Claro que depois daquilo ela não ia querer me ver nem pintado, toda vez que me via morria de vergonha e quando ficávamos a sós, ela não queria nem estar ali, ficava incomodada e não sabia disfarçar. Já tinham passado umas 3 semanas e ela só era distante, eu queria me aproximar mas ela sempre me deixava no vácuo. Até que um dia, numa distração, já era tarde e eu fiquei na casa do meu amigo até mais tarde, e ela estava na cozinha vendo TV. Esperei até meu amigo ficar vidrado no PC e me mandei pra cozinha, falei pro meu amigo que queria tomar mate e como tenho anos de intimidade lá, ele disse pra eu preparar e eu vi como uma oportunidade. Chego na cozinha e ela pega o celular pra não olhar pra onde eu tô, coloco a água e me aproximo, ela nem me olha. Tirei o celular dela rápido e coloquei nas minhas costas.. Em voz baixa e rápido ela reclama.. R: que que cê tá fazendo?? me dá o celular, vai.. Y: não, até você me dizer por que tá me ignorando.. R: não, vai, me dá, que a gente vai acordar o outro e ele vai começar a fazer perguntas.. vai, me dá.. Y: e daí? Eu não tenho medo dele não.. R: ahã sim, me dá logo.. Y: pôxa, tomara que ele te coma de novo haha R: sssh, cala a boca e me dá o celular de verdade.. Y: não, fala logo, qual é a dessa que toda vez que eu venho você me ignora e me cumprimenta na seca, até mais distante que antes.. Ela revira os olhos e suspira, enquanto esfrega o rosto com as mãos... Enquanto eu insisto baixinho. Y: que que houve? Cê me ignora e me trata como se a gente não tivesse feito nada.. R: abaixa a voz.. não foi certo o que a gente fez, não sei como você tem coragem de vir assim como se nada, não quero que isso vire costume porque foi um erro e eu me deixei levar pela situação, foi a primeira e última vez, nunca devia ter feito, me consome a culpa e agora não sei como olhar pra ele toda vez que ele veste aquela roupa que a gente usou pra isso, então se afasta e me deixa em paz que já tô cheia de problemas.. Me deixa quieta, não sei o que você quer.. Y: eu só vim ver meu amigo, já que a mãe dele seja uma putinha e se entregue pra mim como se nada fosse, não me interessa.. R: shh... sai daqui, pra começar você me pegou num momento que eu não pensei que ia me dar tanta culpa, achei que era fácil ser igual a ele e fazer como se nada, ficar com outra pessoa sem culpa nem arrependimento, mas não, você já teve o que queria, agora a gente finge que não aconteceu nada e deixa por isso mesmo.. faz o que veio fazer e vai embora antes que alguém apareça e nos veja tão perto.. Y: deixa eles virem.. Eu beijei a boca dela igual naquele dia lindo.. também levei um puta tapa. Insisto com outro beijo, porque sabia que ela gostava, logo ela entrou no jogo, mas se afasta.. R: chega, sério, não quero fazer mais do que já fiz, vai, anda. Y: desde aquele dia não parei de pensar em você, me deixou louco, só com seu cheiro olha como eu tô.. A pica dura dava pra ver na minha sunga, ela tava em alerta, tentava fugir do que provocava em mim, mas a química que a gente teve naquele dia trazia ela de volta pra aquele sentimento de pecado que a envolvia e cada vez fazia ela querer mais daquilo que tinha provado... R: filho da puta.. Y: que putinha que você é, mamãe.. R: cala a boca e tira ela antes que eu me arrependa Y: senta aí rápido Ela sentou na mesa e a gente se ajeitou caso aparecesse alguém indesejado e eu tirei a pica na cara dela e ela pegou como se fosse um doce da infância que ela amava quando era pequena e via pela primeira vez quando cresceu, começou a bater uma punheta e dar beijos na ponta.. R: não temos tempo e estamos na boca do lobo... goza rápido.. Ela começou a chupar como se sentisse saudades e me arrancou uma risadinha que me entregou e ela percebeu que eu tava rindo porque sabia que tinha conseguido o que queria, a desgraçada me mordeu, não o suficiente pra machucar, mas pra causar uma dorzinha.. Y: Hh....dddidfod9f R: shhh... isso é por rir de mim, você me deve uma, filha da puta, sério, se isso vai ser uma rotina pra você, vai ser do meu jeito.. Bem na hora do boquete, parecendo de propósito, meu amigo arrasta a Sentei como quem tá se levantando no quarto dela e na hora a gente se ajeitou com a Romi e fingiu que tava falando do filme, e eu com o pau duro, não sei como consegui esconder. Olhei pra Romi e o nervoso me pegou, soltei uma risadinha culpada. Quando o outro voltou pro quarto, fiquei mais um tempinho com ela na cozinha.. Tirei o pau pra fora, mas agora ela recusa de vez.. R: não, já era, vai com o outro que se a gente começar de novo não para mais e já levantamos suspeita demais.. A gente conversou mais um segundinho, mas no fim ela me convenceu e eu obedeci, combinamos vários pontos que iam ajudar a continuar o que a gente fazia, mas sempre nas regras dela, que eu obviamente pulei algumas kkkk Fui embora pra casa e uns dias depois voltei, mas agora foi diferente, a gente tinha que ir pra uma festa com o outro virjão, fizemos a prévia na casa dela com 2 amigas e ela tava lá e cada vez que passava fazia uma cara de cu. Num momento os outros foram comprar mais bebida no mercadinho que fica a umas quadras e como a gente tava sozinho, aproveitei e provoquei.. Y: que carinha hein mamãe, parece que a gente acordou de mal.. R: eu ponho a cara que eu quiser.. Encostei por trás enquanto apoio ela e falo.. Y: eu gosto que você ponha cara de puta toda vez que meu pau entra.. R: sai daqui, fala pra sua amiguinha botar essa cara, aqui não vem pagar de malandro comigo não.. Y: kkkk!! Ciumenta também!! R: cala a boca!! O outro tá no quarto e escuta tudo Y: que escute kkk ele não sabe que eu comi a mulher dele em cima da roupa que ela tá vestindo.. R: cala a boca, isso foi um deslize e nunca devia ter acontecido.. Os outros chegam e cortam nosso barato.. Fomos pra balada umas 2h e enchemos a cara, umas 4h da manhã fomos dar uma volta, levamos as minas pro lago e no meio do escuro na beira do lago a gente comeu as duas novinhas, eu tava muito bêbado e não parava de pensar na Romi, via ela De costas pra mina e a raba quicando no meu pau, mas não parava de imaginar que aquela bunda era da Romi enquanto metia de quatro... Terminamos e levamos as gatinhas na casa de uma, despedimos com uns beijos e uns amassos. Chegamos lá pras 6 da manhã moídos, e em casa eu já não podia entrar, então falei pro outro que ia ficar por ali, já que em algumas horas minha mãe acordava e eu vazava. O outro de boa, também tava em Nárnia, com a gorila e o vodka, tava com Alzheimer nível 10, se jogou na cama e apagou. Eu tava bêbado, mas como tinha que ir, segurei a onda e fiquei mexendo no celular na sala, deitado no sofá quase de olho fechado, quando chega uma mensagem...
R: Além de chegarem tarde, ainda fazem uma bagunça, o que cê tá fazendo aí?
Y: Bom dia, putinha, sentiu falta do meu pau?
R: Que estranho, xingando assim, já ia aprontar alguma...
Y: Cê adora que eu te lembre o que cê é comigo, aposto que o outro nunca te falou nada assim...
R: Isso não te interessa, além disso ele é cavalheiro.
Y: Eu sou cavalheiro e trato as pessoas como elas querem ser tratadas.
R: Comigo você xinga, não gosto que me xingue.
Y: Hahaha, sou cavalheiro, mas gosto de ser bem sujo de vez em quando.
R: Ah é? Haha, certeza, cê comeu a outra rabuda e veio com o pau cheio de porra, mal usado, e deita assim mesmo com cheiro de álcool e sei lá mais o quê.
Y: Mal usado? Hahaha, nada, ela deu uns rebolados melhores que qualquer outra já me deu.
R: Ah, tá... além de me xingar, agora fala que eu fodo mal.
Y: Haha, eu não disse isso, cada um entende do seu jeito.
R: Então foda-se, porque cê insiste se eu faço mal?
Y: Eu não disse isso, adorei foder com você, não paro de pensar como aquela buceta gostosa me apertava.
R: Não fala assim, fica horrível pra mim.
Y: É verdade haha, toda vez que lembro fico de pau duro. Já despertou a curiosidade e ela começou a se soltar.
R: Nossa, deixa eu ver... ou a rabuda já ganhou e botou nome.
Y: Vem cá e batiza ele com sua saliva...
Ela me deixou no vácuo, depois de 3 minutos... minutos aparece na sala, toda pelada e com uma camiseta do marido que ficava enorme nela, sem sutiã e com o cabelo solto que ficava espetacular, ela vem na minha direção e me beija na boca, brinca com os lábios e já deixa minha pica no modo aço.. R: então você não para de pensar em mim.. essa camiseta então você tem que conhecer.. Era uma camiseta cinza que o marido usava sempre e foi a que usamos principalmente pra limpar a porra que eu jogava na bunda dela naquela vez que ficamos sozinhos.. Peguei a mão dela e subi por cima, apalpei ela por dentro e por fora da camiseta, ela tava louca, queria que eu comesse ela, excitava ela saber que tava traindo o marido com um cara de vinte e poucos anos e que era o mesmo que viu crescer durante anos, o amigo do filho dela. R: seu filho da puta.. conseguiu o que queria de novo.. Y: você é minha puta Romi, aceita, o que você é? R: sua puta.. Y: o quê? R: sua puta.. Y: não te ouço.. R: sua pu... Não terminei a frase e já tinha puxado a calcinha fio dental e enfiado até o fundo... Ela se contorcia de prazer, coloquei a camiseta na boca dela e continuei metendo a pica, cada vez que entrava e saía, ela fazia uma cara de satisfação e ao mesmo tempo de tortura por não poder gemer pra vizinhança toda como da outra vez. E ver aquilo me matou.. Y: mas olha que puta de merda.. R: mmmmm... ahshshsbd Y: não te ouço puta, coloquei o pano pra o corno não te ouvir gritar quando eu bombar sua buceta Usei a palavra: buceta Falei isso e não sei, senti como ela apertava minha pica com a buceta, parecia que encontrei aquele ponto que o marido falhou por tanto tempo, parecia que apesar dos filhos ou da idade, era a primeira vez que comiam ela daquele jeito, acho que tratar ela como puta alimentava ainda mais o desejo dela de satisfação e ainda mais quando eu lembrava quem tava metendo a pica nela. Era o amigo de infância do filho mais velho dela.. R: mmmmm.. que gostoso, me come.. siiii. Dá a porra pra mamãe.. dá pra mim.. mmmm Y: você quer? Pede como a Vadia que tu é, me diz logo.. R: vai, ah!! Isso. Ah!! Me dá, por favor, mmm goza em mim que meu marido vai nos achar.. por favor, papai, me dá o leite mmm vai, cara, me dá que eu vou tomar tudo, mmm Y:tudo? Mas que vadia que tu fica, meu amor, fica aí mesmo.. Levantei e comecei a bater punheta na cara dela, enquanto esfregava nos lábios.. R: isso, me dá o leite, vai.. Y: toma, sua vadia de merda.. Abri a boca dela enfiando a pica até o fundo e soltei tudo o que tinha, morri, ela feliz brincando com o leite.. engoliu tudo e limpou minha pica com a boca, falou -depois a gente conversa- falou e foi embora, não deu pra fazer muito. Mas já foi o suficiente pra me acabar, a única coisa que não sabíamos é que outra pessoinha tinha visto tudo o que rolou.. Até aqui o relato, espero que vocês gostem e já vou ver se consigo continuar, sorte!
R: Além de chegarem tarde, ainda fazem uma bagunça, o que cê tá fazendo aí?
Y: Bom dia, putinha, sentiu falta do meu pau?
R: Que estranho, xingando assim, já ia aprontar alguma...
Y: Cê adora que eu te lembre o que cê é comigo, aposto que o outro nunca te falou nada assim...
R: Isso não te interessa, além disso ele é cavalheiro.
Y: Eu sou cavalheiro e trato as pessoas como elas querem ser tratadas.
R: Comigo você xinga, não gosto que me xingue.
Y: Hahaha, sou cavalheiro, mas gosto de ser bem sujo de vez em quando.
R: Ah é? Haha, certeza, cê comeu a outra rabuda e veio com o pau cheio de porra, mal usado, e deita assim mesmo com cheiro de álcool e sei lá mais o quê.
Y: Mal usado? Hahaha, nada, ela deu uns rebolados melhores que qualquer outra já me deu.
R: Ah, tá... além de me xingar, agora fala que eu fodo mal.
Y: Haha, eu não disse isso, cada um entende do seu jeito.
R: Então foda-se, porque cê insiste se eu faço mal?
Y: Eu não disse isso, adorei foder com você, não paro de pensar como aquela buceta gostosa me apertava.
R: Não fala assim, fica horrível pra mim.
Y: É verdade haha, toda vez que lembro fico de pau duro. Já despertou a curiosidade e ela começou a se soltar.
R: Nossa, deixa eu ver... ou a rabuda já ganhou e botou nome.
Y: Vem cá e batiza ele com sua saliva...
Ela me deixou no vácuo, depois de 3 minutos... minutos aparece na sala, toda pelada e com uma camiseta do marido que ficava enorme nela, sem sutiã e com o cabelo solto que ficava espetacular, ela vem na minha direção e me beija na boca, brinca com os lábios e já deixa minha pica no modo aço.. R: então você não para de pensar em mim.. essa camiseta então você tem que conhecer.. Era uma camiseta cinza que o marido usava sempre e foi a que usamos principalmente pra limpar a porra que eu jogava na bunda dela naquela vez que ficamos sozinhos.. Peguei a mão dela e subi por cima, apalpei ela por dentro e por fora da camiseta, ela tava louca, queria que eu comesse ela, excitava ela saber que tava traindo o marido com um cara de vinte e poucos anos e que era o mesmo que viu crescer durante anos, o amigo do filho dela. R: seu filho da puta.. conseguiu o que queria de novo.. Y: você é minha puta Romi, aceita, o que você é? R: sua puta.. Y: o quê? R: sua puta.. Y: não te ouço.. R: sua pu... Não terminei a frase e já tinha puxado a calcinha fio dental e enfiado até o fundo... Ela se contorcia de prazer, coloquei a camiseta na boca dela e continuei metendo a pica, cada vez que entrava e saía, ela fazia uma cara de satisfação e ao mesmo tempo de tortura por não poder gemer pra vizinhança toda como da outra vez. E ver aquilo me matou.. Y: mas olha que puta de merda.. R: mmmmm... ahshshsbd Y: não te ouço puta, coloquei o pano pra o corno não te ouvir gritar quando eu bombar sua buceta Usei a palavra: buceta Falei isso e não sei, senti como ela apertava minha pica com a buceta, parecia que encontrei aquele ponto que o marido falhou por tanto tempo, parecia que apesar dos filhos ou da idade, era a primeira vez que comiam ela daquele jeito, acho que tratar ela como puta alimentava ainda mais o desejo dela de satisfação e ainda mais quando eu lembrava quem tava metendo a pica nela. Era o amigo de infância do filho mais velho dela.. R: mmmmm.. que gostoso, me come.. siiii. Dá a porra pra mamãe.. dá pra mim.. mmmm Y: você quer? Pede como a Vadia que tu é, me diz logo.. R: vai, ah!! Isso. Ah!! Me dá, por favor, mmm goza em mim que meu marido vai nos achar.. por favor, papai, me dá o leite mmm vai, cara, me dá que eu vou tomar tudo, mmm Y:tudo? Mas que vadia que tu fica, meu amor, fica aí mesmo.. Levantei e comecei a bater punheta na cara dela, enquanto esfregava nos lábios.. R: isso, me dá o leite, vai.. Y: toma, sua vadia de merda.. Abri a boca dela enfiando a pica até o fundo e soltei tudo o que tinha, morri, ela feliz brincando com o leite.. engoliu tudo e limpou minha pica com a boca, falou -depois a gente conversa- falou e foi embora, não deu pra fazer muito. Mas já foi o suficiente pra me acabar, a única coisa que não sabíamos é que outra pessoinha tinha visto tudo o que rolou.. Até aqui o relato, espero que vocês gostem e já vou ver se consigo continuar, sorte!
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