Minha doce e inocente esposa
Olá, como vocês estão? Dessa vez vou contar a história de como tentei realizar minhas fantasias mais obscuras com minha doce e inocente esposa.
Meu nome é Lorenzo, igual ao do meu pai e ao do meu avô. Deles não herdei só o nome, mas também uma concessionária de carros que meu avô fundou há muitos anos. Isso fez com que minha família tivesse uma vida excelente ao longo dos anos, tanto que meu pai abriu uma nova concessionária de carros de luxo em uma conhecida cidade balneária de Buenos Aires. Quando nos mudamos para lá, ele conseguiu me matricular desde pequeno em um dos institutos mais reconhecidos e exclusivos do país. Desde filhos ou netos de ex-presidentes, grandes empresários, embaixadores e outros, não havia um único aluno que não fosse parente direto de um milionário. Uma escola de elite.
Por minha parte, nunca me senti parte dessa “turma” e realmente tive uma estadia pouco satisfatória no instituto, pelo menos no começo. Tudo mudou quando conheci Ludmila, minha esposa. Ela entrou na instituição quando sua família decidiu se mudar de Córdoba para Buenos Aires, aos 14 anos. O pai dela era um grande empresário têxtil. Pouco tempo depois que ela entrou, começamos a namorar e, desde então, nunca mais nos separamos. Ela vinha de uma sede que o instituto tinha em sua província de origem, então nos ensinaram os mesmos valores. O instituto era conhecido pelo seu excelente padrão de educação, assim como pelo seu culto religioso e tudo o que isso acarreta, especialmente a castidade e os castigos para atitudes que consideravam pecaminosas.
Aos 23 anos, depois de 9 anos de namoro, nos casamos. Acreditem ou não, chegamos virgens ao casamento. Esse foi também um dos motivos pelos quais decidimos nos casar “jovens”.
Ao terminar o colégio, meu pai me deu a oportunidade de assumir o controle da concessionária. Ele estava com a saúde muito debilitada, então Rapidamente assumi o controle e, dois anos depois, já administrava as 5 filiais que tínhamos no país. Meu pai faleceu pouco tempo depois, enquanto minha mãe já tinha morrido há 5 anos. Sendo filho e neto único, herdei tudo, tinha todas as garantias financeiras para pedir Ludmila em casamento, era um requisito fundamental para que os pais aceitassem nossa união.
Ela teve uma infância muito difícil, sendo a mais velha de três irmãs, Ludmila carregou toda a pressão que a mãe depositou nela. Elvira, minha sogra, era formada pelo instituto e levava os princípios da escola gravados a fogo, então sempre a oprimiu, em todos os sentidos possíveis. A escola é conhecida pela forte prática do culto ao qual prestavam tributos, missas e tal, pra eles sexo era só pra procriar, então imaginem o quão difícil pode ser pros adolescentes estudarem nessa instituição. Saias até o tornozelo, as camisas e blusas da escola não podiam marcar a silhueta dos alunos, e um monte de regras que só geravam vontade de quebrá-las.
Ludmila tem um corpo muito gostoso, uma longa cabeleira castanha, que geralmente prende num coque bem arrumado, um rosto lindíssimo, uma pele macia e cheia de sardas, pernas bonitas e uns peitos incríveis, que são coroados com uns bicos bem "mordiscáveis", mas isso, pra ela, não passou de um castigo. Desde muito jovem desenvolveu um busto grande, e isso rendeu algumas gozações na infância, além da pressão da mãe pra esconder, já que segundo ela eram vulgares e provocavam a luxúria masculina. Ela realmente sofreu, até durante nosso namoro tinha muita vergonha de eu ver ou tocar, porque embora tenhamos chegado virgens ao casamento, não é como se nunca tivéssemos feito alguma "sacanagem" sem chegar à penetração.
Resumindo, foi assim que nossa história começou. Hoje, com 41 anos, formamos uma família linda, junto com nosso Filho adolescente, Fermín, que também estuda no colégio, por pressão dos avós maternos e da Ludmila, é um aluno exemplar com notas altíssimas em todas as matérias, mas com certa dificuldade para socializar. Nós três moramos numa casa de luxo dentro de um dos condomínios mais exclusivos da cidade.
Deixa eu contar um pouco como é a nossa intimidade. Se tivesse que descrever com uma palavra, diria que é zero. Praticamente não transamos. Minha cabeça geralmente tá ocupada com o trabalho, e pra piorar, não fui abençoado com um pau grande, nem mesmo um "normal", é mais pra pequeno mesmo. A real é que tivemos muitas dificuldades ao longo dos anos pra fazer a Ludmila curtir o sexo. Na verdade, tenho sérias dúvidas se ela já sentiu um orgasmo. Ela é uma mulher cheia de tabus em relação ao sexo, e a soma de tudo isso fez com que essa parte do relacionamento fosse desaparecendo. A menopausa precoce que diagnosticaram nela há alguns anos acabou de enterrar de vez nossa intimidade. Mesmo sendo uma mulher gostosa, a Ludmila nunca se sentiu assim, porque de algum jeito ela sempre escondeu a sensualidade natural dela. A autoestima dela era baixíssima, e minha falta de desejo sexual só reforçava esse pensamento.
Mas, afetivamente, a gente se ama pra caralho, só que praticamente não tem sexo. Já fizemos terapia de casal, mas também não adiantou. A gente se acostumou a viver assim, e realmente estávamos bem, ou pelo menos a gente se convencia disso…
**Atualmente**
Novembro. Sábado de manhã. Recebemos a notícia de que minha sogra tinha morrido. Ela tava internada há alguns dias, então minha mulher quase não tava em casa, até que finalmente ligaram da clínica. Embora tenha sido uma notícia muito triste pra ela, de certa forma ela se sentiu aliviada, como se um peso enorme tivesse saído das costas dela. Nos dias seguintes, a dor pela morte da Mãe foi diminuindo enquanto o alívio dela foi aumentando.
Só depois de umas duas semanas, que uns batucadas na nossa porta mudariam nossas vidas de repente…
Eu tava trabalhando de casa naquele dia, conferindo umas vendas no computador, até que a Ludmila entrou no quarto onde eu tava.
Lud: - Love, desculpa te encher o saco, mas… tu não sabe o que me aconteceu agora
Eu: - Sim, love, ouvi a porta, quem era?
Lud: - A mãe do Bastián (era o melhor amigo do nosso filho há uns anos, ele entrou na escola vindo da França)
Eu: - O que ela queria?
Lud: - Me trouxe isso… (ela abriu as mãos e tinha uma coisa tipo um lenço preto)
Eu: - Que porra é essa?
Lud: - (abre) Uma calcinha, love
Eu: - Te deu uma calcinha? Assim, sem caixa?
Lud: - Não, love, tu não entendeu, uma calcinha minha (eu olhava pra ela sem entender nada)… é minha essa calcinha, ela achou no quarto do Bastián, não ia me trazer, mas viu a marca, percebeu que era das caras, e então… me trouxe, ficou com muita vergonha… me disse que tinha castigado ele e que com certeza por um bom tempo ele não ia vir aqui…
O Bastián era um guri loirinho, olhos claros, altura média, era um cara de poucas palavras, mas bem “safado”, se dava bem com nosso filho, e vinha aqui dia sim, dia não, a família dele também mora no condomínio.
Eu: - Não entendi direito o que rolou, love, mas que bom que tu recuperou (me virei e continuei trabalhando)
Não tinha prestado atenção no que ela tinha me contado, ao mesmo tempo que ela falava eu pensava nas vendas que tava conferindo. Foi só de tarde, depois do trabalho, quando tava quase tomando banho que lembrei das palavras dela. E aí, caiu a ficha… de algum jeito fiquei excitado pra caralho, muito mesmo, não sabia por quê, mas tive que bater uma, não uma, mas duas vezes. Fazia meses, ou talvez anos que não fazia isso… depois do banho continuei na boa, pensando que o bagulho ia ficar por ali, e que no outro dia dia, tudo voltaria ao normal, mas não foi assim… acordei com uma ereção enorme e uma vontade muito forte de me masturbar de novo. Tentei pensar em outra coisa e fui pra concessionária. Foi um dia longo pra caralho, de muito trabalho, mas… minha cabeça estava em outro lugar.
Mesmo que Lula (apelido da Ludmila) de certa forma não tivesse entendido o que a peça dela fazia no quarto do Bastián, eu sabia perfeitamente o que o garoto tinha feito, e longe de me incomodar ou me dar ciúmes, me excitava pra caramba. Naquela tarde, esperei ficar sozinho na concessionária, pesquisei na internet e descobri que era uma prática muito mais comum do que a gente imagina. Ficar excitado com outros desejando minha mulher? Descobri o Cuckold, me masturbei duas vezes lendo histórias e imaginando o Bastián com a calcinha da minha mulher. Será que eu toparia uma parada dessas? Independente da minha resposta, sabia que a Ludmila nunca aceitaria isso. Ou pelo menos não, se eu propusesse na cara dura, mas talvez pudesse levar a situação do Bastián e da roupa íntima dela pra outro nível… O que eu tô pensando? Falei pra mim mesmo, me ajeitei rápido, desliguei tudo e voltei pra casa.
Nas semanas seguintes, foi impossível pensar em outra coisa, fiquei passando muito tempo no escritório, já que em casa era difícil ter “intimidade”, a Ludmila não trabalha, recebe royalties das empresas do pai sem fazer nada, e fica praticamente o dia todo lá. Então a concessionária era minha fuga, onde todo dia lia histórias, via vídeos e imaginava minha esposa em situações cada vez mais quentes. Tava ficando viciado nisso, e a vontade de ver ela com outro homem aumentava dia após dia. Qualquer um morreria por esses peitos, pensava toda tarde.
Por outro lado, o Bastián tinha parado de vir desde aquele dia, e as chances de algo acontecer de novo eram nulas, então decidi falar com a Lula.
Eu:- Amor (ela tava na cozinha preparando algo)
Eu tinha começado a ver minha mulher com outros olhos. mas eu me masturbava tanto no escritório que quando chegava em casa meu desejo sexual já tinha ido pro caralho, além disso a frustração de não satisfazer ela me afastava do sexo com ela.
Lud: - oi, love, chegou! Fala comigo…
Eu: - sabe que eu tenho notado o Fer (Fermín, nosso filho) meio apagado ultimamente, será que é por causa do amigo dele?
Lud: - sim, eu também ia te falar, desde que o Bastián parou de vir ele tá mal, e ainda me disse que quase não fala com ele no colégio…
Eu: - é, por que você não fala com a mãe dele, pede pra ela tirar o castigo, são coisas de adolescente, não é pra tanto, pelo menos dar uma chance.
Lud: - é, você tem razão, amanhã eu ligo pra ela, já fazem vários dias… foi bem no trabalho?
Eu: - sim, love, tudo certo.
O primeiro passo tava dado, só faltava a mãe aceitar.
No dia seguinte cheguei tarde da concessionária, quando cheguei em casa recebi a notícia linda de que o Bastián tinha voltado e ia ficar pra jantar. Meu filho era outro, muito feliz, e obviamente minha mulher também tava, vendo a alegria do Fermín, não tinha nada que ela não fizesse pelo nosso filho.
Com a volta do Bastián em casa, comecei a alternar de novo os dias em que ia pro escritório. Ficava pra ver se alguma coisa rolava, mas claramente os puxões de orelha da mãe do moleque tinham surtido efeito… até que um dia, eu tava no computador, e a Ludmila me interrompeu com uma cara de preocupação.
Lud: - Lorenzo!
Eu: - que foi, love?? Por que essa cara?
Lud: - ele fez de novo!
Eu: - o quê? Do que você tá falando?
Lud: - vi o Bastián saindo do nosso quarto, fui no banheiro (que é suíte) e tava faltando a calcinha que eu tinha deixado lá…
Eu: - e o Bastián? Cadê ele agora?
Lud: - quando desci ele já tinha ido embora (nosso quarto fica no primeiro andar), se a mãe descobre, mata ele, o que mais me preocupa é o Fer que vai ficar sem o amigo… não entendo por que ele faz isso…
Eu: - como não entende, love?
A ingenuidade e inocência da minha esposa são tão grandes quanto os peitos dela.
Lud: - é, claro, Pra que ele quer minhas calcinhas? Ele veste elas? Tenta vender??
Eu: - (rindo um pouco) love, é óbvio pra que ele quer, ele bate punheta com suas calcinhas
Lud: - que? (ficou pálida)
Eu: - love, não fica assim, o garoto tá naquela idade
Lud: - mas eu sou uma mulher feita, poderia ser mãe dele…
Eu: - mas você não é, e você é uma mulher gostosa…
Lud: - não entendo, é informação demais pra mim, o que a gente vai fazer?? (dava pra ver que ela tava contrariada)
Eu: - a única coisa que me vem à cabeça é falar com ele…
Lud: - é? Olha que ele não sabe que a mãe falou comigo e me devolveu a calcinha…
Eu: - mas não tem outro jeito, tem que mandar ele devolver, senão quem vai mais sofrer se descobrirem de novo é o Fermín (sabia que esse era o ponto fraco da minha esposa)
Lud: - mas se a gente falar com ele e ele levar a mal? Ah, não sei o que fazer (tava entrando em pânico)
Eu: - eu falaria com ele, mas vai ser muito estranho, a única coisa que me vem é você falar, mandar ele devolver e, se ele tiver que fazer alguma coisa, que faça aqui, mas não leve nada seu pra casa dele..
Lud: - você é louco?? Vou dizer pro garoto bater punheta em casa com minha roupa?
Eu: - não seria bem assim, não tão direto, além disso, tô fazendo isso pelo nosso filho… óbvio que não gosto da ideia (mentira), mas ele é o único amigo homem dele… se descobrirem, ele não vê mais.
Lud: - ai, meu Deus, não sei o que fazer, preciso pensar…
Eu: - isso tem que resolver rápido, de preferência amanhã você devia falar com ele, pensa no Fermín… (mais um golpe baixo)
Ela ficou me olhando, sabia que não tinha muitas opções se quisesse manter a amizade do nosso filho. Na manhã seguinte, Ludmila me falou que à tarde ia conversar com o Bastián… Esse dia tive que ir pra concessionária, mas assim que pude voltei pra casa, queria saber o que tinha acontecido.
Quando cheguei, Ludmila me contou que tinha falado com ele, que no começo ele se assustou pensando que ela ia dedar ele pra mãe, mas a solução que a gente tinha encontrado fez os olhos dele brilharem.
Eu: - você falou pra ele Diretamente?
Lud: – Você enlouqueceu? Como é que você pensa uma coisa dessas? Eu disse que não sabia pra que ele usava aquilo, mas que por favor não levasse pra casa dele, que se a mãe descobrisse de novo, iam castigar ele feio.
Eu: – E o que ele te disse?
Lud: – Tentou falar alguma coisa, mas eu cortei ele, falei que o que ele tivesse que fazer, fizesse aqui, em casa. Ele não disse nada, e foi buscar ela.
Ficamos os dois em silêncio por uns segundos…
Lud: – Love, não entendo, ele faz isso de verdade? Por quê?
Eu: – Love, você é uma mulher gostosa, não consegue ver porque sua mãe sempre te reprimiu, e também porque eu nunca consegui ser o homem que você precisa, mas… ela já não está mais aqui, você devia ter mais confiança em si mesma, até seria hora de dar uma mudada no visual…
Lud: – Hã?... Primeiro, não fala isso, você é tudo que eu preciso, sexo não é importante pra mim e você sabe, e segundo, a que você tá se referindo?
Eu: – Sim, sempre que a gente ia no shopping, você me mostrava um monte de roupa que queria usar, mas nunca teve coragem por causa do que sua mãe ia achar…
Lud: – Sim, mas já tô velha pra isso, meu tempo já passou.
Eu: – Love, seu tempo não passou nada, olha só como você tá fazendo os amigos do seu filho suspirarem (ela sorriu). Que tal a gente ir no sábado no shopping e renovar o guarda-roupa?
Lud: – (hesitante) Sei não, vou pensar. Você tá diferente ultimamente, hein? Aconteceu alguma coisa?
Eu: – Não, love, mas tudo isso me fez abrir os olhos de novo e perceber a mulher gostosa que tenho do meu lado.
Naquele momento, a gente se beijou, como há anos não fazia, parecíamos dois adolescentes, mas… Fermín nos interrompeu entrando com a amiga dele, e rapidinho o fogo se apagou.
Ele tinha vindo jantar com a Miranda, a melhor amiga dele desde o Jardim de Infância. Ela era uma guria de cabelo castanho claro, traços delicados, um rostinho redondo, muito bonita e simpática, era a capitã do time de hóquei do colégio. A personalidade dela era super vibrante, cheia de energia, o oposto do Fermín, entendo que por isso eles se davam tão bem. completavam tão bem. Ela e o Bastián são os únicos amigos dele.
Fermin: - Mãe! O que vocês estão fazendo? Já são grandes... O que a gente vai comer?
Ali tinha se dissolvido completamente nosso momento "hot" do dia. Naquela noite, a Ludmila ficou vendo um filme com os meninos, então não rolou nada entre a gente... Fui dormir pensando no que ia acontecer quando o Bastián viesse em casa.
Naqueles dias, por motivos diferentes, o garoto não conseguiu vir em casa. Chegou o sábado, então aproveitei para insistir com a Ludmila pra irmos fazer compras. No começo ela hesitou muito, mas assim que entramos na primeira loja, tudo se desencadeou. Compramos um monte de coisas, a troca de guarda-roupa foi completa, tanto que o banco me ligou várias vezes por causa dos gastos que estávamos colocando no cartão. Em cada loja, as vendedoras ficavam obnubiladas com a mudança da Lula, não acreditavam como com aquele corpo, "gostosona" nas palavras delas, ela se vestia como uma "senhora". Minha esposa ficava com muita vergonha desse tipo de comentário, já que não estava acostumada a receber elogios e muito menos de mulheres. Definitivamente, uma nova Ludmila tinha nascido naquele dia, pelo menos em questão de roupas.
O Antes e o Depois
Nos dias seguintes, Bastián voltou a aparecer, e ainda mais vezes do que o normal. No começo, a situação era bem desconfortável: minha mulher deixava as calcinhas dela numa gavetinha de um móvel no banheiro de hóspedes, esperando o Bastián ir lá pra saciar os desejos dele. Era muito óbvio quando ele fazia isso, porque demorava um tempão e, quando saía, as bochechas dele estavam bem vermelhas. Eu, por minha vez, toda tarde que isso acontecia, me masturbava durante o banho, imaginando situações diferentes. Já a Ludmila tentava não pensar no assunto, como sempre — o mecanismo de defesa dela era ignorar as coisas. Tanto que a gente meio que tinha normalizado aquilo, mas de novo um pequeno detalhe podia mudar tudo radicalmente…
Naquela tarde, Bastián tinha ficado mais tempo que o normal. Ao sair, aproveitou que a Lula estava sozinha na cozinha pra falar com ela…
Bas: — Dona… (se referindo à Ludmila, sempre a chamou assim; o garoto era super respeitoso, apesar das safadezas)
Lud: — Já te falei pra não me chamar assim, me faz sentir mais velha do que sou (ela falava com ele como se nada tivesse acontecido — o poder de abstração que ela tem é enorme, conseguia agir como se nada do que rolava no banheiro estivesse acontecendo)
Bas: — É… queria falar uma coisa, mas tô meio com vergonha…
Lud: — (a expressão dela mudou um pouco, tentou disfarçar, imaginando por onde o assunto podia vir) Fala, Bastián, o que foi?
Bas: — A senhora sempre deixa umas calcinhas novas no banheiro, perfumadas, como se tivessem acabado de lavar…
Lud: — (sem entender onde o garoto queria chegar) Sim, claro, e daí? Não tô entendendo, Bastián…
Bas: — Bom… é… não sei bem como dizer, mas eu prefiro as outras (era um pedido descarado; a excitação do momento com certeza deu a coragem necessária pra ele fazer essa exigência)
Lud: — (tentando processar o que ele queria, mal entendendo) Ahhh, sei lá, deixa eu ver, ok? (ela precisava falar comigo, já que não tava decifrando o pedido do jovem)
Bastián concordou com a cabeça. Foi até o banheiro deixar a calcinha na gaveta e voltou pra sala jogar PlayStation com o Fermín.
Ela rapidamente subiu até meu escritório pra me contar tudo…
O rosto dela era de preocupação total, estava completamente desfigurada, não entendia o que o jovem queria…
Eu: – Love, eu sei que tudo isso é difícil pra você, foram muitas mudanças em pouco tempo, mas também não fica assim..
Ela teve que sentar na minha cadeira, parecia que a pressão tinha baixado um pouco…
Eu: – O garoto diz que prefere as outras, se refere às que não estão recém-lavadas, ele quer a que você tá usando…
Lud: – (Arregalou os olhos igual um dois de ouros) Que?? Esse menino é doente, que nojo…
Eu: – (Enquanto conversávamos, eu tinha ficado muito excitado, estava de jeans, e como meu brinquedo é pequeno, não dava pra ver minha ereção) Love, se acalma, é normal o que ele quer, é coisa da idade, os jovens hoje são diferentes de nós, fomos criados numa bolha, chegamos virgens no casamento, love, isso hoje é impossível… eu entendo se você não quiser dar, mas tenho medo do que o Bastián pode fazer, claramente o que você dava até agora já não serve mais, não sabemos do que ele é capaz… e se a mãe descobrir alguma coisa, vai ser um golpe terrível pro Fermín.
Lud: – (Estava entre a cruz e a caldeirinha) E o que a gente faz? Justo hoje saí pra passear um pouco com a Frida (nossa caniche), deve ser um nojo a calcinha (fazendo careta de desgosto)
Eu: – Love (enquanto segurava ela pelos ombros) o que importa aqui é nosso filho (e minhas fantasias, pensei) leva pra ele a que você tá usando e pronto, mas deixa claro que não vai ser todo dia. Deixa isso bem claro.
Lud: – (Um pouco mais calma) Mas você não se incomoda?
Eu: – Love, eu te amo e sei que você me ama, não vou dizer que gosto, mas sei que você faz isso pela nossa família e isso é o mais importante.
Ludmila se levantou, estava usando uma regata laranja e uma calça bem justinha marrom/bege (eram alguns dos looks novos dela) começou a abaixar, estava usando uma vedetina. Branca, muito delicada, tirou a calcinha, a bucetinha dela tinha uns pelinhos, me deu uma ternura danada e um tesão ao mesmo tempo. Tava excitadíssimo...

Ver ela de blusa e nua por baixo me excitou como poucas vezes na vida. Ela se vestiu de novo, e o fato de não ter colocado uma calcinha nova me deixou louco de tesão. Respirei fundo e saí pra onde os caras estavam… Eu tava de pau duro, mas, claro, ela não podia saber.
O Bastião, quando viu minha mulher aparecer, inventou uma desculpa e foi pra porta do banheiro, como se esperasse o presente que ela ia dar. Ludmila foi até ele, e eu espiava da escada… com muito pudor, ela tirou a calcinha do bolso e entregou sem dizer nada. Dava pra ver de longe como as mãos dela tremiam. Instintivamente, o moleque, assim que pegou o presente, levou até o nariz, virou as costas e entrou rápido no banheiro… Ludmila, ao ver aquilo, ficou em choque.
Espero que tenham gostado do começo dessa nova história. Vou postar as próximas partes quando chegar a 2500 pontos no post, assim vou saber se a história é do agrado de vocês! Bom fim de semana!
Olá, como vocês estão? Dessa vez vou contar a história de como tentei realizar minhas fantasias mais obscuras com minha doce e inocente esposa.
Meu nome é Lorenzo, igual ao do meu pai e ao do meu avô. Deles não herdei só o nome, mas também uma concessionária de carros que meu avô fundou há muitos anos. Isso fez com que minha família tivesse uma vida excelente ao longo dos anos, tanto que meu pai abriu uma nova concessionária de carros de luxo em uma conhecida cidade balneária de Buenos Aires. Quando nos mudamos para lá, ele conseguiu me matricular desde pequeno em um dos institutos mais reconhecidos e exclusivos do país. Desde filhos ou netos de ex-presidentes, grandes empresários, embaixadores e outros, não havia um único aluno que não fosse parente direto de um milionário. Uma escola de elite.
Por minha parte, nunca me senti parte dessa “turma” e realmente tive uma estadia pouco satisfatória no instituto, pelo menos no começo. Tudo mudou quando conheci Ludmila, minha esposa. Ela entrou na instituição quando sua família decidiu se mudar de Córdoba para Buenos Aires, aos 14 anos. O pai dela era um grande empresário têxtil. Pouco tempo depois que ela entrou, começamos a namorar e, desde então, nunca mais nos separamos. Ela vinha de uma sede que o instituto tinha em sua província de origem, então nos ensinaram os mesmos valores. O instituto era conhecido pelo seu excelente padrão de educação, assim como pelo seu culto religioso e tudo o que isso acarreta, especialmente a castidade e os castigos para atitudes que consideravam pecaminosas.
Aos 23 anos, depois de 9 anos de namoro, nos casamos. Acreditem ou não, chegamos virgens ao casamento. Esse foi também um dos motivos pelos quais decidimos nos casar “jovens”.
Ao terminar o colégio, meu pai me deu a oportunidade de assumir o controle da concessionária. Ele estava com a saúde muito debilitada, então Rapidamente assumi o controle e, dois anos depois, já administrava as 5 filiais que tínhamos no país. Meu pai faleceu pouco tempo depois, enquanto minha mãe já tinha morrido há 5 anos. Sendo filho e neto único, herdei tudo, tinha todas as garantias financeiras para pedir Ludmila em casamento, era um requisito fundamental para que os pais aceitassem nossa união.
Ela teve uma infância muito difícil, sendo a mais velha de três irmãs, Ludmila carregou toda a pressão que a mãe depositou nela. Elvira, minha sogra, era formada pelo instituto e levava os princípios da escola gravados a fogo, então sempre a oprimiu, em todos os sentidos possíveis. A escola é conhecida pela forte prática do culto ao qual prestavam tributos, missas e tal, pra eles sexo era só pra procriar, então imaginem o quão difícil pode ser pros adolescentes estudarem nessa instituição. Saias até o tornozelo, as camisas e blusas da escola não podiam marcar a silhueta dos alunos, e um monte de regras que só geravam vontade de quebrá-las.
Ludmila tem um corpo muito gostoso, uma longa cabeleira castanha, que geralmente prende num coque bem arrumado, um rosto lindíssimo, uma pele macia e cheia de sardas, pernas bonitas e uns peitos incríveis, que são coroados com uns bicos bem "mordiscáveis", mas isso, pra ela, não passou de um castigo. Desde muito jovem desenvolveu um busto grande, e isso rendeu algumas gozações na infância, além da pressão da mãe pra esconder, já que segundo ela eram vulgares e provocavam a luxúria masculina. Ela realmente sofreu, até durante nosso namoro tinha muita vergonha de eu ver ou tocar, porque embora tenhamos chegado virgens ao casamento, não é como se nunca tivéssemos feito alguma "sacanagem" sem chegar à penetração.
Resumindo, foi assim que nossa história começou. Hoje, com 41 anos, formamos uma família linda, junto com nosso Filho adolescente, Fermín, que também estuda no colégio, por pressão dos avós maternos e da Ludmila, é um aluno exemplar com notas altíssimas em todas as matérias, mas com certa dificuldade para socializar. Nós três moramos numa casa de luxo dentro de um dos condomínios mais exclusivos da cidade.
Deixa eu contar um pouco como é a nossa intimidade. Se tivesse que descrever com uma palavra, diria que é zero. Praticamente não transamos. Minha cabeça geralmente tá ocupada com o trabalho, e pra piorar, não fui abençoado com um pau grande, nem mesmo um "normal", é mais pra pequeno mesmo. A real é que tivemos muitas dificuldades ao longo dos anos pra fazer a Ludmila curtir o sexo. Na verdade, tenho sérias dúvidas se ela já sentiu um orgasmo. Ela é uma mulher cheia de tabus em relação ao sexo, e a soma de tudo isso fez com que essa parte do relacionamento fosse desaparecendo. A menopausa precoce que diagnosticaram nela há alguns anos acabou de enterrar de vez nossa intimidade. Mesmo sendo uma mulher gostosa, a Ludmila nunca se sentiu assim, porque de algum jeito ela sempre escondeu a sensualidade natural dela. A autoestima dela era baixíssima, e minha falta de desejo sexual só reforçava esse pensamento.
Mas, afetivamente, a gente se ama pra caralho, só que praticamente não tem sexo. Já fizemos terapia de casal, mas também não adiantou. A gente se acostumou a viver assim, e realmente estávamos bem, ou pelo menos a gente se convencia disso…
**Atualmente**
Novembro. Sábado de manhã. Recebemos a notícia de que minha sogra tinha morrido. Ela tava internada há alguns dias, então minha mulher quase não tava em casa, até que finalmente ligaram da clínica. Embora tenha sido uma notícia muito triste pra ela, de certa forma ela se sentiu aliviada, como se um peso enorme tivesse saído das costas dela. Nos dias seguintes, a dor pela morte da Mãe foi diminuindo enquanto o alívio dela foi aumentando.
Só depois de umas duas semanas, que uns batucadas na nossa porta mudariam nossas vidas de repente…
Eu tava trabalhando de casa naquele dia, conferindo umas vendas no computador, até que a Ludmila entrou no quarto onde eu tava.
Lud: - Love, desculpa te encher o saco, mas… tu não sabe o que me aconteceu agora
Eu: - Sim, love, ouvi a porta, quem era?
Lud: - A mãe do Bastián (era o melhor amigo do nosso filho há uns anos, ele entrou na escola vindo da França)
Eu: - O que ela queria?
Lud: - Me trouxe isso… (ela abriu as mãos e tinha uma coisa tipo um lenço preto)
Eu: - Que porra é essa?
Lud: - (abre) Uma calcinha, love
Eu: - Te deu uma calcinha? Assim, sem caixa?
Lud: - Não, love, tu não entendeu, uma calcinha minha (eu olhava pra ela sem entender nada)… é minha essa calcinha, ela achou no quarto do Bastián, não ia me trazer, mas viu a marca, percebeu que era das caras, e então… me trouxe, ficou com muita vergonha… me disse que tinha castigado ele e que com certeza por um bom tempo ele não ia vir aqui…
O Bastián era um guri loirinho, olhos claros, altura média, era um cara de poucas palavras, mas bem “safado”, se dava bem com nosso filho, e vinha aqui dia sim, dia não, a família dele também mora no condomínio.
Eu: - Não entendi direito o que rolou, love, mas que bom que tu recuperou (me virei e continuei trabalhando)
Não tinha prestado atenção no que ela tinha me contado, ao mesmo tempo que ela falava eu pensava nas vendas que tava conferindo. Foi só de tarde, depois do trabalho, quando tava quase tomando banho que lembrei das palavras dela. E aí, caiu a ficha… de algum jeito fiquei excitado pra caralho, muito mesmo, não sabia por quê, mas tive que bater uma, não uma, mas duas vezes. Fazia meses, ou talvez anos que não fazia isso… depois do banho continuei na boa, pensando que o bagulho ia ficar por ali, e que no outro dia dia, tudo voltaria ao normal, mas não foi assim… acordei com uma ereção enorme e uma vontade muito forte de me masturbar de novo. Tentei pensar em outra coisa e fui pra concessionária. Foi um dia longo pra caralho, de muito trabalho, mas… minha cabeça estava em outro lugar.
Mesmo que Lula (apelido da Ludmila) de certa forma não tivesse entendido o que a peça dela fazia no quarto do Bastián, eu sabia perfeitamente o que o garoto tinha feito, e longe de me incomodar ou me dar ciúmes, me excitava pra caramba. Naquela tarde, esperei ficar sozinho na concessionária, pesquisei na internet e descobri que era uma prática muito mais comum do que a gente imagina. Ficar excitado com outros desejando minha mulher? Descobri o Cuckold, me masturbei duas vezes lendo histórias e imaginando o Bastián com a calcinha da minha mulher. Será que eu toparia uma parada dessas? Independente da minha resposta, sabia que a Ludmila nunca aceitaria isso. Ou pelo menos não, se eu propusesse na cara dura, mas talvez pudesse levar a situação do Bastián e da roupa íntima dela pra outro nível… O que eu tô pensando? Falei pra mim mesmo, me ajeitei rápido, desliguei tudo e voltei pra casa.
Nas semanas seguintes, foi impossível pensar em outra coisa, fiquei passando muito tempo no escritório, já que em casa era difícil ter “intimidade”, a Ludmila não trabalha, recebe royalties das empresas do pai sem fazer nada, e fica praticamente o dia todo lá. Então a concessionária era minha fuga, onde todo dia lia histórias, via vídeos e imaginava minha esposa em situações cada vez mais quentes. Tava ficando viciado nisso, e a vontade de ver ela com outro homem aumentava dia após dia. Qualquer um morreria por esses peitos, pensava toda tarde.
Por outro lado, o Bastián tinha parado de vir desde aquele dia, e as chances de algo acontecer de novo eram nulas, então decidi falar com a Lula.
Eu:- Amor (ela tava na cozinha preparando algo)
Eu tinha começado a ver minha mulher com outros olhos. mas eu me masturbava tanto no escritório que quando chegava em casa meu desejo sexual já tinha ido pro caralho, além disso a frustração de não satisfazer ela me afastava do sexo com ela.
Lud: - oi, love, chegou! Fala comigo…
Eu: - sabe que eu tenho notado o Fer (Fermín, nosso filho) meio apagado ultimamente, será que é por causa do amigo dele?
Lud: - sim, eu também ia te falar, desde que o Bastián parou de vir ele tá mal, e ainda me disse que quase não fala com ele no colégio…
Eu: - é, por que você não fala com a mãe dele, pede pra ela tirar o castigo, são coisas de adolescente, não é pra tanto, pelo menos dar uma chance.
Lud: - é, você tem razão, amanhã eu ligo pra ela, já fazem vários dias… foi bem no trabalho?
Eu: - sim, love, tudo certo.
O primeiro passo tava dado, só faltava a mãe aceitar.
No dia seguinte cheguei tarde da concessionária, quando cheguei em casa recebi a notícia linda de que o Bastián tinha voltado e ia ficar pra jantar. Meu filho era outro, muito feliz, e obviamente minha mulher também tava, vendo a alegria do Fermín, não tinha nada que ela não fizesse pelo nosso filho.
Com a volta do Bastián em casa, comecei a alternar de novo os dias em que ia pro escritório. Ficava pra ver se alguma coisa rolava, mas claramente os puxões de orelha da mãe do moleque tinham surtido efeito… até que um dia, eu tava no computador, e a Ludmila me interrompeu com uma cara de preocupação.
Lud: - Lorenzo!
Eu: - que foi, love?? Por que essa cara?
Lud: - ele fez de novo!
Eu: - o quê? Do que você tá falando?
Lud: - vi o Bastián saindo do nosso quarto, fui no banheiro (que é suíte) e tava faltando a calcinha que eu tinha deixado lá…
Eu: - e o Bastián? Cadê ele agora?
Lud: - quando desci ele já tinha ido embora (nosso quarto fica no primeiro andar), se a mãe descobre, mata ele, o que mais me preocupa é o Fer que vai ficar sem o amigo… não entendo por que ele faz isso…
Eu: - como não entende, love?
A ingenuidade e inocência da minha esposa são tão grandes quanto os peitos dela.
Lud: - é, claro, Pra que ele quer minhas calcinhas? Ele veste elas? Tenta vender??
Eu: - (rindo um pouco) love, é óbvio pra que ele quer, ele bate punheta com suas calcinhas
Lud: - que? (ficou pálida)
Eu: - love, não fica assim, o garoto tá naquela idade
Lud: - mas eu sou uma mulher feita, poderia ser mãe dele…
Eu: - mas você não é, e você é uma mulher gostosa…
Lud: - não entendo, é informação demais pra mim, o que a gente vai fazer?? (dava pra ver que ela tava contrariada)
Eu: - a única coisa que me vem à cabeça é falar com ele…
Lud: - é? Olha que ele não sabe que a mãe falou comigo e me devolveu a calcinha…
Eu: - mas não tem outro jeito, tem que mandar ele devolver, senão quem vai mais sofrer se descobrirem de novo é o Fermín (sabia que esse era o ponto fraco da minha esposa)
Lud: - mas se a gente falar com ele e ele levar a mal? Ah, não sei o que fazer (tava entrando em pânico)
Eu: - eu falaria com ele, mas vai ser muito estranho, a única coisa que me vem é você falar, mandar ele devolver e, se ele tiver que fazer alguma coisa, que faça aqui, mas não leve nada seu pra casa dele..
Lud: - você é louco?? Vou dizer pro garoto bater punheta em casa com minha roupa?
Eu: - não seria bem assim, não tão direto, além disso, tô fazendo isso pelo nosso filho… óbvio que não gosto da ideia (mentira), mas ele é o único amigo homem dele… se descobrirem, ele não vê mais.
Lud: - ai, meu Deus, não sei o que fazer, preciso pensar…
Eu: - isso tem que resolver rápido, de preferência amanhã você devia falar com ele, pensa no Fermín… (mais um golpe baixo)
Ela ficou me olhando, sabia que não tinha muitas opções se quisesse manter a amizade do nosso filho. Na manhã seguinte, Ludmila me falou que à tarde ia conversar com o Bastián… Esse dia tive que ir pra concessionária, mas assim que pude voltei pra casa, queria saber o que tinha acontecido.
Quando cheguei, Ludmila me contou que tinha falado com ele, que no começo ele se assustou pensando que ela ia dedar ele pra mãe, mas a solução que a gente tinha encontrado fez os olhos dele brilharem.
Eu: - você falou pra ele Diretamente?
Lud: – Você enlouqueceu? Como é que você pensa uma coisa dessas? Eu disse que não sabia pra que ele usava aquilo, mas que por favor não levasse pra casa dele, que se a mãe descobrisse de novo, iam castigar ele feio.
Eu: – E o que ele te disse?
Lud: – Tentou falar alguma coisa, mas eu cortei ele, falei que o que ele tivesse que fazer, fizesse aqui, em casa. Ele não disse nada, e foi buscar ela.
Ficamos os dois em silêncio por uns segundos…
Lud: – Love, não entendo, ele faz isso de verdade? Por quê?
Eu: – Love, você é uma mulher gostosa, não consegue ver porque sua mãe sempre te reprimiu, e também porque eu nunca consegui ser o homem que você precisa, mas… ela já não está mais aqui, você devia ter mais confiança em si mesma, até seria hora de dar uma mudada no visual…
Lud: – Hã?... Primeiro, não fala isso, você é tudo que eu preciso, sexo não é importante pra mim e você sabe, e segundo, a que você tá se referindo?
Eu: – Sim, sempre que a gente ia no shopping, você me mostrava um monte de roupa que queria usar, mas nunca teve coragem por causa do que sua mãe ia achar…
Lud: – Sim, mas já tô velha pra isso, meu tempo já passou.
Eu: – Love, seu tempo não passou nada, olha só como você tá fazendo os amigos do seu filho suspirarem (ela sorriu). Que tal a gente ir no sábado no shopping e renovar o guarda-roupa?
Lud: – (hesitante) Sei não, vou pensar. Você tá diferente ultimamente, hein? Aconteceu alguma coisa?
Eu: – Não, love, mas tudo isso me fez abrir os olhos de novo e perceber a mulher gostosa que tenho do meu lado.
Naquele momento, a gente se beijou, como há anos não fazia, parecíamos dois adolescentes, mas… Fermín nos interrompeu entrando com a amiga dele, e rapidinho o fogo se apagou.
Ele tinha vindo jantar com a Miranda, a melhor amiga dele desde o Jardim de Infância. Ela era uma guria de cabelo castanho claro, traços delicados, um rostinho redondo, muito bonita e simpática, era a capitã do time de hóquei do colégio. A personalidade dela era super vibrante, cheia de energia, o oposto do Fermín, entendo que por isso eles se davam tão bem. completavam tão bem. Ela e o Bastián são os únicos amigos dele.
Fermin: - Mãe! O que vocês estão fazendo? Já são grandes... O que a gente vai comer?
Ali tinha se dissolvido completamente nosso momento "hot" do dia. Naquela noite, a Ludmila ficou vendo um filme com os meninos, então não rolou nada entre a gente... Fui dormir pensando no que ia acontecer quando o Bastián viesse em casa.
Naqueles dias, por motivos diferentes, o garoto não conseguiu vir em casa. Chegou o sábado, então aproveitei para insistir com a Ludmila pra irmos fazer compras. No começo ela hesitou muito, mas assim que entramos na primeira loja, tudo se desencadeou. Compramos um monte de coisas, a troca de guarda-roupa foi completa, tanto que o banco me ligou várias vezes por causa dos gastos que estávamos colocando no cartão. Em cada loja, as vendedoras ficavam obnubiladas com a mudança da Lula, não acreditavam como com aquele corpo, "gostosona" nas palavras delas, ela se vestia como uma "senhora". Minha esposa ficava com muita vergonha desse tipo de comentário, já que não estava acostumada a receber elogios e muito menos de mulheres. Definitivamente, uma nova Ludmila tinha nascido naquele dia, pelo menos em questão de roupas.
O Antes e o Depois

Nos dias seguintes, Bastián voltou a aparecer, e ainda mais vezes do que o normal. No começo, a situação era bem desconfortável: minha mulher deixava as calcinhas dela numa gavetinha de um móvel no banheiro de hóspedes, esperando o Bastián ir lá pra saciar os desejos dele. Era muito óbvio quando ele fazia isso, porque demorava um tempão e, quando saía, as bochechas dele estavam bem vermelhas. Eu, por minha vez, toda tarde que isso acontecia, me masturbava durante o banho, imaginando situações diferentes. Já a Ludmila tentava não pensar no assunto, como sempre — o mecanismo de defesa dela era ignorar as coisas. Tanto que a gente meio que tinha normalizado aquilo, mas de novo um pequeno detalhe podia mudar tudo radicalmente…Naquela tarde, Bastián tinha ficado mais tempo que o normal. Ao sair, aproveitou que a Lula estava sozinha na cozinha pra falar com ela…
Bas: — Dona… (se referindo à Ludmila, sempre a chamou assim; o garoto era super respeitoso, apesar das safadezas)
Lud: — Já te falei pra não me chamar assim, me faz sentir mais velha do que sou (ela falava com ele como se nada tivesse acontecido — o poder de abstração que ela tem é enorme, conseguia agir como se nada do que rolava no banheiro estivesse acontecendo)
Bas: — É… queria falar uma coisa, mas tô meio com vergonha…
Lud: — (a expressão dela mudou um pouco, tentou disfarçar, imaginando por onde o assunto podia vir) Fala, Bastián, o que foi?
Bas: — A senhora sempre deixa umas calcinhas novas no banheiro, perfumadas, como se tivessem acabado de lavar…
Lud: — (sem entender onde o garoto queria chegar) Sim, claro, e daí? Não tô entendendo, Bastián…
Bas: — Bom… é… não sei bem como dizer, mas eu prefiro as outras (era um pedido descarado; a excitação do momento com certeza deu a coragem necessária pra ele fazer essa exigência)
Lud: — (tentando processar o que ele queria, mal entendendo) Ahhh, sei lá, deixa eu ver, ok? (ela precisava falar comigo, já que não tava decifrando o pedido do jovem)
Bastián concordou com a cabeça. Foi até o banheiro deixar a calcinha na gaveta e voltou pra sala jogar PlayStation com o Fermín.
Ela rapidamente subiu até meu escritório pra me contar tudo…
O rosto dela era de preocupação total, estava completamente desfigurada, não entendia o que o jovem queria…
Eu: – Love, eu sei que tudo isso é difícil pra você, foram muitas mudanças em pouco tempo, mas também não fica assim..
Ela teve que sentar na minha cadeira, parecia que a pressão tinha baixado um pouco…
Eu: – O garoto diz que prefere as outras, se refere às que não estão recém-lavadas, ele quer a que você tá usando…
Lud: – (Arregalou os olhos igual um dois de ouros) Que?? Esse menino é doente, que nojo…
Eu: – (Enquanto conversávamos, eu tinha ficado muito excitado, estava de jeans, e como meu brinquedo é pequeno, não dava pra ver minha ereção) Love, se acalma, é normal o que ele quer, é coisa da idade, os jovens hoje são diferentes de nós, fomos criados numa bolha, chegamos virgens no casamento, love, isso hoje é impossível… eu entendo se você não quiser dar, mas tenho medo do que o Bastián pode fazer, claramente o que você dava até agora já não serve mais, não sabemos do que ele é capaz… e se a mãe descobrir alguma coisa, vai ser um golpe terrível pro Fermín.
Lud: – (Estava entre a cruz e a caldeirinha) E o que a gente faz? Justo hoje saí pra passear um pouco com a Frida (nossa caniche), deve ser um nojo a calcinha (fazendo careta de desgosto)
Eu: – Love (enquanto segurava ela pelos ombros) o que importa aqui é nosso filho (e minhas fantasias, pensei) leva pra ele a que você tá usando e pronto, mas deixa claro que não vai ser todo dia. Deixa isso bem claro.
Lud: – (Um pouco mais calma) Mas você não se incomoda?
Eu: – Love, eu te amo e sei que você me ama, não vou dizer que gosto, mas sei que você faz isso pela nossa família e isso é o mais importante.
Ludmila se levantou, estava usando uma regata laranja e uma calça bem justinha marrom/bege (eram alguns dos looks novos dela) começou a abaixar, estava usando uma vedetina. Branca, muito delicada, tirou a calcinha, a bucetinha dela tinha uns pelinhos, me deu uma ternura danada e um tesão ao mesmo tempo. Tava excitadíssimo...


Ver ela de blusa e nua por baixo me excitou como poucas vezes na vida. Ela se vestiu de novo, e o fato de não ter colocado uma calcinha nova me deixou louco de tesão. Respirei fundo e saí pra onde os caras estavam… Eu tava de pau duro, mas, claro, ela não podia saber.O Bastião, quando viu minha mulher aparecer, inventou uma desculpa e foi pra porta do banheiro, como se esperasse o presente que ela ia dar. Ludmila foi até ele, e eu espiava da escada… com muito pudor, ela tirou a calcinha do bolso e entregou sem dizer nada. Dava pra ver de longe como as mãos dela tremiam. Instintivamente, o moleque, assim que pegou o presente, levou até o nariz, virou as costas e entrou rápido no banheiro… Ludmila, ao ver aquilo, ficou em choque.
Espero que tenham gostado do começo dessa nova história. Vou postar as próximas partes quando chegar a 2500 pontos no post, assim vou saber se a história é do agrado de vocês! Bom fim de semana!
19 comentários - Minha esposa doce e inocente