Continuamos conversando até que decidi ir embora, achando suspeito que nós dois sumíssemos por tanto tempo. Ela garantiu que ia se limpar e sair. Comecei a andar, mas, como se fosse obra do destino, sinto um tapa no ombro. Me viro e era a peituda, que me dá outro tapa no peito. Óbvio que não doía, mas fingi que sim pra ela não se sentir mal e pra saber o motivo dos tapas. Ela me agarra pelo pescoço e me puxa pra perto do rosto dela, me recriminando por eu ter prometido gozar dentro dela, mas em vez disso estava comendo a bunduda. Tentei me fazer de desentendido, mas ela me bate de novo e fala:
Ela: "Não se faz de idiota. Eu ouvi como ela gemia, como gozava, ouvi como aquela bunda enorme quicava no teu pau, como você tava metendo nela. Comigo você foi super devagar comparado com ela. Eu quero sentir a mesma coisa."
Eu: "Hããã, e o que você tava fazendo ouvindo, se posso perguntar?"
Ela: "Nada, vim pro quarto daquele idiota que me chamou mais cedo. Ele prometeu que se eu aceitasse, ia me arrebentar e não sei mais o quê. E o quarto dele é aquele (apontando pra um no meio do corredor), e de lá de dentro dava pra ouvir a outra gritando com teu pau."
Eu: "É, não tenho o que dizer sobre isso. Fiquei sem desculpas. Mas pelo menos você conseguiu se vingar dele."
Ela: "Quê? Não, não. A gente se masturbou um pro outro. O maluco queria me beijar o tempo todo, eu deixei pra ver se assim ele metia em mim. Mas eu ouvia a outra lá toda satisfeita e já tava desesperada pra ele enfiar. Então apressei ele um pouco, ele ficou nervoso e não conseguia colocar a camisinha. Aí coloquei eu mesma e sentei em cima dele, mas parece que enfiei muito de uma vez."
Eu: "E ele gozou rápido ou não?"
Ela: "E o que você acha? Que eu tô de mau humor à toa?"
Eu: "Beeeem, coitado do cara, que culpa ele tem? Você pegou ele desprevenido, com certeza. Sempre tem um motivo."
Ela: "Não defende ele. Até agora ninguém me deu uma única fodida decente, e você tá incluído por enquanto."
Com o ego ferido e sem saber o que responder, ouço uma porta. fechar a porta e no fim era a bucetuda que tava saindo do quarto, ela nos vê e acena sorrindo, a peituda brinca perguntando qual seria o motivo dela estar de bom humor, a outra percebe que ela sabe e me dá a chave pra sair rapidinho sem falar nada, a peituda vê ela indo embora e com cara de surpresa se vira, me olha e pergunta bem séria se eu tinha dado um anal nela, como vocês podem ver ela é muito mais sem vergonha pra falar abertamente do que a bucetuda, e eu sou mais parecido com a bucetuda, não me sinto à vontade falando essas coisas, então só sorri deixando bem óbvio que foi assim que as coisas rolaram, ela ofendida me diz que isso não pode ser enquanto me pega pela mão e me leva de volta pro quarto, já na porta enquanto ela tá abrindo eu falo que sim, que ela tava certa em tudo e que por isso mesmo eu não sabia se meu pau aguentaria mais um round, ela me olha ainda mais puta e me fala que da outra vez eu já fiz a mesma coisa, comendo a bucetuda e deixando ela toda excitada, e ainda era uma promessa, entramos no quarto e vemos a calcinha fio dental da outra que ela tinha deixado dentro da bolsa mas como tava aberta a gente viu, ela sorri e começa a tirar a roupa rapidinho, já pelada me olha e pede pra eu não decepcionar ela, começando a tirar minha camiseta, nós dois já sem camisa começamos a passar a mão um no outro até que ela abaixa minha calça e vê meu pau meia-bomba, eu falei que isso podia acontecer mas ela se recusa a desistir e tira a saia dela ficando só de fio dental, se deita de barriga pra cima e com a cabeça meio pendurada, começando a chupar minhas bolas e passando aos poucos pro meu pau até começar a chupar ele, ficou assim até meu pau ficar quase pronto, tira ele da boca e me fala que eu podia comer a boca dela até ele ficar completamente duro, comecei devagar porque não sabia até onde a garganta dela ia, queria continuar assim já que seria só um aquecimento, mas ver a ponta com a língua dela pra fora, como meu pau marcava na altura da garganta dela e os peitos dela balançando fez com que aos poucos eu começasse a aumentar o ritmo até estar fudendo a cara dela como se fosse a buceta dela ou o cu da outra, mas mesmo assim ela nunca tentou tirar, não me empurrou nem nada parecido, deixou eu seguir no meu ritmo, percebi quando gozei que meu sêmen tava chegando até o estômago dela, tirei meu pau e vejo ela ofegante, toda vermelha com a maquiagem borrada pelas lágrimas que escorriam quando meu pau tava no fundo da garganta dela, perguntei se ela tava bem e por que não fez sinal ou algo, e ela respondeu que não fez porque adorou, como meu pau foi ficando maior e mais duro dentro da boca dela e o finalzão, se ajeitando e caindo um pouco nos peitos, mas de novo muda a cara pra uma mais séria e começando a bater uma pro meu pau ainda duro me pergunta se eu já tava pronto pra fuder ela igual ou mais forte que a da bunda grande, não respondi com palavras, pulei em cima da cama me colocando por cima dela e apoiei o pau na barriga dela, ela acena e tira a calcinha, me passa a camisinha começando a fuder ela, a ponta do meu pau já tava meio vermelha, dolorida e sensível então meus movimentos foram curtos mas rápidos, e se a outra gemia alto, ela não economizou barulho, sem nenhuma vergonha gemia pro prédio inteiro, mas por tudo que tava rolando gozei meio rápido, tirei meu pau pra tirar a camisinha, e acho que ela se levanta pra me recriminar mas vê que meu pau ainda tava duro apesar de já ter gozado várias vezes, nem eu acreditava, falei que ia colocar outra e quando me viro ela tava de quatro na cama do meio, eu fico atrás dela mas ela se joga pra trás fazendo eu cair sentado na outra cama e ela começa a montar sentada no meu colo de costas pra mim, queria levar o ritmo embora instintivamente minha cintura se mexia, ao estar pulando em cima de mim, eu ouvia os peitos dela fazendo uma espécie de aplauso, o que deixou meu pau ainda mais duro e eu me rendi a ela, deitando na cama e deixando que ela fizesse o trabalho. ficou um tempinho até que ela se inclinou na minha direção, deitou no meu peito e gozou no processo, tirou ele e deitou de novo em cima de mim, mas me olhando nos olhos, apertando os peitos dela contra mim, o que não ajudava em nada minha ereção que tinha ficado entre as pernas dela, cravada entre as nádegas dela. aos poucos ela se ajeitou e colocou de novo, já dentro começou a mexer o quadril, ficamos uns minutos até que os dois gozamos de novo, aí ela agora sim colocou as pernas de lado em mim, mas sem parar de olhar na minha cara, tirou a camisinha, pegou no meu pau já cansado e foi descendo pra começar a bater uma. já tava sensível e quase seco, então o pouco que restava eu joguei fora rapidinho, ela com a mão moveu meu pau na direção do cu dela, fazendo meu gozo cair nela. perguntei se dessa vez ela tava satisfeita, ela disse que sim, e eu respondi aliviado porque meu pau já tava de greve. ela apoiou a cabeça no meu peito e eu fiquei olhando pro teto, pensando que talvez eu podia ter feito tudo isso durante o ano e não no final, mas ela estourou minha bolha quando me mandou vestir porque daqui a pouco os caras iam vir arrumar as mochilas, pela hora que era. comecei a me preparar quando vi que ela, já com a camiseta vestida, fez uma espécie de piada com a bunda grande, pegando a calcinha fio dental e secando o gozo que tinha ficado nas nádegas e parte da coxa, guardando de novo e fechando a mochila pra passar despercebido. daí passaram umas horas, já estávamos na viagem de volta pra nossa cidade, fui conversando como se nada com os caras, dormindo parte da viagem até chegar no destino. descemos e nos despedimos, pra grande maioria aquele seria nosso último adeus, mas entre essa minoria que eu voltei a ver tá a bunda grande. peito, mas essa é outra história que também vou contar.
Ela: "Não se faz de idiota. Eu ouvi como ela gemia, como gozava, ouvi como aquela bunda enorme quicava no teu pau, como você tava metendo nela. Comigo você foi super devagar comparado com ela. Eu quero sentir a mesma coisa."
Eu: "Hããã, e o que você tava fazendo ouvindo, se posso perguntar?"
Ela: "Nada, vim pro quarto daquele idiota que me chamou mais cedo. Ele prometeu que se eu aceitasse, ia me arrebentar e não sei mais o quê. E o quarto dele é aquele (apontando pra um no meio do corredor), e de lá de dentro dava pra ouvir a outra gritando com teu pau."
Eu: "É, não tenho o que dizer sobre isso. Fiquei sem desculpas. Mas pelo menos você conseguiu se vingar dele."
Ela: "Quê? Não, não. A gente se masturbou um pro outro. O maluco queria me beijar o tempo todo, eu deixei pra ver se assim ele metia em mim. Mas eu ouvia a outra lá toda satisfeita e já tava desesperada pra ele enfiar. Então apressei ele um pouco, ele ficou nervoso e não conseguia colocar a camisinha. Aí coloquei eu mesma e sentei em cima dele, mas parece que enfiei muito de uma vez."
Eu: "E ele gozou rápido ou não?"
Ela: "E o que você acha? Que eu tô de mau humor à toa?"
Eu: "Beeeem, coitado do cara, que culpa ele tem? Você pegou ele desprevenido, com certeza. Sempre tem um motivo."
Ela: "Não defende ele. Até agora ninguém me deu uma única fodida decente, e você tá incluído por enquanto."
Com o ego ferido e sem saber o que responder, ouço uma porta. fechar a porta e no fim era a bucetuda que tava saindo do quarto, ela nos vê e acena sorrindo, a peituda brinca perguntando qual seria o motivo dela estar de bom humor, a outra percebe que ela sabe e me dá a chave pra sair rapidinho sem falar nada, a peituda vê ela indo embora e com cara de surpresa se vira, me olha e pergunta bem séria se eu tinha dado um anal nela, como vocês podem ver ela é muito mais sem vergonha pra falar abertamente do que a bucetuda, e eu sou mais parecido com a bucetuda, não me sinto à vontade falando essas coisas, então só sorri deixando bem óbvio que foi assim que as coisas rolaram, ela ofendida me diz que isso não pode ser enquanto me pega pela mão e me leva de volta pro quarto, já na porta enquanto ela tá abrindo eu falo que sim, que ela tava certa em tudo e que por isso mesmo eu não sabia se meu pau aguentaria mais um round, ela me olha ainda mais puta e me fala que da outra vez eu já fiz a mesma coisa, comendo a bucetuda e deixando ela toda excitada, e ainda era uma promessa, entramos no quarto e vemos a calcinha fio dental da outra que ela tinha deixado dentro da bolsa mas como tava aberta a gente viu, ela sorri e começa a tirar a roupa rapidinho, já pelada me olha e pede pra eu não decepcionar ela, começando a tirar minha camiseta, nós dois já sem camisa começamos a passar a mão um no outro até que ela abaixa minha calça e vê meu pau meia-bomba, eu falei que isso podia acontecer mas ela se recusa a desistir e tira a saia dela ficando só de fio dental, se deita de barriga pra cima e com a cabeça meio pendurada, começando a chupar minhas bolas e passando aos poucos pro meu pau até começar a chupar ele, ficou assim até meu pau ficar quase pronto, tira ele da boca e me fala que eu podia comer a boca dela até ele ficar completamente duro, comecei devagar porque não sabia até onde a garganta dela ia, queria continuar assim já que seria só um aquecimento, mas ver a ponta com a língua dela pra fora, como meu pau marcava na altura da garganta dela e os peitos dela balançando fez com que aos poucos eu começasse a aumentar o ritmo até estar fudendo a cara dela como se fosse a buceta dela ou o cu da outra, mas mesmo assim ela nunca tentou tirar, não me empurrou nem nada parecido, deixou eu seguir no meu ritmo, percebi quando gozei que meu sêmen tava chegando até o estômago dela, tirei meu pau e vejo ela ofegante, toda vermelha com a maquiagem borrada pelas lágrimas que escorriam quando meu pau tava no fundo da garganta dela, perguntei se ela tava bem e por que não fez sinal ou algo, e ela respondeu que não fez porque adorou, como meu pau foi ficando maior e mais duro dentro da boca dela e o finalzão, se ajeitando e caindo um pouco nos peitos, mas de novo muda a cara pra uma mais séria e começando a bater uma pro meu pau ainda duro me pergunta se eu já tava pronto pra fuder ela igual ou mais forte que a da bunda grande, não respondi com palavras, pulei em cima da cama me colocando por cima dela e apoiei o pau na barriga dela, ela acena e tira a calcinha, me passa a camisinha começando a fuder ela, a ponta do meu pau já tava meio vermelha, dolorida e sensível então meus movimentos foram curtos mas rápidos, e se a outra gemia alto, ela não economizou barulho, sem nenhuma vergonha gemia pro prédio inteiro, mas por tudo que tava rolando gozei meio rápido, tirei meu pau pra tirar a camisinha, e acho que ela se levanta pra me recriminar mas vê que meu pau ainda tava duro apesar de já ter gozado várias vezes, nem eu acreditava, falei que ia colocar outra e quando me viro ela tava de quatro na cama do meio, eu fico atrás dela mas ela se joga pra trás fazendo eu cair sentado na outra cama e ela começa a montar sentada no meu colo de costas pra mim, queria levar o ritmo embora instintivamente minha cintura se mexia, ao estar pulando em cima de mim, eu ouvia os peitos dela fazendo uma espécie de aplauso, o que deixou meu pau ainda mais duro e eu me rendi a ela, deitando na cama e deixando que ela fizesse o trabalho. ficou um tempinho até que ela se inclinou na minha direção, deitou no meu peito e gozou no processo, tirou ele e deitou de novo em cima de mim, mas me olhando nos olhos, apertando os peitos dela contra mim, o que não ajudava em nada minha ereção que tinha ficado entre as pernas dela, cravada entre as nádegas dela. aos poucos ela se ajeitou e colocou de novo, já dentro começou a mexer o quadril, ficamos uns minutos até que os dois gozamos de novo, aí ela agora sim colocou as pernas de lado em mim, mas sem parar de olhar na minha cara, tirou a camisinha, pegou no meu pau já cansado e foi descendo pra começar a bater uma. já tava sensível e quase seco, então o pouco que restava eu joguei fora rapidinho, ela com a mão moveu meu pau na direção do cu dela, fazendo meu gozo cair nela. perguntei se dessa vez ela tava satisfeita, ela disse que sim, e eu respondi aliviado porque meu pau já tava de greve. ela apoiou a cabeça no meu peito e eu fiquei olhando pro teto, pensando que talvez eu podia ter feito tudo isso durante o ano e não no final, mas ela estourou minha bolha quando me mandou vestir porque daqui a pouco os caras iam vir arrumar as mochilas, pela hora que era. comecei a me preparar quando vi que ela, já com a camiseta vestida, fez uma espécie de piada com a bunda grande, pegando a calcinha fio dental e secando o gozo que tinha ficado nas nádegas e parte da coxa, guardando de novo e fechando a mochila pra passar despercebido. daí passaram umas horas, já estávamos na viagem de volta pra nossa cidade, fui conversando como se nada com os caras, dormindo parte da viagem até chegar no destino. descemos e nos despedimos, pra grande maioria aquele seria nosso último adeus, mas entre essa minoria que eu voltei a ver tá a bunda grande. peito, mas essa é outra história que também vou contar.
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