Quando cheguei em casa, tomei um banho, não conseguia acreditar que tudo aquilo tinha acontecido. E me masturbei como nunca. A semana passou sem problemas, e eu só ficava pensando como seria quando eu me masturbasse ou quando ela me chupasse. Chegou o dia, todos se cumprimentaram como se nada tivesse acontecido, jogamos, era o último horário disponível da noite. Julián nem me dirigiu a palavra além do necessário. Mas quando estávamos indo embora depois de nos trocarmos, ele me diz como se nada fosse, Julián:
- Vamos tomar alguma coisa, te levo em casa?
Eu:
- Sim... bora... falo algo como um refrigerante, como se estivesse ganhando tempo para os outros irem embora, e aí fomos para o carro.
Fomos para o carro e ele estava num canto, quase sem iluminação, a porta do passageiro ficava bem encostada na parede. Ele me pede as mochilas para colocar no porta-malas e me manda ir entrando. Eu entro e, verdade seja dita, estava muito excitado, a sacanagem e o tesão me dominavam mais que tudo, não parava de imaginá-lo chupando minha pica. Mas para minha surpresa, ele guarda as mochilas e vem para o lado do passageiro, abre minha porta já com a pica na mão e me diz, Julián:
- Sentiu minha falta a semana toda, né? enquanto com a mão livre ele puxa minha nuca para a pica. Tento responder enquanto resistia inutilmente:
- Para... era sua vez de... glup glup glup
Ele só responde com um estalo de impaciência e, antes que eu terminasse minha reclamação, já tinha a pica enfiada na minha boca e responde, Julián:
- Primeiro aprende a chupar direito, e de boca cheia não se fala!, com um tom metade sarcástico e metade autoritário enquanto repetia "sim, continua", "toda", "fundo".
Ficamos assim por um bom tempo enquanto ele bombava a pica na minha boca sem parar, aumentando e diminuindo o ritmo, e diz Julián:
- Podia ficar aqui a noite toda... mas "sua" mulher vai sentir sua falta, com um tom muito sarcástico.
E ele tira a pica da minha boca, dá a volta, entra no carro e sobe. Ele ainda com a pica pra fora me pede para colocar o vídeo da minha mulher me chupando e me agarra pela nuca para que eu continue chupando ele. Por causa do tamanhão. Era que só cabia a minha cabeça, então empurrei o banco um pouco pra trás. Enquanto começava a chupar ela. Arranquei e saímos, nem sei até onde fomos porque ela não deixava eu levantar a cabeça da pica, mas dava pra ver que tava escuro. Ela se ajeitou um pouco e rapidamente começou a acariciar minhas costas, e antes que eu percebesse já tava apalpando minha bunda com força, amassando. Eu queria pegar na mão dela pra tirar, mas era inútil. Num momento, ela tira a pica da minha boca e sobe a mão que tava apalpando meu cu e faz eu chupar dois dedos dela como se fosse a pica, enquanto repetia "babar bem, enche eles de saliva", "assim, que gostoso". Ela tira os dedos da minha boca e mete a pica quase na hora, e dessa vez leva a mão pro meu cu, mas enfiando a mão por baixo da calça e indo direto pro meu ânus, que começa a acariciar, roçar e dedilhar. Eu tentava tirar a mão dela, ao mesmo tempo que tentava não me afogar com a pica que enfiava até a garganta, enquanto num momento o Julian comenta:
- Fica tranquilo que não tem problema... você continua chupando... mas sua bunda pequena é só pra me motivar um pouco... nada mais. Termina com um tom debochado e sarcástico.
O que tinha começado como massagem, ele enfiava e tirava a ponta de um dedo babado, e a cada tentativa o dedo entrava mais e mais. Ele só repetia "sim, que lindo", "relaxa essa bunda pequena, que vai doer menos". Depois de um bom tempo, quando o dedo já entrava quase inteiro, o Julian me fala:
- Tira a calça... com um tom excitado e sério, como uma ordem.
E sem tirar o dedo do meu cu, eu abaixo a calça como pude no desconforto do banco do carona enquanto ele tirava minha camiseta com a outra mão e continua dizendo o Julian:
- Bate uma... rápido e goza na sua camiseta. Começo a me masturbar e isso parecia excitar ele mais, então começou a enfiar dois dedos em mim. Julian: - Assim, vai, goza rápido pra relaxar essa bunda pequena.
Eu tentava obedecer, mas a dor no cu era forte com os dedos grandes dele entrando e saindo. saindo e minha posição desconfortável enquanto tentava chupar a pica dele entre uma ânsia e outra. Depois de um bom tempo, quando minha bunda começou a se acostumar mais ou menos com os dois dedos dele, ele conseguiu me masturbar e gozar na minha camiseta, e o Julian me fala:
- agora me masturba... quando eu mandar, você mete na boca e engole tudo, ok?
Ele fala num tom muito excitado e como se fosse uma ordem. Foi o que fiz, comecei a masturbar ele com toda velocidade e força, mas quanto mais força eu fazia, mais fundo ele enfiava os dedos no meu cu, então eu morria de dor. Depois de uns minutos, ele abaixa minha cabeça pra eu meter a pica na boca e descarrega todo o gozo, enquanto aumentava a velocidade e força dos dedos no meu cu. Cuspi muito mais gozo do que da primeira vez, porque a pressão e a dor no cu não deixavam minha boca fechar, mesmo assim ele me fez continuar chupando até eu tirar todo o gozo dele e lamber a pica e as bolas inteiras. Percebo que ele se ajeita e quando vou tirar a cabeça, o Julian fala:
- continua chupando! Daqui a pouco te deixo em casa. Passa as marchas quando eu mandar.
E foi assim, continuei chupando ele, enquanto com a outra mão eu ficava apertando meu cu. Chegamos na porta de casa, ficamos na mesma posição por mais um tempo. Quando ele me deixa levantar, tirando os dedos do meu cu e parando de chupar, eu subo a calça e sentia meu cu pulsando e ardendo. Me arrumo, saio do carro e antes de fechar a porta, o Julian fala:
- pra quinta que vem, vem com uma calcinha da sua mulher.
E eu fiquei ali, com gosto de gozo e pica na boca de novo, o cu dolorido. Continua...
- Vamos tomar alguma coisa, te levo em casa?
Eu:
- Sim... bora... falo algo como um refrigerante, como se estivesse ganhando tempo para os outros irem embora, e aí fomos para o carro.
Fomos para o carro e ele estava num canto, quase sem iluminação, a porta do passageiro ficava bem encostada na parede. Ele me pede as mochilas para colocar no porta-malas e me manda ir entrando. Eu entro e, verdade seja dita, estava muito excitado, a sacanagem e o tesão me dominavam mais que tudo, não parava de imaginá-lo chupando minha pica. Mas para minha surpresa, ele guarda as mochilas e vem para o lado do passageiro, abre minha porta já com a pica na mão e me diz, Julián:
- Sentiu minha falta a semana toda, né? enquanto com a mão livre ele puxa minha nuca para a pica. Tento responder enquanto resistia inutilmente:
- Para... era sua vez de... glup glup glup
Ele só responde com um estalo de impaciência e, antes que eu terminasse minha reclamação, já tinha a pica enfiada na minha boca e responde, Julián:
- Primeiro aprende a chupar direito, e de boca cheia não se fala!, com um tom metade sarcástico e metade autoritário enquanto repetia "sim, continua", "toda", "fundo".
Ficamos assim por um bom tempo enquanto ele bombava a pica na minha boca sem parar, aumentando e diminuindo o ritmo, e diz Julián:
- Podia ficar aqui a noite toda... mas "sua" mulher vai sentir sua falta, com um tom muito sarcástico.
E ele tira a pica da minha boca, dá a volta, entra no carro e sobe. Ele ainda com a pica pra fora me pede para colocar o vídeo da minha mulher me chupando e me agarra pela nuca para que eu continue chupando ele. Por causa do tamanhão. Era que só cabia a minha cabeça, então empurrei o banco um pouco pra trás. Enquanto começava a chupar ela. Arranquei e saímos, nem sei até onde fomos porque ela não deixava eu levantar a cabeça da pica, mas dava pra ver que tava escuro. Ela se ajeitou um pouco e rapidamente começou a acariciar minhas costas, e antes que eu percebesse já tava apalpando minha bunda com força, amassando. Eu queria pegar na mão dela pra tirar, mas era inútil. Num momento, ela tira a pica da minha boca e sobe a mão que tava apalpando meu cu e faz eu chupar dois dedos dela como se fosse a pica, enquanto repetia "babar bem, enche eles de saliva", "assim, que gostoso". Ela tira os dedos da minha boca e mete a pica quase na hora, e dessa vez leva a mão pro meu cu, mas enfiando a mão por baixo da calça e indo direto pro meu ânus, que começa a acariciar, roçar e dedilhar. Eu tentava tirar a mão dela, ao mesmo tempo que tentava não me afogar com a pica que enfiava até a garganta, enquanto num momento o Julian comenta:
- Fica tranquilo que não tem problema... você continua chupando... mas sua bunda pequena é só pra me motivar um pouco... nada mais. Termina com um tom debochado e sarcástico.
O que tinha começado como massagem, ele enfiava e tirava a ponta de um dedo babado, e a cada tentativa o dedo entrava mais e mais. Ele só repetia "sim, que lindo", "relaxa essa bunda pequena, que vai doer menos". Depois de um bom tempo, quando o dedo já entrava quase inteiro, o Julian me fala:
- Tira a calça... com um tom excitado e sério, como uma ordem.
E sem tirar o dedo do meu cu, eu abaixo a calça como pude no desconforto do banco do carona enquanto ele tirava minha camiseta com a outra mão e continua dizendo o Julian:
- Bate uma... rápido e goza na sua camiseta. Começo a me masturbar e isso parecia excitar ele mais, então começou a enfiar dois dedos em mim. Julian: - Assim, vai, goza rápido pra relaxar essa bunda pequena.
Eu tentava obedecer, mas a dor no cu era forte com os dedos grandes dele entrando e saindo. saindo e minha posição desconfortável enquanto tentava chupar a pica dele entre uma ânsia e outra. Depois de um bom tempo, quando minha bunda começou a se acostumar mais ou menos com os dois dedos dele, ele conseguiu me masturbar e gozar na minha camiseta, e o Julian me fala:
- agora me masturba... quando eu mandar, você mete na boca e engole tudo, ok?
Ele fala num tom muito excitado e como se fosse uma ordem. Foi o que fiz, comecei a masturbar ele com toda velocidade e força, mas quanto mais força eu fazia, mais fundo ele enfiava os dedos no meu cu, então eu morria de dor. Depois de uns minutos, ele abaixa minha cabeça pra eu meter a pica na boca e descarrega todo o gozo, enquanto aumentava a velocidade e força dos dedos no meu cu. Cuspi muito mais gozo do que da primeira vez, porque a pressão e a dor no cu não deixavam minha boca fechar, mesmo assim ele me fez continuar chupando até eu tirar todo o gozo dele e lamber a pica e as bolas inteiras. Percebo que ele se ajeita e quando vou tirar a cabeça, o Julian fala:
- continua chupando! Daqui a pouco te deixo em casa. Passa as marchas quando eu mandar.
E foi assim, continuei chupando ele, enquanto com a outra mão eu ficava apertando meu cu. Chegamos na porta de casa, ficamos na mesma posição por mais um tempo. Quando ele me deixa levantar, tirando os dedos do meu cu e parando de chupar, eu subo a calça e sentia meu cu pulsando e ardendo. Me arrumo, saio do carro e antes de fechar a porta, o Julian fala:
- pra quinta que vem, vem com uma calcinha da sua mulher.
E eu fiquei ali, com gosto de gozo e pica na boca de novo, o cu dolorido. Continua...
2 comentários - Da quadra pra boca (Conto gay) parte 2