A última parte que contei foi como, depois que o José gozou nos meus peitos, eu, feito uma puta no cio, sentei em cima da pica dele pra dar mais uma foda. Subi até ficar de costas pro José e deixar minha bunda na altura da pica dele. O José falou baixinho: "mami, levanta um pouco". Eu obedeci, me levantando enquanto ele guiava a pica dele em direção à minha pussy, e fui descendo devagar, conseguindo enfiar toda aquela pica. Já com a pica dentro de mim, comecei a cavalgar o José um pouco mais devagar pra não fazer barulho. Sentia que a pica dele não tava completamente dura, já que ele tinha gozado antes, mas mesmo assim tava uma delícia. Fiquei cavalgando e cavalgando o José por mais de 5 minutos, enquanto ele mantinha as mãos na minha cintura, me guiando em cada subida e descida, até que apertou minha cintura com um resfôlego, mostrando que tinha gozado de novo. Ele tirou a pica da minha pussy e se afastou, sentando do meu lado na cama. O José, que ficou deitado depois de uns suspiros, levantou o abdômen e, me puxando pelos ombros, me deitou de peitos pra cima pra começar a chupar meus peitos enquanto descia a mão até minha xereca. Começou a acariciar meus pelinhos e a passar os dedos por toda a minha buceta até enfiar um dedo e começar a me masturbar. Eu encolhia e apertava as pernas com a sensação maravilhosa que tava sentindo, me aproximei do rosto dele pra beijá-lo enquanto ele continuava me masturbando cada vez mais forte. Nessa hora, o José enfiou outro dedo, e agora eram dois dedos me fodendo. Senti um prazer inexplicável, não sabia como reagir: mordia o lençol, beijava ele, mordia meus dedos, tapava a boca pra não gemer alto, até que não aguentei mais e, soltando um gemidinho abafado, gozei de novo.
Depois dessa rapidinha de sexo, a gente ficou deitado um do lado do outro pra dormir o que restava da noite. De manhã cedo, meu filho, por costume, acordava cedo pra ver os desenhos dele, então fiquei sozinha de novo com o José, que continuava dormindo do meu lado, peladão, com o pau mole virado pra um lado. Acho que na hora que meu filho saiu do quarto, eu levantei pra preparar o café da manhã pra ele e pro José. Saí igual à noite, só de roupão, sem nada por baixo, fiz o café, sentei meu filho pra comer e fiquei ali até ele terminar. Já tinha passado um tempão e nada do José aparecer. Levei meu filho de volta pra sala pra ele continuar vendo os desenhos e, enquanto trocava o vídeo, ouvi a porta do meu quarto abrir. O José saiu do quarto com passos silenciosos, fazendo sinal de silêncio, mas o que me chamou a atenção foi que ele saiu pelado mesmo, sem vergonha nenhuma, indo pro banheiro sem tentar se cobrir ou se esconder atrás de algo. Pelo contrário, ele pegou no pau, que já tava durasso, e ficou acariciando enquanto me sorria. Assim que o José entrou no banheiro, deixei meu filho e fui até lá. Na porta do banheiro, ouvi ele mijando — aquele som que sempre achei nojento, mas com o José me dava tesão. Esperei ele sair do banheiro e, assim que abriu a porta, peguei ele pela mão e guiei de volta pro meu quarto.
Embora o caminho do meu quarto fosse bem curto, era tão excitante pra mim passar atrás do meu filho, com um preto completamente pelado. Já dentro do meu quarto, começamos a nos beijar até cair na cama. O José passava as mãos por todo o meu corpo enquanto eu também passava as minhas pelas costas musculosas dele. Nesses movimentos, ele levantou meu roupão, deixando à mostra minha bucetinha, que já estava vermelha de tanto sexo, pra que, num empurrão, o José enfiasse o pau todo. Nessa posição, eu só consegui levantar um pouco as pernas pros lados do José pra ele começar a me comer gostoso. O José tava como um touro me comendo, me fazia gemer e gemer a cada estocada, me comia com a mesma força da primeira vez que transamos. Só entre beijos ele falava "cê gosta do seu café da manhã?" "pede pra eu te comer" "cê gosta de sexo matinal?" Eu só gemia, gemia e gemia sem levantar muito a voz, mas também respondia "me come, me come mais forte, mais forte" "que pau preto gostoso aaa". Ficamos uns 10 minutos nessa posição até que, nesses impulsos, o José se afasta do meu corpo e tira o pau pra gozar nos meus pelos... Depois da gozada, o José ficou de pé enquanto eu ainda tava deitada, exausta e ofegante. O José me fala "que buceta gostosa" "cê pode limpar meu pau?" Eu afirmo com a cabeça e ele se aproxima, colocando o pau na minha boca, ao que reagi chupando primeiro a cabeça e passando a ponta da língua no buraquinho onde saía a porra gostosa dele. Não tentei enfiar o pau todo na boca, só passei a língua por todo o pau dele, sentindo o sabor do pau e dos meus fluidos num gosto misturado. Ele não me deixou chupar o pau por muito tempo, mas pegou ele pra começar a bater nos meus lábios e nas minhas bochechas com ele, enquanto falava "que gostoso" "aaa" "aaa".
Depois disso, só conversamos um pouco sobre como foi bom e como íamos manter o segredo pra poder repetir quantas vezes quiséssemos (como prelúdio, tenho que dizer que foram vários encontros depois disso). Também planejamos como ele ia sair do meu apartamento, e o mais difícil: como sair do quarto sem que meu filho visse. Mas não teve problema com o apartamento, porque o porteiro do prédio era amigo dele. E sobre meu filho, enquanto o José se vestia, saí primeiro pra ver o que ele tava fazendo. Encontrei ele dormindo no sofá, então falei pro José sair rápido e comer um pouco. O café da manhã foi rápido e normal; toda vez que a gente se olhava, a gente ria, até ele terminar de comer. O José se despediu de mim com um beijo rápido, dizendo que tinha passado a melhor noite da vida dele, e eu respondi algo parecido. Assim que ele saiu do meu apartamento, comecei a limpar a cozinha e lavar a louça, sem parar de lembrar das sessões de sexo intensas. Entrei no banheiro e demorei umas horas me ensaboando e me limpando pra perder o cheiro de sexo que tava saindo de mim. Quando terminei de tomar banho, me olhei no espelho, igual na noite passada, e comecei a rir, pensando que larguei meu lado de dona de casa pra virar uma puta por uma noite. Naquele dia, não saí do apartamento de jeito nenhum; só fiquei de roupão pela casa, passando creme no corpo e me massageando pra sumir com os chupões que o José tinha deixado.
Nos dias seguintes, eu conversava com o José por telefone, entre conversas normais e putarias que me deixavam com tesão e me faziam meter o dedo assim que a ligação terminava, porque eu não aguentava — ficava molhada e com a buceta vazia. Assim, com o passar dos dias, eu me transformei numa puta, porque durante toda a semana depois daquela noite de sexo com o José, nossas ligações viraram sexo telefônico: com o que ele me dizia, eu beliscava meus mamilos, enfiava os dedos e gemia no telefone, enquanto ele também ofegava se masturbando. Se vocês estão se perguntando por que o José não vinha no meu apartamento me comer, era porque meu filho mais velho veio passar uns dias comigo, já que o pai dele viajou, e também tínhamos combinado que nossos encontros seriam só nas noites em que o amigo dele estivesse de porteiro, ou nos dias em que ele viesse dar manutenção na piscina ou fazer algum serviço pros meus vizinhos. Assim, passamos duas semanas com ligações e punhetas virtuais. Eu não aguentava mais o tesão, queria a pica do José na minha boca ou na minha buceta, e não podia porque o filho da puta do pai dos meus filhos não voltava e meu filho ficava o tempo todo em casa. Mas num sábado, chegou a vez do controle da piscina e da poda das árvores. Então, na noite anterior, combinamos com o José o que faríamos pra ficar um tempinho sozinhos. De manhã cedo, levei meus filhos pra piscina. Eu vesti um shortinho curto sem calcinha e um roupão branco de praia. Num descuido dos meus filhos, escapei até onde o José estava, nos encontramos na sala das bombas, sem que meus filhos ou algum vizinho me vissem. Lá, o José me deitou pra começarmos a nos beijar e nos acariciar sem controle. Nos beijamos de língua enquanto dizíamos "senti sua falta", "tô com tesão", "tô com a pica dura", "quero te comer". O José começou a beijar meu pescoço enquanto eu desafivelava a calça dele pra começar a bater uma punheta. Enfiei a mão na cueca dele, sentindo a pica tão dura que, por instinto, quis me abaixar pra enfiar na minha boca. boca, mas José me parou dizendo “não dá tempo” “quero te comer agora”. Eu viro, e encostando numa bomba, ele levanta minha bata, abaixa meu short e se agacha pra passar a língua duas vezes da minha buceta até meu cu, cuspindo na minha buceta, pra depois se levantar e meter o pau dele de uma vez só. Ele começou a me comer rápido naquela posição, eu sentindo o que tanto queria, o pau dele entrando e saindo da minha buceta que tava o mais molhada possível. José ofegava e ofegava enquanto eu só aguentava gemer forte. A gente ficou transando um tempo até ele dizer “não quero gozar”. Eu respondi “não, me dá mais forte” “me fode mais” “me fode mais” “quero teu pau”. José não me ouviu e tirou o pau da minha buceta pra se masturbar e gozar no chão. Eu fiquei puta da vida e puxei meu short de uma vez, já que esperei tanto tempo pra uma sessão tão curta. José, me vendo brava, me puxou e disse “me desculpa, mãe, mas não temos muito tempo” “é só uma rapidinha” “te compenso outro dia”. Eu continuei puta e saí do quarto. Fui pra piscina, e meus filhos, quando me viram chegar, perguntaram onde eu fui. Só falei “no banheiro” e eles continuaram nadando. Eu ainda tava brava e pior, ainda mais com tesão, porque senti o pau do José mas por pouco tempo… não tive outra alternativa quando subi pro meu apartamento senão me masturbar no chuveiro, lembrando da noite inteira de sexo que a gente tinha tido antes e da sessão de sexo na piscina, que foi gostosa mas curta. Dependendo da recepção dessa história, vejo se continuo escrevendo mais dessa história. Saudações. Não sou profissional escrevendo e não pretendo me tornar. Se não gostaram, não leiam e também não deem conselhos que não pedi KKKKK, valeu.
Depois dessa rapidinha de sexo, a gente ficou deitado um do lado do outro pra dormir o que restava da noite. De manhã cedo, meu filho, por costume, acordava cedo pra ver os desenhos dele, então fiquei sozinha de novo com o José, que continuava dormindo do meu lado, peladão, com o pau mole virado pra um lado. Acho que na hora que meu filho saiu do quarto, eu levantei pra preparar o café da manhã pra ele e pro José. Saí igual à noite, só de roupão, sem nada por baixo, fiz o café, sentei meu filho pra comer e fiquei ali até ele terminar. Já tinha passado um tempão e nada do José aparecer. Levei meu filho de volta pra sala pra ele continuar vendo os desenhos e, enquanto trocava o vídeo, ouvi a porta do meu quarto abrir. O José saiu do quarto com passos silenciosos, fazendo sinal de silêncio, mas o que me chamou a atenção foi que ele saiu pelado mesmo, sem vergonha nenhuma, indo pro banheiro sem tentar se cobrir ou se esconder atrás de algo. Pelo contrário, ele pegou no pau, que já tava durasso, e ficou acariciando enquanto me sorria. Assim que o José entrou no banheiro, deixei meu filho e fui até lá. Na porta do banheiro, ouvi ele mijando — aquele som que sempre achei nojento, mas com o José me dava tesão. Esperei ele sair do banheiro e, assim que abriu a porta, peguei ele pela mão e guiei de volta pro meu quarto.
Embora o caminho do meu quarto fosse bem curto, era tão excitante pra mim passar atrás do meu filho, com um preto completamente pelado. Já dentro do meu quarto, começamos a nos beijar até cair na cama. O José passava as mãos por todo o meu corpo enquanto eu também passava as minhas pelas costas musculosas dele. Nesses movimentos, ele levantou meu roupão, deixando à mostra minha bucetinha, que já estava vermelha de tanto sexo, pra que, num empurrão, o José enfiasse o pau todo. Nessa posição, eu só consegui levantar um pouco as pernas pros lados do José pra ele começar a me comer gostoso. O José tava como um touro me comendo, me fazia gemer e gemer a cada estocada, me comia com a mesma força da primeira vez que transamos. Só entre beijos ele falava "cê gosta do seu café da manhã?" "pede pra eu te comer" "cê gosta de sexo matinal?" Eu só gemia, gemia e gemia sem levantar muito a voz, mas também respondia "me come, me come mais forte, mais forte" "que pau preto gostoso aaa". Ficamos uns 10 minutos nessa posição até que, nesses impulsos, o José se afasta do meu corpo e tira o pau pra gozar nos meus pelos... Depois da gozada, o José ficou de pé enquanto eu ainda tava deitada, exausta e ofegante. O José me fala "que buceta gostosa" "cê pode limpar meu pau?" Eu afirmo com a cabeça e ele se aproxima, colocando o pau na minha boca, ao que reagi chupando primeiro a cabeça e passando a ponta da língua no buraquinho onde saía a porra gostosa dele. Não tentei enfiar o pau todo na boca, só passei a língua por todo o pau dele, sentindo o sabor do pau e dos meus fluidos num gosto misturado. Ele não me deixou chupar o pau por muito tempo, mas pegou ele pra começar a bater nos meus lábios e nas minhas bochechas com ele, enquanto falava "que gostoso" "aaa" "aaa".
Depois disso, só conversamos um pouco sobre como foi bom e como íamos manter o segredo pra poder repetir quantas vezes quiséssemos (como prelúdio, tenho que dizer que foram vários encontros depois disso). Também planejamos como ele ia sair do meu apartamento, e o mais difícil: como sair do quarto sem que meu filho visse. Mas não teve problema com o apartamento, porque o porteiro do prédio era amigo dele. E sobre meu filho, enquanto o José se vestia, saí primeiro pra ver o que ele tava fazendo. Encontrei ele dormindo no sofá, então falei pro José sair rápido e comer um pouco. O café da manhã foi rápido e normal; toda vez que a gente se olhava, a gente ria, até ele terminar de comer. O José se despediu de mim com um beijo rápido, dizendo que tinha passado a melhor noite da vida dele, e eu respondi algo parecido. Assim que ele saiu do meu apartamento, comecei a limpar a cozinha e lavar a louça, sem parar de lembrar das sessões de sexo intensas. Entrei no banheiro e demorei umas horas me ensaboando e me limpando pra perder o cheiro de sexo que tava saindo de mim. Quando terminei de tomar banho, me olhei no espelho, igual na noite passada, e comecei a rir, pensando que larguei meu lado de dona de casa pra virar uma puta por uma noite. Naquele dia, não saí do apartamento de jeito nenhum; só fiquei de roupão pela casa, passando creme no corpo e me massageando pra sumir com os chupões que o José tinha deixado.
Nos dias seguintes, eu conversava com o José por telefone, entre conversas normais e putarias que me deixavam com tesão e me faziam meter o dedo assim que a ligação terminava, porque eu não aguentava — ficava molhada e com a buceta vazia. Assim, com o passar dos dias, eu me transformei numa puta, porque durante toda a semana depois daquela noite de sexo com o José, nossas ligações viraram sexo telefônico: com o que ele me dizia, eu beliscava meus mamilos, enfiava os dedos e gemia no telefone, enquanto ele também ofegava se masturbando. Se vocês estão se perguntando por que o José não vinha no meu apartamento me comer, era porque meu filho mais velho veio passar uns dias comigo, já que o pai dele viajou, e também tínhamos combinado que nossos encontros seriam só nas noites em que o amigo dele estivesse de porteiro, ou nos dias em que ele viesse dar manutenção na piscina ou fazer algum serviço pros meus vizinhos. Assim, passamos duas semanas com ligações e punhetas virtuais. Eu não aguentava mais o tesão, queria a pica do José na minha boca ou na minha buceta, e não podia porque o filho da puta do pai dos meus filhos não voltava e meu filho ficava o tempo todo em casa. Mas num sábado, chegou a vez do controle da piscina e da poda das árvores. Então, na noite anterior, combinamos com o José o que faríamos pra ficar um tempinho sozinhos. De manhã cedo, levei meus filhos pra piscina. Eu vesti um shortinho curto sem calcinha e um roupão branco de praia. Num descuido dos meus filhos, escapei até onde o José estava, nos encontramos na sala das bombas, sem que meus filhos ou algum vizinho me vissem. Lá, o José me deitou pra começarmos a nos beijar e nos acariciar sem controle. Nos beijamos de língua enquanto dizíamos "senti sua falta", "tô com tesão", "tô com a pica dura", "quero te comer". O José começou a beijar meu pescoço enquanto eu desafivelava a calça dele pra começar a bater uma punheta. Enfiei a mão na cueca dele, sentindo a pica tão dura que, por instinto, quis me abaixar pra enfiar na minha boca. boca, mas José me parou dizendo “não dá tempo” “quero te comer agora”. Eu viro, e encostando numa bomba, ele levanta minha bata, abaixa meu short e se agacha pra passar a língua duas vezes da minha buceta até meu cu, cuspindo na minha buceta, pra depois se levantar e meter o pau dele de uma vez só. Ele começou a me comer rápido naquela posição, eu sentindo o que tanto queria, o pau dele entrando e saindo da minha buceta que tava o mais molhada possível. José ofegava e ofegava enquanto eu só aguentava gemer forte. A gente ficou transando um tempo até ele dizer “não quero gozar”. Eu respondi “não, me dá mais forte” “me fode mais” “me fode mais” “quero teu pau”. José não me ouviu e tirou o pau da minha buceta pra se masturbar e gozar no chão. Eu fiquei puta da vida e puxei meu short de uma vez, já que esperei tanto tempo pra uma sessão tão curta. José, me vendo brava, me puxou e disse “me desculpa, mãe, mas não temos muito tempo” “é só uma rapidinha” “te compenso outro dia”. Eu continuei puta e saí do quarto. Fui pra piscina, e meus filhos, quando me viram chegar, perguntaram onde eu fui. Só falei “no banheiro” e eles continuaram nadando. Eu ainda tava brava e pior, ainda mais com tesão, porque senti o pau do José mas por pouco tempo… não tive outra alternativa quando subi pro meu apartamento senão me masturbar no chuveiro, lembrando da noite inteira de sexo que a gente tinha tido antes e da sessão de sexo na piscina, que foi gostosa mas curta. Dependendo da recepção dessa história, vejo se continuo escrevendo mais dessa história. Saudações. Não sou profissional escrevendo e não pretendo me tornar. Se não gostaram, não leiam e também não deem conselhos que não pedi KKKKK, valeu.
0 comentários - Meu filho interrompeu enquanto eu dava pra um negão pt3