Ajudei o vizinho na escada

Era sábado e, pra ser sincera, queria ficar na cama, mas os vizinhos do apartamento do lado já tinham começado a discutir cedo e tavam fazendo um puta barulho. Então me conformei e levantei, coloquei a água pra fazer mate enquanto entrava no Tinder pra ver o que achava. Nada, como sempre, as 25 fotos de pinto no privado de caras que nunca vão marcar nada. Pensei: "Pelo menos tenho as fotos." Tinha umas rolas meia-boca até que decentes.

Nisso, ouvi um xingão e uma batida de porta. Como tava sem nada pra fazer, espiei pra ver o que rolava. Lá estava meu vizinho com cara de bunda no corredor. Tinha saído de pijama. É um cara de uns 50 anos, alto e meio grisalho. É gostoso, pra falar a verdade. Quando me viu, me cumprimentou e pediu desculpas. — Cê já deve estar cansado dos barulhos, né? — Sem problema, quase não dá pra ouvir. Menti. Perguntei se precisava de algo. — Nada, obrigado. Deve ser complicado morar do nosso lado, eu e minha mulher estamos nos dando muito mal.

Ele me contou que já tava casado há vários anos e que a esposa tinha começado com um negócio de ciúmes e isso fazia eles brigarem direto. — Mas cê dá motivo, né? — Não, nem fodendo, só saio pra ir trabalhar. — É, mas pra chifrar ela também não precisa sair do prédio, se for o caso. — Exato, haha. E ele disse: — Eu é que devia ter suspeitas, faz tempo que ela me afasta. — Bom, cê sabe, o cansaço, o estresse, às vezes dificultam tudo. — Estresse? Se eu fosse infiel não taria tão estressado, faz tempo que quero me aproximar e ela tá distante.

— Mas que onda, faz tempo que não fazem nada? — É, uns meses. — Que merda! Imagino como cê deve estar, falei e sem querer olhei pro volume dele... digo, como cê deve estar. Me corrigi na hora. Ele baixou o olhar. Nisso, saiu a velha que mora no apartamento do fundo com o carrinho de compras, pra dar passagem ele se encostou na parede e eu me aproximei um pouco, quase colado. A véia passou, mas eu fiquei um tempinho assim, e ele também não se mexeu. Como ninguém se mexia, apoiei um Passei a mão de leve, como ele continuou sem se mexer, eu agarrei.
Senti que na hora ele endureceu.
— Que falta que te faz! — falei.
Ele só engoliu seco.
— Vamos descer um pouco, afinal todo mundo usa o elevador.
Ele concordou e descemos para o patamar da escada.
Lá, enfiei a mão por baixo do pijama dele, tava bem dura. Me aproximei pra beijá-lo, mas ele virou o rosto. Parece que beijar um homem é coisa de viado.
Abaixei um pouco a calça dele, tirei o pau pra fora. Era comprido e duro. Sem depilar, tinha uns pelos brancos.
Acariciei as bolas dele, fiquei atrás e comecei a masturbá-lo.
Ele esticou uma mão pra trás e apertou minha coxa.
Respirava mais ofegante. Soltei o pau dele e me ajoelhei. Chupei as bolas dele e depois coloquei o pau na boca.
Ele falou baixinho: — Tô quase gozando.
— Fica tranquilo, solta tudo, relaxa.
Continuei chupando, ele tremeu um pouco e senti o esperma jorrando na minha boca.
Engoli tudo e lambi os restos de porra do pau dele.
Me levantei. — Melhorou? — perguntei.
Ele só balançou a cabeça, tava de pé com o pau ainda meio duro.
— Se precisar, toca a campainha, sem problema.
Deixei ele lá e entrei na minha casa.

4 comentários - Ajudei o vizinho na escada

Urba50 +2
Hola. Si querés que te pija avísame y te hablo

Ajudei o vizinho na escada
uff cuando quieras
Me encantaría comerte la polla esa se ve divina
Que buenos beneficios tiene vivir en edificio...lo q uno se pierde lpm
GIEGUI
Yo sería un vecino así de gauchita