Me apaixonei por uma mulher da noite 2

Naquela noite, a gente se esquentou os dois, coloquei ela de quatro e comecei a passar a língua no cu dela até chegar na buceta. Depois de um tempo deixando ela assim, comecei a penetrar bem devagar pra ela curtir direito. Ela abria as nádegas e pedia: "Me come assim, filho da puta, enche minha buceta de porra". Isso me deixava mais louco, até que ela falou pra gente gozar junto, e foi o que fizemos: ela com a buceta cheia de porra e eu com a perna molhada da porra que ela deu. Depois disso, acendemos uns baseados e um tempo depois os outros dois desceram, e aí fomos embora felizes os quatro... Depois disso, comecei a ver a morena mais vezes e a gente também transava mais... Até que um dia ela disse que queria falar comigo. Falei "beleza", a gente se encontrou e foi pra uma praça. Ela disse que tava se apaixonando por mim, e eu falei a mesma coisa, mas ela contou que não dava pra continuar porque tinha um problema. Perguntei qual, e ela começou a contar que trabalhava como puta no bar Vera Cruz... com a amiga dela. Fiquei sem palavras, porque era a primeira vez que algo assim acontecia comigo. A gente decidiu que acabava ali, cada um pro seu lado. Fui embora pensando, e durante a semana não mandei mensagem. No sábado de madrugada, recebi uma mensagem dela perguntando se eu podia buscá-la. Não consegui me segurar e falei que sim. Cheguei no lugar, levei ela pra casa, e quando a gente ia se despedir, ela me fez entrar. Começamos a transar de novo, mas dessa vez eu comia ela com raiva, sabendo que antes de mim já tinham comido ela ou que ela já tinha chupado outra rola que não era a minha... Depois de transar, fui pra casa. E assim passaram muitos meses, até que um dia cheguei de surpresa na casa dela. Entrei, abri a porta e vi ela dormindo com um cara qualquer. Fiquei tão puto que bati no cara e mandei ele embora. Depois que fechei a porta, voltei e comecei a discutir com ela. Da discussão, a gente passou a transar. E naquele dia percebi que me apaixonei por uma mulher da noite. Depois de ficar um tempo assim... Decidimos ficar de namoro, eu aceitando o trabalho dela. Eu a tinha de segunda a quinta só pra mim, e de sexta a domingo eu dividia. Custava muito aceitar essa relação, mas ao mesmo tempo eu gostava. Um dia, impus condições ao trabalho dela, e ela aceitou, porque também estava enganchada comigo e disse que toparia. As condições foram: não deixar fazer o cu, sem menage, sem motel, nada de engolir... Ela aceitou. E toda noite que eu ia buscá-la no bar, perguntava como tinha sido, e ela dizia que foi bem. Eu perguntava: "Quantos caras você deu?" E ela respondia: "Só dois ou três, nada mais." Quando chegávamos na casa dela, ela mesma abaixava a calça, ficava de quatro na cama e dizia: "Verifica se esse rabo tá intacto." E depois disso eu comia ela com raiva. E toda sexta a domingo era religiosamente a mesma coisa. De segunda a quinta, eu já comia ela de boa, normal. Assim a gente se virou por cinco anos. Nunca vou esquecer aquela puta.

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