Mamãe 2

Depois daquela viagem na caminhonete, minha mãe não falou comigo o dia inteiro seguinte e, pra ser sincero, eu também não procurei ela. Tava muito ocupado "aliviando o estresse" com a lembrança do que aconteceu, que até me faltava tempo sozinho pra bater uma, porque sempre que aquilo vinha na minha cabeça, eu ficava durasso. Então foi uma semana bem, bem movimentada, a ponto de eu ficar exausto, mas valia totalmente a pena. Só que, como tudo, o tempo sempre estraga as coisas, porque já tava difícil lembrar a sensação na minha mão da perna dela e o calor da calcinha dela, e logo me vi procurando as calcinhas dela de novo no quarto.

Minha mãe, depois de dois dias, tinha voltado ao normal comigo, agindo como se nada tivesse acontecido. A mente dela era um mistério pra mim, e não saber o que ela pensava daquilo me causava muita confusão, mas no fim eu me disse: aquilo foi só um sonho muito lindo que, assim como aconteceu, deixou de acontecer. Também não esperava que minha mãe me deixasse apalpar ela toda vez que eu sentisse vontade — o que, francamente, me batia forte sempre que eu via ela —, mas esperava algo a mais, um sinal de que ela tinha gostado daquilo e queria repetir. Mas nada, simplesmente nada. Minha mãe continuava sendo minha mãe. Pelo menos eu ainda tinha a permissão dela pra usar as coisas dela, desde que não estivessem limpas, mas já quase não usava tanto como antes, quando quase todo dia, no banho dela, eu ficava duro porque sabia que ia ter ação com as calcinhas dela. Agora tinha virado algo casual e, às vezes, eu preferia ver pornô de milf e incesto.

Enfim, nossa convivência de mãe e filho tava voltando ao normal, e embora eu quisesse e tentasse criar situações parecidas, simplesmente não rolava nada. Inclusive naquele dia que ficamos sozinhos em casa e ela tava vendo um filme na sala, deitada no sofá com um vestido confortável e solto que deixava ver as pernas dela — aquelas pernas tão gostosas que uma vez eu tive o prazer de tocar e sentir. Bom, ela tava vendo o filme recostada no sofá com um lençol, mas com as pernas descobertas, então... Cheguei e sentei ao lado dela, mas assim que me acomodei no sofá, ela nem me olhou nem disse nada, mas cobriu as pernas de um jeito que parecia que tava me rejeitando na hora. Senti na pele, até parecia que minha presença incomodava ela, porque eu via de canto de olho ela me encarando, como se esperasse que eu fosse embora ou me mexesse pra ela poder se descobrir de novo. Enfim, não aguentei mais e fui pro meu quarto jogar um pouco. Afinal, se aquilo tinha acabado, não ia mais ficar procurando situações que nunca iam rolar. Pra ser sincero, me senti triste, e enquanto jogava, até deixei uma lágrima cair lembrando daquilo e do que poderia ter sido, principalmente do que poderia ter sido — até onde teria ido nas minhas fantasias mais eróticas com ela. Mas beleza, pelo menos eu tinha nosso momento guardado na memória, e por isso decidi escrever pra não esquecer e contar essa história como se tivesse narrando pra um leitor. Eu diria: — Querido leitor, espero que tenha curtido essa história lendo ela tanto quanto eu curti aquela noite na caminhonete. Que ainda entro nela quando ninguém tá vendo e sento no mesmo lugar pra tentar lembrar o máximo possível da maciez das pernas dela e... — Brumm... brumm! O som do meu celular vibrando me tirou dos pensamentos. Como tava meio melancólico, decidi checar mais tarde e continuei jogando e pensando por mais um tempo. Tava jogando um battle royale bem famoso em equipe com uns desconhecidos, e puta merda, eles eram tão ruins que decidi jogar sozinho. — Brumm... brumm! Outra mensagem que tirou minha mente do jogo por um momento, bem inoportuna, porque tava quase ganhando quando me distraiu e eu perdi. Frustrado com a última partida, decidi ir pegar um suco na geladeira da cozinha. Larguei o controle na cama e pulei pra baixo, indo pra cozinha. Mamãe ainda tava vendo o filme, mas mexendo no celular. — Vou pegar um suco da geladeira, mãe — falei, e como ela não respondeu, segui pra cozinha, abri a geladeira e me servi um pouco de suco. — O que você tá... Fazendo o quê no teu quarto, Alex?" — perguntou a mamãe, me pegando de surpresa ao encontrá-la parada na minha frente. "Tá num dos teus 'momentos a sós'?" — ela perguntou também, e eu ia responder quando ela completou. "Não tenho calcinha suja hoje, espero que não esteja usando as limpas senão vou ficar puta." — "Não, mãe, tô jogando um pouco com uns amigos online, por que cê tá perguntando? Precisa de algo?" — perguntei olhando fixo pra ela, e ela ergueu a sobrancelha, franziu os lábios e falou num tom irritado: "E suponho que não tem tempo de pegar o celular e ver suas mensagens." — "Ah! São tuas as mensagens que chegaram? Desculpa, não... não vi ainda, mas me diz, o que cê precisa? Tô te ouvindo aqui." — "Já não quero nada, obrigada" — ela disse num tom sarcástico. "Volta lá pra cima e joga o dia inteiro como se não tivesse mais nada pra fazer. Teu pai e tua irmã já tão chegando, vou preparar o jantar." — "Tá bom" — respondi. Enchi mais suco no copo e fui pro meu quarto continuar jogando. Tava prestes a começar outra partida, esperando a tela de carregar. — *Brumm... brumm!* — Chegou outra mensagem, e lembrei que a mamãe tinha me mandado umas também, então peguei o celular e desbloqueei. Tinha 3 mensagens: uma do meu amigo Juan e outras 2 de número desconhecido. Pensei: "Que estranho, achei que a mamãe tinha me mandado mensagens." Então abri a do Juan primeiro. *"Gonna play?"* — ele perguntava pra entrar no jogo comigo. Respondi com um gif confirmando que sim e fui abrir as mensagens do número desconhecido. **CARALHO!!** Eram 2 fotos, do sofá de casa, com um par de pernas cruzadas incrível, sensual, lindo e brilhante. Sem dúvida eram as da mamãe, porque até a roupa era a mesma que ela tava usando. Meu coração quase saiu pela boca e a respiração cortou de uma vez. Puta merda, que lindas! Até minha mão lembrou como elas eram ao toque. E claro, meu pau subiu na hora. Tô acostumado com imagens de milfs completamente peladas e usando acessórios na bunda, mas... Tantas coisas que, diferente daquelas fotos, eram totalmente "inocentes" e sem graça pra qualquer um... Mas saber que eram da mamãe, e que ela mesma tinha me mandado como se estivesse me convidando pra brincar com elas de novo, deu um sentido erótico que nenhuma imagem baixada da internet poderia me fazer sentir. ESTÚPIDO!!! Pensei, que idiota, quase me bati, porque ela estava me esperando na sala pra gente passar um tempão gostoso. Não é à toa que ela ficou irritada quando eu desci. Que burro que eu sou, falei pra mim mesmo, e pensei: "Poxa, ainda posso descer e ir até ela na cozinha, e talvez... só talvez consiga convencê-la a fazer alguma coisa." Pulei da cama e joguei o controle na cama com tanto entusiasmo que ele caiu no chão. Desci as escadas pulando, quase caí, e lá estava a mamãe, na cozinha, com aquele vestido solto e confortável, tão sexy e gostosa, descalça, cortando legumes na ilha, coçando a panturrilha com a outra perna. Poxa, só de olhar pra ela já tava durasso, e nesse ponto nem escondi mais, deixei tudo aparecer e caminhei até ela. — Você de novo? Achei que tava brincando com seus amigos — ela disse, meio brava e indignada. — Me passa uma cebola da geladeira — pediu. Fui pegar a cebola e deixei em cima da bancada. Ela não disse nada e continuou cortando. Fui por trás dela e fiquei admirando como a bunda dela aparecia pelo vestido, mesmo solto dava pra ver um pouco. Cocei a cabeça, tentando encontrar coragem pra dar o próximo passo e, sei lá... tocar a bunda dela um pouco. Me sentia quase morrendo, mal conseguia respirar e sentia meu coração acelerado, daquele jeito que dá taquicardia. Então criei coragem e peguei uma das nádegas dela com a mão direita, esperando que ela se virasse e me desse um tapa. Mas ela só parou de picar a cebola por um momento, e por 2 segundos o tempo parou. Depois, ela continuou picando como se nada tivesse acontecido. Aí peguei a outra nádega dela, e caramba, eram tão macias e suaves, ainda melhores que as pernas dela. Na hora, segurei ela pela cintura e encostei. Meu pau duro nas nádegas dela, a melhor sensação da minha vida. Ela suspirou e parou de cortar por um instante, e fez algo que quase me fez gozar: se inclinou um pouco e empurrou a bunda pra trás, me convidando a continuar com o que eu tava fazendo. Comecei a dar umas estocadas na bunda dela, e ela parou de cortar a cebola, só ficou ali parada, aproveitando, esperando tanto quanto eu por aquela situação. Ela apoiou as duas mãos na borda da bancada e, cada vez mais, empurrava a bunda contra meu pau duro e já bem sensível. Eu tava prestes a gozar quando a porta tocou... a porra da porta. O som interrompeu o momento completamente, nós dois paramos, e mamãe me empurrou pra trás rapidamente, com tanta força que quase saí voando e bati na geladeira. — Esconde isso agora!! — Ela falou num tom apressado e gritando em silêncio. O mais rápido que pude, me sentei na cadeira, porque era impossível fazer a ereção sumir, então escondi ela sentando na mesa. — Mamãe, chegamos! — A Sara gritou assim que atravessou a porta, e foi direto pra cozinha. Quando chegou, encontrou mamãe ajeitando o vestido e tentando se recompor, e acho que ela percebeu minha ereção um pouco, porque ficou me olhando meio estranha. — O que aconteceu? Tudo bem? — Perguntou meio confusa. — Claro que tá tudo bem, ou o que você esperava? — Respondeu mamãe, meio irritada. Aí papai entrou na cozinha e mamãe disse: — Vão deixar tudo, tomar banho e trocar de roupa. O jantar já tá quase pronto. — Com um tom meio seco, mamãe falou. Eu fui pro meu quarto meio frustrado, porque mais uma vez não consegui gozar, mas tentando processar tudo aquilo. Foi incrível sentir a bunda da mamãe tão redonda e macia, e como era bom empurrar ela contra meu pau, era a melhor coisa. E ela não falar nada, só ficar parada me dando permissão pra continuar, mas principalmente meu coração parava cada vez que ela empurrava com a cintura e se inclinava mais. Não sei como teria terminado aquilo se não tivéssemos sido interrompidos. Mais tarde, fomos... Todo mundo pra jantar e foi um jantar bem gostoso com o papai e a Sara. A mamãe não falou muito, mas ficou encostando a perna dela na minha várias vezes, quase me engasgou, mas eu não podia ceder naqueles momentos porque a Sara e o papai estavam na mesa também. Não sei, mas acho que a mamãe estava com tesão, porque nunca esperava que ela agisse assim, mas adorava pensar que ela estava excitada por mim.

Na manhã seguinte era sábado, o papai ia trabalhar meio-dia e a Sara estava com as amigas, pelo menos foi o que ela disse. Acordei cedo e fui tomar banho pra depois descer e tomar café. Ainda não tinha visto a mamãe, mas com certeza ainda estava no quarto dela. - Brumm... brumm..! Tocou enquanto eu tomava banho, meio cedo pra receber mensagens. Quando terminei de me lavar e saí do chuveiro, olhei e era de novo o número desconhecido onde a mamãe tinha me mandado as fotos das pernas dela na sala, mas dessa vez era algo ainda melhor. Era ela, sem dúvida, porque mesmo sem mostrar o rosto, estava na frente do espelho do quarto dela. Ela tinha tirado uma foto de sutiã, e caralho, que par perfeito ela tinha. Não eram muito grandes, mas eram perfeitas e muito sensuais. Fiquei duro na hora e decidi ir até o quarto dela brincar com aquele lindo par de peitos que um dia foram meus. Então saí pelado do banheiro pra procurar ela no quarto, mas não estava. Um barulho na cozinha entregou ela. "Tá ali", pensei. Então desci as escadas nu, com uma ereção enorme. Era muito bom andar pelado pela casa, isso deixava a situação ainda mais erótica. Bem decidido, entrei na cozinha e lá estava a mamãe lavando umas louças. Só consegui falar: - Mamãe. Ela virou e se surpreendeu ao me ver nu, ficou parada sem dizer nada, só me olhando. Depois, só levantou uma sobrancelha e franziu os lábios, como sempre faz, e disse: - Senta na mesa e come alguma coisa, que já é tarde. E virou pra continuar lavando a louça. Ela estava de pijama, meio solto, mas dava pra ver a bunda dela, e uma regata que deixava um pouco à mostra. A foto que chegou no meu celular há uns minutos... Meu coração quase saiu pela boca, mal conseguia respirar de tão excitado e nervoso. Fiz igual ao dia anterior, mas dessa vez tava decidido a ir até o fim. Cheguei perto dela e grudei meu corpo no dela. Caralho, a bunda dela era tão macia e gostosa, mesmo por cima do pijama. Encostei meu pau na bunda dela e ela não falou nada, só continuou lavando a louça. Não sei o que deu em mim, mas sem perceber comecei a pegar nos peitos dela por cima da camisola. E, igual tudo nela, eram tão macios e molinhos, mas dava pra sentir os biquinhos por cima do sutiã e da blusinha. Era algo indescritível. Comecei a me esfregar nela e mamãe só acompanhava meu ritmo, mas não falava nada, não me olhava, não me tocava. Aí ela fez uma coisa que me fez gozar em três estocadas: levou as mãos pra própria bunda e abriu as nádegas com as duas mãos, deixando meu pau bem no meio. E, se não me engano, senti que ela não tava de calcinha, o que deixava a bunda dela ainda mais macia e molinha. Caralho, assim que encaixou meu pau entre as nádegas dela, não aguentei. Era tão gostoso e quente que gozei pra caralho, muito forte. Nunca tinha gozado daquele jeito, até uns gemidos nada másculos escaparam da minha boca. De repente, a bunda dela ficou toda molhada e quentinha, e eu ouvi uma risadinha dela. Ela não disse nada, só fez uma careta de satisfação e falou: "—E tira isso, me deixou toda suja e molhada, que nojo. Não dava pra gozar no chão? Vai se vestir e vem tomar café." Eu ouvi, mas tinha gozado tão forte e tanto que precisei de um tempo pra me recuperar. "—ALEX, ANDA LOGO, ME SOLTA E FAZ O QUE EU MANDEI." Soltei ela e sentei um pouco. Depois, ouvimos passos na escada. Quando ouvimos, mamãe e eu nos olhamos rápido, muito surpresos, e ela falou baixinho, quase gritando: "—Sara! Some daqui! Aqui, mas já... Pulei da cadeira, tampei meu pau, já bem relaxado, e corri pra lavanderia. — Mãe, o que tem de café? — ouvi a Sara. — Ué, faz você mesma, menina, eu ainda não fiz nada. Você disse que ia ficar com a Karla, o que tá fazendo aqui? — respondeu a mãe. — Então, ela falou que não tava se sentindo bem, que era melhor a gente fazer o trabalho na... Mãe, o que é isso no seu pijama? A mãe tinha virado pra continuar lavando a louça que faltava e esqueceu da bagunça que eu tinha deixado no pijama dela. — Nada, é... sabão de prato que caiu. Olha, vai melhor pra sala enquanto eu faço algo rápido e fala pro seu irmão levantar, que não seja preguiçoso, e vir tomar café. Sempre me impressionou a habilidade da mãe de mudar de assunto com a Sara quando ela pedia permissão ou queria reclamar de algo. A Sara, meio desconfiada, obedeceu e foi pra sala. Aí a mãe foi pra lavanderia, tirou o pijama todo molhado e manchado de mim, e fez sinal pra eu subir em silêncio. Fui rápido, mas na saída a mãe me deu um tapão na bunda bem brincalhão, que me deixou meio confuso, mas eu tinha gostado. Vendo que a Sara não tava à vista, subi as escadas rápido e entrei no meu quarto. Quando entrei, fiquei petrificado, porque vi a Sara me esperando, sentada na minha cama, com uma expressão de horror. A mãe tinha falado pra ela ir me acordar.Mamãe 2
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Sube la parte tres
Para saber si Sara vio semen o le creyó a su mamá