A mãe gostosa do meu amigo 2

Claro que depois daquilo ela não queria nem me ver pintado de ouro. Toda vez que me via, morria de vergonha, e quando ficávamos sozinhos, ela não queria nem estar ali, ficava toda desconfortável e não sabia disfarçar. Já tinham se passado umas três semanas, e ela só me tratava com distância. Eu queria me aproximar, mas ela sempre me deixava no vácuo. Até que um dia, numa distração, já era tarde e eu fiquei na casa do meu amigo até mais tarde. Ela estava na cozinha vendo TV. Esperei até meu amigo ficar vidrado no PC e me mandei pra cozinha. Falei pro meu amigo que queria tomar mate, e como tenho anos de liberdade lá, ele disse pra eu preparar. Vi aquilo como uma chance. Chego na cozinha, ela pega o celular pra não olhar pra onde eu tô. Coloco a água no fogo e me aproximo. Ela nem me olha. Tiro o celular dela rápido e coloco nas minhas costas. Em voz baixa e rápida, ela reclama:

R: O que cê tá fazendo? Me dá o telefone, vai...
Y: Não, até você me dizer por que tá me ignorando.
R: Não, vai, me dá, senão vamos acordar o outro e ele vai começar a fazer perguntas... Vai, me dá...
Y: E daí? Não tenho medo dele não.
R: Ahã, sei... Me dá, vai.
Y: Puts, tomara que ele te coma de novo, haha.
R: Sshh, cala a boca e me dá o telefone de verdade.
Y: Não, fala logo, qual é a dessa que toda vez que eu venho você me ignora, me cumprimenta na seca, tá até mais distante que antes?

Ela revira os olhos e suspira, enquanto esfrega o rosto com as mãos. Enquanto isso, eu insisto em voz baixa.

Y: O que foi? Cê me ignora e me trata como se não tivesse rolado nada...
R: Abaixa a voz... Não foi certo o que a gente fez, não sei como você tem coragem de vir assim, como se nada tivesse acontecido. Não quero que isso vire rotina, porque foi um erro e eu me deixei levar pela situação. Foi a primeira e última vez, nunca devia ter feito aquilo. A culpa me consome, e agora não sei como olhar pra ele toda vez que ele veste aquela roupa que a gente usou naquela hora. Então se afasta e me deixa em paz, que já tenho problemas demais. Me deixa quieta, não sei o que cê quer.
Y: Eu só vim ver meu amigo, já que a mãe dele... seja uma puta e se entregue pra mim como se nada fosse, não me interessa.. R: shh... sai daqui, pra começar você me pegou num momento que eu não pensei que ia me dar tanta culpa, achei que era fácil ser igual a ele e fazer como se nada, ficar com outra pessoa sem culpa nem arrependimento, mas não, você já teve o que queria, agora a gente faz como se não tivesse acontecido nada e deixa por isso mesmo.. faz o que veio fazer e vai embora antes que alguém apareça e nos veja muito perto.. Y: deixa eles virem.. Eu beijei a boca dela como naquele dia lindo.. também levei um puta tapa. Insisto com outro beijo, porque sabia que ela gostava, ela logo entrou no jogo, mas se afasta.. R: chega, sério, não quero fazer mais do que já fiz, vai, anda. Y: desde aquele dia não parei de pensar em você, me deixou louco, só com seu cheiro olha como eu tô.. A pica dura dava pra ver na minha sunga, ela tava em alerta, tentava fugir do que provocava em mim, mas a química que a gente teve naquele dia trazia ela de volta pra aquele sentimento de pecado que a envolvia e cada vez fazia ela desejar mais daquilo que tinha provado... R: filho da puta.. Y: que puta que você é, mamãe.. R: cala a boca e tira ela antes que eu me arrependa Y: senta aí rápido Ela sentou na mesa e a gente se ajeitou caso aparecesse alguém indesejado, e eu tirei a pica na cara dela, ela pegou como se fosse um doce da infância que ela amava quando era pequena e via pela primeira vez quando cresceu, começou a bater uma e dar beijos na ponta.. R: não temos tempo e estamos na boca do lobo... goza rápido.. Ela começou a chupar como se tivesse saudades e me arrancou uma risadinha que me entregou, e ela percebeu que eu tava rindo porque sabia que tinha conseguido o que queria, a desgraçada me mordeu, não o suficiente pra machucar, mas pra causar uma dorzinha.. Y: Hh....dddidfod9f R: shhh... isso é por rir de mim, você me deve uma, filha da puta, sério, se isso vai virar rotina pra você, vai ser do meu jeito.. Bem na hora do boquete, parecendo de propósito, meu amigo arrasta a Sentei como quem tá se levantando no quarto dela e na hora a gente se ajeitou com a Romi, fingindo que tava falando do filme, e eu com o pau duro, nem sei como consegui esconder. Olhei pra Romi e o nervoso me pegou, soltei uma risadinha culpada. Quando o outro voltou pro quarto, fiquei mais um tempinho com ela na cozinha.. Tirei o pau pra fora, mas agora ela recusa de vez.. R: não, já era, vai com o outro que se a gente começar de novo, não para mais e já levantamos suspeita demais.. A gente conversou mais um segundinho, mas no fim ela me convenceu e eu obedeci, combinamos vários pontos que iam ajudar a continuar com o que a gente fazia, mas sempre nas regras dela, que eu obviamente pulei algumas kkkk Fui pra casa e uns dias depois voltei, mas agora foi diferente, a gente tinha que ir pra uma festa com o outro otário, fizemos a prévia na casa dela com 2 amigas e ela tava lá, e toda vez que passava fazia uma cara de puta. Num momento, os outros foram comprar mais bebida no mercadinho que fica a umas quadras e como a gente tava sozinho, aproveitei e provoquei.. Y: que carinha hein mamãe, parece que a gente se levantou de mal.. R: eu ponho a cara que eu quiser.. Encostei por trás enquanto apoio ela e falo.. Y: eu gosto que você ponha cara de puta toda vez que meu pau entra.. R: sai daqui, fala pra sua amiguinha botar essa cara, aqui não vem pagar de malandro comigo não.. Y: kkkk!! Ciumenta também!! R: cala a boca!! O outro tá no quarto e escuta tudo Y: deixa escutar kkk ele não sabe que eu comi a mulher dele em cima da roupa que ela tá vestindo.. R: cala a boca, isso foi um deslize e nunca devia ter acontecido.. Os outros chegam e cortam nosso barato.. Fomos pro rolê umas 2h e enchemos a cara, tipo 4h da manhã a gente foi dar uma volta, levamos as minas pro lago e no meio do escuro na beira do lago a gente comeu as duas novinhas, eu tava muito bêbado e não parava de pensar na Romi, via ela.. De costas pra mina e a bunda quicando no meu pau, mas não parava de imaginar que aquela raba era da Romi enquanto metia de quatro. Terminamos e levamos as gatinhas pra casa de uma delas, despedimos com uns beijos bons e uns amassos. Chegamos umas 6 da manhã destruídos e em casa não dava pra entrar, então falei pro outro que ia ficar por ali, já que em algumas horas minha mãe ia acordar e eu ia vazar. O outro sem problema, também tava em Nárnia, com a gorila e o vodka, tava com Alzheimer nível 10, se jogou na cama e apagou. Eu tava bêbado, mas como tinha que ir, segurei a onda e fiquei mexendo no celular na sala, deitado no sofá quase de olho fechado, quando chega uma mensagem. R: Além de chegarem tarde, ainda fazem bagunça, o que cê tá fazendo aí? Y: Bom dia, putinha, tá com saudade do meu pau? R: Que estranho você insultando, já devia ter feito merda. Y: Você adora que eu lembre o que você é comigo, com certeza o outro nunca te falou nada assim. R: Não é da sua conta, além disso ele é cavalheiro. Y: Eu sou cavalheiro e trato as pessoas como elas querem ser tratadas. R: Comigo você insulta, não gosto que me insulte. Y: Haha, sou cavalheiro, mas gosto de ser bem sujo de vez em quando. R: Ah é? Haha, com certeza, você comeu a outra rabuda e vem com o pau cheio de porra, mal usado, e deita assim mesmo com cheiro de álcool e sei lá mais o quê. Y: Mal usado? Haha, não, ela deu uns rebolados melhores que qualquer outra já me deu. R: Ah, tá... além de me insultar, agora diz que eu fodo mal. Y: Haha, eu não disse isso, cada um entende como quer. R: Então fodo mal, porque você insiste se eu faço mal? Y: Eu não disse isso, adorei foder com você, não consigo parar de pensar em como aquela buceta gostosa me apertava. R: Não fala isso, fica horrível pra mim. Y: É verdade haha, toda vez que lembro fico de pau duro. Já despertou a curiosidade e ela começou a se soltar. R: Nossa, mostra aí... ou a rabuda já ganhou e botou nome. Y: Vem cá e batiza ele com sua saliva. Ela me deixou no visto, depois de 3 minutos. minutos aparece na sala, toda pelada e com uma camiseta do marido que ficava enorme nela, sem sutiã e com o cabelo solto que ficava espetacular, ela vem na minha direção e me beija na boca, brinca com os lábios e já deixa minha pica no modo ferro.. R: então você não para de pensar em mim.. essa camiseta você tem que conhecer.. Era uma camiseta cinza que o marido usava sempre e foi a que usamos principalmente pra limpar a porra que eu jogava na bunda dela na vez que ficamos sozinhos.. Peguei a mão dela e subi por cima, apalpei ela por dentro e por fora da camiseta, ela tava louca, queria que eu comesse ela, excitava ela saber que tava traindo o marido com um cara de vinte e poucos anos e que era o mesmo que viu crescer durante anos, o amigo do filho dela. R: seu merda.. conseguiu o que queria de novo.. Y: você é minha puta Romi, aceita, o que você é? R: sua puta.. Y: o quê? R: sua puta.. Y: não te ouço.. R: sua pu... Não deu tempo de terminar a frase, já tinha puxado a calcinha fio dental e enfiei até o fundo... Ela se contorcia de prazer, coloquei a camiseta na boca dela e continuei metendo a pica, cada vez que entrava e saía, ela fazia uma cara de satisfação e ao mesmo tempo de tortura por não poder gemer pra vizinhança toda como da outra vez. E ver aquilo me matou.. Y: mas olha que puta do caralho.. R: mmmmm... ahshshsbd Y: não te ouço puta, coloquei o pano pra o corno não te ouvir gritar quando eu bombar sua buceta Falei isso e não sei, senti como ela apertava minha pica com a buceta, parecia que encontrei aquele ponto que o marido falhou por tanto tempo, parecia que apesar dos filhos ou da idade, era a primeira vez que comiam ela daquele jeito, acho que tratar ela como puta alimentava mais o desejo dela de satisfação e ainda mais quando eu lembrava quem tava metendo a pica nela. Era o amigo de infância do filho mais velho dela.. R: mmmmm.. que gostoso, me come.. siiii. Dá a porra pra mamãe.. dá, me dá.. mmmm Y: você quer? Pede como a Vadia que tu é, me diz, por favor.. R: vai, ah!! Sim. Ah!! Me dá por favor, mmm goza em mim que meu marido vai nos encontrar.. por favor papai, me dá o leitinho mmm vai cara me dá que eu tomo tudo, mmm Y:tudo? Mas que vadia que você fica, meu amor, fica aí mesmo.. Eu levantei e comecei a bater uma na cara dela, enquanto esfregava nos lábios.. R: sim, me dá o leitinho, vai.. Y: toma, vadia de merda.. Abri a boca dela enfiando a pica até o fundo e soltei tudo o que tinha, morri, ela feliz brincava com o leite.. engoliu tudo e limpou minha pica com a boca, disse -depois a gente fala- e foi embora, não deu pra fazer muito. Mas foi o suficiente pra me acabar, a única coisa que não sabíamos é que outra pessoinha tinha visto tudo o que rolou.. É isso o relato, espero que vocês gostem e já vou ver se consigo continuar, sorte!

5 comentários - A mãe gostosa do meu amigo 2

Muy bueno como el anterior. Quien habrá sido que los vio
Estaba esperando esta parte, y ahora espero la próxima.