Naquela noite, a gente tava quente, os dois. Coloquei ela de quatro e comecei a passar a língua no cu dela até chegar na buceta. Depois de um tempo deixando ela assim, comecei a penetrar bem devagar pra ela curtir bem. Ela abria as nádegas e pedia: "Me come assim, filho da puta, enche minha buceta de porra". Isso me deixava mais excitado, até que ela falou pra gente gozar junto. E foi assim que terminamos: ela com a buceta cheia de porra e eu com as pernas molhadas da porra que ela deu. Depois disso, acendemos uns baseados e um tempo depois os outros dois desceram. Aí fomos embora felizes, nós quatro. Depois disso, começamos a nos ver mais vezes com a morena e também transávamos mais seguido. Até que um dia ela disse que queria falar comigo. Eu falei "beleza", nos encontramos e fomos numa praça. Ela disse que tava se apaixonando por mim, e eu falei a mesma coisa. Mas ela contou que não dava pra continuar porque tinha um problema. Perguntei qual, e ela começou a contar que trabalhava como puta no bar Vera Cruz, com a amiga dela. Fiquei sem palavras, porque era a primeira vez que algo assim acontecia comigo. Decidimos que acabava ali, cada um pro seu lado. Fui embora pensando e durante a semana não mandei mensagem. No sábado de madrugada, recebi uma mensagem dela perguntando se eu podia buscá-la. Não consegui me segurar e falei que sim. Cheguei no lugar, levei ela pra casa e, quando a gente ia se despedir, ela me fez entrar. Começamos a transar de novo, mas dessa vez eu comia ela com raiva, sabendo que antes de mim outros já tinham comido ela ou chupado outra rola que não era a minha. Depois de transar, fui pra casa. E assim passaram muitos meses, até que um dia cheguei de surpresa na casa dela. Entrei e, quando abri a porta, ela tava dormindo com um cara. Fiquei com tanta raiva que bati no cara e mandei ele embora. Depois que fechei a porta, voltei e comecei a discutir com ela. E de tanto discutir, a gente acabou transando. Naquele dia, percebi que me apaixonei por uma mulher da noite. Depois de andar um tempo assim... Decidimos ficar de namoro, eu aceitando o trabalho dela. Eu a tinha de segunda a quinta só pra mim, e de sexta a domingo eu dividia. Custava muito aceitar essa relação, mas ao mesmo tempo eu gostava. Um dia, impus condições ao trabalho dela, e ela aceitou, porque também tava vidrada em mim e disse que toparia. As condições foram: não deixar fazer o cu, sem menage, sem motel, nada de engolir... Ela aceitou. Toda noite que eu ia buscá-la no bar, perguntava como tinha sido, e ela dizia que foi bem. Eu perguntava: "Quantos caras você deu?" E ela respondia: "Só dois ou três, nada mais." Quando chegávamos na casa dela, ela mesma abaixava a calça, ficava de quatro na cama e mandava eu verificar se aquele cuzinho tava intacto. Depois disso, eu comia ela com raiva. E toda sexta a domingo era religiosamente a mesma coisa. De segunda a quinta, eu já comia ela de boa, normal. Assim a gente se virou por cinco anos. Nunca vou esquecer aquela puta.
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