Mama 03

Sara só parou, me rodeou o mais longe que podia sem tirar os olhos de mim e do meu pau, e saiu do meu quarto. Assim que pisou pra fora, saiu correndo escada abaixo gritando: —MÃÃÃE!— O que tinha acabado de acontecer? Minha irmã me viu completamente pelado, e não é que a Sara fosse muito novinha pra saber sobre sexo, até porque ela tinha namorado. Claro, não posso dizer que ela passava o dia transando com o namorado, mas qual é o sentido de ter um se não rola nada? Pelo menos é o que eu penso. Se eu tivesse uma namorada, passaria o tempo todo acariciando ela e, claro, também transaríamos pra caralho em todo lugar e a qualquer hora. Fiquei pensando no quão imaturo aquilo soou, mesmo na minha cabeça. —MÃÃÃE!— Ouvi outro grito. Eu não sabia o que fazer. A boa notícia é que minha mãe tava do meu lado, e depois do que a gente fez, acho que não vou ser castigado nem vou ouvir merda nenhuma. Mas conhecendo minha mãe, isso sempre é uma possibilidade. Então me troquei rápido e desci pra ver se ouvia ela conversando, porque queria saber qual postura ela ia tomar sobre isso. Mas elas não estavam na cozinha; parecia que tinham ido pra lavanderia conversar em particular. Porra, não dava pra ouvir nada. Mas encostei na porta pra pelo menos tentar captar alguma coisa, mas nada, só murmúrios. Minha mãe falando calmamente e a Sara respondendo num tom meio estranho. —Mas mãe, não...— —Sara, você não pode...— Só frases soltas que eu conseguia juntar, mas nada conclusivo. Desisti e decidi esperar elas saírem. Fui pra sala ver TV enquanto isso. Elas demoraram umas horas conversando, e aí resolvi ir bater na porta pra ver se tava tudo bem. —Toc! Toc!... Mãe... Sara... tudo bem? Vocês tão aí dentro faz tempo e... —VAI SE FUDER!!!— Gritaram as duas juntas, em uníssono. —Beleza... desculpa... vou esperar— E voltei pra sala continuar vendo TV. Umas 20 minutos depois, elas saíram rindo e zoando, coisa rara, porque poucas vezes vi minha mãe de bom humor com a Sara. Elas ficaram na cozinha, e como não vieram até mim, resolvi ir até elas e oferecer uma pra Sara. por aquela situação tão desconfortável no meu quarto, então fui e parei na frente delas, elas só se calaram e me olharam, as duas. Mamãe, sempre com aquele olhar que antes me assustava e agora me encantava e me excitava, porque ela sempre levantava uma sobrancelha e franzia os lábios como sinal de desaprovação, e a Sara, agora que eu via, tinha quase o mesmo olhar e não pude evitar que também me excitesse um pouco. Fiquei olhando pra elas e a Sara disse: — O que você quer, exibicionista? Veio se pelar aqui também? Mamãe não disse nada, mas soltou uma risada. — Não… na verdade, vim te pedir desculpas. Me desculpa, não era minha intenção que você me visse pelado e… Espera aí, pensei. Ela estava no meu quarto, sendo que não devia entrar no meu quarto, pensei, e de repente o pedido de desculpa virou uma bronca. — Sabe, Sara… você é quem devia se desculpar comigo. — Quê?! Cê tá louco? — Não… você estava no meu quarto. Que porra você tava fazendo no meu quarto? — Ué… mamãe mandou eu te procurar e você não tava. — E você não podia, ao ver que eu não tava, sair pra me procurar em outro lugar? — Pois não. Por quê… você… Além disso, você veio pelado de fora, podia ter te visto fora do seu quarto também. — Ué… Não consegui pensar numa resposta pra isso. A Sara tinha razão, eu vinha de fazer coisas com a mamãe e… — Aliás, por que você veio pelado de fora? De onde você vinha? E que porra você tava fazendo pelado fora do seu quarto? Ela começou a fazer perguntas muito comprometedoras e eu não sabia como responder algo que fizesse sentido. — Já chega, crianças — interveio a mamãe. — Os dois peçam desculpas e deixem esse assunto de boa. Sara, do que acabamos de falar na lavanderia? — Mas, mamãe!! Ela olhou pra ela de novo com aquele olhar que só ela tem. — Tá bom. Te perdoo — finalmente disse a Sara e foi pro quarto dela. E ficamos só eu e a mamãe na cozinha. Mesmo depois do que a gente tinha feito, o clima ainda estava meio tenso. Na verdade, eu não sabia se chamava ela de mamãe e tratava como sempre, ou se devia tratar como minha namorada, ou algo assim, ou minha amante. na verdade a gente nunca transou, só rolou umas situações onde ela me deixa usar ela pra "aliviar meu estresse" como ela chama às vezes, então a gente só se olha por uns segundos. — Tem alguma coisa pra me dizer? — perguntou mamãe bem séria e com um tom sarcástico. — Não… vou me trocar porque vou com o Juan jogar um pouco na casa dele. — respondi. — Ah é? E quem você pediu permissão, ou já se acha no direito de fazer o que quer? — falou mamãe com aquele tom de mãe brava. — Bom, ia te pedir permissão, mãe, mas aí aconteceu tudo aquilo com a Sara e… aliás, o que você disse pra ela? — Não é da sua conta, foi uma conversa de mãe pra filha, nada a ver com você. — Tá bom… então posso ir com o Juan? — Até que horas você vai ficar com ele? — Até a tarde, acho. O pai dele vai levar a gente pra ver um jogo e comer alguma coisa… posso ir? Por um momento, tudo voltou ao normal entre mãe e filho, e até me senti meio estranho. — Tá bom, mas avisa seu pai. — Obrigado, mãe. — Pensar no pai me deu uma certa culpa, pensar que eu tava usando a esposa dele, que é minha mãe, pra me masturbar com a bunda dela, mas decidi não pensar nisso e fui me arrumar pra ir com o Juan. Já tinha ficado tarde quando cheguei em casa, papai ainda não tinha chegado como de costume e não vi a Sara, talvez estivesse no quarto dela ou tivesse saído. Na sala, a mamãe tava no sofá dormindo, então subi sem fazer barulho pra tomar banho. Quando saí, ainda não tinha sinal do papai ou da Sara, então fui ver se a mamãe já tinha acordado, mas ela continuava dormindo e até roncando um pouco. Sentei aos pés dela, já que ela tava deitada no sofá, coloquei os pés dela nos meus joelhos e botei um filme. Comecei a massagear os pés dela, estavam bem macios, e os tornozelos e um pouco das panturrilhas. Mamãe só se ajeitava no sofá, parecia que tava gostando da massagem. — Nossa, que gostoso — Ela me assustou um pouco quando falou isso, mas continuei. Mamãe tinha acordado, mas não completamente, e ao sentir a massagem nas pernas, ficou mais confortável, fechou os olhos de novo e me deixou continuar. continuar. No começo, fiz isso pra dar uma massagem nela, mas conforme eu tocava, comecei a ficar um pouco excitado e lembrei daqueles vídeos onde usavam os pés pra se masturbar. Nunca me chamaram muita atenção esses vídeos, mas agora, com a oportunidade de fazer aquilo, comecei a ter uma ereção e quis tentar. Então parei de massagear os pés da mamãe e fui ver se estávamos sozinhos em casa pra poder me despir, porque tinha gostado de ficar pelado na frente dela. — Por que você parou, Alex? — disse a mamãe, meio dormindo, meio acordada. — Continua, estava me relaxando muito gostoso. — Então me despi ali na sala e sentei de novo aos pés dela. Ela tinha um cobertor sobre o corpo, e eu descobri os pés dela até os joelhos e coloquei os pés dela nos meus. Primeiro comecei com o pé esquerdo, massageando a sola, entre os dedos, o peito do pé e o tornozelo, e a mamãe fazia sons de prazer e relaxamento, mas ainda de olhos fechados. Depois comecei com o pé direito e fiz a mesma coisa. Cada vez a mamãe gemia mais, e isso me deixou muito tesudo. Comecei a colocar o pé dela no meu pau, e embora não fosse tão macio quanto os peitos ou a bunda dela, a sensação era muito boa. Quando coloquei o pé dela no meu pau, ela começou a mexer, como se quisesse saber o que era aquela coisa dura que o pé dela estava tocando. — Alex, isso é o seu pau? — Você está pelado? — Hugh!!... — Só não suja o sofá, por favor — disse a mamãe, e relaxou de novo. Depois que já tinha massageado os pés dela, coloquei eles em volta do meu pau, entre os arcos das solas, e a sensação foi incrível. Agora entendo por que fazem isso. É muito bom, e melhor ainda quando os pés são da sua mãe. Comecei a mover eles pra cima e pra baixo, me esfregando, e levantei um pouco mais o cobertor pra ver as pernas e os quadris dela. Quando fiquei muito excitado, desci do sofá e peguei ela pelos tornozelos bruscamente. Ela soltou um gritinho e acordou. — Alex, o que você está fazendo? Com cuidado, né? — Ajoelhei na frente do sofá, na frente dela, peguei os pés dela, juntei e coloquei em volta do meu pau de novo, mas agora eu segurava eles firmemente e eu me mexia como se estivesse enfiando nela. -Alex!!?... Não sabia que você era desses que gostam de pés- -é uma coisa estranha, não acha?- Eu ouvi ela, mas não disse nada, continuei muito concentrado usando os pés dela, estava quase terminando, então acelerei meus movimentos um pouco. -com cuidado- Disse a mamãe, e quando eu estava prestes a gozar, soltei ela, peguei meu pau com a mão e gozei nos pés dela por todos os lados, desde os dedos todos sujos até os joelhos, umas gotas. -eca! Que nojo, você encheu meus pés todos- -mais vale que não tenha sujado o sofá ou o tapete- -você gozou muito, estou toda uma bagunça- -não fica aí parado, traz algo para me limpar- Me disse a mamãe meio surpresa com a quantidade que joguei nela e meio brava. Quando recobrei o sentido, me levantei e me vesti, e peguei meu celular para tirar umas fotos do que tinha feito, pois não queria esquecer aquela imagem das pernas dela com meu esperma por todos os lados. A mamãe não gostou no começo, mas depois deixou eu tirar, tirei umas 10 e depois fui buscar uns lenços para ela. Enquanto estava na cozinha, ouvi. -Sara!!- Disse a mamãe surpresa -Mãe, o que é isso nos seus pés? É nojento... será que é?... E a Sara virou para me olhar com cara de surpresa -é creme- Disse a mamãe rapidamente e começou a passar meu esperma em todas as pernas dela com as mãos, nos dedos e nas plantas, no peito do pé e nos tornozelos, nas panturrilhas e nos joelhos, e ainda deu para as coxas, não vi ela, mas com certeza estava com cara de nojo enquanto se lambuzava as pernas com meu esperma, mas tinha que fazer isso para a Sara não perceber que era exatamente o que ela estava pensando. Ela olhou meio estranho, mas no fim acreditou e subiu para o quarto dela sem dizer nada. Levei os lenços para a mamãe, embora ela já não precisasse mais, ela me olhou com as mãos para os lados e as palmas abertas e as pernas bem brilhantes e me disse com cara de quem queria vomitar. -você tem que ser mais cuidadoso- E se levantou sem querer tocar em nada, porque até as As mão dela tavam cheias de mim, e ela foi pro banheiro, com certeza tomar um banho. Aliviado com a situação, fui pro meu quarto e de novo a Sara tava lá me esperando. Dessa vez não tava com aquela cara de surpresa que nem quando me viu pelado, não, era uma cara de chantagem. E o que ela falou me deixou com a cara de choque: — Eu também quero.Mama 03

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