Sara só parou, me rodeou o mais longe que conseguia sem tirar os olhos de mim e do meu pau, e saiu do meu quarto. Assim que pisou pra fora, saiu correndo escada abaixo gritando: —MÃÃÃE!— O que tinha acabado de acontecer? Minha irmã me viu peladão, e não é que a Sara fosse muito nova pra saber sobre sexo, até porque ela tinha namorado. Claro, não posso dizer que ela passava o tempo transando com o namorado, mas qual é o sentido de ter um se não rola nada? Pelo menos é o que eu acho. Se eu tivesse uma namorada, passaria o dia todo acariciando ela e, claro, também transaríamos pra caralho em todo lugar e a qualquer hora. Fiquei pensando no quão imaturo aquilo soou, mesmo na minha cabeça. —MÃÃÃE!— Ouvi outro grito. Eu não sabia o que fazer. A boa notícia é que a mãe tava do meu lado, e depois do que a gente fez, acho que não vou ser castigado ou ouvir algo ruim. Mas conhecendo a mãe, isso sempre é uma possibilidade. Então me troquei rápido e desci pra ver se ouvia ela conversando, porque queria saber qual postura a mãe ia adotar sobre isso. Mas elas não estavam na cozinha; parecia que tinham ido pra lavanderia conversar em particular. Droga, não dava pra ouvir nada. Mas encostei na porta pra pelo menos tentar captar algo, mas nada, só murmúrios. A mãe falando calmamente e a Sara respondendo num tom meio estranho. —Mas mãe, não...— —Sara, você não pode...— Só frases soltas que dava pra juntar, mas nada conclusivo. Desisti e resolvi esperar elas saírem. Fui pra sala ver TV enquanto isso. Elas demoraram umas horas conversando, e aí decidi ir bater na porta pra ver se tava tudo bem. —Toc! Toc!... Mãe... Sara... tudo bem? Faz um tempão que vocês tão aí dentro e... —VAI EMBORA!!!— Gritaram juntas, em uníssono. —Tá... desculpa... vou esperar— E voltei pra sala continuar vendo TV. Umas vinte minutos depois, elas saíram rindo e zoando, coisa rara, porque poucas vezes vi a mãe de bom humor com a Sara. Elas ficaram na cozinha, e como não vieram até mim, resolvi ir até elas e oferecer uma pra Sara. por aquela situação tão desconfortável no meu quarto, então fui e parei na frente delas, elas só se calaram e me olharam, as duas. Mamãe, sempre com aquele olhar que antes me assustava e agora me encantava e me excitava, porque ela sempre levantava uma sobrancelha e franzia os lábios como sinal de desaprovação, e a Sara, agora que eu via, tinha quase o mesmo olhar e não pude evitar que também me excitesse um pouco. Fiquei olhando para elas e a Sara disse: — O que você quer, exibicionista? Veio se pelar aqui também? Mamãe não disse nada, mas soltou uma risada. — Não… na verdade, vim te pedir desculpas. Me desculpa, não era minha intenção que você me visse pelado e… Espera aí, pensei. Ela estava no meu quarto, quando era pra ela não entrar no meu quarto, pensei, e de repente o pedido de desculpas virou uma bronca. — Sabe, Sara… você é quem devia se desculpar comigo. — Quê?! Cê tá louco? — Não… você estava no meu quarto. Que porra você tava fazendo no meu quarto? — Ué… mamãe mandou eu te procurar e você não tava. — E você não podia, ao ver que eu não tava, sair pra me procurar em outro lugar? — Pois não. Por quê… Você… Além do mais, você veio pelado de fora, podia ter te visto fora do quarto também. — Ué… Não consegui pensar numa resposta pra isso. A Sara tinha razão, eu vinha de fazer coisas com a mamãe e… — Aliás, por que você veio pelado de fora? De onde você vinha? E que porra você tava fazendo pelado fora do seu quarto? Ela começou a fazer perguntas muito comprometedoras e eu não sabia como responder algo que fizesse sentido. — Chega, crianças — interveio a mamãe. — Os dois peçam desculpas e deixem esse assunto de boa. Sara, do que acabamos de falar na lavanderia? — Mas, mamãe!! Ela olhou pra ela de novo com aquele olhar que só ela tem. — Tá bom. Te perdoo — finalmente disse a Sara e foi pro quarto dela. E ficamos só eu e a mamãe na cozinha. Mesmo depois do que a gente tinha feito, o clima ainda estava meio tenso. A verdade é que eu não sabia se chamava ela de mamãe e tratava como sempre, ou se devia tratar como minha namorada, ou algo assim, ou minha amante. Na verdade, a gente ainda não transou, só rolou umas situações onde ela me deixa usar ela pra "aliviar meu estresse", como ela chama às vezes. Então a gente só se olhou por uns segundos. — Tem alguma coisa pra me dizer? — perguntou minha mãe, bem séria e com um tom sarcástico. — Não… vou me trocar porque vou com o Juan jogar um pouco na casa dele. — respondi. — Ah é? E quem você pediu permissão? Ou já se acha no direito de fazer o que quer? — disse minha mãe, com aquele tom de mãe brava. — Bom, ia te pedir permissão, mãe, mas aí aconteceu tudo aquilo com a Sara e… Aliás, o que você disse pra ela? — Não é da sua conta, foi uma conversa de mãe pra filha, nada que te interesse. — Tá bom… então posso ir com o Juan? — Até que horas você vai ficar com ele? — Até a tarde, acho. O pai dele vai levar a gente pra ver um jogo e comer alguma coisa… Posso ir? Por um momento, tudo voltou ao normal entre mãe e filho, e até me senti meio estranho com isso. — Tá bom, mas avisa seu pai. — Obrigado, mãe. Pensar no meu pai me deu uma pontinha de culpa, pensar que eu tava usando a esposa dele, que é minha mãe, pra me masturbar com a bunda dela. Mas decidi não pensar nisso e fui me arrumar pra ir com o Juan. Já era tarde quando cheguei em casa. Meu pai ainda não tinha chegado, como de costume, e não vi a Sara. Talvez ela estivesse no quarto dela, ou talvez tivesse saído. Na sala, minha mãe tava no sofá dormindo, então subi sem fazer barulho pra tomar banho. Quando saí, ainda não tinha sinal do meu pai nem da Sara, então fui ver se minha mãe já tinha acordado. Mas ela continuava dormindo, até roncando um pouco. Sentei aos pés dela, já que ela tava deitada no sofá, coloquei os pés dela no meu colo e botei um filme. Comecei a massagear os pés dela, estavam bem macios, e fui subindo pros tornozelos e um pouco das panturrilhas. Minha mãe só se ajeitava no sofá, parecia que tava gostando da massagem. — Nossa, que gostoso… — Ela me assustou um pouco quando falou isso, mas continuei. Minha mãe tinha acordado, mas não completamente. Ao sentir a massagem nas pernas, ela se acomodou melhor, fechou os olhos de novo e me deixou continuar. continuar. No começo, fiz isso pra dar uma massagem nela, mas conforme eu tocava, comecei a ficar um pouco excitado e lembrei daqueles vídeos onde usavam os pés pra se masturbar. Nunca me chamaram muita atenção esses vídeos, mas agora, com a oportunidade de fazer, comecei a ter uma ereção e quis tentar. Então parei de massagear os pés da mamãe e fui ver se estávamos sozinhos em casa pra poder me despir, porque tinha gostado de ficar pelado na frente dela. — Por que você parou, Alex? — disse a mamãe, entre o sono e a vigília. — Continua, estava me relaxando muito gostoso. — Então me despi ali na sala e sentei de novo aos pés dela. Ela tinha um cobertor cobrindo o corpo, e eu descobri os pés dela até os joelhos e coloquei os pés dela nos meus. Primeiro comecei com o pé esquerdo, massageando a sola, entre os dedos, o peito do pé e o tornozelo. Mamãe fazia sons de prazer e relaxamento, mas ainda estava de olhos fechados. Depois comecei com o pé direito e fiz a mesma coisa. Cada vez ela gemia mais, e isso me deixou muito excitado. Comecei a colocar o pé dela no meu pau, e embora não fosse tão macio quanto os peitos ou a bunda dela, era muito gostoso. Quando coloquei o pé dela no meu pau, ela começou a mexer, como se quisesse saber o que era aquela coisa dura que o pé dela estava tocando. — Alex, isso é o seu pau? — Você está pelado? — Hugh!!... — Só não suja o sofá, por favor — disse a mamãe, e relaxou de novo. Depois que já tinha massageado os pés dela, coloquei eles em volta do meu pau, entre os arcos das solas, e foi uma sensação incrível. Agora entendo por que fazem isso. É muito bom, e melhor ainda quando os pés são da sua mãe. Comecei a mover eles pra cima e pra baixo, me esfregando, e levantei um pouco mais o cobertor pra ver as pernas e os quadris dela. Quando fiquei muito excitado, desci do sofá e agarrei os tornozelos dela bruscamente. Ela soltou um pequeno grito e acordou. — Alex, o que você tá fazendo? Com cuidado, né? — Ajoelhei na frente do sofá, na frente dela, peguei os pés dela, juntei e coloquei de novo em volta do meu pau, mas agora eu segurava eles firmemente e eu me mexia como se estivesse enfiando nela. —Alex!!?... Não sabia que você era desses que gostam de pés —é uma coisa estranha, não acha?— Eu ouvi ela, mas não disse nada, continuei muito concentrado usando os pés dela, estava quase terminando, então acelerei meus movimentos um pouco. —Com cuidado— Disse a mamãe, e quando estava prestes a gozar, soltei ela, peguei meu pau com a mão e gozei nos pés dela por todos os lados, desde os dedos todos sujos até os joelhos, umas gotas. —Eca! Que nojo, você encheu meus pés todos— —Mais vale que não tenha sujado o sofá ou o tapete— —Você gozou muito, estou toda bagunçada— —Não fica aí parado, traz algo para me limpar— Disse a mamãe, meio surpresa com a quantidade que joguei nela e meio brava. Quando recobrei o sentido, levantei e me vesti, peguei meu celular para tirar umas fotos do que tinha feito, pois não queria esquecer aquela imagem das pernas dela com meu gozo por todos os lados. A mamãe não gostou no começo, mas depois deixou eu tirar. Tirei umas 10 e depois fui buscar uns lenços para ela. Enquanto estava na cozinha, ouvi: —Sara!!— Disse a mamãe, surpresa —Mãe, o que é isso nos seus pés? É nojento... será que é?.... E Sara virou para me olhar com cara de surpresa —É creme— Disse a mamãe rapidamente e começou a passar meu gozo em todas as pernas dela com as mãos, nos dedos e nas plantas, no peito do pé e nos tornozelos, nas panturrilhas e nos joelhos, e ainda deu para as coxas. Não vi ela, mas com certeza estava com cara de nojo enquanto se lambuzava as pernas com meu gozo, mas tinha que fazer isso para Sara não perceber que era exatamente o que ela estava pensando. Ela olhou meio estranho, mas no fim acreditou e subiu para o quarto dela sem dizer nada. Levei os lenços para a mamãe, embora ela já não precisasse mais. Ela me olhou com as mãos para os lados e as palmas abertas, as pernas bem brilhantes, e me disse com cara de quem queria vomitar: —Você tem que ser mais cuidadoso— E se levantou sem querer tocar em nada, porque até as As mãos dela estavam cheias de mim, e ela foi pro banheiro, com certeza pra se lavar. Aliviado com a situação, fui pro meu quarto e, de novo, lá estava a Sara me esperando. Dessa vez, não tinha aquele olhar de surpresa que ela teve quando me viu pelado, mas sim um olhar de chantagem. E o que ela disse me deixou com a cara de espanto. — Eu também quero.
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