Beleza, vou deixar o último conto do fim de semana aqui! Mil obrigado de novo pra todo mundo pela boa vibe e pelas dicas e pontos!
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Saí correndo pra minha casa, por sorte a porta da casa daquele velho tava sem chave e tinha parado de chover. Assim que entrei, fui no banheiro e vomitei, não tava entendendo nada e talvez tinha feito mal também todo o álcool da noite anterior.. mas eu sabia bem por que tinha vomitado.
Minha namorada, Mari, tinha chupado a pica do velho e agora eu tava vendo eles trepando no carro. Pra piorar, ouvi minha namorada falando algo sobre um quinto polvo, mas decidi não acreditar no que meus ouvidos escutaram.
Uns 5 minutos depois, Mariana entrou em casa.
M: Ei, cadê você?
A: No banheiro, que porra você quer?
M: Como assim que porra quero, idiota, fala direito comigo!
A: Que direito que eu vou falar, se mal acordo e você tá trepando com aquele velho nojento?
M: Olha, não sei o que aconteceu, uma coisa levou à outra e sei lá, acabou assim.
A: Uma coisa levou à outra? Vai tomar no cu.
M: Para, deixa eu pelo menos te contar, deixa eu explicar!
A: Que você vai explicar, que deu pra um velho? Que chupou a pica dele e engoliu o leite? É isso que vai explicar?
M: Não, bom.. não foi bem assim, tipo.. foi sim, mas espera, por favor.
A: O quê, fala, o quê?
Eu não queria ouvir ela, mas algo em mim precisava saber o que aconteceu. Talvez o que eu vi e ouvi agora não fosse bem assim, ainda confiava na minha namorada e precisava saber a verdade. A gente ficou conversando um tempo, primeiro pra eu me acalmar e depois pra saber o que rolou.
Mari disse que o velho tinha se aproveitado, que ameaçou ela e me ameaçou e ela não sabia o que fazer na hora porque tava chovendo, não tinha o celular e a gente tava trancado na casa daquele velho fedido.
A: Ok, me conta o que aconteceu, por favor, antes que eu vá embora.
M: Nãao, não, não vai embora. Eu te conto tudo, mas promete que não vai ficar puto! Por favor.
A: Não prometo nada, fala.
M: Assim que você apagou, o velho se jogou no sofá e começou a rir pra caralho. Eu, do jeito que dava, Me acomodei e quis te acordar, mas não teve jeito, não conseguia fazer você reagir.
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J: Deixa pra lá, Marianita, o cara não sabe beber, nem cuidar da sua gostosa.
M: Por que você não cala essa boca?
J: Por que você não cala a sua, que tá com um cheiro de porra que mata? hahahahaha
M: Velho idiota!
Marianita limpou a boca com o braço e viu que tinha restos da porra grossa do velho. Sentiu a boca pastosa, porque claro, uns segundos atrás o velho tinha gozado na boca dela e ela ainda não tinha conseguido engolir tudo. Era uma porra muito grossa, então foi impossível passar de uma vez. Ela sentia o gosto da porra do velho, mas não desgostava, tava acostumada a fazer isso comigo.
J: Me escuta, gata, deixa o cara dormir, deixa ele.
M: Não, quero ir pra minha casa, por favor.
J: Sim, mas sabe o quê? ainda não tô satisfeito, não.
Mari olhou pro velho e percebeu que ele ainda tava de pau duro.
M: O que que há, velho, sua puta mãe, pode guardar essa coisa?
J: Adoraria, Marianita, mas não. Tenho muita porra acumulada de anos e preciso descarregar.. e pra isso você vai me ajudar, senão..
M: Senão o quê? velho nojento, vou gritar e chamar a polícia.
J: Faz isso, você chupou meu pau, gata, quem vai acreditar em você?
A impotência tomou conta do corpo da minha namorada. Eu não conseguia acordar e continuava desmaiado, o velho tava se masturbando vendo Mari com cara de sádico e ela não conseguia tirar da cabeça o que aconteceu e a sensação pastosa na boca.
M: O que você quer? — disse com raiva —
J: Olha, se você prometer ser meu brinquedinho hoje? a gente fica quites e..
M: Tá louco! E daí?
J: Se fizer isso, te levo e trago pra todo canto de graça! hein?? o que acha?
M: Não sou brinquedo de ninguém! Quem você pensa que eu sou?
J: Uma putinha linda, isso é o que você é.. que chupou um pau agora e tá saboreando a porra que tem na boca, ou você acha que não percebo.
M: Cala a boca, gordo! Não tô fazendo isso.
J: JAAA tá béeem.. o que a gente faz então?
M: O que você quer?
J: Vem cá, Bate uma punheta pra mim um pouquinho.
Mari se aproximou do velho, se agachou entre as pernas dele e sentiu com nojo o fedor que o cara exalava e que ela tinha conseguido esquecer por um tempo. Agarrou o pau do Júlio com uma mão e começou a bater uma pra ele devagar. Tava bem duro e quente, verdade que nas mãos dela parecia gigante e era bem maior que o meu.
Minha namorada se dedicou a bater uma pra aquele pau, sem pensar em quem era o dono. Imaginou que era eu e focou o olhar só naquela rola grande. Ignorava os gemidos do velho e só escutava a tempestade ao fundo, que abafava, só de vez em quando, o som molhado das mãos dela punhetando o Júlio.
Depois de 5 minutos, o velho levantou da cadeira e tirou a mão da minha namorada. Pegou a ferramenta dele e começou a se masturbar de novo na cara da minha namorada.
M: Nem pense em gozar na minha boca, é nojento, me ouviu?
J: Na carinha, mô fia, vem vem, levanta um pouco essa carinha
O velho bateu uma mais forte, começou a bufar e a gozar. Mari, ao contrário do que pediu pro velho, fechou os olhos e colocou a língua pra fora, mexendo de um lado pro outro. Júlio começou a gozar.
J: Issooo mocinha issooo, assim putinha, recebe tudinho uffff
Jato após jato de porra grossa, pararam na cara, cabelo e língua da minha namorada.
Mari recebeu tudo sem reclamar, sem dizer nada. Quando o velho terminou de gozar, deixou ela sentada lá e foi pro banheiro. Minha namorada ficou parada, dura, sem saber o que fazer, mas com a cara toda cheia de porra e um cheiro forte. Não tava irritada, não tava com raiva do velho, quase que entendia por que ele tava fazendo aquilo.
Claro, um cara grande, gordo, sujo... não ia conseguir pegar nem uma puta na rua. Tanto anos de porra acumulada tinham deixado ele louco, e a gente deu o motivo perfeito pra ele fazer tudo aquilo. Quase que deu pena, mas não porque o velho tinha usado ela e isso não agradava. Comigo sempre foi safada e topava tudo se eu pedisse, mas nunca tinha sido tratada assim.
O velho voltou e viu minha namorada ainda sentada, com a porra escorrendo e a língua ainda pra fora, com um pouco de porra.
J: E aí? Tava gostosinha, gata?
Isso tirou minha namorada do transe, que inconscientemente engoliu, antes saboreando o néctar grosso do fruto do velho.
M: Nnão... não tava ruim, não.
J: Ahhh, viu? São tudo iguais, vocês.
M: Qual é o seu problema?
J: Toda são assim, se fazem de difíceis e depois querem pica! Não se preocupa, Marianita, eu vou te dar.
M: Me dar o quê, hein? Para de me encher o saco.
J: Vem, pega essa toalha e se limpa, vem pro carro que a gente vai sair.
M: O QUÊ?
Mari limpou o rosto, quase como conseguiu. A toalha era um nojo, tinha cheiro de cu e ela não ia passar na cara. Limpou um pouco o cabelo e o que tinha no rosto foi tirando com a mão e passando no body ou no chão. Quando terminou, se aproximou tremendo da garagem, onde Júlio tava com o carro ligado.
Júlio fez sinal pra ela sentar no banco do carona e ela foi. Ainda não sabe por que entrou, podia ter saído pela porta da garagem e pedido ajuda, mas seguiu ele mais uma vez.
O velho deu partida e saíram na rua. A chuva tava violenta, não dava pra ver nada porque caía como cortina, e o velho andou umas quadras até chegar numa rua quase sem luz e com uma construção. Mari tremeu um pouco de medo e de frio, então o velho ligou o aquecedor e apagou as luzes.
J: Bom, chegamo'
M: O-que você quer?
J: Cê sabe que sempre tive uma fantasia e quero realizá
M: Q-qual? não dá pra ir pra casa melhor? tamo na rua e tá escuro.
J: Não tem nada não, gata, aqui sempre venho dormi no carro se tô cansado e nunca deu nada
M: Pelo amor de Deus!
J: Fala não, gata. Olha, realiza isso pra mim e vamo pra casa.
M: O que cê quer?
J: Sempre quis que uma sweet girl bonitinha igual você, quisesse pagá a corrida de outro jeito porque não trouxe grana.. cê pode interpretá isso pra mim?
Mari riu por dentro, era muito clichê e de filme pornô, mas ainda sentia nojo do velho tarado.
M: Ok, n-não sei como cê quer fazê. Como cê quer que eu pague?
J: Assim não, gata, tem que me tratá bem, me tratá direito
M: B-bom, tá bem.
J: Olha, vamo fazê assim. Passa o Patricky e dou uma volta no quarteirão. Cê fala pra eu te deixá aqui e nóis arranca, beleza?
M: Ok...
Fizeram isso, deram uma volta no quarteirão, com a chuva torrencial e trovões. A volta foi longa, porque com a chuva dirigir era difícil. Pelo menos dessa vez o velho teve compaixão e não dirigiu que nem um louco. Quando viraram na última esquina, Mari respirou fundo sabendo o que vinha e entrou no personagem.
M: Por favor, o senhor poderia me deixar ali naquele prédio? ali eu moro
J: Claro, gata, de boa
M: Obrigada.
J: Chegamo, deu $4.500 pila, coração
M: Uiii, não acredito!
J: O que foi?
M: Desculpa, senhor, vai me matar!
J: Tá tudo bem?
M: É que acho que perdi a carteira na balada e meu celular descarregou pra transferir dinheiro.
J: Não, como pode ser, mas cê tem que me pagá
M: Desculpa, é que não tenho grana
J: Mas são 4 conto e meio.. não pode ligá pra alguém?
M: Não, meu namorado tá dormindo e fiquei sem bateria.
J: Bom, cê tem que me pagá
M: Senhor, já sei. E se eu pagar de outro jeito?
J: Como?
M: Olha, se o senhor me permitir, posso passar pro banco da frente e fazer uma punheta pra ele, que cê acha?
J: Nada, é grana demais
Mari tremeu diante da recusa
M: Mas, ele vai gostar haha.. sério -disse nervosa-
J: Melhor um boquete
M: QUE?
Julio olhou pra ela pelo espelho com cara de cu. Tava saindo do combinado e não era certo
M: Hmm, digo, sim, sim claro.. um boquete
J: Beleza, vem pra cá
Mari passou pro banco da frente, sem sair porque tava chovendo. Quando sentou, viu que o velho já tinha tirado a pica da calça. De novo veio o pensamento de que era uma ferramenta enorme. Sentiu que tava ficando molhada e começou a salivar, tava se excitando com o velho e a situação.. já era a terceira vez que via de perto e cada vez se acostumava mais.
J: Vem gatinha, vem fazer o teu serviço.
M: Senhor, mas o senhor tem uma pica muito grande
J: Nunca viu uma assim?
M: Não, meu namorado tem uma pica bem pequena comparada, não vai entrar em mim.
J: Vem então, aproveita
Mari se inclinou no banco e pegou a pica do velho. Sacudiu um pouco e bateu uma punheta, medindo o comprimento e a grossura de novo com as mãos, sem acreditar no tamanho. Não era a pica mais grande do mundo, mas era a maior que já viu de perto.
Minha namorada percebeu que o velho tinha limpado a pica e cheirava a sabonete. Isso deu uma ternura nela por um lado e uma sensação de conforto, então começou a passar a língua por toda a extensão, enquanto batia uma punheta. Aos poucos entrou mais no papel e já tava chupando os ovos dele e batendo punheta como uma louca
J: Isso aí, gata, isso aí!
M: Mmmm, que pau que o senhor tem, é bem grandão — falou com voz de putona—
J: É todo seu, come ele, vai, não seja tímida
Aí minha namorada arrumou o cabelo e começou a mamar com força. Não cabia tudo inteiro na boca dela, mas ela fazia o melhor que podia, dada a situação e o lugar. O velho tava encantado, tinha a gata vizinha fazendo tudo que ele pedia e ainda realizando a fantasia dele (que, por sinal, já tinha realizado na casa dele).
Minha namorada ficou uns 15 minutos chupando o pau desse velho rançoso, enquanto ele guiava o boquete com as mãos na cabeça dela e, de vez em quando, passava a mão na bunda dela como podia. Ela, longe de ficar brava, se deixou levar... na cabeça dela: "vou entrar no papel de puta que tem que pagar o que deve".
Depois de mais umas mamadas, Mari sentiu o pau de Júlio ficar tenso e inchado, sinal claro de que ia gozar.
M: O senhor vai me dar o leite?
J: Quer, gata?
M: Mmmhhmm — disse sem tirar da boca—
J: Lá vai, mocinha, lá vai... aahhhhhggg
O velho gozou, pela terceira vez na noite. Dessa vez, dentro da boca da minha namorada, que mexia a língua na cabeça do pau dele enquanto recebia jorro atrás de jorro; deixando o taxista louco. Parte do leite escorreu pelo canto dos lábios de Mari, por causa do movimento do boquete e da intensidade do orgasmo.
Outra grande parte ficou na boca da minha mina, que levantou a cabeça sem parar de acariciar o pau de Júlio e olhando pra ele; mostrou a língua cheia de todo o leite que juntou. Antes que caísse da língua, ela puxou pra dentro, engoliu e mostrou como a língua ficou limpa, enquanto sorria e acariciava o pau dele com amor.
J: Aaah sim, assim que eu gosto, que gostosa, putinha, só isso mesmo
M: O senhor gostou? Pode me deixar ir agora?
J: Pode ir, vai pro seu namoradinho, vai
Mari riu, cúmplice com Julio, e juntou o resto da porra que o velho tinha na virilha. Olhou fixo pra ele, enfiou tudo na boca (que ainda tinha bastante) e mostrou de novo a boca cheia de porra. Pela quarta vez na noite, engoliu a porra, limpou o rosto e meteu o dedo na boca pra limpar.
J: Olha como eu gozei, hein... não era que você não gostava?
M: Adorei, senhor, seu cum é muito yummy! Mais gostoso que o do meu namorado
J: Valeu, Marianita, obrigado.
M: Ah, ok, que bom. Podemos ir pra casa?
J: Sim, sim, bora.
Dirigiram de novo, não demoraram muito porque estavam perto de casa. Estacionaram o carro e a Mari foi direto me procurar, mas eu ainda estava do jeito que ela me deixou. O velho guardou o carro, foi até a porta de casa e abriu, enquanto fazia um sinal de positivo pra minha namorada, tipo, tudo ok.
Ela viu isso, viu como ele se sentou de novo no sofá com uma cara triste evidente e me olhou no chão. A Mari chegou na porta e fechou de novo, olhou pro Júlio e disse:
M: Ai, senhor motorista, não vai acreditar, esqueci minha carteira, como posso pagar?
J: Não precisa fingir mais, Marianita, obrigado.
M: Não? Então, que tal, velho, se você me der mais um pouco de cum? Você tem?
J: Como?
A Mari tirou o short, tirou o body e ficou só num sutiã preto pequenininho e numa calcinha fio-dental mínima da mesma cor, que sumia na raba dela.
M: Sim, quero mais do seu cum gostoso e grosso
J: Sério?
M: Aproveita, velho, que meu namorado tá dormindo e eu quero sentir esse cum na boca de novo.
O velho se apressou, se despiu e ficou com o pau duro.
M: Hummm, que pedaço de pau que você tem, velho. Como vou aproveitar... ou você acha que me fez fazer tudo isso e eu não fiquei com tesão?
J: Hehehe, eu sabia, vocês são todas... — a Mari interrompe —
M: Sim, puta e eu sou bem puta! Deixa eu provar isso.
A Mari passou mais 15 minutos chupando o pau do Júlio, que depois de um tempo, pela quinta vez, gozou uma quantidade generosa de cum grosso na boca da minha namorada.
O velho quase desmaiou, sem conseguir articular uma palavra e com a pica mole e molhada. Mari lambeu os beiços e mostrou de novo pro velho a boca vazia, sem nenhum gozo. Dessa vez ela tinha engolido tudo.
J: Que vizinha gostosa'.. agora vai me deixar? Acordamos o corno?
M: Não, deixa ele dormir.. agora me diz uma coisa.
J: O quê?
M: Sua cama? Porque tenho mais dois buracos que precisam provar essa coisa - disse apontando pra pica.
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Saí correndo pra minha casa, por sorte a porta da casa daquele velho tava sem chave e tinha parado de chover. Assim que entrei, fui no banheiro e vomitei, não tava entendendo nada e talvez tinha feito mal também todo o álcool da noite anterior.. mas eu sabia bem por que tinha vomitado.
Minha namorada, Mari, tinha chupado a pica do velho e agora eu tava vendo eles trepando no carro. Pra piorar, ouvi minha namorada falando algo sobre um quinto polvo, mas decidi não acreditar no que meus ouvidos escutaram.
Uns 5 minutos depois, Mariana entrou em casa.
M: Ei, cadê você?
A: No banheiro, que porra você quer?
M: Como assim que porra quero, idiota, fala direito comigo!
A: Que direito que eu vou falar, se mal acordo e você tá trepando com aquele velho nojento?
M: Olha, não sei o que aconteceu, uma coisa levou à outra e sei lá, acabou assim.
A: Uma coisa levou à outra? Vai tomar no cu.
M: Para, deixa eu pelo menos te contar, deixa eu explicar!
A: Que você vai explicar, que deu pra um velho? Que chupou a pica dele e engoliu o leite? É isso que vai explicar?
M: Não, bom.. não foi bem assim, tipo.. foi sim, mas espera, por favor.
A: O quê, fala, o quê?
Eu não queria ouvir ela, mas algo em mim precisava saber o que aconteceu. Talvez o que eu vi e ouvi agora não fosse bem assim, ainda confiava na minha namorada e precisava saber a verdade. A gente ficou conversando um tempo, primeiro pra eu me acalmar e depois pra saber o que rolou.
Mari disse que o velho tinha se aproveitado, que ameaçou ela e me ameaçou e ela não sabia o que fazer na hora porque tava chovendo, não tinha o celular e a gente tava trancado na casa daquele velho fedido.
A: Ok, me conta o que aconteceu, por favor, antes que eu vá embora.
M: Nãao, não, não vai embora. Eu te conto tudo, mas promete que não vai ficar puto! Por favor.
A: Não prometo nada, fala.
M: Assim que você apagou, o velho se jogou no sofá e começou a rir pra caralho. Eu, do jeito que dava, Me acomodei e quis te acordar, mas não teve jeito, não conseguia fazer você reagir.
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J: Deixa pra lá, Marianita, o cara não sabe beber, nem cuidar da sua gostosa.
M: Por que você não cala essa boca?
J: Por que você não cala a sua, que tá com um cheiro de porra que mata? hahahahaha
M: Velho idiota!
Marianita limpou a boca com o braço e viu que tinha restos da porra grossa do velho. Sentiu a boca pastosa, porque claro, uns segundos atrás o velho tinha gozado na boca dela e ela ainda não tinha conseguido engolir tudo. Era uma porra muito grossa, então foi impossível passar de uma vez. Ela sentia o gosto da porra do velho, mas não desgostava, tava acostumada a fazer isso comigo.
J: Me escuta, gata, deixa o cara dormir, deixa ele.
M: Não, quero ir pra minha casa, por favor.
J: Sim, mas sabe o quê? ainda não tô satisfeito, não.
Mari olhou pro velho e percebeu que ele ainda tava de pau duro.
M: O que que há, velho, sua puta mãe, pode guardar essa coisa?
J: Adoraria, Marianita, mas não. Tenho muita porra acumulada de anos e preciso descarregar.. e pra isso você vai me ajudar, senão..
M: Senão o quê? velho nojento, vou gritar e chamar a polícia.
J: Faz isso, você chupou meu pau, gata, quem vai acreditar em você?
A impotência tomou conta do corpo da minha namorada. Eu não conseguia acordar e continuava desmaiado, o velho tava se masturbando vendo Mari com cara de sádico e ela não conseguia tirar da cabeça o que aconteceu e a sensação pastosa na boca.
M: O que você quer? — disse com raiva —
J: Olha, se você prometer ser meu brinquedinho hoje? a gente fica quites e..
M: Tá louco! E daí?
J: Se fizer isso, te levo e trago pra todo canto de graça! hein?? o que acha?
M: Não sou brinquedo de ninguém! Quem você pensa que eu sou?
J: Uma putinha linda, isso é o que você é.. que chupou um pau agora e tá saboreando a porra que tem na boca, ou você acha que não percebo.
M: Cala a boca, gordo! Não tô fazendo isso.
J: JAAA tá béeem.. o que a gente faz então?
M: O que você quer?
J: Vem cá, Bate uma punheta pra mim um pouquinho.
Mari se aproximou do velho, se agachou entre as pernas dele e sentiu com nojo o fedor que o cara exalava e que ela tinha conseguido esquecer por um tempo. Agarrou o pau do Júlio com uma mão e começou a bater uma pra ele devagar. Tava bem duro e quente, verdade que nas mãos dela parecia gigante e era bem maior que o meu.
Minha namorada se dedicou a bater uma pra aquele pau, sem pensar em quem era o dono. Imaginou que era eu e focou o olhar só naquela rola grande. Ignorava os gemidos do velho e só escutava a tempestade ao fundo, que abafava, só de vez em quando, o som molhado das mãos dela punhetando o Júlio.
Depois de 5 minutos, o velho levantou da cadeira e tirou a mão da minha namorada. Pegou a ferramenta dele e começou a se masturbar de novo na cara da minha namorada.
M: Nem pense em gozar na minha boca, é nojento, me ouviu?
J: Na carinha, mô fia, vem vem, levanta um pouco essa carinha
O velho bateu uma mais forte, começou a bufar e a gozar. Mari, ao contrário do que pediu pro velho, fechou os olhos e colocou a língua pra fora, mexendo de um lado pro outro. Júlio começou a gozar.
J: Issooo mocinha issooo, assim putinha, recebe tudinho uffff
Jato após jato de porra grossa, pararam na cara, cabelo e língua da minha namorada.
Mari recebeu tudo sem reclamar, sem dizer nada. Quando o velho terminou de gozar, deixou ela sentada lá e foi pro banheiro. Minha namorada ficou parada, dura, sem saber o que fazer, mas com a cara toda cheia de porra e um cheiro forte. Não tava irritada, não tava com raiva do velho, quase que entendia por que ele tava fazendo aquilo.Claro, um cara grande, gordo, sujo... não ia conseguir pegar nem uma puta na rua. Tanto anos de porra acumulada tinham deixado ele louco, e a gente deu o motivo perfeito pra ele fazer tudo aquilo. Quase que deu pena, mas não porque o velho tinha usado ela e isso não agradava. Comigo sempre foi safada e topava tudo se eu pedisse, mas nunca tinha sido tratada assim.
O velho voltou e viu minha namorada ainda sentada, com a porra escorrendo e a língua ainda pra fora, com um pouco de porra.
J: E aí? Tava gostosinha, gata?
Isso tirou minha namorada do transe, que inconscientemente engoliu, antes saboreando o néctar grosso do fruto do velho.
M: Nnão... não tava ruim, não.
J: Ahhh, viu? São tudo iguais, vocês.
M: Qual é o seu problema?
J: Toda são assim, se fazem de difíceis e depois querem pica! Não se preocupa, Marianita, eu vou te dar.
M: Me dar o quê, hein? Para de me encher o saco.
J: Vem, pega essa toalha e se limpa, vem pro carro que a gente vai sair.
M: O QUÊ?
Mari limpou o rosto, quase como conseguiu. A toalha era um nojo, tinha cheiro de cu e ela não ia passar na cara. Limpou um pouco o cabelo e o que tinha no rosto foi tirando com a mão e passando no body ou no chão. Quando terminou, se aproximou tremendo da garagem, onde Júlio tava com o carro ligado.
Júlio fez sinal pra ela sentar no banco do carona e ela foi. Ainda não sabe por que entrou, podia ter saído pela porta da garagem e pedido ajuda, mas seguiu ele mais uma vez.
O velho deu partida e saíram na rua. A chuva tava violenta, não dava pra ver nada porque caía como cortina, e o velho andou umas quadras até chegar numa rua quase sem luz e com uma construção. Mari tremeu um pouco de medo e de frio, então o velho ligou o aquecedor e apagou as luzes.
J: Bom, chegamo'
M: O-que você quer?
J: Cê sabe que sempre tive uma fantasia e quero realizá
M: Q-qual? não dá pra ir pra casa melhor? tamo na rua e tá escuro.
J: Não tem nada não, gata, aqui sempre venho dormi no carro se tô cansado e nunca deu nada
M: Pelo amor de Deus!
J: Fala não, gata. Olha, realiza isso pra mim e vamo pra casa.
M: O que cê quer?
J: Sempre quis que uma sweet girl bonitinha igual você, quisesse pagá a corrida de outro jeito porque não trouxe grana.. cê pode interpretá isso pra mim?
Mari riu por dentro, era muito clichê e de filme pornô, mas ainda sentia nojo do velho tarado.
M: Ok, n-não sei como cê quer fazê. Como cê quer que eu pague?
J: Assim não, gata, tem que me tratá bem, me tratá direito
M: B-bom, tá bem.
J: Olha, vamo fazê assim. Passa o Patricky e dou uma volta no quarteirão. Cê fala pra eu te deixá aqui e nóis arranca, beleza?
M: Ok...
Fizeram isso, deram uma volta no quarteirão, com a chuva torrencial e trovões. A volta foi longa, porque com a chuva dirigir era difícil. Pelo menos dessa vez o velho teve compaixão e não dirigiu que nem um louco. Quando viraram na última esquina, Mari respirou fundo sabendo o que vinha e entrou no personagem.
M: Por favor, o senhor poderia me deixar ali naquele prédio? ali eu moro
J: Claro, gata, de boa
M: Obrigada.
J: Chegamo, deu $4.500 pila, coração
M: Uiii, não acredito!
J: O que foi?
M: Desculpa, senhor, vai me matar!
J: Tá tudo bem?
M: É que acho que perdi a carteira na balada e meu celular descarregou pra transferir dinheiro.
J: Não, como pode ser, mas cê tem que me pagá
M: Desculpa, é que não tenho grana
J: Mas são 4 conto e meio.. não pode ligá pra alguém?
M: Não, meu namorado tá dormindo e fiquei sem bateria.
J: Bom, cê tem que me pagá
M: Senhor, já sei. E se eu pagar de outro jeito?
J: Como?
M: Olha, se o senhor me permitir, posso passar pro banco da frente e fazer uma punheta pra ele, que cê acha?
J: Nada, é grana demais
Mari tremeu diante da recusa
M: Mas, ele vai gostar haha.. sério -disse nervosa-
J: Melhor um boquete
M: QUE?
Julio olhou pra ela pelo espelho com cara de cu. Tava saindo do combinado e não era certo
M: Hmm, digo, sim, sim claro.. um boquete
J: Beleza, vem pra cá
Mari passou pro banco da frente, sem sair porque tava chovendo. Quando sentou, viu que o velho já tinha tirado a pica da calça. De novo veio o pensamento de que era uma ferramenta enorme. Sentiu que tava ficando molhada e começou a salivar, tava se excitando com o velho e a situação.. já era a terceira vez que via de perto e cada vez se acostumava mais.
J: Vem gatinha, vem fazer o teu serviço.
M: Senhor, mas o senhor tem uma pica muito grande
J: Nunca viu uma assim?
M: Não, meu namorado tem uma pica bem pequena comparada, não vai entrar em mim.
J: Vem então, aproveita
Mari se inclinou no banco e pegou a pica do velho. Sacudiu um pouco e bateu uma punheta, medindo o comprimento e a grossura de novo com as mãos, sem acreditar no tamanho. Não era a pica mais grande do mundo, mas era a maior que já viu de perto.
Minha namorada percebeu que o velho tinha limpado a pica e cheirava a sabonete. Isso deu uma ternura nela por um lado e uma sensação de conforto, então começou a passar a língua por toda a extensão, enquanto batia uma punheta. Aos poucos entrou mais no papel e já tava chupando os ovos dele e batendo punheta como uma louca
J: Isso aí, gata, isso aí! M: Mmmm, que pau que o senhor tem, é bem grandão — falou com voz de putona—
J: É todo seu, come ele, vai, não seja tímida
Aí minha namorada arrumou o cabelo e começou a mamar com força. Não cabia tudo inteiro na boca dela, mas ela fazia o melhor que podia, dada a situação e o lugar. O velho tava encantado, tinha a gata vizinha fazendo tudo que ele pedia e ainda realizando a fantasia dele (que, por sinal, já tinha realizado na casa dele).
Minha namorada ficou uns 15 minutos chupando o pau desse velho rançoso, enquanto ele guiava o boquete com as mãos na cabeça dela e, de vez em quando, passava a mão na bunda dela como podia. Ela, longe de ficar brava, se deixou levar... na cabeça dela: "vou entrar no papel de puta que tem que pagar o que deve".
Depois de mais umas mamadas, Mari sentiu o pau de Júlio ficar tenso e inchado, sinal claro de que ia gozar.
M: O senhor vai me dar o leite?
J: Quer, gata?
M: Mmmhhmm — disse sem tirar da boca—
J: Lá vai, mocinha, lá vai... aahhhhhggg
O velho gozou, pela terceira vez na noite. Dessa vez, dentro da boca da minha namorada, que mexia a língua na cabeça do pau dele enquanto recebia jorro atrás de jorro; deixando o taxista louco. Parte do leite escorreu pelo canto dos lábios de Mari, por causa do movimento do boquete e da intensidade do orgasmo.
Outra grande parte ficou na boca da minha mina, que levantou a cabeça sem parar de acariciar o pau de Júlio e olhando pra ele; mostrou a língua cheia de todo o leite que juntou. Antes que caísse da língua, ela puxou pra dentro, engoliu e mostrou como a língua ficou limpa, enquanto sorria e acariciava o pau dele com amor.
J: Aaah sim, assim que eu gosto, que gostosa, putinha, só isso mesmo M: O senhor gostou? Pode me deixar ir agora?
J: Pode ir, vai pro seu namoradinho, vai
Mari riu, cúmplice com Julio, e juntou o resto da porra que o velho tinha na virilha. Olhou fixo pra ele, enfiou tudo na boca (que ainda tinha bastante) e mostrou de novo a boca cheia de porra. Pela quarta vez na noite, engoliu a porra, limpou o rosto e meteu o dedo na boca pra limpar.
J: Olha como eu gozei, hein... não era que você não gostava? M: Adorei, senhor, seu cum é muito yummy! Mais gostoso que o do meu namorado
J: Valeu, Marianita, obrigado.
M: Ah, ok, que bom. Podemos ir pra casa?
J: Sim, sim, bora.
Dirigiram de novo, não demoraram muito porque estavam perto de casa. Estacionaram o carro e a Mari foi direto me procurar, mas eu ainda estava do jeito que ela me deixou. O velho guardou o carro, foi até a porta de casa e abriu, enquanto fazia um sinal de positivo pra minha namorada, tipo, tudo ok.
Ela viu isso, viu como ele se sentou de novo no sofá com uma cara triste evidente e me olhou no chão. A Mari chegou na porta e fechou de novo, olhou pro Júlio e disse:
M: Ai, senhor motorista, não vai acreditar, esqueci minha carteira, como posso pagar?
J: Não precisa fingir mais, Marianita, obrigado.
M: Não? Então, que tal, velho, se você me der mais um pouco de cum? Você tem?
J: Como?
A Mari tirou o short, tirou o body e ficou só num sutiã preto pequenininho e numa calcinha fio-dental mínima da mesma cor, que sumia na raba dela.
M: Sim, quero mais do seu cum gostoso e grosso
J: Sério?
M: Aproveita, velho, que meu namorado tá dormindo e eu quero sentir esse cum na boca de novo.
O velho se apressou, se despiu e ficou com o pau duro.
M: Hummm, que pedaço de pau que você tem, velho. Como vou aproveitar... ou você acha que me fez fazer tudo isso e eu não fiquei com tesão?
J: Hehehe, eu sabia, vocês são todas... — a Mari interrompe —
M: Sim, puta e eu sou bem puta! Deixa eu provar isso.
A Mari passou mais 15 minutos chupando o pau do Júlio, que depois de um tempo, pela quinta vez, gozou uma quantidade generosa de cum grosso na boca da minha namorada.
O velho quase desmaiou, sem conseguir articular uma palavra e com a pica mole e molhada. Mari lambeu os beiços e mostrou de novo pro velho a boca vazia, sem nenhum gozo. Dessa vez ela tinha engolido tudo.J: Que vizinha gostosa'.. agora vai me deixar? Acordamos o corno?
M: Não, deixa ele dormir.. agora me diz uma coisa.
J: O quê?
M: Sua cama? Porque tenho mais dois buracos que precisam provar essa coisa - disse apontando pra pica.
9 comentários - Tachero cobra a vizinha gostosa
Adicta a la pija de Julio, espero que Agustìn la ame lo suficiente para aceptar su poca hombrìa, y asì no perder a semejante hembra.
Espero que Julio les haga un lindo "regalito" y afiance la relaciòn.
Van 10 y espero ansioso la continuaciòn !!