contexto:
minha parceira é a típica mulher de 24 anos que saiu do interior do Chaco pra realizar o sonho de ser médica. Tá num relacionamento há mais de 6 anos com o mesmo cara, desde os 16, dividiam tudo e moravam juntos há uns 3 anos. Ele se formou bem antes porque escolheu outro curso, ela é a clássica mulher pra casar, nunca sai pra farra, nunca bebe demais, vai na igreja, ajuda os outros e até montou um negócio com o namorado pra ajudar ele, já que não conseguiam se sustentar sozinhos. Ela é uma morena de cabelo bem comprido, muito linda, com um quadril e uma bunda enormes e uns peitos também bem voluptuosos, que apareciam muito quando ela usava um jaleco azul claro e só um top esportivo por baixo.
Conhecia ela de vista na faculdade, até que a gente teve que cursar várias matérias juntos no ano passado. Não dava pra não olhar pra ela, porque tinha um rosto muito bonito e um sorriso radiante, então resolvi procurar ela nas redes sociais pra seguir. Aí percebi que tava namorando há muitos anos e, investigando com colegas, vi que não era uma gatinha fácil, como as que eu tô acostumado.
Um dia me aproximei dela porque ela sempre levava um mate, e sentei do lado dela e comecei a soltar comentários e piadas pra fazer ela rir e ganhar a confiança dela. Depois de um tempo, aproveitei pra falar com ela pelo WhatsApp e mandar umas besteiras da aula pra puxar assunto.
Até que um dia, conversando sobre sexo com meu amigo, sobre o que eu tinha feito com umas minas, chamei bastante a atenção dela. Ela obviamente me chamava de filho da puta, dizendo que eu me aproveitava das garotas porque fazia elas limparem meu apê depois de transar, mas o que mais chamou a atenção dela foi quando falei dos detalhes sexuais, como o oral que eu fazia nessas minas.
Comecei a perceber que ela não se produzia muito, e era linda, então fui elogiando ela aos poucos.
Sempre, em todas as aulas, eu soltava um elogio e um elogio, respondendo às stories dela no Instagram com algum elogio e piadas.
Fiquei assim durante o ano todo, e no dia 31 de dezembro mandei uma mensagem pra ela com um monte de coisas lindas e agradecendo por ela ter sido tão parceira comigo.
Chegou fevereiro e a gente ia fazer a mesma prova final, aí ela confessou que não tava bem psicologicamente e eu percebi que era porque o namorado dela tinha ido morar no sul da Argentina... continua
minha parceira é a típica mulher de 24 anos que saiu do interior do Chaco pra realizar o sonho de ser médica. Tá num relacionamento há mais de 6 anos com o mesmo cara, desde os 16, dividiam tudo e moravam juntos há uns 3 anos. Ele se formou bem antes porque escolheu outro curso, ela é a clássica mulher pra casar, nunca sai pra farra, nunca bebe demais, vai na igreja, ajuda os outros e até montou um negócio com o namorado pra ajudar ele, já que não conseguiam se sustentar sozinhos. Ela é uma morena de cabelo bem comprido, muito linda, com um quadril e uma bunda enormes e uns peitos também bem voluptuosos, que apareciam muito quando ela usava um jaleco azul claro e só um top esportivo por baixo.
Conhecia ela de vista na faculdade, até que a gente teve que cursar várias matérias juntos no ano passado. Não dava pra não olhar pra ela, porque tinha um rosto muito bonito e um sorriso radiante, então resolvi procurar ela nas redes sociais pra seguir. Aí percebi que tava namorando há muitos anos e, investigando com colegas, vi que não era uma gatinha fácil, como as que eu tô acostumado.
Um dia me aproximei dela porque ela sempre levava um mate, e sentei do lado dela e comecei a soltar comentários e piadas pra fazer ela rir e ganhar a confiança dela. Depois de um tempo, aproveitei pra falar com ela pelo WhatsApp e mandar umas besteiras da aula pra puxar assunto.
Até que um dia, conversando sobre sexo com meu amigo, sobre o que eu tinha feito com umas minas, chamei bastante a atenção dela. Ela obviamente me chamava de filho da puta, dizendo que eu me aproveitava das garotas porque fazia elas limparem meu apê depois de transar, mas o que mais chamou a atenção dela foi quando falei dos detalhes sexuais, como o oral que eu fazia nessas minas.
Comecei a perceber que ela não se produzia muito, e era linda, então fui elogiando ela aos poucos.
Sempre, em todas as aulas, eu soltava um elogio e um elogio, respondendo às stories dela no Instagram com algum elogio e piadas.
Fiquei assim durante o ano todo, e no dia 31 de dezembro mandei uma mensagem pra ela com um monte de coisas lindas e agradecendo por ela ter sido tão parceira comigo.
Chegou fevereiro e a gente ia fazer a mesma prova final, aí ela confessou que não tava bem psicologicamente e eu percebi que era porque o namorado dela tinha ido morar no sul da Argentina... continua
3 comentários - mi compañera hace cornudo a su novio