
As pernas da Natasha estão enganchadas nos ombros do Peter, o brinquedo pressionado contra a calcinha transparente dela enquanto a máquina vibra e zune no clitóris dela. Os dois sabem que ela não vai gozar assim, mas a dor gostosa na buceta dela faz ela se contorcer e gemer. As mãos dela estão presas nas grades da cama e o Peter observa ela com atenção enquanto segura o brinquedo firme contra a boceta dela até ela morder o lábio e as pernas tremerem. Ele tira o brinquedo, pressiona a boca na calcinha dela e sopra ar quente através do tecido até o clitóris. Ela estremece quando a boca dele se fecha na área, lambendo através do pano, e é de enlouquecer como ele está tão perto mas não o suficiente. Ela levanta o quadril e torce o corpo, tentando fazer mais pressão. Ele se afasta, sorrindo. "Olha pra você, já tá toda molhada. Você estragou sua calcinha — ele avisa de leve, fazendo um som de tsk. Se fosse qualquer outra pessoa, a Natasha não deixaria ninguém falar com ela desse jeito, mas esse é o Peter. É o mesmo cara que olha pra ela com admiração quando ela ensina movimentos novos durante o treino, que busca a opinião e o julgamento dela nas missões e que brinca com ela sobre aranhas que grudam umas nas outras. Ela sabe que ele a vê como igual, e é por isso que se sente confortável o bastante com ele pra deixar ele assumir o controle às vezes. Outras vezes, é ela quem controla, e ele tá sempre igualmente ansioso e disposto. Ele a adora, e ela mentiria se dissesse que não sente o mesmo por ele. Ele puxa a calcinha dela pra baixo e joga fora da cama, beijando a barriga dela. Vai descendo até o clitóris dela e finalmente, finalmente, lambe sem o tecido separando eles. Ela respira fundo, aproveitando a sensação da boca dele nela; tão quente e molhada. Ele move a boca mais pra baixo, lambendo os fluidos que escapam dela e mergulhando a língua. dentro dela. Ela geme e joga a cabeça pra trás de prazer. Ele enfia a língua dentro dela mais algumas vezes antes de voltar pro clitóris, pressionando a língua contra ele num movimento longo antes de acelerar a língua, mais firme, uma e outra vez até Natasha gemer e choramingar. "Tô perto, muito perto, Peter", ela soluça, e Peter se afasta. Ela praticamente grita de frustração, puxando as amarras pra tentar soltar as mãos. Os lençóis debaixo dela estão encharcados e ela ofega de frustração. "Peter, porra", ela xinga, e ele sorri. "Tá usando sua palavra de segurança?", pergunta com um toque de desafio na voz. Natasha franze a testa e balança a cabeça. Ela é uma assassina treinada. Não tem chance de deixar ele vencer essa. Ele abaixa a cabeça de novo e enterra o rosto na buceta dela pra sentir o cheiro da excitação. É inebriante e viciante, fazendo os sentidos dele dispararem, e ele sela os lábios no clitóris dela, movendo a língua de novo. Ela solta um gemido trêmulo, os calcanhares cravando nas costas dele enquanto empurra a pélvis na direção do rosto dele, buscando o próprio prazer. Ele fecha os lábios no clitóris dela e chupa, e ela grita, arqueando pra fora da cama. O calor se enrola no ventre dela, tão perto, e ela inclina a cabeça pra trás pra se afogar na onda de liberação quando a boca dele desaparece de repente.

Natasha praticamente soluça, frustrada e tão perto que quer virar de repente e sentar na cara dele, se esfregando nos lábios dele até o orgasmo tomar conta. Mas as redes impedem, e o brilho debochado nos olhos do Peter tá deixando ela louca. Ela xinga em russo, e Peter dá risada. Quando a respiração dela desacelera, ele chupa o clitóris dela mais uma vez. Ela geme alto, e ele desliza dois dedos dentro do buraco encharcado dela. Não encontra resistência, e o som molhado e chapinhante dos dedos dele se movendo dentro dela é francamente obsceno. Ela sente o calor se espalhar de novo, ameaçando consumir ela enquanto os dedos dele se curvam um pouco lá dentro. "Isso, por favor, porra, Peter", ela soluça. "Tô tão perto." Depois disso, um murmúrio em russo escapa enquanto ele chupa o clitóris dela de novo, o dedo se move rápido dentro dela, e as coxas dela se apertam em volta da cabeça dele, praticamente esmagando ele entre elas. As costas dela estão arqueadas, e ela tá muito perto. A porra da barreira tá prestes a quebrar. Peter sente ela se tensar e tira a boca e os dedos na hora, mas já é tarde demais. Mesmo com a perda de contato, o orgasmo dela a invade como uma onda gigante, a buceta pulsando enquanto as costas se arqueam incrivelmente longe da cama. As pernas dela tremem sem controle, e ela praticamente soluça de alívio. Aí ela relaxa na cama, demorando um pouco pra recuperar o fôlego antes de olhar pro Peter, que tá com uma sobrancelha levantada. "Era pra você ter esperado por mim", ela diz com um biquinho falso. "Você quebrou as regras, Nat. Devia ser castigada." Ela segura um gemido com a promessa e, de repente, as pernas dela caem sobre os ombros dele enquanto ele se alinha com o buraco gotejante dela. Ele desliza pra dentro dela fácil, e ela ofega com a sensação de plenitude. "Você é tão gostosa pra caralho. É como se tivesse sido feita pra tomar meu pau", ele diz sem fôlego, e ela adora ver ele tão acabado. afetado tanto quanto ela. Ele começa a empurrar dentro dela e ela geme entrecortado. O ângulo bate num ponto dentro dela que é quase doloroso, mas ao mesmo tempo é uma delícia. Ela sente o pau dele até no estômago, e ele estica ela gostoso enquanto bate no fundo a cada estocada. Ele fode ela sem piedade e é avassalador. Ela tenta se soltar da rede mais uma vez, mas não se mexe. Ele lambe os dedos e desce dois para acariciar o clitóris dela. Ela geme num tom agudo enquanto o botãozinho sensível dela fica superestimulado. Ele tá fodendo ela sem parar e o clitóris dela tá vermelho e inchado, e é demais. Ela tá quase usando a palavra de segurança quando ele diz: "Que perfeito, amor. Não acredito que tive tanta sorte." A voz dele é quase reverente, e ela abafa um soluço quando outro orgasmo a inunda, o corpo dela treme violentamente enquanto ele mantém as pernas dela no lugar. A buceta dela tem espasmos em volta do pau dele, e ele continua fodendo ela com força e esfregando o clitóris enquanto ela aguenta a liberação. É como se ela perdesse o controle dos músculos, porque ela se contrai e ofega e, de repente, tá jorrando. Um líquido claro sai dela como uma mangueira, molhando os dois, e parece durar uma eternidade, mas ela não consegue parar. Peter geme, incapaz de sequer sair enquanto se esfrega dentro dela e enche ela de porra. Quando finalmente descem da euforia, os dois param um momento pra respirar fundo. Peter abaixa as pernas dela e desliza pra fora enquanto se deita ao lado dela e a puxa nos braços. Ela ainda tá tremendo e ele beija ela suavemente, ajudando ela a relaxar. Quando ele se sente satisfeito que ela se recuperou, ele se levanta e derrama a solução solvente sobre as membranas e usa um lenço úmido pra limpar o corpo dela o melhor que pode. Quando se juntaram pela primeira vez, Natasha nunca imaginou que ela também amaria essa parte; Ela sempre foi independente e nunca precisou de ninguém, mas o cuidado gentil dele faz ela se sentir cuidada de um jeito que ninguém nunca fez antes. Peter não pode fazer nada com a área molhada dos lençóis, porque ainda não quer mexer nela, então pega uma toalha e levanta os quadris dela com facilidade pra colocar debaixo dela, pra que ela não fique deitada no tecido encharcado. Ele se deita do lado dela de novo e cobre os dois com um lençol antes de encaixá-la contra o peito dele, com os braços envolvendo a cintura e as costas dela. Ele beija o topo da cabeça dela, e ela fecha os olhos, se sentindo satisfeita e saciada enquanto pega no sono.







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