Pivetes rebeldes!

Ahtil e sua família árabe eram novos no bairro. Tinha muita família por aqui, basicamente tudo branquelo, menos a deles. Todos moravam numa casa grande que era espaçosa o bastante pra família inteira, tudo mulher, menos ele. Na família dele tinha a mãe, a irmã mais nova e a namorada. Todas compartilhavam várias características de aparência em comum. As tetas delas eram gigantescas, largas o suficiente pra passar dos braços e serem vistas por trás. Quando entravam num cômodo, apareciam primeiro por uns 5 segundos, antes do resto do corpo. Todas tinham lábios grossos e idiotas, que obviamente davam conta de um boquete descuidado e de beijos igualmente desleixados. As coxas delas eram grossas como casca de árvore, maiores que a bunda de qualquer outra mina. Elas seguravam um par de nalgas gigantescas, redondas e cheias de gordura que formavam um rabão monstruoso. Essas proporções eram ainda mais impressionantes de ver na irmã mais nova, por causa da baixa estatura dela. Ela era só um pouco mais baixa que ele, e pra quem olhava, parecia ainda mais impossível que uma coisinha tão pequena e fofa pudesse ser tão gostosa. A namorada do Ahtil era bem mais alta, tinha um pé inteiro de diferença. Diferente das outras, ela era sarada, o corpo coberto de músculos impressionantes, tudo como pequenas medalhas mostrando a força dela. Mas ela não era a mais alta. Esse prêmio era da mãe dele. Ela era notavelmente mais alta que a namorada, parecia impossível que coubesse em qualquer cômodo sem a cabeça bater no teto. Quando andavam, as tetas, coxas e rabetões balançavam em harmonia umas com as outras. Era tipo um chamado de acasalamento, convidando os caras por perto a imobilizá-las, enfiar o pau dentro e engravidá-las um monte de vezes. Mesmo quando não andavam, movimentos simples como respirar, virar a cabeça ou girar já bastavam pra fazer com que suas partes gostosas se mexessem como gelatina. A capacidade de reprodução delas só ficava ainda mais evidente com os quadris, que eram largos como uma ferrovia atravessando o campo, além de um par de lábios de buceta famintos que não conseguem evitar de aparecer em qualquer roupa que usem, formando um calcinha visível. No entanto, as roupas delas deixavam pouco para a imaginação. Mesmo que vestissem algo modesto, seus corpos absurdamente estupendos rasgavam, despedaçavam e esticavam até que fossem apenas pedaços de pano que mal seguravam suas partes trêmulas no lugar. Até as roupas adoráveis da irmã de Ahtil viravam basicamente roupa de praia. Na verdade, elas eram umas cadelas no cio. Infelizmente... Ahtil não conseguiu ser o criador ideal delas. Ele tinha o que só poderia ser descrito como uma "rola" árabe minúscula. O que os corpos delas desejavam era algo maior, mais grosso, mais capaz e mais branco. Todas compartilhavam o desejo de serem possuídas por um homem com uma rola assim. No entanto, todas amavam Ahtil, então guardaram esse desejo para si mesmas. É compreensível que ele quisesse proteger seu novo território. Ele tinha dado instruções para suas fêmeas não saírem de casa, e elas obedeceram por causa do amor que sentiam por ele. Um homem branco entrar em seu território atrás de suas fêmeas estava simplesmente fora de cogitação. Porém, um dia, um cheiro entrou pelas janelas. Era um cheiro único que chamou muito a atenção das fêmeas de Ahtil. "Uau, que cheiro é esse? Cheira tão bem! Quero sentir esse cheiro, corta e corta e corta e corta! Eu teci!" A irmã dele exclama em voz alta e aguda, que só serviu para fazê-la parecer ainda mais adorável e gostosa; e certamente era um tipo apropriado para o tamanho dela. "Mmm, que cheiro é esse, mamãe? Se mamãe não se engana, parece que tem um fedor forte de rola branca por perto! Com certeza é bem... apetitoso!" Ela diz enquanto lambe os lábios. A noiva olha ao redor do quarto e fareja. Deus, isso é...? Deus, eu só... Não aguento esse cheiro!" Ela confessa. Todas estavam curtindo o cheiro, evidente pela conversa e pelo jeito que as tetonas e as bucetas grossas começaram instintivamente a bater palmas, bater palmas, bater palmas por aquela carne branca. Identificaram a fonte do cheiro: um par de moleques superdotados andando lá fora. O olhar delas fixou neles enquanto caminhavam pelo território de Ahtil. Vendo isso, o árabe entra em pânico. Corre para as janelas e fecha todas para garantir que o cheiro não entre mais na casa, para desgosto das fêmeas. A fome delas por carne branca certamente não seria saciada hoje. Já faziam alguns dias desde o incidente do cheiro. Sem dúvida, foi humilhante para Ahtil ter passado por aquilo: teve que ouvir suas fêmeas cobiçando verbalmente um par de caras que não eram ele, a ponto de ter que intervir. Foi doloroso; e teria sido pior se ele soubesse o quão frustradas as garotas estavam. Parecia que aquilo foi só um incidente, um acontecimento pequeno que não se repetiria, agora que as janelas estavam fechadas e ele poderia viver o resto da vida com as mulheres como antes. No entanto, logo se provaria que isso estava errado. O incidente foi um presságio, uma profecia sombria de um acontecimento muito mais humilhante e devastador que viria a seguir. De repente, ele ouviu um baque forte na cozinha. Podiam ser os passos de uma das mulheres, mas eram diferentes de um jeito indescritível. Era a trombeta que um exército toca antes de entrar em batalha. Ele só tinha que investigar, esperando que não fosse nada. Quando Ahtil foi até a fonte do som, suas esperanças se desvaneceram. Diante dele, há 2 anões entrando em sua casa pelas janelas da cozinha. São 2 machos nus, invadindo seu território sem nem olhar para ele. Entram na cozinha pela janela, com as pirocas arrastando atrás. Suas pirocas enormes eram facilmente o característica mais marcante, eram grossas e largas, tipo um cano industrial usado pra transportar líquidos importantes; embora o líquido importante deles fosse o semen fértil e fedorento. Cada um tinha um par de bolas que pareciam ter o dobro do tamanho de uma bola de basquete. Ahtil não consegue evitar ficar sem palavras enquanto os vê entrar no quarto, com as picas deles atrás. Enquanto entravam na cozinha, as picas compridas continuavam se arrastando pra dentro. Continuaram, e continuaram, e continuaram, e continuaram até que, finalmente, o comprimento todo entrou no cômodo. Foi tão impressionante quanto intimidador. As picas gigantes deles agiam como um depósito cheio de masculinidade altamente concentrada. Num mundo onde as picas eram o valor de um homem, as de Ahtil tinham se tornado insignificantes quando os dois moleques estavam por perto. Além disso, tinham um fedor nojento que inundava o ambiente; marcando presença em espaços onde nem eles nem as picas estavam fisicamente ocupados. Ele tinha ficado puto com os dois caras que entraram no território dele por vontade própria. As picas deles o paralisam, mas ele encontra coragem pra falar. "S-Sai! Essa é minha casa!" Grita num tom que queria ser de raiva, mas o que saiu expôs o medo dele. A única reação adequada dos dois anões foi rir histericamente. O tom fraco de Ahtil foi só a cereja do bolo pra eles acharem que ele tinha algo a dizer sobre os assuntos de dois caras brancos e bem-dotados. "Que porra você acabou de falar pra gente? Seu idiota do caralho, não vamos sair não! Nós dois sabemos o que a gente cheira. Não é mesmo?" O que fala vira pro outro. "É, buceta árabe. Faz tanto tempo que a gente não come umas putas árabes boas! Elas são sempre gostosas pra caralho e loucas por carne branca, fresca e grossa! As mulheres brancas são tão sem graça perto delas!" O outro completa. Com tesão, decidem começar a tirar as capas que cobrem as picas deles. Os dois seguram elas pelas bases e movem pra frente. Pegam as pontas das picas e começam a pelar lentamente as capas. Quando o primeiro tira a dele, ouvem-se sons suaves vindo da camada de porra entre a capa e a pica sendo destruída. A mera presença dele fazia o fedor do cômodo ser mil vezes pior. Isso tornou o processo de descolar muito mais lento, embora eles estivessem acostumados. Finalmente, o filho da puta tira a dele, deixando a renda cair no chão com o interior gelatinizado exposto. Ele deixa a pica cair no chão da cozinha com um baque forte. Agora estava claro que aquelas capas não eram principalmente pra proteger os paus perfeitos deles dos elementos, mas sim pra não fazer outros caras se sentirem fracos demais só de olhar. O nível de medo em Ahtil simplesmente multiplicou ao ver ele nu. O buraco no cano de porra do homem branco de onde ele ia disparar a munição fedorenta agora também tava visível. Ahtil não podia enfrentar eles naquele momento. O outro tira a renda mais devagar. Enquanto faz isso, a pica dele começa a endurecer, ganhando um pouco de grossura e começando a levantar. "Porra... essa cavidade parece uma buceta arrastando meu pau...!" Ele pensa em voz alta. Solta a renda pra pegar a pica pelo eixo e começar a bater uma. Avança apressado, se apoiando na bancada da cozinha enquanto as mãos sobem e descem. Mesmo com a ponta coberta pela renda, o som e o cheiro do líquido pré-seminal nojento saindo ainda escapavam pro cômodo. Se Ahtil pudesse ver, se sentiria humilhado ao saber que o líquido pré-seminal do homem era mais grosso que a porra dele. O homem branco de pau grande basicamente tava fudendo a mão, empurrando no ar enquanto batia uma no pau enorme e imaginava uma gostosa árabe gordinha satisfazendo ele. "Deus, que O único que consigo pensar é dar um triplo creampie na buceta aberta de uma morena gostosa!" Ele grita enquanto continua, o ritmo aumentando, até que finalmente enlouquece. A arma dele dispara uns bons jatos de porra nojenta, grossa e pesada, que incha a cavidade quando toca as laterais, manchando os lados por dentro antes de se acumular na ponta. A ponta do cano continuava se expandindo, como um balão enchendo de hélio, crescendo enormemente de tamanho a cada projétil de leite de piroca que produzia. Depois de dez segundos gozando, ele para. Solta um suspiro de satisfação, antes de finalmente tirar a parada do pau gigante dele. "Aqui, irmão. Pega." Ele diz, entregando pra Ahtil a bolsa enorme de líquido fedido. Era um símbolo da superioridade sexual do homem branco sobre o árabe. Depois disso, eles começam a explorar mais a fundo a casa, procurando o motivo de estarem ali. Enquanto exploram a casa árabe, notam um par de portas. Sabiam que atrás de cada uma delas, existia a chance de uma rabuda árabe gostosa estar esperando por eles. Não conseguiram evitar dar risada ao pensar nisso. Os dois moleques escolhem uma porta meio que na sorte, abrem e entram. Pra Ahtil era fácil segui-los, por causa do rastro de porra que os paus deixavam enquanto arrastavam pelo chão; a porra que nunca seria limpa de verdade. Eles abrem a porta e veem a noiva. Ela é o que eles desejam: uma puta árabe gordinha. Só ficaram mais excitados quando os olhos exploraram o corpo dela, que estava pelado exceto por uma fio dental. A calcinha tinha deformado por causa da bunda enorme e das coxas cheias de gordura, deixando um buraco no meio e expondo a buceta e os lábios vaginais grossos. "Q-quem porra são vocês dois?!" Ela grita com a voz forte e profunda. Os olhos e a boca dela estão bem abertos de susto. "Tá bem, meu namorado não vai gostar disso! Sai...?" Ela começa a baixar o volume. Deixar o... cara... sair?" Ela não consegue terminar a frase. Enquanto gritava, o fedor invasor dela tinha dominado o quarto. Encheu cada canto e fresta, incluindo as narinas dela. Os jatos invisíveis do cheiro nojento foram direto pro cérebro dela, hipnotizando-a de verdade. O rosto dela reagiu, a boca ainda ofegava mas com um sorriso, e as pupilas se moviam levemente em direção ao nariz de um jeito pequeno e sutil. Ahegao. Ela tinha ficado hesitante, sem saber o que dizer em seguida. Eles avançaram em direção a ela. Quando chegaram perto, um deles estendeu a mão pro peito gigante dela. Agarrou, obviamente a mão inteira não é grande o suficiente pra cobrir tudo. Aperta e amassa as tetonas da noiva como se fosse um pão incrivelmente gostoso. Ele morde o lábio, amando a sensação. O outro aproveita a calcinha fio-dental arrombada da garota. De pé do outro lado, ele enfia os dedos direto na buceta dela, invadindo o interior e curvando, dando muito prazer enquanto mostra uma prévia de como o pau dele ia se sentir em breve. "Esse filho da puta árabe tem uma boneca de porra como noiva! Vamos roubar ela!" Um deles declara. "Nossa, a buceta dela é tão apertada! Vamos esticar ela pra ele não poder mais foder!" O outro diz. Os dois se entreolham com um sorriso safado. "Espera... ele ainda tá em casa, não pode falar tão alto assim... EU... HUUUUMMM Você cheira tããão... Maaal <3" A noiva confessa, mostrando o quanto amava o cheiro nojento e podre deles. Sem mais esperas nesse ponto, a noiva sarada quer um pouco de carne branca e fresca. Ela se deita na cama, de barriga pra cima. Mais uma vez, os lábios da buceta e as tetas dela batem palmas, batem palmas, como no incidente vergonhoso de alguns dias atrás. Os dois moleques babacas e egocêntricos já tinham endurecido nesse ponto; como qualquer homem ficaria ao sentir e ver um docinho tão gostoso e cheio de gordura na bunda, nas tetas e nas coxas como a noiva. de Ahtil. As duas seguem ele, e um deles decidiu que tinha que ter ela. Ele se afasta da cama e coloca o pau duro pra alinhar com a buceta dela. Ele anda pra frente pra enfiar tudo, juntando-se a ela na cama assim que chega fundo o bastante; os peitos e as coxas dela balançavam pra caralho só com isso. A maior parte ainda tá fora dela, enquanto a do Ahtil estaria completamente dentro. A ponta para no colo do útero fechado, tipo um aríete batendo numa porta de aço. O esticão que o pau dá na buceta é ridículo. É comparável a como as partes gostosas dela esticam a roupa. Era difícil resistir ao pauzão do moleque quando tava fora dela, e agora a namorada entende que tava certa em ficar excitada. A sensação do comprimento e da grossura por si só já é suficiente pra multiplicar a excitação dela por dez. "Porra! Porra!... Porra! Como ele é TÃO grande? Deus, meu namorado, eu... Ele é foda, mas com certeza não chega nesse comprimento e grossura!!! <3", ela revela em voz alta. Ahtil tava olhando da porta e, na real, tinha uma vista incrível da ação, mas a puta viciada em cheiro de pau e leite nem sabia que ele tava ali. "Ah, Deus, é bem apertado...!" Ela diz, abrindo bem as pernas. "Aí vamos nós... AAH... isso deve melhorar!" Ela ajuda o moleque de pau grande. A buceta se abre toda, muito, muito mais do que nunca tinha se aberto pro namorado dela. Tava claro que a buceta dela precisava daquela carne branca: o pauzão tava abrindo um desejo dentro dela, um impulso primal que precisava ser saciado. O moleque se inclina e busca um beijo com confiança. O que começa como um beijinho nos lábios carnudos dela vira uma sessão de beijos quase na hora. As línguas deles saem e se agarram uma na outra. As línguas parecem quase que tão brigando entre si, do jeito que se espetavam e tentavam se agarrar sem pensar. E sim, elas se moviam em Leve harmonia, eram um par de dançarinos que sabiam dançar, mas não tinham praticado muito. Troca-se muita saliva, e uma quantidade igual escorre sobre seus gigantescos e redondos peitões. É audível o suficiente para Ahtil ouvir de onde está. Ele inclina a cabeça 90 graus, empurrando a língua mais fundo. A rabuda geme na boca do homem bem-dotado enquanto aperta a língua dele com alegria. Não dá mais para esperar. O anão começa a mexer os quadris para frente e para trás. O pau dele entra e sai da bocetinha árabe apertada dela. A namorada joga a cabeça para trás enquanto geme, terminando o beijo abruptamente e cuspindo saliva. Até esses pequenos movimentos são suficientes para fazer seus imensos muslos e suas tetas magníficas balançarem e se mexerem pra caralho. "Porra! Você tá AAAAHH ❤️ acertando meus pontos sensíveis! Eu nem sabia que tinha AAAh... esses, meu namorado... MMMMM... ai deus, meu namorado, eu amo ele, mas ele nunca acertou esses!" Ela grita entre seus gemidos de rabuda. "Mas, AAAH... umm... escuta, você podia, por favor, ser um pouco mais... suave com isso? Eu amo, mas... AAHMM... se você não fizer... meu namorado não vai mais conseguir me satisfazer!!" Ela implora. Isso é horrível para o árabe ouvir. Já era óbvio, mas agora era inevitável. Roubaram a bocetinha pessoal do homem branco. Ele nunca mais vai comer ela, com certeza não de um jeito que agrade os dois. Nunca. Mais. Enquanto ele continua fodendo ela, outra coisa começa a acontecer. O prepúcio dele começa a se desenrolar dentro dela. Claro, ele pensou em como o prepúcio dele era gostoso quando ele estava apalpando ela, mas esse é o momento em que ele percebe o quanto é gostoso de verdade. "Ai meu deus... AAAAH... seu prepúcio, AAAHH!! ❤️ É... é tão bom!!!! ❤️ Eu amo como ele se sente dentro de mim! Ai meu deus, porra! Meu namorado, MMMMM!!, ele não tem um, então eu tava querendo sentir isso há muito tempo! Por favor, AAAAH!, continua Pra sempre! Ela implora. "AAAAAAAHHH!! MEU DEUS!!! <3" Ela grita, fazendo o mundo inteiro saber que acabou de gozar. Ahtil não consegue fazer ela ter um orgasmo tão divino, e ainda assim, tudo que o homem branco precisa fazer é deixar a cabecinha da pica dele se desenrolar dentro da buceta apertada dela. Para surpresa tanto de Ahtil quanto da namorada dele, o jeito que o homem come ela é amoroso e romântico. Qualquer um que estivesse olhando e não soubesse de nada assumiria que era sexo entre um casal; com um macho incrivelmente dotado, cheiroso e habilidoso. A buceta dela pulsava contra a pica dele, implorando por mais do seu próprio jeito não verbal enquanto os quadris dela entravam e saíam ternamente. Ela ama isso. O suficiente pra pélvis dela começar a empurrar de volta e ajudar o homem. Dizer que o moleque fica excitado com isso é pouco. Na verdade, não existem palavras suficientes pra descrever a excitação que ele sentiu naquele momento. Os gemidos dela, partes do corpo dela tremendo e as confissões da incompetência do namorado dela o excitavam, mas ver o corpo dela reagir daquele jeito é o que realmente levou ele ao limite. Ele se inclina, com as mãos na cama, dos lados dela, com a pica um pouco mais fundo, esticando um pouco mais a buceta dela e fazendo ela soltar um gemido. Um impulso sexual primário domina o moleque, agora no controle total dos pensamentos e ações dele. As estocadas dele começam a acelerar. O volume dos gemidos da namorada aumenta pra acompanhar enquanto a velocidade dele aumenta aparentemente sem fim. Não ajuda que, conforme ele bombeia a pica dentro dela mais rápido, os peitões enormes dela balançam mais, criando um loop infinito onde ele continua indo mais rápido. Ele atinge uma velocidade tão rápida que a pica dele bate no colo do útero fechado dela 3 vezes por segundo, cada estocada também tem um pouco de força extra que faz a cama ranger. A cama onde Ahtil e a namorada dele costumavam... fazer amor, vazando e se dobrando com o bombardeio sexual constante que ele nunca conseguiu dar. O homem branco tava acostumado a sentir que isso acontecia com ele: era um leão que caçava parceiros regularmente pra se reproduzir, deixando a marca fedorenta e pegajosa dele em todas as raças. "PORRA! AAAAA, PORRA! <3" A namorada grita. O prazer ocupava uma parte tão grande do cérebro dela que não dava pra formar uma frase, só gemer em resposta. Tanto Ahtil quanto ela podem ver como o que o homem árabe já achava que era sexo perfeito vira uma foda animal e sem piedade. O tipo de coisa que ele esperaria que um moleque com uma pica monstruosa sem circuncisão participasse direto. A pica do cara pendurado era tipo um aríete, batendo na buceta dela como se quisesse derrubar e entrar correndo. "Vou... ir... no seu... útero!" O moleque fala, mal conseguindo falar. "N-Não, AAAH, n-não...", ela responde. Ahtil sentiu alívio ao ouvir ela negar, mas não teria sentido se soubesse que ela só tava brincando com o cara. O cheiro do homem branco por si só já era suficiente pra fazer ele entender que, qualquer coisa que o moleque branco, abençoado com um depósito perfeito de porra podre e queijo velho, quisesse fazer, tinha que fazer. Então, ele decide fazer ela se abrir. Sem esforço, encontra o ponto G dela. Tipo um atirador de elite focado num alvo, começa a bater estrategicamente com a ponta da pica, enquanto de vez em quando dá uns beijinhos no colo do útero. O prazer sobe das terminações nervosas da namorada até o cérebro dela, fazendo ela botar a língua pra fora completamente e os olhos dela olharem direto na direção do nariz. A cara dela vira uma estátua de ahegao, congelada pela felicidade pura que fizeram ela sentir. Ahtil não conseguiu evitar se perguntar por que ele nunca fez isso com ele. Embora não tivesse muito no que pensar. A resposta era óbvia: ele não é bom o suficiente pra uma rabuda gostosa. voluptuosa como ela. Talvez fosse bom não poder foder ela depois disso, não parecia que eu merecia ela.

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