Ela se chamava Dorothy

Você estava sentado no bar do VA-11 Hall-A por cerca de uma hora antes dela se aproximar. O nome dela era Dorothy e ela parecia estar muito abaixo da idade de consentimento. Primeiro, você se perguntou como ela conseguiu entrar num bar daquele, só pra perceber que ela era um robô, e... bem, ela te pegou olhando. A partir daí, foi impossível se livrar dela, não que você quisesse. No fim das contas, não só ela parecia menor de idade, como era uma prostituta cujo apelo comercial era exatamente isso. "Acabei de terminar um trabalho com um cara cuja parada era me chamar de lolicon pervertido", ela disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo. "E não te pareceu estranho?" perguntou o barman, que tinha aparecido do nada pra fazer a pergunta. Você não gostou muito da interrupção, mas aparentemente os dois eram amigos. "Não, na verdade acho meio fofo", respondeu Dorothy, dando de ombros. Ela deu uma olhadinha rápida na sua direção, e embora você não soubesse qual era o propósito daquilo, tinha certeza de uma coisa: seu pau tava durasso. Só de pensar nela falando essas palavras pra você, já tava pronto pra ação, mas não tava afim de contratar ela. Fazendo de tudo pra ignorar a ereção, você acenou pro barman e pediu outra bebida. Teve um momento de silêncio quando a atendente se afastou pra pegar seu pedido, a atenção dela totalmente focada na tela na frente dela enquanto você e Dorothy ficavam ali sentados. "Então, acho que você é fã daquela história?" perguntou Dorothy, com um sorrisinho no rosto androide enquanto te cutucava com o cotovelo. Você sabia que qualquer resposta que conseguisse dar seria, na melhor das hipóteses, gaguejada e, na pior, completamente patética, então só deu de ombros, tentando esconder o quanto tava excitado. Ganho a vida com ereções e homens excitados, amigo. Você não tem por que se envergonhar disso." Você franziu a testa, mas no fundo não ligou pra crítica. Afinal, ela tinha razão. Enquanto sorria, fechou os olhos e deu de ombros. "Também não espero que você seja aberto sobre isso. Mesmo que seja legal curtir uma bucetinha loli apertada e gostosa, sei que ainda é um tabu." Você quase cuspiu o resto da bebida quando ela falou, mas rapidamente se distraiu com outra coisa: quando ela levou a mão pra baixo pra colocar o copo no balcão, escorregou e metade do que você imaginou ser açúcar respingou na sua direção. Acertou em cheio a sua virilha e sujou sua calça. Não era cara, mas ainda assim te irritou ver o álcool estragando ela. Você olhou em volta pra achar o banheiro mais perto, bem na hora que a mão de Dorothy pousou na parte interna da sua coxa. "Que pena. Mas não se preocupa, eu cuido disso pra você", disse. Você se perguntou se ela tava pelo menos tentando disfarçar o quanto tava sendo safada. Se derramou a bebida de propósito, fez um bom trabalho parecendo acidente, mas nem pediu desculpas. Sem dizer mais nada, deslizou pro chão na sua frente. Era pequena o bastante pra caber no espaço embaixo do balcão, entre suas pernas. Olhou em volta pra garantir que ninguém mais via; tinha um casal sentado em cabines mais adiante, mas a luz fraca provavelmente impedia que vissem Dorothy, ainda mais com o corpinho dela encaixado entre suas coxas. "Pobre garoto. Deixa eu compensar você", disse Dorothy, antes de abrir seu zíper sem pensar duas vezes. Você tinha que admitir que ela era sem vergonha nisso, supôs. Quando expôs seu pau ao ar livre, ele caiu contra o rosto dela, o que a fez sorrir. Inclinando-se, ela envolveu os lábios em volta da cabeça do seu pau e passou a língua ao redor dela. Felizmente, os sons do boquete dela não estavam muito altos, mas você não sabia por quanto tempo conseguiria fingir que nada estava acontecendo. "Vão ser 300 reais", disse o garçom, tirando você de repente da sua atenção em Dorothy e sua porra de boca perfeita. Enquanto o garçom falava com você, Dorothy colocou seu pau na boca e começou a esfregar a cabeça dele contra o interior da bochecha dela. Como era de se esperar de uma androide prostituta cujo apelo era parecer uma garotinha, ela estava praticamente brincando com seu pau em vez de tentar te dar prazer. Você enfiou a mão no bolso e tirou o dinheiro para a bebida, fazendo o possível para manter a calma mesmo quando Dorothy levava você mais fundo na boca dela. A língua dela se moveu ao longo da parte inferior da sua cabeça enquanto você entregava o dinheiro ao garçom, e ela começou a chupar ativamente seu pau na boca assim que você tentou dar um pequeno sorriso para o garçom em agradecimento pela bebida. O garçom apenas assentiu e depois olhou para o assento de Dorothy. "Para onde foi a Dorothy?" ele perguntou, olhando rapidamente para o banheiro como se Dorothy entrar no banheiro aleatoriamente de vez em quando fosse algo comum. Você tentou dar de ombros e dizer que não sabia, mas Dorothy empurrou a língua contra a cabeça do seu pau quando você estava prestes a abrir a boca, e o gemido suave resultante fez o garçom revirar os olhos. "Tanto faz. Só fala pra ela não fazer bagunça", disse o garçom, antes de se virar e ir para o outro lado do balcão. Você estava grato pela falta de interação social enquanto levava um boquete, mas agora de repente sentiu como se todos os olhos estivessem em você. Para se distrair da sensação, você olhou entre suas pernas para Dorothy, que apesar das provocações parecia estar trabalhando duro para te levar ao orgasmo. As mãos dela pousaram na base da sua pica, os dedinhos apertando firme dos lados, segurando seu pau ereto enquanto ela movia a cabeça pra cima e pra baixo. É, ver ela chupando sua pica foi uma distração e tanto, mas não demorou muito pra você começar a se sentir dominado. Pela habilidade que ela tinha em chupar seu pau, você não duvidava que ela fazia isso pra ganhar a vida. Você baixou a mão até ela, sem conseguir resistir à tentação de tocá-la enquanto ela te dava o melhor boquete que você já teve. Passou dois dedos pelo lado da bochecha dela e, aparentemente louca pra brincar com você, ela empurrou a cabeça da sua pica contra a bochecha que você tava tocando, te forçando a sentir seu próprio pau através da bochecha dela. Você não ligou, claro; na verdade, era uma sensação nova. Interessante. Depois disso, ela não zoou mais com você. As mãos dela foram pros seus quadris e ela se levantou um pouco. Depois de alinhar sua pica com a boca dela de novo, ela se afastou bem rapidinho pra dar um beijo suave na ponta e depois engoliu o pau inteiro de uma vez. Sua pica deslizou pela língua dela, bateu no fundo da boca e desceu feito ela já tivesse feito esse truque mil vezes antes. Provavelmente tinha, você percebeu, mas já que ela era tão boa em chupar pica, não via motivo pra reclamar. Ela enfiou sua pica na garganta, parando bem na base, enquanto levantava os olhos pra te encarar. Nem lágrimas nos olhos dela. Você sabia que era porque ela não era verdadeiramente humana. Você sabia. Mas não conseguia evitar se impressionar com como era foda estar completamente dentro da boca de alguém, descendo pela garganta e cortando o ar dela, e ainda assim ela continuava te olhando como se nada tivesse acontecendo. Podia ser castrador se a garganta dela não... sua buceta estivesse tão apertada em volta do seu pau. Segurando a barra com uma mão e o ombro da Dorothy com a outra, você tentou sussurrar pra ela que ia gozar, mas as palavras não saíam. Você gozou. Dava pra sentir pulsar enquanto esvaziava as bolas na boca dela, a cabeça dela tinha virado pra trás pra só a ponta do seu pau ficar dentro. Ela trabalhou a parte de baixo da cabeça do seu pau com a língua enquanto chupava, e aí se afastou só quando teve certeza que você não tinha mais nada pra dar. Ela abriu a boca pra te mostrar a porra que você tinha dado, e aí fechou os lábios pra engolir, rindo baixinho enquanto subia o zíper de novo e se enfiava entre suas pernas. "Bom, acho que não consegui fazer nada com a bebida, mas espero pelo menos ter te compensado", ela falou, parecendo muito animada pra alguém que acabou de engolir uma porrada de porra sua. Tentando manter a calma, você se arrastou e olhou em volta, garantindo que ninguém tinha visto o que vocês dois estavam fazendo. Enquanto fazia isso, a mão da Dorothy pousou de novo na sua coxa. "Para de se preocupar", ela reclamou, antes de se apoiar em você. Ela olhou pra sua calça pela segunda vez, só pra levantar uma sobrancelha. "...uau, ainda tá duro? Isso é novo. Tô acostumada com o tipo que só aguenta uma rodada". Ela olhou em volta e isso te deixou desconfiado. Se algo era tão perigoso que até ela achava que talvez não fosse a melhor ideia, você imaginava que suas chances de não ser pego não eram muito altas. Sem dizer uma palavra, ela se moveu pro seu colo, onde esfregou a bunda pra baixo contra o volume crescente na sua calça. Sutilmente, ela enfiou a mão entre as pernas dela, por baixo da saia, e aí puxou seu pau pro ar livre de novo. Bom, "pro ar livre" não foi bem exato. A saia dela cobria tudo que importava, mas isso não te fazia sentir melhor, não. respeito. O que o povo ia falar se visse o que parecia uma menina sentada no seu colo? Você tinha medo de pensar no que isso poderia fazer com sua reputação. E, ainda assim, seu pau tava mais duro do que nunca. Pelo visto, a Dorothy percebeu, porque quando virou a cabeça pra te olhar, te deu um sorrisinho cúmplice. Enrolando a mão no seu pau, ela enfiou ele entre as próprias pernas antes de começar a esfregar a bucetinha dela devagar pra frente e pra trás, claramente tentando te provocar. Você se aproximou e segurou o antebraço dela de leve, como se tentasse lembrar que vocês dois estavam num lugar público e que ficar se provocando provavelmente não era a melhor ideia. Você nem esperava que ela ligasse muito pra situação em que vocês estavam. Claramente, ela tava a fim de te provocar de qualquer jeito. Mas, pra sua surpresa, ela deslizou a cabeça do seu pau contra a entrada dela; molhada e pronta pra você (embora você não tivesse certeza se era por tesão ou se ela era assim mesmo), ela te enfiou pra dentro sem muita dificuldade. Teve um momento de satisfação entre vocês dois quando o pau se acomodou dentro dela e ambos se acostumaram com a sensação. Pra você, era um calor apertado que era surpreendentemente confortável e acolhedor, considerando a frequência com que você imaginava ela enfiando paus dentro dela. Pra ela, era uma sensação gostosa de estar cheia, algo que acontecia regularmente, sem dúvida, mas que ela tava feliz em sentir de novo. "Não esquenta essa cabecinha linda, bebê", disse Dorothy, virando a cabeça pra você de novo com um sorrisinho. "Todas as coisas boas tão escondidas, então ninguém vê nada", ela garantiu, antes de virar a cabeça de volta pra frente. "Além disso, seria tão ruim assim se alguns deles me vissem aproveitando seu pau? Não tenho vergonha nenhuma de como uns paus bons como o seu me fazem sentir. tua". Com isso, ela deu de ombros e depois moveu as mãos para a frente, apoiando-as no balcão. Ela começou a se mover, devagar, primeiro se empurrando até a base do teu pau e depois subindo de novo. A onda de tesão que te atravessou quando sentiu ela bater na base não se parecia com nada que você tivesse sentido antes. As paredes dela continuavam apertadas em volta de ti, a entrada do que você imaginou ser o colo do útero roçou a ponta do teu pau do jeito certo... por tudo que você via, parecia que a buceta dela tinha sido feita especialmente para te satisfazer. Claramente, a Dorothy também estava adorando. Você achava que o clichê da profissional do sexo que secretamente odiava transar era comum, mas a Dorothy parecia ser exatamente o oposto, ainda mais porque você não tinha pago por nada. Espera. Ela não esperava que você pagasse por ela no final do tempo juntos, né? Tinha que admitir que, se ela virasse a cara depois que você terminasse de foder e exigisse o pagamento, não te incomodaria tanto. A buceta dela era incrível e com certeza valia a pena pagar por ela se ela não quisesse dar de graça. O movimento lento dos quadris dela ficou quase rítmico pra você enquanto imaginava como teu pau devia estar deslizando dentro da bucetinha dela. Era tão apertada que você imaginava as paredes se agarrando a ti cada vez que ela recuava. Pela cor da pele dela, provavelmente tinha uma buceta de cor diferente. Dava pra perceber o tom quando as paredes te apertavam tão forte que seguiam teu pau o mais longe que podiam pra fora da buceta apertada dela? Só de pensar, você já pulsava. Dava pra ver que era isso porque o eixo dele se mexia dentro dela toda vez que ela fazia isso, e teu pau escolhia mostrar a cara da desesperação dela, por assim dizer. Ficou claro que ela tava cada vez mais tendo dificuldade em esconder o que Vocês dois estavam no maior auê. A confiança dela era inspiradora, mas menos inspiradora foi o jeito que ela tapou a boca com a mão e tentou abafar o som dos gemidos, só pra falhar e largar as mãos de novo no balcão. Você estava tão focado na Dorothy que nem olhou pro bartender pra ver se ele já tinha pegado vocês dois no flagra, mas provavelmente ele sabia o que tava rolando. Porra, o bar inteiro devia saber o que tava rolando. A Dorothy não era nada sutil, e praticamente tinha te gritado a história dela cheia de prostituição antes, entre risadinhas adoráveis e sorrisos ainda mais adoráveis. Se, hipoteticamente, ela fosse te cobrar pelo sexo incrível que vocês estavam tendo, então pelo menos você ia aproveitar ela ao máximo do seu desejo. Você observou por mais alguns momentos ela subindo e descendo no seu pau, as cadeiras dela batendo nas suas cada vez com mais desespero e ferocidade. De repente, você decidiu que queria mais e deslizou a mão debaixo de uma das coxas dela antes de levantar a perna dela pra cima. Enquanto você movia a perna dela pra cima e no ar, a saia dela subiu e expôs pra qualquer um que olhasse exatamente o que vocês dois estavam fazendo. Você continuou levantando a perna até ela praticamente estar fazendo espacate, movendo o outro pé no chão pra se apoiar, e as mãos que antes estavam pressionadas no balcão agora seguravam ele com toda força. "Nossa..." ela suspirou, virando a cabeça pra olhar pro outro lado do balcão. Sem dúvida, o bartender sabia o que vocês dois estavam fazendo. Ela não tava te olhando, mas o leve rubor nas bochechas dela te disse tudo que você precisava saber. Mesmo assim, você não tentou envergonhar ela por isso; em vez disso, moveu o braço em volta da perna da Dorothy pra manter ela na posição que estava e depois assumiu o ritmo, empurrando as cadeiras com força contra as pernas abertas dela. Ao No começo, não tinha muito som pra falar, mas quando você se acostumou com o ritmo, seus quadris começaram a bater na parte de dentro das coxas dela. "Você acreditaria em mim se eu dissesse que ninguém nunca fez isso antes?" — perguntou Dorothy, com um sorriso meio tímido, e ver ela agir tão envergonhada depois de ter sido tão ousada com você a noite toda te deixou mais duro do que nunca. Você não tinha certeza se acreditava nela, mas a ideia de que podia ser verdade já era o suficiente. Depois de passar o outro braço em volta da perna que ela tinha no ar, você apoiou a cabeça no joelho dela e deixou um ritmo mais forte e animalesco tomar conta. Cada batida era recebida com um gemido baixinho de Dorothy, e, com o tempo, esses gemidos suaves foram ficando mais altos. O aperto que ela tinha na barra escorregou, e ela teve que se esforçar pra não cair, mas seu aperto nela era tão forte que não tinha risco real disso acontecer de qualquer jeito. As batidas ficaram mais fortes enquanto os gemidos dela também aumentavam, e quando você já estava tão acostumado com o ritmo que dava pra sentir o fundo da buceta dela roçando no seu pau de novo, todo mundo ao redor ou tava olhando pra vocês ou ignorando ativamente. Era o que parecia, pelo menos, e mesmo a ideia de ser observado enquanto você comia a Dorothy com tanta força te excitava, você não queria desviar o olhar dela pra confirmar. Ela tinha despertado um monstro dentro de você. Você já não tinha mais medo de ser pego. O olhar nos olhos dela quando virou a cabeça na sua direção fazia parecer que ela aceitava o que tinha feito e se deliciava com aquilo tanto quanto você. Dava pra sentir ela se apertando em volta de você. Mesmo que a nova posição dificultasse chegar tão fundo dentro dela como antes, isso não te impediu de tentar. Você se enterrou completamente no aperto apertado dela e começou a esfregar contra os quadris dela. tentando sentir o colo do útero dela contra a ponta do teu pau mais uma vez. Finalmente cê achou o ângulo certo, mas foram uns minutos de esforço pesado que levaram a Dorothy pro limite de um dos orgasmos dela. Ela se agarrou na mesa e os resfolego constante dela deixaram claro que ela tava prestes a gozar. Finalmente, quando teu pau beijou o colo do útero dela, ela caiu de vez. A cabeça dela caiu pra frente e ela se espremeu contra você o máximo que conseguiu. A buceta dela tremia contra teu pau enquanto ela gemia durante o orgasmo. Os espasmos constantes quase foram suficientes pra te levar ao limite, mas cê tava decidido a não gozar ainda. Assim que o orgasmo dela acabou, cê saiu bem rapidinho dela e começou a apertar teu pau contra a xereca dela, tua mão desceu pra tocar a bunda dela enquanto ela virava a cabeça pra trás pra te olhar de novo, mordendo o lábio inferior de leve. "É o mais rápido que cê consegue?" Perguntou a Dorothy, com um sorrisinho no rosto. Claro, cê tinha diminuído a velocidade só pra provocar ela, mas as palavras dela foram suficientes pra fazer você deslizar teu pau dentro dela e retomar o ritmo de novo. Parecia que era ela quem tava no controle, afinal. "Hum. Ainda meio devagar", murmurou ela, se mexendo um pouco pra cima e, pra tua surpresa, abrindo ainda mais as pernas. Cê tava indo o mais rápido que podia, pancadas fortes da tua pele humana contra a pele sintética dela ecoando pelo bar inteiro a cada estocada forte. Cê ficou surpreso que vocês dois não tinham sido expulsos ainda. Mesmo assim, Dorothy só sorriu pra você, provocando uma parte bem lá no fundo de você que se esforçava pra agradar. "Vai mais rápido. Vamos, cê pode me dar algo melhor que isso. Me dá... unf... isso aí. Quero que minha buceta de robô loli aperte tão forte em volta do teu pau que cê tenha dificuldade de se mexer." Ela não fazia ideia da metade. E de qualquer jeito, quando a palavra 'loli' saiu da Seus lábios no teu pau se moveram por necessidade. Quer você se considere um lolicon ou não, era estranho ouvir alguém dizer isso... enquanto seu pau estava dentro deles, ainda por cima. Dorothy levantou um dos braços e o enrolou em volta do seu ombro, mostrando mais uma vez como era ágil, graças às articulações robóticas que formavam seu corpo de aparência jovem. "Você é um tarado. Loli ama... tarado. Vai, me fode mais rápido. Mais forte. Mais fundo. Faz eu gozar e depois joga essa porra da sua goiaba direto na minha buceta. Você quer fazer isso, não quer? Você quer me engravidar, mas isso não vai te impedir de tentar. A expressão no seu rosto mostrou o quão excitado você estava, e a pulsação do seu pau dentro dela também não ajudou. Você não ia durar muito mais. Ela usou o braço em volta do seu ombro para te puxar para perto e então bateu na base do seu pau, o colo do útero dela beijou seu pau pela segunda vez. "É isso, tarado. Porra, me engravida. Goza na minha buceta de puta." Isso foi o suficiente para você. Depois de um grunhido, você jogou a cabeça para trás e deu uma última estocada forte na buceta dela, terminando tão fundo dentro dela que você pensou que poderia ter passado pela entrada do colo do útero, mas na onda do seu orgasmo você não conseguiu se concentrar em nada além do prazer que estava sentindo. Seu pau se contraiu e pulsou, disparando jato após jato de sêmen direto no útero sintético dela. Não havia absolutamente nenhuma chance de você algum dia engravidá-la, e você sabia disso, mas porra, se não era gostoso esvaziar suas bolas dentro dela mesmo assim. Você saiu no momento em que seu orgasmo terminou, só para recuar e olhar para a buceta dela, observando a forma como seu sêmen escorria lentamente do buraco usado. Dorothy ofegou, aparentemente tinha gozado ao mesmo tempo que você, embora o dela não tivesse sido tão intenso quanto o seu. Com a perna ainda no ar, ela se abaixou e arrastou dois Dedos ao longo da própria abertura. Separando os lábios da buceta, deslizou os dedos pela bagunça na boceta e depois os levantou para lamber até limpar, antes de soltar um suspiro suave. "Você tem um gosto bom..." murmurou, antes de ficar em silêncio, aparentemente pensativa. Você vestiu a calça no lugar e deslizou o pau de volta pra dentro da cueca, antes de levantar a mão pra enxugar o suor da testa. Ela realmente tinha te deixado bagaçado. "Ei!" ela falou, chamando sua atenção, "Acho que provavelmente sou bagunça demais pra qualquer um dos meus clientes querer me foder essa noite", admitiu, com uma risada nervosa. "Quer só sair daqui e... acho que vou ser direta. Quer vir me foder a noite toda? Ainda tem um buraco meu pra preencher, e tenho certeza que quando você terminar, vou querer outra rodada do seu leite em outro lugar." Enquanto falava, enfiou a mão entre as pernas e usou os dedos pra abrir o cu. Parecia maduro e pronto pra foder. Você concordou. Afogar as mágoas teria que esperar, você tinha um android pra socar o colchão.

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