Mamãe Gostosa 04

— Você também quer que... — perguntei à Sara com cara de dúvida, porque ela tinha dito aquilo num tom muito sério e com uma expressão meio irritada, mas muito segura. — Você acha que eu sou burra? Sei perfeitamente o que você faz com a mamãe, sei como o sêmen se parece, então sei que era aquilo que a mamãe tinha no pijama dela na outra noite e o que tinha nos pés dela há alguns momentos, e que nojo… Primeiro pensei em contar pro papai depois de ver como você deixou a mamãe na cozinha, e aí aconteceu aquilo de… bom, você sabe, aqui no seu quarto, e depois do que a mamãe me disse na lavanderia… fiquei pensando um pouco e acho que a mamãe tem razão, preciso relaxar um pouco e não ser tão fechada, e que eu era muito jovem, que devia aproveitar. Sabe, se eu não soubesse o que vocês dois estavam aprontando, nunca teria entendido, mas muito do que ela disse fez muito sentido. — Ela disse alguma coisa sobre mim? — interrompi, e ela me olhou do mesmo jeito que a mamãe olhava. — Não! Não disse nada sobre você, mas disse que estava “aproveitando de novo” e me deu a entender que era com o papai, mas eu sabia exatamente de quem ela estava falando, e isso me fez pensar e cair na real, e eu disse: por que a mamãe tem que ser a única a aproveitar? Se ela faz, eu também vou fazer. Então esperei vocês fazerem de novo e gravei um vídeo. Isso mesmo, tenho um vídeo de você e da mamãe fazendo suas coisas sujas na sala, e vou mostrar pro papai se você não me der o que eu quero. Depois de tudo o que ela disse, fiquei ainda mais surpreso e, pra ser sincero, meio intimidado também. Ela disse que tinha um vídeo meu e da mamãe na sala e que mostraria pro papai se eu não… Até aquele momento eu entendi o que a Sara queria, mas será que eu era o cara mais sortudo do mundo? Já me considerava assim com a mamãe, e agora também a Sara… Primeiro, deixe-me falar sobre a Sara. Ela é alta pra idade dela e magra, mas tem um toque muito sexy. Tem um sorriso lindo e, sim, mesmo que eu nunca tivesse pensado nisso antes, ela é muito gostosa também. Tem o cabelo claro do lado do papai e o corpo da mamãe, só que jovem. Ela tem umas pernas que, embora finas, têm um bom formato. Também tem uns peitos pequenos, mas firmes, quase como os da mamãe, só que menores. Ainda assim, são muito bonitos. Mas o melhor da Sara é que ela tem uma bunda firme e volumosa, bem redonda e que parece muito macia. Então, não, talvez ela não fosse meu tipo, mas olhando bem pra ela e com o fato de que ela é minha irmã, claro que eu aceitaria a chantagem dela. — Sara, não precisa me chantagear com aquele vídeo. Claro que eu adoraria me divertir com você, mas só pra deixar claro: eu e a mamãe nunca transamos. Quer dizer, eu nunca enfiei... Bem, você sabe, nunca "comemos". Ela só me deixa usar ela pra "aliviar meu estresse", e foram só algumas vezes. — Claro que não vamos comer, você é meu irmão! Mas podemos brincar um pouco. Eu também preciso aliviar o estresse. Além disso, terminei com meu namorado há um tempo e me sinto meio sozinha, então só estou seguindo o conselho da mamãe. — Bem, Sara, preciso pensar um pouco... Por que você não me deixa ver algo pra me convencer? — Eu quis me fazer de difícil um pouco. Sara não levou muito bem, só me olhou como se eu fosse um bicho estranho, mas depois ergueu o olhar, se virou e se abaixou na minha cama, levantando a bunda redonda e firme, dobrou uma perna e esticou o pé. Era uma pose muito, muito sexy. De novo, quase sangrei do nariz, como nos animes que eu via. Porque, embora tivesse terminado nas pernas da mamãe há alguns minutos, aquela imagem que ela me deu me deixou duro de novo, e só consegui ficar olhando pra ela por um bom tempo. — E aí??? — Ela perguntou, me tirando do transe ao vê-la. — Aceita ou não? — Engoli saliva como pude, porque tinha um nó na garganta, e disse, não muito másculo: — Tá bom, você me convenceu. Mas acabei de... você sabe, com a mamãe, então... — Claro que não, agora não! — Disse Sara, meio corada. — A gente podia outro dia que... — Sim, claro. — Falei, também meio corado. — Bom, então vou pro meu quarto... Tchau. — Na saída, não resisti e dei um tapa na bunda dela. Soou mais alto do que realmente foi. A Sara soltou um gritinho, pulou um pouco e saiu correndo. Foi assim que fechamos um dos melhores negócios da minha vida. Desde então, a Sara começou a usar shorts bem curtos em casa, basicamente só cobriam a bunda dela e nem muito bem, porque quando estavam meio folgados deixavam ver uma parte das nádegas dela. Ela também usava blusinhas curtas e às vezes até sem sutiã. Era o máximo, porque eu usava shorts folgados, mas mesmo assim dava pra ver meu volume sempre que via a Sara vestida assim, ou a minha mãe também. E o meu pai começou a notar e me pediu pra não usar aqueles shorts, porque tava marcando tudo e tinha mulheres em casa. Foi meio desconfortável, mas eu falei que tudo bem. No entanto, a Sara continuava usando aquelas roupas tão gostosas assim que chegava em casa, e a minha mãe também começou a usar roupas mais "confortáveis", não igual a Sara, mas mostrava mais as pernas e eu adorava aquilo. Naquele dia, a Sara saiu com a amiga dela pra uma festa do pijama e não ia estar em casa até o dia seguinte, então só estávamos eu, meu pai e minha mãe em casa. Já fazia uns dias que eu não conseguia fazer nada com a minha mãe e, sinceramente, depois de ver a Sara e a minha mãe usando aquele tipo de roupa, eu já tava morrendo de vontade de aliviar o estresse. E parece que a minha mãe também, porque ela falou: — Alex, vem aqui, quero ver um filme, me faz companhia. Na hora eu desci e fui com ela pra sala, mas vi o meu pai e soube que não ia rolar nada naquela noite. Mesmo assim, fiquei com a minha mãe na sala. Ela tava usando um short meio curto e deixava eu ver aquelas pernas incríveis dela, porque ela sentou numa ponta do sofá e eu na outra, aí ela levantou as pernas e esticou na minha direção. Que tortura ter um par de pernas daqueles na minha frente e não poder acariciar nem olhar por muito tempo, porque o meu pai tava na mesa da sala de jantar com o notebook dele, fazendo algum trabalho. A gente já tinha escolhido o filme e a minha mãe ficava me cutucando com o pé dela, bem disfarçado, tentando chamar minha atenção, mas ela olhava pra TV enquanto fazia isso. Acho que a minha mãe curte a adrenalina ou o proibido. Bom, eu queria que ela me tocasse com o pai em casa, e cada vez as empurradas eram mais fortes ao ver que eu não dava bola. Eu ainda tinha um certo respeito pelo pai nesse aspecto, mesmo quando pegava a mulher dele, não queria fazer isso na casa dele. Até que ela me acertou com o calcanhar na minha coxa e quase me fez chorar, mas conseguiu que eu pegasse o pé dela. Uma vez que eu segurei na mão, não consegui mais soltar e comecei a acariciar o pé dela, passando pro tornozelo. Mamãe só tensionava o pé, o que deixava ainda mais gostoso, e eu subi um pouco pela panturrilha dela. O fôlego começou a faltar e eu já tava com uma ereção que mal dava pra esconder. Mamãe se deitou mais no sofá e, com o pé, tentou tocar meu pau até conseguir, começando a esfregar por cima. Eu já tava excitado demais, então tirei meu pau do short e mamãe continuou me tocando com o pé. Até que ouvimos a cadeira do pai se mexer e ele disse: — Terminei! Mamãe, num pulo, parou de esfregar meu pau com o pé e se ajeitou pra ficar sentada. No pulo que ela deu, me acertou na ereção e doeu como nunca. Só segurei a dor e me abaixei. O pai foi pro banheiro e a gente ficou sério. Eu tentei tocar ela de novo, mas ela chutou minha mão pra parar. Quando o pai saiu do banheiro, foi direto sentar com a gente. Ele ia sentar no meio, pegando as pernas de mamãe pra se acomodar debaixo delas, mas mamãe disse: — Melhor desse lado pra eu me apoiar em você. Papai sorriu e obedeceu, então mamãe ficou entre papai e eu, e agora eu tava mais perto dela. Mamãe levantou, pausou o filme e falou que tava com frio e que ia pegar um cobertor. Papai e eu ficamos conversando um pouco enquanto ela voltava. Mamãe voltou 4 minutos depois com um dos cobertores dela, e se deitou entre papai e eu, dobrando as pernas na minha direção e a cabeça no ombro do papai, se cobrindo com o cobertor e colocando em mim também. Ela deu play no filme e não passaram 2 minutos antes de ela começar a me empurrar de novo, dessa vez de forma bem sutil. Então, debaixo dos cobertores, comecei a... Tocá-la de novo agora tinha mais espaço pra acariciar melhor as panturrilhas e a coxa dela, até uma parte da bunda dela eu consegui tocar de forma bem sutil porque o papai tava ali. A gente continuou assim pelo resto do filme até que acabou e papai falou pra mamãe que ia tomar banho, então ele levantou, foi pegar a roupa dele e entrou no banheiro. Mamãe e eu continuamos no sofá, ela mexeu no celular e eu continuei procurando o que mais assistir. Mamãe colocou as pernas em cima de mim e ficou tocando meu rosto com os pés dela. Eu não aguentei mais, levantei e tirei o short e a cueca. Mamãe só me olhou meio surpresa, como se não esperasse que eu fosse fazer aquilo, mas depois sorriu e abriu as pernas deitada no sofá. Fiquei só apreciando aquela vista linda porque, mesmo com o shortinho dela, tava incrivelmente gostosa. O som da água no banheiro começou e eu me apressei. Fiquei no meio das pernas dela, peguei meu pau com a mão e coloquei em cima da buceta dela. Foi uma sensação incrível, e mamãe só me olhava, mas não falava nada. Subi em cima dela, e ela me abraçou com as mãos e depois com as pernas. Comecei a me mover pra cima e pra baixo, me esfregando nela cada vez mais rápido, e a gente se movia junto. — Anda logo — falou mamãe bem baixinho, e depois me afastou um pouco pra enfiar a mão, pegar meu pau e apertar. Acho que ela fez isso pra eu gozar mais rápido, e funcionou. Era a primeira vez que mamãe tocava no meu pau. Praticamente, mamãe tava me masturbando. Levei uns 2 minutos pra gozar, e foi magnífico. Gozei pra todo lado: no braço dela, na cintura dela e na barriga dela. Foi tão intenso e satisfatório que fiquei em cima dela tentando recuperar o fôlego. A gente parou de ouvir o barulho da água, e eu levantei na hora e me vesti. Mamãe só se levantou e foi pro quarto dela se limpar. Papai saiu do banho e me perguntou por mamãe. Eu falei que ela tinha ido pro quarto, e ele foi. Eu ainda tava relaxando do que tinha acontecido quando meu celular tocou. Era uma mensagem da Sara, que tava com a Karla, a amiga dela. Ela tinha me mandado uma foto e dizia: — Espero que você esteja serve pra essa noiteMama 04

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