PDB31 Me conta o que você pensa...




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Compêndio III


·Caralho! Cada vez que a gente transa, parece melhor que da última vez! – ela exclamou, ofegante. Eu a observei em silêncio...·Por favor, não me diga que só eu gostei! - ela me olhou preocupada. - Fala alguma coisa!PDB31 Me conta o que você pensa...Eu ri.

- O que você quer que eu diga? Você sabe o que eu penso...

Ele me deu um tapinha na barriga e riu...
·Caralho! Lá vai você de novo! Você tem que fazer isso de um jeito estranho!

Mas não posso negar. Fazer amor com a Emma é viciante.

Emma me olhava brilhando de satisfação, com um sorriso genuíno desenhado em seus lábios. Seus olhos, radiantes e vivos, refletiam sua felicidade ao me ver. Os cantos de sua boca se curvavam levemente para cima em deleite, acentuando o rosado de suas bochechas. Mas também percebia uma certa suavidade em sua expressão, um calor genuíno que emanava de seu interior enquanto me contemplava, que me dava a impressão de que, para ela, tudo estava bem no mundo e que ela não poderia se sentir mais do que grata pela minha presença.

- Mas por que você se contenta comigo?
·Do que você tá falando?

- Por que você não procura outra pessoa? – perguntei confuso.

Emma sorriu de modo safado.
·Por quê? Você não me acha atraente? - replicou, tentadora.

Um dos encantos de Emma é que ela sabe combinar sua desconfiança com sua beleza.

- Não, não é isso. É que você está facilitando demais para o que você vale.
·O que você quer dizer? – perguntou, me olhando cativada.

- É que você se contenta com a gente se ver uma vez por semana.

Emma riu docemente…
·Você tá dizendo que não quer mais ser meu "amigo colorido"? – perguntou, divertida.Loira peitudaE mesmo que ela estivesse deitada sobre mim, com seus olhos brincalhões e nossos corpos cansados e suados pela disputa física, ainda assim, eu a olhava com ternura e acariciava seu rosto com carinho.

- Vamos, Emma! Você sabe que não vejo você assim.

Minhas palavras a deixaram envergonhada novamente, ignorando mais uma vez o sentimento que tem surgido entre nós nessas últimas semanas.

Enquanto observava Emma detalhadamente, sua beleza me afetou de novo, embora não se trate apenas de seu atrativo físico e das curvas de seu corpo. Certamente, ela tem o charme de uma esposa tradicional, com seu comportamento gracioso e seu sorriso caloroso. Mas há muito mais nela do que os olhos podem perceber.

O que realmente me cativou em Emma é sua inteligência e atitude brincalhona, sua habilidade de me desafiar em debates inteligentes e me manter alerta. Ela tem um jeito de fazer os momentos mais mundanos parecerem excitantes e divertidos, e me vi atraído por sua personalidade magnética.

Mas além de seu charme e carisma, é a força interna e a resiliência de Emma que a distinguem das outras mulheres. Ela é uma mulher orgulhosa, abnegada e um apoio confiável. O tipo de mulher, assim como Marisol, capaz de ficar ao seu lado nos bons e maus momentos. Uma mulher genuína e amorosa, que não se deixa levar pelo dinheiro ou status social, mas que valoriza qualidades como lealdade e integridade acima de tudo.

Mas também tem sua percepção sobre a maternidade. Apesar de ter Karen como filha, Emma é daquelas mulheres que não veem isso como um fardo a ser carregado pelo parceiro. Emma é responsável e consciente o suficiente para entender que o bem-estar de Karen é sua responsabilidade e não de outra pessoa. E embora reconheça a importância de uma figura paterna na vida de Karen, não é o tipo de mulher que força esse papel no parceiro.

Em poucas palavras, vi em Emma não só uma parceira, mas uma companheira de verdade. Alguém que pudesse me ajudar a crescer e evoluir, que estaria ao meu lado através dos desafios e triunfos da vida. No fundo, o tipo de mulher que pode construir uma vida com você, tijolo por tijolo, criando algo forte e duradouro juntos.

- Por que você não sai com alguém? Você é inteligente, atraente, gostosa e divertida.

Emma sorriu com ternura.
·Obrigada, Marco! Mas você sabe… não é tão simples assim. – respondeu hesitante.

- Por que não?
·Tá bom! Quer saber por que eu não saio em encontros? Tudo bem! É por causa da razão que me faz sentir a mulher mais feliz e orgulhosa do mundo! O nome dela é Karen!

A linguagem corporal dela mudou levemente enquanto me dava sua resposta, com as palavras carregando uma mistura de energia e frustração ao mesmo tempo. Quando mencionou Karen, sua postura se endireitou, os ombros se alinharam com orgulho e desafio, como uma declaração silenciosa de seu compromisso como mãe.

Mas ao mesmo tempo, um toque de vulnerabilidade, refletido em seus olhos que, antes brilhando com intensidade, se suavizaram levemente ao falar da filha, entregando em seu olhar uma calidez maternal que brilhava sobre o tom de frustração em sua voz que, apesar de energético, parecia suplicar discretamente por compreensão.

Não pude evitar me sentir agradecido e comovido ao estar com essa mulher complexa e inteligente, que me considerava digno de deitar ao seu lado.

Acariciei seu rosto, oferecendo o calor de quem a ama, e ela se deixou amar, como se se arrependesse de ter despejado sua frustração em mim.
·Tenho a Karen. A maioria dos homens não se interessa em sair com uma mulher que tem uma filha. É um fardo muito grande. – esclareceu ela, muito mais suave.

- É isso que eu não entendo. – eu disse, puxando-a para mim, abrigando seus seios nus no meu peito, em um abraço quente que me permitiu sentir o cheiro de seus cabelos. – Conheci a Karen e não a vejo como um fardo. Emma, você é uma mulher incrível e qualquer homem que se preze veria isso como uma vantagem.

Ela se afastou do meu abraço e me olhou cética.
·Você realmente acredita nisso, né? – sorriu de modo provocante, com um leve tom de sarcasmo.

Retribuí o sorriso.

– Com certeza – respondi, acariciando seus cabelos e me perdendo no brilho de seus olhos. – Olha, eu entendo. Apresentar a Karen para alguém novo pode ser assustador. Mas também acho que você precisa levar as coisas com calma. Não deveria apresentá-la logo de cara. Deixa o relacionamento se desenvolver primeiro.

Emma deu uma risadinha divertida.
·Ok, deixa eu ver se entendi. – exclamou, cheia de graça. – Você está dizendo para eu manter minha filha escondida? Por quanto tempo? Um? Dois meses? Você não acha que isso seria enganoso?

- De jeito nenhum. – respondi, mais sério. – É uma questão de precaução. Acho que você precisa ter certeza de que o cara está falando sério com você antes de envolver a Karen nisso. Senão, pode ser confuso para ela.
infidelidade consentidaEmma deu uma risada safada.·Sabe de uma coisa? Sua esposa é uma mulher de sorte. Tem um marido dotado e excelente no sexo, além de ser bem compreensivo. – comentou, acariciando-me carinhosamente. – E mesmo entendendo seu ponto de vista e agradecendo suas palavras, ainda acho difícil alguém aceitar a Karen e eu.

– Pode apostar! Não vai ser fácil! Mas acredito que existe alguém por aí que vai querer as duas. E até lá, você vai me ter ao seu lado.

E quando disse isso, seu olhar ficou sedutor, enquanto ela se mexia sutilmente.
·Sim… mas o sexo não vai ser tão bom assim.

Emma começou a se mexer suavemente. Nos beijávamos abertamente, mais como amantes do que simples "amigos de cama". Acariciava suas nádegas quentes e redondas, penetrando devagar. Dessa vez eu queria ficar por cima, beijando e acariciando essa ninfa deliciosa.
amiga de foda

·Mhmm! Eu queria ter te conhecido antes! – ela respondeu comovida, depois da minha primeira e profunda enfiada. – Assim, o pai da Karen seria você.

E mesmo sabendo que ela sentia aquilo de verdade, eu conhecia a verdade…

Quando Marisol me conheceu, eu já tinha perdido as esperanças e, francamente, não perdia tempo olhando para mulheres. No entanto, minha melhor amiga conseguiu enxergar o potencial que havia em mim e ficou ao meu lado, se tornando inseparável, a ponto de que, quando nos beijamos pela primeira vez, eu também me perguntei por que não tínhamos feito aquilo antes.
mae solteiraMas se eu tivesse conhecido a Emma, teria sido só mais um dos amigos dela: ela, a líder de torcida da escola; eu, o nerd otaku. Um abismo enorme nos separaria...PDB31 Me conta o que você pensa...Ainda assim, não tirava a refrescância do momento. Enquanto seus lábios se impregnavam nos meus, forçando meu pescoço para continuarmos nos beijando; seus seios generosos, macios e quentes se pressionavam sob meu peito e sua cintura se encaixava na minha, favorecendo o contato das nossas bocetas, e com suas pernas envolvendo minhas coxas, eu aproveitava para acariciar suas nádegas suadas e sedosas e puxá-la mais perto do meu corpo.·Ahhh! Você está tão fundo! Ahhh! Ahhh! Deus! Você nunca se cansa! Ahh! Ahhh! Continua assim! Continua assim! Ahh! Ahhh! Marco! Meu Deus! Meu Deus! Tão intenso! Ahhh! Ahhh! Vai, Marco! Vai, Marco! Assim! Assim! Isso, continua assim! Ahhh! Ahhh! Tão fundo! Isso! Aí! Ahhh! Ahhh! Você vai me matar! Ahhh! É tão bom! Vai, Marco! Vai, Marco! Me dá mais! Quero mais! Ahhhh! Ahhhh! Eu vou gozar de novo! Meu Deus! Meu Deus! Continua assim! Continua assim! Ahhhh! Ahhhh! Quero mais! Mais! Isso! Bem aí! Aí! Ahhh! Deus, Marco! Goza dentro de mim! Me enche de porra! Meu Deus! Meu Deus! Aggghhhhh!

E eu despejei intensamente nela, apertando sua xota e transbordando. Nos beijamos loucamente, nossas línguas se enrolando em nossas bocas, bebendo um do outro, embriagados de prazer.
·Caralho, Marco!... não sei como você não tem mais filhos... – comentou, rindo como uma louca. – Nunca senti tanto esperma quente na minha barriga... nem mesmo quando Wind e eu morávamos juntas.Loira peitudaDeitei satisfeito ao lado dela, para variar, ainda grudados pelas nossas bocetas.·Sabe?... às vezes, eu me masturbo pensando em como sua esposa faz, pra acalmar essa coisa insaciável... - exclamou com luxúria, mordendo o lábio de forma provocante.

E foi aí que minha mente deu um clique...

- E você não gostaria de conhecê-la?

Surpreendentemente, a ideia a impactou na hora.
·O quê? Não! Eu só estava brincando! – exclamou preocupada.

Mas bastou apenas uma modesta e tranquila estocada da minha cintura para acalmá-la…

– Mas qualé! Você disse que comigo, aceitaria ficar com outra mulher! – cobrei a palavra dela.

Ela gemeu de prazer…
·Mas sua esposa...

Beijei-a e a puxei contra mim, fazendo com que se perdesse no meu olhar.

- Ela também está louca para experimentar outra mulher de novo. – confessei, com um sorriso largo nos lábios.
infidelidade consentidaE foi aí que Emma finalmente pôde contemplar o quão vasto é o oceano de perversões que há na minha vida.Próximo post

1 comentários - PDB31 Me conta o que você pensa...

Trio en puerta.
Y por lo que tengo en mente, no uno, sino 2, para darle un poco de variedad a mi maravillosa conyúge. Gracias por comentar.