Continuando de onde parei, passaram-se uns dias e faltava pouco pro aniversário do meu avô. A gente convidou a Aye e ela disse que não tinha problema, que ia ajudar com os preparativos.
Bom, chegou o dia e a gente tava todo mundo fazendo o churrasco e as outras coisas, com música e tudo. Daí ela chegou de moto com o filho dela, cumprimentaram todo mundo, a Aye começou a ajudar minha mãe com o que precisava, e eu tava felizão porque ela veio. Depois de um tempão fazendo tudo, sentamos pra comer todo mundo junto, zoamos um bocado entre risadas, e aí fomos pra piscina pra molhar um pouco. Foi aí que começaram as brincadeiras de querer jogar alguém na água sem avisar. Meu irmão e o filho da Aye jogaram minha mãe. Daí eu criei coragem e corri atrás da Aye pra pegar ela. Ela percebeu, saiu correndo pra não ser alcançada. Eu peguei ela, ela forcejou pra se soltar, mas eu abracei ela forte e levantei ela nos braços pra levar até a piscina. Fiquei olhando os peitos dela balançando enquanto eu carregava ela e sentia a bunda dela entre meus braços.
Aí— Não, não, não quero me molhar, me põe no chão, por favor, não faz assim, não! E aí nós dois pulamos na piscina, todo mundo riu, e ela tinha um pouco de dificuldade pra nadar, eu percebia e aproveitei pra segurar ela pela cintura e deixar ela se apoiar em mim pra flutuar, já que era a parte funda da piscina. Como ela tava com um pouco de medo, se agarrava em mim, e eu falava entre risadas: "Calma, Aí, não tem problema." Aí— Seu malvado, olha só, e se eu me afogar? Me molhei toda, ih! Eu— Haha, mas vai secar, viu? Não aconteceu nada, é só pra zoar um pouco (e ela me espirrava água). E aí ficamos um tempão brincando na água. Meu irmão e o filho da Aí preparavam Fernet com Coca com meu avô, enquanto eu enchia o saco da minha mãe e da Aí na piscina, pegava elas pelo braço e levava pra parte funda. Levei a Aí, e ela resistia pra não ir. O que eu queria era que ela se apoiasse em mim, pra poder tocar o corpo dela, pelo menos os peitos ou a bunda dela. E era isso que acontecia: ela só se segurava em mim, eu segurava ela, e ela falava meio rindo, meio com medo, pra eu não soltar pra ela não afundar. Eu aproveitava e tocava ela toda, notava como a roupa dela ficava grudada por estar toda molhada, obviamente na disfarçada. Pegava na parte da bunda dela pra ela se agarrar em mim, ou às vezes fazia cócegas na barriga ou nos peitos dela, adorava. Depois, levava ela até a borda da piscina pra ela subir de novo, e aí ela me espirrava água e jogava a bola em mim pra se vingar. Eu só ria junto com a minha mãe.
Um tempinho depois de a gente tomar banho e trocar de roupa, minha mãe e a Aye queriam dar uma voltinha pelo lugar, porque aonde a gente foi era uma chácara grande, cheia de vegetação, e elas iam olhar as plantas que tinha. Perguntaram pra todo mundo se queria ir, mas os outros não quiseram e ficaram bebendo. Eu, se fosse só isso, também não iria, mas como a Aye e minha mãe estavam indo, e eu não bebo álcool, falei que acompanhava elas. Aí a gente foi andando, e no caminho elas olhavam as plantas e os remédios que conheciam. Eu, como sempre, ficava enchendo o saco e fazendo elas rirem no percurso. Num momento, minha mãe parou pra conversar com uma senhora que morava perto do lugar e perguntou se podia ganhar um galho de arruda pra levar pra casa e plantar. Elas conversaram, a senhora foi super gente boa e deixou. Eu e a Aye ficamos esperando ela do lado de fora e demos uma andadinha olhando o lugar. Tinha uma lagoa muito linda, e a gente se aproximou dela.
Aproveitei o momento que ficamos sozinhos e fiquei enchendo o saco dela, jogando uns gravetos e essas coisas. Ela corria atrás de mim e jogava de volta também, eu corria pra pegar ela, fazer cócegas e dar uns tapas na bunda, já que ela ficava meio brava e vinha me bater também. E nesse tempo que ficamos esperando minha mãe chegar, já que a gente via ela de longe, sentamos debaixo de uma árvore na sombra e conversamos. Do nada, eu falo:
Eu — E aí, como é que tá tudo, Aye? Como você se sente?
Aye — Ah, aqui tudo bem, sempre na luta, tocando pra frente, só cansada de tanto trampo mesmo, haha. E você? Que milagre você aparecer por aqui e não ficar na sua casa?
Eu — Fico feliz então, cansativo, imagino. Sim, vim por causa do aniversário do meu avô e pra encher o saco um pouco. E você, que novidade você aparecer também, te deixaram sair? Haha
Aye — Haha, e pra quem eu tenho que pedir permissão? Você com certeza tem que avisar onde tá, né? Hahaha, eu vim pra respirar um ar fresco e não ficar presa.
Eu — Haha, sei lá, imagina se seu marido fala alguma coisa ou algo assim. Eu tô tranquilo, ninguém me fala nada, haha.
Aye — Quem? Eu não tenho ninguém me dizendo pra onde vou ou não, haha. Eu tô sozinha e sossegada, não preciso depender de ninguém.
Eu — Ah, que bom, então vamos ver se é verdade. Já vi que não me engano, haha.
Aye — Nada a ver, eu tô tranquila do jeito que tô. Você é que vai levar bronca se não avisar onde tá.
Eu — Não tenho namorada oficial, então também não tenho que avisar ninguém (o que eu queria saber era se ela tinha namorado ou alguém que ia na casa dela).
Aye — Ah, olha, então tá bom, assim você não se estressa e não tem que dar satisfação do que faz. Vamos acreditar em você também, igual você falou, haha.
Eu — E eu acho estranho você, que é gostosa, não estar sozinha, só isso, haha.
Aye — E não estar com alguém não quer dizer que tô sozinha, haha. Sempre tem alguém pra ocasião, hahaha.
Eu — Ah, hahaha, claro, pro momento. E tá bom, tem que aproveitar a vida, haha. E aí, o que que o Rodri (filho dela) tá dizendo?
Aye — Haha e sim, né, Rodrigo diz que não, nada, ele não percebe ou eu tento que ele não perceba também, só isso. Eu — Claro, imagino (e de brincadeira, pra tentar ver o que ele diz, já que ele tava zoando com ela, falo): E a mim, quando é que você vai convidar? Aye — Haha, te convidar pra quê? Eu — E pra sua casa também (dou uma piscada pra ela) e rio. Aye — E pra quê você quer vir em casa? Pra fazer o quê? Eu — E você me disse que não tava com ninguém e que sempre tem alguém pra hora, que você tá de boa assim, haha. Aye — Haha, você tá se referindo a ir em casa do jeito que eu falo que sempre tem alguém na hora? Tipo, o que você quer me dizer, porque não tô entendendo? Eu — E pra ir te visitar e ficar nós dois juntos um tempinho, o que você acha? Nós dois estamos sozinhos e não vamos fazer mal a ninguém. Aye — Não, você é louco, como assim não vamos fazer mal a ninguém se você me fala isso? Como é que eu vou fazer isso com você? Você percebe que tem sua mãe, que tem o Rodrigo, imagina se eles ficam sabendo disso, a eles sim vamos fazer mal. Eu — Aye, mas não quero que você fique brava, tô te falando isso porque você me parece muito gostosa e sinto algo por você, e sei que você é amiga da minha mãe e sei que tem o Rodri também, mas não quero ficar o tempo todo fingindo algo com você que não é. Aye — Mas você não pode, tipo, a gente não pode, isso que você tá me falando não dá. Eu — E por quê? Ninguém precisa saber, você me diz que o Rodri não percebe o que rola e minha mãe não vai saber de nada. Aye — Ai, meu Deus, você percebe o que tá me falando? Você fala assim tão fácil, como se não fosse nada, mas não, se sua mãe chegar a saber, não vai achar que é algo bom e vai deixar passar. Eu — Mas é algo que sinto por você, sempre te achei gostosa, e te olho de outro jeito, e claro que penso em todo mundo, o Rodri é meu amigo e não vai gostar nada disso se descobrir, e minha mãe menos ainda, mas o que eu posso fazer? É o que você me provoca quando te vejo e sinto isso por você, por isso tô te falando e não é brincadeira, e se você quiser contar pra minha mãe sobre isso, tudo bem. Fala pra ela, mas é assim mesmo. Aye Aye... Não sei o que dizer, fiquei em choque. Sou mais velha que você, já sou adulta, e não podemos, não posso fazer isso com você. Você percebe a confusão que pode dar se alguém descobrir?" E enquanto ela me dizia isso, eu me aproximei e falei: "Qual é, Aye, não vai dar nada. A gente não conta pra ninguém. Que tal a gente tentar? Vê no que dá, e se não rolar, a gente deixa pra lá. É sério, já faz um tempo que sinto isso por você, não é de agora não." Peguei a mão dela e falei: "Ninguém vai saber, Aye." E com a excitação do momento, quis dar um beijo nela, mas ela virou o rosto e só consegui acertar a bochecha.
Aí— Não, boludo, olha se sua mãe não tá por aqui, ela tá perto, só aqui. E naquele momento, a mão dela, que eu tava segurando, eu guiei pra parte do meu pau pra ela sentir pelo meu short, tava dura pra caralho, amigo. E na hora que ela sente, tira a mão rápido.
Aí— Paraa, não te falei? Sua mãe vai perceber se nos ver, chega.
E eu pego a mão dela de novo e guio pro meu pau outra vez, e falo: "Dá logo, ela não vem ainda, não vai nos ver. Toca um pouquinho, vai, só um pouquinho." Ela resistia, mas não com muita força, só se segurando.
Aí— Não, não podemos fazer isso, já deu, para aqui.
Eu— Não tem problema, tá tudo bem. Vai, Aí, toca um pouquinho, me ajuda, não vem ninguém. (E puxo a mão dela pro meu pau de novo, ela toca e eu guio a mão dela pra cima e pra baixo. Abro o zíper da minha calça, tiro o pau rápido e faço ela tocar. Ela fica olhando pra todo lado pra ver se não tem ninguém ou se sua mãe não vem. Eu continuo guiando a mão dela pra me masturbar, e depois ela começa a fazer sozinha enquanto a gente fica de olho pra ver se não vem ninguém.)
Continua me acariciando a pica bem gostoso e eu tava amando, tudo tava indo muito bem, viu que não dá nada, cê gosta? e ela só baixava o olhar e continuava me punhetando, sentia muito gostoso, as mãos macias dela tocando toda a minha pica era a melhor coisa.
Eu - Ahh que gostoso, aih, gosto disso, continua assim, to amando, uhhh
De continuar assim por um tempinho, eu levanto e levo ela pela mão mais perto de uma árvore pra gente se esconder mais, e falo pra ela beijar um pouco, vai sim, beija um pouco, to amando, aih e nessa hora ela só olhou pra ver se minha mãe não vinha e sem falar nada só se abaixou e começou a beijar a minha pica, dava beijinhos e fazia círculos com a língua na pontinha, uma gênia, eu falava, assim eu amo, não vai dar nada, fica tranquila, sim, e ela começa a rebolar a cabeça e chupar bem gostoso, mexia a boca como se fosse um pirulito, saca? eu ajudava com minhas mãos na cabeça dela e gostava de como ela seguia o ritmo quando eu empurrava pra ela enfiar mais fundo na boca, juro que me dava cãibra nas pernas, ela manjava muito de como fazer um boquete de verdade, chupava pra caralho, usava super bem a língua, cuspia na minha pica e babava toda, eu pensei na minha cabeça (essa já sabe bem o que é chupar uma pica, só se fazia ou fingia que não).
Eu não acreditava naquele momento. Como é que a gente passou de caminhar procurando plantas pra terminar com ela me fazendo um boquete agora? Mas eu não falava nada, só curtia o momento. Não queria dizer algo que fizesse ela se sentir mal e quisesse parar na hora por se arrepender. Ela já tava entregue na situação, consegui o que queria e com isso já tava feliz. Só queria que ela continuasse e se sentisse à vontade. Aí, num instante, nós dois ouvimos minha mãe saindo de casa, conversando com a senhora, e ela diz:
Minha mãe — Muito obrigada por tudo, Dona. Qualquer hora a gente volta aqui pra tomar um mate ou algo assim. Valeu pela arruda, vou plantar pra ver se cresce (e mais umas coisas).
Aí, nessa hora, a Aye se desespera e para. Eu falo pra ela continuar e empurro a cabeça dela pra baixo pra ela seguir chupando. Ela começa a fazer mais rápido. Chegou um ponto que eu não aguentei mais e gozei tudo. Notei que um pouquinho chegou a entrar na boca da Aye, e ela tirou quando sentiu. Só me masturbei um pouco pra terminar tudo por causa do aperto que a gente teve. Ela levantou minha calça, conseguiu abotoar, e com a sensação de que ainda não conseguia mexer minhas pernas, a gente fingiu que tava cortando umas plantas e conversando disfarçadamente até ouvir minha mãe.
Minha mãe — Ei, pra onde vocês foram? Pensei que tinham me deixado e ido embora pra casa. Olha só o que a senhora me deu — ela diz e mostra a arruda dela.
Aye — Ahh, olha que lindo! Justo essa que tava faltando pros meus remédios. Eu sempre procuro essa planta.
Minha mãe — Pois é, a senhora foi muito gente boa de me dar. E olha, me deu outras plantas também pra plantar. Depois te mostro quando tirar da sacola.
Aye — Ah, beleza, vamos dar uma olhada e plantar depois.
Eu — Tá bonita sua planta. E aí, já que vamos voltar pra casa, bateu uma fome.
E assim voltamos caminhando do lugar até a chácara onde estávamos. Eu e ela disfarçamos na frente da minha mãe como se nada tivesse acontecido. Chegamos no local, ficamos um tempão festejando com todo mundo. Eu olhava pra Aye, piscava pra ela, e ela só sorria de leve e desviava o olhar. Depois que já tava quase escurecendo e arrumamos tudo, fomos todo mundo pra casa. Ela se despediu de todos e, quando chegou perto de mim, falou baixinho:
Aye — Nada de ficar falando disso com ninguém, ok? Senão vai dar merda.
Eu — Fica tranquila, Aye, não vai dar nada. Valeu por tudo, curti pra caramba.
Ela foi embora com meu amigo na moto dele, e nós fomos pra nossa casa. Meu irmão levou meu avô até a casa dele, e todo mundo voltou em paz. Eu, com a maior felicidade do mundo pelo que rolou, sem falar uma palavra com ninguém, só pensando em como fiquei com a Aye e como tudo se encaixou. Ficando ali, pensando e repensando o tempo todo. Foi um dia longo, mas foi o melhor pra mim. Um momento que eu nunca ia esquecer, e a Aye também não. Já tinha feito o que queria, e isso me ajudava ainda mais agora pra poder pegar ela de jeito, eu pensava na minha cabeça. Só num momento ela não quis, mas depois ela se deixou levar sozinha.
E até aqui chega esse relato, galera. Espero que tenham gostado e que passem a me seguir. Deixem seus pontos e comentem o que acharam, e se vocês gostariam que eu trouxesse outra parte desse relato real que tenho e que rolou com a amiga da minha mãe, que vocês veem nas fotos. Abraços.

Bom, chegou o dia e a gente tava todo mundo fazendo o churrasco e as outras coisas, com música e tudo. Daí ela chegou de moto com o filho dela, cumprimentaram todo mundo, a Aye começou a ajudar minha mãe com o que precisava, e eu tava felizão porque ela veio. Depois de um tempão fazendo tudo, sentamos pra comer todo mundo junto, zoamos um bocado entre risadas, e aí fomos pra piscina pra molhar um pouco. Foi aí que começaram as brincadeiras de querer jogar alguém na água sem avisar. Meu irmão e o filho da Aye jogaram minha mãe. Daí eu criei coragem e corri atrás da Aye pra pegar ela. Ela percebeu, saiu correndo pra não ser alcançada. Eu peguei ela, ela forcejou pra se soltar, mas eu abracei ela forte e levantei ela nos braços pra levar até a piscina. Fiquei olhando os peitos dela balançando enquanto eu carregava ela e sentia a bunda dela entre meus braços.
Aí— Não, não, não quero me molhar, me põe no chão, por favor, não faz assim, não! E aí nós dois pulamos na piscina, todo mundo riu, e ela tinha um pouco de dificuldade pra nadar, eu percebia e aproveitei pra segurar ela pela cintura e deixar ela se apoiar em mim pra flutuar, já que era a parte funda da piscina. Como ela tava com um pouco de medo, se agarrava em mim, e eu falava entre risadas: "Calma, Aí, não tem problema." Aí— Seu malvado, olha só, e se eu me afogar? Me molhei toda, ih! Eu— Haha, mas vai secar, viu? Não aconteceu nada, é só pra zoar um pouco (e ela me espirrava água). E aí ficamos um tempão brincando na água. Meu irmão e o filho da Aí preparavam Fernet com Coca com meu avô, enquanto eu enchia o saco da minha mãe e da Aí na piscina, pegava elas pelo braço e levava pra parte funda. Levei a Aí, e ela resistia pra não ir. O que eu queria era que ela se apoiasse em mim, pra poder tocar o corpo dela, pelo menos os peitos ou a bunda dela. E era isso que acontecia: ela só se segurava em mim, eu segurava ela, e ela falava meio rindo, meio com medo, pra eu não soltar pra ela não afundar. Eu aproveitava e tocava ela toda, notava como a roupa dela ficava grudada por estar toda molhada, obviamente na disfarçada. Pegava na parte da bunda dela pra ela se agarrar em mim, ou às vezes fazia cócegas na barriga ou nos peitos dela, adorava. Depois, levava ela até a borda da piscina pra ela subir de novo, e aí ela me espirrava água e jogava a bola em mim pra se vingar. Eu só ria junto com a minha mãe.
Um tempinho depois de a gente tomar banho e trocar de roupa, minha mãe e a Aye queriam dar uma voltinha pelo lugar, porque aonde a gente foi era uma chácara grande, cheia de vegetação, e elas iam olhar as plantas que tinha. Perguntaram pra todo mundo se queria ir, mas os outros não quiseram e ficaram bebendo. Eu, se fosse só isso, também não iria, mas como a Aye e minha mãe estavam indo, e eu não bebo álcool, falei que acompanhava elas. Aí a gente foi andando, e no caminho elas olhavam as plantas e os remédios que conheciam. Eu, como sempre, ficava enchendo o saco e fazendo elas rirem no percurso. Num momento, minha mãe parou pra conversar com uma senhora que morava perto do lugar e perguntou se podia ganhar um galho de arruda pra levar pra casa e plantar. Elas conversaram, a senhora foi super gente boa e deixou. Eu e a Aye ficamos esperando ela do lado de fora e demos uma andadinha olhando o lugar. Tinha uma lagoa muito linda, e a gente se aproximou dela.
Aproveitei o momento que ficamos sozinhos e fiquei enchendo o saco dela, jogando uns gravetos e essas coisas. Ela corria atrás de mim e jogava de volta também, eu corria pra pegar ela, fazer cócegas e dar uns tapas na bunda, já que ela ficava meio brava e vinha me bater também. E nesse tempo que ficamos esperando minha mãe chegar, já que a gente via ela de longe, sentamos debaixo de uma árvore na sombra e conversamos. Do nada, eu falo:Eu — E aí, como é que tá tudo, Aye? Como você se sente?
Aye — Ah, aqui tudo bem, sempre na luta, tocando pra frente, só cansada de tanto trampo mesmo, haha. E você? Que milagre você aparecer por aqui e não ficar na sua casa?
Eu — Fico feliz então, cansativo, imagino. Sim, vim por causa do aniversário do meu avô e pra encher o saco um pouco. E você, que novidade você aparecer também, te deixaram sair? Haha
Aye — Haha, e pra quem eu tenho que pedir permissão? Você com certeza tem que avisar onde tá, né? Hahaha, eu vim pra respirar um ar fresco e não ficar presa.
Eu — Haha, sei lá, imagina se seu marido fala alguma coisa ou algo assim. Eu tô tranquilo, ninguém me fala nada, haha.
Aye — Quem? Eu não tenho ninguém me dizendo pra onde vou ou não, haha. Eu tô sozinha e sossegada, não preciso depender de ninguém.
Eu — Ah, que bom, então vamos ver se é verdade. Já vi que não me engano, haha.
Aye — Nada a ver, eu tô tranquila do jeito que tô. Você é que vai levar bronca se não avisar onde tá.
Eu — Não tenho namorada oficial, então também não tenho que avisar ninguém (o que eu queria saber era se ela tinha namorado ou alguém que ia na casa dela).
Aye — Ah, olha, então tá bom, assim você não se estressa e não tem que dar satisfação do que faz. Vamos acreditar em você também, igual você falou, haha.
Eu — E eu acho estranho você, que é gostosa, não estar sozinha, só isso, haha.
Aye — E não estar com alguém não quer dizer que tô sozinha, haha. Sempre tem alguém pra ocasião, hahaha.
Eu — Ah, hahaha, claro, pro momento. E tá bom, tem que aproveitar a vida, haha. E aí, o que que o Rodri (filho dela) tá dizendo?
Aye — Haha e sim, né, Rodrigo diz que não, nada, ele não percebe ou eu tento que ele não perceba também, só isso. Eu — Claro, imagino (e de brincadeira, pra tentar ver o que ele diz, já que ele tava zoando com ela, falo): E a mim, quando é que você vai convidar? Aye — Haha, te convidar pra quê? Eu — E pra sua casa também (dou uma piscada pra ela) e rio. Aye — E pra quê você quer vir em casa? Pra fazer o quê? Eu — E você me disse que não tava com ninguém e que sempre tem alguém pra hora, que você tá de boa assim, haha. Aye — Haha, você tá se referindo a ir em casa do jeito que eu falo que sempre tem alguém na hora? Tipo, o que você quer me dizer, porque não tô entendendo? Eu — E pra ir te visitar e ficar nós dois juntos um tempinho, o que você acha? Nós dois estamos sozinhos e não vamos fazer mal a ninguém. Aye — Não, você é louco, como assim não vamos fazer mal a ninguém se você me fala isso? Como é que eu vou fazer isso com você? Você percebe que tem sua mãe, que tem o Rodrigo, imagina se eles ficam sabendo disso, a eles sim vamos fazer mal. Eu — Aye, mas não quero que você fique brava, tô te falando isso porque você me parece muito gostosa e sinto algo por você, e sei que você é amiga da minha mãe e sei que tem o Rodri também, mas não quero ficar o tempo todo fingindo algo com você que não é. Aye — Mas você não pode, tipo, a gente não pode, isso que você tá me falando não dá. Eu — E por quê? Ninguém precisa saber, você me diz que o Rodri não percebe o que rola e minha mãe não vai saber de nada. Aye — Ai, meu Deus, você percebe o que tá me falando? Você fala assim tão fácil, como se não fosse nada, mas não, se sua mãe chegar a saber, não vai achar que é algo bom e vai deixar passar. Eu — Mas é algo que sinto por você, sempre te achei gostosa, e te olho de outro jeito, e claro que penso em todo mundo, o Rodri é meu amigo e não vai gostar nada disso se descobrir, e minha mãe menos ainda, mas o que eu posso fazer? É o que você me provoca quando te vejo e sinto isso por você, por isso tô te falando e não é brincadeira, e se você quiser contar pra minha mãe sobre isso, tudo bem. Fala pra ela, mas é assim mesmo. Aye Aye... Não sei o que dizer, fiquei em choque. Sou mais velha que você, já sou adulta, e não podemos, não posso fazer isso com você. Você percebe a confusão que pode dar se alguém descobrir?" E enquanto ela me dizia isso, eu me aproximei e falei: "Qual é, Aye, não vai dar nada. A gente não conta pra ninguém. Que tal a gente tentar? Vê no que dá, e se não rolar, a gente deixa pra lá. É sério, já faz um tempo que sinto isso por você, não é de agora não." Peguei a mão dela e falei: "Ninguém vai saber, Aye." E com a excitação do momento, quis dar um beijo nela, mas ela virou o rosto e só consegui acertar a bochecha.
Aí— Não, boludo, olha se sua mãe não tá por aqui, ela tá perto, só aqui. E naquele momento, a mão dela, que eu tava segurando, eu guiei pra parte do meu pau pra ela sentir pelo meu short, tava dura pra caralho, amigo. E na hora que ela sente, tira a mão rápido. Aí— Paraa, não te falei? Sua mãe vai perceber se nos ver, chega.
E eu pego a mão dela de novo e guio pro meu pau outra vez, e falo: "Dá logo, ela não vem ainda, não vai nos ver. Toca um pouquinho, vai, só um pouquinho." Ela resistia, mas não com muita força, só se segurando.
Aí— Não, não podemos fazer isso, já deu, para aqui.
Eu— Não tem problema, tá tudo bem. Vai, Aí, toca um pouquinho, me ajuda, não vem ninguém. (E puxo a mão dela pro meu pau de novo, ela toca e eu guio a mão dela pra cima e pra baixo. Abro o zíper da minha calça, tiro o pau rápido e faço ela tocar. Ela fica olhando pra todo lado pra ver se não tem ninguém ou se sua mãe não vem. Eu continuo guiando a mão dela pra me masturbar, e depois ela começa a fazer sozinha enquanto a gente fica de olho pra ver se não vem ninguém.)
Continua me acariciando a pica bem gostoso e eu tava amando, tudo tava indo muito bem, viu que não dá nada, cê gosta? e ela só baixava o olhar e continuava me punhetando, sentia muito gostoso, as mãos macias dela tocando toda a minha pica era a melhor coisa. Eu - Ahh que gostoso, aih, gosto disso, continua assim, to amando, uhhh
De continuar assim por um tempinho, eu levanto e levo ela pela mão mais perto de uma árvore pra gente se esconder mais, e falo pra ela beijar um pouco, vai sim, beija um pouco, to amando, aih e nessa hora ela só olhou pra ver se minha mãe não vinha e sem falar nada só se abaixou e começou a beijar a minha pica, dava beijinhos e fazia círculos com a língua na pontinha, uma gênia, eu falava, assim eu amo, não vai dar nada, fica tranquila, sim, e ela começa a rebolar a cabeça e chupar bem gostoso, mexia a boca como se fosse um pirulito, saca? eu ajudava com minhas mãos na cabeça dela e gostava de como ela seguia o ritmo quando eu empurrava pra ela enfiar mais fundo na boca, juro que me dava cãibra nas pernas, ela manjava muito de como fazer um boquete de verdade, chupava pra caralho, usava super bem a língua, cuspia na minha pica e babava toda, eu pensei na minha cabeça (essa já sabe bem o que é chupar uma pica, só se fazia ou fingia que não).
Eu não acreditava naquele momento. Como é que a gente passou de caminhar procurando plantas pra terminar com ela me fazendo um boquete agora? Mas eu não falava nada, só curtia o momento. Não queria dizer algo que fizesse ela se sentir mal e quisesse parar na hora por se arrepender. Ela já tava entregue na situação, consegui o que queria e com isso já tava feliz. Só queria que ela continuasse e se sentisse à vontade. Aí, num instante, nós dois ouvimos minha mãe saindo de casa, conversando com a senhora, e ela diz:Minha mãe — Muito obrigada por tudo, Dona. Qualquer hora a gente volta aqui pra tomar um mate ou algo assim. Valeu pela arruda, vou plantar pra ver se cresce (e mais umas coisas).
Aí, nessa hora, a Aye se desespera e para. Eu falo pra ela continuar e empurro a cabeça dela pra baixo pra ela seguir chupando. Ela começa a fazer mais rápido. Chegou um ponto que eu não aguentei mais e gozei tudo. Notei que um pouquinho chegou a entrar na boca da Aye, e ela tirou quando sentiu. Só me masturbei um pouco pra terminar tudo por causa do aperto que a gente teve. Ela levantou minha calça, conseguiu abotoar, e com a sensação de que ainda não conseguia mexer minhas pernas, a gente fingiu que tava cortando umas plantas e conversando disfarçadamente até ouvir minha mãe.
Minha mãe — Ei, pra onde vocês foram? Pensei que tinham me deixado e ido embora pra casa. Olha só o que a senhora me deu — ela diz e mostra a arruda dela. Aye — Ahh, olha que lindo! Justo essa que tava faltando pros meus remédios. Eu sempre procuro essa planta.
Minha mãe — Pois é, a senhora foi muito gente boa de me dar. E olha, me deu outras plantas também pra plantar. Depois te mostro quando tirar da sacola.
Aye — Ah, beleza, vamos dar uma olhada e plantar depois.
Eu — Tá bonita sua planta. E aí, já que vamos voltar pra casa, bateu uma fome.
E assim voltamos caminhando do lugar até a chácara onde estávamos. Eu e ela disfarçamos na frente da minha mãe como se nada tivesse acontecido. Chegamos no local, ficamos um tempão festejando com todo mundo. Eu olhava pra Aye, piscava pra ela, e ela só sorria de leve e desviava o olhar. Depois que já tava quase escurecendo e arrumamos tudo, fomos todo mundo pra casa. Ela se despediu de todos e, quando chegou perto de mim, falou baixinho:
Aye — Nada de ficar falando disso com ninguém, ok? Senão vai dar merda.
Eu — Fica tranquila, Aye, não vai dar nada. Valeu por tudo, curti pra caramba.
Ela foi embora com meu amigo na moto dele, e nós fomos pra nossa casa. Meu irmão levou meu avô até a casa dele, e todo mundo voltou em paz. Eu, com a maior felicidade do mundo pelo que rolou, sem falar uma palavra com ninguém, só pensando em como fiquei com a Aye e como tudo se encaixou. Ficando ali, pensando e repensando o tempo todo. Foi um dia longo, mas foi o melhor pra mim. Um momento que eu nunca ia esquecer, e a Aye também não. Já tinha feito o que queria, e isso me ajudava ainda mais agora pra poder pegar ela de jeito, eu pensava na minha cabeça. Só num momento ela não quis, mas depois ela se deixou levar sozinha.
E até aqui chega esse relato, galera. Espero que tenham gostado e que passem a me seguir. Deixem seus pontos e comentem o que acharam, e se vocês gostariam que eu trouxesse outra parte desse relato real que tenho e que rolou com a amiga da minha mãe, que vocês veem nas fotos. Abraços.
10 comentários - Com a amiga da minha mãe: Parte 2