Meu nome é Pau e tenho 20 anos. Tive um relacionamento com meu ex-namorado por 2 anos, e nunca me senti satisfeita sexualmente. Então, uma noite, numa festa de balada e com o melhor amigo dele, Nacho, decidi me libertar sexualmente. Naquela manhã, acordei no quarto dele, os pais dele estavam fora no fim de semana e por isso eu tinha me instalado lá. Facu tinha me prometido uma noite selvagem de putaria, luxúria e paixão e, vendo o sorriso com que ele dormiu, acho que ele teve, hahaha. A merda foi que eu não, e já fazia um tempão que não me sentia satisfeita com ele. Então, enquanto levantava o lençol para acordá-lo com um boquete bem dado, prometi a mim mesma que seria a última vez que ele ia me comer. - Uff, meu amor, você não se cansou ontem à noite? – Tirei o pau dele, ainda mole, da boca e sorri, deixando claro que não - Você não gosta que eu te acorde assim? Falei com uma voz de menininha inocente - Deixa pelo menos eu tomar um café da manhã – Eu queria muito dar pra ele comer a minha buceta já molhada, mas pelo visto não ia rolar. Dei uma última chupada e levantei da cama, toda excitada (nos dois sentidos) - Deixa – comecei a pegar minhas coisas – A gente se vê à noite na balada, melhor – respondi entre os dentes - Espera! Não vai ficar pra comer? Você acordou com tudo hoje – ele disse, tentando acordar - Na verdade, eu queria tomar café, mas você disse que não... Então deixa, a gente se vê à noite – sentenciei com minha melhor cara de bitch. Cheguei em casa com um tesão danado e precisava me aliviar de qualquer jeito, então peguei o sempre confiável vibrador que uma amiga me deu. Me tranquei no quarto e enfiei ele, pensando no motoboy do Rappi que trouxe a janta na noite anterior, um moreno que olhou pros meus peitos quando abri a porta completamente nua pra pegar o pedido. Imaginei ele me comendo contra a geladeira e, sem tirar o capacete da moto, metendo com tanta força. Imaginei ele me usando do jeito que quisesse, como se eu fosse uma boneca de pano, enquanto me comia gostoso. por detrás, com as mãos apertando meus peitos. Gozei que nem uma campeã, muito mais do que na "noite de foda" do Facu. O resto do dia passei estudando e às nove comecei a me preparar pra sair pra balada com os amigos do meu namorado. Não é que eu tivesse muita vontade a princípio, mas depois da decisão que tinha tomado, a noite começou a parecer muito mais interessante pensando em quem de todos seria o que me faria aproveitar de verdade uma boa pica. Coloquei uma calça legging bem justa que apertava muito, tanto que a buceta marcava se você prestasse atenção o suficiente. Decidi que ia dispensar o sutiã pra as meninas se sentirem mais livres (meus peitos, caso não tenha entendido) e optei por um top de renda que deixava pouco pra imaginação. Já não fazia tanto frio, então não levei jaqueta. O cabelo tava solto, mas coloquei um elástico no pulso caso precisasse prender em algum momento. De maquiagem, pouca coisa, um pouco de rímel e meu batom vermelho de confiança. Saí de casa pronta pra largar o babaca do meu namorado. Quando cheguei na balada, todo mundo já tava bem animado, e o Facu me deu um beijo sutil na boca, nada comparado com o puta beijo que eu queria. Logo de cara encontrei o Nacho, o melhor amigo dele, o filho da puta me examinou com o olhar, parando no top de renda. Nacho era um viciado em academia e tinha mais ou menos um e oitenta, uns braços fortes, e uma vez que fomos todos pra piscina juntos, reparei que ele era bem dotado. A noite foi passando sem muita história, até que no segundo shot eu me soltei e me aproximei do Nacho, que não tirava os olhos de mim. — Mano, cê não para de me olhar, qual é a tua? — falei, colando bem nele enquanto ria. — Você que não para de provocar com esse topzinho, gata, o Facu vai ficar puto. — hahaha, o que o Facu sentir é o menor dos meus problemas, hahaha, ele não vai terminar a noite sendo meu namorado, hahaha — falei. enquanto eu me rebolava, apertando mais ele. — Ajaja, o que você vai cortar? — perguntou, enquanto disfarçadamente se apoiava em mim, como sondando o terreno. — Sim, hahaha, já tá decidido isso — falei, descendo mais e encostando a bunda nele o máximo que podia. A temperatura entre nós dois começou a subir, e o vagabundo me roubou um beijo. Eu fiquei meio desconcertada, não porque não queria, mas por causa do lugar — tinha meu parceiro a alguns metros de distância, puta merda, ia dar uma treta daquelas, hahaha. — Que foi, não gostou, gata? É que você me tenta demais, linda. Tinha que te comer de beijos de uma vez — Não, hahaha, tá de boa, mas acho que tem muita gente na nossa frente, e não sei se dá. Sem me dizer nada, o cara me pegou pela mão e me levou pra um lugar onde não tinha tanta gente pra poder beijar de boa, e obviamente eu não tive problema nenhum. Começamos a nos beijar, de um jeito bem desenfreado, e o vagabundo na hora me agarrou a bunda. Amei a firmeza com que ele segurou. Ele se afastou uns minutos, me olhou como se me despisse com o olhar e disse: — Tem certeza que vai terminar com o Facundo, né? — Sim, e olha, foda-se a escolha é sua sobre o que vai rolar essa noite. Tô muito tesuda, pode ser você quem vai me dar uma pirocada no banheiro ou qualquer outro cara que tenha os ovos bem cheios pra me dar o que eu quero. Ele não pensou duas vezes. Olhou pra confirmar que o amigo não tava olhando e me pegou pelo cotovelo, de um jeito autoritário, me guiando até o banheiro feminino, que, surpreendentemente, tava vazio. Entramos no último e, sem nem ter fechado a porta direito, ele já tava me dando aquele apalpação desenfreada que eu tanto queria desde que cheguei na balada. Ele amassava meus peitos de um jeito, enquanto mordia meu lábio com força. Eu comecei a descer as mãos por dentro da camisa dele, tocando aquele corpo trabalhado, até chegar no volume já marcado. Mordi o lóbulo da orelha dele e sussurrei: — Espero que você saiba aproveitar como merece o melhor boquete que vão te fazer na vida. Nacho só gemeu e colocou o... Mano, na minha nuca, me virando pra tão esperada comida que tava pedindo desde o café da manhã, comecei a lamber a calça dele e com os dentes tentei tirar o cinto (o que foi bem complicado). Ficava dando beijinhos naquele volume enquanto lentamente ia tirando, sem antes lamber até a cueca dele. — Vai logo, porra, não aguento mais, come essa buceta, vagabunda, vai — ele falou com todo o tesão do mundo. Quando tirei, fiquei uns segundos admirando: era imensa, uns 20 cm mais ou menos, bem venosa. Mordi o lábio e falei — finalmente vou comer gostoso. Comecei a beijar a cabeça e devagar ir descendo com a língua enquanto olhava nos olhos dele. Cheguei até os ovos gigantes dele e comecei a chupar como se fosse um sorvete. Comecei a subir com a boca enquanto lambia cada centímetro daquele tronco venoso. Fiquei um tempão assim, lambendo e beijando, até que ele não aguentou mais e me pressionou contra aquela pica enorme. Enfiei tudo na boca com dificuldade, mas quando se quer, se consegue... Comecei a chupar que nem uma desesperada enquanto olhava nos olhos dele, minha língua brincava com a glande enquanto minhas mãos massageavam os ovos dele. Cuspia, ele batia na minha língua com a pica, tava alucinada. — Para, para — ele pediu — Meu Deus, você é uma puta mesmo, se não parar vou gozar a qualquer momento, linda. — Preciso de você dentro de mim — falei desesperada. — Levanta — ele disse enquanto se sentava no vaso — sou seu, morena, me monta do jeito que você vem querendo desde que entrou no rolê, vai, puta, me faz seu. Abaixei a calça deixando ele ver bem a bunda e a buceta que ia arrombar naquela noite. Sem dizer nada, ele começou a lamber minha bunda de um jeito alucinado, me dava tapas, me mordia, eu tava no céu até que não aguentei mais e, sem mais nem menos, sentei naquela pica enorme de uma vez. Ah, Deus, gemi sem me importar se alguém ia ouvir. Montei nele do melhor jeito que sabia e a gente se beijava de boca cheia nos momentos em que ele soltava meus peitos, que não parava de chupar como se fosse um doente. Um bebê, parecia que ele adorava - Eu passaria a noite inteira chupando suas tetas, pedaço de puta. - Você tá me destruindo toda, caralho, não para, que teu amigo não me come assim há meses - Ah é? O promíscuo do Facu não te comia direito? E eu, como te fodo, puta? - Aiiii não, aiii nota dez, amor, não para, não para - Viu, e a gente vai foder mais vezes, me ouviu, e não num banheiro de merda, vou encher cada buraco seu. Agora levanta, que não vou demorar pra gozar, puta, e quero fazer isso te socando contra a porta como a boa puta que você é - Aii sim, papai, faz o que quiser comigo, sou sua puta. Ele me empurrou, talvez um pouco forte demais, mas isso só fez minha buceta escorrer mais e mais. Os minutos seguintes foram uma mistura de gemidos, xingamentos e puxões de cabelo enquanto Nacho alternava entre morder minha orelha, me chamar de puta ou dar uns tapas na minha bunda. - TO GOZANDO, CARALHO, TO GOZANDO - gritei, experimentando pela primeira vez o que era realmente dar uma boa foda - Caralho, Nacho, acho que acabei de descobrir o que é ser comida - Você é uma puta do caralho, Pau, me diz que posso gozar dentro, caralho, preciso te engravidar e deixar você toda escorrendo. - Aiii Deus, faz o que quiser comigo, mas termina logo, por favor, não aguento mais. E dito isso, Nacho soltou um gemido que foi música para meus ouvidos e gozou dentro de mim. Senti os últimos movimentos do pau dele e segurei o gozo dele dentro enquanto subia a calcinha fio dental e a calça. Meu batom estava borrado, mas eu não ligava, sabia pra onde ia. Sem me despedir dele, saí do banheiro e voltei pra pista, procurando meu namorado no meio da multidão. Quando encontrei ele, relaxei os músculos da minha buceta e deixei o sêmen do Nacho começar a escorrer pelas minhas coxas. Dei um puta beijo de língua no Facu pra ele sentir o pau do amigo na minha boca, e com o gozo escorrendo, falei que a nossa relação tinha acabado.
15 comentários - Gozei com a porra de outro na frente do meu ex