Viagem de formatura (parte 6) final

Continuamos conversando até que decidi ir embora, porque achei suspeito a gente sumir por tanto tempo. Ela garantiu que ia se limpar e sair. Comecei a andar, mas, como se fosse obra do destino, sinto uma batida no ombro. Me viro e era a peitudona, que me acertou outra vez no peito. Óbvio que não doía, mas fingi que sim pra ela não se sentir mal e pra saber o motivo das porradas. Ela me agarra pelo pescoço e me puxa pra perto do rosto dela, me recriminando que eu prometi gozar dentro dela, mas em vez disso tava comendo a bunduda. Tentei me fazer de desentendido, mas ela me bate de novo e fala:

Ela: Não se faz de otário. Eu ouvi como você gemeu, como gozou, ouvi como aquele rabão imenso quicava no teu pau, como você tava metendo nela. Comigo você foi devagar pra caralho comparado com ela. Eu quero sentir a mesma coisa.

Eu: Hã... e o que você tava fazendo ouvindo, se é que posso perguntar?

Ela: Nada. Vim pro quarto daquele idiota que me chamou mais cedo. Ele prometeu que se eu aceitasse, ia me arrebentar e não sei mais o quê. E o quarto dele é aquele (apontando pra um no meio do corredor). E lá de dentro dava pra ouvir a outra gritando com teu pau.

Eu: É... não tenho o que dizer sobre isso. Fiquei sem desculpa. Mas pelo menos você conseguiu se vingar com ele.

Ela: Quê? Não, não. A gente se masturbou um pro outro. O maluco queria me beijar o tempo todo. Dei o gosto pra ver se assim ele metia em mim. Mas eu ficava ouvindo a outra lá, toda satisfeita, e já tava desesperada pra ele enfiar. Então apressei um pouco. Ele ficou nervoso e não conseguia colocar a camisinha. Aí coloquei eu mesma e sentei em cima dele. Mas parece que enfiei com muita força.

Eu: E ele gozou rápido ou não?

Ela: E o que você acha? Que eu tô de mau humor à toa?

Eu: Beeeem... coitado do cara, que culpa ele tem? Você pegou ele desprevenido, com certeza. Sempre tem um motivo.

Ela: Não defende ele. Até agora ninguém me deu uma única fodida decente, e você tá incluído por enquanto.

Com o ego ferido e sem saber o que responder, ouço uma porta. Fechar a porta e no fim das contas era a bucetuda saindo do quarto, ela nos vê e acena sorrindo. A peituda brinca perguntando qual seria o motivo dela estar de bom humor, a outra percebe que ela sabe e me dá a chave pra sair rapidinho sem falar nada. A peituda vê ela indo embora e, com cara de surpresa, se vira, me encara e pergunta bem séria se eu tinha dado um anal nela. Como vocês podem perceber, ela é muito mais sem vergonha pra falar abertamente do que a bucetuda, e eu sou mais parecido com a bucetuda, não me sinto à vontade falando essas coisas, então só sorri, deixando bem óbvio que foi assim que as coisas rolaram. Ela, ofendida, me diz que isso não pode ser enquanto me pega pela mão e me leva de volta pro quarto. Já na porta, enquanto ela tá abrindo, eu falo que sim, que ela tava certa em tudo e que por isso mesmo eu não sabia se meu pau aguentaria mais um round. Ela me olha ainda mais puta e fala que da outra vez eu já fiz a mesma coisa, comendo a bucetuda e deixando ela toda excitada, e que ainda era uma promessa. Entramos no quarto e vemos a calcinha fio dental da outra, que tinha deixado dentro da bolsa, mas como a bolsa tava aberta, a gente viu. Ela sorri e começa a tirar a roupa rapidão, já pelada me encara e pede pra eu não decepcionar ela, começando a tirar minha camiseta. Já nós dois com o torso nu, começamos a passar a mão um no outro até que ela abaixa minha calça e vê meu pau meia-bomba. Falei que isso podia acontecer, mas ela se recusa a desistir e tira a saia, ficando só de calcinha fio dental. Ela se deita de barriga pra cima com a cabeça meio pendurada, começando a chupar minhas bolas e passando aos poucos pro meu pau até começar a chupar ele. Ficou nessa até meu pau estar quase pronto. Ela tira da boca e fala que eu podia comer a boca dela até ficar completamente duro. Comecei devagar, já que não sabia até onde a garganta dela aguentava, queria continuar assim porque seria só um aquecimento, mas ver a ponta... com a língua dela pra fora, como meu pau marcava na altura da garganta dela e os peitos dela balançando fez com que eu fosse aumentando o ritmo aos poucos até começar a foder a cara dela como se fosse a buceta dela ou o cu da outra, mas mesmo assim ela nunca tentou tirar, não me empurrou nem nada parecido, deixou eu seguir no meu ritmo, percebi quando gozei que meu sêmen tava indo até o estômago dela, tirei meu pau e vejo ela ofegante, toda vermelha com a maquiagem borrada pelas lágrimas que escorriam quando eu tinha meu pau até o fundo da garganta dela, perguntei se ela tava bem e por que não fez sinal ou algo, e ela respondeu que não fez porque adorou, como meu pau foi ficando maior e mais duro dentro da boca dela e o finalzão, se ajeitando e caindo um pouco nos peitos, mas de novo ela muda a cara pra uma mais séria e começando a bater uma pro meu pau ainda duro me pergunta se eu já tava pronto pra foder ela igual ou mais forte que a da bunda grande, não respondi com palavras, pulei em cima da cama me colocando por cima dela e apoiei o pau na barriga dela, ela acena e tira a calcinha, me passa a camisinha começando a foder ela, a ponta do meu pau já tava meio vermelha, dolorida e sensível então meus movimentos foram curtos mas rápidos, e se a outra gemia alto, ela não economizou no barulho, sem nenhuma vergonha gemia pro prédio inteiro, mas por tudo que tava rolando eu gozei meio rápido, tirei meu pau pra tirar a camisinha, e acho que ela se levanta pra me recriminar mas vê que meu pau ainda tava duro apesar de já ter gozado várias vezes, nem eu acreditava, falei que ia colocar outra e quando me viro ela tava de quatro na cama do meio, eu fico atrás dela mas ela se joga pra trás fazendo eu cair sentado na outra cama e ela começa a me montar sentada no meu colo de costas pra mim, queria levar o ritmo embora instintivamente minha cintura se mexia, ao estar Pulando em cima de mim, eu ouvia os peitos dela fazendo uma espécie de palminha, o que deixou meu pau ainda mais duro. Me entreguei a ela, deitando na cama e deixando que ela fizesse o trabalho. Ficou um tempinho até que ela se inclinou na minha direção, deitou no meu peito e gozou no processo. Tirou ele e deitou de novo em cima de mim, mas olhando nos meus olhos, apertando os peitos contra o meu peito — o que não ajudava em nada minha ereção, que tinha ficado entre as pernas dela, cravada entre as nádegas dela. Aos poucos, ela se ajeitou e colocou de novo. Já dentro, começou a mexer o quadril. Ficamos uns minutos até que os dois gozaram de novo. Aí, ela colocou as pernas para o lado, sem parar de olhar na minha cara, tirou a camisinha, pegou no meu pau já cansado e foi descendo para começar a bater uma. Já tava sensível e quase seco, então o pouco que restava saiu rápido. Com a mão, ela moveu meu pau na direção do cu dela, fazendo meu gozo cair nela. Perguntei se dessa vez ela tava satisfeita. Ela disse que sim, e eu respondi aliviado, porque meu pau já tava de greve. Ela apoiou a cabeça no meu peito, e eu fiquei olhando pro teto, pensando que talvez eu pudesse ter feito tudo aquilo durante o ano e não no final. Mas ela estourou minha bolha quando mandou eu me vestir, porque daqui a pouco os caras iam chegar pra arrumar as mochilas, pelo horário que era. Comecei a me preparar quando vi que ela, já com a camiseta vestida, fez uma brincadeira com a bunda grande: pegou a calcinha fio dental e foi secar o gozo que tinha ficado nas nádegas e parte da coxa, guardou de novo e fechou a mochila pra passar despercebido. Daí passaram umas horas, e a gente já tava na viagem de volta pra nossa cidade. Fui conversando como se nada com os caras, dormi parte do trajeto até chegar no destino. Descemos e nos despedimos. Pra grande maioria, aquele seria nosso último adeus, mas entre essa minoria que eu voltei a ver tá a bunda grande. Peito, mas essa é outra história que também vou contar.

2 comentários - Viagem de formatura (parte 6) final

El sueño del pibe, darle a alguna egresadas. Una experiencia unica