Capítulo V: Cada vez mais firmes
Com a Bea, a gente começou a transar mais seguido, sempre se viava pelo menos uma vez por semana. Eu até inventei um negócio relacionado ao meu trampo que me "obrigava" a viajar pra cidade dela direto. Mesmo quando não dava tempo de ir pro hotel, eu passava pra vê-la pelo menos um tempinho. A gente foi se dando cada vez melhor, passava o dia inteiro trocando ideia no WhatsApp até a hora de dormir, cada um escondido do seu parceiro, mas não conseguia parar de jeito nenhum. Pra se encontrar, a gente tinha dias certos, onde nem precisava mais tentar — eu já mandava na lata:
- Quero te comer, às 18:00 te busco no lugar de sempre.
- Vale, me avisa quando cê tiver chegando que eu saio.
Do lado dela também acontecia que ela praticamente tentava usar a mesma técnica.
- Hoje vou sair mais cedo do trabalho pra gente ter mais tempo, fica às 15:00 naquela esquina.
Curto e grosso, a gente já não tava mais com rodeios e tava claro o porquê. A gente não segurava a vontade e não dava chance pra um dizer não, a não ser por algum motivo muito específico, nunca desmarcávamos. Éramos um relógio sujo, funcionávamos perfeitamente, e na cama não era diferente, embora a Bea não mostrasse todas as cartas, ela sempre te enfiava a cenoura na cara, não só enchia teu ouvido de doçura sobre o que podia rolar, mas também, de um jeito inexplicável, você sabia que não era só conversa fiada, que tinha uma realidade chegando. Eu, por minha vez, alternava entre momentos que eu dominava ela e outros que a gente era só o que era, com e sem joguinhos, nunca nos decepcionamos. Tinha vezes até que, por mais que eu quisesse, era impossível assumir o controle, não porque ela não topasse, mas porque a situação era tão diferente do jeito que acontecia, que nem valia a pena entrar nesse papel, mesmo que, como eu disse, a gente continuasse fazendo.
Uma das tantas vezes que a gente se encontrava e ia pro hotel, assim que ela subiu no carro e viu que, pelo menos de passagem, não tinha nenhum conhecido ou vizinho que pudesse reconhecê-la, ela esticou a mão até minha braguilha, puxou o botão da calça e tirou meu pau pra fora. Mesmo não estando dormindo – porque sempre que ela subia no carro, meu pau já começava a acordar, mesmo sem a gente fazer nada – ela começou com uns carinhos leves e cravou o olhar em mim.
— Será que meu melhor amigo sente minha falta? —disse ele com uma cara de putona.
- Óbvio, todo dia ela sente sua falta, o que ela mais queria era ter essa buceta toda noite.
Sinceramente, pensei que pela primeira vez ela ia me chupar, a putinha ainda me fazia desejar, me provocava pra caralho mas não fazia, e olha que, por mais que eu morresse de vontade de sentir aquela boca e aqueles lábios lindos devorando minha pica, a gente se divertia tanto transando que não era condição essencial ela fazer isso. Sabia que ia rolar mais cedo ou mais tarde, e gostava da ideia de ser quando ninguém esperasse.
Questão, ela começou uma masturbação lenta enquanto eu dirigia, falava comigo feito uma putinha.
— Parece que meu amiguinho quer carinho… tá precisando da minha buceta? —pergunta besta, mas brincalhona.
- E sim, precisa de tudo, quer tudo… Acho que ela merece, e você, o que acha?
- E pra falar a verdade, tô gostando muito de como ele me come… Cê acha que ele merece algo mais? – sabia provocar a putinha.
- Cabe alguma dúvida?
- Sei lá… Talvez se eu chegar pra conversar com ela, ela se assusta…
— Ele vai ficar ainda mais feliz — falei pra ele.
- Ayyy, sei lá… e se ela se assustar e depois não me comer??? O que eu faço??? Fico sem o pão e sem a buceta!
- Chupa essa, puta! Para de me deixar com tesão… – eu tinha ficado excitado demais e não aguentava mais.
Ela me olha, faz aquele gesto característico de bonequinha com a bochecha e continua me punhetando. Ela se aproxima de mim, beija meu pescoço e vai descendo devagar, sempre com a mão segurando a rola, até que quando está chegando e sinto o calor da respiração dela na minha glande, ela diz
— Parece que alguém quer uns beijinhos… — eu, sem tirar os olhos da estrada, joguei a cabeça um pouco pra trás só pra sentir aquele calor — mas hoje não vai rolar…
Queeee??? Cómoóóóó???? Eu não tava entendendo nada do que tava rolando, não é possível que ela seja tão filha da puta! Tentei rápido apoiar minha mão na nuca dela, sem forçar pra baixo, mas tentando puxar ela pra perto e impedir que escapasse. Ela, rindo, guardou meu pau dentro da cueca, subiu o zíper da minha calça rapidinho e abotoou. Habilidosa como ninguém, pela posição dela, eu não conseguia abaixar a calça nem tirar a rola de novo — uma mão no volante, a outra nela, e não tinha espaço pra meter a mão por baixo. Então, sem chance, quem ficou sem o pão e sem a torta fui eu.
Mas cê acredita que a gente já tava na entrada do hotel? Aí me acalmei e pensei: "beleza, ela pode ter ganhado esse round, mas ainda tem vários pela frente". Paguei no guichê, o mesmo ritual de sempre — eu tampava ela um pouquinho pra caso quem tivesse atrás do vidro reconhecesse ela — e entramos no quarto nove, que era o único que pelo menos dava pra gente engolir, o menos deprimente.
Eu entrei sabendo que ela não ia levar essa maldade de cima, e na minha cabeça comecei a analisar quais elementos eu tinha à mão pra dar um castigo bem merecido nela. Como sempre, ela foi tirando todos os anéis e pulseiras, que era a primeira coisa que fazia, e aproveitei pra falar algo.
- É, melhor tirar o que o corno te deu, porque hoje você não vai fazer nem um pouco de honra, no seu lugar eu até escondia pra ele não ver.
- Cê acha? Kkkkk –disse ela, desafiadora.
— Não acredito, eu sei — falei firme, sem dar espaço pra risadinha, enquanto me aproximava dela. Quando cheguei por trás, ela se virou pra me abraçar pelo pescoço. — Que desculpa você deu no trabalho pra sair mais cedo?
- Nada, só que eu tinha consulta médica, por quê?
- Ahh, cê não sabe que é a putinha de um cliente? – falo enquanto desabotoava a calça dela.
- Noooo, bah, igual muitos imaginam que você tá me comendo, ahhhhh uffffff…. – longo quando passei meus dedos pela buceta dela por cima do triângulo da calcinha fio dental.
- E vocês sabem o quão puta você fica com o cliente? Ou só imaginam isso?
- Não sobra outra opção pra eles a não ser imaginar, quem sabe é o cliente… ahhh simmm… – ela soltava enquanto mexia a cintura no ritmo da minha mão e ia desabotoando minha calça.
- Então você devia caprichar pra empresa ficar orgulhosa do jeito que você trata o cliente.
— É? O cliente merece um tratamento especial? Ou tenho que tratar todo mundo igual? — perguntava se fazendo de inocente enquanto pegava meu pau e começava uma punheta lenta que ia das minhas bolas até a cabeça.
- Um atendimento personalizado, você tem que fazer o necessário pra fidelizar o cliente – falei pra ela.
- E se eu me comportar bem e for uma putinha gostosa, o cliente vai falar bem de mim? – cada vez com mais voz de puta e fazendo olhinhos de inocência enquanto continuava me masturbando.
Eu já tinha deixado a calça dela caída nos tornozelos e, com a calcinha fio dental ainda nela, puxei o tecido de lado e comecei a esfregar a buceta dela, que, como sempre, não decepcionou — tava bem molhadinha. Levei minha mão até a boca dela, fiz ela provar do próprio mel, juntei um pouco pra mim também e provei, bem na frente do olhar dela, que acendeu na hora. Desabotoei a camisa que ela tava usando, mas deixei o sutiã — ela é gostosa demais, e ver ela de lingerie é algo que me frita a cabeça de tão bem que fica nela.
Nesse momento, ela acelerou um pouco a punheta e um sorriso se desenhou no rosto dela. Eu puxei ela mais pra perto de mim e, sempre tocando a buceta dela, amassei um pouco a bunda dela — nunca conseguia deixar isso de lado. Ela levantou um pouco o rosto pra encontrar minha boca, e a gente foi se beijando até que eu deixei ela na beira da cama, sentando ela de um jeito um pouco mais bruto. Ela entendeu na hora que tinha que fazer o papel dela. Sentada na cama, olhou pra cima como quem diz "espero suas ordens", e elas não demoraram a chegar. Fiquei na frente do rosto dela com meu pau bem duro, apontando direto pra boca dela.
- O que você fez no carro foi muito errado… Você se comportou mal com seu melhor cliente… Sabia?
— Eu não fui malvada, eu sou muito boazinha — ela dizia enquanto me olhava com um olhar lascivo, enquanto continuava usando a mão para subir e descer no meu pau, que soltou uma gota de pré-gozo que ela notou na hora.
- Se você é tão boazinha, então faz o que tem que fazer, não me faz ficar puto e engole essa pica como a putinha gostosa que você é.
Ao ouvir essas palavras, ela se animou, sorriu claramente demonstrando que estava esperando aquela ordem. Levantou meu pau até encostar na minha barriga e primeiro deu uma chupada gostosa nas minhas bolas, brincando um pouco com a língua. Depois colocou a cabeça bem na frente e, olhando nos meus olhos, esticou a língua e deu uma lambida quase sem encostar na glande, só o suficiente pra criar um atrito e a língua pegar o líquido pré-gozo que escorria da ponta, deixando bem visível o fio que se formou e ligava a boca dela ao meu pau.
— Parece que meu amiguinho tá pedindo uns beijinhos… —disse ela brincando, enquanto voltava pras minhas bolas e dessa vez, da base até a ponta, foi lambendo devagar com a língua toda, fazendo eu jogar a cabeça pra trás instintivamente.
- Melhor para de falar e chupa bem minha pica, vadia, me mostra que você sabe fazer com essa boquinha além de falar – falei de forma séria, mas muito tesuda.
Ela obedeceu e repetiu o mesmo movimento, lambendo de baixo pra cima, mas dessa vez parou na cabeça enquanto com a mão apertava bem a base como se estivesse espremendo, sabendo que isso soltaria outra gota importante de porra que não demorou pra pegar com a língua enquanto fazia círculos na glande e os lábios beijavam ela quase por completo.
- Enfia essa porra, sua filha da puta, chupa essa pica porque vou te engasgar se não…
Não duvido, e mantendo a mão bem por baixo e com um movimento bem curto de masturbação, começou a engolir cada vez mais um pedaço de pau. Os lábios dela davam uma pressão na medida, a língua por dentro era habilidosa como nenhuma, sabia como mexer no espaço reduzido que sobrava pra estimular o necessário pra ouvir meus primeiros suspiros.
- Ayyy sim, agora sim… o que você me fez desejar por esse boquete filho da puta… – a cada segundo eu ficava mais excitada.
- Mmmmhuuuu… –tentava falar com a pica na boca.
- Sabia que era uma boa head master, com essa boca e como beijava era impossível não imaginar isso… Continua chupando, puta… Dá pra ver que você adora chupar…
Ela não conseguia falar, não queria sair e também não ia deixar ela sair pra contar... a mão dela passou a segurar minhas bolas e a outra mão me puxava pra perto, agarrando minha bunda. Quando finalmente se solta um pouco, eu sempre olhando pra ela, ela olha pra cima, esperando que eu diga alguma coisa...
- Não te falei pra parar de chupar…
- Desculpa, é que queria saber se assim meu cliente vai falar bem de mim… – ela disse isso e, imediatamente, se certificando de que eu não parasse de olhar atentamente, deixou cair sobre o pau uma boa quantidade de saliva, que tratou de recolher novamente colocando-o de volta na boca, para cuspir de novo e, aí sim, começou um vai e vem de boquete alucinante sem parar de estimular minhas bolas…
Eu já estava no céu, sem nem perceber os movimentos que fazia. Levei minha mão até a nuca dela e, entrelaçando meus dedos no cabelo dela, acompanhei os movimentos que ela fazia, mas sem segurá-la nem guiá-la. Ela continuava com aquele boquete dos sonhos.
A cada momento que passava, mais saliva ela produzia na boca, era um boquete bem molhado e dava pra notar o uso da língua dela quando engolia. Por puro instinto, quando ela avançou engolindo o pau, não deixei ela voltar, mantive ela ali.
Traga mais dessa puta, mais... Come ela..." – eu ordenei.
- Aaahhmmm! – ela disse, não sei se como reclamação ou comemoração, mas acho que foi a segunda opção, porque na hora ela se inclinou um pouco mais sobre o tronco.
- Assim, vai… – e afrouxei um pouco pra ela voltar pra trás.
Ela voltou a respirar um pouco ofegante, mas mais pra me esquentar do que por necessidade. Cuspiu de novo na pica e partiu pra cima pra superar o passo anterior, mas dessa vez, o tempo todo olhando nos meus olhos. A língua dela agia como se fosse uma espécie de avançador, a cada passo que os lábios davam, ela ia arrastando a língua feito cobra. Eu acompanhei com a mão o movimento dela e, na hora de parar de novo, mostrei que ela tinha que ir um pouco mais fundo. Ela não se acovardou, e daquele ponto até o fim, foi descendo devagar até os lábios baterem no meu púbis, com um olhar desafiador, tipo: "viu que engoli tudo?
- Sinto sua cabeça na minha garganta, meu bem… que boa chupadora de pau você é… olha como engoliu ele todinho…
Ela quis sorrir, mal dava pra perceber com a pica na boca, ficou firme com o pedaço inteiro dentro até que, por falta de ar, começou a tirar, mas eu puxei ela de volta na hora, até ter ela na garganta, o que ela não esperava. Um fio de baba começou a escorrer pelo queixo dela e só aí deixei ela se afastar.
- Sua pussy tá babada igual sua boca? – falei enquanto minha mão já se aproximava pra tocar a pussy dela por cima do tecido da calcinha fio dental, que já tava bem molhada, e por isso decidi puxar ela pra enfiar meus dedos direto na fonte.
— Molhada e gostosa eu tô… — respondeu e enfiou a pica de novo na boca.
Ela continuou chupando, eu comecei a masturbá-la e de vez em quando ela engolia até o fundo, quando fazia isso eu enfiava os dedos também mais pra dentro. Chegou um ponto que eu já não aguentava mais, fazia um tempo que ela tava chupando com maestria e se continuasse eu ia gozar. Puxei ela forte pelos cabelos pra trás pra ela perceber que eu tava no limite, o que fez ela se sentir vitoriosa.
- Qual é, hein? Alguém tá muito tesuda, pelo visto… Não aguenta um boquete?
Não deixei ela fazer nada, precisei acalmar o tesão e diminuir um pouco a vontade de gozar. Joguei ela pra trás na cama, subi as pernas dela nos meus ombros, tirei a calcinha fio dental e mergulhei de cabeça nessa pussy cheia de fluídos, bebendo tudo de um gole só. Dessa vez comi com desespero, precisava sentir aquele gosto na minha boca. Ela não demorou a me agarrar pela cabeça e fazer força pra minha boca pressionar mais a pussy dela, que já tava encharcada — claramente chupar pau dá mais tesão nela. E ela começou a subir e descer a bacia pra roçar mais rápido e intenso.
Minhas mãos agarraram firme na bunda dela, o cu dela estava todo ensopado e minha língua, de vez em quando quando o puxão de cabelo que ela dava permitia, descia pra lamber também. Não demorou muito até ela mostrar que o orgasmo dela tava chegando.
- Não para, não… para… Vou gozar… Me toma toda… Vai… Continua…
Eu não podia nem queria sair pra responder ela, ela tava precisando de mim ali embaixo e eu não ia parar pra falar alguma besteira. Continuei com meu trabalho e em pouco tempo ela teve o prêmio dela.
- Ayyy sim… vai… a putinha da mãe… toma tudo… Assim… Vou gozar, vou gozar… ahhhhhh…. Aaaaaaaahhhhh… –ela se foi num suspiro longo e profundo.
Eu continuei chupando ela, juntando cada gota que saía daquela pussy deliciosa, me lambuzava de tanto mel, não tinha desperdício e eu não ia desperdiçar nada até que ela, do jeito que me segurava pelos cabelos, me puxou de uma vez e me trouxe pra perto dela pra comer minha boca, ela adorava me ver com a cara toda melada dos fluidos dela e chupar tudo, gostava de sentir o gosto da própria pussy.
— Como eu gosto que você me chupe assim, que me agarre forte… você me deixa com um tesão danado — ela dizia meio ofegante.
Sempre, mas sempre que unimos os corpos, a buceta dela e meu pau ficam perfeitamente alinhados, nunca precisei direcionar, é como se tivessem um ímã que os atrai. Sabendo que não precisava me preocupar em errar o movimento, de uma enfiada só meti até o fundo, rápido, forte e sem contemplação.
- Ahhhhh!!! Aiiiii… – ela gritou
- Queria ser uma puta de pau, sua vadia? – comecei a perder a cabeça um pouco, enquanto, sem sair, me joguei para trás, ficando de joelhos e pegando as pernas dela por debaixo dos joelhos para dar uma penetrada forte e profunda.
- Ayyy sim! Sim! Queria sentir você dentro! Me fode…
- Vou te comer toda, por ser gostosa, por puta infiel… – essa eu sei que ela não esperava, mas parece que gostou.
- Sim! Sou muito puta, você me deixa muito puta!
Os peitos dela balançavam no ritmo das minhas estocadas, a cara dela mostrava tudo, a boca entreaberta e, de vez em quando, o lábio inferior ficava totalmente mordido, e os olhos fechados deixavam claro que ela tava adorando a foda. Na hora, levo uma das mãos dela pra própria buceta e, enquanto eu tava metendo, ela começou uma punheta bem rápida, no mesmo ritmo da foda.
Tanto a situação quanto as palavras dela me deixaram muito excitado, eu queria gozar nela e encher aquela buceta de porra, mas claramente não podia fazer isso, então tentei esticar um pouco mais o momento. Saí abruptamente e virei ela de quatro, queria ver aquela majestosidade de novo na minha frente. Não tinha desperdício. Isso foi um erro claro da minha parte, se minha ideia era tentar não gozar, era óbvio que ter aquele cu escancarado em primeiro plano não ia me favorecer, mas pelo menos para prolongar o momento – e o cu dela – um pouco mais, me joguei de cabeça pra dar uma chupada de cu fenomenal. Embora estivesse totalmente lubrificado pelos fluidos dela, cuspi nele como sinal de que aquele era o tratamento que ela merecia. Ela continuou com a masturbação dela, que já dava pra chamar de violenta, apesar de ela curtir mais uma punheta suave, era evidente que queria gozar sabendo que eu ia comer ela de quatro.
—Você é obcecado pela minha bunda, hein… — ela queria me levar ao limite — gosta tanto assim?
- É a bunda mais linda do mundo, me deixa louco…
— Tem que merecer… não é fácil, mas merece e a gente vê… Continua chupando ele com essa linguinha, minha vida…
— Que buceta gostosa que tu tem, você é toda uma delícia, sua puta mãe… — eu estava maravilhado.
- Viu só, já era viciado em mim… eu te avisei…
Não respondi aquilo, em vez disso dei umas lambidas com penetração de língua naquele cuzão e rapidamente enfiei de novo, ao mesmo tempo que dei um tapão que ecoou pelo quarto.
Plafffff!!! Soou forte pra caralho.
- Ahhh filho da puta! Vai me deixar marcada!!
— Cê acha que eu ligo? Melhor assim, o corno sabe que você é a putinha de outro... — nem terminei de falar isso e já dei outro tapa forte na outra bunda dela.
— Ayyy, não me faz isso não, que cê vai me deixar marcado memo! Pelo amor! — já era quase um pedido.
- Então você não quer isso? – e enfiei mais um pra garantir que a marca ia ficar nela por um tempinho – Cê acha que eu tô brincando? Que te chamo de puta só por diversão?
- Mas dá pra perceber! – ela me dizia, quase desesperada pra que eu entendesse.
— Que ela se toque, por isso que você é a puta de outro, porque o corno não te fode do jeito que você gosta, e como você se comporta mal, alguém tem que te castigar — falei e acompanhei com outro tapa forte e comecei a bombar com mais força.
- Quer que eu seja sua putinha então? – perguntou enquanto continuava se masturbando e jogava a bunda pra trás pra bater na minha pélvis, mostrando que não tava tão preocupada assim como dizia.
- Você já é minha putinha, já te falei… – não aguentei mais, tava com o gozo na ponta da pica.
- Então me fode... Me fode gostoso... Vai... mais forte – ela começou a levantar a voz e a se masturbar cada vez mais rápido, sentindo a ponta dos dedos chegar até o tronco da piroca que ficava exposto no vai e vem – Vai, Fede, me fode, aiii... isso, continua... Não para e arrebenta minha buceta que eu vou gozar...
Tinha a cara claramente desfigurada, estava entrando no orgasmo e a bunda dela começou a bater forte em mim, ela já estava no ponto e eu sentia os ovos encharcando cada vez que batiam na pussy dela.
- Assim… Você tá me fazendo gozar de novo… Aiiii que delícia, a putinha da mãe – o xingamento saía naturalmente, pensei – Não para agora… Forte! Vai! Agggggg… Ahhhh…
Ela gozou tão forte que senti a pussy dela fervendo, era tanto calor que gerou que não aguentei muito mais e deixei a cock dentro até terminar por completo. Saí rápido da pussy dela e a fiz virar com as pernas abertas, precisava ver a cara dela enquanto gozava. Comecei a me masturbar sobre a pussy e o púbis dela, e ela aproximou uma mão pra ajudar na tarefa. Naquele momento vi o rosto dela que combinava um anjo com um demônio que me desafiava.
- Vou gozar em você, Bea! – só consegui exclamar.
- Siiim… me dá… quero que goze todinha em mim…
Ela começou uma punheta frenética que não levou mais que uns breves segundos, me fez explodir a piroca literalmente. Os dois primeiros jatos foram parar no meio dos peitos dela, os seguintes pela barriga e umbigo até que o resto ficou só na buceta dela. Continuou me masturbando por mais um tempo até espremer a última gota e garantir que minha piroca ficasse completamente morta, sempre mantendo contato visual comigo. A mão dela, claro, ficou meio melada quando soltou minha piroca. Eu fiquei olhando pra ela, achava ela linda, e ela me olhava de volta com um sorriso que não dava pra disfarçar.
Começou a passar a mão onde tinha resto de porra, desde a buceta dela foi subindo e acariciando cada parte respingada. Passou os dedos pelos mamilos dela pra deixar bem leitosos também e, quando terminou, entrelaçou as pernas rápido na minha cintura e me puxou pra cima dela pra ficarmos colados e cara a cara…
- Você gosta de chupar minha buceta, não é?
- Sim, você já percebeu, usei a palavra: buceta e o cu, adoro – respondi pra ela.
— E pra você eu sou uma gostosa? — perguntei de propósito, claramente sabendo a resposta.
- A mais gostosa que já experimentei na vida.
— Mas não vale, a gente tá em desvantagem — ela me falou, mas eu, meio otário, não entendi muito bem o que ela queria dizer…
—Por que em desvantagem? Você também provou da minha piroca... —respondi inocente.
- Sim, mas não conheço o gosto da sua porra…
Ela nem terminou de falar isso e já me mostrou como entre os dois dedos ainda tinha um resto considerável de porra que lentamente levou à boca, fechou um pouco mas deixando ver o suficiente, e mexendo a língua bem visivelmente pra eu ver direitinho como ela tava saboreando esses restos. Eu fiquei maravilhado com o que ela fazia, mas principalmente, com o jeito que ela fazia.
- Mmmm… Tu também é uma gostosa… Muito gostosa… –falava com voz de puta enquanto mostrava como engolia o que acabara de saborear.
- Cê gostou da minha buceta, vida?
Ela, como sempre, adora curtir o que prova, mas também compartilhar. Me agarrou firme pela cabeça e me deu um beijo que nossas salivas trocaram todos os sabores que tínhamos na boca.
Ficamos deitados sem falar, não cansados, mas sim agitados. Estávamos deitados de lado, frente a frente, só nos olhando, de vez em quando no silêncio dos olhares soltávamos uma risadinha cúmplice, onde era bem óbvio o que pensávamos e nos fazia rir. Até que depois de um tempo, enquanto eu acariciava as costas dela, ela começou a esfregar a perna no meu pau, que não conseguia evitar de reagir.
— A gente toma banho e depois continua? — falei sabendo a resposta.
- Óbvio! Tava pensando a mesma coisa – respondeu com muito entusiasmo.
Com a Bea, a gente começou a transar mais seguido, sempre se viava pelo menos uma vez por semana. Eu até inventei um negócio relacionado ao meu trampo que me "obrigava" a viajar pra cidade dela direto. Mesmo quando não dava tempo de ir pro hotel, eu passava pra vê-la pelo menos um tempinho. A gente foi se dando cada vez melhor, passava o dia inteiro trocando ideia no WhatsApp até a hora de dormir, cada um escondido do seu parceiro, mas não conseguia parar de jeito nenhum. Pra se encontrar, a gente tinha dias certos, onde nem precisava mais tentar — eu já mandava na lata:
- Quero te comer, às 18:00 te busco no lugar de sempre.
- Vale, me avisa quando cê tiver chegando que eu saio.
Do lado dela também acontecia que ela praticamente tentava usar a mesma técnica.
- Hoje vou sair mais cedo do trabalho pra gente ter mais tempo, fica às 15:00 naquela esquina.
Curto e grosso, a gente já não tava mais com rodeios e tava claro o porquê. A gente não segurava a vontade e não dava chance pra um dizer não, a não ser por algum motivo muito específico, nunca desmarcávamos. Éramos um relógio sujo, funcionávamos perfeitamente, e na cama não era diferente, embora a Bea não mostrasse todas as cartas, ela sempre te enfiava a cenoura na cara, não só enchia teu ouvido de doçura sobre o que podia rolar, mas também, de um jeito inexplicável, você sabia que não era só conversa fiada, que tinha uma realidade chegando. Eu, por minha vez, alternava entre momentos que eu dominava ela e outros que a gente era só o que era, com e sem joguinhos, nunca nos decepcionamos. Tinha vezes até que, por mais que eu quisesse, era impossível assumir o controle, não porque ela não topasse, mas porque a situação era tão diferente do jeito que acontecia, que nem valia a pena entrar nesse papel, mesmo que, como eu disse, a gente continuasse fazendo.
Uma das tantas vezes que a gente se encontrava e ia pro hotel, assim que ela subiu no carro e viu que, pelo menos de passagem, não tinha nenhum conhecido ou vizinho que pudesse reconhecê-la, ela esticou a mão até minha braguilha, puxou o botão da calça e tirou meu pau pra fora. Mesmo não estando dormindo – porque sempre que ela subia no carro, meu pau já começava a acordar, mesmo sem a gente fazer nada – ela começou com uns carinhos leves e cravou o olhar em mim.
— Será que meu melhor amigo sente minha falta? —disse ele com uma cara de putona.
- Óbvio, todo dia ela sente sua falta, o que ela mais queria era ter essa buceta toda noite.
Sinceramente, pensei que pela primeira vez ela ia me chupar, a putinha ainda me fazia desejar, me provocava pra caralho mas não fazia, e olha que, por mais que eu morresse de vontade de sentir aquela boca e aqueles lábios lindos devorando minha pica, a gente se divertia tanto transando que não era condição essencial ela fazer isso. Sabia que ia rolar mais cedo ou mais tarde, e gostava da ideia de ser quando ninguém esperasse.
Questão, ela começou uma masturbação lenta enquanto eu dirigia, falava comigo feito uma putinha.
— Parece que meu amiguinho quer carinho… tá precisando da minha buceta? —pergunta besta, mas brincalhona.
- E sim, precisa de tudo, quer tudo… Acho que ela merece, e você, o que acha?
- E pra falar a verdade, tô gostando muito de como ele me come… Cê acha que ele merece algo mais? – sabia provocar a putinha.
- Cabe alguma dúvida?
- Sei lá… Talvez se eu chegar pra conversar com ela, ela se assusta…
— Ele vai ficar ainda mais feliz — falei pra ele.
- Ayyy, sei lá… e se ela se assustar e depois não me comer??? O que eu faço??? Fico sem o pão e sem a buceta!
- Chupa essa, puta! Para de me deixar com tesão… – eu tinha ficado excitado demais e não aguentava mais.
Ela me olha, faz aquele gesto característico de bonequinha com a bochecha e continua me punhetando. Ela se aproxima de mim, beija meu pescoço e vai descendo devagar, sempre com a mão segurando a rola, até que quando está chegando e sinto o calor da respiração dela na minha glande, ela diz
— Parece que alguém quer uns beijinhos… — eu, sem tirar os olhos da estrada, joguei a cabeça um pouco pra trás só pra sentir aquele calor — mas hoje não vai rolar…
Queeee??? Cómoóóóó???? Eu não tava entendendo nada do que tava rolando, não é possível que ela seja tão filha da puta! Tentei rápido apoiar minha mão na nuca dela, sem forçar pra baixo, mas tentando puxar ela pra perto e impedir que escapasse. Ela, rindo, guardou meu pau dentro da cueca, subiu o zíper da minha calça rapidinho e abotoou. Habilidosa como ninguém, pela posição dela, eu não conseguia abaixar a calça nem tirar a rola de novo — uma mão no volante, a outra nela, e não tinha espaço pra meter a mão por baixo. Então, sem chance, quem ficou sem o pão e sem a torta fui eu.
Mas cê acredita que a gente já tava na entrada do hotel? Aí me acalmei e pensei: "beleza, ela pode ter ganhado esse round, mas ainda tem vários pela frente". Paguei no guichê, o mesmo ritual de sempre — eu tampava ela um pouquinho pra caso quem tivesse atrás do vidro reconhecesse ela — e entramos no quarto nove, que era o único que pelo menos dava pra gente engolir, o menos deprimente.
Eu entrei sabendo que ela não ia levar essa maldade de cima, e na minha cabeça comecei a analisar quais elementos eu tinha à mão pra dar um castigo bem merecido nela. Como sempre, ela foi tirando todos os anéis e pulseiras, que era a primeira coisa que fazia, e aproveitei pra falar algo.
- É, melhor tirar o que o corno te deu, porque hoje você não vai fazer nem um pouco de honra, no seu lugar eu até escondia pra ele não ver.
- Cê acha? Kkkkk –disse ela, desafiadora.
— Não acredito, eu sei — falei firme, sem dar espaço pra risadinha, enquanto me aproximava dela. Quando cheguei por trás, ela se virou pra me abraçar pelo pescoço. — Que desculpa você deu no trabalho pra sair mais cedo?
- Nada, só que eu tinha consulta médica, por quê?
- Ahh, cê não sabe que é a putinha de um cliente? – falo enquanto desabotoava a calça dela.
- Noooo, bah, igual muitos imaginam que você tá me comendo, ahhhhh uffffff…. – longo quando passei meus dedos pela buceta dela por cima do triângulo da calcinha fio dental.
- E vocês sabem o quão puta você fica com o cliente? Ou só imaginam isso?
- Não sobra outra opção pra eles a não ser imaginar, quem sabe é o cliente… ahhh simmm… – ela soltava enquanto mexia a cintura no ritmo da minha mão e ia desabotoando minha calça.
- Então você devia caprichar pra empresa ficar orgulhosa do jeito que você trata o cliente.
— É? O cliente merece um tratamento especial? Ou tenho que tratar todo mundo igual? — perguntava se fazendo de inocente enquanto pegava meu pau e começava uma punheta lenta que ia das minhas bolas até a cabeça.
- Um atendimento personalizado, você tem que fazer o necessário pra fidelizar o cliente – falei pra ela.
- E se eu me comportar bem e for uma putinha gostosa, o cliente vai falar bem de mim? – cada vez com mais voz de puta e fazendo olhinhos de inocência enquanto continuava me masturbando.
Eu já tinha deixado a calça dela caída nos tornozelos e, com a calcinha fio dental ainda nela, puxei o tecido de lado e comecei a esfregar a buceta dela, que, como sempre, não decepcionou — tava bem molhadinha. Levei minha mão até a boca dela, fiz ela provar do próprio mel, juntei um pouco pra mim também e provei, bem na frente do olhar dela, que acendeu na hora. Desabotoei a camisa que ela tava usando, mas deixei o sutiã — ela é gostosa demais, e ver ela de lingerie é algo que me frita a cabeça de tão bem que fica nela.
Nesse momento, ela acelerou um pouco a punheta e um sorriso se desenhou no rosto dela. Eu puxei ela mais pra perto de mim e, sempre tocando a buceta dela, amassei um pouco a bunda dela — nunca conseguia deixar isso de lado. Ela levantou um pouco o rosto pra encontrar minha boca, e a gente foi se beijando até que eu deixei ela na beira da cama, sentando ela de um jeito um pouco mais bruto. Ela entendeu na hora que tinha que fazer o papel dela. Sentada na cama, olhou pra cima como quem diz "espero suas ordens", e elas não demoraram a chegar. Fiquei na frente do rosto dela com meu pau bem duro, apontando direto pra boca dela.
- O que você fez no carro foi muito errado… Você se comportou mal com seu melhor cliente… Sabia?
— Eu não fui malvada, eu sou muito boazinha — ela dizia enquanto me olhava com um olhar lascivo, enquanto continuava usando a mão para subir e descer no meu pau, que soltou uma gota de pré-gozo que ela notou na hora.
- Se você é tão boazinha, então faz o que tem que fazer, não me faz ficar puto e engole essa pica como a putinha gostosa que você é.
Ao ouvir essas palavras, ela se animou, sorriu claramente demonstrando que estava esperando aquela ordem. Levantou meu pau até encostar na minha barriga e primeiro deu uma chupada gostosa nas minhas bolas, brincando um pouco com a língua. Depois colocou a cabeça bem na frente e, olhando nos meus olhos, esticou a língua e deu uma lambida quase sem encostar na glande, só o suficiente pra criar um atrito e a língua pegar o líquido pré-gozo que escorria da ponta, deixando bem visível o fio que se formou e ligava a boca dela ao meu pau.
— Parece que meu amiguinho tá pedindo uns beijinhos… —disse ela brincando, enquanto voltava pras minhas bolas e dessa vez, da base até a ponta, foi lambendo devagar com a língua toda, fazendo eu jogar a cabeça pra trás instintivamente.
- Melhor para de falar e chupa bem minha pica, vadia, me mostra que você sabe fazer com essa boquinha além de falar – falei de forma séria, mas muito tesuda.
Ela obedeceu e repetiu o mesmo movimento, lambendo de baixo pra cima, mas dessa vez parou na cabeça enquanto com a mão apertava bem a base como se estivesse espremendo, sabendo que isso soltaria outra gota importante de porra que não demorou pra pegar com a língua enquanto fazia círculos na glande e os lábios beijavam ela quase por completo.
- Enfia essa porra, sua filha da puta, chupa essa pica porque vou te engasgar se não…
Não duvido, e mantendo a mão bem por baixo e com um movimento bem curto de masturbação, começou a engolir cada vez mais um pedaço de pau. Os lábios dela davam uma pressão na medida, a língua por dentro era habilidosa como nenhuma, sabia como mexer no espaço reduzido que sobrava pra estimular o necessário pra ouvir meus primeiros suspiros.
- Ayyy sim, agora sim… o que você me fez desejar por esse boquete filho da puta… – a cada segundo eu ficava mais excitada.
- Mmmmhuuuu… –tentava falar com a pica na boca.
- Sabia que era uma boa head master, com essa boca e como beijava era impossível não imaginar isso… Continua chupando, puta… Dá pra ver que você adora chupar…
Ela não conseguia falar, não queria sair e também não ia deixar ela sair pra contar... a mão dela passou a segurar minhas bolas e a outra mão me puxava pra perto, agarrando minha bunda. Quando finalmente se solta um pouco, eu sempre olhando pra ela, ela olha pra cima, esperando que eu diga alguma coisa...
- Não te falei pra parar de chupar…
- Desculpa, é que queria saber se assim meu cliente vai falar bem de mim… – ela disse isso e, imediatamente, se certificando de que eu não parasse de olhar atentamente, deixou cair sobre o pau uma boa quantidade de saliva, que tratou de recolher novamente colocando-o de volta na boca, para cuspir de novo e, aí sim, começou um vai e vem de boquete alucinante sem parar de estimular minhas bolas…
Eu já estava no céu, sem nem perceber os movimentos que fazia. Levei minha mão até a nuca dela e, entrelaçando meus dedos no cabelo dela, acompanhei os movimentos que ela fazia, mas sem segurá-la nem guiá-la. Ela continuava com aquele boquete dos sonhos.
A cada momento que passava, mais saliva ela produzia na boca, era um boquete bem molhado e dava pra notar o uso da língua dela quando engolia. Por puro instinto, quando ela avançou engolindo o pau, não deixei ela voltar, mantive ela ali.
Traga mais dessa puta, mais... Come ela..." – eu ordenei.
- Aaahhmmm! – ela disse, não sei se como reclamação ou comemoração, mas acho que foi a segunda opção, porque na hora ela se inclinou um pouco mais sobre o tronco.
- Assim, vai… – e afrouxei um pouco pra ela voltar pra trás.
Ela voltou a respirar um pouco ofegante, mas mais pra me esquentar do que por necessidade. Cuspiu de novo na pica e partiu pra cima pra superar o passo anterior, mas dessa vez, o tempo todo olhando nos meus olhos. A língua dela agia como se fosse uma espécie de avançador, a cada passo que os lábios davam, ela ia arrastando a língua feito cobra. Eu acompanhei com a mão o movimento dela e, na hora de parar de novo, mostrei que ela tinha que ir um pouco mais fundo. Ela não se acovardou, e daquele ponto até o fim, foi descendo devagar até os lábios baterem no meu púbis, com um olhar desafiador, tipo: "viu que engoli tudo?
- Sinto sua cabeça na minha garganta, meu bem… que boa chupadora de pau você é… olha como engoliu ele todinho…
Ela quis sorrir, mal dava pra perceber com a pica na boca, ficou firme com o pedaço inteiro dentro até que, por falta de ar, começou a tirar, mas eu puxei ela de volta na hora, até ter ela na garganta, o que ela não esperava. Um fio de baba começou a escorrer pelo queixo dela e só aí deixei ela se afastar.
- Sua pussy tá babada igual sua boca? – falei enquanto minha mão já se aproximava pra tocar a pussy dela por cima do tecido da calcinha fio dental, que já tava bem molhada, e por isso decidi puxar ela pra enfiar meus dedos direto na fonte.
— Molhada e gostosa eu tô… — respondeu e enfiou a pica de novo na boca.
Ela continuou chupando, eu comecei a masturbá-la e de vez em quando ela engolia até o fundo, quando fazia isso eu enfiava os dedos também mais pra dentro. Chegou um ponto que eu já não aguentava mais, fazia um tempo que ela tava chupando com maestria e se continuasse eu ia gozar. Puxei ela forte pelos cabelos pra trás pra ela perceber que eu tava no limite, o que fez ela se sentir vitoriosa.
- Qual é, hein? Alguém tá muito tesuda, pelo visto… Não aguenta um boquete?
Não deixei ela fazer nada, precisei acalmar o tesão e diminuir um pouco a vontade de gozar. Joguei ela pra trás na cama, subi as pernas dela nos meus ombros, tirei a calcinha fio dental e mergulhei de cabeça nessa pussy cheia de fluídos, bebendo tudo de um gole só. Dessa vez comi com desespero, precisava sentir aquele gosto na minha boca. Ela não demorou a me agarrar pela cabeça e fazer força pra minha boca pressionar mais a pussy dela, que já tava encharcada — claramente chupar pau dá mais tesão nela. E ela começou a subir e descer a bacia pra roçar mais rápido e intenso.
Minhas mãos agarraram firme na bunda dela, o cu dela estava todo ensopado e minha língua, de vez em quando quando o puxão de cabelo que ela dava permitia, descia pra lamber também. Não demorou muito até ela mostrar que o orgasmo dela tava chegando.
- Não para, não… para… Vou gozar… Me toma toda… Vai… Continua…
Eu não podia nem queria sair pra responder ela, ela tava precisando de mim ali embaixo e eu não ia parar pra falar alguma besteira. Continuei com meu trabalho e em pouco tempo ela teve o prêmio dela.
- Ayyy sim… vai… a putinha da mãe… toma tudo… Assim… Vou gozar, vou gozar… ahhhhhh…. Aaaaaaaahhhhh… –ela se foi num suspiro longo e profundo.
Eu continuei chupando ela, juntando cada gota que saía daquela pussy deliciosa, me lambuzava de tanto mel, não tinha desperdício e eu não ia desperdiçar nada até que ela, do jeito que me segurava pelos cabelos, me puxou de uma vez e me trouxe pra perto dela pra comer minha boca, ela adorava me ver com a cara toda melada dos fluidos dela e chupar tudo, gostava de sentir o gosto da própria pussy.
— Como eu gosto que você me chupe assim, que me agarre forte… você me deixa com um tesão danado — ela dizia meio ofegante.
Sempre, mas sempre que unimos os corpos, a buceta dela e meu pau ficam perfeitamente alinhados, nunca precisei direcionar, é como se tivessem um ímã que os atrai. Sabendo que não precisava me preocupar em errar o movimento, de uma enfiada só meti até o fundo, rápido, forte e sem contemplação.
- Ahhhhh!!! Aiiiii… – ela gritou
- Queria ser uma puta de pau, sua vadia? – comecei a perder a cabeça um pouco, enquanto, sem sair, me joguei para trás, ficando de joelhos e pegando as pernas dela por debaixo dos joelhos para dar uma penetrada forte e profunda.
- Ayyy sim! Sim! Queria sentir você dentro! Me fode…
- Vou te comer toda, por ser gostosa, por puta infiel… – essa eu sei que ela não esperava, mas parece que gostou.
- Sim! Sou muito puta, você me deixa muito puta!
Os peitos dela balançavam no ritmo das minhas estocadas, a cara dela mostrava tudo, a boca entreaberta e, de vez em quando, o lábio inferior ficava totalmente mordido, e os olhos fechados deixavam claro que ela tava adorando a foda. Na hora, levo uma das mãos dela pra própria buceta e, enquanto eu tava metendo, ela começou uma punheta bem rápida, no mesmo ritmo da foda.
Tanto a situação quanto as palavras dela me deixaram muito excitado, eu queria gozar nela e encher aquela buceta de porra, mas claramente não podia fazer isso, então tentei esticar um pouco mais o momento. Saí abruptamente e virei ela de quatro, queria ver aquela majestosidade de novo na minha frente. Não tinha desperdício. Isso foi um erro claro da minha parte, se minha ideia era tentar não gozar, era óbvio que ter aquele cu escancarado em primeiro plano não ia me favorecer, mas pelo menos para prolongar o momento – e o cu dela – um pouco mais, me joguei de cabeça pra dar uma chupada de cu fenomenal. Embora estivesse totalmente lubrificado pelos fluidos dela, cuspi nele como sinal de que aquele era o tratamento que ela merecia. Ela continuou com a masturbação dela, que já dava pra chamar de violenta, apesar de ela curtir mais uma punheta suave, era evidente que queria gozar sabendo que eu ia comer ela de quatro.
—Você é obcecado pela minha bunda, hein… — ela queria me levar ao limite — gosta tanto assim?
- É a bunda mais linda do mundo, me deixa louco…
— Tem que merecer… não é fácil, mas merece e a gente vê… Continua chupando ele com essa linguinha, minha vida…
— Que buceta gostosa que tu tem, você é toda uma delícia, sua puta mãe… — eu estava maravilhado.
- Viu só, já era viciado em mim… eu te avisei…
Não respondi aquilo, em vez disso dei umas lambidas com penetração de língua naquele cuzão e rapidamente enfiei de novo, ao mesmo tempo que dei um tapão que ecoou pelo quarto.
Plafffff!!! Soou forte pra caralho.
- Ahhh filho da puta! Vai me deixar marcada!!
— Cê acha que eu ligo? Melhor assim, o corno sabe que você é a putinha de outro... — nem terminei de falar isso e já dei outro tapa forte na outra bunda dela.
— Ayyy, não me faz isso não, que cê vai me deixar marcado memo! Pelo amor! — já era quase um pedido.
- Então você não quer isso? – e enfiei mais um pra garantir que a marca ia ficar nela por um tempinho – Cê acha que eu tô brincando? Que te chamo de puta só por diversão?
- Mas dá pra perceber! – ela me dizia, quase desesperada pra que eu entendesse.
— Que ela se toque, por isso que você é a puta de outro, porque o corno não te fode do jeito que você gosta, e como você se comporta mal, alguém tem que te castigar — falei e acompanhei com outro tapa forte e comecei a bombar com mais força.
- Quer que eu seja sua putinha então? – perguntou enquanto continuava se masturbando e jogava a bunda pra trás pra bater na minha pélvis, mostrando que não tava tão preocupada assim como dizia.
- Você já é minha putinha, já te falei… – não aguentei mais, tava com o gozo na ponta da pica.
- Então me fode... Me fode gostoso... Vai... mais forte – ela começou a levantar a voz e a se masturbar cada vez mais rápido, sentindo a ponta dos dedos chegar até o tronco da piroca que ficava exposto no vai e vem – Vai, Fede, me fode, aiii... isso, continua... Não para e arrebenta minha buceta que eu vou gozar...
Tinha a cara claramente desfigurada, estava entrando no orgasmo e a bunda dela começou a bater forte em mim, ela já estava no ponto e eu sentia os ovos encharcando cada vez que batiam na pussy dela.
- Assim… Você tá me fazendo gozar de novo… Aiiii que delícia, a putinha da mãe – o xingamento saía naturalmente, pensei – Não para agora… Forte! Vai! Agggggg… Ahhhh…
Ela gozou tão forte que senti a pussy dela fervendo, era tanto calor que gerou que não aguentei muito mais e deixei a cock dentro até terminar por completo. Saí rápido da pussy dela e a fiz virar com as pernas abertas, precisava ver a cara dela enquanto gozava. Comecei a me masturbar sobre a pussy e o púbis dela, e ela aproximou uma mão pra ajudar na tarefa. Naquele momento vi o rosto dela que combinava um anjo com um demônio que me desafiava.
- Vou gozar em você, Bea! – só consegui exclamar.
- Siiim… me dá… quero que goze todinha em mim…
Ela começou uma punheta frenética que não levou mais que uns breves segundos, me fez explodir a piroca literalmente. Os dois primeiros jatos foram parar no meio dos peitos dela, os seguintes pela barriga e umbigo até que o resto ficou só na buceta dela. Continuou me masturbando por mais um tempo até espremer a última gota e garantir que minha piroca ficasse completamente morta, sempre mantendo contato visual comigo. A mão dela, claro, ficou meio melada quando soltou minha piroca. Eu fiquei olhando pra ela, achava ela linda, e ela me olhava de volta com um sorriso que não dava pra disfarçar.
Começou a passar a mão onde tinha resto de porra, desde a buceta dela foi subindo e acariciando cada parte respingada. Passou os dedos pelos mamilos dela pra deixar bem leitosos também e, quando terminou, entrelaçou as pernas rápido na minha cintura e me puxou pra cima dela pra ficarmos colados e cara a cara…
- Você gosta de chupar minha buceta, não é?
- Sim, você já percebeu, usei a palavra: buceta e o cu, adoro – respondi pra ela.
— E pra você eu sou uma gostosa? — perguntei de propósito, claramente sabendo a resposta.
- A mais gostosa que já experimentei na vida.
— Mas não vale, a gente tá em desvantagem — ela me falou, mas eu, meio otário, não entendi muito bem o que ela queria dizer…
—Por que em desvantagem? Você também provou da minha piroca... —respondi inocente.
- Sim, mas não conheço o gosto da sua porra…
Ela nem terminou de falar isso e já me mostrou como entre os dois dedos ainda tinha um resto considerável de porra que lentamente levou à boca, fechou um pouco mas deixando ver o suficiente, e mexendo a língua bem visivelmente pra eu ver direitinho como ela tava saboreando esses restos. Eu fiquei maravilhado com o que ela fazia, mas principalmente, com o jeito que ela fazia.
- Mmmm… Tu também é uma gostosa… Muito gostosa… –falava com voz de puta enquanto mostrava como engolia o que acabara de saborear.
- Cê gostou da minha buceta, vida?
Ela, como sempre, adora curtir o que prova, mas também compartilhar. Me agarrou firme pela cabeça e me deu um beijo que nossas salivas trocaram todos os sabores que tínhamos na boca.
Ficamos deitados sem falar, não cansados, mas sim agitados. Estávamos deitados de lado, frente a frente, só nos olhando, de vez em quando no silêncio dos olhares soltávamos uma risadinha cúmplice, onde era bem óbvio o que pensávamos e nos fazia rir. Até que depois de um tempo, enquanto eu acariciava as costas dela, ela começou a esfregar a perna no meu pau, que não conseguia evitar de reagir.
— A gente toma banho e depois continua? — falei sabendo a resposta.
- Óbvio! Tava pensando a mesma coisa – respondeu com muito entusiasmo.
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