Não são tão incríveis assim", disse Janna enquanto pegava nos próprios seios, apertando-os até formarem um vale profundo de decote. "Você que diz", respondeu Star se aproximando, só para quase recuar quando Janna estendeu a mão para tocar o peito de Star.
"Pode tocar no meu se quiser", ofereceu Janna enquanto continuava a acariciar o peito de Star, fazendo-a tremer e ofegar.
Tom nunca tinha dado atenção aos seios dela, e agora ela descobria que os mamilos eram bem sensíveis quando Janna os apertava e beliscava através do vestido.
Star mordeu o lábio para segurar um gemido enquanto Janna continuava provocando seu corpo, antes de juntar coragem para estender a mão e agarrar os peitos de Janna.
Janna não se esquivou do toque; pelo contrário, arqueou as costas, enchendo as mãos de Star com seu busto modesto.
"É diferente quando pertencem a outra pessoa, né?", perguntou Janna enquanto suas mãos se moviam para cobrir os ombros de Star, começando a desabotoar o vestido dela.
Em vez de responder, Star se inclinou e beijou Janna de novo. A batalha de línguas não foi tão unilateral desta vez, embora talvez fosse porque Janna estava ocupada demais descendo o vestido de Star pelos ombros.
Janna se afastou do abraço para que o vestido de Star caísse até os joelhos. Star cobriu timidamente os seios sem sutiã, mas Janna se inclinou e a beijou de novo enquanto puxava e afastava os braços de Star.
Os beijos de Janna desceram até que ela plantou um beijo num dos mamilos rosados e brilhantes de Star, e depois no outro. Os olhos castanhos profundos de Janna mantinham Star hipnotizada tanto quanto o prazer que ela sentia quando a língua habilidosa de Janna brincava com seus mamilos até eles brilharem.
As mãos de Janna desceram: uma foi apertar a bunda de Star de novo, enquanto a outra deslizava pelo vale entre as coxas de Star. Enquanto Janna continuava beijando, lambendo e, no geral, torturando os mamilos da Star com a língua, também acariciou a boceta da Star, fazendo ela gemer. O dedo médio da Janna percorreu a fenda da Star, se movendo bem devagar cada vez que chegava no topo pra brincar um pouco com o clitóris dela. A respiração da Star virou gemidos baixinhos e superficiais enquanto ela tremia e gemia. No momento em que a Janna chupou um dos mamilos dela, foi demais e a Star empurrou a Janna pra trás antes de se curvar, se estremecendo à beira do orgasmo. A Star soltou um grito de surpresa quando a Janna a empurrou pra baixo e aproveitou a chance pra tirar o vestido e as meias listradas de azul e branco. A Star virou de costas bem na hora de ver a Janna tirar a saia amarelo-claro, deixando à mostra uma calcinha que combinava com o sutiã. Essa não ficou por muito tempo, porque a Janna fez questão de deslizar ela pelas coxas antes de sair dela enquanto voltava pra Star. Quando a Janna chegou nos joelhos da Star, parou e se abaixou pra beijar a parte interna das pernas dela. O rubor da Star aumentou enquanto ela se forçava a ficar parada enquanto a Janna espalhava beijos e mordidinhas brincalhonas pelas coxas dela. Quando a Janna chegou na virilha da Star, deu um beijo provocante nos lábios inferiores dela por cima da calcinha azul-céu molhada, fazendo a Star pular sem querer. A Janna continuou beijando o caminho até a boceta da Star até chegar na cintura da calcinha dela. Os dentes arranharam a barriga da Star, fazendo ela jogar a cabeça pra trás num espasmo antes de um puxão na calcinha fazer ela olhar pra baixo. A Janna olhava com gula enquanto arrastava a calcinha da Star pra baixo com os dentes, balançando a cabeça pra frente e pra trás pra descer pelas pernas dela. A Star tirou a calcinha. Assim que chegaram nos tornozelos dela, Janna os jogou de lado com um balançar de cabeça. Star lutou pra controlar a respiração quando percebeu que era a primeira vez que ficava completamente nua na frente de alguém de um jeito romântico. Isso fez ela ficar muito consciente do sutiã da Janna; tanto que Janna deve ter sentido o calor do olhar da Star e olhou pro próprio peito. Ela deu um meio sorriso pra Star antes de se sentar e esticar os braços pra trás pra soltar o sutiã. "Se você queria tanto ver eles, era só pedir", brincou Janna enquanto deslizava o sutiã pelos braços e jogava ele pra Star.
Star vislumbrou por um instante os peitos durinhos da Janna e os biquinhos escuros e tentadores antes do sutiã cair no rosto dela. No breve segundo que levou pra fazer isso, Janna já tinha fechado a distância entre elas, fazendo Star ofegar de susto. Janna não deu chance pra ela recuperar o fôlego e colou os lábios num beijo apaixonado. A cabeça de Star rodava enquanto ela lutava pra respirar, só sendo frustrada toda hora pela Janna. Uma das mãos de Janna voltou a acariciar o mamilo de Star, cada beliscão era tipo um choque elétrico, enquanto a outra mão fazia círculos ao redor do umbigo de Star, fazendo a barriga dela tremer antes de descer mais. No momento em que os dedos de Janna começaram a brincar com a buceta lisinha e virgem de Star, ela se sacudiu toda, arfando por ar. "Por que... isso... é... tão bom?" Star gemeu se contorcendo debaixo da Janna. "Muita prática", sussurrou Janna no ouvido de Star antes de passar a língua na borda da orelha dela. Devia ser nojento, mas com todos os outros estímulos eletrizando os sentidos dela, a sensação molhada só fez Star tremer de êxtase. Janna lambeu a orelha de Star de brincadeira enquanto os dedos deslizavam pela vulva molhada de Star em círculos lentos, provocando ela sem dar uma estimulação mais direta. Conforme Star ficava mais molhada, Janna finalmente abriu a fenda de Star antes de deslizar os dedos com habilidade pelos lábios vermelhos e inchados enquanto o polegar começava a trabalhar no capuz do clitóris de Star. "Janna... Janna... Jaaa ~ nnnaaa", gemeu Star se contorcendo sem forças. Ela odiava como parecia frágil, mas não trocaria aquela sensação por todo o tesouro de Mewni. "Tá perto, Estrela?" Janna ronronou no ouvido de Star. Quando a princesa assentiu sem dizer nada, Janna sorriu e desceu pelo corpo da Star, beijando e lambendo um rastro enquanto avançava. Star agarrou os lençóis enquanto a língua de Janna explorava seu umbigo antes de traçar outro círculo ao redor dele e descer. A mão de Janna soltou o mamilo da Star para abrir mais a perna dela, e então Star sentiu os lábios de Janna envolverem seu clitóris, liberado da capuz. Ao mesmo tempo, Janna começou a enfiar dois dedos na buceta da Star com empurrões lentos e de teste. Star se contorceu toda e teria empurrado Janna se não fosse pelo agarre firme que Janna tinha na sua coxa, mantendo-a imóvel. Os dedos de Janna pareciam estranhos no começo — Tom nunca tinha brincado com ela sem pelo menos a calcinha dela servindo de barreira, e o mais intenso que já tinha chegado foi uma esfregada seca. Se somar a isso o fato de que Star nunca tinha feito nada além de se esfregar ou se masturbar sozinha com um travesseiro, significava que tudo que Janna fazia era novo e alucinante pra Star. A sensação de penetração foi estranha e desconhecida o suficiente no começo pra distrair a atenção do quão bom era em outros lugares, mas Janna não cedeu e continuou excitando Star. Logo Star gemeu de apreço quando a língua de Janna alternava entre bater no clitóris da Star e se juntar aos dedos enquanto entravam e saíam molhados da Star. A onda de prazer que tinha diminuído durante a viagem de Janna pelo corpo da Star cresceu dentro dela mais uma vez, e Star podia sentir percorrendo ela. Não era diferente da magia dela quando o Glossaryck tinha ensinado a invocá-la sem a varinha: selvagem e gloriosa até que sentiu que podia explodir. De certa forma, explodiu enquanto ela gritava de êxtase enquanto Janna recebia algo conhecido em certos círculos como escada real. Star ficou lá ofegante enquanto os corações nas bochechas dela brilhavam tanto que ela podia vê-los projetados. No dossel da cama dela. O corpo dela tremeu quando os dedos de Janna deslizaram livres da buceta dela, e ela corou de novo quando Janna chupou ruidosamente os dedos cobertos com os sucos da Star. "Mmm", Janna murmurou enquanto saboreava o gosto único da Star e a visão do brilho da princesa. Ela provocou as dobras da Star com a língua, só pra curtir o arrepio de protesto que tomou conta da Star por causa da superestimulação. Ela se arrastou até ficar de joelhos perto da cabeça da Star e se abaixou pra acariciar o cabelo da Star com a outra mão. "Então, como eu me saí?" "A melhor!" Star disse sem fôlego enquanto a luz nas bochechas dela diminuía pra um brilho suave. Star desviou o olhar pra Janna, mas não conseguiu evitar notar o brilho da umidade entre as pernas de Janna enquanto os olhos dela percorriam o corpo da garota da Terra. Star estendeu a mão pra arrastar languidamente os dedos pela parte externa da coxa de Janna. "Eu também adoraria retribuir o favor." A sobrancelha levantada de Janna deixou clara a preocupação dela, mesmo enquanto ela sorria e se inclinava pra que ela e Star se olhassem de cabeça pra baixo. "Adoro o entusiasmo, mas tem certeza de que tá pronta pra isso? Essa é a sua primeira vez e eu não quero te pressionar demais.
Para responder à pergunta de Janna, Star estendeu a mão e puxou Janna para baixo para beijá-la. Janna sentiu um frio na barriga quando a garota dos seus sonhos a beijou apaixonadamente, saboreando os lábios e a língua de Janna. Quando finalmente se separaram, Star virou de bruços e foi se arrastando aos poucos para plantar um beijo na barriga de Janna. Janna mordeu o lábio enquanto se inclinava para continuar acariciando o cabelo de Star. Os lábios de Star desceram, e Janna, gentilmente, se inclinou para trás para dar a Star um acesso melhor.Star fez uma pausa e parou um momento para olhar a buceta de Janna. Tinha um pequeno tufo de cabelo escuro coroando a monte de Janna, e seus lábios proeminentes já estavam rosados e abertos, revelando paredes rosadas brilhantes que se contraíam e apertavam de antecipação. Na verdade, ela nunca tinha estudado a própria vagina direito, e sua mente sempre vagava durante as aulas na Academia Echo Creek quando esses tópicos surgiam. Não dava pra negar que era estranho, mas ela já tinha visto coisas bizarras durante suas aventuras, e também tinha aprendido que estranho não era necessariamente ruim, especialmente depois de como Janna a tinha feito se sentir tão bem.
Star beijou a coxa molhada de Janna e esticou a língua para lamber seus lábios enquanto se afastava um pouco. O gosto de Janna brincou na sua língua, azedo, com um toque metálico. Provar o metal fez ela pensar em espadas, o que a excitou ainda mais por razões que ela não entendia nem tinha tempo para processar. Star deixou esse pensamento de lado enquanto se aproximava para mais, arrastando a língua pela coxa de Janna para roçar provocativamente em suas dobras. Janna gemeu e girou os quadris, ansiosa para que Star a provasse de verdade. Star mudou a posição deitada de bruços e fez Janna se deitar direito para poder envolver as pernas dela com os braços, mantendo-a no lugar e segurando suas pernas. bem abertinhas. Janna prendeu a respiração, esperando, e foi recompensada com a língua da Star percorrendo toda a sua buceta. Star gemeu quando o gosto da Janna encheu sua boca e logo estava explorando com avidez as profundezas da Janna. Janna se contorceu e abafou gemidos suaves enquanto deixava a Star seguir seu próprio ritmo.
Felizmente, o entusiasmo da Star era uma delícia, enquanto sua língua se torcia e flexionava contra as paredes da Janna, batendo de um jeito selvagem. As mãos da Janna vagaram pelo próprio corpo, alternando entre brincar com os mamilos e arrastar as unhas pelos lugares mais sensíveis. Finalmente encontraram o caminho até as mãos da Star e puxaram as mãos da princesa de suas coxas para segurá-las com força, fazendo a Star olhar para ela mesmo com os lábios ainda completamente pressionados contra a buceta da Janna.
"Isso é muito bom, Star, mas preciso de mais", Janna ofegou. "Vai com mais força, eu aguento."
Star hesitou por um momento — Marco tinha ensinado que a definição dela de "mais forte" e a versão da Terra eram coisas bem diferentes — mas se alguém era a pessoa menos parecida com a Terra que ela conhecia em Echo Creek, era a Janna.
Janna jogou a cabeça para trás enquanto Star mordiscava seus lábios, a presença repentina de dentes nas suas partes delicadas era ao mesmo tempo estranha e maravilhosa. Uma das mãos da Star escapou da da Janna e começou a arrastar pela perna da Janna, deixando rastros de marcas vermelhas na pele enquanto a mão seguia em direção à virilha da Janna. Janna tremeu, sem estar preparada para o quanto a Star seria boa no jogo pesado.
Talvez até boa demais quando Star moveu — *moveu de verdade* — seu clitóris. O toque certeiro fez os olhos da Janna se revirarem e começarem a lacrimejar enquanto ela ofegava, saliva voando da boca enquanto suas costas se arqueavam e ela tentava fechar as pernas. Star se mostrou muito mais forte e não só Manteve as pernas da Janna abertas, mas também pegou uma e forçou pra trás até o tornozelo dela quase encostar na cabeça. Janna não era tão flexível, e o protesto dos músculos ao se esticarem encheu ela de uma dor avassaladora.
— Tá difícil o suficiente? — perguntou a Star, pairando radiante sobre a Janna.
— Porra, sim! — Janna soltou um suspiro trêmulo. Fez um sinal pra Star se aproximar, e Star, gentilmente, se inclinou. Janna beijou Star com fervor enquanto procurava cegamente a mão livre dela.
Star gemeu contra a Janna enquanto a garota da Terra guiava a mão da Star até a buceta trêmula dela. Janna passou os dedos da Star pra cima e pra baixo na buceta antes de enfiar três deles lá dentro, e nesse ponto mudou o aperto pro pulso da Star e começou a usar a mão dela pra se foder.
— Enrosca os dedos — instruiu Janna entre beijos desleixados, enfiando os dedos da Star mais fundo do que nunca na buceta dela. Star fez isso com gosto e viu Janna se derreter de prazer enquanto continuava movendo a mão da Star pra lá e pra cá.
Enquanto Janna trabalhava devagar até chegar ao clímax, Star seguiu o exemplo anterior e começou a beijar o pescoço e o peito de Janna, agora com mordidas nada suaves. Janna gemia cada vez que Star afundava os dentes na carne dela, mas a dor só empurrava Janna mais perto do limite. Finalmente, Star alcançou um dos mamilos de Janna e o segurou entre os dentes, alternando entre provocá-lo com a língua e mordiscá-lo com força. "Ah, porra, ah, porra, ah, porra", reclamou Janna sem fôlego enquanto trabalhava a mão de Star ainda mais rápido antes de se soltar de repente para se concentrar no clitóris inchado. Star não diminuiu o ritmo da mão enquanto observava Janna fechar os olhos com força enquanto o gemido ficava mais alto, se transformando num grito crescente de prazer sem palavras antes de Janna parar de repente e ficar ofegante.
Star esperava que Janna puxasse ou agarrasse a mão dela, mas Janna continuou esfregando lentamente a mão mesmo quando parecia atordoada e apática. Devagar, Star soltou Janna, deixando a perna de Janna descer antes de arrastar os dedos cobertos de suco de buceta pelo abdômen de Janna. Ver a amiga e amante numa névoa pós-orgasmo foi uma excitação que fez Star ficar molhada de novo.
Esse tipo de química era tão diferente de tudo que ela já tinha experimentado antes, que até sua obsessão pelo enigmático Oscar parecia pequena perto disso. Star se inclinou para beijar Janna na bochecha e encontrou os lábios de Janna quando a garota voltou à vida mais uma vez.
"Ainda não terminamos. Esse foi só meu aquecimento", disse Janna enquanto se arrastava por cima de Star. Star olhou para ela com admiração enquanto Janna posicionava os corpos suados de forma que suas bucetas ficassem bem juntinhas, com Janna segurando uma das pernas de Star com força.
Antes que Star pudesse perguntar ou dizer algo, Janna começou a se mover devagar com sua Quadris e as palavras de Star morreram na língua dela enquanto cada centímetro da buceta dela era estimulado de uma vez. Como se isso não bastasse, Janna mostrou o quanto era habilidosa enquanto juntava os clitóris delas, provocando fortes espasmos de prazer que se acumulavam um no outro até que as duas garotas se concentraram completamente no ponto que as conectava. O quarto se encheu com seus gemidos fortes quando Star começou a mexer os quadris também até que se esfregaram ferozmente uma na outra.
"Eu pensei... que... você... só... se beijava... e tocava?" Star conseguiu dizer de forma desconexa enquanto agarrava a coxa de Janna para fazer alavanca enquanto empurrava de volta com tanta força quanto estava sendo empurrada.
"Principalmente, eu disse principalmente", disse Janna antes de começar a mexer os quadris ainda mais rápido.
Star jogou a cabeça para trás enquanto gritos entrecortados escapavam a cada colisão de suas bucetas encharcadas. Por mais que Star tentasse manter o ritmo, Janna parecia insaciável, estimulando constantemente o corpo dela mesmo enquanto tremia de orgasmo atrás de orgasmo. Star caiu para trás, mole e exausta, enquanto Janna continuava montando-a incansavelmente.
O prazer estava ficando demais e Star juntou forças para se afastar desesperadamente de Janna. Ela rolou de bruços na tentativa de fugir, só para sentir umas mãos nos seus quadris imobilizando-a e a respiração de Janna no seu ouvido.
"Pra onde você vai, Estrela? Não terminei de te mostrar tudo o que você tem perdido", sussurrou Janna no ouvido de Star enquanto se sentava em uma das pernas de Star e pressionava o joelho contra a entreperna dela. Janna começou a esfregar a perna de Star, o movimento fazia Star quicar contra o joelho de Janna, reavivando as chamas de prazer na buceta dela de novo. Janna mordeu a orelha de Star antes de afastar o longo cabelo loiro de Star e cobrir o pescoço dela com lambidas e beijos.
Os gemidos Os gemidos da Star foram abafados pelo colchão, porque ela tinha medo de se afogar de prazer. As reboladas da Janna sacudiam o corpo da Star, fazendo uma agonia gostosa atravessar ela enquanto os biquinhos dos peitos roçavam nos lençóis, até os dedos das mãos e dos pés doerem de tanto se agarrar. Ela tava quase desmaiando quando a Janna soltou um grito de pura alegria e finalmente se jogou do lado dela. A Star virou a cabeça fraca pra olhar pra Janna, toda suada e exausta, que encarava o dossel da cama enquanto engolia ar. Devagar, a Janna desviou o olhar pra Star e sorriu, até ver a expressão de medo no rosto da Star.
Exagerei?" Janna perguntou hesitante, o medo e a preocupação distorcendo seus traços enquanto se ajoelhava. Passou a mão pelo cabelo bagunçado e suado enquanto a ansiedade tomava conta, começando a se repreender: "Eu sempre faço isso. Sempre vou longe demais, rápido demais e assusto todo mundo. Ai, Deus, Star, me desculpa!"O pânico de Janna foi interrompido quando Star agarrou seu braço e a puxou para baixo num choque violento de lábios. Quando Star finalmente soltou Janna, a garota da Terra a encarou em silêncio atônito.
"Foi um pouco intenso", admitiu Star suavemente, enquanto suas bochechas coravam e ela desviava o olhar envergonhada, "E... talvez eu não estivesse tão pronta quanto pensei pra tudo que a gente fez, mas só porque foi um começo difícil não significa que eu não faria de novo."
Janna lentamente encostou a testa na de Star, encarando os olhos azuis matinais da princesa, os seus começando a brilhar com lágrimas. O beijo que veio em seguida foi suave, lento e transbordando paixão, que acabou se transformando numa risada de alívio. Janna se afastou de Star enquanto continuava rindo, e só ficou em silêncio quando Star procurou sua mão e entrelaçou os dedos.
"É uma pergunta meio estranha", começou Janna, tentando parecer despreocupada mesmo enquanto apertava a mão de Star com mais força, "considerando, sabe, a gente acabou de transar, mas isso significa que agora estamos namorando?" Perguntou Janna, a voz cheia de emoção e prestes a falhar.
"Só se você prometer continuar mantendo as coisas interessantes. Odeio ficar entediada."
"Ah, acho que consigo fazer isso", prometeu Janna com um sorriso antes de levantar a mão de Star para beijá-la. Ansiosa pra cumprir essa promessa, a outra mão de Janna se estendeu sobre a cama, agarrando um punhado de lençóis e puxando-os, junto com a varinha de Star.
"Sei que você ainda pode estar um... Um pouco cansada, mas... você já pensou em fazer coisas safadas com aquele garoto mau?" Janna refletiu em voz baixa.
Star se virou de lado para olhar Janna e sua varinha. Star se aproximou de Janna, que aproveitou a chance para beijar e provocar qualquer parte de Star que conseguisse alcançar, até que Star ergueu a varinha, esperando que os olhos de Janna se fixassem no dispositivo mágico antes de focar sua intenção.
A varinha começou a vibrar na mão de Star, e as sobrancelhas de Janna se ergueram quando Star a aproximou do peito de Janna, deixando-a sentir os formigamentos quase elétricos que criava ao fazer contato.
Momentos depois, as coisas ficaram loucas e selvagens, enquanto Janna e Star gemiam e ofegavam sem pudor. A relíquia mágica da família Butterfly zumbia alto entre as pernas delas, enquanto cada garota movia os quadris para empurrá-la com mais força contra a buceta da namorada. Star segurou o cabo entre elas, e sua outra mão permaneceu firmemente entrelaçada com a de Janna, enquanto as vibrações mágicas sacudiam ambas as garotas em êxtase.
“Ah, porra, Star! Isso é tão bom!” Janna gritou, incentivando Star a apertar os olhos para se concentrar e fazer a varinha vibrar ainda mais forte. Janna caiu para trás, dominada pelos tremores que a sacudiram até o fundo. Star tremeu, mas conseguiu se agachar sobre Janna, pressionando a varinha sem piedade contra Janna enquanto começava a empurrar os quadris.
Não conseguiu aguentar por muito tempo, mas foi o suficiente para ver os olhos de Janna revirarem e sua língua pendendo lascivamente dos lábios. Star perdeu o controle da varinha enquanto se contorcia no clímax, mal conseguindo evitar cair em cima de Janna. Seus lábios se encontraram, e trocaram beijos pequenos e delicados.
“Isso com certeza foi interessante”, murmurou Star, arrancando uma risada de Janna.
Star se acomodou ao lado de Janna, e logo a mistura de cansaço e álcool... Finalmente começou a pegar as minas. Os olhos delas foram ficando pesados enquanto curtiam essa relação nova e a companhia uma da outra. Bem quando o sono ia bater, o barulho de passadas na escada acordou todo mundo. As meninas se apressaram pra se cobrir com os lençóis bem na hora que a porta da Star abriu de uma vez, enquanto o Marco e o Tom brigavam pra ver quem passava primeiro.
"Star, fala pra esse cornão idiota que ele tá fora de lugar!"
"Sem essa, Star! Fala pra esse mortal imbecil que isso é entre eu e você, e que ele tem que se meter!"
Nenhum dos caras parecia ter reparado na Star ou na Janna, ou no estado pelado delas. Eles só perceberam a luz forte da varinha da Star quando ela apontou na direção deles.
“Explosão de Narval!” Os dois garotos se jogaram para os lados da porta do corredor para evitar a perigosa corrente de mamíferos aquáticos. Seus olhares confusos rapidamente se transformaram em olhares acusatórios, mas antes que pudessem continuar defendendo seus casos para a Star, ela lançou outro feitiço.
“Barreira brilhante do garoto do castelo quicante!”
A porta bateu quando a magia a transformou, e quando o Marco se levantou para testar a maçaneta brilhante, ele a achou macia e flexível antes que uma força invisível repelisse sua mão.
“Ótimo! Agora olha só o que você a obrigou a fazer!” – Tom gritou enquanto se levantava. Agarrou a maçaneta com um punho flamejante, mas também foi repelido.
“Eu?! Isso é culpa sua! Claramente você irritou ela” – respondeu Marco, apontando um dedo acusatório para Tom.
Os dois garotos rapidamente estavam se metendo em outra briga de gritos e, eventualmente, em outra briga física, mas Star e Janna já tinham ignorado eles. Star caiu de novo nos braços acolhedores de Janna, e as duas simplesmente aproveitaram a presença uma da outra.

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