Planejando as férias com minha nora e neta

aqui vai mais um capítulo dessa


Espero que vocês curtam.
depois continuo contando
em outra história
como foram essas férias


VALEU PELOS COMENTÁRIOS
PELOS PONTOS
E, PRINCIPALMENTE, POR ME LER














Na terça-feira, Sandra apareceu de novo lá em casa, começou a limpar como sempre, só vestindo a tanguinha porque tava calor. Minha nora tá cada vez mais puta, sem dúvida meu filho já nem toca nela. O que mais me atrai nela é ter feito ela virar essa putinha e como eu queria comer ela, no fim das contas era pra isso que ela tinha vindo. Chamei ela pra tomar uma cerveja comigo.

— E aí, Ariel, Sandra? Tá preparando ela como eu pedi?

— Sim, pai, já faz todas as tarefas de casa, tá toda uma menina obediente comigo. E você não sabe como ela fica molhada quando eu volto da academia, já vem me procurar pra transar, mas eu recuso. Adoro deixar ele na vontade, e quando vejo que ele vai explodir, só fico brincando com ele na cama, passo a mão na pica dele e faço ele chupar minha buceta. Claro que sempre termino com meus dedos no cu dele, gemendo igual uma menininha, o corno.

— Você conta pra ele como te comem? Porque com certeza não sou o único que te arromba.

— Você não fica bravo de eu entregar pra outros?

— Você tem minha permissão pra fazer isso, puta.

— Porque pros garotos da academia eu só dou a buceta, mas não todo dia, buceta.

— Sabe que quero ir pro litoral? Quero te levar comigo, mas você e a Diana, pra vocês serem as verdadeiras vadias que são. O que acha da ideia?

— Adorei, pai, mas ia ter que comprar umas roupinhas. O maiô que tenho é inteiro e bem velhinho.

— E aquele que você usou na piscina?

— Ah, não, pai, aquele ficou todo manchado e já não serve mais, ficou muito grande. Quem vai me olhar com aquela bikini suja na praia?

— Pelo tempo que vai durar em você, mas você tem razão, quero que compre uma bikini linda e também umas roupas atraentes pra se mostrar bem puta.

— Ah, sim, pai, o que você disser. Mas você vai falar pro Ariel que a gente vai sozinhos?

— Claro, traz ele no sábado pra jantar aqui que no domingo a gente vai. Tô morrendo de vontade de ver como vão arrombar teu cu na praia.

Na mesma hora, puxei meu pau e enfiei na boca dela. Ela começou a chupar e em um minuto me perguntou se eu ia comer ela, falei que não, que queria deixar ela bem quente pra no ônibus arrombarem a bunda dela.

Sandra: Ah não, não faz isso comigo, papai, me come, me come você que eu faço o corno engolir seu leite assim que chegar em casa, papai, juro que vai ser a primeira vez que ele vai lamber o leite da minha buceta, cê gosta da ideia, putinha?

Não resisti, deitei ela na mesa e parti a buceta da puta da minha nora, era tão lindo ver ela se contorcendo na mesa e muito mais lindo foi quando arrebentei o cuzinho dela, como a vadia sofria, cada vez mais eu gostava de arrombar o cu dela e deixar ela tremendo, terminei toda leitada e assim quis que ela fosse, já imaginava ela dando a buceta pro Ariel quando voltasse, queria ter visto o Ariel engolindo meu leite, mas por enquanto me contentava com ela me contando. Na quarta-feira apareceu a Diana em casa junto com o namorado Ramón, assim que vi os dois juntos minha pica ficou dura, entraram e como boa puta ela foi pra cozinha preparar o mate, então aproveitei pra conversar com o corno.

Ramón querido, domingo vamos pra praia com a Diana e quero que você venha com a gente.

Ramón: Ah não, não vou poder por causa do trabalho, que ela vá, vô, sei que com você a menina vai se divertir muito.

E você vai ficar sozinho? São só cinco dias.

Ramón: É que não posso ir mesmo, adoraria.

Pena, então vou falar com meu filho, você vai ficar só com o Franco.

Nisso a Diana chegou com o mate.

Diana: O que eu perdi?

Nada, boneca, tava falando pro seu namorado que domingo vamos pra praia e tava convidando ele, mas ele disse que não pode vir.

Diana: Ah, então, que ele fique com o Franco, com certeza vai se divertir muito, não é, amorzinho? Até porque o Franco já é quase da família.

Imagino, mas você vai ter um trabalho, tem que ser útil em alguma coisa, vai cuidar das nossas casas pra quando voltarmos não faltar nada, e claro que pode fazer isso com Franco
Ramón: Sim, sem problema com isso

Diana: Olha, tem que deixar ela limpinha, meu bem

Ramón: Vocês vão tranquilos e aproveitem uns dias lindos

Essa é a ideia: praia, sol, putas e farra por cinco dias. O que pode dar errado?

Diana: Eu voltar grávida, é que o Ramón já quer ser pai

Sério? Então vamos fazer o impossível pra tornar isso realidade. Por que não começamos agora? Vem, minha gata, vamos pra cama

Ramón: Não, não, não era essa a ideia

Não importa, Ramónzinho, você vem também pra ser testemunha de como engravidaram sua mulher

Já na cama, a tesão que o Ramón tava era tremenda. Ele começou a bater uma assim que viu a Diana chupando minha pica. Ficou louco só com aquilo, e mais louco ainda quando a Diana chamou ele pra perto

Diana: Vem, meu amor, me ajuda. Isso é carne demais pra mim sozinha. Isso, querido, isso, assim meu amor. Dá umas lambidas, bebê. Isso, rei. Agora enfia na boca e chupa. Assim, bebê, assim. Isso, engole tudo, meu amor, você consegue. Cê gosta, né, abusado? Viu como ele faz bem? Fala se não faz direito. Agora deixa um pouquinho pra mim, amorzinho, eu também quero sentir

O cuck tava mamando minha pica melhor que a namorada dele. Ver ele tão puta me deixou tão excitado que quis comer ele de novo. Subi ele na cama e coloquei de quatro. Ele sabia o que vinha e não disse uma palavra. Abriu o cu e eu penetrei. Com a porrada que dei, minha pica entrou toda. Ele caiu na cama e só ouvi o gemido abafado pelo travesseiro que ele mordia desesperado. Sentir o corpinho dele tremendo a cada metida dava um tesão ainda maior na situação, até que ele começou a bater na cama. Naquele momento, soube que o cuck gozava sofrendo, porque ele mesmo mexia a bunda acompanhando cada estocada. Fiquei comendo ele por um bom tempo, tudo em silêncio. O cuck já era minha puta escrava, e eu queria deixar isso claro sem palavras. Torcia a pica dentro do cu dele a cada murro que ele dava, e de repente levantei ele um pouco e Peguei nas bolas dele apertando, não consegui evitar de roçar no pinto dele, que já não era mais um cock de tão pequeno que tava. Ele gemeu de dor de novo e eu não liguei, continuei comendo ele até me cansar e só deixei ele cair todo derrotado na cama. Sem meu cock no cu dele, vi o cuck tremer, deixamos ele lá. Levei a Diana pro banheiro pra ela lavar meu cock.

Diana: Vô, cê matou o Ramón.

Isso não é nada comparado com o que te espera na costa, vai, neném, vamos pegar uma cerveja.

A slut da Diana tava muito tarada, só queria meu cock, e mesmo cansado, lá na cozinha fiz ela me chupar e depois de um tempo ela mesma enfiou na pussy dela sentando em cima de mim. Era perverso ter ela cavalgando em cima de mim sabendo que o cuck tava se contorcendo na cama com o cu bem arrombado e talvez até batendo uma punheta. Senti a slut gozando com um orgasmo enorme e finalmente enchi a pussy dela de porra, empurrando ela pra baixo fazendo meu cock entrar até onde dava.

Diana: Te amo, vô, te amo, cê é o melhor male que existe. Tudo dói agora, mas como cê me faz gozar.


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