Capítulo 2: Sem vergonha

Era um sábado de manhã, meus pais tinham ido viajar com os amigos deles o fim de semana inteiro. Desde sempre eles faziam viagens curtas, em feriados, com pessoas que conheci a vida toda, basicamente são tipo parte da minha família, e os filhos deles foram meus amigos de infância. Antes a gente ia junto, mas depois de uns anos eu preferi começar a ficar em casa, não era tão divertido como antes, os filhos pararam de ir conforme foram crescendo, e no último ano eu fui a única jovem. Se eu continuasse indo, ia ficar sozinha com aqueles velhos, que só sabiam falar dos negócios deles ou de alguma doença nova, e um monte de conversa chata. Por isso, decidi falar pra eles que preferia ficar em casa, e eles toparam. Eu era bem independente, fui criada assim, era organizada com as coisas da casa e minha mãe já tinha me ensinado a cozinhar desde pequena, às vezes até eu fazia a comida pra eles. Eles confiavam em mim, no fim das contas eu nunca fazia nada de errado. Tinham passado umas semanas desde o incidente do trem. Na bolsa que eu deixei esquecida quando fugi de um dos meus desejos mais obscuros, tinha umas coisas pessoais que lamento ter perdido. Entre essas coisas, tipo maquiagem, um dinheiro, um caderno onde eu fazia desenhos, doces e outras besteiras, também estava meu celular. Minha vida era um tédio sem celular. Sempre fui do tipo solitária, e é muito mais fácil "fazer amigos" pela internet do que na vida real. Também não podia mais falar com os estranhos que tanto me entretinham no dia a dia e faziam companhia nas minhas solidões. Naquele dia, lembrei que tinha um celular, um antigo. A tela estava quebrada, era muito lento, eu tinha deixado ele esquecido quando comprei o que perdi no trem, uns 3 anos atrás. Animada, pensando que ele podia me ajudar a me distrair, procurei ele no meu quarto. Quando tentei ligar, aparecia que não tinha bateria, então fui procurar um carregador, e deixei ele carregando um tempo. Comecei a fazer Tomei café e comi, enquanto esperava pra ver se o celular carregava. Tava nos 50% quando olhei de novo, fiquei feliz, "finalmente vou sair do tédio", pensei. Liguei ele, demorou uns minutos, mas funcionou. Era lento, mas ainda tinha uns aplicativos onde eu podia conversar com alguém ou ver algo divertido. Desconectei, e na hora começou a perder bateria. Percebi que ia ter que usar ele ligado na tomada. Mandei uma mensagem no WhatsApp pra minha mãe: "o celular antigo funciona, mas não posso desconectar". Não teve resposta. Comecei a olhar as conversas, vendo o que tinha de interessante. Entre elas, vi que tinha o contato do celular que perdi. Sem esperança, escrevi "oi". Enviado... Mas só apareceu um tique, significando que a mensagem não tinha chegado, que o celular tava desligado, sem conexão ou morto de vez. Me senti idiota por ter esperança de que funcionaria, de que alguém tinha achado a bolsa com o celular e minhas coisas, e que teria bom coração pra devolver. Mas parece que não. Entrei na galeria, tinha muitas fotos e vídeos, passeios com amigos, família, coisas da escola. Também tinha baixado muita pornografia, vídeos de ménage, mulheres sendo apalpadas em público, sexo oral, sexo anal, mulheres sozinhas se tocando. Mas além disso, tinha muitas fotos e vídeos de caras se tocando e gozando, uma pasta com centenas de vídeos e fotos. Já que não dava pra fazer videochamadas porque esse celular era muito lento, me contentei em ver os vídeos, começando a lembrar um por um de como tinha conseguido eles. Obviamente não lembrava de tudo, mas alguns momentos estavam bem claros na minha memória. Comecei a ficar excitada, agora podia me tocar sem ter que me calar. Comecei a me masturbar, mas meus dedos logo pediram pra entrar no meu cu, então não fiz eles esperarem, e comecei a me masturbar devagar, lubrificada pela minha umidade e minha saliva, um dedo entrava e saía devagar pelo meu cu. Enquanto me dilatava, a tiny Puta véi, como os caras gozavam no telefone, eu ouvia os gemidos deles, me mostravam o esperma, todos mais ou menos parecidos, mas cada um me excitava mais que o anterior. Empolgada, brincando com meu dedo, comecei a me aventurar, primeiro mais um entrou e quando eu tava aberta o suficiente, fui com o terceiro... Deixei o telefone apoiado pra poder ver, tentei relaxar e abrir um pouco mais, mas ainda não consegui. Enquanto tentava, usei minha outra mão pra me tocar na frente, primeiro esfregando meus dedos por cima, pra depois enfiar pra dentro, e lembrar o quanto eu curti quando aqueles dois estranhos me tocaram no trem. Tava muito excitada, tinha três dedos na minha buceta e três no meu cu, entrando e saindo, girando em círculos, tentando ir cada vez mais fundo enquanto via eles gozando e gozando, montes de porra de estranhos que naquele momento eu só queria saborear. Nunca tinha provado, mas desde sempre via nos vídeos como todas recebiam agradecidas as gozadas na boca, como se o único desejo delas fosse conseguir degustar aquela bebida que representava o ponto mais alto de excitação de um homem. Quando perguntava sobre o gosto, todas as respostas eram de certa forma parecidas, mas todas imprecisas. Umas gostavam, outras diziam que não, outras falavam que engoliam só pra agradar, a verdade é que eu não sei, mas o que eu sei é que tinha uma curiosidade guardada há um tempão, e naquele momento eu queria provar. Continuei no meu lance, na minha cabeça eu tava naquele trem, alterando algumas lembranças pra se encaixarem mais no que eu queria, continuar naquele trem e ver o que faziam comigo. Naquele momento não precisava segurar meus gemidos, podia fazer do jeito que queria, e me deixava levar, também continuava vendo os vídeos no telefone, embora sem tanta atenção, minha concentração tava na minha imaginação e nas minhas mãos, que me faziam gozar como nunca, agora motivada por aqueles dois estranhos que me fizeram sentir como uma puta. Isso eu dizia entre gemidos. Sou a putinha dele... Sou a putinha dele" pensando que tava falando pra eles, enquanto me tocavam, imaginando que eu também tava batendo uma pra eles, segurando o pau dos dois, um em cada mão. Depois fantasiava que me levavam pra algum lugar, ou no próprio trem, eu ajoelhava na frente deles e começava a chupar os dois, usando a mão que tava na minha buceta, chupava meus dedos enquanto continuava enfiando os da outra mão lá atrás. Naquele momento, só queria ter um pau na minha boca e sentir o gosto, queria saber qual era a sensação. Mas aí, uma notificação no meu celular me tirou da fantasia. Achei que era minha mãe respondendo a mensagem que eu tinha mandado antes, mas não, a mensagem veio do meu número de telefone que eu tinha perdido no dia do trem. Por um segundo, fiquei chocada, me desorientou ver aquela mensagem ali, então parei com o que tava fazendo e respondi - Oi😊 - dizia a mensagem - +Oii, o número que você falou é de um celular que eu perdi🥺 - Sim! Achei ele numa bolsa que tava no trem +Achei que tinha perdido tudo 😭 - Kkkkkk calma, posso devolver ele pra você +Sério? 🥳 - Sim, podemos nos encontrar em algum lugar, hoje eu tô livre se você precisar com urgência +Me ajudaria muito! 🥺 Tô precisando muito do meu celular - Onde poderia ser?... No fim, combinamos um lugar, um parque perto da minha casa, tinha uma delegacia perto também, já que era um desconhecido, escolhi um lugar que me desse uma certa segurança, que fosse público. Falei que não podia sair com celular porque a bateria tinha acabado, então descrevi como ia estar vestida pra ele me reconhecer. Ele também me disse que roupa ia usar, então gravei pra reconhecer ele, mas se eu visse a bolsa, claramente sabia que era ele. Combinamos de estar lá em uma hora, tomei um banho pra me recompor e me limpar um pouco, me vesti e saí.Capítulo 2: Sem vergonhaCheguei no parque, andei uns metros até um banco e sentei. Pra ser sincera, ainda tava dolorida de tudo que tinha feito antes de sair, tava difícil andar normal e quando sentei, senti a pressão na minha bunda, então não conseguia fazer movimentos muito naturais, me sentia meio travada. Fiquei olhando ao redor, procurando, já tinha passado da hora combinada, mas não esperava muita pontualidade. Me surpreendi com a facilidade que a gente se encontrou: uns metros adiante, um cara sentado lá longe, e do lado dele minha bolsa. Ele parecia ter uns vinte e poucos, quase trinta talvez, veio do jeito que ele disse, claramente era ele. Levantei e fui andando. Tava a poucos passos quando ele virou pra mim, eu cumprimentei ele, e ele respondeu.
— Oi, você é o cara que ia devolver minha bolsa, né?
+ Sim, sou o Alex, prazer.
Sentei do lado dele.
— Sério, você salvou minha vida, achei que ia perder essas coisas...
+ Que isso, sem problema, mas preciso ter certeza que são suas coisas
— Claro, como a gente faz?
+ Ora, me diz o que tinha na bolsa
— Beleza, hmm... tinha meu celular, um caderno, umas coisas pra comer, um estojo com lápis... Não lembro de mais nada...
+ Relaxa, já tô seguro que são suas coisas
Ele disse rindo
— Valeu, tenho coisas muito pessoais
+ Imagino kkk, na verdade dei uma olhada no caderno pra ver se tinha alguma informação... Desculpa
Aquele caderno tinha umas coisas escritas, uns desenhos, coisas pessoais, algumas sexuais.
+ Mas... não li nada, só procurei algum nome ou número... O que eu gostei mesmo foram os desenhos, você tem talento
— Ah, sério? Muito obrigada
+ Sim... os corpos eram muito realistas
No geral, eu desenhava "anatomia", por assim dizer, embora às vezes fosse erótica, desenhava cenas pornô ou corpos de homens, a maioria era coisa que me mandavam com quem eu conversava.
— Eu pratico muita anatomia, na verdade
+ Percebi, tipo renascentista kkk
A gente continuou conversando, descobri que ele também tinha um gosto pela arte, desenhava também, mas era fotógrafo, não profissional, mas às vezes trabalhava. Pois é. Tivemos uma conversa bem agradável, quase esqueci que só ia pegar minhas coisas e ir pra casa, mas tava curtindo. Posso dizer que ainda tava excitada da minha sessão de masturbação interrompida, então no começo queria fazer isso rápido, pra voltar e continuar na minha, mas tava tendo um bom momento. Mesmo assim, um pensamento passou pela minha cabeça. Lembrei que ele tinha respondido do meu celular... Será que viu minha galeria? Tava cheia de pornô, vídeos de caras se masturbando que me mandavam toda hora e também tinha minhas fotos e vídeos pelada, me masturbando. Fiquei na dúvida e fiquei nervosa, então perguntei. - Ei... Tipo, uma coisa... Você mexeu no meu celular? + Olha, não vou mentir, mexi sim pra encontrar algo que me dissesse de quem eram essas coisas e aí consegui responder a mensagem que você mandou - Ahh, mas viu mais alguma coisa? + Vi sim a galeria Tinha vídeos e fotos de tudo, me masturbando, enfiando coisas no cu, escova de dente, pentes, frutas, chupando essas mesmas coisas. Eram coisas que ninguém tinha visto, fiquei com vergonha, e tava ainda mais nervosa. - Quanto você viu?... + A verdade? Tudo... Fiquei em choque, paralisada. Ele tinha visto tudo, um calor tomou conta de mim, comecei a suar, tanta exposição, parecia estranho, sentia um formigamento no corpo, não sabia o que fazer. Mas, por outro lado, pelo visto o que ele viu chamou a atenção dele pra ver tudo, tava com sentimentos confusos, por um lado a vergonha de ele me ver assim, e por outro, será que ele gostou do que viu? Não sei o que pensar, tava confusa, e essa última ideia meio que me excitou. - E... Você gostou? Não sei por que perguntei isso Ele sorriu. + Muito, por isso vi tudo A resposta dele me deu um prazer... Ninguém mais tinha visto meu corpo, e quem tinha visto tudo, me disse que adorou, bom, não exatamente, mas acho que de alguma forma eu o esquentei pra ele ver a galeria toda... A voz dele interrompeu meu pensamento + Desculpa se isso te deixa desconfortável queria ver se tinha alguma informação pra devolver o celular -não, eu entendo, fica tranquilo... Você tava tentando fazer algo bom... Não posso ficar brava com isso, acho. Mas passou uma coisa pela minha cabeça, meu celular tava bloqueado com padrão numérico... Como você desbloqueou? -como você desbloqueou? +Ah sim... Isso... -e aí... Fiquei meio irritada, talvez você só quisesse bisbilhotar o que tinha lá... E se tivesse compartilhado as fotos? Quem mais podia ter visto.... +Pois é, não era a senha mais segura... Você tinha razão.... +Desbloqueei de primeira, talvez você devesse usar algo diferente de 1234... Que idiota que eu sou.... -sim, você tem razão, desculpa, não devia ficar brava com você, só me sinto envergonhada, era algo muito privado... +Me desculpa então... -não, eu que devia ter tomado mais cuidado, no fim você só tá me ajudando, e eu devia agradecer Ela colocou a mão na minha perna, eu coloquei a minha sobre a dela. +Relaxa, não tem problema -alguém mais viu? +Não, só eu Talvez eu não devia ficar puta com isso, no fim foi culpa minha, eu deixei as coisas largadas aquele dia no trem, e não guardei essas fotos num lugar seguro, além disso ela tinha razão: quem usa uma senha tão fácil tendo todas essas coisas privadas? -bem...  Ele continuava acariciando minha perna, entre a vergonha e a excitação que já tava rolando, somado ao que ele me disse agora, meus hormônios já tavam começando a me dominar... Talvez seja hora de ir pra casa. +Acho que já vou indo, desculpa, onde passa o ônibus pro centro? -umas ruas pra lá, posso te acompanhar até o ponto se quiser... +Seria ótimo, você é daqui perto? -Não (menti), mas conheço a região +Ahh, beleza, vamos Ela se adiantou, tinha sido tipo um salva-vidas, se eu continuasse pensando nessas coisas talvez acabasse fazendo alguma besteira, mas não conseguia parar de pensar que ele tinha visto tudo da galeria, era o único que tinha me visto daquele jeito, e isso tava me deixando com tesão, além disso ele tinha sido legal comigo, e eu sentia que tinha que agradecer ele De algum jeito. A gente levantou e foi andando até o ponto de ônibus. Era uns 10 minutos caminhando num ritmo devagar, ficava a umas ruas de onde a gente tava, só precisava andar por uns becos entre as avenidas e a gente chegava. Conhecia esses caminhos, era a rota de volta pra casa desde o colégio, não costumava ter muita gente por aquele lugar, a maioria das pessoas usa as ruas grandes, mas servia bem pra encurtar o tempo. A gente caminhava por esses becos, não via muita gente. A gente foi por um lugar que tinha um beco pequeno, onde tinha uns latões de lixo e o pessoal deixava outras coisas tipo caixas pra serem levadas pelo caminho. Lembrei que uma vez tava quase me mijando e naquele lugar consegui fazer de forma "privada", mesmo passando gente, ninguém notou minha presença ali. Se ia fazer alguma coisa, tinha que ser agora. — Hmm, tava pensando... + O quê? — Já que você me viu assim, seria justo eu ver algo também, né? + Como assim? — Se você viu minha galeria, acho que tenho direito de ver algo assim de você. Vi ele surpreso, mas não de um jeito ruim. Na real, me arrependi um pouco do que falei, mas já tinha dito. + Não tenho fotos pra te mostrar, se quiser quando chegar em casa posso te mandar alguma, mas você tem que me passar seu número. — Tenho outra ideia... O que tava acontecendo comigo? Desde o trem que tava tipo doida, na minha imaginação, toda vez que via um cara gostoso, fazia uma proposta, cada uma mais suja que a anterior, mas deixava pra minha imaginação. Agora, ele já tinha me visto, e eu queria ter algo de volta. Peguei a mão dele e andei com ele pro beco. A gente se escondeu atrás de uma lixeira. + Que lugar romântico — Né? + Então o que você quer? — Bem, você já me viu, quero te ver. + Tá bom, então — Mostra teu pau. + Só assim? — É. Ele abaixou o zíper e abriu a calça. Eu olhava pra ele, esperando ver o pinto dele. Tinha um volume na cueca. — Vai, mostra. + Não tá duro. — Tô nem aí, quero ver. Ele tirou o pau da cueca, tava mole. Ainda, mesmo assim já tava com uma cara boa, tamanho e grossura. —Tá bom +Fechou? —Não, quero ver ele duro +Então me ajuda Dito isso, pegou na minha bunda e começou a se masturbar, eu comecei a acariciar os ovos dele. O pau dele começou a crescer e eu segurei ele com a mão, firme pra começar a bater uma pra ele, nunca tinha feito isso mas ele parecia estar curtindo. Logo o pau dele tava completamente duro, pulsando na minha mão, eu ouvia ele gemer baixinho... Alex era o nome? Nem tinha certeza, mas tinha certeza que ele tava se segurando. Eu tava toda molhada, nunca tinha segurado um pau na mão, nem tinha visto um ao vivo, e agora tava com esse pedaço enorme de carne bem firme na mão. O membro dele me hipnotizou, logo de manhã eu tava fantasiando em ter um pra mim, e agora eu tinha, todo gostoso, parecia delicioso... Será que eu podia?... Tenho certeza que vocês já sabem o que passava na minha cabeça, sentia muita curiosidade, nunca tinha feito, nem tive chance. Ficava na dúvida, devia perguntar pra ele? Claramente ele tava gostando, não ia reclamar, além disso ele viu minhas fotos e vídeos... Será que vou conseguir fazer direito? Já vi vários vídeos de minas fazendo, mas é totalmente diferente fazer na prática... Não vou fazer... Mal conheço ele... O pau dele tava escorrendo um líquido transparente enquanto eu batia uma, escorria pela cabeça e descia pelo corpo, até chegar nas minhas mãos... era pegajoso, lubrificava o pau enquanto eu masturbava, e me chamava... Saiu um pouco mais, caiu na minha mão, molhando meus dedos... Levei meus dedos até a boca, e provei o líquido. Na hora eu caí de joelhos no chão, e enfiei o pau dele na minha boca, o máximo que consegui.relatoFoi rápido, nem eu esperava essa reação, mas já não tinha controle de mim mesma. Comecei a chupar ele, tentava imitar os vídeos e ver como o corpo dele reagia, pelo visto ele gostava que lambessem a cabeça e por baixo até as bolas, também enfiava os ovos dele na minha boca e batia uma punheta enquanto passava a língua naquelas bolas. De vez em quando ele pegava na minha cabeça e enfiava mais do que eu aguentava, eu tentava suportar, doía, claro que eu não tinha experiência. +Dá pra ver que você tem experiência, hein Ele disse entre pequenos gemidos. Não sabia o que dizer, não queria que ele soubesse que era a primeira rola que eu chupava, então só entrei na onda. Tirei ele da boca por um momento. -Sim, eu sei E enfiei tudo que dava de novo, talvez um pouco mais que no começo, minha garganta ficou dolorida, mas sentia que dava pra mais. Ele também ganhou confiança e começou a puxar meu cabelo pra foder minha boca. Até aguentei uns segundos, mas aí o reflexo da garganta não deixou continuar, me afastei um segundo pra não vomitar, e depois voltamos num ritmo mais calmo, passando a língua por todos os lados. Quase o tempo todo fechava os olhos sem perceber, mas tentava ver as reações dele, ver o rosto dele pra saber como ele curtia e pelo visto ele tava se divertindo pra caralho. Eu também, pra falar a verdade, já nem lembrava que tava num beco junto com umas lixeiras, tava sozinha com ele. Quando chupava, notei que ao sugar ele se contorcia de prazer, e que se eu esticasse a língua conseguia alcançar as bolas dele com a ponta, tava aprendendo muito, queria achar o caminho mais rápido pra tirar aquela porra que tanto tava com vontade de provar hoje. Fechei os olhos confiante que faltava pouco pra tomar o leite dele, e finalmente saborear, já tava preparada pra isso, mesmo que ele não avisasse, não queria tirar ele da boca, queria que ele gozasse ali dentro, no final parecia que eu tinha talento pra chupar rola. Mas não esperava o que vinha... Continuei concentrada em tirar a porra dele, com os olhos fechados, aproveitando essa porra gostosa pulsando na minha boca, ainda dura, grande. Me sentia como nas minhas fantasias, quando dizia "sou sua putinha..." Queria falar isso... Mas não, queria dizer muitas coisas, queria contar o que pensava, que queria que metesse na minha boca... Não parava de fazer, não queria tirar ela da minha boca, mas alguma coisa me tirou do transe... *Como essa puta chupa bem* No começo achei que era... Alex?... Sim, Alex... Mas não era a voz dele, abri os olhos, mas não queria tirar da boca, tinha mais alguém ali, perto, me virei olhando pra trás e vi outro pau na altura do meu rosto, só a alguns centímetros, era grosso, não tão comprido, mas tinha um bom tamanho, era um pouco mais peludo, já tava bem duro, quanto tempo ele tava me olhando?chupadaPare de olhar pro pau dele por um segundo pra ver o rosto, reconheci na hora, era o cara do trem, o que começou a me tocar... Não pensei duas vezes e tirei o pau do Alex da minha boca pra chupar o do outro, já confiante que tinha jeito pra dar prazer com a boca. Repeti várias técnicas, ele gostava mais suave, muitas lambidas na cabeça, era quando ele mais reagia, e gemia, ele não escondia nada. *Que puta gostosa você é -sou sim +Você é nossa puta? Fala -sou sua puta... *Que puta boa que a gente tem Continuei chupando os dois, me alternava entre um e outro, às vezes batiam com os paus na minha cara, masturbava os dois, ou quem não tava chupando, tentei chupar os dois ao mesmo tempo, só queria tirar o leite dos dois. Alex pediu pra tirar uma foto, na hora eu toparia tudo, e falei que sim, já que a gente tava nessa, e as fotos e vídeos me excitavam mais, e parecia que eles também. Alex foi o primeiro a gozar, foi um jato direto na minha boca, embora tenham escapado umas gotas que peguei do meu rosto com as mãos pra saborear. Logo o outro ia acabar, imagino que excitado por me ver engolir o leite do Alex, foi um jato mais espalhado, deixando manchas na minha roupa que eu não ia conseguir disfarçar bem, a maior parte caiu na minha boca e também engoli. Achei que tinha acabado tudo, e me levantei, eles guardaram os paus, e eu não sabia o que dizer...diretorMas as intenções delas eram outras. Elas se aproximaram de mim e começaram a me tocar. +Você já sabe quem somos, né? *Eu sei que você me reconheceu. -Sim... São os caras do trem... Levantaram a saia que eu estava usando e baixaram minha calcinha até os tornozelos. Um me tocava na frente, eu ainda não sabia o nome dele, o outro me tocava por trás, igual no trem. Os dedos de Alex entraram fácil, eu pude sentir, ainda estava dilatada da minha sessão em casa, então ele aproveitou e enfiou outro dedo, que também entrou com facilidade... +O que foi, veio preparada? -Eu estava me tocando de manhã... +E você sempre abre o cu? -Às vezes... +Então você gostou mesmo. -Sim... +Muito? -Sim... Muito... Eu estava pensando nisso de manhã... *Pois está acontecendo de novo, e melhor ainda. -Isso é muito gostoso... Minhas pernas tremiam, Alex já tinha os cinco dedos juntos enfiados dentro do meu cu, eu tinha dilatado muito de manhã, e isso facilitou tudo pra ele. O outro cara também me tocava de um jeito muito gostoso, tinha horas que eu mal conseguia ficar em pé, os dois estavam fazendo uma festa comigo e eu só me deixava levar... Sim, eu estava me tornando a putinha deles... Estava deixando eles fazerem o que quisessem, com certeza de fora era um espetáculo, eu estava totalmente exposta, dava pra ver tudo, mas naquele momento não importava, eu só queria agradar os dois, estava completamente submissa a eles. Meu cu estava todo dilatado, eles me deixaram toda aberta, eu sentia aqueles dedos entrando e saindo sem parar. +Dá pra ver que te arrombaram muito o cu. -Sim, eu adoro... Eu mentia, mas tinha que seguir o jogo, eles não podiam saber que foram os únicos. Estavam me usando como queriam, me dominaram por completo... Em um momento, um jato de líquido saiu da minha buceta enquanto eles me tocavam, e logo depois mais dois. Senti como se tivesse mijado, meu corpo inteiro se contorceu, e um gemido saiu do fundo da minha alma. Caí no chão, toda suja, provas da festa que eles tinham feito. Comigo, ela continuou de saia levantada, ainda dava pra ver tudo, e eu estava jogada no chão. Depois de alguns segundos, meus colegas avisaram que iam embora, se despedindo enquanto eu ainda não estava com todos os sentidos, me deixando junto com a bolsa que tinha vindo buscar, mas encontrei algo muito melhor. Levantei e arrumei minhas roupas, estava toda desarrumada e bem suja. Caminhei até minha casa, não era muito longe, meus colegas tinham ido na direção contrária alguns minutos atrás. Tentei que ninguém me visse e me escafedi até em casa. Me joguei na cama, pra processar tudo que estava rolando. Tava quase dormindo, e uma notificação me acordou. No WhatsApp, me adicionaram num grupo, com outras duas pessoas, o nome "a putinha do Alex e do Fer" e a foto, eu chupando os dois na lixeira. Isso tava só começando... E eu tava amando essa parte de mim.

6 comentários - Capítulo 2: Sem vergonha

Buen post linda
Sigue subiendo más, admito que tengo curiosidad de lo que sigue
Gracias, si seguiré 😋
Que rico relato nena excelente 🔥🔥 se nota que la pasaron riquísimo, y te disfrutaron toda nena 🤤🔥