O taxista vizinho cobra a corrida 2

E aí, pessoal, deixo aqui o último relato do final de semana! Mil obrigado de novo a todo mundo pela boa energia, pelas dicas e pelos pontos!

_

Corri pra casa, por sorte a porta da casa daquele velho estava destrancada e tinha parado de chover. Mal entrei, fui pro banheiro e vomitei, não entendia nada e talvez o álcool todo da noite anterior tivesse me feito mal também... mas eu sabia bem por que tinha vomitado.

Minha namorada, Mari, tinha chupado o pau do velho e agora eu tava vendo eles transando no carro. Pra piorar, ouvi minha namorada falar alguma coisa sobre uma quinta dose de pó, mas decidi não acreditar no que meus ouvidos escutaram.

Cinco minutos depois, Mariana entrou em casa.

M: Ei, cadê você?

A: No banheiro, que merda você quer?

M: Como assim que merda eu quero, seu otário, fala direito comigo!

A: O que você quer que eu fale, se mal acordo e você tá transando com aquele velho horrível.

M: Olha, não sei o que aconteceu, uma coisa levou à outra e não sei, acabou tudo assim.

A: Uma coisa levou à outra? Vai se foder!

M: Para, deixa eu te contar pelo menos, deixa eu explicar!

A: O que você vai me explicar, que você deu pra um velho? Que chupou o pau dele e engoliu a porra? É isso que vai me explicar?

M: Não, bom... não foi bem assim, tipo... foi, mas espera por favor.

A: O quê, vamos ver, o quê?

Não queria ouvir ela, mas algo em mim precisava saber o que aconteceu. Talvez o que eu vi e ouvi agora não fosse bem assim, ainda confiava na minha namorada e precisava saber a verdade. Ficamos conversando um tempo, primeiro pra me acalmar e depois pra saber o que rolou.

Mari disse que o velho tinha se aproveitado, que ameaçou ela e me ameaçou e ela não sabia o que fazer na hora porque tava chovendo, ela não tinha celular e a gente tava trancado na casa daquele velho fedorento.

A: Tá, me conta o que aconteceu por favor, antes que eu vá embora.

M: Nããão, não, não vai não. Eu te conto tudo, mas promete que não vai ficar bravo! Por favor.

A: Não prometo nada, vai.

M: Assim que você desmaiou, o velho se jogou no sofá e começou a dar risada. Eu como pude me... Acomodei e tentei te acordar, mas não teve jeito, não consegui fazer você reagir. _ J: Deixa ele, Marianita, o cara não sabe beber, nem cuidar da sua gatinha M: Por que você não cala a boca logo?  J: Por que você não cala a sua, que tem uma cara de pau que mata? kkkkkkkkkk M: Velho idiota! Marianita limpou um pouco a boca com o braço e viu que havia restos da porra grossa do velho. Sentiu a boca pastosa, porque claro, alguns segundos atrás o velho tinha gozado na boca dela e ela ainda não tinha conseguido engolir tudo. Era uma porra muito grossa, então foi impossível passar de uma vez. Ela conseguia sentir o gosto da porra do velho, mas não desgostava, estava acostumada a fazer isso comigo.  J: Escuta aqui, gata, deixa o cara dormir, deixa. M: Não, quero ir pra casa, por favor.  J: Sim, mas sabe o quê? ainda não estou satisfeito, não estou. Mari olhou pro velho e percebeu que ele ainda estava de pau duro.  M: Qual é a sua, velho, sua puta do caralho, pode guardar essa coisa? J: Eu adoraria, Marianita, mas não. Tenho muita porra acumulada de anos e tenho que descarregar... e pra isso você vai me ajudar, senão.. M: Senão o quê? Velho nojento, vou gritar e chamar a polícia. J: Vai lá, você chupou meu pau, gata, quem vai acreditar em você? A impotência invadiu o corpo da minha namorada. Eu não conseguia acordar e continuava desmaiado, o velho estava se masturbando olhando pra Mari com cara de sádico e ela não conseguia tirar da cabeça o que aconteceu e a sensação pastosa na boca.  M: O que você quer? -disse com raiva- J: Olha, se você prometer ser meu brinquedinho por hoje? estamos quites e.. M: Você é louco! E daí?  J: Se fizer isso te levo e trago pra todo lado de graça! hein?? o que acha? M: Eu não sou brinquedo de ninguém! Quem você pensa que eu sou? J: Uma putinha bonita só isso... que acabou de chupar um pau e ainda está sentindo o gosto da porra que tem na boca, ou você acha que eu não percebo. M: Cala a boca, gordo! Não estou fazendo isso J: TÁ BEEEEEEM... então o que a gente faz? M: O que você quer?  J: Vem, Me bate uma punhetinha.

Mari se aproximou do velho, se agachou entre suas pernas e sentiu com desgosto o fedor que ele exalava, que ela havia conseguido esquecer há alguns instantes. Pegou o pau do Júlio com uma mão e começou a masturbá-lo devagar. Estava muito duro e quente, na verdade, em suas mãos parecia gigante e era muito maior que o meu.

Minha namorada se dedicou a masturbar aquele pau, sem pensar em quem era o dono. Ela imaginou que era eu e focou a visão apenas naquele pau grande. Ignorou os gemidos do velho e só ouviu a tempestade ao fundo, que abafava, apenas às vezes, o som molhado de suas mãos batendo uma punheta para o Júlio.

Após 5 minutos, o velho se levantou da cadeira e tirou a mão da minha namorada. Pegou sua ferramenta e começou a se masturbar novamente na cara da minha namorada.

M: Nem pense em gozar na minha boca, que nojo, tá me ouvindo?

J: Na carinha, minha filha, vem vem, levanta um pouco a bundinha

O velho bateu uma punheta mais forte, começou a bufar e a gozar. Mari, ao contrário do que havia pedido ao velho, fechou os olhos e pôs a língua para fora, movendo-a de um lado para o outro. Júlio começou a gozar.

J: Issooo, mocinha, issooo, sua putinha, recebe tudinho, uffff

Jato após jato de porra grossa pararam no rosto, cabelo e língua da minha namorada.O taxista vizinho cobra a corrida 2Mari recebeu tudo sem reclamar, sem dizer nada. Quando o velho terminou de gozar, deixou ela ali sentada e foi ao banheiro. Minha namorada ficou parada, dura sem saber o que fazer, mas com o rosto todo coberto de porra e com um cheiro forte. Ela não estava chateada, não estava brava com o velho, quase que entendia o motivo dele estar fazendo aquilo.

Claro, um cara grande, gordo, sujo... não ia conseguir nem uma puta na rua. Tantos anos de porra acumulada tinham deixado ele louco e nós tínhamos dado o motivo perfeito pra ele fazer tudo aquilo. Quase que ela ficou com pena, mas não porque o velho tinha usado ela e isso não tinha agradado. Comigo ela sempre foi parceira e topava tudo se eu pedia, mas nunca tinham tratado ela daquele jeito.

O velho voltou e viu minha namorada ainda sentada, com a porra escorrendo e a língua ainda pra fora, com um pouco da porra.

J: E aí? Tava gostoso, gata?

Isso tirou minha namorada do transe, que inconscientemente engoliu, antes saboreando o néctar grosso do fruto do velho.

M: Nnão... não estava ruim, não.

J: Ahhh, viu? São todas iguais, vocês.

M: O que você tem?

J: Todas são assim, se fazem de difíceis e depois querem pica! Não se preocupa, Marianita, eu vou te dar.

M: O que você vai me dar, o quê? Para de me encher.

J: Vem, pega essa toalha e se limpa, vem pro carro que nós vamos sair.

M: QUÊ?

Mari limpou o rosto, quase como pôde. A toalha era um nojo, tinha cheiro de cu e ela não ia passar aquilo no rosto. Limpou um pouco o cabelo e o que estava no rosto foi tirando com a mão e passando no body ou no chão. Quando terminou, se aproximou trêmula da garagem, onde estava Julio com o carro ligado.

Julio fez sinal pra ela sentar no banco do passageiro e ela foi. Ainda não sabe por que entrou, poderia ter saído pela porta da garagem e pedido ajuda, mas seguiu ele mais uma vez.

O velho arrancou e saíram pra rua. A chuva fazia estragos, não dava pra ver nada porque caía como cortina e o velho andou algumas quadras, até chegar numa rua quase... sem luz e com uma construção. Mari tremeu um pouco de medo e de frio, para o que o velho ligou o aquecimento e apagou as luzes.

J: Bom, chegamo'
M: O-que quer?
J: Cê sabe que sempre tive uma fantasia e quero realizá'
M: Q-qual? não podemos ir pra casa melhor? estamos na rua e tá escuro.
J: Não acontece nada, nena, aqui eu sempre venho dormir no carro se tô cansado e nunca aconteceu nada
M: Por favor!
J: Que não, nena. Olha, realiza isso pra mim e a gente vai pra casa.
M: O que quer?
J: Sempre quis que uma sweet girl linda assim como você, queira me pagar a corrida de outro jeito porque não trouxe grana... cê pode atuar isso pra mim?

Mari riu por dentro, era muito clichê e de filme pornô, mas continuava com desgosto pelo velho tarado.

M: Ok, nno... não sei como quer fazer. Como quer que eu pague?
J: Assim não, nena, tem que atuar bem, tem que
M: Bbom, tá bem.
J: Olha, vamos fazer assim. Passa pro Patrick e dou uma volta no quarteirão. Você me diz pra te deixar aqui e a gente arranca, tá bom?
M: Ok...

Assim fizeram, deram uma volta no quarteirão, com a chuva a mil e trovões. A volta foi longa, porque com a chuva a direção era difícil. Pelo menos dessa vez o velho teve compaixão e não dirigiu como um desequilibrado. Quando dobraram na última esquina, Mari respirou fundo sabendo o que vinha pela frente e entrou no personagem.

M: Por favor, poderia me deixar ali naquele prédio? é ali que eu moro
J: Claro, nena, de uma
M: Obrigada.
J: Chegamo', são $4.500, coração
M: Uiii, não acredito!
J: Que foi?
M: Desculpa, senhor, você vai me matar!
J: Tá tudo bem?
M: É que acho que perdi a carteira na balada e meu phone ficou sem bateria pra transferir grana.
J: Não, como pode ser? mas você tem que me pagar
M: Desculpa, é que não tenho grana
J: Mas são 4,5 conto, é... não pode ligar pra alguém?
M: Não, meu namorado tá dormindo e fiquei sem bateria.
J: Bom, você tem que me pagar
M: Senhor, já sei. E se eu pagar de outro jeito?
J: Como?
M: Olha, se o senhor me permitir, posso passar pro banco da frente e fazer uma masturbação, o que acha? J: Nãã, é muita grana Mari tremeu com essa recusa M: M-mas, você vai gostar haha.. sério -disse nervosa- J: Melhor um boquete M: O QUÊ? Julio olhou pra ela pelo espelho com cara de cu. Tava saindo do plano e não tava legal M: Hmm digo, sim, sim claro.. um boquete J: Então vem, passa aqui Mari passou pro banco da frente, sem sair porque tava chovendo. Quando sentou, pôde ver que o velho já tinha tirado o pau da calça. De novo a invadiu o pensamento de que era uma ferramenta enorme. Sentiu que ficou molhada e começou a salivar, tava se excitando com o velho e a situação.. já era a terceira vez que via de perto e cada vez tava se acostumando mais. J: Vem, gata, vem faz o seu trabalho. M: Senhor, mas você tem um pau muito grande J: Nunca viu um assim? M: Não, meu namorado tem um pau bem pequeno em comparação, não vai caber em mim. J: Então vem, aproveita Mari se inclinou no banco e agarrou o pau do velho. Balançou um pouco e bateu uma punheta, medindo o comprimento e a grossura de novo com as mãos, sem acreditar no tamanho. Não era o pau maior do mundo, mas era o maior que ela já tinha visto de perto. Minha namorada percebeu que o velho tinha limpado o pau e cheirava a sabão. Isso gerou nela uma ternura por um lado e uma sensação de conforto, então começou a passar a língua por toda a extensão, enquanto batia punheta. Pouco a pouco entrou no papel e já tava chupando os ovos e batendo punheta que nem loucavadiaJ: Isso, gata, isso, assim mesmo
M: Mmmm que pau grande que o senhor tem, é enorme -dizia com voz mais de puta-
J: É todinho pra você comer, vai, não seja tímida

Aí minha namorada arrumou o cabelo e começou a chupar com força. Não cabia todo na boca dela, mas ela fazia o melhor que podia, dada a situação e o lugar. O velho estava encantado, tinha a vizinha fazendo tudo que ele pedia e ainda por cima realizando a fantasia dele (que, aliás, ele já tinha realizado na casa dele).

Minha namorada ficou fácil uns 15 minutos chupando o pau daquele velho rançoso, enquanto ele guiava o boquete com as mãos na cabeça dela e de vez em quando apertava a bunda como dava. Ela, longe de ficar brava, deixou ele fazer... na cabeça dela: "vou entrar no papel de puta que tem que pagar o que deve"

Depois de mais algumas cabeçadas, Mari sentiu o pau do Júlio ficar duro e inchado, claro sinal de que ele ia gozar.

M: Vai dar o leite, senhor?
J: Sim, quer?
M: Mmmhhmm -disse sem tirar da boca-
J: Aí vai, moça, aí vai... aahhhhhggg

O velho gozou, pela terceira vez naquela noite. Dessa vez, dentro da boca da minha namorada, que movia a língua na cabeça do pau do velho enquanto recebia jato atrás de jato; deixando o taxista louco. Parte do leite escorreu pelo canto da boca da Mari, por causa do movimento do boquete e da intensidade do orgasmo.
Outra boa parte ficou na boca da minha mina, que levantou a cabeça sem parar de acariciar o pau do Júlio e olhando pra ele; botou a língua pra fora pra mostrar todo o leite que juntou. Antes que caísse da língua, ela meteu pra dentro, engoliu e mostrou como a língua ficou limpa, enquanto sorria e acariciava o pau dele com carinho.relatoJ: Ahh siim, assim que eu gosto, que putinha gostosa, só isso, é...

M: O senhor gostou? Pode me deixar ir agora?

J: Sim, vai lá com seu namoradinho, vai.

Mari riu, cúmplice com Julio, e juntou o resto da porra que o velho tinha na virilha. Olhou firme para ele, enfiou tudo na boca (que ainda era bastante) e mostrou novamente a boca com a porra dentro. Pela quarta vez naquela noite, engoliu a porra, limpou o rosto e enfiou o dedo na boca para limpá-lo.velhoJ: Olha como eu te gosto, hein... não era que você não gostava?
M: Eu adorei, senhor, seu cum é muito gostoso! Mais gostoso que o do meu namorado.
J: Que bom, Marianita, obrigado.
M: Ah, ok, fico feliz. Podemos ir pra casa?
J: Sim, sim, vamos.

Eles dirigiram de novo, não demoraram muito porque estavam perto de casa. Entraram com o carro e Mari foi direto me procurar, mas eu ainda estava como ele me deixou. O velho guardou o carro, foi até a porta da casa e a abriu, enquanto fazia um sinal de polegar pra minha namorada, tipo "tudo certo".

Ela viu, viu como ele voltou a sentar na poltrona com uma cara visivelmente triste e me olhou no chão. Mari se aproximou da porta e a fechou de novo, olhou pro Julio e disse:

M: Ai, senhor motorista, você não vai acreditar, esqueci minha carteira, como vou te pagar?
J: Não precisa mais atuar, Marianita, obrigado.
M: Não? Bom, então que tal, velho, se você me der mais um pouquinho de cum? Tem?
J: Como?

Mari tirou o short, tirou o bodysuit e ficou só num corpinho preto minúsculo e numa calcinha fio dental ínfima da mesma cor, que quase sumia na bunda dela.

M: É, quero mais do seu cum gostoso e grosso.
J: Sério?
M: Aproveita, velho, que meu namorado tá dormindo e quero sentir esse cum na boca de novo.

O velho se apressou, se despiu e ficou com o pau duro.

M: Mmm, que pedaço de pau você tem, velho. Como vou aproveitar isso... ou você achou que me fez fazer tudo isso e eu não fiquei com tesão?
J: Hehehe, eu sabia, são todas... -Mari o interrompe-
M: Sim, putas, e eu sou bem puta! Deixa eu saborear isso.

Mari passou mais uns 15 minutos saboreando o pau do Julio, que depois de um tempo, pela quinta vez, gozou uma quantidade generosa de cum grosso na boca da minha namorada.PorraO velho ficou quase desmaiado, sem conseguir articular uma palavra e com o pau roxo e molhado. Mari, se lambia e mostrava de novo para o velho a boca vazia, sem nada de porra. Dessa vez ela tinha engolido tudo.

J: Que vizinha gostosa... agora você vai embora? a gente acorda o corno?

M: Não, deixa ele dormir... agora me diz uma coisa.

J: O quê?

M: Sua cama? porque eu tenho dois buracos que ainda precisam experimentar essa coisa - disse apontando para o pau.

9 comentários - O taxista vizinho cobra a corrida 2

CjC12
Diría Lombardo: "Pará un poco, sos una ventosa de semen, HDP"
Gran relato papa!! te felicito, muy caliente. Para mi aca le queda ua ultima parte en donde la piba ya se covierte en la puta del tachero y lo caga al novio todo el tiempo, hay mucho morbo en las situaciones que se pueden generar
Taxi gratis y una hermosa pija lechera, no es una mala oferta para una putita corneadora ja ja ja
La emputecieron mal a Marianita !!!
Adicta a la pija de Julio, espero que Agustìn la ame lo suficiente para aceptar su poca hombrìa, y asì no perder a semejante hembra.
Espero que Julio les haga un lindo "regalito" y afiance la relaciòn.
Van 10 y espero ansioso la continuaciòn !!
muy bueno, esperamos tercera parte, en dond eel viejo se desleche en el culo de Marianita