Minha mãe e irmão cap2

Minha mãe e irmão cap2Depois da minha primeira experiência sexual com a minha desejada mãe Brenda, agora conto a minha segunda experiência com a minha putinha da irmã mais nova... Depois da minha primeira experiência sexual que rolou nada mais nada menos que com uma mulher desejada por muitos e possuída por poucos, a mulher que despertou minha sexualidade, aquela que com seu corpo voluptuoso provocou minhas primeiras ereções, e que com sua bunda gostosa me fez dar minhas primeiras punhetas, e que com suas nalgas deliciosas fez meu pau entrar nelas pra penetrar sua buceta e ter minha primeira relação sexual da vida, essa é minha mãe Brenda. Aquela primeira vez daquela noite inesquecível dormi feliz abraçado no corpo voluptuoso da minha mãe, de manhã, como era domingo, acordei tarde e minha mãe já não estava na cama, ela tava na cozinha preparando o café, fiquei mais um tempinho na cama, pensando que talvez foi um sonho o que rolou ontem à noite, lembrando como me tornei homem, colado na raba enorme da minha mãe, mas não, porque olhei minha cueca e meu pau, que estavam com os restos secos dos fluidos que minha mãe e eu soltamos, prova de que não foi sonho, emocionado e feliz pelo que aconteceu levantei pra ir no banheiro me lavar, e vejo no cesto de roupa suja o biquíni vermelho que minha mãe usou ontem à noite quando eu comi ela, examinei e vi que também estavam impregnados com restos dos nossos fluidos da noite, levei ao nariz pra cheirar, e o aroma fez eu ficar excitado de novo, assim como saber que aquele biquíni lindo abrigou as nalgas carnudas da minha mãe, enrolando meu pau duro no biquíni, comecei uma punheta matinal fenomenal, lembrando do que aconteceu na noite em que eu tinha minha mãe, comendo ela agarrado nas suas nalgas grandes, terminei gozando meu leite dentro da peça, me limpei com ela mesma, deixando meu pau limpo e o biquíni da minha mãe molhado com minha porra matinal, joguei de volta no cesto de roupa suja e fui tomar banho, daí a pouco escuto a voz da minha mãe me chamando pra Minha irmã e eu fomos tomar café da manhã. Já na cozinha, vi minha mãe de costas, servindo o café, vestindo uma legging branca que fazia a bunda dela ficar linda e gostosa. Por um momento, deu vontade de chegar nela, segurar na cintura e dar um beijo no pescoço pra desejar bom dia, mas parei porque não sabia qual seria a reação dela depois do que aconteceu ontem à noite. Dei bom dia normalmente, como sempre, e ela respondeu super de bom humor, alegre como todo dia. Perguntou como eu tinha dormido, respondi que maravilhosamente bem, e perguntei de propósito se ela tinha passado a noite bem. Ela disse que raramente dormiu tão bem quanto ontem. Notei ela mais feliz que o normal, e o comportamento dela era o mais natural possível, como se nada de anormal tivesse acontecido. Isso me deixou feliz e contente, porque confiava que ela não tinha achado tão ruim o fato de seu filhinho ter se animado a meter seu pau adolescente na buceta madura dela. Nisso, minha irmã chegou. Ela vinha com um shortinho branco, mostrando as pernas torneadas e a rabuda grande, com uma blusa de alcinha e decotada, dava pra ver parte dos peitos lindos dela. Ela nos cumprimentou e perguntou por que estávamos tão animados. Dissemos que era porque era domingo e não precisava acordar cedo, além de termos dormido muito bem. Minha mãe concordou comigo, com um sorriso de cumplicidade. Terminado o café, minha mãe pediu pra ajudarmos com os arranjos no jardim. Minha irmã disse que tinha um encontro com as amigas e foi embora. Eu fiquei o resto do dia ajudando minha mãe a arrumar as plantas do jardim, aproveitando cada chance pra olhar a bunda dela quando se abaixava pra fazer algum arranjo. Assim, me deliciava a vista com aquelas nádegas carnudas; cheguei a ver até a calcinha amarela que ela estava usando naquela manhã. Passei o dia feliz ao lado da minha mãe, me deleitando com ela e o corpo dela, e claro, com meu pau duro o tempo todo. que eu disfarçava com uma camiseta comprida que conseguia esconder minha ereção, sem que nenhum de nós mencionasse o que tinha rolado entre a gente. Assim o resto do dia passou na companhia da mamãe. Depois de ajudar ela, minha mãe foi tirar uma soneca e eu fui visitar meu amigo Nacho, morrendo de vontade de contar pra ele que já tinha comido a mulher que ele gostava — aquela que, quando convidei ele lá em casa, ele vivia dizendo que era bem gostosa, igualzinho minha irmã. Queria contar tudo nos mínimos detalhes pra ele morrer de inveja, mas claro que não contei, porque se eu contasse, com certeza ele ia dar um jeito de também aproveitar aquele rabo gostoso da minha mãe. Meu amigo é mais ousado e muito tarado, vive me contando das vezes que comeu a empregada dele, que é gordinha e peituda, e fica se gabando que tem a rola maior que a minha — e é verdade, porque a gente já comparou. Mas não tô nem aí, porque a minha é mais feliz, e minha mãe é muito melhor que a empregada dele, então minha rola já se divertiu mais que a dele, hehehehehehe. Talvez um dia eu conte. De noite, fui dormir com ela de novo, mas dessa vez não rolou nada, porque minha mãe agora usava um pijama mais comportado, talvez pra não me excitar com aquela roupa íntima sexy dela. Mas eu já me contentava em dormir abraçado no corpo dela, colando minha rola dura nas bundas dela. Ela parecia dormir feliz assim, sem fazer nem chegar perto de nada nos dias seguintes. Eu já esperava outra oportunidade e ocasião pra comer minha mãe de novo. Até que tudo deu uma virada de cento e tantos graus numa sexta-feira em que minha irmã pediu permissão pra ir numa festa, convidada por um suposto pretendente, amigo do Antônio, nosso irmão dono do bar, incluindo a mamãe. E acho que a mamãe deixou, com a condição de chegar antes da meia-noite, porque minha mãe avisou que naquele dia ela também ia sair pra outra festa que ela convidou a amiga Natalia com o marido Manuel. Naquele dia, fiquei em casa, deitado na cama do quarto, enquanto elas se ajudavam a escolher as roupas. Eu, entretido, via minha mãe e minha irmã se arrumando para sair, ambas animadas, mas a Ninosca caprichava mais na produção. Ela foi a primeira a ficar pronta, com uma minissaia preta bem justa nos quadris, mostrando aquela bunda gostosa e as pernas torneadas, e uma blusa vermelha decotada que deixava à mostra os peitos bonitos e generosos. Tava uma delícia. Minha mãe também terminou de se arrumar com um vestido claro, de uma peça só, que batia um pouco acima do joelho, ajustado ao corpo lindo e destacando aquele rabão. Dava pra ver levemente o contorno da calcinha de biquíni nas nádegas, o que a deixava muito sensual e desejável. Também tinha um decote generoso em V, exibindo o belo par de seios. As duas calçavam saltos altos, mas minha mãe usava meia escura. Os saltos valorizavam bem as bundas redondas e as pernas torneadas. Depois, andando na frente do espelho, se admiravam, se virando pra mostrar os corpos e me perguntaram, brincando, como eu as via. Sem pensar, respondi que as duas estavam muito gostosas. A Ninosca, rindo, disse: — Cristian, nos respeita, não se fala "muito gostosas", se fala "muito bonitas, muito lindas, muito preciosas", etc., etc. Kkkkkk — Desculpa, irmãzinha, você tem razão, as duas estão muito preciosas, muito lindas, muito bonitas, mas as duas estão bem gostosas, hehehehe — Olha só meu irmãozinho, mãe, não sabia que ele era tão ousado com as mulheres, mas acho que ele tem razão, tem bom gosto, e vamos mostrar pra ele que é verdade que estamos bem gostosas, kkkkkk. Rindo as duas, começaram a desfilar as roupas, rebolando com sensualidade as bundas lindas, e eu notei que minha mãe era a que mais me Ela rebolava eroticamente a bunda quando tinha que fazer, pois iam de uma em uma, como se dissesse: “isso você comeu e isso você vai comer direto”, era assim que eu interpretava aquelas reboladas da bunda dela, e claro, eu feliz da vida com o espetáculo que aqueles corpos sensuais me proporcionavam. Deitado na cama, dobrei minhas pernas pra disfarçar a ereção que elas me causaram. Elas perceberam, principalmente minha mãe, que era a que mais insistia em olhar pro meu volume, e disfarçadamente davam um jeito de passar as mãos no contorno das próprias caderas por cima da roupa, pra minha alegria. Minha irmã não queria ficar pra trás e se inclinava de um jeito provocante pra me mostrar um pouco mais das suas lindas pernas e um pouco da sua bunda desejável. Eu, feliz, admirando esse par de gostosas. Minutos depois, chegou o Antônio, meu irmão, procurando minha irmã. Ela foi sem muito entusiasmo com ele pra festa, com a promessa de que voltaria antes da meia-noite, como tinha prometido. Mais alguns minutos depois, chegaram a Natália e o marido dela, Manuel, pra buscar minha mãe, que já estava pronta e deslumbrante com a produção. Os amigos dela, ao verem mamãe toda arrumada, comentaram: — Brenda, como você tá gata hoje… — disse a amiga com uma certa inveja. — É verdade — disse o Manuel —, você tá linda e muito, muito, muito… — Gostosa! — como meu filho me disse há pouco, jijijijiji… — Exato, essa é a palavra. Concordo com a opinião do seu filho. Dá pra ver que ele é bom conhecedor de mulheres bonitas e… gostosas… — disse o Manuel, e todos rimos divertidos. Eu já me sentia o maior conhecedor de mulheres gostosas e de bunda boa, como minha mãe Brenda e minha irmã. Antes de sair pra festa, minha mãe se despediu de mim com um beijo na bochecha. Aproveitei pra abraçar ela e sentir o cheiro do seu perfume lindo, e falei no ouvido dela: — Que *tasty* você cheira, mamãe. Tá linda… e apertando ela um pouco contra o meu corpo, finalizei: — E você tá muito gostosa, mãe. Obrigado por ter me mostrado seu corpo lindo, maravilhoso e precioso há pouco. Te amo muito e aproveito pra te agradecer por deixar eu mostrar o carinho e o amor que sinto por você, te quero muito, se diverte essa noite porque você merece e eu gostaria de esperar acordado para agradecer a felicidade que você me deu naquela noite memorável……, o marido da amiga dela, a Natalia, aproveitando que a esposa estava distraída, não perdia um detalhe, com o olhar fixo na bunda da mamãe, sorria com maldade enquanto praticamente comia com os olhos o rabo da minha mãe, ela, de canto de olho, via e, toda safada, empinava mais a Booty, para deleite do seu Manuel, depois se afastou nervosa do meu abraço porque com certeza estava sentindo meu volume na pélvis dela e me disse: -*Não me espera acordado, Misael, talvez eu chegue um pouco tarde, melhor esperar a Gabriela que deve chegar antes das 12, e se chegar mais tarde você me conta amanhã, não quero que você esconda nada dela, tá bem, querido?......., minha mãe dizia enquanto acariciava meu cabelo, e depois das despedidas de praxe, saíram rumo à festa. Elas foram embora e eu fiquei sozinho em casa, pensando no que fazer para não me entediar, passei a tarde toda vendo TV em casa, comendo salgadinhos e tomando refrigerante de Booty, já à noite, antes de ir dormir, passei no quarto da minha irmã e remexi na gaveta onde ela guarda a roupa íntima, vendo a grande coleção de biquínis curtinhos e calcinhas fio-dental minúsculas, peguei alguns para admirar, e no fundo da gaveta vejo uma caixa de comprimidos pela metade, parecidos com os que minha mãe toma todo dia, depois descobri que eram pílulas anticoncepcionais, deixei no lugar e continuei vendo a roupa sensual, peguei um biquíni vermelho, que eu tinha visto na minha irmã um dia da semana em que ela ia tomar banho, sem que ela percebesse, eu vi ela com aquele biquíni antes de entrar no banho, as nádegas dela estavam lindas, durinhas e empinadas, só de lembrar comecei a ficar excitado e me deitei na cama dela com meu pau pra fora e duro para me masturbar, enrolando o biquíni dela no meu pau comecei a bater uma, imaginando que dentro do biquíni estava a bunda da minha irmã, eu Acariciando com minhas mãos, segurando a bunda dela, abrindo pra enfiar toda minha pica e começar a foder ela com toda a vontade que tenho de realizar isso. Diante disso, não aguentei mais e comecei a gozar uma porrada de porra, caindo na cama. Terminei feliz e limpei minha pica com o biquíni, deixando ele molhado com meu sêmen. Morbosamente, guardei ele assim úmido na mesma gaveta pra ela ver e perceber que eu me masturbei pensando nela. Decidi dormir, e pensei em fazer isso no quarto da Ninosca, na esperança de que, quando ela chegasse da festa, viesse um pouco alterada pela bebida e eu pudesse aproveitar o estado dela pra tentar acariciar de novo suas lindas pernas e suas bundas firmes e empinadas, e quem sabe até conseguir comer ela essa mesma noite. Mas lembrei da vez que tentei quando a mamãe nos deixou sozinhos e dormi com ela. Naquela vez, ela deixou eu acariciar a bunda toda dela, mas no momento em que, achando que ela tava dormindo, apontei minha pica dura pro cu dela, ela parou minha ousadia com um tapa. Mas no dia seguinte, não me acusou nem reclamou de nada. Talvez ela tenha gostado que o irmãozinho dela, que ela achava bobo, ficou excitado com a bunda gostosa dela. Mas pensei melhor e escolhi dormir no quarto da minha mãe, com a ideia de que talvez ela também chegasse um pouco bebida e com tesão, com vontade de ser comida de novo pelo filhinho dela. Com essas ideias taradas, me meti na cama e fui pegando no sono. Lá pela meia-noite, acordei ao ouvir vozes na entrada de casa. Me levantei e espiei pela janela, vi que era minha irmã chegando da festa. Ela vinha acompanhada de um cara, achei que era o amigo do meu irmão. Estavam abraçados e se beijando na porta da entrada. Pensei que era um beijo de despedida e que a Ninosca entraria logo em casa. Com ciúme e puto, voltei pra cama. Depois de alguns minutos, quando começava a pegar no sono, ouvi a porta do quarto abrir. E lá da porta, minha irmã me diz em voz baixa: "— Cristian, já cheguei, irmãozinho." Ela me dizia isso... Sussurrando, como se não quisesse me acordar, não respondi, ainda estava irritado e com ciúmes. Depois de alguns segundos, percebi que, aos poucos e sem fazer barulho, ela foi se aproximando da minha cama. Com essa atitude dela, me iludi, pensando que talvez minha irmã tivesse voltado um pouco bebada e com tesão da festa, e que, estando sozinhos, deu vontade nela de se aproximar em silêncio para tocar no pau do irmãozinho. Isso fez meu pau subir na hora. Ela chegou perto de mim e tocou meu ombro, como pra ver se eu tava mesmo dormindo. Me balançou um pouco e eu respirei mais forte, como se estivesse bem dormido. Esperei o momento em que ela fosse se animar a descer a mão e tocar meu pau duro, mas, oh, decepção: ela começou a se afastar do mesmo jeito sorrateiro que entrou, e saiu do quarto, me deixando extremamente excitado e frustrado. Com isso, de má vontade, ajustei meu pau duro pra dormir. Tava quase conseguindo quando ouvi vozes vindo da sala. Curioso, fui investigar, e que surpresa tive. Apesar da escuridão, vi perfeitamente minha irmã deitada no sofá grande, com a minissaia levantada até a cintura, nua da cintura pra baixo, com as lindas pernas abertas, e no meio delas um cara comendo ela. Achei que era o cara que meu irmão apresentou. Não conseguia acreditar no que tava vendo. Fiquei paralisado, cheio de ciúmes, vendo como estavam fodendo minha irmãzinha linda. Mas com aquele espetáculo, comecei a ficar excitado. Meu pau tava bem duro. Ver aquele filho da p...t... com uma mão massageando com força os lindos peitos dela, que saíam da blusa meio desabotoada, e com a outra segurando o quadril da minha irmã pra meter o pau inteiro até o fundo da buceta da ninfetinha, que parecia estar adorando pela cara de satisfação e tesão que ela tinha. Me aproximei um pouco mais, com cuidado pra não perceberem minha presença, e pude ouvir: --*Finalmente tô te comendo como deve ser, ninfetinha, quanto tempo Tempo desejei esse momento de estar aproveitando plenamente esse corpo gostoso que você tem, nas outras vezes não pude te aproveitar como deveria dessa bucetinha gostosa e apertadinha que você tem, porque nos interrompiam na hora de foder, ou porque você ficava muito enjoada, mas agora eu tenho você do jeito que sempre quis, assim de pernas abertas recebendo meu pau nessa bocetinha suculenta e apertada que você tem, putinha linda, mmmmmhhhh, toma, sente ele todinho, puta, aaaahhhhhhhh, ele dizia, enquanto metia até o fundo da minha irmãzinha gostosa, se aproximava para chupar os bicos duros que ela tinha naquele momento de pura excitação, -*Aaaaaaahhhhhh, não fale tão alto, moço, que meu irmão pode acordar, mmmmmhhhhh, que gostoso ele tá me comendo, mete tudo assim até o fundo, e continua chupando meus peitos que são seus agora aahhhhhhhhhh, me dá mais forte que é muito gostoso isso……, inacreditavelmente lá estava minha irmã aproveitando pra caralho a fodida que ele dava nela, eu, todo excitado, comecei a curtir ver minha irmã sendo penetrada e gozando, então comecei a me masturbar gostosinho e eles ficaram mais uns minutos fodendo naquela posição, até que de repente ele tirou o pau da buceta da minha irmã, contra a vontade dela, que queria continuar sendo comida, ele se levantou e sentou no sofá, aí pude ver bem, apesar da pouca luz, o cara que estava comendo minha irmã ninfeta, e não era o amigo do meu irmão, era o seu Manuel, o mesmo que foi com minha mãe pra festa com a amiga Natália, mas eu não entendia por que aquele velho safado estava lá fodendo gostoso minha irmã, depois descobri por ela mesma que na festa eles encontraram minha mãe no mesmo lugar e tinham bebido demais, ele se ofereceu para trazer minha irmã cedo para casa, e o seu Manuel, oportunista como é, se ofereceu para trazê-la, e aproveitando que a ninfeta também tinha bebido, se aproveitou da situação e convenceu ela a dar pra ele na sala da minha casa, e agora Tava sentado lá no sofá, com o pau duro, apontando pro teto. Ele fez minha irmã se levantar e a colocou de cócoras na frente dos joelhos dele. Ela, toda excitada, se deixava levar pelas ordens do velho. Ele pegou a cabeça dela e enfiou a língua na boca da minha irmã, que correspondeu abrindo a boca e entrelaçando as línguas. Dava pra ouvir os estalos que as bocas deles faziam ao se beijarem e chuparem lábios e língua. Dom Saúl separou ela e inclinou a cabeça dela pra baixo, mandando ela chupar o pau dele. Minha irmã, pegando com a mãozinha a base do pinto ereto, mexeu um pouco e começou a chupar de boa, como se tivesse muita experiência.

Eu tava vendo o pornô da minha irmã, excitadíssimo, vendo como ela abria a boquinha linda dela, colocava a língua pra fora e passava por todo o contorno da cabeça do pau, que tava brilhando por causa dos sucos que ele deixou depois das metidas que deu minutos antes na buceta dela, que ela adorava saborear os próprios líquidos vaginais. Ela deu mais duas ou três lambidas e depois foi engolindo devagar com a boca o pau do velho, que ficava de olho virado, aproveitando o boquete que minha irmã tava dando. Com as mãos na cabeça dela, ele controlava o ritmo da mamada. Eu tava surpreso com a atitude da minha linda irmãzinha, não conseguia acreditar que ela fosse tão puta, mas isso já não importava mais, porque eu tava adorando o show e pensando que tudo isso ia me beneficiar e que depois ela ia fazer o mesmo comigo. Com uma excitação no talo, comecei a bater uma mais rápido, vendo minha irmãzinha mamando pau e com as bundinhas gostosas dela empinadas e nuas, apontando a raba pra mim. Não aguentei mais e gozei, jogando meu leite na cortina da sala que servia de esconderijo pra eu ver tudo sem ser descoberto. Ofegante, suado e ainda excitado pela punheta foda que bati graças à atuação da minha linda e fogosa irmãzinha, como pude. Limpei minha gozada, e a ação continuava na sala. —*Que delícia você chupa, gatinha, você é uma especialista em chupar, aaahhhhhhhhh, acho que nem sua mãe faria tão bem quanto você, continua assim, minha menina, que bom que você está fazendo, mas me diz quem te ensinou a chupar tão gostoso assim, com certeza foi o idiota do seu namorado Cesar, que você me contou que foi quem te comeu pela primeira vez, por isso mandei darem uma surra nele pra ele se afastar de você, porque eu te queria pra mim e só pra mim, mmmmmhhhh……, minha irmã parou de chupar o pau pra esclarecer: —Não, seu Manuel, não foi meu ex que me ensinou a chupar um pau gostoso, foi outra pessoa, mas não posso dizer quem é porque é um grande segredo e podemos nos prejudicar, melhor me deixar continuar mostrando que boa aluna sou fazendo isso, jijijijijijiji….. —Aaaaaahhhhhhhh, que prazer você me dá, putinha gostosa, mas espera um pouco que você vai me fazer gozar, e não quero por enquanto jogar na sua boquinha, e sim em outro buraco do seu lindo corpinho, dizendo isso, parou o boquete e, colocando minha irmã de pé, a colocou em cima do sofá, na posição de quatro, ela, dócil e sem oposição, se deixava fazer tudo, ele se colocou atrás dela, tendo à sua inteira disposição aquela bundona, pegou suas nádegas e as abriu, pra começar a chupar sua buceta escorrendo, com poucos pelinhos, passava a língua por todo o contorno dos lábios dela, fazendo movimentos circulares com a cabeça, saboreando os sucos que saíam da bucetinha da Ninosca, que só conseguia gozar: —*Aaaaaahhhhhhhh, que gostoso, continua me chupando aí atrás, que tô sentindo uma delícia, dizia minha irmã, já sem cuidado de serem ouvidos, achando que eu tava dormindo e que ninguém via. O velho continuava chupando a buceta, metendo e tirando a língua, subiu um pouco pro cuzinho dela, parou ali, dando língua e babando abundantemente, deixando aquele buraquinho escuro todo molhado, parou a chupada e se levantou……… —Vamos, putinha, você já tá escorrendo muito de Lá embaixo e meu pau quer entrar na sua caverninha pra conferir por si mesmo, hehehehehehe... Pegando o pau dela em pé, guiou até a entrada da buceta e penetrou devagar, com pouca dificuldade, porque minha irmã tava toda molhada depois da chupada de buceta que levaram e os muitos fluidos que o xereca dela soltou... Segurou firme nas cadeiras lindas dela e meteu até o fundo, soltando um aaaaaaaaahhhhhhh de prazer da minha irmã putinha, que aguentava firme as estocadas profundas que levava. Depois de mais algumas metidas, parou a foda pra tirar o pau da buceta escorrendo e colocar na entrada do cuzinho dela, com a ideia de sodomizar o rabo virgem? Diante disso, minha irmã manhosa protestou: —*Por trás não, seu Manuel, nem tenta, por favor, porque dói muito aí (como ela sabe que dói, já experimentou?). —*Relaxa, mocinha, vou meter com cuidado e vai doer só um pouquinho, mas depois você vai ver como goza. —*Não, por aí não, porque sua coisa é muito grande, melhor meter onde é pra meter. Fica molinha e vai ver que vai gostar, insistia o cara, que com os dedos lambuzava de saliva o buraquinho desejado, massageando de leve e tentando enfiar um dedo no cuzinho dela, manobras que começavam a agradar minha irmã. —*Ooooohhhhh, já falei que não, seu Manuel, porque dizem que por aí dói muito, melhor continuar me comendo como antes, vai, não seja malvado, falava dengosa minha irmãzinha, apoiando os cotovelos e o rosto totalmente no assento do sofá, fazendo a bunda dela subir ainda mais e ficar toda exposta, enquanto ele continuava provocando o rabo delicado dela, já sentindo a pouca resistência. —*Vou fazer devagarzinho, minha filha, se doer muito eu tiro e continuo te comendo pela sua caverninha gostosa, dizia enquanto já enfiava o dedo indicador no cuzinho dela, mexendo em círculos pra dilatar o canal apertado. *Aaaaaahhhhhhh, o que cê tá fazendo, seu Manuel? ooooohhhhhhhhh, que gostoso se sente, foi a única coisa que minha irmã submissa disse, já totalmente entregue aos desejos daquele... Vendo minha irmã como uma boneca inerte, que era manipulada ao bel-prazer por aquele cara odioso, senti um ciúme enorme, ao saber que aquela bunda que eu via todo dia, admirava e desejava, ia ser profanada por dom Manuel. Ele se preparava para furar o cu da Gaby, que eu considerava só meu, então não ia permitir isso, e bolei algo para não deixar que pegassem a bunda enorme da minha irmã. Já tinha a pica na entrada do cuzinho dela, molhado pela saliva abundante que tinha ali, levemente relaxado pelos dedos daquele sortudo do Manuel; minha irmã esperava de olhos fechados que partissem seu cu virgem. Dom Manuel estava babando de excitação e de olhos bem abertos, vendo o manjar suculento que ia comer, mas pena pra ele, porque naquele momento, fiz barulho no quarto, batendo a porta. Com isso, vi escondido do quarto da mamãe como minha irmãzinha se levantou rapidamente da posição de puta em que estava, assustada e nervosa, se vestiu como pôde, empurrando pra porta o velho excitado e frustrado, que ainda tentou dizer pra ela se acalmar, que não era nada, que talvez eu ainda estivesse dormindo, mas ela, assustada, o empurrava pra fora de casa. Quando o expulsou, fechou a porta e ficou um tempo encostada nela, esperando que a qualquer momento eu a confrontasse. Como nada aconteceu, depois de se benzer, foi pro quarto dela, pensando que talvez eu não tivesse percebido nada. Aproveitei esses instantes pra entrar no quarto da minha irmã, esperar ela deitado na cama dela, e ver que cara ela faria ao saber que, quando chegou, me viu supostamente dormindo no quarto da mamãe, e agora ia me encontrar na cama macia dela, acordado e esperando uma explicação pro comportamento de puta e gostosa que até então eu desconhecia. Tava bem animado e excitado pra Saber que ia tirar bastante proveito dessa situação. Abri a porta do quarto da minha irmã de leve pra ver o que ela tava fazendo, depois do susto que levou, e quando ela já tava indo pro quarto dela, entrei rápido debaixo dos lençóis da cama e esperei por ela. Mas ela, sem perceber nada, foi direto pro banheiro, provavelmente pra limpar as marcas do corpo profanado dela. Poucos minutos depois, ela sai do banheiro e, na penumbra, vejo que ela vai até o lugar onde guarda a roupa íntima, pega uma e veste. Não tava com a tanga ou o biquíni que usou naquela noite, com certeza o velho ficou com ele de troféu, quando tirou pra comer ela. Por coincidência, o biquíni que a Gaby tirou da gaveta era exatamente o vermelho, com o qual eu me masturbei na cama dela, e com certeza tava úmido com o sêmen da minha gozada. Ela vestiu assim mesmo, e com o robe de dormir, curtinho e meio transparente, acendeu a luz do quarto pra se arrumar pra dormir. E, com uma surpresa enorme, me viu deitado na cama dela: — Cristian, o que cê tá fazendo aqui? Achei que tivesse dormindo no quarto da mamãe — ela falou, confusa e incrédula. — Tava lá, mas acordei com uns barulhos que vinham da sala — falei com voz acusadora — e vi tudo. Vi como aquele velho desgraçado do seu Manuel te comeu. Não esperava isso de você, Ninosca... Ela, nervosa, assustada e quase chorando, responde com a voz trêmula: — Me perdoa, Cristian, não sabia o que tava fazendo. Por favor, não conta nada disso pra mamãe. É que eu tava meio bêbada e ele se aproveitou de mim. — Pois eu não vi ele te forçar a nada. Vi foi você aproveitando, de pernas abertas, a pica que ele tava te dando, e mais ainda o boquete que fez naquele velho desgraçado! Que puta você é, irmã... Diante das minhas palavras cortantes, Ninosca sentou na cama, derrotada, e começou a chorar sem parar. — Me desculpa, juro que não sei o que deu em mim. Não vou fazer de novo. Por favor, não conta nada pra minha mãe — e continuou chorando sem controle por vários minutos. Fiquei triste com a atitude dela. arrependimento, me levantei pra abraçar ela e consolar. --*Tá tudo bem, nino, se acalma, não vou contar nada pra nossa mãe sobre o que aconteceu, mas já se acalma, falei secando as lágrimas dela com minhas mãos, e pegando a cabeça dela com carinho, dei um beijo na bochecha dela, bem perto dos lábios, ela se acalmou um pouco. -*Valeu, irmãozinho, juro que isso não acontece de novo, e me perdoa de novo, tô te devendo uma e quando você quiser e como quiser eu pago, minha irmã falou de um jeito meio provocante, me devolvendo o beijo, também bem perto dos meus lábios, eu animado pensei que claro que ia cobrar isso, e talvez mais cedo do que a gente pensava, quem sabe essa mesma noite, e decidido olho fixo nos olhos dela, e pegando nas mãos dela falo com voz firme: --*Tô a fim de dormir com você hoje na sua cama, irmãzinha, deixa?....., ela sem tirar os olhos dos meus e vejo um brilho de safadeza: -*Claro que sim, irmãozinho, o que você quiser e desejar, vamos dormir que já é tarde, e não quero que mamãe nos encontre acordados……., animado e feliz voltei pra cama dela e fiz um espaço, ela foi apagar a luz e excitado vi o corpo lindo dela com a camisola de dormir, dava pra ver as pernas bonitas e torneadas, que com o biquíni vermelho destacava a bunda gostosa, como minha irmã era uma gostosa, e daqui a pouco ia aproveitar à vontade todo aquele corpo lindo, tanto ou mais que o filho da puta do manuel que aproveitou ele há pouco; ela se acomodou do meu lado de barriga pra cima, abracei ela pelos ombros, deixando minha mão bem perto do peito dela, depois de um tempo, atrevido coloquei minha mão no peito dela, por dentro da camisola, e ela com cuidado virou de costas pra mim, coisa que aproveitei pra encostar minha pélvis com meu pau bem duro na bunda dela que tava exposta porque a camisola curta não conseguia cobrir, deixei meu pau descansando entre as nádegas dela, ela deixava fazer tudo porque sabia que não tinha como recusar depois que vi ela sendo comida pelo velho do Dom Manuel, segurando os quadris dela, comecei a esfregar a bunda dela. Ela, em silêncio, se deixava fazer. Com sutileza, comecei a acariciar o corpo dela, começando pelas suas lindas pernas, subindo até chegar nas suas bundas firmes, continuei subindo até chegar nos seus peitos bonitos e macios, sentindo com minha mão os mamilos dela duros e crescidos pela excitação que minha irmãzinha já estava sentindo com as carícias que seu irmãozinho fazia. Decidido a tudo, tirei meu pau duro e comecei a cutucar a bunda dela por cima da sunga vermelha, sem que ela me impedisse de nada dessa vez, e não como na outra ocasião em que dormi com ela e, ao tentar encostar meu pau na bunda dela, ela me impediu com um tapa. Mas dessa vez era diferente, as circunstâncias eram outras, agora ela me deixava fazer tudo o que eu quisesse, pois se sentia culpada e envergonhada pela situação em que a descobri. E ali estava o nino à minha inteira disposição. E já com minha excitação no talo, procedo a tirar a sunga dela para comê-la. Ela continuava "dormindo" e sem emitir palavra alguma. Nisso, quando ouvimos que mamãe chegou da festa dela. Ouvimos vozes na sala e supusemos que ela tinha chegado com a amiga Natalia. Minha irmã "acordou" e, virando de barriga para cima, acariciou meu rosto e, com voz sensual e excitada, me disse: - Parece que mamãe já chegou, e veio com a amiga dela. Vai lá e diz que vai dormir comigo. Aqui te espero, não demora porque vou dormir logo e, faça o que fizer, não acordo com nada, jijijijijiji... E dizendo isso, se aproxima para me dar um beijo na boca, me dando uma leve mordida no lábio inferior, que me excitou ainda mais. Empolgado, coloquei meu pijama e saí para avisar que ia dormir com a Gaby. Esperei um pouco para a ereção baixar, me aproximei em silêncio da sala de onde vinham as vozes, e o que vi me deixou realmente surpreso, pois não era a amiga que estava com mamãe, era o Antônio, pelo visto queria terminar o que começou com a própria mãe. Ele a beijava com muita paixão. minha mãe também correspondia, parecia que estavam se devorando, dava pra ouvir claramente os estalos que as bocas deles faziam, não conseguia acreditar no que tava vendo, minha santa mãe daquele jeito, e na sala da nossa casa, se deixando tocar o corpo desejado dela, porque o cara já tinha as mãos nas bundas dela, apertando com tesão, e aí vi que ele se abaixou um pouco pra tirar os peitos dela do decote do vestido e começou a chupar, notei minha mãe curtindo, jogando a cabeça pra trás, gozando com o que ele tava fazendo, na hora ele puxou o zíper do vestido dela por trás e foi descendo até cair no chão, minha mãe ficou só de sutiã, calcinha fio dental, meia e salto alto, tava uma gostosa com essas roupinhas sexy, isso fez meu pau subir de novo, vendo todo aquele espetáculo erótico, aí ela, toda excitada, começou a desabotoar a camisa dele pra tirar e acariciar, beijar e lamber o peito peludo, enquanto era correspondida, tocando tudo que podia do corpo lindo da minha mãe, ao mesmo tempo que falava com a voz cheia de tesão: —*Que gostosa você tá, mamãe Brenda, como eu queria ter você assim, sempre gostei da sua bunda, naquela noite durante a festa a gente foi interrompido quando eu tava te comendo, que delícia que é sua bundona, mamãe, seu corpo inteiro me encanta, você me deixa muito excitado*, ele dizia pra minha mãe enquanto beijava a boca dela de novo, ela responde baixinho e excitada, quase num sussurro: —*Sshh, não fala alto, porque seus irmãos podem acordar, melhor se apressar, porque eu também tô excitada, olha só*, ela falou pegando a mão dele e levando até a virilha dela pra ele sentir a umidade da buceta, aí o cara, todo animado, tira o sutiã dela, deixando os peitos lindos à disposição, enfia a mão no elástico da calcinha e puxa pra baixo pelas pernas dela, e aparecem as bundas suculentas que eu já conhecia, ela ficou parcialmente nua porque ainda Ela ainda estava com as meias sensuais, estava divina, eu já tava realmente com tesão, com meu pau duro pra caralho, olhando a bunda da minha mãe. Nisso, vejo minha irmã chegando, e faço sinal pra ela não fazer barulho e chegar perto pra ver, ela também, surpresa, começa a assistir a ação e, em voz baixa e arregalando os olhos, exclama: — Não é possível, o que minha mãe tá fazendo ali quase pelada, e com nosso irmão? E realmente, eu não tinha reparado porque toda minha atenção tava na raba da mamãe, e sim, o cara era o Antônio, nosso irmão, tava prestes a comer nossa mãe sem ninguém impedir dessa vez. Minha irmã se colocou na minha frente pra continuar vendo o que rolava na sala, também com cuidado pra não entregar nossa presença de voyeurs. A Nina ainda tava com seu roupão curto de dormir, semi-transparente, que deixava ver seu biquíni vermelho, marcando suas bundinhas gostosas. Eu, com meu pau duro a poucos centímetros da bunda dela, a ação continuava na sala. Agora minha mãe tava de costas pra nós, pelada, com toda a roupa espalhada no chão, só conservava as meias escuras, tava muito gostosa e excitadíssima, tanto que começou a abaixar a braguilha da calça dele, desabotoou a calça e passava a mão no pau dele por cima da cueca, enfiou a mão e tirou o pau dele, que parecia realmente enorme, acariciando e apertando ele por todo o comprimento. Depois, beijou ele na boca com muito fogo, e foi descendo devagar, beijando e lambendo o pescoço, o peito, a barriga, até chegar na pica dura do cara. Ali, entreabriu os lábios e começou beijando e lambendo a cabeça do pênis, pra depois enfiar na boca e começar a dar um boquete que o cara curtia pra caralho. Nós, atentos e excitadíssimos, vendo todo esse espetáculo agora pornográfico, sem acreditar que ali estava nossa mãe engolindo o pau do Antônio, o próprio filho, como uma verdadeira puta. Ela tava curvada, mamando com a bunda apontada pra gente, dava pra ver muito bem suas largas... quadris, suas pernas carnudas e sua bela bunda. Nino atenta, não perdia nenhum detalhe da ação, comenta comigo em voz baixa e excitada: -*Parece que estão se divertindo muito, né, Critian? Eu respondo afirmativamente, apoiando meu pau ereto nas nádegas dela, ela não fez nada, continuava atenta olhando, me encostei mais e esfreguei meu pau na bunda dela, ela não se mexia, se deixando fazer e atenta assistindo, continuamos os dois vendo a ação, e eu continuava movendo meu pau no cu dela, dessa vez minha irmã reagiu, e mexendo um pouco a bunda dela pra trás diz: -*Dá pra ver que “ele” está se divertindo muito, apontando pro Antônio, mas indiretamente se referia a que eu estava gozando atrás da bunda gostosa dela, respondo também com duplo sentido, esfregando mais evidentemente meu pau já liberado no cu dela, mas agora segurando firme nos quadris dela: --*É isso mesmo, irmãzinha, e “ela” também parece que está gostando muito, isso eu falo colando minha boca na nuca dela, aproveitando pra dar uma mordidinha leve no lóbulo da orelha dela, soltando um aahhh de prazer, e sentindo no corpo dela um tremor de excitação, seguindo com nossos movimentos eróticos, eu pra frente e ela pra trás, que faziam a temperatura dela subir tanto que ela jogou uma mão pra trás, pra pegar meu pau pela base e esfregar ele na bunda toda, passava ele por toda a racha das nádegas dela e eu feliz deixava ela fazer essa manobra gostosa, continuamos vendo e novamente ela sussurra: -*Acho que “ela” ia gostar de sentir ele dentro, dando um apertão leve no meu pau. --*Acho que sim, “ele” adoraria que ela sentisse ele dentro, me aproximo do pescoço dela e beijo atrás da orelha, ela reage com outro tremor, jogando a cabeça pra trás, meti meus dedos dentro da calcinha dela e deslizei por cima das nádegas e pernas até tirar completamente, ficando nua exceto pela camisola que não cobria a bunda linda dela. Na sala, Antônio parou o boquete que ele tava tomando a própria mãe dela, a levantou e beijou na boca com paixão, e depois virou ela de frente pra nós, pra ver e se deliciar com a bela bunda dela, pegou ela pelas nádegas e a colocou na posição de putinha, com os braços apoiados no sofá da sala, a gente via de perfil como ele começa beijando e chupando as nádegas dela, abre um pouco e dá língua na buceta molhada dela e no cu, minha mãe só solta vários aaahhh de prazer, minutos depois, ele pega o pau grande e brilhante pela saliva que a mamãe deixou, agarra ela pelas nádegas enormes e abrindo, coloca o piru na entrada da buceta dela, e começa a enfiar devagar na xota escorrendo da mamãe, até desaparecer completamente dentro dela, que soltou um ohhh de satisfação ao se sentir bem penetrada, o cara suando de tesão, foi pegar ela pelas cadeiras largas e começou a foder ela num vai e vem frenético, e a gente ouviu a mamãe: -*Assim, mmmmmhhh, que pau gostoso você tem, meu filho, como você me come gostoso, continua me dando duro, aaahhh, assim, assim, aaahhh, mais por favor mmmmmhhh, que delícia, sinto ele todo dentro, aaahhh, ela exclamava já sem cuidado nenhum, nossa mãe irreconhecível e p...ta, e o cara gozando dando estocadas profundas e fortes na bunda dela, que faziam ela levantar um pouco do sofá, pela força que ele colocava em cada investida: --*Aaahhhhhh, como você é gostosa, mamãe Brenda, sempre gostei de você, adoro suas nádegas, como sonhei em te ter assim, com sua bunda à minha disposição, aahhh, toma, toma, sente meu pau, aaahhh, como você aperta gostoso, assim, aahhh, como você se mexe gostoso, dá pra ver que você é boa de cama, do que eu estava perdendo por estar com a puta da minha mulher, você sabe apertar meu pau com sua buceta gostosa, mmmhhhhhhh. Eu e a Gaby, excitadíssimos vendo a trepada violenta que tão dando na nossa mãe fogosa, já sem controle, peguei o Nino pelos ombros e a agachei no chão acarpetado da antessala onde a gente estava, coloquei ela na posição de putinha, igual Tá, mamãe. Fico atrás dela, seguro suas belas nádegas pra beijar, e passo minha língua na sua buceta molhada, lambendo seus lábios escorrendo e seu cuzinho, igual o Dom Manuel chupou antes e igual o Antônio fez com minha mãe minutos atrás. Minha irmã geme e curte em silêncio... – *Aahh, que gostoso você me chupa, irmãozinho, continua assim, aahhh, que delícia que tô sentindo, vai, mais, ohm.* Daí, pego meu pau duro, agarro as nádegas dela, abro e coloco a ponta na entrada do seu buraco molhado, e começo a enfiar devagar, sentindo ela me apertar com as paredes da buceta na penetração, até só minhas bolas ficarem pra fora. Finalmente meti o pau na minha linda irmã! Firmo nos quadris dela e começamos a nos mexer, eu pra frente e ela pra trás. Finalmente tô comendo minha linda irmãzinha! Nós dois continuamos vendo a ação na sala, e eu penetro ela com a mesma força que tão comendo a mamãe. Isso era tipo um sonho gostoso: eu comendo minha linda irmã e vendo eles comerem nossa linda mamãe. Ficamos assim, os dois casais curtindo um tempo, até que notamos mamãe começando a mexer a bunda gostosa em círculos, mais rápido, com gemidos mais altos: – *Aaaahhhh, assim, mete duro, Antônio, que meu orgasmo já vem, aaaahhhh, não para de me comer que já vem, aaahhhhhh, que gostoso isso!* Ouvimos mais forte, vemos o corpo dela tremer, explodindo num orgasmo enorme. Com essas expressões eróticas da mamãe, a Nino faz a mesma coisa, mexendo a bunda do mesmo jeito, e com gemidos abafados sinto o corpo dela tenso e o orgasmo vindo também com um *aaahhhh* quase inaudível. As duas gozaram quase ao mesmo tempo, e tão lá, caídas de prazer, com nossos paus enfiados nelas, firmes nas bundas lindas delas. Mas nosso irmão ainda não terminou, e agora vemos o Antônio se soltar e tirar o membro molhado da buceta escorrendo. A buceta da mamãe, e ele levanta um pouco, colocando na entrada do cuzinho dela, depois de lubrificar com os fluidos que escorrem da buceta dela e bastante cuspe que ele cospe, ele enfia a pica grande no buraquinho apertado dela. Vendo tudo isso: Eu e minha irmã Ninosca continuamos escondidos atrás de uma cortina, sentados no tapete da antessala da nossa casa, empolgados e excitados, assistindo a cena quente que rola na sala, onde nossa mãe Brenda está de quatro, com a bunda exuberante exposta, prestes a levar o pau do próprio filho, Antônio, no cu lindo e desejável dela. A gente percebe que ela resiste um pouco: —*Espera, filho, já é tarde, melhor deixarmos pra outra hora, além disso, seus irmãos podem acordar, e eu tô meio cansada…* Ela tenta se levantar da posição de quatro que estava, mas ele, habilidoso, impede, segurando ela pelas nádegas nuas, que ele acaricia e bebe com tesão, faz a mesma coisa amassando os peitos lindos dela, sem esquecer do cuzinho, que ele lambe e cutuca com a língua, colocando bastante cuspe pra lubrificar esse canal divino, junto com os fluidos da buceta molhada da mamãe, que, com isso e excitada de novo, vira o rostinho lindo, vermelho de tesão, com a boca sensual entreaberta, pra receber um beijo molhado, que parecia que eles estavam se comendo de novo com os estalos que a gente ouvia. Com isso, a Nino, já excitada também, pega meu rosto e me beija com paixão, querendo comer minha boca também, desce uma mão pra esfregar minha pica, que tá bem dura na hora, por ver minha mãe e minha irmã como umas putinhas no cio. Aproveito pra acariciar os peitos lindos da minha irmã, e sinto eles durinhos com os mamilos eretos, por causa do tesão que ela tá. E na sala: —*Aaaahhh, mãe, você tá uma gostosa, mamãe!* — exclamava o Antônio, todo tarado, com a pica grande dele, pronta pra furar o cuzinho da mãe, sem parar. de acariciar a bunda voluptuosa dela. Notando que minha mãe já não resistia mais, tão excitada que estava recebendo as carícias orais do Antonio naquele rabo lindo dela — não culpo nenhum homem, qualquer um teria feito a mesma coisa, meter no cu dela, já que as nádegas da nossa mãe eram bem grandes. — *Aaaaaahhhhhh, mmmmmhhhh, faz de mim o que quiser, filho, neste momento sou toda sua, dizia ela já bem entregue às lascivas carícias recebidas. — *Muito bem, mamãe, pega esses travesseiros, coloca debaixo da sua barriga, e deita pra não se cansar, minha mamãe…, e ela, sabendo o que a esperava, obedientemente colocou os travesseiros sob o ventre e se deitou neles, deixando as nádegas empinadas, com a bunda levantada, esperando o momento de enfiarem lá. Nós, naquele momento, estávamos atentos, excitados, acariciando mutuamente nossos sexos, como se estivéssemos assistindo a um verdadeiro filme pornô ao vivo, e era exatamente isso. Nosso irmão estava atrás do corpo da nossa mãezinha, extasiado, com os olhos fixos na bunda linda dela, exposta e à inteira disposição dele, e que naquele momento ele ia praticamente devorar, como o melhor manjar que já tinha provado na vida; tomando seu tempo, besuntou a ponta do pênis ereto com mais saliva e fluidos da buceta da mamãe, dando ênfase à grande glande que brilhava desafiadora, esperando o momento de entrar na intrusão, se posicionou como um cachorro que vai montar na sua puta. Direcionou a ponta brilhante do seu pau duro para o pequeno orifício traseiro da mamãe, que cooperou abrindo com as mãos as bandas das suas grandes nádegas, para facilitar melhor a introdução, aos poucos o cuzinho dela foi se abrindo para receber o convidado, sempre com alguma dificuldade pelo tamanho enorme das suas nádegas grandes, mas isso continuava avançando suave e energicamente, Antonio com o prazer no talo, parava um pouco, recuava e avançava mais um pouco, como se estivesse alargando o prazer dos dois, porque dava pra ver que ela tava curtindo, ao ver que a mão dela tava acariciando a buceta molhada, se masturbando de um jeito sensual, apesar da dorzinha que com certeza ela sentia ao ser comida pelo cuzinho desejado dela, que era virgem?, deixando tudo ainda mais excitante; enquanto isso, nós dois atentos, sem perder nenhum detalhe do que tava rolando no, com certeza, sofá quente da sala da nossa casinha doce, aprendendo tudo, pra daqui a pouco colocar em prática tudo que a gente tava vendo: --*Aaaaaahhhhhh, que gostoso isso, mamacita, cê tá gostando, né? porque eu sinto você bem quentinha, meu amor, principalmente sinto as paredes do seu cuzinho quentinhas, mmmmmhhhh, já não dói mais, preciosa? -*Ooooohhhhugh, buceta dói um pouco, mas continua, continua, não para por favor, aaaaahh, que gostoso você tá comendo meu bum, falava nossa linda e p. mãe, que mexia a bunda estrategicamente pra facilitar a penetração, eu e o nino, excitados ao máximo e aprendendo tudo que tão nos ensinando, e enquanto a gente tava curtindo outro beijo ardente, ouvimos um aaaaaaagggghhh da mamãe, era porque a pica do antonio já tava toda dentro do cu dela, só as bolas dele ficaram pra fora, em contato com a buceta ardente da mãe, que com a mão que tava por ali começou a acariciar elas, fazendo ele quase gritar de prazer com aquelas carícias ardentes e por ter enfiado bem aquele cuzinho gostoso, ficaram assim um tempinho grudados, pra depois começar uns movimentos eróticos de trepada, bem penetrada, minha mãe fazia movimentos circulares sexys com a bundinha gostosa dela, de vez em quando paravam um pouco, só pra ele deixar ver o pau duro e brilhante, que entrava e saía daquela bainha apertada em que tinha se transformado o cuzinho delicioso da mamãe, a gente via que quando ele quase tirava ele todo, se deixava cair sobre a bunda dela, enfiando de novo e se mexendo dentro dela, eu e o nino, aprendendo tudo isso, e minha mamãe se esbaldando como uma porca no cio: -*Ooooooooohhhhhhh, mmmmmhhhh, assim antonio meu amor, aaaaaaahhhhh, siiiii-ceu santo, que gostoso sinto como você come meu cu, continua me dando forte pussy, aaaahhhhh, me dá mais que vem de novo outro orgasmo, aaaaaaaahhhhhhhh, gemia a nossa irreconhecível mamãe, que cravava as unhas no assento do sofá, sentindo uma série de convulsões, que estavam levando ela ao êxtase total, ooohhhhhh, aaaahhhhhhhhhhh, praticamente gritou, ao sentir a chegada de outro novo orgasmo, já sem se preocupar se alguém ouvia, e antonio, bem agarrado nas suas largas cadeiras, já num vai e vem frenético, curtindo de verdade aquela enrabada no rabo gostoso que ele tinha ali gozando… --*Ooooooohhhhhhh, mama, que gostoso seu cu aperta, e como você mexe bem, aaaaaahhhhhh, já não aguento mais, oooooohhhhhh, aaahhhhhhgg, isso é divino aaaaahhhhhhhhh, e ao gritar isso, com certeza descarregou uma boa quantidade de porra, que inundou o interior daquele cu gostoso, e minha mãe com a vontade de dar o máximo prazer pro comedor dela, com certeza contraía o esfíncter, ordenhando a pica, e mexendo o rabo em círculos, tentando extrair até a última gota da gozada dele. Depois de mais uns momentos de espasmos sexuais dos dois, vimos como antonio, totalmente exausto mas imensamente feliz, se deixou cair pesadamente sobre a linda anatomia da nossa mamãe, que aguentou o corpo pesado dele também feliz e satisfeita com o prazer que seu próprio filho lhe deu, que nunca imaginou que a gente viu, apesar de terem terminado antonio continuava penetrando ela pelo cu, quase passaram 15 minutos nessa posição, pelo visto antonio não queria se desgrudar das enormes nádegas e das grandes nádegas da nossa mãe. Daí a pouco os dois se levantam, estavam abraçados e descansando no sofá, ela acariciando e beijando o peito masculino, e ele fazendo o mesmo com o peito feminino grande e lindo, até que passados os efeitos da luxúria, Antonio decidiu, muito a contragosto, que já era hora de ir embora. Minha mãe, meio escondendo a nudez, acompanhou ele até a porta de saída, onde os dois agradeceram pelo prazer recebido e, como dois apaixonados, se fundiram num beijo quente. Ela com os braços no pescoço dele, parada na ponta de um pé e o outro dobrado, numa posição sensual que fazia sobressair sua bunda bonita e desejada, que o cara aproveitava para pegar com as duas mãos, acariciando carinhosamente, como agradecendo por todo o prazer que ela deu, enquanto terminavam o beijo safado de despedida, prometendo se encontrar de novo para mais momentos como aquele.

Enquanto isso, a gente: Nino se levantou e, excitada com tudo que viu, me pegou pela mão e quase me arrastou para o quarto dela. Trancamos a porta, ela me sentou na cama e, rápido por causa do tesão, puxou meu pijama e minha cueca de uma vez, fazendo meu pau duro pular como uma mola, apontando desafiador e pulsando para cima. Sem esperar mais, ela se ajoelhou na minha frente, pegou ele com as mãozinhas e começou dando lambidas e beijinhos na minha cabecinha dura. Depois, abrindo a boquinha, engoliu ele inteiro para iniciar um boquete gostoso, de um jeito tão rápido que achei que ela queria engolir ele todo. Era tanto tesão por causa de tudo que a gente tinha visto minutos antes na sala, que senti aquele boquete quase selvagem. Peguei ela pelos cabelos para guiar e desacelerar o sexo oral frenético que eu tava recebendo, e vendo como meu pau entrava e saía da boquinha dela, lembrei que eu tava comendo minha irmãzinha de novo, agora pela boca linda e sensual dela. Aproveitando o momento, sentia a língua molhada dela acariciando meu tronco, via extasiado como meu pau duro aparecia brilhando e sumia quase inteiro na boca dela. Experiência a Nino tinha, e de sobra, pelo jeito que ela fazia. Lembrei que ela tava me chupando muito melhor do que o velho do seu Manuel na mesma sala da nossa casa, uns momentos tinham enrabado nossa mãe, era tanto prazer que eu sentia, que achei que a qualquer momento ia soltar todo meu gozo na boca dela, ela percebeu isso, e interrompeu a gostosa mamada, e com voz sensual: -*Espera irmãozinho, guarda seu gozo pra me dar no lugar que te prometi….., ela dizia tudo isso com meu pau na mão, que pulsava de emoção e prazer. Nisso, ouvimos no quarto ao lado da nossa mãe, ela entrando no banheiro pra se lavar, com certeza pra limpar os fluidos que o Antonio injetou no cu dela, o pau dele, depois de um tempo, silêncio, com certeza mamãe já tava dormindo e descansando da enrabada que levaram. Nos levantamos da cama, e ficamos de pé nos olhando, como se desafiássemos quem dava o próximo passo, me animei e comecei a acariciar seus lindos e redondos seios, ela chegou mais perto de mim, e colocou os braços no meu pescoço, começamos a nos beijar ardentemente, brincando com nossas línguas, enquanto segurava sua cintura, esfregava meu pau no seu púbis, já acariciava suas costas, descendo lentamente minhas mãos até suas bundas firmes, carnudas e empinadas, acariciando e apertando aquela bunda linda tão desejada por muitos, e que agora eu tinha nas mãos, sentindo que era só minha, coloquei meus dedos dentro da sua sexy calcinha vermelha, pra baixar devagar até tirar, tudo isso sem parar de beijá-la; minha irmãzinha começou a respirar ofegante, quando sentiu minhas mãos acariciarem seus pelos pubianos macios, e os lábios molhados da sua buceta gostosa, procurando e encontrando seu botãozinho do prazer, com isso ela começou a gemer: -*Mmmmmhhh irmãozinho, que gostoso você me acaricia aí, aaaahhhh continua assim irmãozinho, depois me conta quem te ensinou a acariciar e fazer uma mulher sentir prazer, mmmmghhhh……., ronronava como uma gatinha enquanto me beijava com mais excitação e paixão, com dificuldade consegui me afastar um pouco pra aproveitar o estado de prazer dela, pra mostrar que o que eu sabia de sexo e de dar prazer, aprendi ensinaram as fantasias sexuais e sonhos eróticos que durante toda minha adolescência eu tinha com as bundas lindas e desejadas dela e da minha mamãe, mandei ela se deitar na cama de bruços, na hora me coloquei por cima dela, beijando e lambendo seu pescoço, suas costas, até chegar na sua bela bunda, peguei com as duas mãos e abri um pouco, vendo com devoção aquele lindo e precioso cuzinho e mais embaixo sua não menos linda, gostosa, bonita e preciosa bucetinha molhada. Não esperei mais e comecei a comer aquelas delícias, com lambidas suaves e firmes naqueles canais divinos, minha irmã gemia e se contorcia de prazer que recebia da minha língua irreconhecível e habilidosa, depois de alguns minutos dando esse tratamento oral, mandei ela colocar dois travesseiros debaixo da barriga, conforme aprendido antes, hehehe, quando enfiaram na nossa mãe, deixando a bunda gostosa dela levantada, numa posição que mostrava sua bunda linda, me aproximei daquela beleza, peguei meu pau duro, abri suas nádegas e enfiei como se fizesse isso há anos, de uma só vez na sua caverna vaginal molhada, dando uma série de metidas, segurando firme na sua cintura, me sentia no paraíso, tendo assim minha irmãzinha, comendo ela num ritmo gostoso, gemendo os dois do prazer que nos dávamos, sentia que a qualquer momento ia gozar meu leite de novo, agora dentro dela, ela percebeu de novo por me sentir tenso prestes a terminar e parou o vai e vem, recuando e deixando meu pau duro enfiado até o fundo da sua buceta molhada, segurando minha bunda para eu não me mexer, pensei, como o nino é esperto pra saber que a gente tá quase gozando, onde será que aprendeu, segundo ela não tinha muita experiência, mas tava me beneficiando: -*Espera um pouco cristian quero que você saiba que nenhum dos que me comeram eu deixei me dar pelo cu acho que seu pau lindo foi feito pro meu cu, e confio que você vai me fazer gozar muito bem, sem me machucar, e te prometo Desde agora, minha bunda é sua, e você vai ser o primeiro a aproveitar ela. E como promessa é dívida, aqui está ela, toda à sua disposição. Pegando meu pau com a mãozinha dela, ela tirou da bucetinha dela e colocou a ponta do meu piru bem na entrada do cuzinho dela, depois de lubrificar com os próprios sucos dela. —*Agora sim, maninho, começa a arrebentar meu cu, igual fizeram com a mamãe há pouco, mas vai devagar, amor, vai, me come logo — ela falou com a voz cheia de tesão. Nisso, meu pau ficou mais duro do que já tava, e eu segurei as nádegas dela pra começar a penetrar devagar e firme, mesmo com um pouco de dificuldade. Ela ajudava relaxando e recuando a bunda em minha direção. Vi que aos poucos o esfíncter dela ia cedendo às minhas investidas, porque minha cabeça ia sumindo dentro daquele cu divino. Fiquei parado um instante pra ver como ela tava, já que sentia ela tensa e quieta às vezes. Achei que tava machucando ela: —*Nino, cê tá bem, maninha? Tá doendo? *Não, maninho, não tá doendo, continua metendo, assim devagar, cê tá indo muito bem. Mmmmmhhhhhaaahh, que gostoso, não tira, continua me comendo assim, suave. Aaaaaahhhh, gostoso, mmmmmhhh, mete mais um pouco, que eu tô gostando disso. Aaaaaaahhhh, continua, continua, por favor, mmmmmhhhh... E eu, o adolescente mais feliz de todos os adolescentes, continuei. —*Oooohhhhh, cê tá gostando de eu arrebentar seu cuzinho gostoso, hein, maninha? —*Aaaaaahhhhhh, sim, sim, tô gostando, sinto um prazer gostoso no meu cu, mmmmmhhhh, assim, mete mais do seu pau gostoso que tá me fazendo gozar, aaaahhhhh, sinto você me enchendo toda, querido maninho, vai em frente e mete tudo de uma vez, já, já, aaaaarrrggghhhh, Cristian, pelo amor de Deus, mete logo seu pau inteiro de uma vez, vai, que você me deixou toda queimando, empurra com tudo, seu cabrão, aaaarghhhhhhgghh... Diante de um pedido tão gostoso e dos gemidos da minha maninha gostosa, eu quase subi em cima da bunda dela e, com uma última estocada, enterrei tudo. toda a minha pica, dentro da bunda faminta dela, AAaaaaaaggghhhh, gritamos os dois ao mesmo tempo, ficando exaustos pelo esforço, e com minha pélvis colada nas nádegas dela, assim como minhas bolas beijando a buceta encharcada dela, numa posição inimaginável e excitante, e pensei eufórico, ¡!de novo estou dentro do corpo da minha querida irmãzinha nino, e agora na sua bunda linda, gostosa e desejada¡, que era e é o desejo de tantos e tantos homens que a conhecem, e ali eu tinha ela só pra mim, Ufff, me tirou dos meus pensamentos o movimento de quadril que ela começou a fazer, eu acompanhei o ritmo, num movimento gostoso e prazeroso de trepar, firme nas suas lindas cadeiras, comecei a comer ela bem gostoso, com movimentos rítmicos e compassados entre a bunda da minha irmãzinha e minha pica dura dentro dela, depois de um tempo parei um pouco pra prolongar o prazer, e foi a nino que mexia a bunda dela, recuando pra mim e sozinha, sem dificuldade, enfiava minha pica. -*Oooooohhhhhhhhh, que gostoso isso, você tá gostando irmãzinha, como eu tô comendo essa bunda gostosa que você tem e que agora é só minha, mmmmmhhhh. *Aaaaaahhhhh, sim irmãozinho, que gostoso você tá me comendo, e assim é meu amor, minha bunda agora é só sua, ooohhhhhh, amor, que gostoso eu sinto, continua me dando duro, aaaahhhhm, continua, continua cristian, não para, que já vou gozar, ooooaaaaaaaahhhhhhh, ela gritou ao sentir a chegada do seu tremendo orgasmo. *Ooohhhhhh, nino, que gostoso sua bunda aperta minha pica, e como você mexe bem, como você aprendeu direitinho com nossa mãezinha, aaaahhhh, não aguento mais irmãzinha, vou gozar também, ooohhhhhh,, e minha irmã ninosca ajudando a aproveitar mais o momento, contrai o esfíncter contra minha pica me dando o máximo prazer, e mexendo as nádegas em círculo, igual a mamãe fez ainda agora, com tudo isso não aguentei mais, e gozei brutal e abundantemente, inundando de porra a bunda gostosa e quente dela, gemendo os dois: ---*Aaaahhhhh, Ooohhhhhh, que lindo isso, foi, foi algo incrível como a gente trepou, Ufff, isso é o máximo Do prazer... Ufff... Nós dois resfolegamos exaustos e satisfeitos... Terminamos acabados, e eu mais ainda, que caí pesado sobre o corpo dela, com meu pau ainda enfiado no cu dela, que foi perdendo a rigidez aos poucos, até que saiu sozinho. Me acomodei ao lado dela, abraçados e felizes os dois, pelo que acabávamos de viver. Nos cobrimos porque já estava aquele frescor da madrugada, embora nossos corpos ainda estivessem quentes da fodida no cu que eu dei na minha irmã gostosa e de rabão. Eu ia dormir, quando Nino me confessou que, durante a festa passada, quando minha mãe e nosso irmão Antônio dançavam e eu me distraí, eles saíram lá fora — segundo eles, iam fazer uma ligação —, ela seguiu eles até fora e viu como Antônio estava com a nossa mãe, com a legging dela totalmente abaixada, metendo nela. Mas ela decidiu não contar nada. Por isso, não ficou surpresa que nosso irmão estivesse comendo a própria mãe. Então, resolvi usar isso a meu favor para conseguir um ménage, afinal, tanto minha mãe quanto minha irmã já tinham experimentado o incesto. Principalmente minha mãe, que era a mais fogosa das duas.

2 comentários - Minha mãe e irmão cap2

Estuvo bueno, me dio risa que ella te llevó a rastras a la habitación y seguro tú embobado mirando como siguen chapando xD