Assim continua a história com a nora putinha.
e a neta mais puta
Só espero que vocês curtam a leitura.
VALEU POR ME LER
X ME SEGUIR
E PELOS PONTOS QUE ME DÃO DE PRESENTE
No domingo acordei cedo, fui no açougue e comprei o churrasco, a salada quem trouxe foi o Jorge, a gente tinha combinado assim. Minha casa é modesta, mas tem bastante conforto, um pequeno quincho no fundo do lado da minha oficina e uma piscina pra curtir o verão. Coloquei uma mesa no quintal enquanto tomava uns mates, pensando em como ia aproveitar a Sandra. Curtia a ideia de dividir minha nora. Chegou o Jorge com o filho dele, o Raul. Jorge é um grande amigo, não tenho segredos com ele. Ele já conhecia a Sandra de vários encontros de família e, quando contei que ela era minha putinha, ele não acreditou. Como já falei, a gente se dava mal, então queria mostrar. Sabia que o Jorge tinha uma simpatia por ela, mas descobri que, além da simpatia, ele sempre quis comer ela. Minha nora até então era uma mulher muito séria, jamais ousaria mostrar as tetonas dela, mas as coisas tinham mudado pra caralho, e por isso ele se surpreendeu quando viu ela chegar com o Ariel. Ela vestia uma saia curtinha e uma camiseta tão decotada que mal cobria os bicos. Ver ela agir como se nada, totalmente sem vergonha, nos deixou de pau duro na hora, e quem mais se excitou foi o Raul, o filho do Jorge, um moleque de 20 anos que não tirava os olhos dela. Mas isso parecia ser um orgulho pro Ariel, com quem fomos pro quincho, onde o fogo já tava aceso, deixando a Sandra com o Jorge em casa. Lá, coloquei o corno pra cuidar do churrasco e, enquanto tomávamos um gancia e petiscávamos alguma coisa, eu já imaginava a Sandra nos braços do moleque sendo fodida, mesmo que ela não quisesse. Daí a pouco chegou o Raul e começou a beber com a gente. O Ariel chamou ele pra churrasqueira e ficaram lá conversando. Era mórbido ver como o corno do Ariel conversava amigavelmente com o moleque que com certeza tinha acabado de comer a mulher dele. De propósito, pedi pro Jorge ir buscar gelo, sabia que depois de ver aquilo ele ia usar minha nora. Me aproximei da churrasqueira e papeamos um tempo até ele voltar. Jorge, aí a conversa esquentou
E a Sandrita, como é que ela tá?
Jorge: nada, tá descansando sentada no sofá
Ariel: cansada de quê, hein? Você também tá com uma cara de cansado, o que vocês andaram fazendo?
Com certeza estiveram brincando com ela, e não só de mão
Ariel: desde que estejam se divertindo, perfeito
Raul: é impossível não se divertir com ela
Por que você não vai ver como tá a sua mulher, Arielzinho? Eu cuido de terminar o churrasco
Não sei como ele viu a putinha, porque voltou pro quincho diferente, a cara dele dizia tudo. Quando o churrasco ficou pronto, saímos pra mesa do pátio, onde a Sandra já tava sentada. Almoçamos e ficamos conversando, sem parar de admirar os peitos da Sandra. Tudo desandou quando chegou a hora de usar a piscina debaixo de um solzão. Ela entrou em casa pra colocar um biquíni e, quando saiu, a gente não conseguiu evitar a ereção que provocou na hora: um biquíni que deixava ela quase nua. Assim, entramos na piscina, todos menos o Ariel, e como era de esperar, a Sandra rodeada pelos três. Então eu falei:
Hoje você é a putinha dos três
Sandra: mas o Ariel tá aqui, na frente dele não, por favor
Você não quer que ele veja ou o quê?
Sandra: é isso que ele quer, me ver dando pra outros, e eu não quero mostrar pra ele. Faz ele sumir. Ai, não mexe nos meus peitos. Quem é que tá encostando a pica no meu cu? Tão me deixando com tesão, mas não quero que o corno veja. Não seja malvado, papai
Sabe o que vai acontecer se eu tirar ele daqui?
Sandra: você vai me comer na frente dos dois
Não, putinha, a gente vai te comer os três juntos. Então se prepara
Saí da piscina e falei pro Ariel levar a carne pra casa dele e, na volta, trazer um quilo de sorvete
Ariel: então é verdade que você vai comer ela, mas eles também?
Me fala a verdade: é isso que você quer? Por isso ela veio vestida de puta, não é? Olha o biquíni que ela trouxe, e você felizão vendo ela paquerar como se tivesse implorando por um pouco de pau, mas fica tranquilo que nada disso vai acontecer, vai, leva a carne e a que tá na geladeira também e pega, traz um quilo de sorvete pra gente tomar quando sair da piscina
Ele foi embora sabendo que quando voltasse, Sandra, a mulher dele, estaria bem cheia das paus que ia comer, com certeza quando chegasse em casa ia bater uma punheta da boa e ia nos dar tempo pra fazer com ela o que a gente quisesse, então mal tinha saído e já o Raul e o Jorge estavam enchendo ela de porrada na piscina, o sutiã do biquíni tinha sumido dos peitos dela e quando eu cheguei perto ela já tava sendo comida pelo cara
Saiam da piscina que vão sujar a água
O Jorge tirou ela da água e assim que ela saiu já tinha três paus só pra ela, na hora mesmo começou a chupar pau, deixei eles comerem ela entre os dois por todos os lados menos pelo cu enquanto a puta se contorcia e reclamava do forte que tavam dando, ver ela sentada em cima do Jorge enquanto o cara dava o pau pra ela chupar e depois ao contrário era saborear a vitória sobre ela, quando o Ariel chegou a Sandra já tava exausta igual o Raul e o Jorge, ela deu um mergulho pra limpar a porra e sentou do meu lado pra tomar o sorvete que o corno tinha trazido, claro que o Ariel percebeu, era muito óbvio que a Sandra tinha sido comida até não aguentar mais mesmo não tendo nenhum vestígio, o Jorge e o Raul foram embora assim que terminaram o sorvete mas antes de ir convidaram a Sandra pra passar um fim de semana com eles e ela ficou de responder, a gente jantou umas empanadas e assim a Sandra e o corno dela foram pra casa, na segunda ela veio à tarde e começou a limpar o quincho, era hora de pagar pelos serviços prestados no domingo
O que você vai fazer no fim de semana, vai pro Jorge?
Sandra, acho que não, sogrinho, olha como me deixaram
Como te deixaram? Eu te vejo bem
Sandra, não, pai, você não sabe como tá doendo tudo aqui dentro, verdade que até o Ariel percebeu como me comeram No final, tive que contar tudo pra ele.
Como assim, contou tudo? E o que ele disse?
Sandra — Bom, no final foi melhor do que eu imaginava, mesmo tendo mentido um pouco.
O que você contou? Vai, solta a fita.
Sandra — Então, é que ele já vinha desconfiando da gente e tá convencido de que a gente transa toda vez que se vê. Eu disse que não era assim, mas que no final ontem eu transei com você.
Mas comigo você não transou, sua puta.
Sandra — Não podia falar que transei com seu amigo e com o filho dele, ia me achar uma puta barata.
E é isso que você é.
Sandra — Eu sei, mas não quero que ele saiba, pelo menos por enquanto.
E aí, o que ele falou?
Sandra — Quase comemorou, você não sabe como ele ficou feliz. Disse que finalmente eu tinha uma boa rola pra aproveitar. Ele sabe do tamanho do seu pau e me pedia pra descrever como você me comia. Tá doido, morrendo de vontade de saber se eu te dei o rabo. Claro que falei que não fazia isso, dar o rabo é coisa de puta.
E com certeza o corno bateu uma punheta.
Sandra — Ah, não, tive que bater pra ele, coitadinho, me deu pena. Você não sabe como ele gozou quando eu contava como você me comia e as coisas que você faz comigo — claro, as que eu contei.
Que corno viado que é o Ariel.
Sandra — Ah, viado não, isso ele não é, coitadinho.
Se não é, então eu vou fazer ele bem viado. Merece por ser corno.
Sandra — Ah, não, não, não, não faz isso com o Arielzinho, por favor.
Então faz você. Quero que hoje à noite você bata uma pra ele e enfie seus dedos no cu dele. Vai ver que o viado deixa você enfiar e entrega a bundinha minúscula igual entregou pro Carlos. Agora vamos pro quarto que eu tô com tesão.
Sandra — Ah, não, pai, hoje não, já te falei, tô com muita dor.
Levei ela mesmo assim, sentei na cama e fiz ela chupar meu pau. Depois deitei ela de barriga pra cima e coloquei meu pau entre os peitos dela. Foi muito gostoso sentir a maciez dos peitões dela no meu pau, quase gozei assim, mas quando tava prestes a explodir, virei ela e meti no cu. Como ela gritou, a puta. Ela se contorcia e eu metia com mais força até que finalmente enchi ela como se enche uma puta e voltei pras tetas dela, isso sim que eu gostei, igualzinho ela, a gente tomou um banho e ela foi embora, passaram uns dias e recebi uma visita inesperada, a Diana tava em casa, a mina tinha vindo me ver e eu não sabia por quê.
Ô Diana, entra, entra, que estranho você por aqui?
Diana: É vô, tenho que te contar uma coisa.
A mina tava com umas leggings que comiam a bunda dela e só de olhar já tinha subido a pica, na hora só pensei que ela não podia sair de casa sem o cu arrombado, tinha que arrebentar ele.
Fala, meu amor, me conta, o que que tem?
Diana: É vô, não sei o que acontece com meu namorado, eu gosto muito dele mas ele não me come e se me come, come mal, vô, não sei o que fazer, ontem ele trouxe um amigo pra casa, você não sabe como o idiota me dava de bandeja.
Como assim, meu amor, como te dava de bandeja?
Diana: Sim, vô, me dava de bandeja, falava pro amigo dele pra olhar minha bunda e perguntava o que ele achava, até pediu pra ele tocar em mim e tocou em mim, aí tudo foi pro caralho, o que eu podia fazer, vô? Acabei dando pra ele na frente do meu namorado, o que eu podia fazer? Além disso, o amigo dele tem uma pica enorme.
Mas o amigo comeu bem você? Vai, me conta como ele fez.
Diana: Bom, eu tava de saia curta e meu namorado levantou ela pra mostrar minha bunda pro amigo dele, foi tão rápido, vô, o amigo dele ficou atrás de mim e meu namorado de repente me inclinou pra ele, sem eu perceber já tava com a pica do amigo dele na minha buceta e antes que eu pudesse falar alguma coisa já tava me comendo e meu namorado tirou a piquinha dele pra fora da calça e me fez chupar, aí já não liguei mais pra nada, fomos pra cama e o amigo dele me comeu enquanto meu namorado batia punheta e falava pra ele me arrebentar toda, vô, tava desesperado, juro, e até pediu pra ele arrebentar meu cu, assim, com essas palavras, juro, vô.
E ele arrebentou?
Diana: Mais ou menos porque você já arrebentou ele, vô, mas sim, ele meteu no meu cuzinho na frente do meu namorado e depois meu namorado me... Pegou. Assim ficaram a noite toda, um me pegava e depois o outro. Isso foi no sábado e agora não sei o que vai rolar, mas até agora meu namorado, você não sabe como ele me trata bem, me comprou roupinha nova, mas se eu visto, pareço uma puta de rua, vó. O bom é que desde domingo ele me fode melhor. O que eu faço, vó? E se esse sábado ele trouxer ele de novo, o que eu faço?
Não sei o que você vai fazer no sábado, mas sei o que vai fazer agora. Vem, puta, vamos pro quarto.
Levei ela pro quarto pelo braço, Diana não podia acreditar.
Diana: Ah, vó, não, o que você vai fazer? Eu já tenho namorado, não esquece.
Vou te pegar e, se você gostar, pode trazer ele pra aprender como se fode uma mulher como você. Agora vai, esquenta os motores e começa fazendo direito o que te ensinei.
Diana agarrou meu pau e chupava como se a vida dela dependesse disso. A garota engolia tudo, se engasgava, tirava, lambia, beijava e engolia de novo como podia. Quando cansei de ela chupar, subi ela na cama e coloquei de quatro. Abaixei a legging e chupei a bunda dela. Diana não parava de gemir que nem uma gata. Apoiei meu pau na bunda dela e enfiei até o fundo. O grito que a puta deu me fez tremer. Sabia que dessa vez tinha arrombado o cu dela de verdade, mas mesmo doendo pra caralho, ela não parava de pedir mais. Queria que eu destruísse ela toda, queria ir pra casa dela destruída pra que o corno do namorado dela visse ela com o cu arrombado. Então, quando enchi ela de porra, subi a calça dela de propósito pra ficar bem manchada com meu leite.
Diana: Ah, vó, que tremendo! Agora vou pra casa toda manchada com sua porra no cu.
Não era isso que você queria? Se ele falar alguma coisa, diz que seu avô te pegou e, se ele quiser, pode ver sábado à noite. Me convida também, assim ele vê como a gente te pega os dois, já que ele gosta tanto.
Diana: Sabe de uma coisa? Acho que ele vai adorar, vó. Então não se compromete com a mamãe esse sábado, eu sei que você também come ela. Aquela puta e você fez muito bem, não sabe como eu gosto que você tenha feito dela sua puta, morro de vontade de ver você comendo ela, justo ela que não te suportava.
Bom, agora ela é minha escrava sexual, já fiz ela dar pra meu amigo e pro filho dele, cada vez mais putinha.
Diana e comigo você vai fazer igual?
Sim, mas não aqui, no litoral as duas juntas.
Diana nossa, adoraria, faz tempo que não vou pro litoral, vô.
Bom, já é tarde, melhor ir pra sua casa e depois me conta o que o corno do seu namorado falou.
Diana espero que ele não fique muito bravo, verdade é que não quero me separar dele.
e a neta mais puta
Só espero que vocês curtam a leitura.
VALEU POR ME LER
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E PELOS PONTOS QUE ME DÃO DE PRESENTE
No domingo acordei cedo, fui no açougue e comprei o churrasco, a salada quem trouxe foi o Jorge, a gente tinha combinado assim. Minha casa é modesta, mas tem bastante conforto, um pequeno quincho no fundo do lado da minha oficina e uma piscina pra curtir o verão. Coloquei uma mesa no quintal enquanto tomava uns mates, pensando em como ia aproveitar a Sandra. Curtia a ideia de dividir minha nora. Chegou o Jorge com o filho dele, o Raul. Jorge é um grande amigo, não tenho segredos com ele. Ele já conhecia a Sandra de vários encontros de família e, quando contei que ela era minha putinha, ele não acreditou. Como já falei, a gente se dava mal, então queria mostrar. Sabia que o Jorge tinha uma simpatia por ela, mas descobri que, além da simpatia, ele sempre quis comer ela. Minha nora até então era uma mulher muito séria, jamais ousaria mostrar as tetonas dela, mas as coisas tinham mudado pra caralho, e por isso ele se surpreendeu quando viu ela chegar com o Ariel. Ela vestia uma saia curtinha e uma camiseta tão decotada que mal cobria os bicos. Ver ela agir como se nada, totalmente sem vergonha, nos deixou de pau duro na hora, e quem mais se excitou foi o Raul, o filho do Jorge, um moleque de 20 anos que não tirava os olhos dela. Mas isso parecia ser um orgulho pro Ariel, com quem fomos pro quincho, onde o fogo já tava aceso, deixando a Sandra com o Jorge em casa. Lá, coloquei o corno pra cuidar do churrasco e, enquanto tomávamos um gancia e petiscávamos alguma coisa, eu já imaginava a Sandra nos braços do moleque sendo fodida, mesmo que ela não quisesse. Daí a pouco chegou o Raul e começou a beber com a gente. O Ariel chamou ele pra churrasqueira e ficaram lá conversando. Era mórbido ver como o corno do Ariel conversava amigavelmente com o moleque que com certeza tinha acabado de comer a mulher dele. De propósito, pedi pro Jorge ir buscar gelo, sabia que depois de ver aquilo ele ia usar minha nora. Me aproximei da churrasqueira e papeamos um tempo até ele voltar. Jorge, aí a conversa esquentou
E a Sandrita, como é que ela tá?
Jorge: nada, tá descansando sentada no sofá
Ariel: cansada de quê, hein? Você também tá com uma cara de cansado, o que vocês andaram fazendo?
Com certeza estiveram brincando com ela, e não só de mão
Ariel: desde que estejam se divertindo, perfeito
Raul: é impossível não se divertir com ela
Por que você não vai ver como tá a sua mulher, Arielzinho? Eu cuido de terminar o churrasco
Não sei como ele viu a putinha, porque voltou pro quincho diferente, a cara dele dizia tudo. Quando o churrasco ficou pronto, saímos pra mesa do pátio, onde a Sandra já tava sentada. Almoçamos e ficamos conversando, sem parar de admirar os peitos da Sandra. Tudo desandou quando chegou a hora de usar a piscina debaixo de um solzão. Ela entrou em casa pra colocar um biquíni e, quando saiu, a gente não conseguiu evitar a ereção que provocou na hora: um biquíni que deixava ela quase nua. Assim, entramos na piscina, todos menos o Ariel, e como era de esperar, a Sandra rodeada pelos três. Então eu falei:
Hoje você é a putinha dos três
Sandra: mas o Ariel tá aqui, na frente dele não, por favor
Você não quer que ele veja ou o quê?
Sandra: é isso que ele quer, me ver dando pra outros, e eu não quero mostrar pra ele. Faz ele sumir. Ai, não mexe nos meus peitos. Quem é que tá encostando a pica no meu cu? Tão me deixando com tesão, mas não quero que o corno veja. Não seja malvado, papai
Sabe o que vai acontecer se eu tirar ele daqui?
Sandra: você vai me comer na frente dos dois
Não, putinha, a gente vai te comer os três juntos. Então se prepara
Saí da piscina e falei pro Ariel levar a carne pra casa dele e, na volta, trazer um quilo de sorvete
Ariel: então é verdade que você vai comer ela, mas eles também?
Me fala a verdade: é isso que você quer? Por isso ela veio vestida de puta, não é? Olha o biquíni que ela trouxe, e você felizão vendo ela paquerar como se tivesse implorando por um pouco de pau, mas fica tranquilo que nada disso vai acontecer, vai, leva a carne e a que tá na geladeira também e pega, traz um quilo de sorvete pra gente tomar quando sair da piscina
Ele foi embora sabendo que quando voltasse, Sandra, a mulher dele, estaria bem cheia das paus que ia comer, com certeza quando chegasse em casa ia bater uma punheta da boa e ia nos dar tempo pra fazer com ela o que a gente quisesse, então mal tinha saído e já o Raul e o Jorge estavam enchendo ela de porrada na piscina, o sutiã do biquíni tinha sumido dos peitos dela e quando eu cheguei perto ela já tava sendo comida pelo cara
Saiam da piscina que vão sujar a água
O Jorge tirou ela da água e assim que ela saiu já tinha três paus só pra ela, na hora mesmo começou a chupar pau, deixei eles comerem ela entre os dois por todos os lados menos pelo cu enquanto a puta se contorcia e reclamava do forte que tavam dando, ver ela sentada em cima do Jorge enquanto o cara dava o pau pra ela chupar e depois ao contrário era saborear a vitória sobre ela, quando o Ariel chegou a Sandra já tava exausta igual o Raul e o Jorge, ela deu um mergulho pra limpar a porra e sentou do meu lado pra tomar o sorvete que o corno tinha trazido, claro que o Ariel percebeu, era muito óbvio que a Sandra tinha sido comida até não aguentar mais mesmo não tendo nenhum vestígio, o Jorge e o Raul foram embora assim que terminaram o sorvete mas antes de ir convidaram a Sandra pra passar um fim de semana com eles e ela ficou de responder, a gente jantou umas empanadas e assim a Sandra e o corno dela foram pra casa, na segunda ela veio à tarde e começou a limpar o quincho, era hora de pagar pelos serviços prestados no domingo
O que você vai fazer no fim de semana, vai pro Jorge?
Sandra, acho que não, sogrinho, olha como me deixaram
Como te deixaram? Eu te vejo bem
Sandra, não, pai, você não sabe como tá doendo tudo aqui dentro, verdade que até o Ariel percebeu como me comeram No final, tive que contar tudo pra ele.
Como assim, contou tudo? E o que ele disse?
Sandra — Bom, no final foi melhor do que eu imaginava, mesmo tendo mentido um pouco.
O que você contou? Vai, solta a fita.
Sandra — Então, é que ele já vinha desconfiando da gente e tá convencido de que a gente transa toda vez que se vê. Eu disse que não era assim, mas que no final ontem eu transei com você.
Mas comigo você não transou, sua puta.
Sandra — Não podia falar que transei com seu amigo e com o filho dele, ia me achar uma puta barata.
E é isso que você é.
Sandra — Eu sei, mas não quero que ele saiba, pelo menos por enquanto.
E aí, o que ele falou?
Sandra — Quase comemorou, você não sabe como ele ficou feliz. Disse que finalmente eu tinha uma boa rola pra aproveitar. Ele sabe do tamanho do seu pau e me pedia pra descrever como você me comia. Tá doido, morrendo de vontade de saber se eu te dei o rabo. Claro que falei que não fazia isso, dar o rabo é coisa de puta.
E com certeza o corno bateu uma punheta.
Sandra — Ah, não, tive que bater pra ele, coitadinho, me deu pena. Você não sabe como ele gozou quando eu contava como você me comia e as coisas que você faz comigo — claro, as que eu contei.
Que corno viado que é o Ariel.
Sandra — Ah, viado não, isso ele não é, coitadinho.
Se não é, então eu vou fazer ele bem viado. Merece por ser corno.
Sandra — Ah, não, não, não, não faz isso com o Arielzinho, por favor.
Então faz você. Quero que hoje à noite você bata uma pra ele e enfie seus dedos no cu dele. Vai ver que o viado deixa você enfiar e entrega a bundinha minúscula igual entregou pro Carlos. Agora vamos pro quarto que eu tô com tesão.
Sandra — Ah, não, pai, hoje não, já te falei, tô com muita dor.
Levei ela mesmo assim, sentei na cama e fiz ela chupar meu pau. Depois deitei ela de barriga pra cima e coloquei meu pau entre os peitos dela. Foi muito gostoso sentir a maciez dos peitões dela no meu pau, quase gozei assim, mas quando tava prestes a explodir, virei ela e meti no cu. Como ela gritou, a puta. Ela se contorcia e eu metia com mais força até que finalmente enchi ela como se enche uma puta e voltei pras tetas dela, isso sim que eu gostei, igualzinho ela, a gente tomou um banho e ela foi embora, passaram uns dias e recebi uma visita inesperada, a Diana tava em casa, a mina tinha vindo me ver e eu não sabia por quê.
Ô Diana, entra, entra, que estranho você por aqui?
Diana: É vô, tenho que te contar uma coisa.
A mina tava com umas leggings que comiam a bunda dela e só de olhar já tinha subido a pica, na hora só pensei que ela não podia sair de casa sem o cu arrombado, tinha que arrebentar ele.
Fala, meu amor, me conta, o que que tem?
Diana: É vô, não sei o que acontece com meu namorado, eu gosto muito dele mas ele não me come e se me come, come mal, vô, não sei o que fazer, ontem ele trouxe um amigo pra casa, você não sabe como o idiota me dava de bandeja.
Como assim, meu amor, como te dava de bandeja?
Diana: Sim, vô, me dava de bandeja, falava pro amigo dele pra olhar minha bunda e perguntava o que ele achava, até pediu pra ele tocar em mim e tocou em mim, aí tudo foi pro caralho, o que eu podia fazer, vô? Acabei dando pra ele na frente do meu namorado, o que eu podia fazer? Além disso, o amigo dele tem uma pica enorme.
Mas o amigo comeu bem você? Vai, me conta como ele fez.
Diana: Bom, eu tava de saia curta e meu namorado levantou ela pra mostrar minha bunda pro amigo dele, foi tão rápido, vô, o amigo dele ficou atrás de mim e meu namorado de repente me inclinou pra ele, sem eu perceber já tava com a pica do amigo dele na minha buceta e antes que eu pudesse falar alguma coisa já tava me comendo e meu namorado tirou a piquinha dele pra fora da calça e me fez chupar, aí já não liguei mais pra nada, fomos pra cama e o amigo dele me comeu enquanto meu namorado batia punheta e falava pra ele me arrebentar toda, vô, tava desesperado, juro, e até pediu pra ele arrebentar meu cu, assim, com essas palavras, juro, vô.
E ele arrebentou?
Diana: Mais ou menos porque você já arrebentou ele, vô, mas sim, ele meteu no meu cuzinho na frente do meu namorado e depois meu namorado me... Pegou. Assim ficaram a noite toda, um me pegava e depois o outro. Isso foi no sábado e agora não sei o que vai rolar, mas até agora meu namorado, você não sabe como ele me trata bem, me comprou roupinha nova, mas se eu visto, pareço uma puta de rua, vó. O bom é que desde domingo ele me fode melhor. O que eu faço, vó? E se esse sábado ele trouxer ele de novo, o que eu faço?
Não sei o que você vai fazer no sábado, mas sei o que vai fazer agora. Vem, puta, vamos pro quarto.
Levei ela pro quarto pelo braço, Diana não podia acreditar.
Diana: Ah, vó, não, o que você vai fazer? Eu já tenho namorado, não esquece.
Vou te pegar e, se você gostar, pode trazer ele pra aprender como se fode uma mulher como você. Agora vai, esquenta os motores e começa fazendo direito o que te ensinei.
Diana agarrou meu pau e chupava como se a vida dela dependesse disso. A garota engolia tudo, se engasgava, tirava, lambia, beijava e engolia de novo como podia. Quando cansei de ela chupar, subi ela na cama e coloquei de quatro. Abaixei a legging e chupei a bunda dela. Diana não parava de gemir que nem uma gata. Apoiei meu pau na bunda dela e enfiei até o fundo. O grito que a puta deu me fez tremer. Sabia que dessa vez tinha arrombado o cu dela de verdade, mas mesmo doendo pra caralho, ela não parava de pedir mais. Queria que eu destruísse ela toda, queria ir pra casa dela destruída pra que o corno do namorado dela visse ela com o cu arrombado. Então, quando enchi ela de porra, subi a calça dela de propósito pra ficar bem manchada com meu leite.
Diana: Ah, vó, que tremendo! Agora vou pra casa toda manchada com sua porra no cu.
Não era isso que você queria? Se ele falar alguma coisa, diz que seu avô te pegou e, se ele quiser, pode ver sábado à noite. Me convida também, assim ele vê como a gente te pega os dois, já que ele gosta tanto.
Diana: Sabe de uma coisa? Acho que ele vai adorar, vó. Então não se compromete com a mamãe esse sábado, eu sei que você também come ela. Aquela puta e você fez muito bem, não sabe como eu gosto que você tenha feito dela sua puta, morro de vontade de ver você comendo ela, justo ela que não te suportava.
Bom, agora ela é minha escrava sexual, já fiz ela dar pra meu amigo e pro filho dele, cada vez mais putinha.
Diana e comigo você vai fazer igual?
Sim, mas não aqui, no litoral as duas juntas.
Diana nossa, adoraria, faz tempo que não vou pro litoral, vô.
Bom, já é tarde, melhor ir pra sua casa e depois me conta o que o corno do seu namorado falou.
Diana espero que ele não fique muito bravo, verdade é que não quero me separar dele.
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