até que vi num canto o Richard sentado e chamei ele pra nossa mesa. Minha mãe tava uma gostosa naquela noite, tinha vestido um vestido preto sem sutiã e sem calcinha, isso a meu pedido. Richard se apresentou de boa pra minha mãe (ela meio surpresa com o acontecimento), vi como os olhos do Richard quase saltavam e ele se lambia. Bebidas vão, bebidas vêm, e já minha mãe tava meio bêbada. Quando fomos no banheiro mijar com o Richard, falei: cara, já vi como você deseja minha mãe, olha, somos homens e te proponho que embebedemos minha mãe e a fodamos até não aguentar mais. Richard se surpreendeu e falou: vocês são um casal? Claro, há tempo, e ela faz o que eu mando, é minha putinha quando tá bêbada. Richard aceitou minha proposta indecente, rimos e saímos. Já o Richard tava mais solto, quando dançava com minha mãe, colava nela e eu de longe percebia. Minha mãe tava como que fora de si, já ria de qualquer coisa, sintoma claro que tava mais que bêbada. Quando sentaram, falei pro Richard que já íamos descansar (falei pro Richard momentos antes pra subir pro nosso quarto, deixar a porta sem fechar e esperar pelado. Richard riu e falou: você é um tarado de primeira). Já no elevador, metia a mão na bucetinha gostosa e quente da minha mãe, a esquentava. Meu pau queria sair do esconderijo. Ali mesmo, meti a cabeça por baixo da saia dela e chupei a xereca dela, que tava bem quentinha. prazer, ao chegar no quarto a gente se pelou rapidão e, deitados na cama, começamos um 69 sem parar. propus pra minha mãe tampar os olhos dela com uma venda e continuar nossas brincadeiras, ela topou na hora. depois fiz ela me chupar, e, após enfiar um brinquedo na buceta dela, que já tava bem lubrificada nessa hora, coloquei ela de quatro. nessa posição, chamei e dei o sinal pro Richard sair do esconderijo, passei um pouco do meu perfume e fiquei de lado vendo o que ele ia fazer com a minha mãe. foi quando reparei na pica do Richard, era enorme, pelo menos uns 24 centímetros, a minha só tem 17. a dele era curvada pra cima, cheia de veias pretas e bem mais grossa, tipo a largura de um punho. caralho, pensei, aproveita, mamãe. minha mãe sussurrava: "buceta, enfia devagaaaaar, não me deixa esperar, to derretendo pela sua pica, por favor, enfia". Richard me olhou e passou uma quantidade boa de vaselina no comprimento todo da pica monstruosa dele, depois encostou a ponta na entrada da buceta dela. pra vocês terem ideia, a camisinha arrebentou duas vezes na hora de colocar, e minha mãe nem percebeu. eu tava super excitado pra caralho. como as luzes estavam acesas, vi a pica enorme quando ele se posicionou na gruta do prazer da minha mãe, separando os lábios da buceta dela de um jeito grotesco. ela gritou: "buceta, você tá bem grande hoje à noite". vi Richard suando porque não conseguia enfiar a bagaça. quando ele conseguiu meter a cabeça, minha mãe gritou: "ahhhhhhhhh, que delíciaaaaaa, você tá me destruindo, meu amoooor, ahhhhhhh, assim, dá forte na sua mamãezinhaaaaaaa". eu tava super excitado. Richard já tinha enfiado um tanto, mas ainda faltava mais da metade. ele ia bombando devagar. fiz um sinal pra ele enfiar tudo de uma vez. Richard se preparou e, com um empurrão só, meteu tudo. minha mãezinha querida quase desmaiou, se jogou na cama apoiada nos braços. cotovelos e em cima dos globos de carne dela, quer dizer, os peitos dela, ela gritava coisas sem sentido e tipo assim: 'tô aberta, totalmente cheiaaa, me arrebenta toda'. Falei pra minha mãe Rosário: 'mamãe, cê tá gostando??'. Ela disse que sim, pra caralho. Virei ela e aí que ela percebeu que quem tava metendo nela não era eu. Quando ela virou, gritou: 'nãooooooo, pelo amor de Deus', mas o Richard continuava bombando ela e massageando as tetas dela que balançavam pedindo mais massagem. O Richard tava doido, quase levantava ela de tanto bombar. Falei: 'mamãe, se prepara pra mais uma'. Ela perguntou: 'o que vão fazer comigo?'. 'Espera aí, meu amor'. O Richard tirou a pica enorme toda da buceta dela, que tava quentíssima e escorrendo líquidos vaginais, e aí colocou na entrada do cu dela e foi enfiando devagar. Minha mãe desmaiou por um momento, e depois gritava de dor, e depois de prazer. Eu via que só entrava um pouco mais da metade. O Richard rugia de gozo, e eu coloquei minha pica na boca da minha mãe e ela chupava. Quando o Richard tava quase gozando, ele tirou de uma vez e ouviu um barulho de tampão saindo, 'popsss'. Minha mãe mal conseguia se mexer. Vi a camisinha dele manchada de sangue e merda. Ele tirou a camisinha e colocou na boca da minha mãe. Depois eu me deitei na cama e minha mãe, com muito esforço, subiu em cima de mim. Eu meti nela e notei que a buceta dela tava dilatadíssima. Nessa posição, minha mãe se jogou em cima de mim e o Richard subiu na cama e enfiou de uma vez no cu dela. A gente tava fazendo um sanduíche na minha mãe. Ela tava como se tivesse viajando, só babava. Eu sentia o pau monstruoso do Richard bombando através do cu dela, e sentia o pau dele batendo no meu. Minha mãe Rosário tava virada numa bagaça de suor. A gente gozou quase ao mesmo tempo e enchemos minha mãe de porra.

No dia seguinte, o Richard metia nela sem camisinha, a pedido da minha mãe. Eu olhava a sessão, embasbacado com os gritos de prazer da minha mamãe querida. De relance, via a buceta dela se abrindo pra receber o monstro de carne que abria a buceta dela toda. máximo como se quisesse arrebentar ela, e o Richard me falava que era a melhor mulher que ele já tinha comido, me dizia que delícia de buceta que sua mãe tem, sentia que a buceta dela apertava o pau dele como uma luva, como as dobras da buceta apertavam a pica dele. Minha mãe já aceitava ser macetada em todos os buracos que tem.

Aqueles dias a gente fodeu como condenados com minha mãe, quando chegamos de volta em casa minha mãe estava muito grata, tanto que comprou um brinquedo maior que o do Richard e agora a gente fode com o brinquedo e eu faço um sanduíche na minha mamãe.

0 comentários - Minha mãe, eu e um negão